Me olhei no espelho e o pânico congelou meu sangue. Minhas maçãs do rosto afiadas pareciam facas sob a pele pálida, as costelas marcadas como um mapa de estradas sobre meu peito e minhas mãos tremiam sem controle ao me apoiar na pia. Atrás de mim, na cama, Laura suspirava, um som gutural e úmido que falava de sonhos obscenos, de pernas abertas e carne faminta. Não dava pra continuar assim. Se eu tentasse satisfazê-la naquela noite, provavelmente teria um ataque cardíaco em cima dela. Eu precisava de um plano, uma solução desesperada pra minha própria sobrevivência.
A ideia me atingiu como um raio, brilhante e torta. Se eu não dava conta dela, procuraria alguém que desse. Enquanto Laura dormia sua sesta profunda e reparadora, sentei na frente do computador com as mãos ainda tremendo. Pesquisei na web, em fóruns de serviços sexuais masculinos, filtrando com critérios específicos e cruéis. Não queria garotos jovens e inexperientes; precisava de bestas, homens com experiência que pudessem dominá-la. Encontrei um perfil que prometia "serviços de casal para damas exigentes". Eram dois caras, ambos beirando os cinquenta anos, com corpos de aço forjado, boa apresentação e, o mais importante, fotos que deixavam claro que eram dotados de paus descomunais, capazes de arrebentar qualquer uma. Contratei os dois na hora pra aquela mesma tarde, pagando uma fortuna por discrição e resistência. Seria minha surpresa pra ela.
Horas depois, a porta se abriu. Laura entrou do trabalho com aquele olhar que eu já conhecia bem demais, os olhos injetados de sangue, a respiração ofegante, como se o ar do escritório não bastasse. Nem me cumprimentou; me empurrou contra a parede da entrada, as mãos agarrando minha calça, procurando meu pau murcho e exausto.
— Aqui, agora — rosnou, lambendo meu pescoço com urgência.
Eu a parei com mais força do que achava que tinha. Agarrei os pulsos dela e os afastei, dando um passo pra trás.
— Não, Laura. Não hoje, aqui — disse, tentando manter a voz firme—. Tenho algo pra você. Algo melhor.
Ela piscou, confusa, o desejo se transformando por um momento em frustração, mas a curiosidade venceu. Ela me seguiu pelo corredor, seus saltos ecoando no piso de madeira enquanto eu sentia o coração batendo forte nas costelas como um pássaro enjaulado. Chegamos à porta do quarto principal. Coloquei a mão na maçaneta e me virei pra olhar pra ela uma última vez.
—Confia em mim —sussurrei.
Abri a porta.
Lá estavam eles, no centro do quarto, iluminados pela luz fraca da tarde que entrava pela janela. Os dois homens estavam completamente nus, seus corpos musculosos e maduros brilhando levemente com o suor da antecipação. Suas rolas estavam duras, gigantescas e pulsantes, apontando pra porta como dois canhões carregados. Laura ficou paralisada, os olhos fixos naqueles dois troncos de carne que se ofereciam pra ela.
—Que porra é essa? —disse ela, dando um passo pra trás—. Que merda você fez?
—São pra você, Laura —falei, me aproximando e sussurrando no ouvido dela enquanto minhas mãos desciam até a cintura dela pra desabotoar a saia—. Eu tô quebrado, amor. Não consigo te dar o que você precisa. Não nesse ritmo, pelo menos. Eles conseguem. Olha pra eles. Tão prontos pra te destruir.
Ela olhou pros homens, depois pra mim, vendo meu próprio estado acabado, a fraqueza nos meus olhos. A recusa dela morreu na garganta, substituída por uma faísca de luxúria selvagem ao ver o tamanho das ferramentas que a esperavam. Ela assentiu, quase imperceptivelmente, e deixou a saia cair no chão.
A coisa começou suave, uma exploração tátil. Os dois homens se aproximaram, um de cada lado, e suas mãos grandes e calejadas começaram a percorrer o corpo de Laura. Ela fechou os olhos e gemeu quando um deles mordeu o pescoço dela enquanto o outro acariciava a bunda grande e macia. Mas a suavidade durou segundos. A atmosfera se carregou de feromônios e testosterona, e o controle quebrou. Empurraram Laura para a cama, e ela caiu de joelhos no colchão, arqueando as costas, se oferecendo como um animal no cio.
Um deles, o mais alto e grisalho, se posicionou atrás dela. Sem aviso prévio, afundou seu pau gigante na buceta da Laura com uma única estocada seca. Laura gritou, um som misturado de dor e prazer puro, que cortou o ar do quarto. O outro homem não esperou; ajoelhou-se na frente dela e agarrou sua cabeça pelo cabelo, enfiando seu pau até o fundo da garganta dela, abafando seus gritos.
Fiquei de pé, perto da porta, observando. Eu me sentia aliviado e ao mesmo tempo humilhado, um espectador da minha própria vida. Mas o que eu via era hipnótico. O ritmo acelerou até virar pura bestialidade. O homem de trás batia nela com tanta força que o som das pelves colidindo contra as nádegas da Laura ecoava como tiros. Laura se engasgava com o pau da frente, mas não recuava; pelo contrário, tentava engolir mais fundo, babando e ofegando.
— Mais, seus malditos, me dêem mais! — conseguiu gritar entre as investidas, com a voz rouca e cheia de saliva.
Trocaram de posições como se fossem bonecos. Colocaram Laura de barriga pra cima, com as pernas escancaradas. O homem grisalho se meteu entre as pernas dela e voltou a se cravar na buceta dela, enquanto o outro subiu na cara dela, sentando-se pra ela comer o cu e as bolas dele. O suor começou a escorrer dos três, impregnando o quarto com um cheiro de sexo cru, salgado e metálico. Laura era um furacão, suas mãos agarravam os lençóis, os braços dos homens, o que fosse, enquanto seus orgasmos explodiam um atrás do outro, sem pausa, sem trégua.
Chegou o momento da dupla penetração. Viraram Laura sobre um deles, que se introduziu no cu dela com lentidão brutal, esticando o orifício até parecer que ia rasgar. O outro montou por cima e, com a precisão de um cirurgião, mergulhou o pau na buceta já úmida e inchada. Laura uivou, um som primitivo que fez arrepiar a pele dos meus braços. Ela estava cheia, completamente repleta de carne. Os dois homens começaram a se mover em sincronia, preenchendo-a, usando-a como um simples objeto de prazer.
Foram horas. O sol se pôs e o quarto ficou na penumbra, iluminado apenas pelos corpos escorregadios que se chocavam entre si. Comeram ela como cachorros, de pé, contra a parede, no chão, em todas as posições imagináveis e algumas que eu nunca tinha visto. Laura gozava, jorrava fluidos, os peitos dela quicando violentamente a cada estocada. O corpo dela já não era mais dela; era um território conquistado, um campo de batalha coberto de hematomas, saliva e suor.
Finalmente, os homens começaram a chegar ao limite. O de trás grunhiu e se cravou com força, gozando dentro do cu dela com tanta quantidade que o esperma escorreu pelas bordas. O da frente se afastou e se masturbou violentamente na frente da cara aberta dela, cobrindo-a de porra quente, da testa ao queixo, enchendo a boca e os olhos dela. Laura engoliu o que conseguiu, se limpando com os dedos e lambendo-os com avidez.
Os dois homens caíram para trás, exaustos, os peitos subindo e descendo com dificuldade, os paus moles e vermelhos pelo uso excessivo. Não aguentavam mais. Estavam destruídos.
Mas Laura não.
Ela se ergueu, tremendo, coberta de cima a baixo pelo esperma de dois estranhos, o cabelo colado no rosto, o corpo brilhante e inchado pelo uso. Limpou os olhos e olhou para mim, e depois olhou para os homens caídos na cama. O peito dela ainda arfava, mas não era de cansaço; era de ansiedade. Abriu as pernas, mostrando os buracos abertos e escorrendo, e passou a língua pelos lábios manchados de porra.
— É só isso? — perguntou, com uma voz que soava mais como uma ameaça do que uma pergunta —. É só isso que você trouxe?
Olhei para o corpo dela, a energia que irradiava a Apesar da violação consentida que acabara de sofrer, o terror voltou a tomar conta de mim. Dois homens não seriam suficientes. Dois homens jamais seriam suficientes para apagar esse fogo...
A ideia me atingiu como um raio, brilhante e torta. Se eu não dava conta dela, procuraria alguém que desse. Enquanto Laura dormia sua sesta profunda e reparadora, sentei na frente do computador com as mãos ainda tremendo. Pesquisei na web, em fóruns de serviços sexuais masculinos, filtrando com critérios específicos e cruéis. Não queria garotos jovens e inexperientes; precisava de bestas, homens com experiência que pudessem dominá-la. Encontrei um perfil que prometia "serviços de casal para damas exigentes". Eram dois caras, ambos beirando os cinquenta anos, com corpos de aço forjado, boa apresentação e, o mais importante, fotos que deixavam claro que eram dotados de paus descomunais, capazes de arrebentar qualquer uma. Contratei os dois na hora pra aquela mesma tarde, pagando uma fortuna por discrição e resistência. Seria minha surpresa pra ela.
Horas depois, a porta se abriu. Laura entrou do trabalho com aquele olhar que eu já conhecia bem demais, os olhos injetados de sangue, a respiração ofegante, como se o ar do escritório não bastasse. Nem me cumprimentou; me empurrou contra a parede da entrada, as mãos agarrando minha calça, procurando meu pau murcho e exausto.
— Aqui, agora — rosnou, lambendo meu pescoço com urgência.
Eu a parei com mais força do que achava que tinha. Agarrei os pulsos dela e os afastei, dando um passo pra trás.
— Não, Laura. Não hoje, aqui — disse, tentando manter a voz firme—. Tenho algo pra você. Algo melhor.
Ela piscou, confusa, o desejo se transformando por um momento em frustração, mas a curiosidade venceu. Ela me seguiu pelo corredor, seus saltos ecoando no piso de madeira enquanto eu sentia o coração batendo forte nas costelas como um pássaro enjaulado. Chegamos à porta do quarto principal. Coloquei a mão na maçaneta e me virei pra olhar pra ela uma última vez.
—Confia em mim —sussurrei.
Abri a porta.
Lá estavam eles, no centro do quarto, iluminados pela luz fraca da tarde que entrava pela janela. Os dois homens estavam completamente nus, seus corpos musculosos e maduros brilhando levemente com o suor da antecipação. Suas rolas estavam duras, gigantescas e pulsantes, apontando pra porta como dois canhões carregados. Laura ficou paralisada, os olhos fixos naqueles dois troncos de carne que se ofereciam pra ela.
—Que porra é essa? —disse ela, dando um passo pra trás—. Que merda você fez?
—São pra você, Laura —falei, me aproximando e sussurrando no ouvido dela enquanto minhas mãos desciam até a cintura dela pra desabotoar a saia—. Eu tô quebrado, amor. Não consigo te dar o que você precisa. Não nesse ritmo, pelo menos. Eles conseguem. Olha pra eles. Tão prontos pra te destruir.
Ela olhou pros homens, depois pra mim, vendo meu próprio estado acabado, a fraqueza nos meus olhos. A recusa dela morreu na garganta, substituída por uma faísca de luxúria selvagem ao ver o tamanho das ferramentas que a esperavam. Ela assentiu, quase imperceptivelmente, e deixou a saia cair no chão.
A coisa começou suave, uma exploração tátil. Os dois homens se aproximaram, um de cada lado, e suas mãos grandes e calejadas começaram a percorrer o corpo de Laura. Ela fechou os olhos e gemeu quando um deles mordeu o pescoço dela enquanto o outro acariciava a bunda grande e macia. Mas a suavidade durou segundos. A atmosfera se carregou de feromônios e testosterona, e o controle quebrou. Empurraram Laura para a cama, e ela caiu de joelhos no colchão, arqueando as costas, se oferecendo como um animal no cio.
Um deles, o mais alto e grisalho, se posicionou atrás dela. Sem aviso prévio, afundou seu pau gigante na buceta da Laura com uma única estocada seca. Laura gritou, um som misturado de dor e prazer puro, que cortou o ar do quarto. O outro homem não esperou; ajoelhou-se na frente dela e agarrou sua cabeça pelo cabelo, enfiando seu pau até o fundo da garganta dela, abafando seus gritos.
Fiquei de pé, perto da porta, observando. Eu me sentia aliviado e ao mesmo tempo humilhado, um espectador da minha própria vida. Mas o que eu via era hipnótico. O ritmo acelerou até virar pura bestialidade. O homem de trás batia nela com tanta força que o som das pelves colidindo contra as nádegas da Laura ecoava como tiros. Laura se engasgava com o pau da frente, mas não recuava; pelo contrário, tentava engolir mais fundo, babando e ofegando.
— Mais, seus malditos, me dêem mais! — conseguiu gritar entre as investidas, com a voz rouca e cheia de saliva.
Trocaram de posições como se fossem bonecos. Colocaram Laura de barriga pra cima, com as pernas escancaradas. O homem grisalho se meteu entre as pernas dela e voltou a se cravar na buceta dela, enquanto o outro subiu na cara dela, sentando-se pra ela comer o cu e as bolas dele. O suor começou a escorrer dos três, impregnando o quarto com um cheiro de sexo cru, salgado e metálico. Laura era um furacão, suas mãos agarravam os lençóis, os braços dos homens, o que fosse, enquanto seus orgasmos explodiam um atrás do outro, sem pausa, sem trégua.
Chegou o momento da dupla penetração. Viraram Laura sobre um deles, que se introduziu no cu dela com lentidão brutal, esticando o orifício até parecer que ia rasgar. O outro montou por cima e, com a precisão de um cirurgião, mergulhou o pau na buceta já úmida e inchada. Laura uivou, um som primitivo que fez arrepiar a pele dos meus braços. Ela estava cheia, completamente repleta de carne. Os dois homens começaram a se mover em sincronia, preenchendo-a, usando-a como um simples objeto de prazer.
Foram horas. O sol se pôs e o quarto ficou na penumbra, iluminado apenas pelos corpos escorregadios que se chocavam entre si. Comeram ela como cachorros, de pé, contra a parede, no chão, em todas as posições imagináveis e algumas que eu nunca tinha visto. Laura gozava, jorrava fluidos, os peitos dela quicando violentamente a cada estocada. O corpo dela já não era mais dela; era um território conquistado, um campo de batalha coberto de hematomas, saliva e suor.
Finalmente, os homens começaram a chegar ao limite. O de trás grunhiu e se cravou com força, gozando dentro do cu dela com tanta quantidade que o esperma escorreu pelas bordas. O da frente se afastou e se masturbou violentamente na frente da cara aberta dela, cobrindo-a de porra quente, da testa ao queixo, enchendo a boca e os olhos dela. Laura engoliu o que conseguiu, se limpando com os dedos e lambendo-os com avidez.
Os dois homens caíram para trás, exaustos, os peitos subindo e descendo com dificuldade, os paus moles e vermelhos pelo uso excessivo. Não aguentavam mais. Estavam destruídos.
Mas Laura não.
Ela se ergueu, tremendo, coberta de cima a baixo pelo esperma de dois estranhos, o cabelo colado no rosto, o corpo brilhante e inchado pelo uso. Limpou os olhos e olhou para mim, e depois olhou para os homens caídos na cama. O peito dela ainda arfava, mas não era de cansaço; era de ansiedade. Abriu as pernas, mostrando os buracos abertos e escorrendo, e passou a língua pelos lábios manchados de porra.
— É só isso? — perguntou, com uma voz que soava mais como uma ameaça do que uma pergunta —. É só isso que você trouxe?
Olhei para o corpo dela, a energia que irradiava a Apesar da violação consentida que acabara de sofrer, o terror voltou a tomar conta de mim. Dois homens não seriam suficientes. Dois homens jamais seriam suficientes para apagar esse fogo...
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