“Ai, menina, já tem 4 meses assim. Você me paga a metade e depois, quando conseguir o resto, já tá quase batendo o próximo mês de aluguel. Você sabe que eu gosto muito de você, mas não posso ficar esperando você assim todo mês” — disse seu Zé, e sinceramente, eu senti o quanto custava pra ele também ter que falar comigo daquele jeito. “O senhor quer entrar? Não quero ficar aqui na porta quase pelada, hehe” — falei, mais pra buscar uma saída daquele momento desconfortável em que eu estava. “Sim, menina, claro. Desculpa te deixar parada na porta assim” — disse seu Zé, e então entrou atrás de mim no apartamento. A gente passou pra sala do meu apê e eu indiquei pra ele sentar, e seu Zé, obediente, se acomodou num dos sofás. Eu fiquei de pé, principalmente porque se eu sentasse, a toalhinha minúscula não ia conseguir me cobrir inteira e eu acabaria mostrando minhas partes pro meu senhorio, fosse as tetas ou a buceta kkkk. “Bom, menina, então como é que a gente faz? Não quero te pressionar, mas é um dinheiro que eu também preciso e não posso ficar esperando ou você me pagando em parcelinhas. Entendo sua situação, mas espero que você também me entenda e, principalmente, saiba que não tô fazendo isso pra te complicar a vida” — disse seu Zé, sinceramente contrariado. “Sim, seu Zé, pelo contrário, eu agradeço a paciência que o senhor tem tido comigo. E pra te pagar, bom, deve ter algum jeito, alguma solução. Bem, tipo... é... pois é, né?” — respondi, e me surpreendi comigo mesma pensando no que eu tava prestes a sugerir pra cobrir o pagamento do aluguel. O que encheu o copo da minha vergonha foi que eu não lembrava que, como não recebo visitas, eu deixo minhas calcinhas fio dental e minha roupa íntima ou meus brinquedos sexuais na sala, nos sofás e tal, e pra minha azar, no sofá onde seu Zé tava sentado, tinha um par de calcinhas minhas, obviamente limpas, mas no fim das contas ele ia saber que tipo de calcinha eu uso. No momento em que ele encostou as costas no sofá, elas vieram pra cima dele, e ele, meio surpreso, as pegou com suas mãos e, esticando-as um pouco, me disse: "toma, pequena, acho que isso é seu", enquanto me entregava. Enquanto eu olhava sutilmente, peguei e guardei entre minhas mãos, apertando-as forte. Eram calcinhas fio dental, algumas de renda, outras de tule, e tinha variedade kkkk. Sem dar mais importância, seu Zé e eu continuamos conversando sobre o assunto do aluguel. Eu estava me fazendo de boba sozinha. Sabia muito bem que não conseguiria a metade que faltava do aluguel. Não tinha conseguido o mês inteiro, muito menos conseguiria em um dia. E a "solução" que passava pela minha cabeça era algo que nem em sonhos eu tinha imaginado fazer. Mas será que eu tinha outra opção? Claro que não. Devagar, sentei no sofá que ficava de frente para onde seu Zé estava. Ao sentar, por causa da toalha curta, era óbvio que meu senhorio teria uma vista das minhas pernas, minhas coxas e parte da minha bunda. Não satisfeita com isso, abri levemente as pernas para que ele pudesse ter um vislumbre da minha bucetinha. Fiz tudo fingindo descuido e colocando cara de quem estava pensando na tal "solução". Digo, se minha intenção era convencê-lo do que eu pensava em propor, tinha que mostrar um pouco da mercadoria. Então abri as pernas, sentindo a toalha deixar minha buceta à mostra e sentindo o ar entrando no meio das minhas pernas.
Você ia entrar no banho, né?" ouvi seu Pepe dizer e, pelo canto do olho, vi ele olhando pra minha virilha tentando ser discreto. "Sim, como eu te falei, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho" respondi me fazendo de sonsa. "Você me deixaria tomar banho com você e eu te perdôo metade do aluguel que você me deve?" disse seu Pepe meio tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor fala uma coisa dessas?" falei me fazendo de surpresa, mas por dentro agradecida que foi ele quem disse, evitando eu ser a oferecida. "Você tem razão, menina. Me perdoa por te falar isso. A verdade é que não sei o que eu tava pensando em te desrespeitar desse jeito. Esquece essa besteira que eu acabei de falar e vamos ver como você me paga o dinheiro" foi a vez do seu Pepe ficar vermelho que nem tomate. "Caralho! Ele já tá voltando atrás e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencer ele antes que se arrependa de vez" pensei comigo mesma. "Bom, seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que o senhor disse não foi pra abusar nem nada. E então... seria só a gente tomar banho junto, né? sem nada além disso? ou como? Me explica, por favor" respondi vendo o rosto dele passar de arrependido pra tarado como num passe de mágica. "Então só a gente entrar no banho. Eu te esfrego o corpo, te ensaboo toda e..." disse seu Pepe deixando aquele "e" no ar, como se tivesse algo mais pra completar. Olhei pra ele e levantei a sobrancelha como quem diz que se tinha algo mais, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou calado ainda na dúvida se eu tava mesmo aceitando a proposta dele. "Então tá bom... pra mim tá ótimo. Aceito sua proposta de tomar banho junto em troca da metade do pagamento do meu aluguel. Mas só banho e nada mais, ok? Esse é o trato, né?" falei garantindo que não teria relação sexual nem nada parecido, e seu Pepe respondeu que sim. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns dois minutos que eu... coloco a água e você já entra, vai? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri as torneiras e depois de regular a temperatura entrei no chuveiro. No momento em que a água caiu sobre mim foi que me veio um lampejo de sanidade. Que diabos eu estou prestes a fazer? Vou tomar um banho junto com um senhor que bem poderia ser meu avô? E tudo para não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho outra opção e vai ser só dessa vez, falei comigo mesma tentando justificar o que eu mesma tinha provocado. Estava imersa nos meus pensamentos quando ouvi não só o seu Pepe entrar no banheiro, mas também como ele se despiu. Caramba! Ao mal passo, dar pressa, pensei enquanto me virava de frente para a parede para evitar vê-lo entrar no chuveiro dando a ele vista completa da minha bunda. "Pode virar agora, sou feio, mas não é tanto assim, ha, ha" disse seu Pepe e então não tive escolha senão virar cobrindo meus peitos e minha buceta com minhas mãos e braços. Enquanto me movia lentamente para encará-lo, pude ver seu Pepe parado ao lado da cortina completamente nu. Embora seu corpo mostrasse o desgaste normal de uma pessoa da idade dele, também não estava tão acabado quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga e acho que até mais alto do que quando eu o via vestido. Mas o que obviamente chamou minha atenção foi o pau dele. Se tem uma coisa que eu gosto de ver toda vez que estou com algum cara é quando os paus deles estão em estado de repouso. A forma quando estão num meio-termo. Nem ereto nem dormindo. E principalmente como ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem eriçar, mas o próprio peso os mantém para baixo. E era exatamente assim que o pau do seu Pepe parecia. Comprido, muito comprido. Mas também bem grosso, um termo bem gostoso, grosso e comprido, muito comprido, uns 22 cm aproximadamente, e olha que sinceramente me surpreendeu. E o jeito como pendia fazia ele parecer ainda mais longo. E não que eu fosse especialista em paus e soubesse de tamanhos e medidas só de olhar. Mas com certeza foi uma das maiores que já vi até hoje. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Quero te ver por inteira" disse seu Zé, me tirando do meu estado de bobeira visual. Esboçando um leve sorriso, aos poucos movi o braço que cobria meus peitos. A água, o nervosismo, ou sei lá o quê, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e durinhos. Assim que descobri meus seios, pude ver a pica do seu Zé ganhando vida e começando a se erguer, apontando na minha direção. Eu estava há 2 meses sem parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área pubiana, então minha buceta estava coberta por pelinhos castanhos. E isso, por algum motivo, me dava mais vergonha do que mostrar meus peitos. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha entreperna, mas quando fiz, a pica do seu Zé ficou totalmente ereta. Agora parecia ainda mais comprida, mas grossa. Me lembrava o cassetete que os policiais usam para bater. Ri por dentro da comparação tão idiota que fiz. Apontei onde estava o sabonete e a bucha e me virei de costas para ele, e nem um minuto depois, senti as mãos do seu Zé percorrendo meu corpo. A verdade é que não estava sendo tão desconfortável quanto imaginei. Senti ele me ensaboando, começando pelo meu pescoço, e depois descendo por toda a minha costa. Fechei os olhos ao sentir as carícias suaves que seu Zé fazia enquanto esfregava a bucha devagar por toda a minha costa, de cima para baixo e subindo de novo. Não demorou muito até finalmente chegar na minha bunda carnuda. Senti o toque das mãos dele hesitante no começo, mas depois foi ganhando confiança e não só ensaboava minhas nádegas como também passava a mão pela racha que divide minhas bandas, roçando na minha buceta. Sem nem pensar, abri as pernas para dar melhor acesso à mão dele, para que pudesse se enfiar no meio delas e ensaboar minha xereca com mais facilidade. Eu continuava de olhos fechados, aproveitando a carícia perversa que o seu Pepe fazia em mim. Senti a mão dele passando pela minha mata espessa de pelos, ensaboando e esfregando forte a minha entreperna. Não demorei muito pra sentir que eu começava a soltar os meus sucos de buceta.
Abre sua bunda pra se limpar direitinho, mocinha" ouvi seu Zé falar e de novo, sem nem hesitar, peguei as bandas gordas da minha bunda e abri sem pudor nenhum, dando uma visão total do meu buraquinho mais secreto. As mãos do seu Zé passavam frenéticas por toda a fresta da minha bunda, até pararem no meu cu, esfregando forte como se quisesse enfiar a barra de sabão. Não deu pra segurar um gemido quando um dos dedos finos e calejados dele penetrou meu cuzinho.
Ugh! Não, seu Pepe, não... me... pica por trás" "Você não gosta pelo cu?" me perguntou seu Pepe sem tirar o dedo do meu traseiro. "Eu gosto, sim. Mas não fiz cocô e estou suja" respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele tirou o dedo do meu cu, tinha enfiado parte do dedo na minha bunda. Estava sentindo tão gostoso que eu mesma me virei, pra ficar de frente pra ele, como se autorizasse ele a ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse que estava fazendo as coisas já com toda a intenção. E embora tudo isso fosse por conveniência do pagamento do meu aluguel, seu Pepe não estava me forçando nada. Meu senhorio não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apossarem do par de pequenos balões que formavam meus peitos e, esquecendo do sabonete, começou a apertá-los e amassá-los cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que acendeu mais ainda seu Pepe. Imagino que ver meu rostinho de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos como uma putinha, era um espetáculo pra aquele homem que poderia ser meu avô. O próximo passo foi sentir a boca dele se apossar dos meus peitos, sugando meus bicos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e o empurrei pra continuar chupando meus bicos durinhos. Como ele era mais alto que eu, isso o obrigava a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma ficava na ponta dos pés pra facilitar o serviço. Ele me pegou pelas nádegas com as mãos e me levantou no ar, me apoiando na parede sem parar de chupar meus peitos. Sentia a cabeça dura da pica dele latejando na entrada da minha buceta. Era só questão de me deixar cair pra me empalar por completo no mastro duro dele. A gente tinha passado de tomar banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina safada, e a situação não me desagradava nada. "Menina... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina" me disse seu Pepe separando a boca dos minhas tetas, esperando minha resposta. Já era tarde demais para me segurar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Eu ia transar com um homem muito mais velho que eu, e ia fazer isso em troca de um benefício financeiro. O que isso me torna? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir naquele momento. Será que minha putinha tinha razão em dizer que eu era uma puta? Eu estava em dúvida entre me deixar penetrar ou resistir... Parte 3? ....
Você ia entrar no banho, né?" ouvi seu Pepe dizer e, pelo canto do olho, vi ele olhando pra minha virilha tentando ser discreto. "Sim, como eu te falei, tenho uma entrevista de emprego e por isso ia tomar um banho" respondi me fazendo de sonsa. "Você me deixaria tomar banho com você e eu te perdôo metade do aluguel que você me deve?" disse seu Pepe meio tímido e nervoso. "Seu Pepe! Mas como é que o senhor fala uma coisa dessas?" falei me fazendo de surpresa, mas por dentro agradecida que foi ele quem disse, evitando eu ser a oferecida. "Você tem razão, menina. Me perdoa por te falar isso. A verdade é que não sei o que eu tava pensando em te desrespeitar desse jeito. Esquece essa besteira que eu acabei de falar e vamos ver como você me paga o dinheiro" foi a vez do seu Pepe ficar vermelho que nem tomate. "Caralho! Ele já tá voltando atrás e vou ter que pagar o dinheiro. Tenho que convencer ele antes que se arrependa de vez" pensei comigo mesma. "Bom, seu Pepe... eu sei que o senhor sempre me tratou com respeito e até me protegeu, e sei que o que o senhor disse não foi pra abusar nem nada. E então... seria só a gente tomar banho junto, né? sem nada além disso? ou como? Me explica, por favor" respondi vendo o rosto dele passar de arrependido pra tarado como num passe de mágica. "Então só a gente entrar no banho. Eu te esfrego o corpo, te ensaboo toda e..." disse seu Pepe deixando aquele "e" no ar, como se tivesse algo mais pra completar. Olhei pra ele e levantei a sobrancelha como quem diz que se tinha algo mais, era hora de falar. Ele não disse nada, ficou calado ainda na dúvida se eu tava mesmo aceitando a proposta dele. "Então tá bom... pra mim tá ótimo. Aceito sua proposta de tomar banho junto em troca da metade do pagamento do meu aluguel. Mas só banho e nada mais, ok? Esse é o trato, né?" falei garantindo que não teria relação sexual nem nada parecido, e seu Pepe respondeu que sim. "Ok, então só me deixa entrar no banheiro e me dá uns dois minutos que eu... coloco a água e você já entra, vai? Falei, sem esperar resposta. Entrei no banheiro e fechei a porta sem trancar, abri as torneiras e depois de regular a temperatura entrei no chuveiro. No momento em que a água caiu sobre mim foi que me veio um lampejo de sanidade. Que diabos eu estou prestes a fazer? Vou tomar um banho junto com um senhor que bem poderia ser meu avô? E tudo para não pagar metade do aluguel. Bom, não tenho outra opção e vai ser só dessa vez, falei comigo mesma tentando justificar o que eu mesma tinha provocado. Estava imersa nos meus pensamentos quando ouvi não só o seu Pepe entrar no banheiro, mas também como ele se despiu. Caramba! Ao mal passo, dar pressa, pensei enquanto me virava de frente para a parede para evitar vê-lo entrar no chuveiro dando a ele vista completa da minha bunda. "Pode virar agora, sou feio, mas não é tanto assim, ha, ha" disse seu Pepe e então não tive escolha senão virar cobrindo meus peitos e minha buceta com minhas mãos e braços. Enquanto me movia lentamente para encará-lo, pude ver seu Pepe parado ao lado da cortina completamente nu. Embora seu corpo mostrasse o desgaste normal de uma pessoa da idade dele, também não estava tão acabado quanto eu esperava. Ele parecia magro, sem barriga e acho que até mais alto do que quando eu o via vestido. Mas o que obviamente chamou minha atenção foi o pau dele. Se tem uma coisa que eu gosto de ver toda vez que estou com algum cara é quando os paus deles estão em estado de repouso. A forma quando estão num meio-termo. Nem ereto nem dormindo. E principalmente como ficam pendurados. Parecem pesados, como se quisessem eriçar, mas o próprio peso os mantém para baixo. E era exatamente assim que o pau do seu Pepe parecia. Comprido, muito comprido. Mas também bem grosso, um termo bem gostoso, grosso e comprido, muito comprido, uns 22 cm aproximadamente, e olha que sinceramente me surpreendeu. E o jeito como pendia fazia ele parecer ainda mais longo. E não que eu fosse especialista em paus e soubesse de tamanhos e medidas só de olhar. Mas com certeza foi uma das maiores que já vi até hoje. "Você poderia tirar as mãos do seu corpo? Quero te ver por inteira" disse seu Zé, me tirando do meu estado de bobeira visual. Esboçando um leve sorriso, aos poucos movi o braço que cobria meus peitos. A água, o nervosismo, ou sei lá o quê, tinha feito meus mamilos ficarem eretos e durinhos. Assim que descobri meus seios, pude ver a pica do seu Zé ganhando vida e começando a se erguer, apontando na minha direção. Eu estava há 2 meses sem parceiro sexual, por isso não sentia necessidade de depilar minha área pubiana, então minha buceta estava coberta por pelinhos castanhos. E isso, por algum motivo, me dava mais vergonha do que mostrar meus peitos. Demorei um pouco mais para mover a mão que cobria minha entreperna, mas quando fiz, a pica do seu Zé ficou totalmente ereta. Agora parecia ainda mais comprida, mas grossa. Me lembrava o cassetete que os policiais usam para bater. Ri por dentro da comparação tão idiota que fiz. Apontei onde estava o sabonete e a bucha e me virei de costas para ele, e nem um minuto depois, senti as mãos do seu Zé percorrendo meu corpo. A verdade é que não estava sendo tão desconfortável quanto imaginei. Senti ele me ensaboando, começando pelo meu pescoço, e depois descendo por toda a minha costa. Fechei os olhos ao sentir as carícias suaves que seu Zé fazia enquanto esfregava a bucha devagar por toda a minha costa, de cima para baixo e subindo de novo. Não demorou muito até finalmente chegar na minha bunda carnuda. Senti o toque das mãos dele hesitante no começo, mas depois foi ganhando confiança e não só ensaboava minhas nádegas como também passava a mão pela racha que divide minhas bandas, roçando na minha buceta. Sem nem pensar, abri as pernas para dar melhor acesso à mão dele, para que pudesse se enfiar no meio delas e ensaboar minha xereca com mais facilidade. Eu continuava de olhos fechados, aproveitando a carícia perversa que o seu Pepe fazia em mim. Senti a mão dele passando pela minha mata espessa de pelos, ensaboando e esfregando forte a minha entreperna. Não demorei muito pra sentir que eu começava a soltar os meus sucos de buceta.
Abre sua bunda pra se limpar direitinho, mocinha" ouvi seu Zé falar e de novo, sem nem hesitar, peguei as bandas gordas da minha bunda e abri sem pudor nenhum, dando uma visão total do meu buraquinho mais secreto. As mãos do seu Zé passavam frenéticas por toda a fresta da minha bunda, até pararem no meu cu, esfregando forte como se quisesse enfiar a barra de sabão. Não deu pra segurar um gemido quando um dos dedos finos e calejados dele penetrou meu cuzinho.
Ugh! Não, seu Pepe, não... me... pica por trás" "Você não gosta pelo cu?" me perguntou seu Pepe sem tirar o dedo do meu traseiro. "Eu gosto, sim. Mas não fiz cocô e estou suja" respondi, mas ele não tirou o dedo. Tive que repetir de novo e dessa vez ele tirou o dedo do meu cu, tinha enfiado parte do dedo na minha bunda. Estava sentindo tão gostoso que eu mesma me virei, pra ficar de frente pra ele, como se autorizasse ele a ensaboar a parte da frente do meu corpo. Eu continuava de olhos fechados, como se assim negasse que estava fazendo as coisas já com toda a intenção. E embora tudo isso fosse por conveniência do pagamento do meu aluguel, seu Pepe não estava me forçando nada. Meu senhorio não perdeu tempo. Senti as mãos dele se apossarem do par de pequenos balões que formavam meus peitos e, esquecendo do sabonete, começou a apertá-los e amassá-los cada vez mais forte. Não consegui evitar começar a gemer, o que acendeu mais ainda seu Pepe. Imagino que ver meu rostinho de menina inocente, com a água escorrendo e soltando gemidos como uma putinha, era um espetáculo pra aquele homem que poderia ser meu avô. O próximo passo foi sentir a boca dele se apossar dos meus peitos, sugando meus bicos com fúria. Primeiro um, depois o outro. Passei uma mão na nuca dele e o empurrei pra continuar chupando meus bicos durinhos. Como ele era mais alto que eu, isso o obrigava a curvar o corpo pra me chupar sem problema. Eu mesma ficava na ponta dos pés pra facilitar o serviço. Ele me pegou pelas nádegas com as mãos e me levantou no ar, me apoiando na parede sem parar de chupar meus peitos. Sentia a cabeça dura da pica dele latejando na entrada da minha buceta. Era só questão de me deixar cair pra me empalar por completo no mastro duro dele. A gente tinha passado de tomar banho juntos pra um amasso entre um velho e uma menina safada, e a situação não me desagradava nada. "Menina... Menina... preciso te comer agora mesmo, menina" me disse seu Pepe separando a boca dos minhas tetas, esperando minha resposta. Já era tarde demais para me segurar, mas mesmo assim parei para pensar no que estava fazendo e no que estava prestes a fazer. Eu ia transar com um homem muito mais velho que eu, e ia fazer isso em troca de um benefício financeiro. O que isso me torna? E se alguém descobrisse? Minha resposta era SIM ou NÃO, e eu tinha que decidir naquele momento. Será que minha putinha tinha razão em dizer que eu era uma puta? Eu estava em dúvida entre me deixar penetrar ou resistir... Parte 3? ....
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