Nunca pensei que isso fosse acontecer comigo. Eu estava suando por todo o corpo. E acho que até fiquei um pouco pálido. Não parava de pensar no que tinha visto e, por mais que custasse admitir, comecei a imaginar coisas... de repente, o dia passou mais lento do que o normal. Enquanto minha mãe e o Fernando comemoravam cada gol como se eles tivessem marcado... eu via tudo "de fora", como se fosse alheio àquele lar. A aparência de uma pessoa? Já sei o que você vai dizer, que sou virgem e que isso transborda a quilômetros. Pois é, não posso negar essa parte. Conforme os dias passaram, o Fernando parecia bem recuperado, até andava normalmente na maior parte do tempo, embora dissesse que ainda doía um pouco ao correr... ou ao gozar, eu acho, já que ele não tinha saído de casa nesses dias. Minha mãe, cada vez mais animada, falava até com mais desenvoltura do que antes, supostamente para se enturmar com a gente. Claro, os dois não deixavam de fazer o típico cumprimento matinal, se beijando na boca de um jeito cada vez mais barulhento, o que me irritava demais. Dois dias depois, a tortura voltou. Minha mãe cumprimentou o Fernando. Enquanto eu me sentava à mesa da sala de jantar esperando o café da manhã. Minha mãe chegou por trás do Fernando e sussurrou algo no ouvido dele que eu não consegui ouvir direito, e depois deu um beijo na boca dele, seguido de um tapinha carinhoso na bunda. O Fernando, em resposta, ao se dirigir à mesa, carregava um volume marcado que dava para ver a quilômetros. Tomamos café da manhã do jeito mais normal possível naquela situação. Ao terminar, o Fernando se espreguiçou na cadeira e depois pegou no pacote dele e continuou falando de futebol como se nada tivesse acontecido. Minha mãe, por sua vez, tentava acompanhar a conversa, mas não conseguia evitar de olhar para o espetáculo do meu amigo, mordendo os lábios tentando disfarçar. Chegou a hora do tratamento do meu amigo e minha mãe me pediu se eu podia aumentar o volume da TV para ela conseguir ouvir enquanto cuidava do meu amigo... na real, achei que era uma desculpa muito idiota. E eu disse que um amigo ela tinha me convidado pra ver o jogo na casa dela, que se não tinha problema? Minha mãe ficou com os olhos brilhando com o que eu disse. E me falou que claro, que não tinha problema, mas que eu não voltasse muito tarde. Eu fui porque, sinceramente, não aguentava mais o que tava rolando na minha casa e precisava de um respiro. Voltei assim que o jogo terminou. Caminhei e, estranhamente, meu coração batia mais forte a cada passo, imaginando o que podia estar acontecendo na minha casa. Mas aí respirei fundo... talvez não esteja rolando nada de mais... talvez minha mãe só teve uma fase de tesão e pronto, também não é pra se desesperar, suponho que tanto tempo sem parceiro cobrou o preço, mas com sorte acabou. No fim das contas, esses dias tão mais tranquilos que o normal. É, com sorte o pesadelo acabou e a gente pode voltar ao normal.. além disso, o próprio Fernando falou que já tava se sentindo melhor, então logo ele vai sair de casa, felizmente. Cheguei na minha casa e a ilusão se desfez rapidinho. Mal entrei e fechei a porta, ouvi gemidos bem audíveis vindo do quarto do Fernando. Caminhei sem ânimo e com vontade de chorar. Sei que pra muita gente é exagero, mas eu realmente não sabia o que fazer. Ao chegar no quarto, notei que a porta tava entreaberta, acho que pela confiança de que dessa vez não tinha ninguém em casa além dos dois. Olhei tentando não fazer barulho e......o que eu vi me marcaria pra sempre. Minha mãe tava de quatro olhando pra parede, enquanto meu amigo tava atrás dela, segurando a cabeça dela e cravando no colchão da cama enquanto metia cada vez com mais força e dava palmadas cada vez mais altas. Minha mãe soltava gemidos como se tivesse se afogando, quando de repente, o Fernando soltou a cabeça dela e ela conseguiu respirar. Bem naquele momento, o Fernando deu um tapa nela - cê gosta? sua puta de merda, biscate de dez centavos, falava o Fernando enquanto continuava enfiando o pau dentro da minha mãe que tentava dizer algo e o Fernando deu outro tapa. Tapa. Não tem habilidade, hein. Grita, me diz o que você gosta sem falar, seja original, disse ele antes de dar mais uma palmada, dessa vez mais sonora. Minha mãe levou a mão direita para trás e tentou dizer que sim com o dedo indicador, mas Fernando segurou a cabeça dela com força e deu um beijo, enfiando a língua até o fundo da garganta dela, sem parar de girar, já por cima da minha mãe. Ela, ao sentir o peso do meu amigo, tentou se levantar como um recurso, mas meu amigo não deixou. — Nãooo, por aí não, por favor, tá doendo, deixa eu passar lubrificante, assim não, disse minha mãe com uma voz que ia se apagando a cada palavra que terminava. Mas Fernando empurrou mais uma vez, com tanta força que minha mãe soltou um grito que parecia ter rasgado a garganta dela por completo, e Fernando não fez mais nada além de puxar o cabelo dela com força, fazendo a cabeça da minha mãe se erguer do colchão e o grito dela ficar mais nítido. Bem naquele momento, minha mãe tentou bater nele com a mão direita, mas não conseguia esticar o braço o suficiente. Só alcançava a bunda do Fernando, que levou cada golpe como motivação e começou um vai e vem com mais ímpeto, fazendo a cama ranger com tanta força que parecia que ia quebrar a qualquer momento........ parte 6
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