Minha vida com minha tia parte 3

No capítulo anterior fomos ao cinema e, ao chegar em casa, tivemos um momento muito mágico; no final, ela me manda uma mensagem com uma imagem anexada. Naquela noite, não conseguia dormir, vi um milhão de vezes a foto que ela me mandou; ela estava com uma camiseta branca, que marcava os peitos, e aquele bendito short super apertado. De madrugada, tive que me masturbar 2 ou 3 vezes naquela noite. Lá pelas 1 ou 2 da manhã, acordei com muita sede, então desci até a cozinha para pegar um pouco de água gelada. Meu olhar se volta para o quarto onde ela está; me pergunto: será que ela pensa em mim, do mesmo jeito que eu penso nela? Meu primeiro impulso é caminhar até o quarto dela, vê-la, mas minha lógica me diz para parar, que seria um erro, então volto para o meu quarto com o copo. Já dentro do quarto, bebo a água gelada para matar a sede, pego meu celular, fico olhando a foto dela até o sono me vencer. No dia seguinte, domingo. Foi um dia terrivelmente maravilhoso para mim. Meu pai me acorda lá pelas 8 da manhã com a gentileza e o carinho que só um pai pode dar: Pai: Levanta e me ajuda a montar a churrasqueira, sua mãe e sua tia foram comprar a carne e o resto. Dany: Já vou, já vou. Meu pai me conta que vamos passar a tarde no quintal, que eu ligue a bomba para encher a piscina. Eu ainda sob efeito de Morfeu, respondo que sim. Minha mãe e minha tia chegam na hora com as compras. Meu pai e eu estamos arrumando tudo para acender a churrasqueira. Quando terminamos, a churrasqueira já está acesa, a carne e a cebola estão assando, enquanto isso minha mãe e minha tia preparam o molho. Lá pelo meio-dia, está tudo pronto, vamos comer; minha mãe traz o molho, minha tia... minha tia... minha tia estava usando um top preto justo, um short de tecido cinza claro, estava divina, apertando as coxas que pareciam ainda mais grossas. Fiquei pasmo, me recomponho rápido para meus pais não perceberem. Todos comemos, e meu pai diz: aí está a piscina. pra a gente usar já tá pronta, eu decido entrar o mais rápido possível pra ninguém ver minha ereção. Já que eu tava só com uma camiseta esportiva e um short. Minha mãe só senta na borda e mete os pés, meu pai se recosta na cadeira bebendo. Mas minha tia, ah caramba, não satisfeita com aquela visão linda, pensando que não podia melhorar ou piorar a situação, eu escuto ela falar pra minha mãe: Kary: Ei, posso entrar então, pra tirar o short, tô de biquíni, como você me falou que a piscina ia tá pronta, por isso já vim com ele. Mãe: Claro, aqui não tem ninguém de olheiro, ninguém passa por aqui, fica tranquila. Naquele momento exato e lindo, eu vejo ela abaixar o short, e aparecem pra me deliciar, aquelas nádegas, duras, firmes que ontem tavam em cima de mim. Ela entra na água, mas fica do lado da minha mãe conversando, só que ela tá me dando a melhor visão possível que eu poderia ter. Ver como elas se mexem na água, faz minha mente se perder entre elas. Pra elas não perceberem como eu tava ficando alterado, eu comecei a nadar de um lado pro outro. Nesse momento, escuto minha mãe dizer que vai ao banheiro, que já volta. Vejo ela levantar, entrar em casa, meu pai perdido no mundo dele. Minha tia, ao me ver me aproximando, fala: Kary: E... gostou da foto? Pra ser sincera, não sei por que fiz isso, mas achei um gesto bonito. Dany: A verdade é que eu não esperava, mas adorei. O que mais me deixou louco, foi que ela encostou as costas na borda, então eu tinha na frente aquele par lindo, que ficava ainda mais evidente porque o biquíni ficou translúcido. Ela, ao ver pra onde meu olhar tava indo, fala: Kary: Ah Dany, meu menino safado, onde você tá olhando hein? Cê gosta delas? Na hora que fala isso, faz um movimento que faz elas balançarem mais. Dany: Er... é... es... tá... Nesse momento minha mãe volta, nos vê, e eu pra disfarçar, falo pra ela: - Fiquei entretendo ela pra não ficar entediada até você voltar. Assim elas ficaram mais alguns minutos, mas nesse momento minha tia ela diz que quer nadar um pouco. Pra clarear a cabeça e desestressar. Aí minha mãe fala que tudo bem, que ela vai entrar também, e nesse momento ela diz pro meu pai se ele vai entrar junto porque senão vai dar um golpe de calor. Aí meu pai segue ela e os dois entram em casa. E eu caio na real: A GENTE TÁ SOZINHO NESSE EXATO MOMENTO! Pra ela não notar minha empolgação, minha alegria, comecei a nadar, e nisso ela me fala pra fazermos uma corrida, quem chegar primeiro do outro lado ganha e o perdedor deve um favor ao vencedor. Aceito e ela diz: O ganhador pode pedir um desejo ao outro. Ok? Balanço a cabeça confirmando as condições. A gente se prepara e começa a nadar, mas nisso eu percebo que a tanguinha do biquíni dela entra no meio da bunda dela, me dando uma visão daquele rabo lindo e soberbo, eu juraria até hoje que ele tava falando comigo. Por causa daquela visão linda e sublime, acabei perdendo a corrida, mas VALEU A PENA. Ela comemorando, pulando na água e eu vendo os peitos dela balançando, tava mais que feliz. Eu me aproximo e ela diz: Kary: Ganhei, ganhei! Então... você me deve um favor e não vai poder dizer não. Dany: Tá bom, mas que não seja nada ridículo... espero... Kary: Não sei, vou pensar e te falo. Me diz... se você tivesse ganhado, o que você teria me pedido... embora eu imagine o que seja... Apontando pra minha ereção que tava totalmente evidente. Antes que eu pudesse responder, ela se vira, me dando as costas, apoiando os braços na borda da piscina, e ao fazer isso faz aquele rabo parecer ainda mais potente. Nesse momento, ela solta um suspirozinho e eu pergunto: Dany: O que você tem, tá bem? Kary: Tô sim, só sinto falta do que é ser amada, desejada, tratada com carinho. Sabe, ele no começo era atencioso, mas depois mudou ou melhor, mostrou as garras. Não seja assim com as mulheres, Dany. Vem, preciso de um abraço. Não sei se era de propósito ou se bateu um momento de nostalgia, vi ela vulnerável, e obedeci, esquecendo completamente que eu tava de pau duro ao vê-la assim. Quando a abracei por trás, não deu pra evitar o contato com a bunda dela. Ela dá um pulo de susto e vira pra me olhar. Kary: Dany! Você me assustou. Mas ela não faz nenhum movimento ou sinal pra eu tirar as mãos, então fico abraçado nela do jeito que tô, com as mãos dentro da água, mas apoiadas na barriga dela, minha cabeça colada na dela, com o queixo no ombro dela, e ficamos assim um tempo, curtindo o momento. Quando começo a notar que ela mexe levemente o quadril pra trás, minha ereção tá batendo nela. Ela começa a soltar suspiros MMM…MMM… Continuo colado nela, mas olhando e SENTINDO aquela bunda, minhas mãos foram subindo em espiral até roçar a borda da parte de baixo do biquíni, ela continua sem reagir, só soltando aquele som de aprovação MMM…MMM… Num impulso, subo uma das mãos e coloco de novo no peito dela, consigo sentir o mamilo durinho, toco nele, começo a brincar com o polegar no mamilo, e ela: Kary: Dany, seu menino safado! O que você tá fazendo com a sua tia? Não é certo a gente fazer isso, seus pais podem nos ver. Ahhh… não me aperta assim. As objeções dela não batiam com as atitudes. Depois ela começou a mexer aquela bunda imponente, empurrando ela na minha direção, só o tecido do biquíni dela e meu short era o que impedia a gente de transar, ela começou a gemer um pouco mais alto. Kary: Ahhh, Dany, Danyyyy, não, a gente não deviaaa, ahhh.. Dany: Ahh Kary, para de se mexer assim, não vou aguentar muito, e sinceramente tá uma delícia. Kary: Ahhh, Danyyyy, me segura que eu tô perdendo as forças AHHHH…. Naquele momento, sinto que tô gozando, ela também pelo visto, porque tava tremendo, segurei ela porque os braços dela realmente perderam a força, e aproveitei pra abraçar ela com as duas mãos e colocar nos peitos dela, e os mamilos dela estavam bem marcados e durinhos. Como deu, a gente se recuperou, nos separamos, ela vira pra me olhar, vejo o olhar dela que não soube interpretar naquele momento, mas não era de raiva. nem de raiva. Mas era um olhar que me fez sentir como se eu fosse um cordeiro pronto para ser devorado por um lobo. Ela arruma o cabelo, ajusta o biquíni, vira para me olhar com aquele mesmo olhar e me diz: Kary: Era pra eu ser a vencedora, então você ainda me deve o favor, ok? Dany: Sim, sim, sim... o que você pedir, eu cumpro. Kary: Combinado, Ela se aproxima, me dá um beijo nos lábios, um beijo carregado de paixão ou desejo, e me sussurra no ouvido: Meu menino travesso, mordendo meu lóbulo da orelha. Sai da piscina, rebolando o quadril até onde está o short, se inclina de um jeito que me deixa ver a bunda dela, vira para me olhar, sorri, levanta o short e vai caminhando até entrar em casa feito uma modelo de miss universo. Fiquei na água processando o que acabou de acontecer. Uma vez calmo, ouço minha mãe me chamando pra ajudar com algumas coisas, coisas que fiz durante a tarde. Já à noite, com todos na mesa do jantar, conversamos sobre tudo, mas minha mente está em outro lugar, numa lembrança. Ela, como sempre, usando uma pijama que a deixa ainda mais gostosa, ou será impressão minha? Minha tia e eu trocamos olhares furtivos, roçadas casuais por baixo da mesa, pra evitar suspeitas. Nisso, minha mãe nos interrompe e diz: Mãe: Kary, tenho notado ultimamente que você anda feliz, depois de todo o incidente, fico contente que você esteja animada. O divórcio te caiu bem. Kary: A verdade é que tenho o apoio de todos vocês, e principalmente do Dany, sou grata, ele me apoiou em tudo, me salvou e é meu herói. Então é por isso que estou feliz, me sinto uma mulher nova e renovada. E muito melhor foi entrar na água. Ao dizer isso, ela acaricia minha perna, chegando até minha coxa. Eu quase engasgo com a janta que estava na boca. Tive que fingir que minha boca ainda doía um pouco por causa do soco, mas era mais pela surpresa dela. Meus pais, ao terminarem de jantar, vão pro quarto porque meu pai precisa acordar cedo pra trabalhar. Minha tia comenta: Kary: Ai, tá doendo aqui costas, talvez porque não estou acostumada a nadar tanto. Ei Dany, me faz UM FAVOR, você pode me dar uma massagem nas costas, se não te incomoda? Minha mãe responde: Vai filho, dá uma massagem na sua tia, a gente vai descansar. Kary: Bom, e onde você vai me dar? Dany: Hã? Kary: A massagem, bobinho, na sala ou no meu quarto? Dany: Onde você quiser, onde achar melhor. Kary: Nesse caso, vamos pro meu quarto. Entramos no quarto dela, ela se deita de bruços, eu vejo os peitos dela balançando e se achatando no contato com a cama. Mas o que se destaca é aquela bunda linda. Ela me diz que o creme está ali, e ela mesma levanta a camiseta, deixando as costas à mostra. Ela fala: Kary: Vai Dany, me dá uma massagem nas costas. Eu me posiciono ao lado dela, passo o creme nas costas dela e começo a massagear. Fica um pouco desconfortável pela posição, mas não importa, estou acariciando as costas dela. Meus dedos se movem suaves e lentamente, pressiono um pouco pra ela não perceber que é uma carícia, e sim uma massagem. Ela começa a soltar sons que me fazem lembrar do que aconteceu na piscina. Kary: Mmmm, que mãos macias você tem, Dany, continua assim, tá aliviando minha tensão. Mmm…mmm.. Da minha parte, eu já tava com uma ereção que dava pra ver no meu short, continuei, e nesse momento ela fala: Kary: Sobe em cima de mim, assim você fica mais confortável, não fica todo torto. Dany: Tem certeza? Não vou te machucar assim? Kary: Vai, bobinho. Eu subo, ela abre as pernas em V, eu fico no meio delas, ajoelhado pra conseguir massagear bem as costas dela, ela começa a gemer cada vez mais, por causa da massagem que eu tô dando, aos poucos minha ereção vai se aproximando da bunda dela, eu vejo ela balançando a cada movimento que eu faço. Em um momento, minha ereção encosta na bunda dela, e ela fala: Kary: Dany, ahhh, menino safado, isso não tava nos planos ahh...mmm… Ela começa a se mover no ritmo da massagem, eu continuo movendo minhas mãos por todas as costas dela, mas ao mesmo tempo minha ereção ela tá cutucando a bunda dela. De uma hora pra outra, já não era mais massagem, era apalpação pura, minhas mãos percorriam não só as costas dela, os ombros, a nuca, iam pros lados e conseguia tocar a beirada dos peitos dela. Kary: Ahhh, menino safado, ahhh como você massageia bem. Continua, continua, não para não. Começo a me mexer como se a gente tivesse transando, só de roupa, a gente continua assim, começo a beijar as costas dela, a nuca, ela geme mais alto. Kary: AHHHH, Danyyy, amor, continua, continua…AHHH. Só fico segurando o prazer que tô prestes a derramar, nisso ela vira a cabeça um pouco pra me dar um beijo e me falar: Kary: Vai, vai, já já bebê, vai, vai, tô quase gozando… Ahhhhh, AHHHHH… ISSO…MMMHHH.. Ela termina mordendo o travesseiro pra ninguém ouvir, eu não aguento mais, deixo claro: Dany: Já tô gozando, já tô gozando.. Kary: Solta, dá pra sua tia… meu menino safadooo!! A gente goza ao mesmo tempo, sinto que a própria vida tá saindo de mim, ela tem espasmos, começa a tremer, eu sinto 2-3-4 jatos saindo, que são contidos pela minha cueca e short, mas mesmo assim atravessa um pouco e molha o short dela. Quando a gente relaxa, ela sorri, me fala: Melhor ir pro seu quarto, menino safado. Já demorou aqui… melhor sair. Vem me dar um beijo, a gente se deu um beijo carinhoso, eu saio do quarto dela. Ando, feito alma perdida, até meus aposentos, chego, troco de roupa, me deito, em poucos minutos meu celular toca. Uma mensagem dela: Adorei a massagem. Beijinhos. E toma, você merece. E me manda outra foto dela agora só de lingerie. A imagem é de referência de como ela tava na foto que me mandou.

5 comentários - Minha vida com minha tia parte 3

Muito boa essa terceira parte. Que domingo gostoso você passou com sua tia