O segredo da casa 5

Ficamos congelados no sofá por mais alguns segundos. A mão dele na minha perna parecia queimar minha pele e o jeito que ele olhava pra minha boca me deixou sem ar. Eu sabia que se a gente ficasse ali mais um minuto, a bomba ia explodir. Camilo, como se de repente tivesse reagido, engoliu seco, tirou a mão devagar e coçou a nuca visivelmente nervoso. Camilo: —Bom... acho que é melhor a gente ir dormir agora. Eu: —É... você tem razão, já é tarde —falei num sussurro, me levantando do sofá sem tirar os olhos dele. A gente foi pros nossos quartos sem dizer mais nada, mas a tensão ficou pairando no ar. Aquela noite quase não consegui dormir; a sensação da mão quente dele na minha coxa e a vontade de ter ele de novo na minha boca me mantiveram acordada até o amanhecer. Na manhã seguinte, a rotina se quebrou por completo. Meus pais estavam na sala terminando de arrumar umas malas. Mãe: —Crianças, já vamos. Lembrem que surgiu essa viagem de trabalho de última hora e a gente volta em quatro dias. Se comportem, cuidem da casa e fiquem juntos, entenderam? Eu: —Fica tranquila, mãe, vão com cuidado. Camilo: —É, relaxa, aqui a gente se vira. Assim que o baque seco da porta da frente anunciou que estávamos sozinhos e a gente ouviu o motor do carro se afastando, o silêncio na casa ficou pesado, elétrico. Quatro dias inteiros só nós dois. A única barreira que nos segurava tinha sumido por completo. Camilo andou até a cozinha pra servir um copo d'água, mas os passos dele soavam inquietos. Eu o segui devagar e me apoiei no batente da porta. Tava vestindo um short ainda mais curto e uma camiseta solta sem sutiã. Eu: —Bom... eles foram embora. Camilo se virou, tomou um gole d'água e me olhou de cima a baixo. O som do gole descendo pela garganta dele foi a única coisa que se ouviu. A inocência que ele tentava fingir tava caindo aos pedaços. Camilo: —É... foram. Quatro dias só nós dois. Eu: —E... o que a gente vai fazer em quatro dias, Camilo? — perguntei, dando uns passos em sua direção, encurtando a distância até sentir o calor que saía do peito dele. Camilo largou o copo na bancada com um claque brusco que ecoou na cozinha. A respiração dele já estava ofegante. Camilo: — Não me provoca assim, que você não sabe no que tá se metendo. O que você falou ontem à noite... sobre ser virgem... me deixou com a cabeça a mil a noite inteira. Eu: — Não tô te provocando... só tô te falando a verdade. Ninguém nunca me ensinou nada, e eu não quero mais ficar com essa dúvida. Camilo soltou um suspiro pesado, se rendendo. Me pegou pela cintura com as duas mãos e me colou de uma vez no corpo dele. Um mmmh abafado escapou do meu peito quando senti o impacto do abdômen dele contra o meu e, lá embaixo, aquela dureza impressionante marcando através do tecido. Camilo: — Você é minha irmã... isso é uma loucura — murmurou. Eu — é melhor que o primeiro seja você, meu próprio irmão. O rosto dele desceu de uma vez pro meu pescoço. O som da respiração quente dele arranhando minha pele me arrepiou inteira antes de ele me dar um beijo molhado e chupar minha pele, me fazendo soltar um gemido agudo. Eu: — Ninguém vai ficar sabendo... a gente tá sozinho, Camilo. Ele não aguentou mais. Me agarrou pelas coxas com força e me levantou no ar. Soltei um gritinho de surpresa quando ele me sentou no mármore frio da bancada da cozinha. O contraste do frio na minha bunda e o calor dele na frente me enlouqueceu. Minhas pernas se abriram no automático pra envolver a cintura dele.O segredo da casa 5Nós nos beijamos com raiva. O estalo molhado das nossas línguas se chocando abafava o som do meu coração batendo nos meus ouvidos. As mãos dele desceram até minhas nádegas, amassando com força para me colar mais na ereção dele. Pensar que esse é o mesmo homem que eu espiava com a namorada... o mesmo para quem eu implorava em silêncio que me tocasse enquanto o ouvia do outro lado da parede, pensei, sentindo como lá embaixo eu me desmanchava em umidade. Sem quebrar o beijo, desci as mãos até o elástico do short dele e puxei para baixo de uma vez. O pau dele saltou para fora, me dando um leve tapa na barriga. Estava fervendo, cheio de veias, completamente duro. Era a mesma carne que eu tinha provado dias atrás de manhã, mas agora eu a tinha livre, pulsando na minha frente em plena luz do dia.mano
Incesto FamiliarCamilo: —Meu Deus... você tá encharcada — sussurrou ao passar os dedos pelo tecido da minha calcinha, que soltou um roçar molhado. Camilo se acomodou entre minhas pernas abertas, eu com minha mão alinhei a cabeça do pau dele com minha entrada e esfreguei a cabecinha contra minha buceta. Ele me olhou fixo nos olhos, com o peito subindo e descendo bruscamente.incestoCamilo: —Me diz que você quer isso... me diz que quer que eu seja o primeiro. Eu: —Faz logo, Camilo... seu, enfia tudo em mim. Ele empurrou devagar. Um estalo úmido acompanhou a pressão inicial. Vai ser ele, meu irmão, quem vai tirar tudo de mim, passou pela minha cabeça bem quando senti uma fisgada de dor que me arrancou um gemido abafado. Mas o incômodo durou um segundo; imediatamente, a grossura dele abriu espaço lá dentro e uma onda de prazer denso me queimou por dentro ao sentir ele me penetrar por completo até o fundo. Me agarrei nos ombros nus dele, cravando as unhas. Ele congelou por um instante, soltando um aaaah grave e rouco direto no meu ouvido, maravilhado com o quanto eu estava apertada e quente. Camilo: —Você tá apertadíssima... Deus, que delícia. Ele começou a se mover. O som da pele dele batendo na minha — um ploc, ploc constante e rítmico — começou a encher a cozinha junto com nossos gemidos. É real, ele tá dentro de mim, tá me preenchendo por completo, eu repetia na mente, fechando os olhos pra me concentrar no jeito que o pau dele me esticava por dentro a cada estocada.irmaAcelerou o ritmo. Suas estocadas ficaram mais profundas e firmes. Cada vez que seus quadris batiam contra os meus, um gemido involuntário escapava da minha garganta. A barra de metal rangia levemente sob nós com a força do movimento. Ele me segurou pela nuca para me beijar de novo, engolindo meus gemidos enquanto me comia sem piedade.O segredo da casa 5A sensação de preenchimento era tão intensa que senti um puxão violento no ventre. Meu corpo se tensionou por completo, minhas paredes vaginais o abraçaram com força involuntária e soltei um grito abafado contra o pescoço dele ao chegar ao clímax. Sentir meu espasmo foi o que o acabou: Camilo afundou o quadril ao máximo, soltou um grunhido gutural e senti as pulsações do pau dele expulsando jorros de calor profundo dentro de mim. Ficamos imóveis por longos segundos. A única coisa que se ouvia na casa era nossa respiração ofegante e o gotejar lento da torneira da cozinha. Ele mantinha a testa apoiada no meu ombro, com o corpo ainda grudado no meu. Devagar, Camilo levantou a cabeça e me olhou nos olhos, roçando o polegar na minha bochecha corada enquanto se ouvia o som molhado do membro dele deslizando um pouco para fora. Camilo: —Agora sim não tem volta... e é só o primeiro dia de quatro.

1 comentários - O segredo da casa 5