gostosa infiel rabuda 2

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vadia



peitos grandes



vadiaEliana, ao sair do apartamento, estava se arrependendo, mas por dentro gostava um pouco, já que o marido nunca tocava nela (como é que vou gostar daquele cara, que merda eu tô falando). Antes de entrar em casa, passa por um banheiro público, se ajeita um pouco, se maquia de novo, passa perfume, enxágua a boca, caminha um pouco pra dar a hora (é o horário que ela sempre entra pra ninguém desconfiar de nada). "Tô fazendo isso pela minha família", dizia pra si mesma. Finalmente entrou, e lá estava o corno com o filho dele brincando. Ele disse: "Eli, voltou? Como foi no trabalho?" Ela, sem olhar muito pra ele, nervosa, morta de vergonha do que tinha feito: "Tudo bem, love, como sempre. Preciso ir ao banheiro, já volto." Quando se trancou, começou a chorar, não conseguia acreditar no que estava fazendo.

Naquele momento, chega uma mensagem do chefe dela: — Gostei muito do que a gente fez, vadia. Quero repetir de novo. — Cê não pensa no meu marido e nos meus filhos? — Claro que penso na sua família. Se você fizer o que eu mando, vai conseguir pagar todas as suas dívidas. Quero que você venha amanhã no mesmo horário e se vista mais puta. Te espero. Surpresa com a situação, não sabia o que fazer (tenho que fazer isso pela minha família, dizia). Saiu do banheiro ainda angustiada pelo que aconteceu, foi se trocar (lembrou do que o chefe tinha falado, pra se vestir de puta). Ficou procurando o que vestir e achou uma minissaia azul-marinho extremamente curta e justa, que mal cobria a metade das coxas, marcando perfeitamente a bunda e as curvas. Pra parte de cima, escolheu uma blusa branca sem mangas, leve, com os primeiros botões desabotoados mostrando o decote. Por último, uns saltos pretos que a deixavam mais alta e faziam a bunda dela se destacar ainda mais. O marido perguntou: "Love, o que você quer pra jantar?" Ela respondeu: "Não tô com fome, vou dormir." (Ele percebeu que algo estava errado, mas com certeza devia ser por causa do "trabalho", pensava.) Já os dois na cama, Eli não conseguia dormir, lembrando do que aconteceu com o chefe e do que aconteceria amanhã de novo, que coisas ele ia fazer com ela. transpirando, mas alguma coisinha dentro dela gostava do que tava acontecendo (naquela mesma noite ela falou pro marido dela transarem, mas ele respondeu que tava muito cansado e isso deixou ela mais excitada, acabou se masturbando lembrando do que fez com ele) No dia seguinte, —Vou trabalhar, galera, se cuidem Saiu rumo ao apartamento, (antes de chegar lá passou num banheiro público e vestiu a roupa que o chefe mandou) chegou no lugar e lá estava ele. —Você veio, big booty, tava te esperando, por que você vestiu essa roupa tão provocante? —Não se faz, você que mandou eu vestir essa roupa provocadora —É culpa sua, loira, por ter esse corpo tão obsceno e provocador, me deixa a pica bem dura, sente. Ele se aproximou dela, pegou a mão dela e colocou na pica dele (quando a Eli tocou por cima da calça, sentiu um formigamento na barriga, uma eletricidade, de novo voltando a tocar aquela pica) —Você gosta, vadia, com certeza o corno não tem uma assim, nem te come como deve —Isso não é verdade, eu amo muito meu marido (mas por dentro ela sabia que era verdade) No dia anterior eles não tinham transado, antes de chegar no apartamento dela, falavam muita coisa pra ela na rua, encostaram nela no busão, isso deixou ela mais puta. —Acho que tá na hora de você ver, Eli, tira minha calça. —Espera, você não quer que...(antes que ela pudesse falar qualquer coisa, ele interrompeu) —Vai, vadia, ajoelha e faz isso pra pagar suas dívidas. Ela obedeceu, se ajoelhou, foi tirando o botão, abaixou o zíper e a pica saiu como uma mola batendo na cara dela (ela lembrou daquela pica de 23cm comparada com a do corno que mal chegava a 8cm dura) aquele cheiro de macho, as veias marcadas (a boca dela tava enchendo d'água, sem perceber ela lambeu os lábios) —Olha como ela tá dura por você, vadia, por essas tetas e essa bunda, dá uns beijinhos, sei que você sentiu falta. A Eli teve que fazer isso pela "família" dela (pegou a pica dele que mal cabia na mão dela, começou a dar beijinhos primeiro no tronco, depois na cabeça). —Isso, Eli, beija bem (ele queria gozar rápido assim pra ir embora, ao ouvir que ele estava gostando, começou a dar beijos maiores quando na verdade ela estava começando a gostar) —Agora dá lambidas da base até a ponta, chupa as bolas também, uff assim big booty eu amo, é hora do almoço e tua comida vai ser cock (quando ela continuou lambendo a ponta, ele agarrou a cabeça dela e empurrou o cock, ela não teve tempo de reagir, pegou ela de surpresa). Ela começou a engolir só até a metade, tossiu muito, com as mãos se soltou da engasgada que ele tava dando, tinha tanta saliva que escorria pelo canto dos lábios dela —Já te engasgou, slut, e isso que é só a metade, te ajudei a ver —Não, espera, é muito grande, espe... (fez ela engolir de novo) —Por favor, me deixa respirar um p...(ele agarrou as duas mãos dela pra ela não escapar, meteu até o fundo) —Uff, assim, Eli, chupa bem até o fundo. (Eliana já não aguentava mais, a qualquer momento ia vomitar, lágrimas caindo, maquiagem toda borrada) —Se continuar chupando assim, vou gozar a qualquer momento, ainda quero te foder, tira a roupa, vamos pra cama, fica de quatro, big booty. Sem reclamar, ela tirou toda a roupa, ficou uma bagunça (subiu na cama como ele mandou, tava com muito medo, nunca tinha feito com outro além do marido —Lauti, por favor, faz devagar, ninguém mais fez além do meu marido —Isso é porque o cuck não tem uma como a minha, fica tranquila, loirinha, você vai curtir e vai querer mais hahaha (ele colocou a cabeça na entrada da pussy dela) —Por favor, Lau, você é muito grande, faz devagarinho...(meteu de uma vez sem ela poder reagir ou reclamar, começou a meter forte, tava grunhindo que nem um animal) —Tá gostando, seu pedaço de slut? Olha como chega até o fundo, nem o cuck te come assim (começou a dar tapas na bunda, deixando o ass todo vermelho) —Não...isso não..., ahh...mm...ahh é verdade...ahh —Cadê a menina boazinha? Se fazia de santa, olha você agora se mexendo sozinha no meu cock hahaha, o que o cuck diria se te visse assim? Ela tinha razão Sozinha ela estava se movendo e no final acabou se rendendo, sua mente estava ficando em branco, já não protestava mais nada, a língua pra fora gemendo como uma verdadeira foxy —De quem você é, vadia, quem é seu macho —sou sua, Lautiii..ahh..mm.. sou sua putinha.mm (completamente entregue já) —Toma, seu pedaço de vadia, bem vadia, você acabou sendo, haha —siim..ahh..sou sua vadia, papai, continua..ahh..sii..mm.. não para, por favor... Já tinham se passado 3 horas desde que se viram, ela tinha que ter voltado pra casa há uma hora, seu chefe a qualquer momento já estava quase gozando e ela fez questão de avisar —Estou quase gozando, vadia, recebe toda a minha porra... —não..ahh.. dentro não..mm.. eu posso..mm.. engravidar...ahh Sua boca dizia que não, mas seu corpo dizia outra coisa, isso era o pouco de força que lhe restava e ela sabia que se deixasse ele gozar dentro, ela acabaria se tornando propriedade dele, não poderia mais ser a mãe e esposa —espera..mm..por favor...eu tenho minha família...ahh.. não posso..mm.. fazer isso com eles..mmm... —Tarde demais, vadia, devia ter pensado antes (ele deu mais uma palmada na bunda dela, fazendo ela gemer mais alto e se mover muito mais rápido) mm...não...ahh..sim..ahh..mm..sim..ahh..sisi..me rasga..faz..ahh o que quiser..mm... —vou gozar, vadia, vou gozar, vou te fazer um filho, vou te encher com toda a minha porra, recebe, toma, sua vadia de merda... —siim..me faz um filho..mm.. me enche..mm.. ahh sou sua vadia, só suaaa... Ele gozou dentro da Eli, nem ela podia acreditar na quantidade de porra dentro dela, nem com o marido tinha sido assim, ele nunca a enchia e sempre soltava uma quantidade pequena, pela primeira vez ela se sentia cheia, se sentia uma mulher de novo, algo que seu marido não fazia na cama.

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