
Quicar na bunda da minha mãe era como facadas para mim, facadas que se intensificaram quando, em segundos, ouvi minha mãe dizer o seguinte: "Vai, filho da puta! Arrebenta minha bunda, mais forte! Porra, isso é uma delícia—dói no começo, mas depois é a melhor coisa do mundo, o que eu tava perdendo.

Não havia dúvida—a Mamãe tinha feito a viagem sem volta! Ela tinha virado uma puta completa! Enquanto isso, os outros cinco caras estavam lambendo minha irmã por todo o corpo e esfregando os paus no rosto dela.

quando de repente um deles se virou e viu o que Max estava fazendo com a mãe, ele ficou surpreso e disse: "Ei, seu maldito Max, você tá comendo a dona, não seja ganancioso e egoísta, eu também quero uma parte" ao que Max respondeu "tá bom, rapaziada, venham e façam fila pra dar uma surra nessa puta" — ele colocou a mãe de quatro no chão com a bunda pra cima e foi até a Martita

enquanto os outros cinco se alinhavam para bater na bunda da mãe. Max se aproximou da Martita e começou a beijá-la e amassar a bundinha dela, e, de pé juntos, o contraste entre os corpos era evidente: Max era um mastodonte com 1,80 metro de altura, e minha irmãzinha mal chegava a 1,50, o corpo bem magrinho, quase sem peitos, só a redondeza do rabo se destacava.

Então eu a levanto no ar e me preparo para socá-la de volta na minha pica. Minha irmã só rangeu os dentes e aguentou a porrada com coragem. A cara dela começou a ficar vermelha, e acho que ela tava começando a gostar também. Aí eu coloquei ela de quatro e comi ela assim por um bom tempo.

Na mesma posição de quatro, ele afastou as bundinhas da Martita e enfiou a língua no cu dela, antes de dizer: "Beleza, hora da sua próxima lição." "Qual é?" "Vou meter no seu cu." "Mas seu pau é grande demais." "Ah, foda-se, se entrar, entra." Então ele preparou o canhão dele, e diferente da minha mãe, deixou a Martita ir devagar no começo—só a cabeça do pauzão. A Martita só rangeu os dentes. Vendo que minha irmã aguentava, o filho da puta enfiou até a metade. A Martita só soltou um suspiro. Aí, encorajado, aquele arrombado do Max foi até o fundo, e minha irmã soltou uns gritinhos: "ai, ai, ai, ai, ai, minha bucetinha apertada, minha bucetinha apertada." Ele só aguentou três minutos socando o cu da minha irmã.

Quando ele soltou um gemido e estremeceu, o desgraçado tinha gozado dentro da buceta da minha irmãzinha. Ele se afastou, e eu pude ver a porra borbulhando escorrendo do cu da Martita.

O filho da puta levantou e foi pro sofá, sentou, e falou: "Ô dona, vem limpar a bagunça que a sua filha fez, e vocês, seus arrombados, agora formem fila pra rasgar o cu da menininha." Minha mãe foi até ele com uma cara de tesão sem limites, de quatro, e começou a chupar o pau dele pra limpar, enquanto os filhos da puta dos amigos do Max corriam pra onde a Martita tava, igual criança correndo quando ganha sacolinha de festa. Minha coitadinha da irmã tava no chão com a bunda pra cima, e um por um foram passando pra encher o cu dela.

Autor: ikubat Fonte: elatoseroticos
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