Defendendo meu filho do valentão

nova história, espero que vocês curtam
Isso aqui é só o começo.


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E PELOS PONTOS DELA




Posso saber por que você fica enchendo o saco do oscarcito toda hora, hein?


Ruben, porque ele é um baita de um viadinho e eu sou bem macho.


Queria ver o quão safado você é


Ruben abaixou o short e deixou ela ver por que chamavam ele de burro, lá estava eu, naquela casa velha na frente do cara que descaradamente me mostrava o pau, que mesmo mole era maior que o do meu marido.


E aí, cê acha que com isso dá pra dominar uma mulher como eu?


Ruben, não tenho dúvida disso, aposto o que você quiser que você não aguenta essa buceta.


Não podia acreditar que o cara tava me desafiando e ao mesmo tempo começando a ficar duro, essa era a minha chance de fazer ele parar de encher o saco do viadinho do meu filho.


Hahahaha, claro que eu aguento, cara, aceito o desafio de boa, mas só se você parar de encher o saco do Oscar.


Ruben, então o que você está esperando? Começa a chupar.


O que não dava pra negar era como o cara sabia lidar com uma mulher, não sei por que, mas me deixei levar. Na frente da minha boca já tinha aquela deliciosa rola, só abri a boca na frente dela, ajoelhada, e deixei entrar. Mal cabia aquela coisa, mas dei um jeito de fazer um boquete bem gostoso. Era uma delícia chupar aquela rola com cheiro de mijo, a umidade da minha buceta me dizia pra não parar.


Ruben, que boca boa que tu tens, seu pedaço de puta, dá pra ver que você fica louca pelo meu pau. Você vai ser minha mulher, vem, puta, vamos pra cama, agora é sua vez de mostrar se aguenta mesmo.


Me levanto pelos ombros e me levo pro quarto do pai dele, feito uma puta barata subi na cama, já tinha esquecido por que tava na casa dele, só queria que aquela pica tomasse conta da minha pussy, ele tirou minha calcinha e meteu a pica dele na minha pussy, naquele exato momento eu soube que tinha perdido a aposta


Aiiiiii filho da putaaa, me matouuu, vai mais devagarooo ahhh ahhh ahhh aiiiiii aiiiiii


Ruben, mais devagar, vagabunda. Se você gritar assim pela buceta, vai ficar rouca na hora que eu enfiar no seu cu.


As porradas de pau abriam minha buceta como nunca tinha sido aberta antes, doía, mas o prazer começou a me invadir. O cara era dez vezes superior ao meu marido, e ele percebeu — talvez por isso chegou a zoar ele enquanto eu tinha um orgasmo profundo, enquanto o Ruben não parava de me dar porradas de pau com ainda mais força, ao mesmo tempo que tirava sarro de mim. Ele achava que estava ganhando, até que senti a última estocada dele, parando em cima do meu corpo, e assim me fez sentir o leite jovem dele inundar o interior da minha buceta enquanto ele mordia uma das minhas tetas.


Agora quem foi que ganhou?


Vi ele meio esgotado, pensei que tudo tinha acabado como quando eu transava com meu marido, mas logo percebi meu grande erro. Ruben não disse nada, só tirou o pau da minha buceta esticada e colocou na minha boca. De novo, engoli aquele pau sujo com o gostinho delicioso de porra fresca. O cara fez eu sentir na boca como ele ficava duro de novo e, quando estava prestes a gozar de novo, ele tirou e me virou.


Ruben, agora é a vez da sua bunda, puta, vamos ver se você realmente aguenta.


Não, não, meu cu não, isso não vale, assim não, não, nãooooo nãooooo aiii aiiii isso é trapaça aiii aiii tira, tiraaa pelo amor de deus nãooo nãooo nãooo você tá me matando seu filho da puta aiii aiii nãoooo pelo amorrr ahhhh ahhh ahhhh


A dor tinha me tomado por completo e quando quis reagir já era tarde demais, o cara tinha se aproveitado de mim e, sem que eu pudesse fazer nada, estava arrombando minha buceta de cu, sentia ele me partindo ao meio, algo que meu marido nunca tinha conseguido fazer, e por mais que doesse, eu estava gostando. Finalmente entendi que o cara tinha vencido, já estava curtindo cada pica que meu pobre cu recebia, o que me fazia soltar uma ou outra lágrima. Mesmo assim, comecei a sentir a chegada de um novo orgasmo, resultado da arrombada que eu estava levando e do apalpação intensa que meus peitões grandes estavam sofrendo. Aqueles segundos foram fodas, não consegui me segurar e gemi igual a uma gata no cio. Já não ouvia mais o que o cara dizia, ele tinha razão em tudo, já tinha me dominado. Só queria que ele continuasse comendo meu cu, deixando ele cada vez mais aberto, por isso pedia pra ele não parar. Foi assim que, no final, senti o leite dele jorrar lá no fundo do meu cu, ter aquele macho alfa caído sobre minhas costas, sentir a respiração ofegante dele me dava um tesão danado. Será que eu realmente perdi ou fui eu quem ganhou? Ruben sussurrou no meu ouvido.


Ruben, você gostou, sua puta? Nem seu marido te deu uma foda dessa. Agora você já sabe que está diante do seu macho.


Sim, sim, o que você quiser, mas agora sai de cima.


Ruben e quem disse que isso tinha acabado?


Ah não, já chega, cara, de novo não, por favor, tu é uma máquina, ahhh ahhh, não, não, por favor ahhhh ahhh ahhhh


O cara já tinha me virado e enfiado o pau dele de novo na minha buceta. Se ele continuasse me comendo, eu teria outro orgasmo. Era uma delícia que me fazia torcer de prazer, nunca na minha vida tinha tido três orgasmos seguidos. Me agarrei nele e comecei a me mexer buscando o terceiro, enquanto o cara me fazia sentir a força do pauzão dele.


Ruben, sua puta, você gosta da minha pica, dói mas você adora, se eu continuar gozando dentro de você, vai fazer um irmão pro viadinho do oscarcito e eu não vou assumir, que o corno manso do seu marido assuma.


Me fode, gostoso, me dá toda essa sua pica e para de falar merda.


Sabia muito bem que era verdade o que ele me dizia e, por dentro, não seria ruim que acontecesse. Os viadinhos mereciam aquilo. O cara já tinha virado meu macho, e eu só queria ter outro orgasmo. As porradas dele já tinham perdido a força, mas mesmo assim ele me fazia sentir. Ele estava me matando, e, mesmo eu não querendo mostrar, ele sabia. Mal conseguiria andar quando tudo acabasse. Nós dois estávamos cansados, e por isso, dessa vez, ele demorou mais pra gozar dentro de mim, mas fez isso antes que eu tivesse outro orgasmo.


Continua me comendo, gostoso, continua me comendo, não para agora, não me deixa na vontade, gostoso.


Ruben, chupa minha pica, puta. Se esperar um pouquinho, meu velho já chega.


Seu pai? O que seu pai tem a ver com isso?


Ruben, agora você é minha putinha e vai transar com quem eu quiser. Se quiser outro orgasmo, vai ter que dar pro meu velho.


Fiquei sem palavras, precisava daquele orgasmo, morria de vontade de ter ele, e o cara sabia disso. Eu sabia que agora tava perdida, na hora comecei a chupar a pica dele. Tava nessa quando o pai dele entrou no quarto.


Ruben, manda ver, velho, rasga essa buceta que essa puta quer continuar transando.


O velho me pegou pelas cadeiras e me levantou, eu não conseguia ver nada do que tava rolando, só senti a pica do velho entrando na minha buceta, ele enfiou tudo lá dentro e começou a me comer, eu só gemia com a pica do Ruben na boca, tava completamente entregue, queria outro orgasmo e ia ter. Percebi que o Ruben tinha herdado a pica do pai, era foda o que aquela pica fazia na minha buceta até que de repente o velho falou pro filho se preparar, tirou a pica da minha buceta e enterrou no meu cu, não aguentei, por sorte meu cu tava bem lubrificado, mas mesmo assim a dor foi braba, ele enfiou até o fundo e me virou até eu ficar por cima dele, naquela hora o cara gozou em cima de mim.


Não, não, o que vão fazer comigo


Ruben, cala a boca, sua puta, agora você vai engolir duas rolas juntas.


Queria morrer, mas não podia recusar, já estava completamente dominada por aqueles dois canalhas. E assim senti quando o cara abriu minha buceta de novo e os dois começaram a me comer. Sentir eles arrombando meu cu enquanto metiam o pau na minha buceta foi uma loucura, me fez sentir a maior puta do mundo ao mesmo tempo que gozava como nunca. E assim, depois de um bom tempo, tive meu tão esperado terceiro orgasmo, que foi interminável, e não sei por que pedia aos gritos que continuassem, que não tirassem de dentro de mim. Sabia que não aguentaria um quarto orgasmo, e não me enganava, mas ao mesmo tempo queria ele. Aí o Ruben arrombou meu cu de novo e eu tive que limpar o pau do velho dele. Tudo já era um delírio. Finalmente se cansaram de me usar, me levantaram da cama, mal conseguia me segurar, mas não ligaram. Ajeitaram meu vestido e me levaram até a porta, me jogaram pra fora de casa, me abandonando na calçada. Do jeito que dava, entrei no carro, mal conseguia sentar. Demorei pra ligar o motor, mas depois de alguns minutos, arranquei e fui pra casa. Missão cumprida. Sabia que o Ruben e o Oscarzinho nunca mais iam me incomodar.

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