Oi, deixa eu me apresentar, meu nome é Gabriela, mas todos os meus amigos me chamam de Gaby, tenho 19 anos, atualmente tô na faculdade cursando direito. A gente mora no México, pra ser mais exata, na Cidade do México, em Polanco. Vou me descrever pra vocês terem uma ideia de como eu sou fisicamente: tenho 1,67 de altura, pele clara, cabelo comprido, num tom castanho bem escuro (quase preto), levemente ondulado, chega até os ombros. Meu corpo é bem proporcionado e curvilíneo, com medidas 110-78-100: peitos fartos, cintura bem marcada e fina, quadris largos e bem definidos; pernas torneadas e pele clara com um brilho saudável, isso tudo graças à minha mãe.
Minha mãe se chama Verônica, tem 42 anos, ela é chefe do departamento de enfermagem do hospital Ángeles Roma, então o horário dela é de 13h30 às 21h30. As folgas dela são rotativas. Descrevendo minha mãe: ela tem 1,60 de altura, medidas 112-66-108 (por isso eu sou assim), cabelo curto, castanho escuro, pernas torneadas, pele clara e, com o uniforme de enfermeira, ela causa mais infarto do que previne (isso é palavra do meu pai).
Meu pai se chama Fernando, tem 44 anos, é um advogado reconhecido aqui na cidade, então tem o escritório dele e, quando não tá lá, tá nos tribunais ou em reuniões com gente do governo, porque ele é assessor de alguns desses caras. Descrevendo meu pai: ele tem 1,80 de altura, cabelo curto, bem cuidado, barba estilo cavanhaque, porte médio, o rosto dele transmite seriedade e impõe presença em qualquer lugar que ele chega. Por ser muito conhecido, não tem lugar que ele vá que não seja cumprimentado e tratado com respeito. Bem, depois de apresentada minha família, agora sim vou começar a contar minha experiência:
Isso começou há uns seis meses, pra ser exata, em março deste ano. Tava saindo da universidade, quando meu pai me liga dizendo que tava por perto e que, se eu já tinha saído das aulas, ele passava pra me buscar. Respondi que sim, mas perguntei se a gente podia levar uma amiga minha em casa, que morava no mesmo caminho, e ele disse que sem problema. Uma vez no carro, eu e minha amiga ficamos conversando sobre os caras, sobre as aulas, essas coisas, até deixarmos ela em casa. Quando ela desceu, a gente se despediu e eu vi minha amiga se despedindo do meu pai de um jeito bem safado (tipo uma fox), andando bem devagar, rebolando a bunda, pra chamar atenção do meu pai.
No caminho de volta pra casa, falei pro meu pai:
Gaby: Mmmm, vi que minha amiga se despediu bem, bem pertinho de você.
Fer: É? Não notei. Se você tá dizendo...
Naquele momento, recebo uma mensagem da minha amiga: "-Seu pai é um gostoso". Ao ler, senti algo que não sentia há muito tempo: ciúmes.
Chegamos em casa, minha mãe não tava, já tinha ido pro trabalho, só deixou a comida pronta pra gente se servir e comer. Meu pai foi pro quarto trocar de roupa, porque tinha ido vestido de forma elegante, já que tinha audiência no tribunal e reuniões. Eu também fui me trocar, vesti uma blusa branca sem manga, meio decotada, um short vermelho, desci e vi meu pai comendo. Me servi e sentei com ele pra comer, conversamos sobre a faculdade, sobre os deveres que passaram na aula, se eu entendia os termos jurídicos, que eu podia usar os livros da biblioteca dele pra fazer a lição.
Terminamos de comer, levei os pratos pra cozinha pra lavar, e enquanto tava lá, notei o olhar do meu pai em cima de mim. Ou foi impressão minha? Enfim, quando terminei de lavar a louça, comentei que ia fazer a lição, então fui pegar minhas coisas. Já na sala, fazendo meu dever... tarefa, observei de relance que meu pai me olha bem sutilmente. Ele me olha e eu noto que está vendo meu decote e minhas pernas, já que o short que estou usando chega até meus quadris e isso faz elas parecerem mais grossas. O estranho é que não me sinto desconfortável. Pelo contrário, me lisonjeia que um homem me olhe assim.
Continuo com minha tarefa, até que vejo meu pai se levantar e me dizer que vai pro quarto dele descansar. Nisso, vejo que marca um volume no short dele, parecendo uma barraca de circo. Fico olhando pro pacote e me envergonho ao ver. Ele percebe, se cobre e anda bem rápido pro quarto dele. Fico chocada, minha mente começa a me trair: será que foi por minha causa que ele ficou assim? Vi que meu pai olhava a bunda da minha amiga, e a minha é maior. Não à toa sou a mais popular entre os caras, mas nunca tive um relacionamento sério, porque sou muito exigente, me atraem pessoas inteligentes, que imponham presença, que sejam cultas, que tenham assunto pra conversar, como MEU PAI.
Caramba!, meu ideal de parceiro é uma pessoa igual ao meu pai. Agora, por outro lado, não vi ele ficar indiferente à minha amiga, e quem dirá... eu?, será que meu pai me acha gostosa? Sacudo a cabeça para me livrar desses pensamentos, percebo que meus peitos estão doendo e noto que meus mamilos estão marcados e aparecendo por baixo da blusa. Fico excitada ao ver a ereção do meu pai.
Já com muito esforço termino minha tarefa. Por volta das 22h, minha mãe chega, troca de roupa e nos sentamos para jantar. Noto um certo nervosismo no meu pai, minha mãe não percebe, ela conta sobre o dia dela, um ferido, um acidente, 2 baleados, etc. Terminamos de jantar, me despeço deles, subo pro meu quarto que fica ao lado do deles, na minha frente está a porta do banheiro, me lavo, escovo os dentes, visto minha camisola de dormir.
Já na minha cama, volto a lembrar do que aconteceu à tarde, vou me esquentando aos poucos, começo a me tocar, pensando no meu último namorado, e é nisso que estou quando começo a ouvir os gemidos da minha mãe:
-Ahhhh meu amor, que gostoso, me dá com força, assim, buceta, assim meu rei, me dá tudo que eu não aguento mais… Hoje você tá mais duro que nos outros dias, continua, continuaaaa…
-Ai amor, que rabo gostoso você tem, ainda mais de quatro, toma, gostou assim, hein?
-Ahhh, ahhh, assim, assim, assim, buceta, assim meu rei…
-Toma, toma…
-ohhhhh Fer, Fer, não tira, me dá tudinho…
-Amor, eu vou gozar, ohhhhhhhhh…
-Siiim, eu sinto, eu sinto ahhh que delícia, que tesão do caralho Ouvir isso me excitou ainda mais rápido, comecei a me masturbar furiosamente pra tentar gozar junto com eles, num momento do meu orgasmo iminente, minha mente me trai e me faz imaginar que estou no lugar da minha mãe recebendo todo aquele prazer, o que fez eu ter um orgasmo tão forte que tive que agarrar meu travesseiro pra não deixarem ouvir meu gemido, que foi mais um grito de prazer, acabei me molhando não só os dedos, mas até a cama fiquei molhando. Fiquei desmaiada, sem forças. No dia seguinte, acordo como de costume, visto minha blusa branca, desabotoo 2 botões pra dar uma valorizada no meu busto, coloco uma calça jeans que acentua mais minha silhueta, e um tênis. Desço pra tomar café, meu pai como sempre bem vestido, conferindo a agenda dele, minha mãe fazendo hotcakes, ela serve o café da manhã, a gente conversa sobre coisas gerais, meu pai me pergunta se já tô pronta pra ele me deixar na universidade, e eu respondo que sim. Por um breve momento, percebo que meu pai olha pro meu decote, desvia o olhar. Eu sorrio como se nada, mas meu diabinho interior diz: mais um botão, mais um botão...
Já no carro, antes do meu pai entrar, desabotoo mais um botão, então meu busto fica bem mais evidente, dá até pra ver o começo do meu sutiã. Quando meu pai entrou no carro e me viu assim, ficou nervoso, não falou nada. No caminho, ele não dizia nada, eu tava no celular vendo minhas mensagens, redes sociais, mas com o canto do olho notava que meu pai às vezes olhava pro meu decote, então o que fiz foi me ajeitar o suficiente pra ficar mais visível, o que fez meu pai me olhar mais. O estranho é que não me senti mal, nem desconfortável com meu pai me olhando com... desejo?
Quando finalmente chegamos na universidade, eu me despeço dele, normalmente só dou um tchau e pronto, mas dessa vez quis ser safada, antes de fechar a porta do carro, me inclino de um jeito que dá pra ver meu decote, e mando um beijo pro meu pai. 
Imagem de referência de como eu estava naquele dia.
Nesse momento, observo que meu pai fica mais nervoso, se despede de mim, me fala que está atrasado, mas consigo notar que na calça dele marca um volume. Sorrio satisfeita, fecho a porta do carro, entro na universidade pra assistir minhas aulas. Durante o dia, fico pensando no meu pai, no volume dele, nos gemidos da minha mãe, no prazer que tive ao me masturbar ouvindo eles e imaginando que era eu quem estava com ele. Nesse momento sinto ciúmes de novo, mas agora contra minha mãe, que o tem à disposição... mas... estamos sozinhos das 2:00 às 9:00 da noite, quase 7 horas, sem ela estar em casa. E minha diabinha interior vem à tona e me sussurra no ouvido: e se você seduzir seu papai? Sacudo a cabeça, minhas amigas me perguntam o que houve, falei que era um inseto voando no meu rosto e por isso fiz aquilo. (Não posso contar pra elas que tenho a fantasia de seduzir meu pai). No intervalo, sentamos pra conversar, elas falam dos namorados, apaixonados, me perguntam se o Sergio já se declarou (um garoto divertido que vive atrás de mim), falo que não, que não conversei com ele, mas que, sendo sincera, ele não me atrai nem um pouco, é bonito fisicamente, mas é uma criança mentalmente, só fala de futebol, jogos online e isso pra mim mata qualquer chance comigo. Aí uma delas fala: "O que acontece é que você procura alguém como seu pai, um homem respeitado, responsável e principalmente muito gostoso", por um momento eu coro, falo que não tem nada a ver, mas sinto um frio na barriga. Voltamos pras aulas, sem mais nem menos. Na hora da saída, mando mensagem pro meu pai: - Papi, saí das aulas, você passa me buscar ou peço um Uber? - Passo aí te buscar, princesa, te vejo no lugar de sempre. - Ok, papi, te amo - E eu te amo também, love. Eu caminho até o mesmo lugar onde ele me deixa, mas dessa vez eu ajusto bem o decote, arrumo meu cabelo, passo batom nos lábios… e é aí que eu me dou conta, estou me arrumando como se meu namorado fosse me buscar, mas é meu pai quem vem me pegar. Minha diabinha interior aparece, sussurra no meu ouvido, paquera ele, seduz ele. E eu penso em fazer isso.
Com isso em mente, espero meu pai, vejo ele chegando por mim, entro no carro, sento e me viro para cumprimentá-lo com um beijo, dou um beijo perto do canto dos lábios dele, me viro para colocar minha mochila no banco de trás, de um jeito que meu decote fica bem à vista dele, me faço de boba pra dar mais tempo. Já me sento normal, mas coloco o cinto de segurança de um jeito que meus peitos se separam. Olho de canto pra ele, vejo que ele tá nervoso, vejo que marca um volume na calça dele, sorrio levemente pra mim mesma, ver que meu pai gosta do que vê e isso me deixa feliz. E a gente conversa no caminho pra casa: - Como foi no trabalho, papai?
- Bem, querida, e você, como foi?
- Bem também, hoje tenho mais lição de casa pra fazer, tenho que pesquisar sobre o direito romano e o de Justiniano.
- Já vi, ali tem a biblioteca no escritório, se precisar de ajuda, me fala que eu te ajudo, princesa. Eu vou estar lá fazendo uns escritos que tenho que apresentar amanhã.
- Ok, papai, depois de comer eu começo a lição, se precisar de ajuda eu vou te incomodar.
- Você não é incômodo, filha, adoro te ajudar e você sabe disso. Assim que chegamos em casa, cada um foi pro seu quarto se trocar, e eu fico pensando no que aconteceu, então decido o que vestir pra ele me ver como mulher e não como filha dele.
Então resolvo colocar um top branco e meu short vermelho mais curto que tenho, tiro uma foto pra ver como fica e tenho certeza de que meu papi vai gostar. 
Imagem de referência
Sendo safada, vou ao estúdio onde meu pai está, cumprimento ele como se nada tivesse acontecido (morrendo de nervoso), me dirijo à estante para procurar o livro que preciso, começo a procurar, aqui, ali, vejo pelo canto do olho que meu pai me observa atentamente, não tira os olhos da princesinha dele. Então me ocorre me inclinar para procurar na parte de baixo, deixando à mostra minha bunda avantajada. Fico assim por alguns segundos, vejo sutilmente como meu pai me olha, seus olhos emanando desejo, seu olhar diz tudo, ELE ME QUER. Observo como uma de suas mãos desce em direção à calça dele, será que ele está se tocando ali? Me pergunto, mas fico nervosa, pego o livro que precisava, me aproximo de onde ele está, me despeço com um beijo terno na bochecha dele, e ali vejo a ereção dele, mesmo com a calça, marca bastante, sinto minha buceta começando a ficar molhada, me afasto me mexendo devagar, pra ele curtir a vista da filhinha dele. Fico fazendo minha lição ali na sala, pra que assim que meu pai saia do escritório ele me veja e se deleite com meu corpo. Duas horas depois ele sai do estudo, ouço ele vindo, me inclino de um jeito que faço meu rabo aparecer, ele caminha até mim e diz: - Como vai, filhinha? Tudo certo com a lição? - Tudo, tudo, mas tô com dificuldade nessa parte do Justiniano, não entendo muito bem. Você me explica? Ele senta do meu lado, me explica o que é, a história, fico encantada porque ele não precisa de livros, ELE É UM LIVRO DE CONHECIMENTO, olho pra ele como uma adolescente apaixonada, vejo meu pai desviar um pouco o olhar pras minhas coxas, que são grossas, fortes, o que eu faço é abrir um pouco as pernas pra ele ver melhor a filhinha dele, que não é mais uma menina, mas uma mulher. A reação dele fica nervosa, vejo ele se perder nas minhas coxas, a gente tá suando, tá calor? Me pergunto, com essa ideia pergunto se ele quer água gelada, que eu vou na cozinha, ele responde que sim, ando devagar, mexendo minha bunda pra ele se deliciar, sirvo dois copos de água com gelo, entrego um pra ele, bebo o meu, deixando um pouco de água escorrer pelo meu pescoço, me arrepia toda, e meus peitos ficam marcados na blusa. Meu pai não tira os olhos disso, fica ainda mais nervoso.
Quando ele se levanta para ir embora, eu o abraço pela frente para agradecer pela ajuda dele, meu abraço é com toda a intenção de que ele sinta meus peitos, ele me abraça timidamente pela cintura, sinto as mãos dele tremendo, como se quisesse descê-las um pouco, eu me grudo mais nele, e é quando sinto a ereção dele apesar da calça, está dura, dou um beijo perto do pescoço dele, agradeço com um sussurro no ouvido. Ele sai rápido, pro quarto dele, eu fico na sala, sentindo pela primeira vez um desejo pelo meu pai.
Decido ir pro meu quarto pra descansar, já que eram 7 da noite, minha mãe não demora a chegar. Tô andando até meu quarto e escuto meu pai se banhando. Fico com curiosidade de ver ele, já tinha sentido algo há uns minutos, agora tô com uma vontade doida de ver ele, mesmo que de longe. Abro a porta com todo cuidado, ela não tem tranca, nesse momento ele tá distraído, vejo ele pelado, nunca tinha visto ele pelado, de sunga sim, mas pelado nunca, fico perplexa, vejo a ereção dele, tá dura, grossa, ele tá se lavando com muito cuidado, começo a ver como ele se toca, já não tá mais se lavando, tá se masturbando, escuto os gemidos dele: - Ahhh, sim, que pernas, que rabo, que peitos... ohhh o que eu não daria para acariciá-los. Você quer minha pica? Você gostaria de tê-la no meio desses peitos? Nessa bunda que você carrega? Ahhh, ahhh... Mmmm... sim...
- Como eu queria ter você aqui chupando, deve ser uma delícia ter sua boquinha engolindo... ahhhh... Minha princesa, minha Gaby, minha pequena, que rabo dá pra ver com esse shortinho ahhhh...
Naquele momento em que ouvi meu nome, que meu papi está se masturbando por mim, quando ele termina, vejo como ele ejacula 4-5 jatos de porra do pênis dele, que vão parar na parede, no chão, e ele se segurando na parede para não cair, de tão forte que foi o orgasmo dele, isso me deixou muito excitada, minhas pernas tremem, me toco levemente e percebo que estou muito molhada, vou pro meu quarto, me tranco, tiro meu vibrador, mal tiro o shortinho, introduzo, só enfio duas vezes e tenho um orgasmo potente, tive que morder o travesseiro para calar meu gemido - PAPAI AHHH PAPAI, gozei em menos de um minuto, com as pernas dormentes, não conseguia me mexer, estava desmaiada, sonolenta...
Às 22h, minha mãe chega, a gente cumprimenta ela, sentamos pra jantar, como se nada tivesse acontecido. Minha mãe me pergunta como eu tô, como vai a escola, eu falo que tá tudo bem, que hoje meu pai me ajudou com uma coisa que eu não entendia. Meu pai, que teve reuniões, diz que amanhã tem duas audiências, uma às 9h e a outra às 12h30, e que não sabe se vai sair cedo pra me buscar na universidade.
Ao ouvi-lo, fico triste, mas fazer o quê, é o trabalho dele, já vou dar um jeito. Assim que terminamos de jantar, me despeço deles como de costume, subo pro meu quarto, fico um pouco nas redes sociais, por volta das 23h, ouço meu pai dizer que quer transar com ela, com ELA... fico irritada, não bastava ele ter se masturbado pensando em mim... abro a porta só um pouquinho pra escutar, minha mãe diz que hoje não, que tá exausta, teve vários pacientes pra atender, um relatório, um monte de tarefas que deixaram ela esgotada, mas que amanhã ela compensa. Meu pai ficou na vontade, essa é minha chance de avançar com ele. Fecho minha porta, fico pensando no que posso fazer amanhã pra ajudar e mimar meu pai. Com isso em mente, pego no sono... Toda essa história continua caminhando todo mês, e se quiserem me seguir onde eu posto os detalhes:https://patreon.com/FRANCISCO9779Esta história será postada uma vez por semana. Seja sábado ou domingo. Os próximos capítulos já serão pagos. Será feita neste formato de arquivo, já que o Patreon derruba minhas publicações.
Minha mãe se chama Verônica, tem 42 anos, ela é chefe do departamento de enfermagem do hospital Ángeles Roma, então o horário dela é de 13h30 às 21h30. As folgas dela são rotativas. Descrevendo minha mãe: ela tem 1,60 de altura, medidas 112-66-108 (por isso eu sou assim), cabelo curto, castanho escuro, pernas torneadas, pele clara e, com o uniforme de enfermeira, ela causa mais infarto do que previne (isso é palavra do meu pai).
Meu pai se chama Fernando, tem 44 anos, é um advogado reconhecido aqui na cidade, então tem o escritório dele e, quando não tá lá, tá nos tribunais ou em reuniões com gente do governo, porque ele é assessor de alguns desses caras. Descrevendo meu pai: ele tem 1,80 de altura, cabelo curto, bem cuidado, barba estilo cavanhaque, porte médio, o rosto dele transmite seriedade e impõe presença em qualquer lugar que ele chega. Por ser muito conhecido, não tem lugar que ele vá que não seja cumprimentado e tratado com respeito. Bem, depois de apresentada minha família, agora sim vou começar a contar minha experiência:
Isso começou há uns seis meses, pra ser exata, em março deste ano. Tava saindo da universidade, quando meu pai me liga dizendo que tava por perto e que, se eu já tinha saído das aulas, ele passava pra me buscar. Respondi que sim, mas perguntei se a gente podia levar uma amiga minha em casa, que morava no mesmo caminho, e ele disse que sem problema. Uma vez no carro, eu e minha amiga ficamos conversando sobre os caras, sobre as aulas, essas coisas, até deixarmos ela em casa. Quando ela desceu, a gente se despediu e eu vi minha amiga se despedindo do meu pai de um jeito bem safado (tipo uma fox), andando bem devagar, rebolando a bunda, pra chamar atenção do meu pai.
No caminho de volta pra casa, falei pro meu pai:
Gaby: Mmmm, vi que minha amiga se despediu bem, bem pertinho de você.
Fer: É? Não notei. Se você tá dizendo...
Naquele momento, recebo uma mensagem da minha amiga: "-Seu pai é um gostoso". Ao ler, senti algo que não sentia há muito tempo: ciúmes.
Chegamos em casa, minha mãe não tava, já tinha ido pro trabalho, só deixou a comida pronta pra gente se servir e comer. Meu pai foi pro quarto trocar de roupa, porque tinha ido vestido de forma elegante, já que tinha audiência no tribunal e reuniões. Eu também fui me trocar, vesti uma blusa branca sem manga, meio decotada, um short vermelho, desci e vi meu pai comendo. Me servi e sentei com ele pra comer, conversamos sobre a faculdade, sobre os deveres que passaram na aula, se eu entendia os termos jurídicos, que eu podia usar os livros da biblioteca dele pra fazer a lição.
Terminamos de comer, levei os pratos pra cozinha pra lavar, e enquanto tava lá, notei o olhar do meu pai em cima de mim. Ou foi impressão minha? Enfim, quando terminei de lavar a louça, comentei que ia fazer a lição, então fui pegar minhas coisas. Já na sala, fazendo meu dever... tarefa, observei de relance que meu pai me olha bem sutilmente. Ele me olha e eu noto que está vendo meu decote e minhas pernas, já que o short que estou usando chega até meus quadris e isso faz elas parecerem mais grossas. O estranho é que não me sinto desconfortável. Pelo contrário, me lisonjeia que um homem me olhe assim.
Continuo com minha tarefa, até que vejo meu pai se levantar e me dizer que vai pro quarto dele descansar. Nisso, vejo que marca um volume no short dele, parecendo uma barraca de circo. Fico olhando pro pacote e me envergonho ao ver. Ele percebe, se cobre e anda bem rápido pro quarto dele. Fico chocada, minha mente começa a me trair: será que foi por minha causa que ele ficou assim? Vi que meu pai olhava a bunda da minha amiga, e a minha é maior. Não à toa sou a mais popular entre os caras, mas nunca tive um relacionamento sério, porque sou muito exigente, me atraem pessoas inteligentes, que imponham presença, que sejam cultas, que tenham assunto pra conversar, como MEU PAI.
Caramba!, meu ideal de parceiro é uma pessoa igual ao meu pai. Agora, por outro lado, não vi ele ficar indiferente à minha amiga, e quem dirá... eu?, será que meu pai me acha gostosa? Sacudo a cabeça para me livrar desses pensamentos, percebo que meus peitos estão doendo e noto que meus mamilos estão marcados e aparecendo por baixo da blusa. Fico excitada ao ver a ereção do meu pai.
Já com muito esforço termino minha tarefa. Por volta das 22h, minha mãe chega, troca de roupa e nos sentamos para jantar. Noto um certo nervosismo no meu pai, minha mãe não percebe, ela conta sobre o dia dela, um ferido, um acidente, 2 baleados, etc. Terminamos de jantar, me despeço deles, subo pro meu quarto que fica ao lado do deles, na minha frente está a porta do banheiro, me lavo, escovo os dentes, visto minha camisola de dormir.
Já na minha cama, volto a lembrar do que aconteceu à tarde, vou me esquentando aos poucos, começo a me tocar, pensando no meu último namorado, e é nisso que estou quando começo a ouvir os gemidos da minha mãe:
-Ahhhh meu amor, que gostoso, me dá com força, assim, buceta, assim meu rei, me dá tudo que eu não aguento mais… Hoje você tá mais duro que nos outros dias, continua, continuaaaa…
-Ai amor, que rabo gostoso você tem, ainda mais de quatro, toma, gostou assim, hein?
-Ahhh, ahhh, assim, assim, assim, buceta, assim meu rei…
-Toma, toma…
-ohhhhh Fer, Fer, não tira, me dá tudinho…
-Amor, eu vou gozar, ohhhhhhhhh…
-Siiim, eu sinto, eu sinto ahhh que delícia, que tesão do caralho Ouvir isso me excitou ainda mais rápido, comecei a me masturbar furiosamente pra tentar gozar junto com eles, num momento do meu orgasmo iminente, minha mente me trai e me faz imaginar que estou no lugar da minha mãe recebendo todo aquele prazer, o que fez eu ter um orgasmo tão forte que tive que agarrar meu travesseiro pra não deixarem ouvir meu gemido, que foi mais um grito de prazer, acabei me molhando não só os dedos, mas até a cama fiquei molhando. Fiquei desmaiada, sem forças. No dia seguinte, acordo como de costume, visto minha blusa branca, desabotoo 2 botões pra dar uma valorizada no meu busto, coloco uma calça jeans que acentua mais minha silhueta, e um tênis. Desço pra tomar café, meu pai como sempre bem vestido, conferindo a agenda dele, minha mãe fazendo hotcakes, ela serve o café da manhã, a gente conversa sobre coisas gerais, meu pai me pergunta se já tô pronta pra ele me deixar na universidade, e eu respondo que sim. Por um breve momento, percebo que meu pai olha pro meu decote, desvia o olhar. Eu sorrio como se nada, mas meu diabinho interior diz: mais um botão, mais um botão...
Já no carro, antes do meu pai entrar, desabotoo mais um botão, então meu busto fica bem mais evidente, dá até pra ver o começo do meu sutiã. Quando meu pai entrou no carro e me viu assim, ficou nervoso, não falou nada. No caminho, ele não dizia nada, eu tava no celular vendo minhas mensagens, redes sociais, mas com o canto do olho notava que meu pai às vezes olhava pro meu decote, então o que fiz foi me ajeitar o suficiente pra ficar mais visível, o que fez meu pai me olhar mais. O estranho é que não me senti mal, nem desconfortável com meu pai me olhando com... desejo?
Quando finalmente chegamos na universidade, eu me despeço dele, normalmente só dou um tchau e pronto, mas dessa vez quis ser safada, antes de fechar a porta do carro, me inclino de um jeito que dá pra ver meu decote, e mando um beijo pro meu pai.

Imagem de referência de como eu estava naquele dia.
Nesse momento, observo que meu pai fica mais nervoso, se despede de mim, me fala que está atrasado, mas consigo notar que na calça dele marca um volume. Sorrio satisfeita, fecho a porta do carro, entro na universidade pra assistir minhas aulas. Durante o dia, fico pensando no meu pai, no volume dele, nos gemidos da minha mãe, no prazer que tive ao me masturbar ouvindo eles e imaginando que era eu quem estava com ele. Nesse momento sinto ciúmes de novo, mas agora contra minha mãe, que o tem à disposição... mas... estamos sozinhos das 2:00 às 9:00 da noite, quase 7 horas, sem ela estar em casa. E minha diabinha interior vem à tona e me sussurra no ouvido: e se você seduzir seu papai? Sacudo a cabeça, minhas amigas me perguntam o que houve, falei que era um inseto voando no meu rosto e por isso fiz aquilo. (Não posso contar pra elas que tenho a fantasia de seduzir meu pai). No intervalo, sentamos pra conversar, elas falam dos namorados, apaixonados, me perguntam se o Sergio já se declarou (um garoto divertido que vive atrás de mim), falo que não, que não conversei com ele, mas que, sendo sincera, ele não me atrai nem um pouco, é bonito fisicamente, mas é uma criança mentalmente, só fala de futebol, jogos online e isso pra mim mata qualquer chance comigo. Aí uma delas fala: "O que acontece é que você procura alguém como seu pai, um homem respeitado, responsável e principalmente muito gostoso", por um momento eu coro, falo que não tem nada a ver, mas sinto um frio na barriga. Voltamos pras aulas, sem mais nem menos. Na hora da saída, mando mensagem pro meu pai: - Papi, saí das aulas, você passa me buscar ou peço um Uber? - Passo aí te buscar, princesa, te vejo no lugar de sempre. - Ok, papi, te amo - E eu te amo também, love. Eu caminho até o mesmo lugar onde ele me deixa, mas dessa vez eu ajusto bem o decote, arrumo meu cabelo, passo batom nos lábios… e é aí que eu me dou conta, estou me arrumando como se meu namorado fosse me buscar, mas é meu pai quem vem me pegar. Minha diabinha interior aparece, sussurra no meu ouvido, paquera ele, seduz ele. E eu penso em fazer isso.
Com isso em mente, espero meu pai, vejo ele chegando por mim, entro no carro, sento e me viro para cumprimentá-lo com um beijo, dou um beijo perto do canto dos lábios dele, me viro para colocar minha mochila no banco de trás, de um jeito que meu decote fica bem à vista dele, me faço de boba pra dar mais tempo. Já me sento normal, mas coloco o cinto de segurança de um jeito que meus peitos se separam. Olho de canto pra ele, vejo que ele tá nervoso, vejo que marca um volume na calça dele, sorrio levemente pra mim mesma, ver que meu pai gosta do que vê e isso me deixa feliz. E a gente conversa no caminho pra casa: - Como foi no trabalho, papai?
- Bem, querida, e você, como foi?
- Bem também, hoje tenho mais lição de casa pra fazer, tenho que pesquisar sobre o direito romano e o de Justiniano.
- Já vi, ali tem a biblioteca no escritório, se precisar de ajuda, me fala que eu te ajudo, princesa. Eu vou estar lá fazendo uns escritos que tenho que apresentar amanhã.
- Ok, papai, depois de comer eu começo a lição, se precisar de ajuda eu vou te incomodar.
- Você não é incômodo, filha, adoro te ajudar e você sabe disso. Assim que chegamos em casa, cada um foi pro seu quarto se trocar, e eu fico pensando no que aconteceu, então decido o que vestir pra ele me ver como mulher e não como filha dele.
Então resolvo colocar um top branco e meu short vermelho mais curto que tenho, tiro uma foto pra ver como fica e tenho certeza de que meu papi vai gostar.

Imagem de referência
Sendo safada, vou ao estúdio onde meu pai está, cumprimento ele como se nada tivesse acontecido (morrendo de nervoso), me dirijo à estante para procurar o livro que preciso, começo a procurar, aqui, ali, vejo pelo canto do olho que meu pai me observa atentamente, não tira os olhos da princesinha dele. Então me ocorre me inclinar para procurar na parte de baixo, deixando à mostra minha bunda avantajada. Fico assim por alguns segundos, vejo sutilmente como meu pai me olha, seus olhos emanando desejo, seu olhar diz tudo, ELE ME QUER. Observo como uma de suas mãos desce em direção à calça dele, será que ele está se tocando ali? Me pergunto, mas fico nervosa, pego o livro que precisava, me aproximo de onde ele está, me despeço com um beijo terno na bochecha dele, e ali vejo a ereção dele, mesmo com a calça, marca bastante, sinto minha buceta começando a ficar molhada, me afasto me mexendo devagar, pra ele curtir a vista da filhinha dele. Fico fazendo minha lição ali na sala, pra que assim que meu pai saia do escritório ele me veja e se deleite com meu corpo. Duas horas depois ele sai do estudo, ouço ele vindo, me inclino de um jeito que faço meu rabo aparecer, ele caminha até mim e diz: - Como vai, filhinha? Tudo certo com a lição? - Tudo, tudo, mas tô com dificuldade nessa parte do Justiniano, não entendo muito bem. Você me explica? Ele senta do meu lado, me explica o que é, a história, fico encantada porque ele não precisa de livros, ELE É UM LIVRO DE CONHECIMENTO, olho pra ele como uma adolescente apaixonada, vejo meu pai desviar um pouco o olhar pras minhas coxas, que são grossas, fortes, o que eu faço é abrir um pouco as pernas pra ele ver melhor a filhinha dele, que não é mais uma menina, mas uma mulher. A reação dele fica nervosa, vejo ele se perder nas minhas coxas, a gente tá suando, tá calor? Me pergunto, com essa ideia pergunto se ele quer água gelada, que eu vou na cozinha, ele responde que sim, ando devagar, mexendo minha bunda pra ele se deliciar, sirvo dois copos de água com gelo, entrego um pra ele, bebo o meu, deixando um pouco de água escorrer pelo meu pescoço, me arrepia toda, e meus peitos ficam marcados na blusa. Meu pai não tira os olhos disso, fica ainda mais nervoso.
Quando ele se levanta para ir embora, eu o abraço pela frente para agradecer pela ajuda dele, meu abraço é com toda a intenção de que ele sinta meus peitos, ele me abraça timidamente pela cintura, sinto as mãos dele tremendo, como se quisesse descê-las um pouco, eu me grudo mais nele, e é quando sinto a ereção dele apesar da calça, está dura, dou um beijo perto do pescoço dele, agradeço com um sussurro no ouvido. Ele sai rápido, pro quarto dele, eu fico na sala, sentindo pela primeira vez um desejo pelo meu pai.
Decido ir pro meu quarto pra descansar, já que eram 7 da noite, minha mãe não demora a chegar. Tô andando até meu quarto e escuto meu pai se banhando. Fico com curiosidade de ver ele, já tinha sentido algo há uns minutos, agora tô com uma vontade doida de ver ele, mesmo que de longe. Abro a porta com todo cuidado, ela não tem tranca, nesse momento ele tá distraído, vejo ele pelado, nunca tinha visto ele pelado, de sunga sim, mas pelado nunca, fico perplexa, vejo a ereção dele, tá dura, grossa, ele tá se lavando com muito cuidado, começo a ver como ele se toca, já não tá mais se lavando, tá se masturbando, escuto os gemidos dele: - Ahhh, sim, que pernas, que rabo, que peitos... ohhh o que eu não daria para acariciá-los. Você quer minha pica? Você gostaria de tê-la no meio desses peitos? Nessa bunda que você carrega? Ahhh, ahhh... Mmmm... sim...
- Como eu queria ter você aqui chupando, deve ser uma delícia ter sua boquinha engolindo... ahhhh... Minha princesa, minha Gaby, minha pequena, que rabo dá pra ver com esse shortinho ahhhh...
Naquele momento em que ouvi meu nome, que meu papi está se masturbando por mim, quando ele termina, vejo como ele ejacula 4-5 jatos de porra do pênis dele, que vão parar na parede, no chão, e ele se segurando na parede para não cair, de tão forte que foi o orgasmo dele, isso me deixou muito excitada, minhas pernas tremem, me toco levemente e percebo que estou muito molhada, vou pro meu quarto, me tranco, tiro meu vibrador, mal tiro o shortinho, introduzo, só enfio duas vezes e tenho um orgasmo potente, tive que morder o travesseiro para calar meu gemido - PAPAI AHHH PAPAI, gozei em menos de um minuto, com as pernas dormentes, não conseguia me mexer, estava desmaiada, sonolenta...
Às 22h, minha mãe chega, a gente cumprimenta ela, sentamos pra jantar, como se nada tivesse acontecido. Minha mãe me pergunta como eu tô, como vai a escola, eu falo que tá tudo bem, que hoje meu pai me ajudou com uma coisa que eu não entendia. Meu pai, que teve reuniões, diz que amanhã tem duas audiências, uma às 9h e a outra às 12h30, e que não sabe se vai sair cedo pra me buscar na universidade.
Ao ouvi-lo, fico triste, mas fazer o quê, é o trabalho dele, já vou dar um jeito. Assim que terminamos de jantar, me despeço deles como de costume, subo pro meu quarto, fico um pouco nas redes sociais, por volta das 23h, ouço meu pai dizer que quer transar com ela, com ELA... fico irritada, não bastava ele ter se masturbado pensando em mim... abro a porta só um pouquinho pra escutar, minha mãe diz que hoje não, que tá exausta, teve vários pacientes pra atender, um relatório, um monte de tarefas que deixaram ela esgotada, mas que amanhã ela compensa. Meu pai ficou na vontade, essa é minha chance de avançar com ele. Fecho minha porta, fico pensando no que posso fazer amanhã pra ajudar e mimar meu pai. Com isso em mente, pego no sono... Toda essa história continua caminhando todo mês, e se quiserem me seguir onde eu posto os detalhes:https://patreon.com/FRANCISCO9779Esta história será postada uma vez por semana. Seja sábado ou domingo. Os próximos capítulos já serão pagos. Será feita neste formato de arquivo, já que o Patreon derruba minhas publicações.
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