Os dias se passaram e meu filho e seus três amigos se acostumaram com o novo ambiente da casa que eu e meu marido proporcionamos. Me olharem o rabo, as tetas e minha buceta não era nada que devesse dar vergonha ou incomodar. Pelo contrário, incentivamos o Carlos com comentários sobre aquele rabo lindo que eu tinha, enquanto eu ajudava a vesti-los e sempre buscava as poses mais quentes para os olhos deles. Enquanto todos curtíamos esse jogo, era evidente que eles sonhavam com muito mais do que só olhar. Mas, com o quanto eram novinhos e a quase nula ou nenhuma experiência sexual com uma mulher, até mesmo com uma da idade deles, o medo falava mais alto. E, embora parecesse que olhar era pouco, para esses quatro adolescentes era tocar o céu, e nós tínhamos a certeza de sempre manter o controle do jogo, porque as migalhas que dávamos eram ouro para eles. Assim passaram uns dias até que comecei a notar minha gaveta de calcinhas revirada e que uma ou outra calcinha sumiu. Comentei com o Carlos e, enquanto ele me ouve, enfia a mão dentro da minha calça pra começar a me masturbar, puxando a calcinha pro lado e metendo um, dois dedos na minha buceta já encharcada, que começa a mexer minhas cadeiras pra frente e pra trás seguindo o ritmo dos dedos dele, enquanto ele me conta no ouvido o que acha que está acontecendo, com seu desejo evidente e ainda mais ardente, que é: "será que nosso filho levou os amigos pro nosso quarto escondido e mostrou pra eles minha calcinha pra baterem uma punheta?" E o Carlos se pergunta: será que eles fazem em grupo ou cada um sozinho? Carlos: "Será que eles levam as calcinhas no rosto pra sentir o gosto da sua bucetinha, Mônica?" Mônica: "Eles devem dar uma cheirada bem profunda pra sentir meu cheirinho gostoso de buceta." Carlos: "E uma punhetada pensando em você com elas vestidas, até ficarem bem durinhos e quentes, e aí esfregam elas contra suas calcinhas com tudo." Mônica: "Que delícia quente, eles vão enrolar nas minhas calcinhas e bater uma punheta bem devagar até quase gozar, mas vão segurar. o que mais puder para aproveitar ao máximo. Carlos _sim, e vai onde der pra não sujar. Nisso eu desabotoei a calça do meu marido e comecei a fazer uma punheta bem lenta, do jeito que ele me dizia que os quatro fariam com a minha calcinha. Eu ficava imaginando eles até que meu marido me diz estas palavras: "como eu queria que os quatro entrassem no quarto nesse exato momento e nos vissem e sem dizer nada sentassem na cama de frente pra gente e fizessem a melhor punheta da vida deles com a gente de incentivo". nós dois aceleramos nossas mãos, eu por causa desse comentário e ele por causa do meu ritmo mais rápido na punheta e eu não aguentei mais, gozei primeiro numa explosão sujando o chão, meu marido e a roupa que a gente tava vestindo, já meu marido quando tá prestes a gozar me abaixou e meteu o pau na minha boca continuando a masturbar ele até explodir e eu sinto o gozo quente dentro da minha boca enchendo ela, ele tirou o pau, abri a boca bem mostrando o líquido branco e brinquei com ele um instante e engoli me sentindo uma puta suja, só como quando vi meu vídeo no PC do meu filho e pensei que ele se masturbava me olhando. Um ou dois dias depois, enquanto meu filho e o grupo de punheteiros que ele tinha de amigos não estava em casa, chega meu esposo com umas sacolas, me pega e me abraça por trás acariciando minhas cinturas indo pra frente até minha entreperna e metendo as mãos dentro da minha calcinha e aproximando a cara da minha orelha dizendo "tenho uma surpresa pra tua buceta babar de tão quente que vai ficar" e me mordisca a orelha. A surpresa era umas mini câmeras que ele tinha comprado online (que eram pra ficar escondidas e ninguém ver elas). A ideia dele queria ver eles se masturbando com minha roupa íntima e fazer de alguma forma que não estava clara que eles reconhecessem isso na nossa frente. Enquanto eu queria contar pra eles que nosso filho tinha nosso vídeo e com certeza mostrou pros amigos e talvez os quatro tivessem se tocado mais de uma vez masturbação sem saber que era eu. Conecto as câmeras e a gente arruma uma desculpa pra deixar eles sozinhos num sábado à noite pra que os quatro garotos curtissem horas e horas com a minha roupa íntima. A gente foi jantar num restaurante com amigos e de lá fomos parar numa balada, só nós dois, que nunca tínhamos ido e ninguém nos conhecia. Queríamos recriar o clima com os garotos, mas com estranhos: eu queria me sentir desejada, gostosa, safada, e ele queria ver como os homens me devoravam com os olhos, e que mais de um tivesse coragem de chegar em mim quando ele fosse buscar uma bebida ou ao banheiro. Bom, não aconteceu nada disso — me devoraram com os olhos e mais de um chegou em mim, até com meu marido do lado, mas a gente se sentiu desconfortável, estranho, e não excitados e com tesão como em casa com os amigos do filho e ele. A noite terminou assim. Na segunda de manhã, quando o Lucio foi pra escola, meu marido veio em casa pra ver o que tinha rolado no sábado enquanto a gente não estava: o Carlos tinha as câmeras conectadas num app no celular dele. Ele chegou todo nervoso, apressado, e conectou o celular na TV da sala, que é bem grande, pra não perder nenhum detalhe. Nas primeiras horas não tinha nada — eles estavam comendo e jogando videogame, mas aí o Lucio faz um sinal pra eles subirem e bingo, aparecem na câmera do corredor entrando no nosso quarto (nós dois colocamos cara de satisfação sem dizer nada). Eles acendem a luz e vão direto na gaveta da minha roupa íntima. Cada um escolhe uma peça pra levar ao nariz e cheirar, e depois passar pelo volume da virilha por cima da calça, pra desabotoar a calça, meter a mão e puxar o pau pra frente e pra trás, começando o ritual da masturbação. Quando os quatro descem pra sala andando como podem, já que estão com as calças abaixadas até os tornozelos, e o Pablo tira o celular dele e parece que conecta na TV, igual a gente agora. Comecei ali sentada a me masturbar sozinha na frente do meu marido, e ele fez o mesmo. A gente gozou muitas vezes naquela manhã vendo. o vídeo dos quatro se masturbando não precisamos trocar de roupa. E num sábado à noite que os quatro pré-adolescentes estavam em casa como sempre, seus olhares no meu rabo e algum elogio tipo "hermosa Booty" e coisas assim, tinham começado a me dizer nada muito pesado, embora eu quisesse que eles aumentassem o tom, encorajada pelo meu marido. Terminamos de jantar e os amigos do meu filho e ele iam ver um filme no quarto do meu filho quando sai da minha boca: Mônica _ por que vocês não assistem aqui já que a TV é bem maior? Lucio _ não, mãe. É bem melhor e mais confortável meu quarto. Pablo _ não, dona Mônica, assim a gente não faz barulho e a senhora e seu marido podem dormir tranquilos. (Assim os quatro adolescentes deram desculpas idiotas só pra ficar no quarto do Lucio e não serem incomodados). Mônica _ é isso mesmo ou vocês acham a privacidade do quarto do Lucio confortável pra... "brincar com vocês mesmos" (falei isso com um sorrisinho e fazendo o gesto de masturbação com a mão na frente de todos). Pablo _ "nãoo, como é que a senhora pensa isso, sra, a gente tá todo junto e na casa de um amigo como o Lucio. Sebastião _ nãoo, a gente jura pela o que for, sra (ficaram nervosos, assustados). Facundo _ sim, é verdade, a gente não faria isso em casa alheia. Lucio _ mãe, como você tem coragem de falar isso. Carlos _ bom, não fiquem bravos, não é nada demais hahaha... Mônica _ vocês me olham o dia inteiro o rabo, nessa idade não se aliviam com uma masturbação. Os meninos responderam "Nãao" em coro. Carlos _ vamos, garotos, não tenham medo hahaha, não acontece nada. Mônica _ que meu rabo não agrada vocês, meninos, que não fazem uma punheta em minha homenagem. Vamos... Falem a verdade que a gente não vai ficar brava. Os meninos _ "Nãao, a gente jura". Mônica _ beleza? Que tal se vocês me contarem e ganham um prêmio, mas minha condição é que eu escolho o prêmio e ninguém discute minha decisão. Os meninos _ tá bom (hesitaram um momento, mas um a um foram aceitando). Mônica _ calma (falei isso piscando um olho pra eles se acalmarem). Assim foram confessando que os quatro Fins de semana que ficavam aqui e em outras casas colocavam um vídeo xxx e se masturbavam cada um com seu pau. Mas nem sempre, embora na minha casa se masturbassem muito mais do que nas outras e comigo era mais prazeroso pelo meu cu que eu deixava ver à vontade, mas colocavam mesmo assim um filme. Depois da reunião esperavam ansiosos pela recompensa, peguei o celular do meu marido, coloquei uma música sexy e comecei a dançar para eles (sem tirar nenhuma peça de roupa, estava com um short curto meio justo com meio rabo de fora, e uma regata que deixava minha barriguinha de fora com um decote importante mas sem ser exagerado). E sentir os desejos no olhar deles me deixou super excitada, embora eu quisesse ir mais além, me contive pelo meu marido e porque um pouco devia se sentir mal (mesmo que ele não sentisse assim). Dancei um minuto mais ou menos, me aproximei deles e me inclinei deixando meu decote na altura das cabeças deles e com as mãos puxei a regata para baixo deixando ver a parte de cima do sutiã que era preto de renda e provocando disse: Mônica _ imaginem o resto do conjunto, vão se deitar e façam uma punheta que se se comportarem bem pode ser que tenha mais prêmios mas não prometo nada. Pablo _ como quais? Mônica _(pensei um instante e respondi) me ver de biquíni, faz tempo que você (falei pelo meu filho Lúcio) e você pai e eu não vamos à praia, vocês não gostariam e poderiam ir seus amigos. Lúcio _ mas seu biquíni é meio comum, não mostra muito. Mônica _ não o que eu tenho, mas levaria um especial para garotos que se masturbam com as mães dos amigos e filhos tarados, pensem no meu cu quase nu, não querem ver isso meus amores? Vão se deitar agora e aproveitem a juventude de vocês. Foram embora e terminei super excitada, assim que entramos no meu quarto eu e meu marido demos uma bela transada, enquanto os garotos devem ter ficado se masturbando a noite toda. Demoramos uns dias para planejar a viagem, pedimos a permissão dos pais dos amigos do Ele se destacou e saímos, era de dia e foi num sábado, a gente ia pra uma praia pouco conhecida no interior de Mar del Plata, e como não era temporada não teria muita gente. Fomos na caminhonete, cabíamos todos confortavelmente nela. Enquanto íamos pela estrada, meu marido e os meninos deram vontade de ir ao banheiro, pararam no meio da estrada atrás de uma pedra, afastados da pista, pra fazer suas necessidades, enquanto eu esperava dentro da caminhonete. Quando vejo eles vindo, me surge uma ideia super quente, saio do veículo e fico a três metros de onde eles vinham andando e digo: Mônica _ espera, que eu quero fazer xixi. E peguei minha calcinha branca e puxei até os tornozelos, me agachei dobrando e abrindo minhas pernas, levantando minha saia jeans solta que eu vestia, de costas pra eles, sem que nada pudesse esconder a visão deles de mim. E começo a fazer xixi, eles puderam ver o jato de urina saindo de mim, não sei por que fiz isso, mas o clima ficou super erótico. Em cima da caminhonete não houve nenhum comentário, mas os olhares sobre mim com toda a libido dos quatro adolescentes e meu marido, foi até chegar na praia. Onde me troquei dentro da caminhonete, colocando um biquíni preto que não deixava nada pra imaginação, minha bunda estava quase nua, se não fosse pelo fio que se enfiava dentro do meu cu, e meus peitos pareciam que iam escapar do bojo da malha, como se fosse um número menor. A parte da minha buceta estava apertada, saía parte dos lábios pelos lados. Entre olhares e ereções dos meninos, o dia foi passando, o melhor foi quando entramos pra brincar dentro da água, aí pude sentir alguns roços contra meu corpo dos membros viris deles, e estavam duríssimos, todos me apoiaram, incluindo meu filho e meu marido, mas como era temporada baixa, a água estava muito fria e saímos rápido da água e fomos tomar sol, eles com os olhos cravados em mim e eu curtindo eles, abria bem as pernas e assim passamos aquele dia lindo, chegamos. Em casa jantamos cedo e eles já queriam ir dormir (na real queriam bater umas punhetas, o dia foi muito excitante pra eles e pra mim e pro Carlos também). Mônica vai se masturbar, tanto que curtiram esse dia. Sorri e meu marido se aproxima por trás de mim, me apoiando na frente dos caras, me dá um beijo de língua que eu correspondo e ele apalpa minhas tetas por cima da camiseta e, descendo, acariciando minha barriguinha, vai pra parte de baixo das costas e sobe devagar até chegar onde prende o sutiã. Ele desabotoa, tira na frente deles, eu sorrio pra eles e o Carlos joga o sutiã pros caras. Mônica: "Gostosos, aproveitem... Mas me devolvem quando não usarem mais, pra eu lavar". Assim fomos todos dormir cedo e naquela noite, enquanto eu dava pro meu marido, pensando na maratona de punheta que tava rolando no quarto ao lado. Começa a se ouvir gemidos de uma mulher, era óbvio que tinham colocado um pornô com volume alto pra eu e meu marido ouvirmos que eles estavam se batendo igual loucos. Minha reação a isso foi tirar a mão do meu marido da minha boca pra eles sentirem meus gritos de como o Carlos me comia. Assim ficamos até altas horas da madrugada, ouvindo meus gritos de prazer e os deles, começando um novo jogo. De manhã eu acordo por último, os caras já tinham saído de casa e meu marido me disse que eles deixaram algo pra mim. Saio do quarto e no batente da porta os caras deixaram meu sutiã, o que eu dei na noite pra eles se masturbarem com algo meu, pra ser especial. O sutiã tava cheio de porra por todos os lados. Continua. PS: Desculpa se faço muito longo, os detalhes dão emoção à história, se não gostarem vejam um vídeo pornô, vão ver várias partes igualmente longas.
2 comentários - A parte 2 do vídeo roubado