Minha vida com minha tia parte 2

No primeiro capítulo, minha tia Karina chega por causa do divórcio com o ex-marido dela.Mas esse aí encontra ela na nossa casa. Esse mesmo, quarta-feira, por causa do incidente, não fui pra escola, acabei saindo no braço com o ex da minha tia. Já no meu quarto, descansando, ouço um carro parar, levanto com dor, pensando que o cara tinha voltado, mas não, era meu pai. Ele chegou 30 minutos depois de levarem o sujeito, começou a perguntar o que houve, se não aconteceu nada com elas. Minha mãe e minha tia contaram que, se não fosse por mim, ele teria levado ela.

Meu pai entra no meu quarto, me vê sentado, observa como tô, e diz com orgulho:

Pai: — Bem feito, filho, agiu como um homem de verdade! Não só defendeu sua tia e sua mãe, mas mostrou que ninguém mete o bedelho com a gente. Descansa, campeão, já avisei sua mãe pra escola que você não vai.

Ele sai do meu quarto, fico deitado, pensando mais nos lábios carnudos da minha tia, aqueles lábios doces, carnudos, aquele beijo soube a mel. Lembrando daquele beijo, peguei no sono, acordei só de tarde. Saí do quarto, com um pouco de dor nos braços, mãos e rosto. Fui no banheiro lavar o rosto, tava com um olho inchado. Fui pra cozinha e vi minha mãe e minha tia conversando. Mãe: Fica tranquila, Kari, aquele idiota não vai mais chegar perto daqui. Meu marido foi na polícia, viu que ele tava lá na cadeia e pediu pra mandarem ele de volta pra Veracruz. Disse que, se ele chegar perto da casa de novo, vai ter surpresa esperando. Os policiais falaram que já tão cuidando da transferência dele pra Veracruz.

Kari: Ai, Pau, tô me sentindo mal por tudo isso, e mais ainda pelo Dani, que levou a pior parte. Deixou ele todo moído.

Mãe: Não se preocupa, se não fosse ele, eu mesma teria tomado o lugar. Assim que percebe minha presença, minha mãe me pergunta se quero algo, e eu falo que tô com fome. Minha tia, eu vejo ela com uma camiseta super justa e um short jeans, mas bem curtinho, terminando exatamente na bunda dela. Sentei na mesa da cozinha, enquanto minha mãe preparava algo pra eu comer. Minha tia se aproxima com um copo de refrigerante e me diz: Kari: Toma, querido, como você está? Tá doendo alguma coisa? Me desculpa pelo que aconteceu de manhã.
Dani: Não precisa se desculpar, eu fiz e vou fazer de novo com muito prazer quantas vezes for preciso. Tô com um pouco de dor na boca e nas mãos. Mas agora que tomei o comprimido, vai passar, não se preocupa.
Minha mãe me entrega meu sanduíche e comenta que vai tomar banho. Ela nos deixa sozinhos, meu pai ainda não chegou em casa. Kari: Sabe… aquela parada do beijo de manhã foi… por causa do quanto eu tava alterada e vi como você me salvou.
Dani: Eu sei, não esquenta, mas… bom, deixa pra lá.
Kari: Fala, o que você ia me dizer.
Ela senta do meu lado, eu observo essas coxas, que se destacam por causa do short apertado.
Dani: É que eu gostei de sentir aquele beijo, você me fez esquecer a dor que eu tava sentindo naquele momento.
Kari: Ah, amor, meu beijo aliviou sua dor. Vem, me dá sua mão.
Ela começa a dar beijinhos suaves na minha mão. Eu fico olhando como ela faz, fico encantado com os cuidados dela.
Kari: Já passou a dor?
Dani: Sim, um pouco, é gostoso.
Nesse momento, eu dou um gole no refrigerante e, por ser gelado, machuca. Isso faz com que eu faça uma careta de dor. Minha tia vê e fica preocupada e logo me pergunta: Kari: Tá bem? O que tá doendo?
Dani: Minha boca, tá doendo, tá inchada. Pareço uma garoupa, haha. Tentando quebrar o gelo pra ela não perceber meu nervosismo.
Kari: Vem cá, vou te fazer sentir melhor. Meu herói.
Ela segura meu rosto com as duas mãos, vejo ela se aproximar, fecho os olhos, sinto ela beijar minha bochecha, o canto dos meus lábios, e finalmente um beijo na boca. Um selinho. Abro os olhos, olho nos olhos dela, me aproximo pra repetir o beijo, ela não se afasta. Fico esperando se ela vai fugir ou não. Passam 2 segundos, que foram uma eternidade. Me aproximo de novo, ela fecha os olhos. Agora sou eu quem beija ela. Um beijo carinhoso. Sinto ela abrir os lábios, faço o mesmo. Começamos a nos beijar, já não é mais um beijo de tia e sobrinho, mas de um homem e uma mulher. Seguro a cintura dela com muito medo, ela me agarra pelo pescoço. Ficamos assim por alguns segundos quando ouvimos a porta da frente se abrir. Era meu pai entrando em casa. A gente tava tão concentrado que não ouviu o carro chegar. Nos separamos na hora. Continuo comendo o sanduíche, ela se afasta nervosa e vai levar os pratos pra cozinha. Minha mãe desce e fala que a comida já tá pronta, que agora vai servir ela. Eu fico sentado por um tempo, porque depois do beijo percebi que tava de pau duro e não queria que meus pais percebessem. Mas… será que ela viu? Assim que considero que não tem mais perigo, vou pro meu quarto, me tranco e fico relembrando o beijo, os beijos, a língua dela, a cintura dela, aquele toque leve que ela deu no meu cabelo. Não consigo esquecer ela, tá entrando cada vez mais na minha cabeça. Começo a navegar na net, pesquisando, lendo sobre relações entre tia e sobrinho, vejo fóruns, vejo sites, vejo de tudo. Percebo que não sou o único, que tem mais gente igual a mim.

Passo a tarde toda lendo de tudo, já na hora do jantar, saio depois de tomar banho, me avisam que a janta tá na mesa. Vou andando pro jantar, vejo meu pai na sala vendo TV, minha mãe levando a janta pra ele lá. Ela senta do lado dele, jantando na sala. Tô no jantar sentado sozinho, nessa hora vejo minha tia saindo, com uma regata sem manga, um short de tecido igual ou mais justo que o que ela tava usando de tarde.

Ela senta na minha frente, meus pais tão vendo TV. Minha tia me cumprimenta normal, como se a gente não tivesse se beijado duas vezes hoje. Tamo no clima, quando ela me diz:
Kari: Você bebe gostoso, já fazia um tempão que ninguém me beijava assim. Sabe que não pode contar pra ninguém, ainda mais pros seus pais, senão me põem na rua.
Dani: Fica tranquila, não vou fazer nem falar nada.
Kari: Que alívio, mas cê sabe que a gente não pode fazer isso, somos família, sou irmã da sua mãe. Sou sua tia.
É aí que, depois de tudo que eu vinha lendo, seguindo mil conselhos. Respondo: Dani: Não tem nada de errado, somos só um homem e uma mulher que se gostam, se querem, e isso é uma demonstração de carinho. Se às vezes muitas pessoas veem isso de forma errada, aí já é outra história. Você se arrepende dos beijos que trocamos? Eu não, e pra ser sincero, adoro seus beijos, ainda mais porque esse último você correspondeu e me deixou feliz. Se o pai não tivesse chegado, eu continuaria te beijando.

Ela fica toda vermelha, ajeita o cabelo atrás da orelha, sorri, continua comendo. Minha mãe vira, olha pra gente, pergunta se está tudo bem ali. Respondemos juntos que sim. A gente se olha e ri da situação. Terminamos de jantar, levo meus pratos pra cozinha, coloco na pia, nessa hora que me viro, trombo com minha tia que tava atrás de mim, peço desculpa, vejo que ela fica nervosa. Ela me pergunta: Kari: Te machuquei?
Dani: Não, tô bem. Já vou pro banheiro me lavar e descansar.

Nessa hora ela me diz: "Me espera no teu quarto, vou dar uma olhada em você, ok?" Vejo o olhar safado dela. Me deixa nervoso. Me despeço dos meus pais, falo que vou pra cama, que vou tomar um remédio pra dor, pra descansar. Meus pais respondem pra eu descansar. Minha tia comenta pra eles que ela vai me levar o remédio, que vai garantir que eu tome. Já no meu quarto, me sinto nervoso, ansioso, empolgado, feliz, com medo, é uma montanha-russa de emoções. Nisso, escuto:
Toc-toc.
Kari: Posso entrar?
Dani: Claro, entra.
Kari: Trouxe o comprimido pra você dormir. E um copo d'água. Toma.
Eu pego, tomo o comprimido. Fico olhando pra ela, como se esperasse algo mais. Fico encarando, ela sorri, ajeita o cabelo. Ela diz: Kari: Haydani, dani, o que vou fazer com você?
Ela me olha de um jeito safado, adoro o sorriso dela, parece feliz. Ela se aproxima de mim, caminha devagar, e diz: — Nem uma palavra pra NINGUÉM.
Eu só balanço a cabeça, não consigo falar nada.
A gente se olha nos olhos, vejo os lábios dela, ela me abraça, aproxima a boca da minha, a gente se beija pela terceira vez, mas dessa vez é diferente. Eu abraço ela pela cintura, ela me segura pela nuca, o tempo para pra nós dois naquele momento. Sinto a língua dela na minha boca, brincando com a minha. É meu primeiro beijo de língua, ou francês, sei lá, nem me importo. Só sei que tô beijando uma mulher linda, com um corpo de matar. Meu instinto manda eu descer as mãos até a bunda dela, faço isso devagar, não vejo nenhum sinal de que ela não quer.
Eu toco ela com as duas mãos, tô no paraíso, quando aperto por puro impulso, ela dá um pulinho e só fala por um instante: — Dani! Ela continua me beijando, mas agora separa os lábios dos meus. Tô em êxtase, acho que acabou. Mas não, ela continua beijando minha bochecha, vai pro meu pescoço, beija, beija e morde a ponta da minha orelha e sussurra: — Cê é muito safado, dani! E beija meu pescoço.
A gente continua assim, até que sinto ela parar. Ela tá respirando muito ofegante, se afasta de mim. Ela diz:
Kari: — Já, já, vamos nos acalmar, vou embora senão seus pais vão desconfiar de coisas estranhas entre a gente.
Ela fala com um ar de sarcasmo, piscando o olho. Se despede de mim, me dá boa noite e vai embora. Eu fico parado ali, olhando pro nada, me sento na cama. Ainda sem acreditar no que acabou de acontecer, acho que é um sonho, ou tô em coma e isso é minha fantasia. O sono me vence. Durmo pensando nela. No final, me pergunto: será que ela pensa em mim? Durante o resto dos 2 dias que sobraram da semana, passou sem graça nem glória, não teve aproximação nem nada, porque tive que voltar pra faculdade, me atualizar. Tinha, dos dois lados, uns roçados, olhares, só isso. Não dava pra agir, por causa da escola, dos deveres de casa. Mas existia uma magia entre nós dois. O fim de semana chegou. Nessa época, tava passando o filme de terror Atividade Paranormal, e como sou fã de terror, tive a ideia de ir com minha tia. Falo pra ela se quer ir comigo assistir. Ela hesita, mas topa. A gente comenta com minha mãe e meu pai que vamos ver o filme. Me emprestam o carro com as recomendações e/ou ameaças que todo pai faz quando empresta o carro dele.

A sessão começava às 8:30 da noite, eram 7:30, eu me visto com uma roupa casual, calça jeans, camisa tipo polo. Quando aviso que já tô pronto, minha tia me surpreende, usando uma saia jeans que batia na coxa, antes do joelho, uma blusa preta sem manga. Um tênis preto.

Olho pra ela e fico sem fôlego. Ela me diz:

Kari: Fecha essa boca, tá babando. Kkkk.

A gente vai no carro, o trajeto foi um martírio, tinha que olhar pra estrada ou pras pernas dela. Entramos no cinema, compramos a pipoca, refrigerante, doces. Sentamos nos nossos lugares, o filme começa. Em algum ponto crucial do filme, ela se assusta, gruda em mim. Eu abraço ela, coloco minha mão perto do ombro dela, mas com os sustos que ela levava, minha mão foi descendo até o peito dela. Quando percebi onde minha mão estava, fiquei nervoso, mas não tirei. Cada susto que ela dava, se agarrava em mim, minha mão inevitavelmente já estava de vez no peito dela, por inércia, apertei, ela percebeu, mas em vez de tirar, coloca a mão dela por cima da minha e sussurra no meu ouvido: "Você é muito safado".

Ela se acomoda na cadeira, eu pensei que minha mão ia parar por aí, mas ela mesma ajeita e coloca de volta no lugar, enquanto a mão dela vai para minha coxa, subindo devagar… Eu fico mais nervoso ainda, minha ereção cresce junto com a trama do filme. Não soube o que fazer numa situação dessas. 
 
 Num instante, ela chega onde tá minha ereção, percebe, apalpa, e me diz:
Kari: Relaxa, Dani. Me abraça como até agora.
Assim ficamos, pelo resto da sessão. Às vezes ela me acariciava, outras vezes apertava; pra ela era uma brincadeira, pra mim, um prazer.
Saímos do cinema lá pras 10 da noite, a ideia era ir pra casa direto, mas ela me fala: "vamos dar uma volta". Eu topo, dirigi por um tempão, fomos pra um parque conhecido aqui por ser point de casais. Sentamos num banco, conversamos sobre o filme, compramos uns churros, rindo pra caramba, até que chega uma mensagem da minha mãe perguntando da gente. Falo pra ela que a gente tava dando um rolê, mas que já tava indo pra casa.
Eram 10:40 naquele momento, chegamos em casa às 11:00, enquanto eu estacionava o carro na garagem, antes de descer, ela me diz:
Kari: Valeu pelo encontro, você é um amor.
Ela se aproxima, me dá um beijo na boca, eu continuo beijando ela, no calor do momento, ela monta em mim pra gente continuar se beijando, começa a devorar minha boca, eu seguro ela pela cintura, ela começa a se esfregar na minha ereção, a gente continua se beijando, por uns instantes ela só fala Dani, Dani, e eu só solto gemidos, ela se move que nem uma amazona, ficamos uns dois minutos, até que os dois gozamos juntos. Foi algo incrível, indescritível, ela desce de cima de mim, arruma o cabelo, se levanta. Me olha com muita vergonha e diz:
Kari: Ah, não devíamos ter feito isso. Foi um erro. Boa noite.
Eu fico no carro, todo zumbificado, olho pra minha calça, com uma mancha de gozada. Não acredito que quase transei com minha tia.
Salgo do carro, arrumo minha roupa pra não aparecer a mancha. Chego no meu quarto. Tiro tudo, troco de roupa pra dormir.
Nesse momento meu telefone toca, uma mensagem.
“Dorme bem, menino safado” e logo depois uma foto dela de pijama.
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