O teste de gravidez na pia deu positivo. Duas listras vermelhas bem marcadas, senti por dentro um choque de tesão que percorreu do meu ventre até as pernas. Saí do banheiro com o roupão aberto e joguei o plástico nas pernas do Gerardo. Ele estava sentado na beira da cama, olhando para o chão. Claudia "Aí está. O plano funcionou, funcionou. Que garanhão gostoso é esse homem." Gerardo pegou o teste, apertou com força na mão e suspirou fundo. Tinha aquela cara de satisfação, mas ao mesmo tempo vi as pupilas dele dilatarem ao imaginar o velho me enchendo por dentro. Gerardo "Meu pai é um animal mesmo..." Claudia (Com um sorriso gelado, me aproximando dele até encostar a virilha na cara dele) "Animal é pouco, ele é um bom reprodutor. Seu pai me pega do jeito que ele quer, Gerardo. Me enche por completo. Você do lado dele parecia um novato aprendendo. Agora que o herdeiro do sangue de vocês dois vem a caminho, a regra muda: seu pai já foi." Gerardo: "e aí, o que acontece?" Claudia: "que eu vou sentar nessa pica enorme." Gerardo: "mmm, ficou apaixonada no sogrão." Claudia: "a verdade é que sim, amor, esse homem tem muita coisa boa." Gerardo: "jejeje, safada, em outro contexto eu sentiria ciúmes, mas é meu pai, e a verdade é que eu gostei de te ver cheia por essa rola." Claudia: "jejejeje, então?" Gerardo: "ué, toda vez que meu pai vier ou a gente for lá, você pode dar pra ele, eu sei que o velho também vai querer, e é melhor o amante da minha esposa ficar na família." Dias depois, seu Gerardo chegou no apartamento na capital com a desculpa de um exame médico, deixando a velha no interior. O clima no quarto de casal estava pesado, denso, cheirando aquele perfume barato de homem do campo e meu suor. O velho não perdeu tempo. Levantou minha saia de uma puxada, me virou de costas contra a borda do colchão e abriu minhas pernas com aquela brutalidade de sempre. Gerardo estava na porta, mas dessa vez não... tinha a mão enfiada na calça; tinha os punhos cerrados e a respiração ofegante. O contato do velho foi brutal desde o primeiro segundo. Plak, plak, plak, plak. Claudia (Pensando enquanto apoiava as mãos no colchão e sentia as investidas do velho) "Meu Deus... esse velho vai me arrebentar a buceta. Sinto ele me empurrando até o fundo... que delícia de homem, que jeito de dominar uma mulher.
Dom Gerardo ria com aquela risada grossa que saía do peito dele, me segurando firme pelos quadris e deixando as marcas vermelhas dos dedos. Dom Gerardo (Gritando com a voz rouca, pingando de suor) "Olha como essa puta se abre, Gerardo! Como eu senti sua falta, norinha!" Gerardo não aguentou mais. Vi pelo canto do olho ele desabotoando o cinto com raiva, soltando o metal com um estalo violento. Ele avançou até a cama, empurrou a mesinha de cabeceira derrubando um copo d'água e subiu no colchão, se posicionando de frente pra mim. Gerardo (Me puxando o cabelo com força, me obrigando a olhar pra ele). Mmm, gostosa, como meu pai te come, você gosta de sentir a pica do seu sogro, né, meu amorzinho? Claudia: HHAAA SIM, EU AMO, ME PREENCHE MAIS QUE A SUA! Gerardo não pediu permissão. Com o velho me comendo por trás sem parar o ritmo (plak, plak, plak), Gerardo se ajeitou com agressividade e me penetrou de uma vez pelo cu, por aquele lado que ele nunca na vida tinha tido coragem nem de tocar.
O grito que soltei ecoou pelo apartamento inteiro. Foi um puxão seco, uma dor latejante que me deixou sem ar por dois segundos, mas quando os dois homens começaram a coordenar as estocadas, minha cabeça virou uma merda. Plak, plak, plak, plak, plak. O som era ensurdecedor. O choque dos corpos de pai e filho contra minha bunda e minhas coxas soava como uma surra ritmada. A cama de madeira rangia como se fosse desmoronar.
Claudia (Pensando, ofegante, com a visão turva pela sobrecarga) "São Antônio Santo! Estão me partindo ao meio... o velho de um lado destruindo minha buceta e o filho enfiado até o fundo no meu cu... os dois ao mesmo tempo, os dois suando em cima de mim. O Gerardo virou uma fera... é isso que eu queria, ter os dois homens da casa me usando como sua putinha pessoal." Gerardo (Com os dentes cerrados, cravando as unhas nos meus ombros) "Sente quem tá te enchendo, Claudia! Sente quem são seus donos!" Claudia (Gemendo sem controle, mexendo a cintura pra apertar os dois) "Os dois!... Ahhh!... Os dois, meus homens... continuem assim, vocês vão me matar!" Seu Gerardo (Soltando uma gargalhada selvagem) "Isso, filhão, mete forte que essa gostosa aguenta dos dois lados!" Gozamos quase juntos numa explosão de gemidos, saliva e suor que nos deixou jogados os três em cima da coberta manchada. Eu fiquei no meio, respirando igual bicho atropelado, sentindo os fluidos escorrendo pelas minhas pernas e a entreperna ardendo. O Gerardo tava jogado do meu lado esquerdo, ofegando com a testa colada no meu pescoço; o velho do lado direito, dando palmadinhas na minha bunda. Claudia (Pensando, olhando pro teto com o coração batendo a mil) "Não tem mais volta. O Gerardo cruzou a linha e ficou igual ou mais doente que o pai. Agora a festa é de três." Duas semanas depois fomos pra fazenda. A gravidez já começava a aparecer com uma barriguinha dura, e a desculpa perfeita era que o ar do campo me fazia bem. Mas o verdadeiro tesão era estar debaixo do mesmo teto que a minha sogra. Saber que a velhinha tava na sala rezando pra Virgem da Saúde enquanto nós três nos ajeitávamos no quarto principal dava um tempero que me mantinha molhada o dia inteiro. Era quase meia-noite. A velha tinha apagado as luzes da sala e ido pro quarto dela no fundo do corredor. Nós deixamos a porta do quarto de casal apenas entreaberto, com a luz do abajur iluminando a cama. Eu estava de quatro no centro do colchão, nua, com a barriga pendendo um pouco. Gerardo me segurava pelas cadeiras metendo por trás, enquanto o Dom Gerardo estava parado na frente, me segurando pelo cabelo e enfiando o pau na minha boca até me fazer engasgar.
A bagunça no quarto era brutal. O colchão batia forte contra a parede de madeira. Ploc, ploc, ploc, ploc. Eu nem disfarçava os gemidos. Adorava que a madeira da fazenda amplificasse o som do choque das carnes. De repente, ouvi o rangido do piso de cerâmica no corredor. A maçaneta da porta girou devagar. Minha sogra, que vinha andando de chinelo com um copo d'água e um terço de madeira na mão pra ver se precisávamos de algo, empurrou a porta. A luz do abajur bateu de cheio na cara dela. Ela nos viu os três: o marido dela com o pau na minha boca, o filho dela por cima da minha bunda me dando porradas secas, e eu aproveitando de olhos abertos. O copo de vidro escapou das mãos trêmulas dela e estourou no chão com um baque surdo que parou a sessão na hora.
Dom Gerardo ria com aquela risada grossa que saía do peito dele, me segurando firme pelos quadris e deixando as marcas vermelhas dos dedos. Dom Gerardo (Gritando com a voz rouca, pingando de suor) "Olha como essa puta se abre, Gerardo! Como eu senti sua falta, norinha!" Gerardo não aguentou mais. Vi pelo canto do olho ele desabotoando o cinto com raiva, soltando o metal com um estalo violento. Ele avançou até a cama, empurrou a mesinha de cabeceira derrubando um copo d'água e subiu no colchão, se posicionando de frente pra mim. Gerardo (Me puxando o cabelo com força, me obrigando a olhar pra ele). Mmm, gostosa, como meu pai te come, você gosta de sentir a pica do seu sogro, né, meu amorzinho? Claudia: HHAAA SIM, EU AMO, ME PREENCHE MAIS QUE A SUA! Gerardo não pediu permissão. Com o velho me comendo por trás sem parar o ritmo (plak, plak, plak), Gerardo se ajeitou com agressividade e me penetrou de uma vez pelo cu, por aquele lado que ele nunca na vida tinha tido coragem nem de tocar.
O grito que soltei ecoou pelo apartamento inteiro. Foi um puxão seco, uma dor latejante que me deixou sem ar por dois segundos, mas quando os dois homens começaram a coordenar as estocadas, minha cabeça virou uma merda. Plak, plak, plak, plak, plak. O som era ensurdecedor. O choque dos corpos de pai e filho contra minha bunda e minhas coxas soava como uma surra ritmada. A cama de madeira rangia como se fosse desmoronar.
Claudia (Pensando, ofegante, com a visão turva pela sobrecarga) "São Antônio Santo! Estão me partindo ao meio... o velho de um lado destruindo minha buceta e o filho enfiado até o fundo no meu cu... os dois ao mesmo tempo, os dois suando em cima de mim. O Gerardo virou uma fera... é isso que eu queria, ter os dois homens da casa me usando como sua putinha pessoal." Gerardo (Com os dentes cerrados, cravando as unhas nos meus ombros) "Sente quem tá te enchendo, Claudia! Sente quem são seus donos!" Claudia (Gemendo sem controle, mexendo a cintura pra apertar os dois) "Os dois!... Ahhh!... Os dois, meus homens... continuem assim, vocês vão me matar!" Seu Gerardo (Soltando uma gargalhada selvagem) "Isso, filhão, mete forte que essa gostosa aguenta dos dois lados!" Gozamos quase juntos numa explosão de gemidos, saliva e suor que nos deixou jogados os três em cima da coberta manchada. Eu fiquei no meio, respirando igual bicho atropelado, sentindo os fluidos escorrendo pelas minhas pernas e a entreperna ardendo. O Gerardo tava jogado do meu lado esquerdo, ofegando com a testa colada no meu pescoço; o velho do lado direito, dando palmadinhas na minha bunda. Claudia (Pensando, olhando pro teto com o coração batendo a mil) "Não tem mais volta. O Gerardo cruzou a linha e ficou igual ou mais doente que o pai. Agora a festa é de três." Duas semanas depois fomos pra fazenda. A gravidez já começava a aparecer com uma barriguinha dura, e a desculpa perfeita era que o ar do campo me fazia bem. Mas o verdadeiro tesão era estar debaixo do mesmo teto que a minha sogra. Saber que a velhinha tava na sala rezando pra Virgem da Saúde enquanto nós três nos ajeitávamos no quarto principal dava um tempero que me mantinha molhada o dia inteiro. Era quase meia-noite. A velha tinha apagado as luzes da sala e ido pro quarto dela no fundo do corredor. Nós deixamos a porta do quarto de casal apenas entreaberto, com a luz do abajur iluminando a cama. Eu estava de quatro no centro do colchão, nua, com a barriga pendendo um pouco. Gerardo me segurava pelas cadeiras metendo por trás, enquanto o Dom Gerardo estava parado na frente, me segurando pelo cabelo e enfiando o pau na minha boca até me fazer engasgar.
A bagunça no quarto era brutal. O colchão batia forte contra a parede de madeira. Ploc, ploc, ploc, ploc. Eu nem disfarçava os gemidos. Adorava que a madeira da fazenda amplificasse o som do choque das carnes. De repente, ouvi o rangido do piso de cerâmica no corredor. A maçaneta da porta girou devagar. Minha sogra, que vinha andando de chinelo com um copo d'água e um terço de madeira na mão pra ver se precisávamos de algo, empurrou a porta. A luz do abajur bateu de cheio na cara dela. Ela nos viu os três: o marido dela com o pau na minha boca, o filho dela por cima da minha bunda me dando porradas secas, e eu aproveitando de olhos abertos. O copo de vidro escapou das mãos trêmulas dela e estourou no chão com um baque surdo que parou a sessão na hora.
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