Uma vez apareceu um seguidor novo no Instagram. Ele começou a curtir todas as minhas fotos e a deixar comentários que, aos poucos, foram ficando mais pessoais. A gente começou a conversar, e a conexão foi imediata. Tínhamos uma química da porra, nos dávamos super bem e as conversas fluíam naturalmente.
Um dia ele me fez uma videochamada e mencionou que viria pra minha cidade a trabalho.
Então, aproveitou e me convidou pra sair. Pensei e aceitei. Ele me pediu pra recomendar um lugar pra comer e, no dia combinado, a gente se encontrou num ponto perto do tal lugar.
Durante o trajeto de carro até o restaurante a gente quase não conversou; estávamos nervosos, mas aquela tensão era deliciosa. Aos poucos fomos soltando.
Ao entrar no restaurante foi inevitável: várias cabeças se viraram. Eu não estava usando nada de especial, mas estava tão justo que marcava minhas curvas do mesmo jeito, e senti os olhares percorrendo meu corpo. Nenhum dos dois disse nada, mas sorrimos com cumplicidade. Sentamos, pedimos comida e vinho, e a noite ficou mágica. A gente ria como se se conhecesse a vida toda, a conversa fluía sem esforço e a química era palpável.
Quando terminamos de jantar, ele me chamou pra caminhar um pouco e depois tomar um sorvete. Aceitei encantada.
A gente não fazia nada além de rir, zoar, falar de tudo, era muito doce.
Recomendei irmos perto do rio e ele topou. A gente ia rindo, cada vez mais perto, roçando os braços e as mãos. De repente ele parou, me olhou com aquele sorriso safado e perguntou:
—Te incomoda se eu segurar sua mão?
Simplesmente entreguei a minha e sorri. Caminhamos de mãos dadas enquanto ele me elogiava:
—Nas fotos você é linda… mas ao vivo não tem explicação. Preciso confessar que fiquei com um pouco de ciúme assim que entramos no restaurante. Todos os homens olhavam pra você. E não os culpo… seus olhos iluminam tudo, seu sorriso, seu corpo… tudo.
—Muito obrigada —respondi, corando—. Mas as garotas também te olhavam, e você sabe disso.
Nós dois rimos.
Depois do sorvete, em vez de levá-lo a um hotel, convidei ele pra ir ao meu apartamento. Subimos no elevador e o ar ficou denso, carregado de desejo. A gente se olhava sem dizer nada, mas os olhos diziam tudo.
Assim que entramos, sentamos no sofá. Enquanto pedia sorvete por delivery, notei que ele não conseguia tirar os olhos dos meus peitos.
Isso me deu graça e tesão ao mesmo tempo. Quando o sorvete chegou, resolvi brincar um pouco: lambi o sorvete com movimentos sensuais, olhando nos olhos dele. A tensão sexual ficava cada vez mais evidente.
A noite avançava e ele me pediu pra recomendar um hotel. Pensei por um segundo e falei:
—Pode ficar aqui. Tenho um sofá confortável.
Ele me olhou surpreso, mas aceitou. Como ele não tinha nada pra dormir, fui sincera:
—Não tenho roupa de homem, mas se quiser ficar à vontade, tudo bem... eu durmo no meu quarto. O banheiro é ali — apontei pra dentro do meu quarto.
Nos despedimos e cada um foi pro seu canto.
Antes de entrar no meu quarto, vi ele tirando a camisa. Eu, que costumo dormir pelada, naquela noite fiquei só de uma fio dental marrom clarinho.
Me deitei e, depois de um tempo, ouvi ele entrando no banheiro. Quando saiu, não ouvi ele indo pro sofá. Virei a cabeça e lá estava ele, parado na porta, me observando.
—Desculpa... — falou com a voz rouca—. É inevitável. Te ver quase nua, com essa raba bem empinada e pelada... enlouquece qualquer um.
Sorri, mordendo o lábio e disse —Minha cama é mais confortável. Se quiser, pode ficar aqui… mas eu durmo desse lado e você do outro, de costas um pro outro.
Me virei e apoiei a cabeça no travesseiro. Senti ele se deitar. Eu estava cansada e o vinho ajudou, então dormi rápido.
Pouco depois acordei com a respiração quente dele na minha nuca, beijando-a, e a mão dele na minha cintura. Fingi que ainda estava dormindo. Devagar, ele desceu a mão e começou a deslizar minha calcinha fio dental pra baixo. Senti o pau dele duro pressionando contra mim e, pra minha surpresa, entrou com facilidade. A gente já estava encharcado.
Uma vez lá dentro, ele ficou parado, curtindo o calor da minha buceta.
Olhei de canto e vi que ele observava com prazer como me tinha penetrada. Não disse nada. Comecei a mexer a cintura, fazendo ele me comer devagar, num ritmo constante. Ele ficou parado, me deixando assumir o controle.
Depois me virou de bruços e me penetrou mais fundo, apertando minha bunda com força. Olhei pra ele com puro desejo, pedindo mais.
Ele se aproximou, a gente se beijou com luxúria enquanto ele me comia. Ele apertava meus peitos com paixão, e se movia sem parar.
Depois ela me colocou de quatro, começou suave e depois me puxou pelo cabelo e me comeu com força, seco, fundo. A gente gemia sem controle no silêncio da noite. O corpo dela batia no meu, fazendo barulhos obscenos dos nossos fluidos.
—Que delícia é te ter de quatro, putinha… Eu te adoro —ele grunhiu—. Agora sobe. Monta em mim e espreme toda a porra da minha gozada.
Obedeci sem hesitar. Ele se deitou e eu subi, peguei a pica grossa dele e enfiei até o fundo de uma vez só, então meu corpo tremeu ao ser preenchido com a pica dele.
Comecei a cavalgá-lo com força, feito uma boa puta. No começo, eu mexia minha cintura pra frente e pra trás, enquanto ele apertava minhas tetas, era uma delícia.
Minhas tetas grandes subiam e desciam a cada movimento. Ele chupava, mordia e dava tapas nelas enquanto eu o cavalgava sem piedade.
Seus gemidos ficaram mais intensos. Senti o pau dele inchar e pulsar dentro de mim. Por favor, como essas tetonas gostosas quicam, sua puta.
Segui me mexendo com força, espremendo cada gota de porra quente com minha buceta apertada.
O pau dele pulsava sem parar, dava pra sentir ele me enchendo por completo, nós dois gritamos de prazer.
Ficamos exaustos, abraçados, e dormimos.
Quando acordei de manhã, ele estava me olhando e acariciando minha bunda com desejo, já duro e pronto pra mais uma rodada.
Alexis, você é demais. A história continua.
Um dia ele me fez uma videochamada e mencionou que viria pra minha cidade a trabalho.
Então, aproveitou e me convidou pra sair. Pensei e aceitei. Ele me pediu pra recomendar um lugar pra comer e, no dia combinado, a gente se encontrou num ponto perto do tal lugar.
Durante o trajeto de carro até o restaurante a gente quase não conversou; estávamos nervosos, mas aquela tensão era deliciosa. Aos poucos fomos soltando.Ao entrar no restaurante foi inevitável: várias cabeças se viraram. Eu não estava usando nada de especial, mas estava tão justo que marcava minhas curvas do mesmo jeito, e senti os olhares percorrendo meu corpo. Nenhum dos dois disse nada, mas sorrimos com cumplicidade. Sentamos, pedimos comida e vinho, e a noite ficou mágica. A gente ria como se se conhecesse a vida toda, a conversa fluía sem esforço e a química era palpável.
Quando terminamos de jantar, ele me chamou pra caminhar um pouco e depois tomar um sorvete. Aceitei encantada.
A gente não fazia nada além de rir, zoar, falar de tudo, era muito doce.
Recomendei irmos perto do rio e ele topou. A gente ia rindo, cada vez mais perto, roçando os braços e as mãos. De repente ele parou, me olhou com aquele sorriso safado e perguntou:—Te incomoda se eu segurar sua mão?
Simplesmente entreguei a minha e sorri. Caminhamos de mãos dadas enquanto ele me elogiava:
—Nas fotos você é linda… mas ao vivo não tem explicação. Preciso confessar que fiquei com um pouco de ciúme assim que entramos no restaurante. Todos os homens olhavam pra você. E não os culpo… seus olhos iluminam tudo, seu sorriso, seu corpo… tudo.
—Muito obrigada —respondi, corando—. Mas as garotas também te olhavam, e você sabe disso.Nós dois rimos.
Depois do sorvete, em vez de levá-lo a um hotel, convidei ele pra ir ao meu apartamento. Subimos no elevador e o ar ficou denso, carregado de desejo. A gente se olhava sem dizer nada, mas os olhos diziam tudo.
Assim que entramos, sentamos no sofá. Enquanto pedia sorvete por delivery, notei que ele não conseguia tirar os olhos dos meus peitos.
Isso me deu graça e tesão ao mesmo tempo. Quando o sorvete chegou, resolvi brincar um pouco: lambi o sorvete com movimentos sensuais, olhando nos olhos dele. A tensão sexual ficava cada vez mais evidente.
A noite avançava e ele me pediu pra recomendar um hotel. Pensei por um segundo e falei:—Pode ficar aqui. Tenho um sofá confortável.
Ele me olhou surpreso, mas aceitou. Como ele não tinha nada pra dormir, fui sincera:
—Não tenho roupa de homem, mas se quiser ficar à vontade, tudo bem... eu durmo no meu quarto. O banheiro é ali — apontei pra dentro do meu quarto.
Nos despedimos e cada um foi pro seu canto.
Antes de entrar no meu quarto, vi ele tirando a camisa. Eu, que costumo dormir pelada, naquela noite fiquei só de uma fio dental marrom clarinho.
Me deitei e, depois de um tempo, ouvi ele entrando no banheiro. Quando saiu, não ouvi ele indo pro sofá. Virei a cabeça e lá estava ele, parado na porta, me observando.
—Desculpa... — falou com a voz rouca—. É inevitável. Te ver quase nua, com essa raba bem empinada e pelada... enlouquece qualquer um.
Sorri, mordendo o lábio e disse —Minha cama é mais confortável. Se quiser, pode ficar aqui… mas eu durmo desse lado e você do outro, de costas um pro outro.Me virei e apoiei a cabeça no travesseiro. Senti ele se deitar. Eu estava cansada e o vinho ajudou, então dormi rápido.
Pouco depois acordei com a respiração quente dele na minha nuca, beijando-a, e a mão dele na minha cintura. Fingi que ainda estava dormindo. Devagar, ele desceu a mão e começou a deslizar minha calcinha fio dental pra baixo. Senti o pau dele duro pressionando contra mim e, pra minha surpresa, entrou com facilidade. A gente já estava encharcado.
Uma vez lá dentro, ele ficou parado, curtindo o calor da minha buceta.
Olhei de canto e vi que ele observava com prazer como me tinha penetrada. Não disse nada. Comecei a mexer a cintura, fazendo ele me comer devagar, num ritmo constante. Ele ficou parado, me deixando assumir o controle. Depois me virou de bruços e me penetrou mais fundo, apertando minha bunda com força. Olhei pra ele com puro desejo, pedindo mais.
Ele se aproximou, a gente se beijou com luxúria enquanto ele me comia. Ele apertava meus peitos com paixão, e se movia sem parar.
Depois ela me colocou de quatro, começou suave e depois me puxou pelo cabelo e me comeu com força, seco, fundo. A gente gemia sem controle no silêncio da noite. O corpo dela batia no meu, fazendo barulhos obscenos dos nossos fluidos.
—Que delícia é te ter de quatro, putinha… Eu te adoro —ele grunhiu—. Agora sobe. Monta em mim e espreme toda a porra da minha gozada. Obedeci sem hesitar. Ele se deitou e eu subi, peguei a pica grossa dele e enfiei até o fundo de uma vez só, então meu corpo tremeu ao ser preenchido com a pica dele.
Comecei a cavalgá-lo com força, feito uma boa puta. No começo, eu mexia minha cintura pra frente e pra trás, enquanto ele apertava minhas tetas, era uma delícia.
Minhas tetas grandes subiam e desciam a cada movimento. Ele chupava, mordia e dava tapas nelas enquanto eu o cavalgava sem piedade.
Seus gemidos ficaram mais intensos. Senti o pau dele inchar e pulsar dentro de mim. Por favor, como essas tetonas gostosas quicam, sua puta. Segui me mexendo com força, espremendo cada gota de porra quente com minha buceta apertada.
O pau dele pulsava sem parar, dava pra sentir ele me enchendo por completo, nós dois gritamos de prazer.
Ficamos exaustos, abraçados, e dormimos.
Quando acordei de manhã, ele estava me olhando e acariciando minha bunda com desejo, já duro e pronto pra mais uma rodada.
Alexis, você é demais. A história continua.
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