“Alli... Alli... preciso te comer agora mesmo, garota” me disse seu Pepe separando por um momento sua boca faminta dos meus peitos duros, que ele chupava e mordia como um louco, passando de um para o outro. “Ughh... seu Pepe, não... não... não me peça isso, por favor” eu disse entre gemidos. Eu morria de vontade de sentir aquela pica comprida entrando em mim, mas as poucas neurônios que ainda funcionavam me diziam que eu devia pará-lo e que aquele não era o trato, além de que eu não tinha camisinha. “Por que não? Você quer tanto quanto eu, mocinha. Olha, você tá toda melada e dá pra ver que tá super excitada” ele disse passando a mão na minha buceta e lambuzando ela de sucos pra depois me mostrar. “Não faça isso, seu Pepe... sério, não, não era parte do trato” eu continuei negando, mas sentindo cada vez mais minhas forças indo embora. Fazia tanto tempo que eu não transava que o velho tinha me deixado toda acesa com só alguns minutos de apalpada e de ver aquela pica enorme dele. “Me deixa te comer e eu te perdôo o aluguel inteiro, mocinha. Vamos, garota. Você quer e precisa tanto quanto eu, é só dizer sim” respondeu meu senhorio, me surpreendendo. E quando ele disse que eu também precisava, não soube se ele tava falando do pagamento do aluguel ou de me comer, mas ele tava certo nas duas coisas. O velho safado sabia que eu não tinha dinheiro e a opção de deixar ele me comer em troca de perdoar o aluguel era muito tentadora. E caralho, como eu precisava! Mas eu não podia me permitir cair tão baixo. Era uma jogada vil do velho e me negar a isso era continuar presa no problema que tinha me trazido até essa situação. “Seu Pepe... por favor. Não me peça isso... não. A gente combinou que era só tomar banho e pronto, e mesmo assim eu tô deixando você me apalpar” eu respondi, gemendo mais alto e sentindo ele continuar chupando meus peitos e enfiando os dedos nos pelos grudados da minha buceta. “Vamos, garota, você precisa e sabe disso. E também precisa de pica. Me deixa te comer e você não paga esse mês de aluguel, garota!” repetiu seu Pepe de novo enquanto brigava comigo, me pegando pela cintura e tentando virar meu corpo para dar as costas a ele. Ele queria me comer por trás.
“Mas eu não sou puta, não sou puta!” continuei insistindo em negar transar. Não me faço de sonsa. Eu sabia bem que tínhamos chegado até aquele ponto porque eu tinha permitido. Mas uma coisa era tomar banho juntos, outra coisa era transar por um benefício financeiro. Praticamente aquilo já seria me prostituir. Finalmente cedi, e afrouxando meu corpo deixei que o velho me virasse de costas para ele, que sem perder tempo pôs a mão nas minhas costas e fez pressão para eu abaixar o corpo e ficar de quatro na frente dele. Apoiei as duas mãos na parede para me segurar enquanto sentia o seu Pepe passando as mãos nas minhas nádegas. Ele as abria e fechava como se quisesse ver meu cu, para depois sentir a cabeça do pau dele cutucando a entrada da minha bucetinha encharcada.
Não sou puta, seu Pepe. Não sou putaaaaa!" eu continuava com minha ladainha que logo foi interrompida quando seu Pepe avançou contra mim, me dando a primeira estocada que senti chegar até o útero. Por sorte consegui me apoiar com as mãos, senão teria batido de cara na parede de tão forte que ele me penetrou. Soltei um grito junto com um gemido bem alto, era bem grossa e comprida, mmmm.
Aggghhhh cabrão! Não me mete tão... fundooo!! não consegui evitar soltar um grito. O filho da puta do velho tinha enfiado tudo de uma vez só e foi como se tivessem metido um taco de beisebol em mim, de tão grossa e comprida que era. "Deus, como você é apertadinha, minha menina! Você não sabe quantas vezes imaginei te ter assim, meu amor" meu senhorio me dizia enquanto começava um vai e vem furioso.
“Ugggmm... seu Pepe, seu Pepe... mas eu não sou uma puta, não sou uma vagabunda!” eu repetia entre gemidos, mais para mim mesma do que para ele. Tentava me convencer de que não estava me prostituindo. Mas a minha puta tinha razão, eu era uma puta vendendo o corpo por dinheiro. “Ai, mocinha, eu sei que você não é... mas você é tão gostosa que eu te pagaria todo mês pra te comer assim, do jeito que estou te comendo agora” dizia seu Pepe entre ofegadas. Ele estava me metendo tão forte e tão rápido que cheguei a temer que ele tivesse um infarto.
“Ahh, ahh... espera, espera... sim, sim... devagar. Continua, continua... mas mais devagar... por favor” eu disse pro meu locador, já me sentindo um pouco melhor com o vai e vem.
Você gosta, mocinha? Gosta do jeito que eu te como?" me perguntava seu Pepe sem parar de me penetrar com o pau dele. "Sim... sim... mas vai com calma, por favor. Tá me machucando... um pouco" ele continuava me dando estocadas direto no útero a cada metida, mas a fricção que ele fazia nas paredes da minha buceta com o vai e vem me deixava toda melada. Comecei a sentir minhas pernas tremendo, anunciando um orgasmo chegando. Seu Pepe molhou os dedos no meu mel e voltou a enfiar o dedo no meu cu. Tentei impedir com uma das mãos, mas desisti e apoiei de novo na parede pra me segurar a cada empurrão que ele me dava. Tava me comendo gostoso o velho, não dava pra negar, mas cada investida com o pau dele me fazia ver estrelas.
“Pelo cu não, seu Pepê. Por favor... tira o dedo... ahhh!” mal terminei de falar quando ele enfiou outro dedo no meu cu enquanto com a outra mão soltava minha cintura de vez em quando pra me dar palmadas. Aquele segundo dedo foi como se tivessem acendido um interruptor dentro de mim que ligou meu primeiro orgasmo. “Ahhhhhh... seu Pepêêê! Meu Deusss... aahhh!!” só consegui falar enquanto sentia minhas pernas fraquejarem e comecei a soltar líquidos da minha buceta que continuava ocupada pela pica do meu caseiro. Só porque ele me segurava pela cintura com uma das mãos, senão eu teria desabado ali mesmo no chão do chuveiro.
Minha menina... que gostoso você aperta, bebê! Goza assim, mocinha, enche meu pau de suco" dizia seu Zé sem parar de me furar com o pau e tentando enfiar um terceiro dedo no meu cu. Eu teria parado ele se tivesse forças pra isso. "Ahhh, seu Zé... espera. Dói" falei gemendo como uma putinha e sentindo meu pau começar a provocar um segundo orgasmo. Pensei que o velho não aguentaria a foda e era eu que estava ali dando a bunda, literalmente. "Quero te comer todo mês, mocinha. Deixa eu te comer todo mês e te perdôo o aluguel, bebê. Deixa eu te comer em todos os seus buracos e você não precisa mais se preocupar em pagar" ouvia seu Zé dizer enquanto enfiava os dedos no meu cu, me causando pontadas de dor, mas combinadas com a foda que ele me submetia, não me dava trégua. "Ahhh seu Zé... mas eu não sou puta. Ahhh, ahh, não para... não para! Aaahhh!! Assim, assim!! Aaaah!! Meu Deeeus!!! Aaahh! Assim, assim! Continua... continua!" falava eu entre gemidos, tentando me segurar na parede até com as unhas, sentindo meu segundo orgasmo chegando. "Minha rainha, tá vazando toda a crema" quase ouvi seu Zé dizer, e aí imaginei que meu corpo começava a soltar minha creminha vaginal. "Já, seu Zé, já... para um pouquinho. Tô me sentindo toda mole" falei pro meu senhorio e, sinceramente, sentia minhas pernas de fio. Já fazia uns meses sem transar e esses 2 orgasmos seguidos me deixaram toda bamba, sem forças, com as pernas tremendo pra caralho e bem abertas enquanto minha voz saía entrecortada. "Não... não, espera. Já tô quase terminando, mocinha" disse seu Zé agarrando minha bunda com as duas mãos e intensificando as investidas contra minha buceta machucada. Já ardia de tanta porra de esfregada que o velho tava me dando, e ele abria minha bunda pra chegar mais fundo e ver como minha vagina engolia aquele pauzão dele.
Não, não, não... para, para! Não vai gozar dentro, por favor! Não tô tomando pílula nem nada, espera aí!" falei sentindo ele acelerar as metidas com toda a intenção de se esvaziar dentro de mim. A real é que eu não tomava nenhum anticoncepcional e com a pica comprida que ele tinha, com certeza ia depositar o esperma dele bem no meu útero. "Não se apressa, mocinha... pfft... eu compro a pílula pra você. Além do mais, seria uma delícia te engravidar, adoraria te emprenhar e te fazer minha mulher, você é bem gostosa e muito bonita" falou seu Pepe já bem ofegante e sem fôlego, sinal de que ou ele ia soltar o esperma dentro de mim ou ia ter um infarto. Ou eu saía grávida ou terminava com meu inquilino morto na minha banheira. Nenhuma das duas opções me agradava kkkk. "Ahhhh... ahh! Toma! Toma meu leite, vagabunda, tomaaa!" gritou seu Pepe enquanto eu sentia um, dois e três jatos de esperma quente inundando minha boceta enquanto ele empurrava o pau até o fundo e com as mãos apertava com força minhas nádegas enquanto as abria.
“Não... não, não! Aí dentro nãooo...!” comecei a dizer, mas meu grito foi abafado por um terceiro e último orgasmo provocado pelo rio de porra que o velho deixou dentro de mim. Eu tinha que tomar aquela pílula porque não estava nos meus planos sair prenha de um velho de 60 anos. Seu Zé permaneceu colado em mim com o pau dentro de mim, tentando me deixar até a última gota enquanto eu só me segurava na parede. Senti o pau dele perder a dureza e depois sair da minha buceta arrastando um rio de sêmen que escorria pelas minhas pernas. Vi ele se encostar na parede do banheiro tentando recuperar o fôlego. Eu também imitei os movimentos dele, me sentindo exausta com aquela foda tremenda que acabavam de me dar. Ficamos um tempo em silêncio, só nos olhando e lutando para respirar. “O senhor vai me comprar a pílula? Não quero surpresa, seu Zé”, falei enquanto me agachava de cócoras com as pernas abertas e comecei a fazer força tentando expelir o sêmen que tinha dentro de mim. Com as mãos, peguei água do chuveiro e comecei a lavar minha buceta para tirar a porra dele, que era bastante, e depois fiz xixi no próprio chuveiro para evacuar o máximo que pudesse. “Não se preocupa, mocinha. Com isso o risco de você sair prenha é menor, e se não der, eu te sustento e te como todo dia. Mas, pra ser sincero, eu queria que acontecesse, que você fosse minha mulher e me desse um filho. E você?”, disse meu locador, já mais recuperado da falta de ar. “Não, claro que não quero que isso aconteça. Não consigo me sustentar sozinha, imagina sustentar um pivete”, falei, mas sorrindo para ele não pensar que eu estava brava. Seu Zé não perdia detalhe de tudo o que eu fazia. Já não havia mais pudor nem vergonha da minha parte. Afinal, eu tinha acabado de transar com meu locador. Que diferença fazia se ele me visse urinando na frente dele? Quando terminei de soltar meu xixi, coloquei as mãos em concha para pegar mais água que ainda caía do chuveiro e depois lavei minha buceta com ela. Não queria deixar nem uma gota dentro de mim. do semen do meu velho transante. Quando terminei de me lavar, me levantei em silêncio e, de novo, sem nenhum pudor, fui nua para a sala e me deitei no sofá com as pernas abertas, ainda molhada do chuveiro. Sentia uma ardência forte na minha buceta, resultado da tremenda surra de transa que acabavam de me dar, e dor nas minhas nádegas por causa das palmadas que ele vinha me dando. Tinha as marcas das mãos dele nas minhas nádegas, por causa da sensibilidade da minha pele, e também na minha cintura as marcas da pressão que ele fazia quando me segurava por ali. Um tempo depois, o seu Zé saiu já vestido. Começou a dizer alguma coisa, mas levantei a mão sinalizando que não queria falar por enquanto. Ele só disse que depois me ligava e saiu do meu apartamento, me deixando sozinha, ao mesmo tempo em que deixava minha cachorra entrar. Mal tinha entrado minha cachorra quando ela pulou na minha entreperna, guiada pelo meu cheiro, suponho, e começou a lamber meu buraquinho dolorido. A língua áspera dela era como um bálsamo para a minha dor. Eu tinha acabado de transar com um velho em troca de não pagar o aluguel, que diferença fazia uma maldita cachorra lamber minha buceta? No fim, era gostoso e aliviava a ardência de ter sido comida brutalmente. "Sabe de uma coisa, cachorra? Acho que você tinha razão. Eu sou uma puta. E, por mais que você não acredite, não tenho orgulho disso", falei pra minha mascote e depois fiquei em silêncio, mergulhada nos meus pensamentos, enquanto ela chupava minha buceta. Eu tinha gostado de transar com o velho, me arrependi naquele dia de não ter deixado ele penetrar meu cu, mas claro que eu daria pra ele.
“Mas eu não sou puta, não sou puta!” continuei insistindo em negar transar. Não me faço de sonsa. Eu sabia bem que tínhamos chegado até aquele ponto porque eu tinha permitido. Mas uma coisa era tomar banho juntos, outra coisa era transar por um benefício financeiro. Praticamente aquilo já seria me prostituir. Finalmente cedi, e afrouxando meu corpo deixei que o velho me virasse de costas para ele, que sem perder tempo pôs a mão nas minhas costas e fez pressão para eu abaixar o corpo e ficar de quatro na frente dele. Apoiei as duas mãos na parede para me segurar enquanto sentia o seu Pepe passando as mãos nas minhas nádegas. Ele as abria e fechava como se quisesse ver meu cu, para depois sentir a cabeça do pau dele cutucando a entrada da minha bucetinha encharcada.
Não sou puta, seu Pepe. Não sou putaaaaa!" eu continuava com minha ladainha que logo foi interrompida quando seu Pepe avançou contra mim, me dando a primeira estocada que senti chegar até o útero. Por sorte consegui me apoiar com as mãos, senão teria batido de cara na parede de tão forte que ele me penetrou. Soltei um grito junto com um gemido bem alto, era bem grossa e comprida, mmmm.
Aggghhhh cabrão! Não me mete tão... fundooo!! não consegui evitar soltar um grito. O filho da puta do velho tinha enfiado tudo de uma vez só e foi como se tivessem metido um taco de beisebol em mim, de tão grossa e comprida que era. "Deus, como você é apertadinha, minha menina! Você não sabe quantas vezes imaginei te ter assim, meu amor" meu senhorio me dizia enquanto começava um vai e vem furioso.
“Ugggmm... seu Pepe, seu Pepe... mas eu não sou uma puta, não sou uma vagabunda!” eu repetia entre gemidos, mais para mim mesma do que para ele. Tentava me convencer de que não estava me prostituindo. Mas a minha puta tinha razão, eu era uma puta vendendo o corpo por dinheiro. “Ai, mocinha, eu sei que você não é... mas você é tão gostosa que eu te pagaria todo mês pra te comer assim, do jeito que estou te comendo agora” dizia seu Pepe entre ofegadas. Ele estava me metendo tão forte e tão rápido que cheguei a temer que ele tivesse um infarto.
“Ahh, ahh... espera, espera... sim, sim... devagar. Continua, continua... mas mais devagar... por favor” eu disse pro meu locador, já me sentindo um pouco melhor com o vai e vem.
Você gosta, mocinha? Gosta do jeito que eu te como?" me perguntava seu Pepe sem parar de me penetrar com o pau dele. "Sim... sim... mas vai com calma, por favor. Tá me machucando... um pouco" ele continuava me dando estocadas direto no útero a cada metida, mas a fricção que ele fazia nas paredes da minha buceta com o vai e vem me deixava toda melada. Comecei a sentir minhas pernas tremendo, anunciando um orgasmo chegando. Seu Pepe molhou os dedos no meu mel e voltou a enfiar o dedo no meu cu. Tentei impedir com uma das mãos, mas desisti e apoiei de novo na parede pra me segurar a cada empurrão que ele me dava. Tava me comendo gostoso o velho, não dava pra negar, mas cada investida com o pau dele me fazia ver estrelas.
“Pelo cu não, seu Pepê. Por favor... tira o dedo... ahhh!” mal terminei de falar quando ele enfiou outro dedo no meu cu enquanto com a outra mão soltava minha cintura de vez em quando pra me dar palmadas. Aquele segundo dedo foi como se tivessem acendido um interruptor dentro de mim que ligou meu primeiro orgasmo. “Ahhhhhh... seu Pepêêê! Meu Deusss... aahhh!!” só consegui falar enquanto sentia minhas pernas fraquejarem e comecei a soltar líquidos da minha buceta que continuava ocupada pela pica do meu caseiro. Só porque ele me segurava pela cintura com uma das mãos, senão eu teria desabado ali mesmo no chão do chuveiro.
Minha menina... que gostoso você aperta, bebê! Goza assim, mocinha, enche meu pau de suco" dizia seu Zé sem parar de me furar com o pau e tentando enfiar um terceiro dedo no meu cu. Eu teria parado ele se tivesse forças pra isso. "Ahhh, seu Zé... espera. Dói" falei gemendo como uma putinha e sentindo meu pau começar a provocar um segundo orgasmo. Pensei que o velho não aguentaria a foda e era eu que estava ali dando a bunda, literalmente. "Quero te comer todo mês, mocinha. Deixa eu te comer todo mês e te perdôo o aluguel, bebê. Deixa eu te comer em todos os seus buracos e você não precisa mais se preocupar em pagar" ouvia seu Zé dizer enquanto enfiava os dedos no meu cu, me causando pontadas de dor, mas combinadas com a foda que ele me submetia, não me dava trégua. "Ahhh seu Zé... mas eu não sou puta. Ahhh, ahh, não para... não para! Aaahhh!! Assim, assim!! Aaaah!! Meu Deeeus!!! Aaahh! Assim, assim! Continua... continua!" falava eu entre gemidos, tentando me segurar na parede até com as unhas, sentindo meu segundo orgasmo chegando. "Minha rainha, tá vazando toda a crema" quase ouvi seu Zé dizer, e aí imaginei que meu corpo começava a soltar minha creminha vaginal. "Já, seu Zé, já... para um pouquinho. Tô me sentindo toda mole" falei pro meu senhorio e, sinceramente, sentia minhas pernas de fio. Já fazia uns meses sem transar e esses 2 orgasmos seguidos me deixaram toda bamba, sem forças, com as pernas tremendo pra caralho e bem abertas enquanto minha voz saía entrecortada. "Não... não, espera. Já tô quase terminando, mocinha" disse seu Zé agarrando minha bunda com as duas mãos e intensificando as investidas contra minha buceta machucada. Já ardia de tanta porra de esfregada que o velho tava me dando, e ele abria minha bunda pra chegar mais fundo e ver como minha vagina engolia aquele pauzão dele.
Não, não, não... para, para! Não vai gozar dentro, por favor! Não tô tomando pílula nem nada, espera aí!" falei sentindo ele acelerar as metidas com toda a intenção de se esvaziar dentro de mim. A real é que eu não tomava nenhum anticoncepcional e com a pica comprida que ele tinha, com certeza ia depositar o esperma dele bem no meu útero. "Não se apressa, mocinha... pfft... eu compro a pílula pra você. Além do mais, seria uma delícia te engravidar, adoraria te emprenhar e te fazer minha mulher, você é bem gostosa e muito bonita" falou seu Pepe já bem ofegante e sem fôlego, sinal de que ou ele ia soltar o esperma dentro de mim ou ia ter um infarto. Ou eu saía grávida ou terminava com meu inquilino morto na minha banheira. Nenhuma das duas opções me agradava kkkk. "Ahhhh... ahh! Toma! Toma meu leite, vagabunda, tomaaa!" gritou seu Pepe enquanto eu sentia um, dois e três jatos de esperma quente inundando minha boceta enquanto ele empurrava o pau até o fundo e com as mãos apertava com força minhas nádegas enquanto as abria.
“Não... não, não! Aí dentro nãooo...!” comecei a dizer, mas meu grito foi abafado por um terceiro e último orgasmo provocado pelo rio de porra que o velho deixou dentro de mim. Eu tinha que tomar aquela pílula porque não estava nos meus planos sair prenha de um velho de 60 anos. Seu Zé permaneceu colado em mim com o pau dentro de mim, tentando me deixar até a última gota enquanto eu só me segurava na parede. Senti o pau dele perder a dureza e depois sair da minha buceta arrastando um rio de sêmen que escorria pelas minhas pernas. Vi ele se encostar na parede do banheiro tentando recuperar o fôlego. Eu também imitei os movimentos dele, me sentindo exausta com aquela foda tremenda que acabavam de me dar. Ficamos um tempo em silêncio, só nos olhando e lutando para respirar. “O senhor vai me comprar a pílula? Não quero surpresa, seu Zé”, falei enquanto me agachava de cócoras com as pernas abertas e comecei a fazer força tentando expelir o sêmen que tinha dentro de mim. Com as mãos, peguei água do chuveiro e comecei a lavar minha buceta para tirar a porra dele, que era bastante, e depois fiz xixi no próprio chuveiro para evacuar o máximo que pudesse. “Não se preocupa, mocinha. Com isso o risco de você sair prenha é menor, e se não der, eu te sustento e te como todo dia. Mas, pra ser sincero, eu queria que acontecesse, que você fosse minha mulher e me desse um filho. E você?”, disse meu locador, já mais recuperado da falta de ar. “Não, claro que não quero que isso aconteça. Não consigo me sustentar sozinha, imagina sustentar um pivete”, falei, mas sorrindo para ele não pensar que eu estava brava. Seu Zé não perdia detalhe de tudo o que eu fazia. Já não havia mais pudor nem vergonha da minha parte. Afinal, eu tinha acabado de transar com meu locador. Que diferença fazia se ele me visse urinando na frente dele? Quando terminei de soltar meu xixi, coloquei as mãos em concha para pegar mais água que ainda caía do chuveiro e depois lavei minha buceta com ela. Não queria deixar nem uma gota dentro de mim. do semen do meu velho transante. Quando terminei de me lavar, me levantei em silêncio e, de novo, sem nenhum pudor, fui nua para a sala e me deitei no sofá com as pernas abertas, ainda molhada do chuveiro. Sentia uma ardência forte na minha buceta, resultado da tremenda surra de transa que acabavam de me dar, e dor nas minhas nádegas por causa das palmadas que ele vinha me dando. Tinha as marcas das mãos dele nas minhas nádegas, por causa da sensibilidade da minha pele, e também na minha cintura as marcas da pressão que ele fazia quando me segurava por ali. Um tempo depois, o seu Zé saiu já vestido. Começou a dizer alguma coisa, mas levantei a mão sinalizando que não queria falar por enquanto. Ele só disse que depois me ligava e saiu do meu apartamento, me deixando sozinha, ao mesmo tempo em que deixava minha cachorra entrar. Mal tinha entrado minha cachorra quando ela pulou na minha entreperna, guiada pelo meu cheiro, suponho, e começou a lamber meu buraquinho dolorido. A língua áspera dela era como um bálsamo para a minha dor. Eu tinha acabado de transar com um velho em troca de não pagar o aluguel, que diferença fazia uma maldita cachorra lamber minha buceta? No fim, era gostoso e aliviava a ardência de ter sido comida brutalmente. "Sabe de uma coisa, cachorra? Acho que você tinha razão. Eu sou uma puta. E, por mais que você não acredite, não tenho orgulho disso", falei pra minha mascote e depois fiquei em silêncio, mergulhada nos meus pensamentos, enquanto ela chupava minha buceta. Eu tinha gostado de transar com o velho, me arrependi naquele dia de não ter deixado ele penetrar meu cu, mas claro que eu daria pra ele.
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