A queda de uma mãe gostosa

Fazia meses que eu me sentia vazia desde que meu marido morreu. Trinta e oito anos, viúva, com um filho adolescente que não entendia por que o pai não estava mais aqui. Minha vida tinha virado só trabalho, casa e a preocupação constante com meu moleque. Naquela tarde, eu vi. Quatro caras cercando ele perto do parque. Eram maiores, fortões, com aquela arrogância idiota de valentões que acham que o mundo deve algo a eles. Meu filho parecia um coelho encurralado. — Ei! Deixem ele em paz, seus filhos da puta! — gritei me aproximando, com os peitos balançando por baixo da blusa e a saia curta voando. Eles se viraram. Quatro pares de olhos me percorreram do salto ao cabelo. Senti os olhares deles como mãos lambendo meu corpo. — Olha só, a puta da sua mãe veio te salvar — soltou o alto, com um sorriso de bosta. — Com certeza veio atrás de pica, o marido já não tá mais pra dar — completou outro, moreno e com os braços tatuados. Os insultos me acertaram, mas... porra, alguma coisa estranha aconteceu. Meu coração acelerou, não de medo, mas de... tesão? Senti um calor subindo pelas minhas coxas, uma umidade entre as pernas. Era degradante, nojento, mas meu corpo traidor respondeu à humilhação. — Ela é bem gostosa pra ser mãe solteira — disse o terceiro, se aproximando —. Com certeza tá tão desesperada que abre as pernas pra qualquer um.A queda de uma mãe gostosaQuis dizer algo, defender minha dignidade, mas minha boca secou. Minha mente se encheu de imagens sujas. Que porra tava acontecendo comigo? — Vamos verificar — murmurou o quarto, o de aparência mais bruta. Antes que eu pudesse reagir, a mão dele deslizou por baixo da minha saia. Senti os dedos dele tocando minha calcinha, afastando o tecido molhado, roçando meu clitóris. Era brusco, dominante, público. A gente tava na rua, pessoas passando lá longe, e esse filho da puta tava me tocando a buceta como se fosse dele. — Tá molhadinha, vagabunda — rosnou no meu ouvido —. Cê gosta de ser tratada como lixo, né? Minhas pernas tremeram. Tentei empurrar ele, mas meu corpo traidor se arqueou na direção da mão dele. Os dedos dele esfregaram com força, circulares, brutais. Senti o orgasmo subir com uma rapidez vergonhosa. — Não... espera... — gemi, mas era inútil. Gozei que nem uma vagabunda na calçada. Meu corpo se contorceu, meus fluidos molharam a mão dele, um gemido escapou da minha garganta sem controle. A vergonha devia ter me consumido, mas eu só queria mais. — Levem ela — ordenou o alto. Não lembro como cheguei na minha casa. Tudo foi borrado, minha mente nublada pela excitação e vergonha. A próxima coisa que eu soube foi que tava na minha sala, ajoelhada no meu próprio tapete, com quatro paus duros na frente da minha cara. Meu filho tava ali, sentado na cadeira, amordaçado, com os olhos arregalados de horror. — Olha, mãe — disse o moreno, agarrando meu cabelo e me forçando a olhar pro meu filho —. Ele vai ver como a mãe vagabunda dele vira nossa putinha pessoal. — Por favor, não na frente dele... — supliquei, embora minha voz soasse rouca, excitada. — Cala a boca e abre a boca, rabuda. Me obrigaram a chupar um por um. Quatro paus diferentes, sabores distintos, porra salgada inundando meu paladar. Eu me engasgava, cuspiam em mim, me chamavam de vagabunda, rabuda, mãe gostosa, viúva barata. E eu gemia que nem uma puta no cio.peitoes
maduraO primeiro me pegou por trás, cravando na minha buceta encharcada sem piedade. Me esticava, me preenchia, me comia com força brutal enquanto outro segurava minha cabeça e enfiava o pau dele até a garganta. — Olha pra sua mãe, filho da puta — gritavam pro meu filho —. Olha como a puta tá gostando! E era verdade. Eu tava sendo humilhada, violentada, exposta na frente do meu próprio filho... e nunca tinha ficado tão excitada. Minha buceta escorria, meus peitos balançavam a cada estocada, eu gemia igual uma atriz pornô profissional. — Mais forte, seus filhos da puta... — gritei entre ofegos —. Comam essa viúva vagabunda... me dêem toda a porra de vocês...

Eles me comeram de todo lado. Dupla penetração, pau na boca, mãos nos meus peitos, dedos no meu cu. Eu era uma montanha de carne suada, usada como um buraco qualquer pro prazer deles. — Vou gozar nessa gostosa! — gritou um. — Na cara dela, pro filho dela ver! — ordenou outro. Me ajoelharam na frente deles. Quatro paus se masturbaram sobre o meu rosto. Me cobriram de porra, jatos quentes espirrando na minha cara, no meu cabelo, nos meus peitos. Era uma bagunça branca e grudenta, e eu abria a boca igual uma puta agradecida, engolindo o que dava.milf
mama puta—Puta de merda... —eles ofegavam, esfregando os paus na minha cara coberta. Me deixaram ali, jogada no chão, cheia de porra, com a buceta pulsando e o coração acelerado. Meu filho ainda estava lá, testemunha muda de como a mãe dele tinha virado a puta de quatro valentões. E o pior... o mais vergonhoso... é que eu já queria a segunda parte. Não passava um dia sem que um deles batesse na minha porta. Às vezes eram os quatro, às vezes só dois, e de vez em quando um vinha sozinho pra "verificar" se a puta dele tava em condições. Minha casa deixou de ser meu lar; virou o puteiro particular deles, o estábulo pra essa gostosa no cio. No começo eu resistia, claro. Mas a verdade é que meu corpo traiçoeiro se acostumou rápido a ser usado. E eles... esses filhos da puta descobriram como me quebrar por completo. —A partir de hoje você vai usar isso, puta —disse o alto um dia, tirando uma coleira de couro preto com pontas prateadas. Parecia de cachorro, mas com uma plaquinha que dizia "FOXY" em letras maiúsculas.cornudo—Não... por favor, isso não... —supliquei, embora sentisse a buceta pulsando de antecipação. Colocaram aquilo no meu pescoço, apertando até os espinhos roçarem minha pele. Depois prenderam uma corrente grossa, igual às de cachorro grande, e me arrastaram pela casa nua. —Agora você é nossa puta de casa —explicou o moreno, puxando a corrente pra me obrigar a andar de quatro—. E uma puta não precisa de roupa. Me obrigaram a me despir completamente. Desde aquele dia, eu andava pelada pela minha própria casa, com o colar apertado no pescoço e a corrente balançando, tilintando a cada movimento. Me sentia exposta, humilhada, transformada num objeto... e me masturbava escondida pensando na minha própria degradação. Mas o pior era a parte dos vídeos. —Sorri pra câmera, gostosa —ordenavam, tirando os celulares enquanto me comiam. Me gravavam em todas as posições: de boca cheia de pau, com a buceta aberta levando estocadas, com o cu esticado por duas rolas ao mesmo tempo. Me faziam falar coisas horríveis, confessar que era uma puta, que precisava ser comida por adolescentes, que meu filho valia menos que o esperma deles.mama peitoes grandes—Diz pro teu filho quem você é —exigiam, apontando a câmera pro meu rosto coberto de suor e porra. —Eu... eu sou uma puta, filho —gaguejava, com a voz quebrada pelos gemidos—. A puta dos teus amigos... adoro que me usem como lixo... vem ver como me enchem de leite... Depois mandavam esses vídeos pro meu filho. Sabia que ele recebia porque às vezes ouvia o celular dele vibrar enquanto me seguravam no quarto ao lado, ouvindo eu gritar. Os vídeos mostravam cada detalhe: como eu gozava igual uma puta só com quatro palavras sujas, como implorava por mais pau, como virava uma bagunça de fluidos e gemidos. —Teu filho viu o de ontem —zoavam enquanto me penetravam—. Ele disse que a mãe dele é a gostosa mais safada do bairro. Com certeza bate uma punheta te vendo, puta. A ideia devia me dar nojo, mas só fazia minha buceta apertar mais em volta dos paus deles. Era uma espiral descendente de degradação, e eu tava excitada demais pra querer sair. A corrente me arrastava de cômodo em cômodo. Comia de um prato no chão, bebia água de uma tigela, e quando algum queria foder, simplesmente me puxava pela corrente até onde desse na telha: na cozinha, no banheiro, no jardim onde os vizinhos podiam ver. —Late, puta —ordenavam. —Au... au... —ofegava, com a língua pra fora, enquanto me montavam como uma cadela de verdade.A queda de uma mãe gostosa
peitoesMeu filho me via assim. Nua, com a coleira, sendo arrastada por quatro caras que tinham feito ele chorar. Agora ele chorava de vergonha enquanto eu gemia de prazer, virada na puta mais barata do condado, e cada vídeo que mandavam era mais uma prova de que a Scarlet, a viúva respeitável, tinha morrido... e no lugar dela só tinha essa rabuda insaciável que gozava com a humilhação. Os vídeos já não tinham limites. Minha humilhação particular tinha virado um espetáculo público, um pornô de rua onde eu era a única estrela, a puta principal que se entregava pra quatro paus em qualquer canto da cidade. — Hoje a gente vai te estrear no parque, rabuda — anunciou o tatuado uma manhã, puxando minha corrente até a coleira quase me sufocar. Me levaram vestida, sim, mas com a roupa mais provocante que eu tinha: uma saia microscópica que mal cobria minha bunda, uma blusa transparente sem sutiã, e saltos de puta. Parecia uma prostituta vagabunda, e era exatamente isso que eles queriam.madura
milfO parque estava cheio de gente. Famílias, crianças, casais passeando. Me arrastaram pros arbustos mais afastados, mas perto o suficiente pra qualquer um que passasse poder ver. — De quatro, putinha — ordenaram, e eu obedeci sem pensar. Me comeram ali, entre a grama e a terra. Um atrás, metendo na minha buceta com força brutal; outro me obrigando a chupar o pau dele até as bolas; os outros dois se revezavam pra gravar cada detalhe com os celulares. Minha cara de prazer, meus peitos balançando, minha saia levantada mostrando como uma mãe de trinta e oito anos era usada como uma puta barata em plena luz do dia. — Olha aquela senhora — gritavam pra quem passasse ouvir —. É uma mãe solteira desesperada por pau de jovem! Eu ouvia risadas, sussurros horrorizados, alguns paravam pra olhar de longe. Gozei com a vergonha de ser vista, com a humilhação de estranhos testemunharem minha degradação. Meu orgasmo ecoou entre as árvores, um gemido de puta no cio que alertou meio parque. Depois foi o banheiro público da estação de trem. Me meteram no cubículo dos homens, me ajoelharam no chão imundo, e me comeram no cu enquanto viajantes entravam pra mijar do lado. Os vídeos capturavam minha cara contra a parede do banheiro, a boca aberta em gemidos abafados, o som de tapas batendo no meu corpo. — Dá um oi pro seu filho — sussurravam, apontando a câmera pra minha cara desfeita de prazer. — Filho... sua mãe tá sendo fodida como lixo num banheiro público... — eu gemia, cuspindo as palavras entre as estocadas —. Tô cheia de pau... adoro... mando esse vídeo pra você ver o quão puta eu sou... Cada lugar da cidade virou o palco deles: o estacionamento do supermercado, onde me montaram no banco de trás do carro deles com as pernas abertas pra janela; o cinema, onde me obrigaram a masturbá-los no escuro enquanto gravavam minha mão se movendo por baixo da saia; a biblioteca, onde me abaixaram entre as prateleiras e me encheram de sêmen em silêncio, tentando não alertar as pessoas que liam por perto. Voltava para casa andando, com as pernas trêmulas, a buceta dolorida e escorrendo. Meu pescoço estava coberto de chupões roxos, marcas de posse que eles deixavam de propósito para que todos soubessem que eu era propriedade de quatro filhos da puta. Meus peitos tinham mordidas, minhas costas arranhões, minha bunda estava vermelha de palmadas. O cheiro me precedia. Cheirava a sêmen rançoso, a suor de homens jovens, a sexo sem camisinha, à minha própria excitação misturada com a deles. Era um cheiro animal, de cadela no cio, que impregnava minha pele e minha roupa. Mesmo depois de me lavar, o aroma persistia, como se meu corpo tivesse virado um ímã para a podridão do prazer sujo. Meu filho me via chegar assim. Com a saia manchada, o cabelo bagunçado, o olhar vidrado de quem foi usada por horas. Os vídeos chegavam instantaneamente no celular dele: notificações com miniaturas da mãe sendo penetrada num parque, ou chupando pau num beco, ou recebendo sêmen na cara no estacionamento da própria escola dele. — Como foi, puta? — me perguntava o alto quando eu já estava em casa, embora soubesse a resposta. — Bem... — suspirava, tocando os chupões no pescoço —. Fui fodida em três lugares diferentes... tem vídeos de tudo... seu filho já deve ter recebido... — E amanhã vamos ao shopping — planejavam, enquanto me arrastavam pela corrente até meu quarto —. Vamos fazer você chupar pau no provador de roupas. Seu filho vai receber notificações em tempo real. Eu me deitava na minha cama, coberta de marcas, cheirando a sexo e vergonha, e já antecipava a manhã seguinte com a buceta pulsando de excitação. Scarlet tinha desaparecido por completo. Só restava essa puta pública, essa exibicionista, essa vagabunda de quatro caras que vivia para ser humilhada e gravada. Desapareci por dois dias inteiros. Quarenta e oito horas em que meu filho não soube de mim, em que que minha casa ficou vazia e silenciosa... mas o telefone dela não parou de vibrar. Notificação atrás de notificação, vídeo atrás de vídeo, a cada hora chegava uma nova prova do que a mãe dele estava fazendo enquanto ele se preocupava. Ela estava no apartamento deles. Um lugar imundo, de solteirões, com cervejas vazias espalhadas pelo chão e cheiro de maconha impregnado nas paredes. Mas pra mim, aquilo tinha virado meu novo lar, meu lugar de servidão. — A partir de hoje, você é nossa empregada pessoal, sua puta — anunciou o alto, jogando um pacote no meu peito. Era uma fantasia de empregada francesa, daquelas que as pornstars usam: saia preta supercurta com babados brancos, blusa transparente com espartilho apertado que deixava os peitos prestes a estourar, meia arrastão com liga, e um touquinha ridícula com penas.mama putaColoquei e não tirei por dois dias. Dormi com ele, tomei banho com ele vestido (no que me deixaram), comi ajoelhada no chão com essa fantasia de foxy. Era a empregada dele, a escrava sexual, a propriedade dele pra usar 24 horas por dia. —Limpa o banheiro, foxy —mandavam, e eu esfregava o vaso de quatro enquanto um levantava minha saia e enfiava a pica sem avisar.cornudo—Vem servir o jantar, puta —exigiam, e eu levava a comida pelada por baixo do avental, com a buceta escorrendo, pra ser fodida em cima da mesa antes deles comerem. Eu chamava eles de "amo". Toda vez que me dirigia a eles, tinha que usar essa palavra. "Sim, amo", "Por favor, amo", "Me fode, amo". Era degradante, servil, humilhante... e eu gozava toda vez que soltava aquilo. —O que você é, empregada? —gritavam enquanto me penetravam. —Sou sua empregada puta, amo —gemia, com a touquinha de empregada caindo nos meus olhos—. Sua escrava sexual... sua puta particular... uso meu corpo pro seu prazer... Os vídeos mostravam tudo. Eu limpando o chão com a língua enquanto enfiavam uma escova no meu cu. Eu servindo cerveja com a boca cheia de porra. Eu dormindo num colchão no chão, amarrada com correias, com a fantasia amassada e manchada de fluidos.mama peitoes grandesMeu filho via como a mãe dele tinha se transformado numa escrava sexual completa, como obedecia ordens humilhantes, como chamava de "dono" uns caras que faziam bullying com ela. Cheguei em casa na terceira manhã. Não entrei como a mulher que tinha saído... entrei como uma puta de alto nível. Vestia um vestido vermelho que parecia pintura no meu corpo: decote profundo até o umbigo, saia que mal cobria minha bunda, costas completamente de fora, e um tecido tão justo que marcava cada curva, cada volume da minha buceta.A queda de uma mãe gostosa
peitoesMeus lábios estavam pintados de vermelho puta, os olhos delineados como os de uma pornstar, o cabelo bagunçado de tanto sexo. Os saltos eram agulha, dez centímetros que faziam minha bunda se destacar ainda mais. — Olha o que a sua mãe tá trazendo, filho da puta — disse o moreno me empurrando porta adentro. Meu filho estava lá, pálido, com o celular na mão cheio de notificações não lidas. Ele me viu entrar cambaleando, fedendo a esperma de quatro homens diferentes, com a fantasia de empregada enfiada numa sacola plástica que eu arrastava como um troféu de guerra. — Oi, filho — falei com a voz rouca, ajustando o vestido pra deixar meus peitos mais expostos —. A mamãe esteve servindo seus donos... você viu os vídeos? — Ela é gostosa demais pra ser sua mãe — zoaram eles, me apalpando na frente dele —. Agora é nossa puta de luxo. O vestido custou cinquenta dólares, mas vale cada centavo pra ver ela assim. Me viraram pro meu filho, levantando minha saia pra mostrar que eu não tava de calcinha. Minha buceta tava inchada, vermelha, usada, escorrendo o esperma acumulado de dois dias de servidão. — Cheira, filho da puta — ordenaram —. Sua mãe cheira a pica de verdade. E eu fiquei ali, na minha própria sala, vestida como a prostituta mais barata do bairro da zona, com a coleira de puta ainda enfiada debaixo do vestido, pronta pra começar a próxima rodada de humilhação. A fantasia de empregada tinha sido só o começo... agora eu era a puta de gala deles, e cada vídeo novo seria mais degradante que o anterior. Os dias de ausência viraram semanas. Uma vez fiquei fora cinco dias seguidos, depois sete, até que meu filho parou de me esperar em casa. Minha vida se dividiu em duas: os dias onde eu era "mãe" e as semanas onde eu sumia por completo, afogada num mar de pica e humilhação que meu filho só podia ver pela tela do celular dele. Os vídeos evoluíram. Já não eram mais gravações simples de sexo... eram produções elaboradas, cenários pensados pra me rebaixar ao máximo, cada um mais explícito que o anterior. **O vídeo da fita** chegou numa terça à noite. Meu filho abriu e viu a mãe dele completamente imobilizada num colchão no apartamento deles. Eu estava enrolada em fita adesiva preta, tipo duct tape, formando uma espécie de casulo que só deixava expostas minhas tetas, minha buceta e meu cu. Não conseguia mexer nem um dedo, só gemer enquanto quatro vibradores industriais enfiados no meu corpo me torturavam sem piedade. —Essa puta tá há três horas assim —ouvia a voz do alto fora da câmera—. Não gozou menos de vinte vezes. Olha como ela treme. Meu corpo convulsionava, a fita estralava a cada espasmo, meus olhos viravam de tanto prazer forçado. Era um vídeo de tortura erótica, de uma mulher virada num brinquedo sem vontade, e meu filho viu cada segundo da minha desgraça. **O do vestido chinês** chegou três dias depois. Me vestiram com um *cheongsam* tradicional, mas modificado pra parecer roupa de puta de Xangai: pano vermelho brilhante, dragões bordados, mas a saia terminava bem debaixo da minha bunda e as laterais eram abertas até a cintura, deixando ver que eu não tava usando nada por baixo. Os botões do decote estavam prestes a estourar nas minhas tetas. O vídeo me mostrava andando por um bairro chinês de verdade, com gente de verdade ao redor. Cada passo deixava minha buceta à mostra pros transeuntes. Depois me arrastavam pra um beco escuro, me encostavam numa parede, e me comiam de vez em quando enquanto eu gritava em "chinês" frases que eles me obrigavam a decorar: "Sou puta barata", "Me come gostoso", "Minha buceta é de todo mundo". A gente passava a metros de distância. Alguns olhavam, outros gravavam com os próprios celulares. Eu tava sendo exibida como mercadoria sexual pública, e meu filho recebia cada ângulo, cada close da minha cara enquanto eu gemia com aquele vestido ridículo vestido. **O da praia** foi o mais vergonhoso. Chegou no auge do verão, um vídeo de dez minutos onde aparecia numa praia pública, vestida com um biquíni tão minúsculo que mal cobria meus mamilos e meu clitóris. Era rosa fluorescente, molhado, transparente por causa da água salgada. O vídeo começava comigo tomando sol, com quatro caras ao redor se passando por desconhecidos. Depois, "por acaso", um me seguia atrás de umas pedras grandes, longe da vista dos banhistas. Lá eles me encurralavam, arrancavam meu biquíni de uma vez, e me penetravam contra as pedras quentes. —Alguém vem — sussurrava um no vídeo, mas não paravam. Me fodiam mesmo com vozes perto, mesmo com o risco real de sermos descobertos. Minha cara de pânico misturada com prazer era genuína. Gozei com a adrenalina de ser pega, com uma rola na buceta e outra na boca, enquanto o sol queimava minha pele e o som das ondas abafava meus gemidos. Meu filho via como a mãe dele virava uma exibicionista profissional, como meu corpo sumia por semanas para reaparecer em vídeos cada vez mais degradantes, como eu deixava de ser pessoa para virar um objeto de consumo público. E eu... eu esperava ansiosa cada nova "produção". Cada sumiço mais longo significava mais humilhação, mais rolas, mais vídeos enviados pro meu filho. Era um ciclo sem fim, e eu já não sabia se queria que acabasse. O último vídeo não chegou por mensagem. Meu filho encontrou no e-mail dele com um assunto que dizia: "Sua mãe se despede". Era um arquivo pesado, dez minutos em alta definição onde eu mesma tinha decidido mostrar pra ele quem eu era agora. Apareço de joelhos, isso é o primeiro que se vê. O fundo é o apartamento deles, mas vazio. Estou sozinha na frente da câmera que eu mesma posicionei. Tô vestindo uma saia de colegial plissada, tão curta que mal cobre minha bunda, uma blusa branca transparente amarrada sobre meus peitos, e marias-chiquinhas que me fazem parecer uma adolescente vagabunda. —Por favor... — sussurro pra câmera, aproximando meu rosto da lente. Meus olhos estão vidriosos, desesperados, famintos—. Preciso ser fodida... por favor, alguém me fode... sou uma puta inútil sem pau... Tô implorando sozinha, me humilhando na frente da câmera sem ninguém me obrigar. É minha voz que pede degradação, meu corpo que se oferece como objeto. Passo a mão na minha buceta por cima da calcinha branca de colegial e ela tá encharcada, escorrendo, uma mancha escura de tesão que prova que não tô mentindo. —Sou uma mãe puta... uma viúva barata... —eu gemo, enfiando dois dedos na boca e chupando como se fossem um pau—. Meu filho me odeia, minha vida acabou... só quero ser usada... Aí eles entram no quadro. Os quatro, pelados, paus duros apontando pra minha cara. Eu mesma pego a câmera, ajusto pra capturar o ângulo perfeito, e começo a gravar no modo selfie enquanto me agacho no primeiro pau. —Olhem pra mim... —falo pra câmera, pro meu filho que vai ver isso depois—. Olha a mãe de vocês montando como uma puta barata... Vou me empalando devagar, sentindo cada centímetro entrar na minha buceta usada. Minha cara de prazer ocupa metade da tela, a outra metade mostra como minha saia de colegial sobe pra deixar ver a penetração. Viro pra montar no segundo, depois no terceiro, depois no quarto. Eu mesma dirijo a câmera, eu escolho os ângulos mais obscenos, eu documento minha própria degradação com a dedicação de uma diretora pornô.madura—Sou a puta de quatro adolescentes... —suspiro entre as sentadas—. Eles me comem mais que meu marido em toda a nossa vida... minha buceta é deles... minha boca é deles... sou o brinquedo deles... Gozo três vezes durante o vídeo, e eu mesma gravo cada orgasmo: o primeiro com um pau no cu e os dedos no meu clitóris; o segundo com dupla penetração, mostrando como eles me esticam; o terceiro enquanto chupo dois paus ao mesmo tempo, com a cara toda melada de saliva e porra. A cena final é a que meu filho nunca vai esquecer. Tô de joelhos de frente pra câmera, segurando ela eu mesma pra dar um close perfeito. Os quatro tão se masturbando ao redor do meu rosto, os paus a centímetros dos meus lábios pintados de rosa de colegial.milf—Dá tchau pra eles, puta —ouço a voz do alto fora do quadro. —Tchau, filho... —sussurro pra câmera, com um sorriso de maluca—. Sua mãe agora é isso... Os quatro gozam ao mesmo tempo. Jatos de porra quente acertam minha cara, minha língua, minha garganta. É uma chuva branca e pegajosa que cobre meus olhos, meu nariz, minhas bochechas. Abro a boca feito uma fonte, recebendo tudo que posso, acumulando o esperma até minha boca ficar cheia, inchada, um pote de porra fumegante. Olho direto pra câmera, com os olhos cheios de gozo, e faço o gesto final de degradação total: engulo. Engulo tudo de uma vez só, sentindo a porra de quatro homens descendo pela minha garganta como um milk-shake de humilhação. Depois abro a boca vazia pra mostrar que fiz, que aceitei tudo, que sou completamente deles. —Obrigada, senhores... —sussurro no final, com a voz rouca—. A Scarlet morreu. Só sobrou a puta dela. O vídeo corta pro preto. Nunca mais voltei pra casa como mãe. Às vezes meu filho me vê passando na rua, sempre vestida de puta, sempre com a coleira, sempre sendo arrastada pela corrente de algum deles. Ele já não me reconhece, ou talvez sim, mas prefere acreditar que a mãe dele desapareceu.mama puta
cornudoE em algum lugar, num apartamento imundo, eu continuo existindo como o que sempre fui destinada a ser: a foxy mais barata, a puta mais obediente, a viúva que encontrou seu verdadeiro propósito entre quatro paus e uma câmera que nunca parou de gravar.

1 comentários - A queda de uma mãe gostosa

MPito
El mejor relato de todos, sigue como a este..con muchos gifs y muy largos