No início de 2010, eu morava em frente ao terminal de ônibus de Córdoba, numa pensão onde tinha vizinhos aposentados, alguns deficientes e gente que vivia do dia a dia, como em toda pensão. Entre eles, tinha um casal que não fazia muito tempo que tinha se casado e vivia vendendo roupa, cuidando de carro, etc. Eram gente boa, mas sempre era um "oi, tchau" e nada mais. Até que aparece a tal fulana pela qual decido escrever este post. Antes de começar, vou explicar mais ou menos como era a pensão pra vocês não se perderem depois. Da porta da rua, você se deparava com um corredor que tinha quartos dos dois lados. Você continuava andando e tinha mais quartos do lado esquerdo e, no final, o único banheiro que existia, e ao lado uma pia pra lavar roupa. Do lado direito, um pequeno jardim que tinha uma escada que levava à laje e ao único quarto que ficava lá em cima, onde eu morava. Muitas vezes eu voltava de jogar futebol e cruzava com uma mina jovem, corpo muito gostoso, morena, raba bem empinada, não tinha muito peito, mas o suficiente e necessário, daquelas minas que chamam atenção. Naquela tarde, depois de tomar banho, sentei na laje pra tomar uma coca enquanto enrolava no Face. Essa mina se aproxima de mim e pergunta se eu podia emprestar um pouco de açúcar porque não tinham pra fazer mate. Aceitei sem problema e, enquanto me levantava pra buscar o açúcar, ela me conta que é irmã da mina que mora bem embaixo do meu quarto (o casal), que costuma visitá-los sempre durante a semana, e que se eu precisasse de qualquer coisa era só pedir. Entreguei o açúcar, a gente se despediu e ela desceu. Alguns dias depois, cruzo com ela de novo. Ela me cumprimenta e pergunta como eu tava. A gente conversou um pouco e notei que tinham quebrado um vidro da porta do banheiro. Perguntei se ela tinha visto quem foi. Ela disse que não, mas que achavam que tinha sido o vento, porque a porta era muito velha e a manutenção do lugar deixava muito a desejar. A gente continuou... falando besteira mais um pouquinho e subo pro meu quarto pra ver um pouco de TV, essa rotina foi se repetindo várias vezes, depois a gente começou a ter mais confiança, mas nada demais. Sábado antes do meio-dia, o calor não dava trégua e aproveito que o varal estava vazio pra lavar a pouca roupa que tinha juntado, desço com toda a bagunça, arrumo tudo na pia e ativo o modo Isaura e começo a lavar a roupa tranquilo, meia hora depois sinto ela me cumprimentar e dizer: não aguento mais esse calor, vou tomar um banho!!! Sai você e eu entro, respondo. Continuo com o que estou fazendo tranquilo e sinto nas costas água quente sendo jogada e ela começando a morrer de rir, Você não pode ser tão filha da puta!! Me joga a calcinha suja, mas não água quente, falo morrendo de rir. Ela responde me jogando água quente de novo pelo espaço que ficou no vidro quebrado e diz, já te jogo a calcinha pra você lavar bem pra mim!!!! Subo pro meu quarto, pego as garrafas de água do congelador, desço, enfio a garrafa pela parte quebrada da porta e aponto pra onde estava o chuveiro, aperto com força e ela começa a xingar porque molhei as costas dela todas com água gelada, ela falava e pedia uma pausa porque já tinha se banhado e queria se trocar. Continuo lavando a roupa tranquilo, sinto ela abrir a porta e assim que sai me joga um balde de água e sai correndo pelas escadas, eu sigo e quando pego ela, ela se vira rápido e fica bem colada em mim, me olha fixamente e como nunca, beijo a boca dela, ficamos uns 5 minutos enquanto eu aproveitava pra agarrar aquela bunda linda que sempre comia com os olhos, ela com um shortinho curto, tipo assim
Aproveito e desço a mão por baixo do shorts, massageando bem a bunda dela e, ao notar que ela não dizia nada, levo minha mão para frente.
Vou deslizando a calcinha com os dedos e aquela buceta já estava bem molhadinha, começo a meter um dedo e depois dois enquanto estimulava o clitóris dela, assim deve ter sido uns minutos até que pego na mão dela, levo pro quarto e jogo ela na cama, não deixei nem ela falar, tirei tudo dela, me deparando com uma buceta linda, bem gordinha e depilada, não precisou dizer nada, ela abriu as pernas me dando passagem livre pra chupar aquela buceta do jeito que eu gostava.
Continuei passando a língua e sentindo o gosto dos sucos dela, enfiei um dedo e mexi devagar, buscando o primeiro orgasmo dela, que não demorou a chegar. Ela mesma começou a falar com a voz trêmula: tô gozando!!! Tô gozando!!! Aí parei de passar a língua suave e comecei a passar cada vez mais forte, devagarinho, pra depois pressionar um pouco o clitóris dela e, com pequenos movimentos da minha cabeça de um lado pro outro e pressionando bem o meu rosto na buceta dela, ela não aguentou mais.
Ela começou a tremer e a não conseguir controlar o corpo, óbvio que eu não ia deixar passar aquilo. Na hora, peguei as pernas dela, puxei pra mim e fui enfiando a pica aos poucos. Ela me olhou fixo por uns segundos e se deixou cair.
Eu aumentei a intensidade, tava tão gostoso penetrar aquela buceta bem apertadinha, óbvio que não era virgem, mas dava pra ver que não tinha ficado com muitos. Tirei ela de mim e pedi pra ela ficar de quatro, queria ver aquela raba bem empinada, e falei, essa raba vai ser minha, ela sorriu, abriu mais as pernas e me disse, agora enche minha buceta de porra, depois a gente vê o resto, e o que eu ia dizer? Adorei a ideia, sempre tinha que tirar antes de gozar e agora com o ok dela, não hesitei, metia como se não houvesse amanhã, fazendo ela gozar várias vezes.
Fiquei assim por um bom tempo até não aguentar mais.
Enchi bem a buceta dela de porra e foi bem na hora, a irmã dela começou a chamar ela aos gritos. Ela se levantou, se trocou, me disse que adorou, mas que tava ardendo a buceta, que nunca tinha ficado tanto tempo, que achou estranho eu não gozar rápido, mas que na segunda queria de novo. Bom, espero que tenham gostado, é a primeira vez que escrevo e se curtiram, a gente faz uma segunda parte e conto o que rolou na segunda e como quase me mataram por essa gostosa.
Aproveito e desço a mão por baixo do shorts, massageando bem a bunda dela e, ao notar que ela não dizia nada, levo minha mão para frente.
Vou deslizando a calcinha com os dedos e aquela buceta já estava bem molhadinha, começo a meter um dedo e depois dois enquanto estimulava o clitóris dela, assim deve ter sido uns minutos até que pego na mão dela, levo pro quarto e jogo ela na cama, não deixei nem ela falar, tirei tudo dela, me deparando com uma buceta linda, bem gordinha e depilada, não precisou dizer nada, ela abriu as pernas me dando passagem livre pra chupar aquela buceta do jeito que eu gostava.
Continuei passando a língua e sentindo o gosto dos sucos dela, enfiei um dedo e mexi devagar, buscando o primeiro orgasmo dela, que não demorou a chegar. Ela mesma começou a falar com a voz trêmula: tô gozando!!! Tô gozando!!! Aí parei de passar a língua suave e comecei a passar cada vez mais forte, devagarinho, pra depois pressionar um pouco o clitóris dela e, com pequenos movimentos da minha cabeça de um lado pro outro e pressionando bem o meu rosto na buceta dela, ela não aguentou mais.
Ela começou a tremer e a não conseguir controlar o corpo, óbvio que eu não ia deixar passar aquilo. Na hora, peguei as pernas dela, puxei pra mim e fui enfiando a pica aos poucos. Ela me olhou fixo por uns segundos e se deixou cair.
Eu aumentei a intensidade, tava tão gostoso penetrar aquela buceta bem apertadinha, óbvio que não era virgem, mas dava pra ver que não tinha ficado com muitos. Tirei ela de mim e pedi pra ela ficar de quatro, queria ver aquela raba bem empinada, e falei, essa raba vai ser minha, ela sorriu, abriu mais as pernas e me disse, agora enche minha buceta de porra, depois a gente vê o resto, e o que eu ia dizer? Adorei a ideia, sempre tinha que tirar antes de gozar e agora com o ok dela, não hesitei, metia como se não houvesse amanhã, fazendo ela gozar várias vezes.
Fiquei assim por um bom tempo até não aguentar mais.
Enchi bem a buceta dela de porra e foi bem na hora, a irmã dela começou a chamar ela aos gritos. Ela se levantou, se trocou, me disse que adorou, mas que tava ardendo a buceta, que nunca tinha ficado tanto tempo, que achou estranho eu não gozar rápido, mas que na segunda queria de novo. Bom, espero que tenham gostado, é a primeira vez que escrevo e se curtiram, a gente faz uma segunda parte e conto o que rolou na segunda e como quase me mataram por essa gostosa.
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