Me fodem o rabo por minhas dívidas 3

“Alli... Alli... preciso te comer agora mesmo, garota” me disse seu Pepe separando por um momento sua boca faminta dos meus bicos duros, que ele chupava e mordia como um louco, passando de um para o outro. “Ughh... seu Pepe, não... não... não me peça isso, por favor” eu disse entre gemidos. Eu morria de vontade de sentir aquela pica comprida entrando em mim, mas as poucas neurônios que ainda funcionavam me diziam que eu devia pará-lo e que aquele não era o trato, além de que eu não tinha camisinha. “Por que não? Você quer tanto quanto eu, mocinha. Olha, você tá toda melada e dá pra ver que tá super excitada” ele disse passando a mão na minha buceta e lambuzando ela de sucos pra depois me mostrar. “Não faça isso, seu Pepe... sério, não, não era parte do trato” eu continuava negando, mas sentindo cada vez mais as forças me abandonando. Fazia tanto tempo que eu não transava que o velho tinha me acendido com só alguns minutos de apalpada e de ver aquela pica enorme dele. “Me deixa te comer e eu te perdôo o aluguel inteiro, mocinha. Vamos, garota. Você quer e precisa tanto quanto eu, só tem que dizer sim” respondeu meu senhorio, me surpreendendo. E quando ele disse que eu também precisava, não soube se ele tava falando do pagamento do aluguel ou de me comer, mas ele tava certo nas duas coisas. O velho safado sabia que eu não tinha dinheiro e a opção de deixar ele me comer em troca de perdoar o aluguel era muito tentadora. E caralho, como eu precisava! Mas eu não podia me permitir cair tão baixo. Era uma jogada vil do velho e me negar a isso era continuar presa no problema que tinha me trazido até essa situação. “Seu Pepe... por favor. Não me peça isso... não. A gente combinou que era só tomar banho e pronto, e mesmo assim eu tô deixando você me apalpar” respondi gemendo mais forte e sentindo ele continuar chupando meus peitos e enfiando os dedos entre os pelos melados da minha buceta. “Vamos, garota, você precisa e sabe disso. E também precisa de pica. Me deixa te comer e você não paga esse mês de aluguel, garota!” repetiu seu Pepe de novo enquanto brigava comigo, me pegando pela cintura e tentando virar meu corpo para dar as costas. Ele queria me comer por trás.Me fodem o rabo por minhas dívidas 3Mas eu não sou puta, não sou puta!" continuei insistindo em negar transar. Não me faço de sonsa. Eu sabia muito bem que tínhamos chegado até aquele ponto porque eu tinha permitido. Mas uma coisa era tomar banho juntos, outra era transar por um benefício financeiro. Praticamente aquilo já seria me prostituir. Finalmente cedi e, afrouxando meu corpo, deixei que o velho me virasse de costas para ele, que sem perder tempo colocou a mão nas minhas costas e fez pressão para eu abaixar o corpo e ficar de quatro na frente dele. Apoiei as duas mãos na parede para me segurar enquanto sentia o seu Pepe passando as mãos nas minhas nádegas. Ele as abria e fechava como se quisesse ver meu cu, para depois sentir a cabeça do pau dele cutucando a entrada da minha bucetinha encharcada.vadiaNão sou puta, seu Pepe. Não sou putaaaaa!" eu continuava com a minha ladainha que logo foi interrompida quando seu Pepe avançou contra mim, me dando a primeira estocada que senti chegar até o útero. Por sorte consegui me apoiar com as mãos, senão teria batido de cara na parede de tão forte que ele me penetrou. Soltei um grito junto com um gemido bem alto, era bem grossa e comprida mmmm.caseiro“Aggghhhh cabrão! Não me mete tão... fundoo!! não consegui segurar um grito. O velho filho da puta tinha enfiado tudo de uma vez só e foi como se tivessem metido um taco de beisebol em mim, de tão grossa e comprida que era. “Deus, como você é apertadinha, minha menina! Você não sabe quantas vezes imaginei te ter assim, meu amor” meu senhorio me dizia enquanto começava uma metida e tirada furiosa.gostosa“Ugggmm... seu Pepe, seu Pepe... mas eu não sou uma puta, não sou uma vagabunda!” eu repetia entre gemidos, mais para mim mesma do que para ele. Tentava me convencer de que não estava me prostituindo. Mas a minha buceta tinha razão, eu era uma puta vendendo o corpo por dinheiro. “Ai, minha filha, eu sei que você não é... mas você é tão gostosa que eu te pagaria todo mês pra te comer assim, igual agora” dizia seu Pepe entre ofegos. Ele estava me comendo tão forte e tão rápido que cheguei a temer que ele fosse ter um infarto.Buceta linda“Ahh, ahh... espera, espera... isso, isso... devagar. Continua, continua... mas mais devagar... por favor” eu disse pro meu locador, já me sentindo um pouco melhor com o vai e vem.muito gostosaVocê gosta, mocinha? Gosta do jeito que eu meto em você?" me perguntava seu Pepe sem parar de me penetrar com o pau dele. "Sim... sim... mas vai devagar, por favor. Tá me machucando... um pouco" ele continuava me dando estocadas direto no útero com cada vara, mas a fricção que fazia nas paredes da minha buceta com o vai e vem me deixava escorrendo de tesão. Comecei a sentir minhas pernas tremendo, anunciando um orgasmo próximo. Seu Pepe molhou os dedos nos meus fluidos vaginais e enfiou o dedo no meu cu de novo. Tentei impedir com uma das mãos, mas desisti e voltei a apoiá-la na parede para me segurar a cada empurrão que ele me dava. O velho tava me comendo gostoso, não dava pra negar, mas cada investida que ele dava com o pau dele me fazia ver estrelas.Me fodem o rabo por minhas dívidas 3“Pelo cu não, seu Pepe. Por favor... tira esse dedo... ahhh!” mal terminei de falar quando ele enfiou outro dedo no meu cu enquanto com a outra mão, de vez em quando, soltava minha cintura pra me dar palmadas. Aquele segundo dedo foi como se tivessem ligado um interruptor dentro de mim que acendeu meu primeiro orgasmo. “Ahhhhhh... seu Pepeee! Meu Deus... aahhh!!” só consegui falar enquanto sentia minhas pernas fraquejarem e comecei a soltar líquidos da minha buceta que continuava ocupada pela pica do meu caseiro. Só porque ele me mantinha presa pela cintura com uma das mãos, senão eu teria desabado ali mesmo no chão do chuveiro.vadia
caseiroMinha menina... que gostoso você aperta, bebê! Goza assim, mocinha, enche meu pau de sucos" me dizia seu Zé sem parar de furar com o pau e tentando enfiar um terceiro dedo no meu cu. Eu teria parado ele se tivesse forças pra isso. "Ahhh, seu Zé... espera. Dói" falei gemendo como uma puta vulgar e sentindo o pau dele começando a provocar um segundo orgasmo. Pensei que o velho não aguentaria a foda e era eu que estava ali dando a bunda, literalmente. "Quero te comer todo mês, mocinha. Deixa eu te comer todo mês e te perdôo o aluguel, bebê. Deixa eu te comer em todos os seus buracos e você não precisa mais se preocupar em pagar" eu ouvia seu Zé dizer enquanto mexia os dedos no meu cu, me causando pontadas de dor, mas combinadas com a foda que ele me submetia, não me dava trégua. "Ahhh seu Zé... mas eu não sou puta. Ahhh, ahh, não para... não para! Aaahhh!! Assim, assim!! Aaaah!! Meu Deeeus!!! Aaahh! Assim, assim! Continua... continua!" eu falava entre gemidos, tentando me segurar na parede até com as unhas, sentindo meu segundo orgasmo chegando. "Minha rainha, tá escorrendo toda a crema" eu meio que ouvi seu Zé dizer, e aí imaginei que meu corpo começava a segregar minha creminha vaginal. "Já, seu Zé, já... para um pouquinho. Tô me sentindo bem mole" falei pro meu senhorio e, sinceramente, sentia minhas pernas de fio. Já fazia uns meses sem transar e esses 2 orgasmos seguidos tinham me deixado toda bamba, sem forças, com as pernas tremendo pra caralho e bem arqueadas enquanto minha voz saía entrecortada. "Não... não, espera. Já tô quase terminando, mocinha" me disse seu Zé agarrando minha bunda com as duas mãos e intensificando as investidas contra minha buceta machucada. Já ardia de tanta porra de roçada que o velho tava me dando, e ele abria minha bunda pra chegar mais fundo e ver como minha vagina engolia a pica enorme dele.gostosa
Buceta lindaNão, não, não... para, para! Não vai gozar dentro, por favor! Não tô tomando pílula nem nada, espera aí!" falei sentindo ele acelerar as metidas com toda a intenção de se esvaziar dentro de mim. A real é que eu não tomava nenhum anticoncepcional e com a pica comprida que ele tinha, com certeza ia despejar o esperma bem no meu útero. "Não se preocupa, mocinha... pfft... eu compro a pílula pra você. Além do mais, seria uma delícia te engravidar, adoraria te emprenhar e te fazer minha mulher, você é bem gostosa e muito bonita" disse seu Pepe já bem ofegante e sem fôlego, sinal de que ou tava prestes a soltar o esperma dentro de mim ou a ter um infarto. Ou eu saía grávida ou terminava com meu inquilino morto na minha banheira. Nenhuma das duas opções me agradava kkkk. "Ahhhh... ahh! Toma! Toma meu leite, vagabunda, tomaaa!" gritou seu Pepe enquanto eu sentia um, dois e três jatos de esperma quente inundando minha boceta enquanto ele empurrava o pau até o fundo e com as mãos apertava com força minhas bundas enquanto as abria.muito gostosaNão... não, não! Aí dentro nãooo...!" comecei a dizer, mas meu grito foi abafado por um terceiro e último orgasmo provocado pelo rio de porra que o velho deixou dentro de mim. Eu tinha que tomar aquela pílula porque não estava nos meus planos sair prenha de um velho de 60 anos. Seu Pepe continuou colado em mim com o pau dele lá dentro, tentando me deixar até a última gota enquanto eu só me segurava na parede. Senti o pau dele perder a dureza e depois sair da minha buceta arrastando um rio de sêmen que escorria pelas minhas pernas. Vi ele se encostar na parede do banheiro tentando recuperar o fôlego. Eu também imitei os movimentos dele, me sentindo exausta com tamanha foda que acabavam de me dar. Ficamos um tempo em silêncio, só nos olhando e lutando para respirar. "O senhor vai me comprar a pílula? Não quero surpresa, seu Pepe", falei enquanto me agachava de cócoras com as pernas abertas e comecei a fazer força tentando expulsar o sêmen que tinha dentro de mim. Com as mãos, peguei água do chuveiro e comecei a lavar minha buceta para tirar a porra dele, que era bastante, e depois fiz xixi no próprio ralo do chuveiro para evacuar o máximo que pudesse. "Não se preocupa, mocinha. Com isso o risco de você sair prenha é menor, e se não der certo, eu te sustento e te como todo dia. Mas pra ser sincero, eu queria que acontecesse, que você virasse minha mulher e me desse um filho. E você?", disse meu senhorio, já mais recuperado da falta de ar. "Não, claro que não quero que isso aconteça. Não consigo me sustentar sozinha, imagina sustentar um pivete", falei, mas sorrindo pra ele não pensar que eu tava brava. Seu Pepe não perdia detalhe de tudo que eu fazia. Já não tinha mais pudor nem vergonha da minha parte. Afinal, eu acabava de transar com meu senhorio. Que diferença fazia ele me ver mijando na frente dele? Quando terminei de soltar meu xixi, juntei as mãos como conchinha pra pegar mais água que ainda caía do chuveiro e depois lavei minha buceta com ela. Não queria deixar nem uma gota pra dentro. do semen do meu velho transante. Quando terminei minha lavada, me levantei em silêncio e, de novo, sem nenhum pudor, fui nua pra sala e me deitei no sofá com as pernas abertas, ainda molhada do chuveiro. Sentia um ardor forte na minha buceta, resultado da putaria violenta que acabaram de me dar, e dor nas minhas nádegas por causa das palmadas que ele vinha me dando. Tinha as marcas das mãos dele nas minhas nádegas, por causa da sensibilidade da minha pele, e também na minha cintura as marcas da pressão que ele fazia quando me segurava por ali. Um tempo depois, o seu Pepe saiu já com a roupa vestida. Ele começou a falar alguma coisa, mas levantei a mão sinalizando que não queria conversar por enquanto. Ele só disse que depois me ligava e saiu do meu apartamento, me deixando sozinha, ao mesmo tempo que deixava minha putinha entrar. Mal tinha entrado minha putinha quando ela pulou na minha entreperna, guiada pelo meu cheiro, suponho, e começou a lamber meu buraquinho dolorido. A língua áspera dela era como um bálsamo pra minha dor. Eu tinha acabado de transar com um velho em troca de não pagar o aluguel, que diferença fazia uma putinha me lamber a buceta? No fim, era gostoso e aliviava a ardência de ter sido comida brutalmente. "Sabe de uma coisa, putinha? Acho que você tinha razão. Eu sou uma puta. E, por mais que você não acredite, não tenho orgulho disso", falei pra minha mascote, e depois fiquei em silêncio, perdida nos meus pensamentos, enquanto ela me chupava a buceta. Eu tinha gostado de transar com o velho, me arrependi naquele dia de não ter deixado ele penetrar meu cu, mas claro que eu daria pra ele.

4 comentários - Me fodem o rabo por minhas dívidas 3

Ótimo conto. Tremenda foda que o velho te deu e você curtiu pra caralho.
Tomara que seu marido, se você casar ou já for casada, não descubra isso 😂…
Que boa transa que te deram, tomara que você tenha mais com vários, sejam fornecedores, clientes ou vizinhos.