Minha segunda vez ao ar livre.

Oi pessoal, obrigado por lerem meus contos, são histórias e anedotas que vivi na minha pouca idade. Se vocês não sabem, sou uma travesti de armário, uma garotinha do México, da Cidade do México pra ser exata. Enfim, dessa vez quero contar a minha segunda vez que transei e foi com meu primo de novo, a segunda e última vez com ele. Bom, vamos começar. Como vocês sabem, da última vez contei como meu primeiro encontro foi com meu primo, como ele tirou minha virgindade. Enfim, nessa época ele tinha 17 anos e eu tinha acabado de fazer 15. Duas semanas depois do nosso encontro íntimo, ele completou 18 anos e organizaram um passeio em família pra confraternizar, e o aniversário foi o pretexto perfeito pra saída. Então, entre minha mãe e meu tio, pai do meu primo, propuseram um passeio pra umas piscinas, um balneário como é conhecido aqui no México, um que ficava no Estado do México, bem bonito e meio grande. A família aceitou e ficou decidido que naquele fim de semana a gente iria. Quem iria seria minha mãe, minha tia que mora com a gente, meu tio e minha tia, pais do meu primo, e meus outros primos, a irmã e a irmãzinha dele, mais um tio jovem solteiro com a namorada da época e, claro, eu. Bom, enfim, chegou a sexta à tarde e a gente se preparou, já que sairíamos no sábado cedo. Arrumei tudo que era meu e já de noite fui me deitar. Tava vendo TV quando chegou uma mensagem do meu primo. Primo: meu amor, como você tá? Eu: kkkkkk bem, já pronta pra amanhã, e você? Primo: bem, aqui pensando em você. Eu: fofoqueiro kkkkkk. Primo: sério, de verdade, e também pensando que você tem que me dar meu presente de aniversário, e como eu conheço esse balneário que a gente vai, tem muita área de mata, a gente pode se perder, o que você acha? Eu: nem fala, claro que não, e se a gente for visto? Primo: não te falei que conheço bem? Vai, e mais, leva algo discreto por baixo da roupa, já sabe, algo de menina. Eu: mmmm, não sei... tá bom, vou levar algo por precaução, mas se for perigoso, você se aguenta. Primo: fechado, mas você vai ver que vai rolar. Descansa, docinho. Eu: descansa, amor. Então, Fui sozinha, na discrição, ao banheiro, revirei o cesto de roupa da minha tia e vi uma calcinha preta de renda transparente e um sutiã pequeno preto também daqueles transparentes. Peguei e joguei na minha mochila. Enfim, amanheceu, fomos numa van turística que meu tio alugou e partimos pro destino. Já chegando, tinha umas 4 piscinas grandes, várias piscinas pequenas e um riozinho, e era bem cheio de mata. Bom, fomos e montamos nosso piquenique embaixo de uma árvore, e o pessoal começou a chegar pra curtir o fim de semana. Fui num vestiário me trocar, então vesti a calcinha e o sutiã, coloquei uma bermuda como a gente conhece e uma camiseta mais grossa pra não aparecer. Bom, passou um tempo e meu primo me chama: "Vem, olha, vamos entrar no rio". A água batia nos meus joelhos, não era funda. Aí ele me diz: "Vem, ó, você trouxe meu presente?" Eu disse: "Sim". "Ok, vamos andar." Fomos pelo rio até chegar num lugar vazio, cheio de mato. Então ele fala: "Aqui tem um lugar mais adiante, mas antes quero ver o que você trouxe." Eu fiquei com cara de "quê? Cê tá louco? Vão nos ver." Ele me deu um beijo e disse: "Anda logo." "Ok, ok", falei. Tirei a bermuda e a camiseta, e ele me olhou: "Uff, mamãe, como você é gostosa." Me deu outro beijo, pegou minhas coisas, me segurou pela mão e começamos a andar pelo rio. Não tinha ninguém. Ele me olhava e dizia: "Você tá linda." E eu: "Obrigada, docinho." Não demorou muito e chegamos numa espécie de caverna, mas não muito funda, coberta de mato. A água ali era mais rasa, batia só nos meus tornozelos. Ele me olhou e disse: "Viu? Falei que conhecia um lugar." Me agarrou nas nádegas com as duas mãos, me puxou pra perto e me beijou bem quente. Eu correspondi, metendo minha língua na boca dele enquanto ele massageava minha bunda. Depois, me ajoelhei, puxei o shorts dele com a cueca junto, e ele já tava bem duro. "Viu como você me deixa, amor?", ele disse. Comecei a masturbar ele com a mão. "Uff, papai, quero de novo na minha boca." Então enfiei na boca e comecei a chupar o pau dele. passei minha língua, enfiei até o fundo da minha garganta, enchi ela toda de saliva, enquanto ele gemia devagar, eu ficava mais excitada, fiquei assim uns 10 minutos. Quando ele me parou, me virou de frente pra parede daquela caverninha, abaixou o short que eu tava usando e me chupou o cu. Passava a língua ao redor do meu ânus, depois enfiava e tirava, enchia de saliva, eu queria segurar meus gemidos mas não conseguia. Depois de um tempinho, falei pra ele: enfia, me penetra como daquela vez na minha casa. Ele se posicionou atrás de mim e empurrou a pica dele dentro de mim, penetrando meu cu, eu gemi, não tinha mais dor, só prazer, e aí ele começou a me comer. Eu me inclinei mais, empinando mais a bunda, ele me comia e dizia: love, que puta você é, aqui nesse lugar eu tô te comendo, como é que é ser comida? Eu entrei em gemidos e falava: papi, me come, meu cu é seu, quero ser sua, me dá uma palmada. E ele me deu uma palmada com a mão molhada, ardeu e estalou forte, me deixou mais excitada e comecei a rebolar a raba. Ele dizia: ufff, você já tá aprendendo, puta, que rabo. Não ligamos que de longe dava pra ouvir risadas de outros visitantes aproveitando o dia deles sem nos ver, sem saber que eu tava sendo comida num lugar escondido. Ele ficava mais tarado com meus rebolados e eu, com uma ereçãozinha, desci a mão pra me masturbar, mas ele tirou na hora e falou: deixa comigo, mami, e me masturbou. Não aguentei muito, quase na hora eu gozei, me acabei manchando a mão do meu primo com meu gozo de mulher. Ele levou a mão até minha boca e falou: lambe, e foi o que fiz, limpei a mão dele do meu esperma com minha língua. Depois ele disse: agora prova o meu, love. Eu falei: sim, papi, o que você quiser. Ele tirou a pica do meu cu, me colocou de joelhos, enfiou a pica na minha boca e começou a me comer pela boquinha. Ele soltou um: aí, que boca gostosa você tem, puta, e gozou, acabou dentro da minha boca. Ufff, senti uma sensação quente do esperma dele pela minha excitação, e foi a primeira vez que provei o gozo de um homem, e engoli tudo, limpei a pica enorme dele com a minha... Lá a gente trocou de roupa na bolsa dela, a calcinha de menininha da minha tia que eu trouxe, e eu, ainda criança, saí. A gente caminhou até nossa família, não aconteceu nada e continuamos o dia normal. Já na tarde, na volta, ele e eu fomos lá pra trás da van turística sozinhos, os bancos eram altos e a gente era o único atrás. Já na volta, todo mundo tava dormindo, menos meu tio, claro, que tava dirigindo. Então meti minha mão dentro da calça dele e comecei a masturbar ele, ele aguentava pra não gemer e eu dava mais uns puxões na pica dele até sentir ela pulsando e ele gozando ao mesmo tempo, ufff. Ele me deu um beijo discreto, dei os últimos puxões naquela piroca dele, tirei minha mão e limpei com minha língua. Depois a gente dormiu. Chegamos de noite em casa, cada um foi pra sua respectiva casa, muito excitada dormi aquela noite. Depois meu primo se afastou muito de mim, não falava mais comigo, se distanciou. No começo eu perguntava o que tava acontecendo, se tinha rolado algo, ele só dizia que tava tudo bem, que nada tinha acontecido, e já se afastou, foi bem seco. Eu falei, ah, não vou ficar implorando, a gente parou de se falar. E 10 meses depois, ele e a família dele se mudaram pra outro estado por causa do trabalho do meu tio. Ele veio se despedir de mim e falou: "não se preocupa, teu segredo continua selado comigo, eu gostei do que a gente viveu junto". Eu falei, ok, boa sorte, te amo. Ele disse "eu também" e se mudou, foi embora. E cada um seguiu sua vida, de vez em quando a gente se vê em reuniões de família quando ele vem de férias, mas nunca mais rolou nada entre ele e eu, e a gente nunca mais foi unido. Bom, muito obrigada por tirarem um tempo e lerem, assim eu me desabafo com meus relatos, contando as coisas que acontecem comigo e que guardo dentro de mim, obrigada... Excelente dia...

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