Muito boa, estou de volta com um novo conto. Dessa vez vou contar como fui contratada para um serviço no Hotel Arena. Combinamos de nos encontrar do lado de fora do lugar, assim que ele chegou não hesitou nem um segundo e me deu um tapa forte na bunda. Sujeito: Vejo que era verdade que você tem um rabo enorme. Eu: Óbvio que sim e você vai aproveitar ele agora. Sujeito: Óbvio que sim, você vai ser minha putinha. Entramos no hotel, na recepção uma garota jovem estava atendendo um casal de adultos que pareciam estar bem animados, depois foi a vez de uns jovens que também iam se divertir. Até que finalmente chegou a nossa vez, ele pediu um quarto com cavalete e tudo mais. Queria um com hidromassagem, mas não tinha. Depois que pagou, vi que pediu por 5 horas. Antes de subir, me deu o pagamento por esse tempo, então não perdemos tempo e subimos em busca do nosso quarto, mas ele já estava no controle, então me pediu pra abaixar um pouco minha calça jeans, o suficiente pra aparecer a fio dental, e como tinha outros casais por perto, todos me olharam, alguns só soltaram risadinhas e outros nem olharam muito porque já estavam com suas respectivas parceiras pra transar.
Assim são os corredores do lugar, ele me fez dar a volta toda com as calças pra baixo e eu, como uma boa putinha obediente, obedeci. Ao passar pelos quartos dava pra ouvir que muitos estavam metendo forte, muitos gritos e o som da carne batendo kkk. Agora sim, uma vez no quarto ele me mandou vestir o que estava numa bolsa. Ao olhar, era um cosplay de colegial. Eu vesti com gosto e até me surpreendi que ficou bom em mim. Saí do banheiro e lá estava ele, todo nu e duro. Me aproximei devagar de quatro, rebolando o rabo de um lado pro outro. E começou com uma brincadeira. Ele: Mas se é a minha aluna mais burra. Você não vai passar de ano com essas notas ruins. Aí eu sacou, ele queria um roleplay. Eu: Ah, professor. Por favor, me ajuda. Se eu não passar, não vão me deixar ir na convenção de anime. Ele: Uma garota como você jamais conseguiria, a menos que me ofereça algo em troca. Eu: Olha, professor, sou uma burra e incompetente. Não sirvo pra nada, só pra oferecer meu corpo. Ele se levantou de um pulo que sinceramente me assustou e me segurou pelo pescoço com força. Eu: Professor? Ele: Me fala a verdade. Você é uma puta e quer que eu te coma. Eu: Sim. Eu admito, sou uma puta que quer ser comida pelo senhor. Então ele me levou pro chão, onde tirou o cinto. Eu ia reclamar porque combinamos que na sessão não podia ter pancada, mas na real ele colocou no meu pescoço e gritou: Fica de quatro, puta. Eu obedeci e fiquei de quatro, ele começou a me levar pra passear pelo quarto todo. Às vezes colocava o pé na minha bunda ou na minha cabeça enquanto me dava tapas na bunda. Mas aí aconteceu uma coisa que eu não imaginava que ele ia querer.
Ele abriu a porta e me disse pra ficar 15 segundos ali parada, e se alguém passasse, eu ficasse imóvel. Eu tremia de medo, mas ao mesmo tempo tava gostando. Então eu fiz. Na real, eu tava com medo de sermos pegos pelos funcionários do hotel ou pelos hóspedes, mas por sorte só passou o cara do serviço de quarto e no máximo ele riu, mas nada além disso. Depois entrei no quarto e aí sim começou: ele me colocou na cama de quatro e me comeu o cu com aquela língua dele, me fazia gemer tão alto que ele chegava a esfregar o precum dele nas minhas nádegas. Depois disso, começou a meter o pau dele devagar em mim até conseguir enfiar inteiro, e aí ele se mexia como um louco. Vale ressaltar que o cara era virgem e, ao me ver vestida de mulher, queria que eu ajudasse ele a perder a virgindade e, ao mesmo tempo, realizar as fantasias dele. Em 5 horas, a gente passou por quase 11 posições diferentes e algumas fantasias que ele tinha me pedido antes. No final, a gente tomou banho junto e saímos como se nada tivesse acontecido, descemos e no estacionamento vimos vários desenhos assim:
No final, cada um foi pro seu canto e a gente seguiu em contato. Espero que vocês tenham curtido, vou continuar contando minhas experiências. Se quiserem contratar meus serviços, me chamem no meu privado. Até a próxima
Assim são os corredores do lugar, ele me fez dar a volta toda com as calças pra baixo e eu, como uma boa putinha obediente, obedeci. Ao passar pelos quartos dava pra ouvir que muitos estavam metendo forte, muitos gritos e o som da carne batendo kkk. Agora sim, uma vez no quarto ele me mandou vestir o que estava numa bolsa. Ao olhar, era um cosplay de colegial. Eu vesti com gosto e até me surpreendi que ficou bom em mim. Saí do banheiro e lá estava ele, todo nu e duro. Me aproximei devagar de quatro, rebolando o rabo de um lado pro outro. E começou com uma brincadeira. Ele: Mas se é a minha aluna mais burra. Você não vai passar de ano com essas notas ruins. Aí eu sacou, ele queria um roleplay. Eu: Ah, professor. Por favor, me ajuda. Se eu não passar, não vão me deixar ir na convenção de anime. Ele: Uma garota como você jamais conseguiria, a menos que me ofereça algo em troca. Eu: Olha, professor, sou uma burra e incompetente. Não sirvo pra nada, só pra oferecer meu corpo. Ele se levantou de um pulo que sinceramente me assustou e me segurou pelo pescoço com força. Eu: Professor? Ele: Me fala a verdade. Você é uma puta e quer que eu te coma. Eu: Sim. Eu admito, sou uma puta que quer ser comida pelo senhor. Então ele me levou pro chão, onde tirou o cinto. Eu ia reclamar porque combinamos que na sessão não podia ter pancada, mas na real ele colocou no meu pescoço e gritou: Fica de quatro, puta. Eu obedeci e fiquei de quatro, ele começou a me levar pra passear pelo quarto todo. Às vezes colocava o pé na minha bunda ou na minha cabeça enquanto me dava tapas na bunda. Mas aí aconteceu uma coisa que eu não imaginava que ele ia querer.
Ele abriu a porta e me disse pra ficar 15 segundos ali parada, e se alguém passasse, eu ficasse imóvel. Eu tremia de medo, mas ao mesmo tempo tava gostando. Então eu fiz. Na real, eu tava com medo de sermos pegos pelos funcionários do hotel ou pelos hóspedes, mas por sorte só passou o cara do serviço de quarto e no máximo ele riu, mas nada além disso. Depois entrei no quarto e aí sim começou: ele me colocou na cama de quatro e me comeu o cu com aquela língua dele, me fazia gemer tão alto que ele chegava a esfregar o precum dele nas minhas nádegas. Depois disso, começou a meter o pau dele devagar em mim até conseguir enfiar inteiro, e aí ele se mexia como um louco. Vale ressaltar que o cara era virgem e, ao me ver vestida de mulher, queria que eu ajudasse ele a perder a virgindade e, ao mesmo tempo, realizar as fantasias dele. Em 5 horas, a gente passou por quase 11 posições diferentes e algumas fantasias que ele tinha me pedido antes. No final, a gente tomou banho junto e saímos como se nada tivesse acontecido, descemos e no estacionamento vimos vários desenhos assim:
No final, cada um foi pro seu canto e a gente seguiu em contato. Espero que vocês tenham curtido, vou continuar contando minhas experiências. Se quiserem contratar meus serviços, me chamem no meu privado. Até a próxima
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