Ouça a gente no Spotify: https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLMinha esposa desligou o telefone e desabou em lágrimas. Depois de conseguir acalmá-la, ela me contou o que estava acontecendo: acabara de falar com a mãe, que anunciou que ela e o pai estavam se separando depois de 30 anos de casados. A notícia me surpreendeu um pouco, mas, por outro lado, eu não podia culpar meu sogro pela decisão. Nas vezes em que os visitávamos, sempre notei que eles discutiam demais. Minha sogra, Judith, vivia brava com o Carlos por qualquer besteira. Ele, por sua vez, sempre foi um homem tranquilo, muito trabalhador e responsável, que se preocupou em trazer tudo o que fosse necessário pra casa pra viverem bem.
Minha sogra, ao contrário, sempre foi egoísta e mal-humorada. A única exceção a esse comportamento era minha esposa, Carolina, com quem ela sempre se mostrava disposta a ajudar no que fosse preciso. Por isso não me surpreendeu quando minha esposa me perguntou se a mãe dela podia vir ficar com a gente até as coisas se acalmarem. Aceitei a proposta há pouco tempo, mas só porque sabia o quanto era importante pra minha esposa apoiar a mãe e o quanto esse gesto a deixaria feliz.
No dia seguinte, minha esposa e eu cuidamos de levar algumas coisas da minha sogra pra nossa casa e a ajudamos a se instalar no quarto vago. Pra ser sincero, eu não me sentia muito bem, sabendo que minha sogra invadia a intimidade do nosso lar, mas tentei aguentar, sabendo que aquela situação seria só temporária. Depois de ajudar, saí pra resolver uns assuntos do trabalho enquanto minha esposa e a mãe dela batiam papo sobre as coisas delas.
Algumas horas depois, voltei pra casa pra jantar. Tivemos um jantar agradável, consegui conversar um pouco com minha sogra sobre coisas banais. Enquanto comia, não conseguia parar de pensar que meu sogro tinha tomado a decisão certa ao se separar da esposa. Do outro lado da mesa estava minha sogra, uma mulher de 55 anos, com um temperamento claramente difícil. Eu deveria falar com minha esposa mais tarde pra saber exatamente o que tinha provocado a separação dos meus sogros.
Felizmente o dia tinha acabado, minha sogra decidiu ir descansar cedo. Então, estando com minha esposa na sala, decidi puxar conversa perguntando sobre os motivos da separação dos pais dela. Com os olhos cheios de lágrimas, minha esposa me explicou que o pai dela tinha se cansado da falta de interesse sexual por parte da mãe e tinha arrumado uma amante. Tive que segurar o riso que aquilo me deu. Mas minha esposa deve ter notado que eu estava achando graça, porque perguntou:
O que está te dando tanta risada?
Desculpa, love, mas você tem que entender que sua mãe é uma mulher velha e mal-humorada, e para seu pai, como qualquer outro homem, sexo é uma necessidade.
Eu sei, mas minha mãe, no fundo, é uma boa mulher, eu não sei por que tudo isso está acontecendo.
Bem, love, lembra que as coisas mudam, você precisa entender.
Minha esposa ficou em silêncio por um segundo e então, com um olhar de desespero, me falou:
Talvez as coisas ficassem melhores se você tentasse ser mais agradável com minha mãe. Tenta ter mais paciência com ela e conversa com ela.
Você não pode me pedir isso, você sabe como sua mãe é, além disso ela vai perceber que meu jeito é falso, eu não sei mentir muito bem.
Por favor, Piero, eu te peço que tente, seja mais gentil com ela, mesmo que seja só por esses dias, faça isso por mim.
Aceitei de novo, meio contrariado, motivado pelo que isso significava para minha esposa. Na manhã seguinte, consegui sair de casa antes de minha sogra acordar. Os domingos eu dedicava a jogar umas partidas de futebol com os amigos. Quando voltei pra casa depois do meio-dia, minha esposa e a mãe dela estavam do lado de fora, perto da nossa piscina, tomando sol e conversando.
Minha linda esposa estava usando meu biquíni favorito, exibindo o corpo maravilhoso dela; já minha sogra estava com um velho maiô de uma peça só que cobria praticamente cada centímetro do corpo dela. Não era surpresa nenhuma que meu sogro tinha abandonado ela. minha sogra nem pra tomar sol era atraente. Quando notaram minha presença, minha esposa me pediu pra sentar e fazer companhia pra elas. Eu disse que ia me trocar e voltar pra acompanhá-las.
Fui pro meu quarto e, tirando toda a roupa, vesti uma sunga. No momento em que ia voltar pro quintal, esbarrei com minha esposa na porta.
Lembra, amor, você me prometeu ser gentil com minha mãe. Vou tomar um banho e me trocar enquanto você conversa um pouco com ela.
"Ah não, ótima ideia!" pensei, mas enfim, promessa é promessa, então fui pra fora e sentei numa cadeira perto da minha sogra. Mais uma vez começamos uma conversa sobre assuntos sem importância, tentando ser cordial com ela. Em poucos minutos, minha sogra começou:
Sabe, Piero, este é um lugar muito agradável, pena que falta um pouco de pintura. *disse minha sogra ironicamente*
Tentando ser amigável e aguentando o comentário dela, respondi:
Sim, senhora, acho que devo fazer isso.
E também acho que a senhora deveria se preocupar mais em limpar a piscina.
Tentei, por consideração à minha esposa, ser gentil, mas ouvir os comentários irônicos dela me fez explodir.
Sabe, senhora, não culpo meu sogro por ter abandonado a senhora. Se a senhora relaxasse mais e aproveitasse a vida, em vez de ficar reclamando o tempo todo, as pessoas gostariam mais da senhora.
Ao terminar de dizer isso, dei um ponto final na minha iniciativa de ser gentil com minha sogra, levantei e entrei em casa. Quando encontrei minha esposa no corredor, expliquei rapidamente o que aconteceu e continuei meu caminho até nosso quarto. Minha esposa, depois de um tempo, veio até o quarto.
Sinto muito que minha mãe seja tão insolente. Relaxa, amor, e não dá importância aos comentários dela. Vou me vestir, preciso comprar umas coisas no centro da cidade.
Dei uma olhada na televisão enquanto a raiva passava, então notei minha esposa se arrumando pra sair.
Sabe, amor, você se salvou porque sua mãe está lá fora; se não, bem aqui mesmo Num instante eu te pegaria pra te fazer amor apaixonadamente.
Não se preocupa, eu cuido de você hoje à noite. *minha esposa me respondeu num tom sensual*
Terminando de se vestir, minha mulher me deu um beijo e se despediu, dizendo que não demoraria muito.
Enquanto eu relaxava descansando na cama, a imagem da minha esposa se curvando pra vestir as meias veio na minha cabeça, sabendo que tinha um tempinho sozinho, empurrei minha cueca pra baixo e peguei minha piroca crescendo na mão, sentia como ela endurecia e engrossava na minha mão, fechei os olhos e comecei a pensar em como minha esposa era ardente e sensual, ela era uma amante maravilhosa, gostosa e safada, não via a hora de encher aquela buceta quente dela com minha piroca grossa e dura, continuei acariciando minha vara pensando na minha esposa, a sensação de deslizar a mão pra cima e pra baixo na minha piroca grossa era tão prazerosa, enquanto imaginava como eu ia comer minha esposa hoje à noite.
De repente a porta do quarto se abriu, e minha sogra entrou.
Que diabos, sogra! Nunca ouviu que primeiro tem que bater na porta! *gritei surpreso*
Entrei pra me desculpar pela minha conduta, mas nunca esperei te encontrar te masturbando em plena luz do dia. Você é um doente sexual, um pervertido! Vocês homens são todos iguais! *me gritou irritada no momento em que batia a porta fechando atrás de si*
Fiquei na cama por um momento, era o fim da picada, agora não só tinha que aguentar minha sogra intrometida na casa, agora também se intrometia no meu quarto. Ouvi minha sogra continuando a gritar e me xingar do corredor, sem pensar muito, desci da cama e abrindo a porta saí pro corredor.
Ô senhora, cala a boca de uma vez! *gritei, ela me olhou e ficou em silêncio por um segundo*
Não pense que pode vir na minha casa e gritar comigo, tô cansado de aguentar seu mau humor e suas amarguras. *continuei gritando enquanto notava que minha sogra tinha dado umas olhadas na minha piroca que balançava solta* Perfeito, pensei, mais munição para mim.
Outra coisa, senhora, se a senhora tivesse aberto as pernas de vez em quando e dado essa sua boceta para o seu marido, talvez ele não tivesse precisado arrumar uma amante.
Como ousa falar assim comigo, sou sua sogra, Piero! Não sou uma puta para você falar desse jeito, sou sua sogra e me deve respeito!
Senti de repente como se algo explodisse dentro de mim.
Talvez seja isso que a senhora devesse ser, sogra, talvez a senhora não estivesse tendo esses problemas de casamento, talvez seja isso que a senhora precisa, ser tratada como uma puta! *ao gritar isso, segurei ela com força pelo braço e a empurrei para dentro do quarto*
Já chega, Piero, pare! Você é um pervertido, me solta agora mesmo!
Cala a boca, puta!
Dentro do quarto, segurei ela com força contra mim, com uma mão agarrei seu cabelo e puxei o rosto dela para o meu, dando um beijo quente. Minha sogra tentou me empurrar para se afastar, mas eu não deixava, continuei segurando ela com luxúria, e com uma mão puxei o biquíni dela para baixo para tirar. Empurrei as alças para baixo, os peitos enormes dela balançaram enquanto eu terminava de descer o biquíni, os mamilos escuros saltaram diante dos meus olhos.
Piero, por favor, para, eu não sou esse tipo de mulher, por favor, para! *minha sogra agora suplicava*
Ah, não, claro que não, vou te comer como uma puta, sogra!
Uma das minhas mãos desceu e empurrei um dos meus dedos para dentro da boceta gorda e peluda dela, segurei ela pelo cabelo de novo, enquanto a beijava novamente, e continuei empurrando o dedo mais fundo naquela racha, quanto mais minha sogra lutava para se soltar, mais forte eu empurrava meu dedo naquela fenda.
Separando meus lábios dos dela, tirei meu dedo da boceta dela e o levei ao meu rosto, chupando com meus lábios.
Ah, sim, sogra, isso é uma delícia... Olha como você tá molhada. É hora de você começar a aproveitar, senhora.
Então a empurrei para o chão, e segurando meu pau enorme e duro com uma mão, bati nele na cara dela. o rosto dela.
¡Agora, sogra, chupa! Eu mandei, vagabunda!
Minha sogra, completamente dominada e assustada, começou a chupar a cabeça da minha pica, molhando ela toda com a saliva dela. Com uma das mãos, ela começou a bombear minha pica e com a outra acariciava minhas bolas.
Ah, isso, sogra... chupa minha pica... chupa, vagabunda. *eu gemia, porque a sensação era muito gostosa*
Falar sujo parecia deixar ela mais excitada e com mais vontade da minha pica. Então, segurando a cabeça dela, forcei mais da minha pica pra dentro da boca dela. Olhei fixamente como minha pica deslizava pra dentro e pra fora da boca da minha sogra, que parecia curtir a sensação de ser dominada pelo marido da filha dela.
Ah, sim... Meu Deus, que delícia que é a boca dela!
Ver os lábios da minha sogra apertando minha pica, ouvir os sons molhados que a boca dela fazia, tava me deixando completamente à beira do prazer. A língua dela lambeu minha pica dentro da boca dela. Eu tava pasmo com o quão bem minha sogra chupava pica. Ela aumentou a velocidade e bombou mais rápido com a mão na minha ferramenta. Eu não aguentava mais, tava prestes a gozar.
Ah, sim! Sogra, como você faz bem isso... Tô prestes a gozar.
Minha sogra não parou. Por algum motivo, eu sabia que aquela mulher madura queria provar meu esperma quente. Eu gemi e bombeei o quadril mais rápido contra o rosto dela. Eu podia sentir a onda de sensações, senti meu esperma quente jorrando pra fora da minha pica. Minha sogra não tirou a boca, ela continuou chupando e bombando. Minha sogra me olhou enquanto terminava de engolir minha carga generosa de esperma. Então, tirando a boca da minha pica, ela se levantou devagar, me beijando com ardor e me jogou na cama, onde continuamos nos beijando apaixonadamente. Ela me olhou e gemeu:
Quero ser sua putinha, Piero... me transforma na sua putinha! Quero que você me coma do jeito mais selvagem, sentir você forte e fundo dentro de mim. Faz com toda a força, me usa... Quero que você me faça completamente sua!
Minha sogra se separou de mim e, deitando de barriga pra cima na a cama, olha como ela separava as pernas provocativamente me convidando. Quando ela deslizou as mãos e abriu sua boceta peluda, pude ver claramente seus lábios enrugados, me inclinando aproximei a ponta da minha língua da sua abertura, fazendo ela se contorcer, essa mulher me enlouquecia, comecei a chupar desesperadamente a boceta quente e peluda da minha sogra.
Minha sogra se revirava na cama, seu corpo se torcia contra os lençóis, abri ainda mais sua boceta gorda e empurrei meu rosto ainda mais fundo nela.
Ah, sim, assim mesmo! Come minha boceta... Come sua sogra gostosa por completo. *ela gemia*
Enquanto eu comia sua boceta, minhas mãos acariciavam sua barriga e suas coxas.
Ah, Deus, sim, Piero, assim mesmo! Não para... ahhh, continua mais forte!
Eu podia sentir seu corpo tremendo e se sacudindo enquanto ela se agarrava desesperadamente aos lençóis, sucos quentes inundaram meu rosto. Sua creme doce se espalhou por toda a boceta, eu chupava sua boceta doce como um cachorro, não queria perder nem uma gota do seu sabor.
A creme suculenta da minha sogra me levou ao limite da excitação, me movi e comecei a esfregar meu pau duro e grosso contra sua xota, sua boceta estava encharcada, então empurrei meu membro duro para dentro dela.
Ah, sim... ahhhhh! Continua assim, não para, você me deixou completamente louca de prazer. *minha sogra gemeu*
Apertei todo o meu peso contra o corpo dela enquanto comecei a penetrá-la mais rápido. Ela cravou as unhas nas minhas costas enquanto gemia no meu ouvido.
Ah, sim, genro! Você está me matando de prazer... ahhh! Me come com força... come sua putinha, ahhh!
Olhando para ela de canto, falei:
Você gosta, né? Me diz como sente eu metendo em você..
Minha sogra gemeu mais alto e respondeu:
Ahhhh, sim... sim! Eu adoro!
Eu a penetrei ainda mais forte, mais rápido e mais fundo a cada estocada.
Você gosta aí dentro, sogra, né? Vamos, me diz... Como é que tá gostoso?
Ah, sim... sim, eu adoro! Ahhh! Ah, me dá mais fundo... ahhh, mmmmm! Me come assim, não para!
Você quer que me coma mais forte, vadia?
¡Oh, sim! ¡Me coma mais forte, genro... ahhhh! *ofegava profundamente*
Então tirei meu pau da sua racha e, pegando nas pernas dela, levantei-as.
Se é isso que quer, é isso que vai ter. Prepare-se, senhora, porque vou te comer ainda mais forte!
Então coloquei a cabeça do meu pau na entrada da sua bunda gorda, segurando-a firmemente de novo, empurrei pra dentro, meu pau inteiro desapareceu na sua racha, comecei a suar mais, minhas mãos amassavam suas nádegas gordas
¡Oh sim... assim, genro, ahhh!
Continuei comendo sua racha gorda e suculenta cada vez mais forte, a cada estocada, um eco rítmico e molhado tomava conta do quarto inteiro. Enquanto isso, um dos meus dedos desceu até o cu dela e começou a massagear.
Vem, minha vadia... Aperta meu pau com sua racha quente.
¡Oh, sim, genro... adoro seu pau enorme! É tão grosso... Continue me comendo com esse pau enorme!
Claro que sim, sogra, Toma... engole tudo, putona! Hoje é seu dia de sorte, senhora...
Tirei meu pau da sua racha, a cabeça do meu pau descansou entre seus lábios, sentia que não aguentaria muito mais, a racha da minha sogra era incrivelmente prazerosa, empurrei de novo pra dentro, minhas bolas batiam na entrada da sua racha quente.
Geme pra mim, adoro te ouvir assim, sogra... Geme enquanto eu te como. Sei perfeitamente que você adora; me mostra o quanto você gosta.
¡Ahhhh, sim... sim! Me come como se eu fosse uma qualquer... ¡Ahhh! Isso me mata de prazer. Me come com toda a sua força!
Sim... ¡ahhh! Claro que sim, sogra. Tô te comendo como uma vadia... Me diz, sogrinha, onde você quer receber toda a minha porra?
¡Na minha racha... ahhhh! Me faz sentir cheia da sua porra. Goza em toda a minha racha peluda, ahhh! *gemeu minha sogra*
Suas palavras me levaram ao limite, tirei imediatamente meu pau da sua racha quente e gorda, jorrei minha carga abundante por toda a sua racha, sua barriga, seus peitos e sua cara enrugada. Minha porra grossa e quente voou pra todo lado, com tanta intensidade de sensações que eu desabasse suado sobre ela, enquanto gemia chegando ao prazer máximo.
Minha sogra, ao contrário, sempre foi egoísta e mal-humorada. A única exceção a esse comportamento era minha esposa, Carolina, com quem ela sempre se mostrava disposta a ajudar no que fosse preciso. Por isso não me surpreendeu quando minha esposa me perguntou se a mãe dela podia vir ficar com a gente até as coisas se acalmarem. Aceitei a proposta há pouco tempo, mas só porque sabia o quanto era importante pra minha esposa apoiar a mãe e o quanto esse gesto a deixaria feliz.
No dia seguinte, minha esposa e eu cuidamos de levar algumas coisas da minha sogra pra nossa casa e a ajudamos a se instalar no quarto vago. Pra ser sincero, eu não me sentia muito bem, sabendo que minha sogra invadia a intimidade do nosso lar, mas tentei aguentar, sabendo que aquela situação seria só temporária. Depois de ajudar, saí pra resolver uns assuntos do trabalho enquanto minha esposa e a mãe dela batiam papo sobre as coisas delas.
Algumas horas depois, voltei pra casa pra jantar. Tivemos um jantar agradável, consegui conversar um pouco com minha sogra sobre coisas banais. Enquanto comia, não conseguia parar de pensar que meu sogro tinha tomado a decisão certa ao se separar da esposa. Do outro lado da mesa estava minha sogra, uma mulher de 55 anos, com um temperamento claramente difícil. Eu deveria falar com minha esposa mais tarde pra saber exatamente o que tinha provocado a separação dos meus sogros.
Felizmente o dia tinha acabado, minha sogra decidiu ir descansar cedo. Então, estando com minha esposa na sala, decidi puxar conversa perguntando sobre os motivos da separação dos pais dela. Com os olhos cheios de lágrimas, minha esposa me explicou que o pai dela tinha se cansado da falta de interesse sexual por parte da mãe e tinha arrumado uma amante. Tive que segurar o riso que aquilo me deu. Mas minha esposa deve ter notado que eu estava achando graça, porque perguntou:
O que está te dando tanta risada?
Desculpa, love, mas você tem que entender que sua mãe é uma mulher velha e mal-humorada, e para seu pai, como qualquer outro homem, sexo é uma necessidade.
Eu sei, mas minha mãe, no fundo, é uma boa mulher, eu não sei por que tudo isso está acontecendo.
Bem, love, lembra que as coisas mudam, você precisa entender.
Minha esposa ficou em silêncio por um segundo e então, com um olhar de desespero, me falou:
Talvez as coisas ficassem melhores se você tentasse ser mais agradável com minha mãe. Tenta ter mais paciência com ela e conversa com ela.
Você não pode me pedir isso, você sabe como sua mãe é, além disso ela vai perceber que meu jeito é falso, eu não sei mentir muito bem.
Por favor, Piero, eu te peço que tente, seja mais gentil com ela, mesmo que seja só por esses dias, faça isso por mim.
Aceitei de novo, meio contrariado, motivado pelo que isso significava para minha esposa. Na manhã seguinte, consegui sair de casa antes de minha sogra acordar. Os domingos eu dedicava a jogar umas partidas de futebol com os amigos. Quando voltei pra casa depois do meio-dia, minha esposa e a mãe dela estavam do lado de fora, perto da nossa piscina, tomando sol e conversando.
Minha linda esposa estava usando meu biquíni favorito, exibindo o corpo maravilhoso dela; já minha sogra estava com um velho maiô de uma peça só que cobria praticamente cada centímetro do corpo dela. Não era surpresa nenhuma que meu sogro tinha abandonado ela. minha sogra nem pra tomar sol era atraente. Quando notaram minha presença, minha esposa me pediu pra sentar e fazer companhia pra elas. Eu disse que ia me trocar e voltar pra acompanhá-las.
Fui pro meu quarto e, tirando toda a roupa, vesti uma sunga. No momento em que ia voltar pro quintal, esbarrei com minha esposa na porta.
Lembra, amor, você me prometeu ser gentil com minha mãe. Vou tomar um banho e me trocar enquanto você conversa um pouco com ela.
"Ah não, ótima ideia!" pensei, mas enfim, promessa é promessa, então fui pra fora e sentei numa cadeira perto da minha sogra. Mais uma vez começamos uma conversa sobre assuntos sem importância, tentando ser cordial com ela. Em poucos minutos, minha sogra começou:
Sabe, Piero, este é um lugar muito agradável, pena que falta um pouco de pintura. *disse minha sogra ironicamente*
Tentando ser amigável e aguentando o comentário dela, respondi:
Sim, senhora, acho que devo fazer isso.
E também acho que a senhora deveria se preocupar mais em limpar a piscina.
Tentei, por consideração à minha esposa, ser gentil, mas ouvir os comentários irônicos dela me fez explodir.
Sabe, senhora, não culpo meu sogro por ter abandonado a senhora. Se a senhora relaxasse mais e aproveitasse a vida, em vez de ficar reclamando o tempo todo, as pessoas gostariam mais da senhora.
Ao terminar de dizer isso, dei um ponto final na minha iniciativa de ser gentil com minha sogra, levantei e entrei em casa. Quando encontrei minha esposa no corredor, expliquei rapidamente o que aconteceu e continuei meu caminho até nosso quarto. Minha esposa, depois de um tempo, veio até o quarto.
Sinto muito que minha mãe seja tão insolente. Relaxa, amor, e não dá importância aos comentários dela. Vou me vestir, preciso comprar umas coisas no centro da cidade.
Dei uma olhada na televisão enquanto a raiva passava, então notei minha esposa se arrumando pra sair.
Sabe, amor, você se salvou porque sua mãe está lá fora; se não, bem aqui mesmo Num instante eu te pegaria pra te fazer amor apaixonadamente.
Não se preocupa, eu cuido de você hoje à noite. *minha esposa me respondeu num tom sensual*
Terminando de se vestir, minha mulher me deu um beijo e se despediu, dizendo que não demoraria muito.
Enquanto eu relaxava descansando na cama, a imagem da minha esposa se curvando pra vestir as meias veio na minha cabeça, sabendo que tinha um tempinho sozinho, empurrei minha cueca pra baixo e peguei minha piroca crescendo na mão, sentia como ela endurecia e engrossava na minha mão, fechei os olhos e comecei a pensar em como minha esposa era ardente e sensual, ela era uma amante maravilhosa, gostosa e safada, não via a hora de encher aquela buceta quente dela com minha piroca grossa e dura, continuei acariciando minha vara pensando na minha esposa, a sensação de deslizar a mão pra cima e pra baixo na minha piroca grossa era tão prazerosa, enquanto imaginava como eu ia comer minha esposa hoje à noite.
De repente a porta do quarto se abriu, e minha sogra entrou.
Que diabos, sogra! Nunca ouviu que primeiro tem que bater na porta! *gritei surpreso*
Entrei pra me desculpar pela minha conduta, mas nunca esperei te encontrar te masturbando em plena luz do dia. Você é um doente sexual, um pervertido! Vocês homens são todos iguais! *me gritou irritada no momento em que batia a porta fechando atrás de si*
Fiquei na cama por um momento, era o fim da picada, agora não só tinha que aguentar minha sogra intrometida na casa, agora também se intrometia no meu quarto. Ouvi minha sogra continuando a gritar e me xingar do corredor, sem pensar muito, desci da cama e abrindo a porta saí pro corredor.
Ô senhora, cala a boca de uma vez! *gritei, ela me olhou e ficou em silêncio por um segundo*
Não pense que pode vir na minha casa e gritar comigo, tô cansado de aguentar seu mau humor e suas amarguras. *continuei gritando enquanto notava que minha sogra tinha dado umas olhadas na minha piroca que balançava solta* Perfeito, pensei, mais munição para mim.
Outra coisa, senhora, se a senhora tivesse aberto as pernas de vez em quando e dado essa sua boceta para o seu marido, talvez ele não tivesse precisado arrumar uma amante.
Como ousa falar assim comigo, sou sua sogra, Piero! Não sou uma puta para você falar desse jeito, sou sua sogra e me deve respeito!
Senti de repente como se algo explodisse dentro de mim.
Talvez seja isso que a senhora devesse ser, sogra, talvez a senhora não estivesse tendo esses problemas de casamento, talvez seja isso que a senhora precisa, ser tratada como uma puta! *ao gritar isso, segurei ela com força pelo braço e a empurrei para dentro do quarto*
Já chega, Piero, pare! Você é um pervertido, me solta agora mesmo!
Cala a boca, puta!
Dentro do quarto, segurei ela com força contra mim, com uma mão agarrei seu cabelo e puxei o rosto dela para o meu, dando um beijo quente. Minha sogra tentou me empurrar para se afastar, mas eu não deixava, continuei segurando ela com luxúria, e com uma mão puxei o biquíni dela para baixo para tirar. Empurrei as alças para baixo, os peitos enormes dela balançaram enquanto eu terminava de descer o biquíni, os mamilos escuros saltaram diante dos meus olhos.
Piero, por favor, para, eu não sou esse tipo de mulher, por favor, para! *minha sogra agora suplicava*
Ah, não, claro que não, vou te comer como uma puta, sogra!
Uma das minhas mãos desceu e empurrei um dos meus dedos para dentro da boceta gorda e peluda dela, segurei ela pelo cabelo de novo, enquanto a beijava novamente, e continuei empurrando o dedo mais fundo naquela racha, quanto mais minha sogra lutava para se soltar, mais forte eu empurrava meu dedo naquela fenda.
Separando meus lábios dos dela, tirei meu dedo da boceta dela e o levei ao meu rosto, chupando com meus lábios.
Ah, sim, sogra, isso é uma delícia... Olha como você tá molhada. É hora de você começar a aproveitar, senhora.
Então a empurrei para o chão, e segurando meu pau enorme e duro com uma mão, bati nele na cara dela. o rosto dela.
¡Agora, sogra, chupa! Eu mandei, vagabunda!
Minha sogra, completamente dominada e assustada, começou a chupar a cabeça da minha pica, molhando ela toda com a saliva dela. Com uma das mãos, ela começou a bombear minha pica e com a outra acariciava minhas bolas.
Ah, isso, sogra... chupa minha pica... chupa, vagabunda. *eu gemia, porque a sensação era muito gostosa*
Falar sujo parecia deixar ela mais excitada e com mais vontade da minha pica. Então, segurando a cabeça dela, forcei mais da minha pica pra dentro da boca dela. Olhei fixamente como minha pica deslizava pra dentro e pra fora da boca da minha sogra, que parecia curtir a sensação de ser dominada pelo marido da filha dela.
Ah, sim... Meu Deus, que delícia que é a boca dela!
Ver os lábios da minha sogra apertando minha pica, ouvir os sons molhados que a boca dela fazia, tava me deixando completamente à beira do prazer. A língua dela lambeu minha pica dentro da boca dela. Eu tava pasmo com o quão bem minha sogra chupava pica. Ela aumentou a velocidade e bombou mais rápido com a mão na minha ferramenta. Eu não aguentava mais, tava prestes a gozar.
Ah, sim! Sogra, como você faz bem isso... Tô prestes a gozar.
Minha sogra não parou. Por algum motivo, eu sabia que aquela mulher madura queria provar meu esperma quente. Eu gemi e bombeei o quadril mais rápido contra o rosto dela. Eu podia sentir a onda de sensações, senti meu esperma quente jorrando pra fora da minha pica. Minha sogra não tirou a boca, ela continuou chupando e bombando. Minha sogra me olhou enquanto terminava de engolir minha carga generosa de esperma. Então, tirando a boca da minha pica, ela se levantou devagar, me beijando com ardor e me jogou na cama, onde continuamos nos beijando apaixonadamente. Ela me olhou e gemeu:
Quero ser sua putinha, Piero... me transforma na sua putinha! Quero que você me coma do jeito mais selvagem, sentir você forte e fundo dentro de mim. Faz com toda a força, me usa... Quero que você me faça completamente sua!
Minha sogra se separou de mim e, deitando de barriga pra cima na a cama, olha como ela separava as pernas provocativamente me convidando. Quando ela deslizou as mãos e abriu sua boceta peluda, pude ver claramente seus lábios enrugados, me inclinando aproximei a ponta da minha língua da sua abertura, fazendo ela se contorcer, essa mulher me enlouquecia, comecei a chupar desesperadamente a boceta quente e peluda da minha sogra.
Minha sogra se revirava na cama, seu corpo se torcia contra os lençóis, abri ainda mais sua boceta gorda e empurrei meu rosto ainda mais fundo nela.
Ah, sim, assim mesmo! Come minha boceta... Come sua sogra gostosa por completo. *ela gemia*
Enquanto eu comia sua boceta, minhas mãos acariciavam sua barriga e suas coxas.
Ah, Deus, sim, Piero, assim mesmo! Não para... ahhh, continua mais forte!
Eu podia sentir seu corpo tremendo e se sacudindo enquanto ela se agarrava desesperadamente aos lençóis, sucos quentes inundaram meu rosto. Sua creme doce se espalhou por toda a boceta, eu chupava sua boceta doce como um cachorro, não queria perder nem uma gota do seu sabor.
A creme suculenta da minha sogra me levou ao limite da excitação, me movi e comecei a esfregar meu pau duro e grosso contra sua xota, sua boceta estava encharcada, então empurrei meu membro duro para dentro dela.
Ah, sim... ahhhhh! Continua assim, não para, você me deixou completamente louca de prazer. *minha sogra gemeu*
Apertei todo o meu peso contra o corpo dela enquanto comecei a penetrá-la mais rápido. Ela cravou as unhas nas minhas costas enquanto gemia no meu ouvido.
Ah, sim, genro! Você está me matando de prazer... ahhh! Me come com força... come sua putinha, ahhh!
Olhando para ela de canto, falei:
Você gosta, né? Me diz como sente eu metendo em você..
Minha sogra gemeu mais alto e respondeu:
Ahhhh, sim... sim! Eu adoro!
Eu a penetrei ainda mais forte, mais rápido e mais fundo a cada estocada.
Você gosta aí dentro, sogra, né? Vamos, me diz... Como é que tá gostoso?
Ah, sim... sim, eu adoro! Ahhh! Ah, me dá mais fundo... ahhh, mmmmm! Me come assim, não para!
Você quer que me coma mais forte, vadia?
¡Oh, sim! ¡Me coma mais forte, genro... ahhhh! *ofegava profundamente*
Então tirei meu pau da sua racha e, pegando nas pernas dela, levantei-as.
Se é isso que quer, é isso que vai ter. Prepare-se, senhora, porque vou te comer ainda mais forte!
Então coloquei a cabeça do meu pau na entrada da sua bunda gorda, segurando-a firmemente de novo, empurrei pra dentro, meu pau inteiro desapareceu na sua racha, comecei a suar mais, minhas mãos amassavam suas nádegas gordas
¡Oh sim... assim, genro, ahhh!
Continuei comendo sua racha gorda e suculenta cada vez mais forte, a cada estocada, um eco rítmico e molhado tomava conta do quarto inteiro. Enquanto isso, um dos meus dedos desceu até o cu dela e começou a massagear.
Vem, minha vadia... Aperta meu pau com sua racha quente.
¡Oh, sim, genro... adoro seu pau enorme! É tão grosso... Continue me comendo com esse pau enorme!
Claro que sim, sogra, Toma... engole tudo, putona! Hoje é seu dia de sorte, senhora...
Tirei meu pau da sua racha, a cabeça do meu pau descansou entre seus lábios, sentia que não aguentaria muito mais, a racha da minha sogra era incrivelmente prazerosa, empurrei de novo pra dentro, minhas bolas batiam na entrada da sua racha quente.
Geme pra mim, adoro te ouvir assim, sogra... Geme enquanto eu te como. Sei perfeitamente que você adora; me mostra o quanto você gosta.
¡Ahhhh, sim... sim! Me come como se eu fosse uma qualquer... ¡Ahhh! Isso me mata de prazer. Me come com toda a sua força!
Sim... ¡ahhh! Claro que sim, sogra. Tô te comendo como uma vadia... Me diz, sogrinha, onde você quer receber toda a minha porra?
¡Na minha racha... ahhhh! Me faz sentir cheia da sua porra. Goza em toda a minha racha peluda, ahhh! *gemeu minha sogra*
Suas palavras me levaram ao limite, tirei imediatamente meu pau da sua racha quente e gorda, jorrei minha carga abundante por toda a sua racha, sua barriga, seus peitos e sua cara enrugada. Minha porra grossa e quente voou pra todo lado, com tanta intensidade de sensações que eu desabasse suado sobre ela, enquanto gemia chegando ao prazer máximo.
0 comentários - Dominei minha sogra gostosa