Meu nome é Allison Jimena, me considero uma garota normal. Uma garota que você tem como vizinha. Que você encontra no transporte público. Que você vê e talvez pense "Ah, olha, que garota bonitinha". Mas de jeito nenhum me confundiriam com uma modelo ou uma estrela. Tenho 23 anos. Sou de pele branca, dizem que tenho olhos e lábios muito bonitos e que tenho cara de santinha kkkk, meus peitos são proporcionais ao meu corpo, regulares mas não pequenos, e o que eu tenho é uma bunda boa, ou pelo menos é o que mais elogiam em mim, até meus ex kkkk, é isso que faz eu não passar despercebida pelo olhar dos homens. Não me considero gostosa, na verdade me acho normal, com um corpo tonificado pelos exercícios. Mas não se deixem enganar. Minha carinha de santa é uma máscara que esconde por baixo uma louquinha de libido super desenvolvida, com um vício doentio em ser puta, em dar e em se tocar. Me apresento com uma fotinha:
Há um tempo atrás, cansada de ser empregada e de ser assediada pelo meu chefe que só queria me levar pra cama, criei coragem e comecei meu próprio negócio de venda de produtos de limpeza. Eu ainda morava na casa dos meus pais e era um pouco mais nova, não tanto, mmmm isso aconteceu há um ano e meio. Vendia vassouras, detergentes, luvas de látex e até máscaras e álcool em gel. Pra resumir, o negócio ia de vento em popa. Vendia muito bem e minhas finanças cada vez melhores. E na minha sabedoria infinita, pensei que era a hora certa de me independer e ter meu próprio espaço. E foi assim, aluguei um apartamentinho onde montei meu negócio e não vou negar, tava feliz. Trabalhava sem sair de casa, vendia bem e, acima de tudo, tinha a privacidade de morar sozinha com minhas próprias regras. Essa mesma privacidade me permitia receber minhas visitas sexuais com quem eu quisesse sem ninguém perceber, haha. Bom, só os vizinhos pelos gemidos que eu dava kkkk, e era óbvio que como qualquer garota da minha idade, transar já faz parte das nossas vidas e também a masturbação, ainda mais porque eu amo e até tenho minha coleção de brinquedos sexuais. Agora sim, não precisava esconder nada nem me preocupar em fazer barulho quando queria me masturbar, muito menos de usar calcinha bem sexy e provocante ou andar completamente pelada na minha casa, podia fazer o que quisesse. Mas quando morava na casa da minha mãe, tinha que me comportar como uma mocinha boazinha. Mas enfim, de repente minhas vendas começaram a cair e tudo foi pro caralho. Embora os produtos de limpeza ainda tivessem demanda, começaram a surgir vendedores de máscara e gel por todo lado. Nem preciso dizer que meu negócio foi decaindo a ponto de minha situação financeira passar de estável pra extrema. Ainda tinha lucro, mas comecei a atrasar o pagamento do aluguel e, óbvio, o dono não tava nem aí pra isso. E bom, era dia primeiro do mês e só eu tinha metade do aluguel e nem como conseguir o resto. Tinha conseguido uma entrevista de emprego para a tarde desse dia. Meu plano era tomar um banho, vestir uma roupa bonita e sair pra entrevista. Pensava em vestir algo simples mas sexy. Não sexy demais nem muito menos parecer uma putona, mas algo que chamasse a atenção do meu entrevistador, mas ao mesmo tempo me fizesse parecer alguém confiável e capaz pra posição do trabalho disponível. E principalmente, minha intenção era sair antes que o seu Pepe, o dono do apartamento, chegasse pra cobrar o aluguel. E não é que eu goste de me comportar assim com o senhor, afinal ele sempre tinha sido legal e paciente comigo. Mas essa já era a terceira (ou quarta?) vez que eu tinha que pedir mais tempo pra completar o aluguel e, sinceramente, eu morria de vergonha de ter que fazer isso. Talvez eu conseguisse um empréstimo durante o dia e mais tarde levasse até a casa dele ou algo assim. Qualquer coisa era melhor do que ter que encarar ele de frente. O problema: eu ainda estava na cama. E sem vontade de levantar. Pelo relógio, eu tinha umas duas horas antes do meu senhorio chegar. E mais uma pra entrevista. Tava há 2 anos sem parceiro fixo nem relacionamento estável, óbvio que eu tinha amigos com benefícios e caras que me tiravam a calentura, mas não tinha dado pra ninguém fazia uns 2 meses, então minha bucetinha já tava com saudade de ter um pau dentro e ser arrombada. Decidi recorrer ao meu vício, e pegando meu celular entrei no Twitter. Procurei umas rolas grandes, veiudas e negras que eu adoraria ter dentro de mim. E comecei a ver elas e não demorou muito pra eu ficar toda molhada imaginando sentando nelas. Abri minhas pernas e com isso empurrei minha gata que costumava dormir comigo. Irritada, ela se mexeu de lugar e me lançou um olhar acusador. Sua puta! Quase ouvi ela me dizer. Ignorando ela, puxei minha calcinha fio dental pro lado e comecei a esfregar minha buceta, primeiro devagar e depois mais forte e com mais velocidade. Enfiei um dedo. Depois outro. Metia e tirava meus dedos enquanto eu via as picas enormes que apareciam pra mim, me dava uma puta excitação. Minha bucetinha tava escorrendo mel e não custou nada enfiar um terceiro dedo. Um quarto já seria demais, embora naquele momento eu desejasse enfiar a mão inteira kkkk.
Soltando meu celular, estendi a mão até o criado-mudo ao lado da cama e peguei meu desodorante favorito, não tinha tempo pra ir buscar um vibrador ou um dildo, então aquilo serviria. Favorito não pelo cheiro, mas pelo formato de pênis kkkk. Passei ele pelos meus lábios, lubrificando com minha saliva e depois posicionei entre minhas pernas. Pressionei contra minha buceta e a saliva junto com meus fluidos fizeram o resto. De uma só enfiada, meti até o fundo. "Ugggh!" gemi ao sentir o pênis improvisado de plástico abrindo caminho entre meus lábios vaginais e se alojando na minha caverna faminta, enquanto minha putinha continuava com aquele olhar acusador. Putinha! Ouvi ela me dizer de novo, ela tava vendo eu me masturbar.
Comecei um movimento de vai e vem enquanto a umidade da minha buceta e o atrito do desodorante se combinavam para fazer um barulho escandaloso que só aumentava. Levei os dedos da minha mão livre até a minha ppk, encharcando-os dos meus fluidos para depois levá-los à boca. Eu não tinha tendências lésbicas, mas adorava provar meus próprios sucos, isso me excita e me deixa mais quente. Depois levei minha mão até meus peitos para beijá-los e espremê-los, tentando me machucar o máximo possível; às vezes eu os mordia e apertava tão forte que soltava um gemido, enquanto sentia meu orgasmo se aproximando. Adoro me sentir usada e também a dor no sexo. "Assim, papai, assim. Me come, me destrói a buceta. Sou sua putinha, sou sua putinha. Mas não para, não paraaa!" gritei em voz alta, imitando os muitos diálogos que tanto curtia nas minhas sessões sexuais, enquanto me contorcia em espasmos, dominada por um orgasmo brutal. Senti minha caverna quente e excitada jorrando litros e litros de fluidos. Embora eu não tivesse a capacidade de fazer um squirt tão escandaloso, eu lubrificava o suficiente para respingar nas minhas pernas e na minha cama.
Tirei o desodorante de dentro de mim enquanto permanecia desfalecida na cama tentando recuperar o fôlego. Dando uma olhada rápida no meu brinquedo sexual improvisado, vi ele banhado em uma camada espessa e branca, quase igual a quando alguém me enchia de porra. Minha creme vaginal, como eu chamava, estava bem agitada, minha respiração totalmente acelerada, eu via meu peito subindo e descendo rapidamente, minhas pernas tremiam sem parar e eu estava com muito calor, sentia meu corpo todo quente e suado. Eu adorava saber que tinha me excitado tanto a ponto de tirar minha creme hahaha. Joguei o desodorante na cama, e então vi minha putinha, curiosa por natureza, se aproximar pra cheirar ele e segundos depois começar a lamber. "Hahaha, quem é a putinha agora, seu idiota?" pensei comigo mesma enquanto continuava tentando puxar ar pros meus pulmões e minha putinha curtindo meus fluidos que eu acabava de tirar. Dava pra ver que ela tava adorando e que o gosto era bom, ou talvez por ser uma putinha e eu uma mulher no cio, ela queria me comer, mas isso não podia ser, então tinha que se contentar em provar meus fluidos. Além do mais, minha putinha já me viu inúmeras vezes me masturbando e até transando hahaha, então ela já conhece meus segredos mais obscuros. Depois de um tempo, sentindo a alma voltar pro meu corpo, decidi que já era hora de me levantar. Tirei minha camisola de dormir. Depois deslizei minha calcinha pelas pernas e fui inspecioná-la um pouco. Ela mostrava uma mancha branca grande e cheirosa na altura onde ficava minha bucetinha, então lambi pra limpar aquela mancha e provar o que minha putinha tinha comido hahaha, e isso me deixou cheia de tesão. Depois de limpar minha calcinha dos meus fluidos, levei pro cesto de roupa suja. Fui pro banheiro e estava prestes a entrar quando minha putinha começa a choramingar indicando que quer sair pro quintal pra fazer as necessidades dela, como sempre faz toda manhã. "Ai, sua putinha idiota, não tá vendo que tô com pressa?" falei pra minha putinha que só ficou me encarando. Me enrolei numa toalha e abri a porta e, oh meu Deus! Bem nesse momento encontro parado seu Zé, o caseiro, prestes a bater na minha porta. Seu Zé é um senhor de uns sessenta e tantos anos. É um homem alto, magro e daqueles que dá pra ver que trabalharam a vida inteira. E com isso quero dizer que ele tem mãos grandes e fortes, e apesar da idade, anda ereto e parece saudável. Até me atreveria a dizer que ele me dá a impressão de que na juventude deve ter sido bonito e galanteador. Sempre me tratou com respeito e até com carinho. Igual qualquer coisa que eu precisasse no apartamento, seja um conserto de encanamento, o ar-condicionado ou o aquecedor, eu demorava mais pra avisar ele do que ele demorava pra mandar alguém resolver o problema. Quando houve rumores de ladrões nas redondezas da vila, ele mandou colocar grade nova nas minhas janelas e luzes por todo o pátio pra gente não ficar no escuro. Eu sempre sentia que ele era bem protetor comigo e, sinceramente, eu gostava disso. Por isso mesmo, morria de vergonha de ter que ficar devendo o aluguel por mais um mês. "Oi, mocinha, estava quase batendo na porta" disse seu Zé, tão surpreso quanto eu. Principalmente por me encontrar enrolada só numa toalhinha pequena. "Seu Zé! Desculpa, hehe... não esperava o senhor tão cedo... hehe" respondi nervosa, tanto pela questão do aluguel quanto por estar quase nua, só com minha toalhinha. Eu tentava esticar a toalha minúscula na parte de cima pra cobrir meus peitos, mas ao mesmo tempo tentando não subir demais e mostrar minha buceta, e seu Zé que permanecia imóvel na minha frente e visivelmente nervoso. "Desculpa, mocinha, não pensei em te encontrar num momento tão desconfortável pra você, mas vim buscar o aluguel. Eu sei que normalmente venho mais tarde, mas estava aqui nas redondezas e decidi passar de uma vez. Você tem o dinheiro?" disse seu Zé, e eu queria que naquele momento a terra me engolisse e me cuspisse na China. "Ai, seu Zé, é que... sabe...” respondi, sentindo meu rosto ficar vermelho de vergonha. Nem mesmo estar quase nua na frente dele me envergonhava tanto quanto ter que inventar uma desculpa pra não pagar o aluguel. “Você não tem?” disse meu senhorio, adivinhando minha resposta. “Bom... só tenho a metade. O senhor sabe como a situação ficou difícil e então... então... não consegui completar. Se pudesse me esperar mais uma semana... ou me dá uma chance só hoje que eu te pago. Mais tarde tenho uma entrevista de emprego e tô confiante de que vão me contratar. E também vou falar com um amigo pra me emprestar o dinheiro que falta” respondi, sentindo meu rosto como um arco-íris de mil cores. Parte 2?...
Há um tempo atrás, cansada de ser empregada e de ser assediada pelo meu chefe que só queria me levar pra cama, criei coragem e comecei meu próprio negócio de venda de produtos de limpeza. Eu ainda morava na casa dos meus pais e era um pouco mais nova, não tanto, mmmm isso aconteceu há um ano e meio. Vendia vassouras, detergentes, luvas de látex e até máscaras e álcool em gel. Pra resumir, o negócio ia de vento em popa. Vendia muito bem e minhas finanças cada vez melhores. E na minha sabedoria infinita, pensei que era a hora certa de me independer e ter meu próprio espaço. E foi assim, aluguei um apartamentinho onde montei meu negócio e não vou negar, tava feliz. Trabalhava sem sair de casa, vendia bem e, acima de tudo, tinha a privacidade de morar sozinha com minhas próprias regras. Essa mesma privacidade me permitia receber minhas visitas sexuais com quem eu quisesse sem ninguém perceber, haha. Bom, só os vizinhos pelos gemidos que eu dava kkkk, e era óbvio que como qualquer garota da minha idade, transar já faz parte das nossas vidas e também a masturbação, ainda mais porque eu amo e até tenho minha coleção de brinquedos sexuais. Agora sim, não precisava esconder nada nem me preocupar em fazer barulho quando queria me masturbar, muito menos de usar calcinha bem sexy e provocante ou andar completamente pelada na minha casa, podia fazer o que quisesse. Mas quando morava na casa da minha mãe, tinha que me comportar como uma mocinha boazinha. Mas enfim, de repente minhas vendas começaram a cair e tudo foi pro caralho. Embora os produtos de limpeza ainda tivessem demanda, começaram a surgir vendedores de máscara e gel por todo lado. Nem preciso dizer que meu negócio foi decaindo a ponto de minha situação financeira passar de estável pra extrema. Ainda tinha lucro, mas comecei a atrasar o pagamento do aluguel e, óbvio, o dono não tava nem aí pra isso. E bom, era dia primeiro do mês e só eu tinha metade do aluguel e nem como conseguir o resto. Tinha conseguido uma entrevista de emprego para a tarde desse dia. Meu plano era tomar um banho, vestir uma roupa bonita e sair pra entrevista. Pensava em vestir algo simples mas sexy. Não sexy demais nem muito menos parecer uma putona, mas algo que chamasse a atenção do meu entrevistador, mas ao mesmo tempo me fizesse parecer alguém confiável e capaz pra posição do trabalho disponível. E principalmente, minha intenção era sair antes que o seu Pepe, o dono do apartamento, chegasse pra cobrar o aluguel. E não é que eu goste de me comportar assim com o senhor, afinal ele sempre tinha sido legal e paciente comigo. Mas essa já era a terceira (ou quarta?) vez que eu tinha que pedir mais tempo pra completar o aluguel e, sinceramente, eu morria de vergonha de ter que fazer isso. Talvez eu conseguisse um empréstimo durante o dia e mais tarde levasse até a casa dele ou algo assim. Qualquer coisa era melhor do que ter que encarar ele de frente. O problema: eu ainda estava na cama. E sem vontade de levantar. Pelo relógio, eu tinha umas duas horas antes do meu senhorio chegar. E mais uma pra entrevista. Tava há 2 anos sem parceiro fixo nem relacionamento estável, óbvio que eu tinha amigos com benefícios e caras que me tiravam a calentura, mas não tinha dado pra ninguém fazia uns 2 meses, então minha bucetinha já tava com saudade de ter um pau dentro e ser arrombada. Decidi recorrer ao meu vício, e pegando meu celular entrei no Twitter. Procurei umas rolas grandes, veiudas e negras que eu adoraria ter dentro de mim. E comecei a ver elas e não demorou muito pra eu ficar toda molhada imaginando sentando nelas. Abri minhas pernas e com isso empurrei minha gata que costumava dormir comigo. Irritada, ela se mexeu de lugar e me lançou um olhar acusador. Sua puta! Quase ouvi ela me dizer. Ignorando ela, puxei minha calcinha fio dental pro lado e comecei a esfregar minha buceta, primeiro devagar e depois mais forte e com mais velocidade. Enfiei um dedo. Depois outro. Metia e tirava meus dedos enquanto eu via as picas enormes que apareciam pra mim, me dava uma puta excitação. Minha bucetinha tava escorrendo mel e não custou nada enfiar um terceiro dedo. Um quarto já seria demais, embora naquele momento eu desejasse enfiar a mão inteira kkkk.
Soltando meu celular, estendi a mão até o criado-mudo ao lado da cama e peguei meu desodorante favorito, não tinha tempo pra ir buscar um vibrador ou um dildo, então aquilo serviria. Favorito não pelo cheiro, mas pelo formato de pênis kkkk. Passei ele pelos meus lábios, lubrificando com minha saliva e depois posicionei entre minhas pernas. Pressionei contra minha buceta e a saliva junto com meus fluidos fizeram o resto. De uma só enfiada, meti até o fundo. "Ugggh!" gemi ao sentir o pênis improvisado de plástico abrindo caminho entre meus lábios vaginais e se alojando na minha caverna faminta, enquanto minha putinha continuava com aquele olhar acusador. Putinha! Ouvi ela me dizer de novo, ela tava vendo eu me masturbar.
Comecei um movimento de vai e vem enquanto a umidade da minha buceta e o atrito do desodorante se combinavam para fazer um barulho escandaloso que só aumentava. Levei os dedos da minha mão livre até a minha ppk, encharcando-os dos meus fluidos para depois levá-los à boca. Eu não tinha tendências lésbicas, mas adorava provar meus próprios sucos, isso me excita e me deixa mais quente. Depois levei minha mão até meus peitos para beijá-los e espremê-los, tentando me machucar o máximo possível; às vezes eu os mordia e apertava tão forte que soltava um gemido, enquanto sentia meu orgasmo se aproximando. Adoro me sentir usada e também a dor no sexo. "Assim, papai, assim. Me come, me destrói a buceta. Sou sua putinha, sou sua putinha. Mas não para, não paraaa!" gritei em voz alta, imitando os muitos diálogos que tanto curtia nas minhas sessões sexuais, enquanto me contorcia em espasmos, dominada por um orgasmo brutal. Senti minha caverna quente e excitada jorrando litros e litros de fluidos. Embora eu não tivesse a capacidade de fazer um squirt tão escandaloso, eu lubrificava o suficiente para respingar nas minhas pernas e na minha cama.
Tirei o desodorante de dentro de mim enquanto permanecia desfalecida na cama tentando recuperar o fôlego. Dando uma olhada rápida no meu brinquedo sexual improvisado, vi ele banhado em uma camada espessa e branca, quase igual a quando alguém me enchia de porra. Minha creme vaginal, como eu chamava, estava bem agitada, minha respiração totalmente acelerada, eu via meu peito subindo e descendo rapidamente, minhas pernas tremiam sem parar e eu estava com muito calor, sentia meu corpo todo quente e suado. Eu adorava saber que tinha me excitado tanto a ponto de tirar minha creme hahaha. Joguei o desodorante na cama, e então vi minha putinha, curiosa por natureza, se aproximar pra cheirar ele e segundos depois começar a lamber. "Hahaha, quem é a putinha agora, seu idiota?" pensei comigo mesma enquanto continuava tentando puxar ar pros meus pulmões e minha putinha curtindo meus fluidos que eu acabava de tirar. Dava pra ver que ela tava adorando e que o gosto era bom, ou talvez por ser uma putinha e eu uma mulher no cio, ela queria me comer, mas isso não podia ser, então tinha que se contentar em provar meus fluidos. Além do mais, minha putinha já me viu inúmeras vezes me masturbando e até transando hahaha, então ela já conhece meus segredos mais obscuros. Depois de um tempo, sentindo a alma voltar pro meu corpo, decidi que já era hora de me levantar. Tirei minha camisola de dormir. Depois deslizei minha calcinha pelas pernas e fui inspecioná-la um pouco. Ela mostrava uma mancha branca grande e cheirosa na altura onde ficava minha bucetinha, então lambi pra limpar aquela mancha e provar o que minha putinha tinha comido hahaha, e isso me deixou cheia de tesão. Depois de limpar minha calcinha dos meus fluidos, levei pro cesto de roupa suja. Fui pro banheiro e estava prestes a entrar quando minha putinha começa a choramingar indicando que quer sair pro quintal pra fazer as necessidades dela, como sempre faz toda manhã. "Ai, sua putinha idiota, não tá vendo que tô com pressa?" falei pra minha putinha que só ficou me encarando. Me enrolei numa toalha e abri a porta e, oh meu Deus! Bem nesse momento encontro parado seu Zé, o caseiro, prestes a bater na minha porta. Seu Zé é um senhor de uns sessenta e tantos anos. É um homem alto, magro e daqueles que dá pra ver que trabalharam a vida inteira. E com isso quero dizer que ele tem mãos grandes e fortes, e apesar da idade, anda ereto e parece saudável. Até me atreveria a dizer que ele me dá a impressão de que na juventude deve ter sido bonito e galanteador. Sempre me tratou com respeito e até com carinho. Igual qualquer coisa que eu precisasse no apartamento, seja um conserto de encanamento, o ar-condicionado ou o aquecedor, eu demorava mais pra avisar ele do que ele demorava pra mandar alguém resolver o problema. Quando houve rumores de ladrões nas redondezas da vila, ele mandou colocar grade nova nas minhas janelas e luzes por todo o pátio pra gente não ficar no escuro. Eu sempre sentia que ele era bem protetor comigo e, sinceramente, eu gostava disso. Por isso mesmo, morria de vergonha de ter que ficar devendo o aluguel por mais um mês. "Oi, mocinha, estava quase batendo na porta" disse seu Zé, tão surpreso quanto eu. Principalmente por me encontrar enrolada só numa toalhinha pequena. "Seu Zé! Desculpa, hehe... não esperava o senhor tão cedo... hehe" respondi nervosa, tanto pela questão do aluguel quanto por estar quase nua, só com minha toalhinha. Eu tentava esticar a toalha minúscula na parte de cima pra cobrir meus peitos, mas ao mesmo tempo tentando não subir demais e mostrar minha buceta, e seu Zé que permanecia imóvel na minha frente e visivelmente nervoso. "Desculpa, mocinha, não pensei em te encontrar num momento tão desconfortável pra você, mas vim buscar o aluguel. Eu sei que normalmente venho mais tarde, mas estava aqui nas redondezas e decidi passar de uma vez. Você tem o dinheiro?" disse seu Zé, e eu queria que naquele momento a terra me engolisse e me cuspisse na China. "Ai, seu Zé, é que... sabe...” respondi, sentindo meu rosto ficar vermelho de vergonha. Nem mesmo estar quase nua na frente dele me envergonhava tanto quanto ter que inventar uma desculpa pra não pagar o aluguel. “Você não tem?” disse meu senhorio, adivinhando minha resposta. “Bom... só tenho a metade. O senhor sabe como a situação ficou difícil e então... então... não consegui completar. Se pudesse me esperar mais uma semana... ou me dá uma chance só hoje que eu te pago. Mais tarde tenho uma entrevista de emprego e tô confiante de que vão me contratar. E também vou falar com um amigo pra me emprestar o dinheiro que falta” respondi, sentindo meu rosto como um arco-íris de mil cores. Parte 2?...
2 comentários - Me fodem o rabo por minhas dívidas