Uma raposa sempre será uma raposa.

Sou Luciano, 37 anos, sou casado com a Laura (nome fictício), de 31 anos.
A Laura e eu nos conhecemos quando ela tinha 26, por uns amigos. Um conhecido meu estava em cima dela, e eu nem dava bola pra gostosa porque meu amigo, como bom tarado que é, dizia que a mina era só pra uma noite, que ele tinha comido ela do jeito que queria e que ela era uma selvagem. Mas um tempo depois, numa balada à tarde, eu a conheci. Esses dois já não tinham mais nada, então começamos a conversar. Falamos sobre a vida no começo, interesses e outros assuntos, e nos apaixonamos. Só no segundo mês é que finalmente transamos. Com o tempo, ficamos noivos e casamos. Um ano depois, ela engravidou, e dois anos e três meses depois, tivemos nossa segunda filha. Até aí, tudo certo, parecia uma história escrita pelos deuses. Eu trabalho com contabilidade, e ela é assistente social, mas temos planos de montar uma empresa de contabilidade, embora agora tudo pareça mais impossível.

Há um tempo, conheci o Fabian, um arquiteto que precisava de contabilidade. O cara tem 27 anos, o pai dele é dono de um shopping center meio pequeno, mas já geraram dinheiro suficiente pra viver duas gerações sem trabalhar. E bom, começamos a trabalhar juntos e nos demos bem. Somos os dois do Boca, então nos afinamos bem e gostamos de jogar padel aos sábados à tarde. O problema é que toda vez que nós três nos juntamos, minha esposa começa a ficar provocante, muda o jeito de falar, deixa a voz mais rouca, se arruma, tenta sempre parecer mais gostosa (o que ela é), mas é bem perceptível. O Fabian também vive olhando pra ela com outros olhos. A gente é homem e percebe. É como se existisse uma tensão no ar quando eles estão juntos, fazem piadas, se provocam.

Uns meses atrás, no meio do sexo, perguntei se ela pensava em algum ex ou algo assim pra se excitar, e ela disse que não e mandou eu calar a boca, senão ela perdia o foco e não conseguia gozar. Eu não sabia como fazer ela me contar a verdade, de que o Fabian a excitava.

Um dia Fomos a uma festa da corporação do pai do Fabian, a Laura não queria ir, mas no final foi, tinha poucas pessoas, quando a noite chegou decidimos ir pra uma balada e depois pra casa continuar bebendo nós três.
A gente tava bêbado e eu notava como esses dois se olhavam, já nem faziam mais nada pra esconder que queriam se devorar, entre a bebida e a noite tudo tava muito estranho, eu tinha me sujado a camisa então falei que ia trocar de roupa, subi e deixei eles embaixo, passei no banheiro e tudo tava girando, me troquei, vesti um moletom e desci quando ouvi um "não, não, isso tá errado", olhei devagar pela escada e eles tinham abaixado a luz, e o Luciano tava chupando o pescoço da minha esposa, e ela tava dizendo que não mas com uma cara de tesuda óbvia, então eu esperei e o Luciano virou ela e a empinou, ela tentava impedir que o Luciano colocasse, mas fazia de um jeito tão mal atuado que o Luciano avançava, no final ela mesma levantou a bunda e o Luciano puxou a calcinha pro lado e meteu, ela tapava a boca e o Luciano rápido igual um coelho eufórico enfiou tudo, subi todo excitado, não é que eu gostasse de ter sido corno, mas os hormônios da minha mulher e ver sexo me deixaram com tesão. Lavei o rosto, me sequei e desci de novo, minha esposa tava na cozinha e perguntei ao Luciano se ele tava confortável e ele disse que tava com sono, mas que tava de boa, então falei pra Laura a gente ir deitar pra ele poder dormir, trouxemos cobertores e subimos, escovamos os dentes e deitamos.
Deitado, comecei a provocar ela e ela me diz "amor, tô cansada" e eu falei "mas você gostou de como o Luciano te metia?" e ela ficou gelada, falei "lembra do seu amigo Ricardo?" (o cara que era meu conhecido) "ele tinha me falado que você era uma gostosa, mas nunca pensei que você ainda fosse" e ela ficou em silêncio, nisso comecei a beijar ela e ela disse "não quero" e eu falei "por quê?" e ela diz porque te traí, me sinto péssima, e eu falei "mas você gostou? e ela ficava quietinha enquanto eu apertava as tetas dela, e eu falei, fala logo, cê tá gostando? e ela responde que sim. falei pra ela virar e ela virou, e eu coloquei no cuzinho dela e ela fala, por aí não, e eu perguntei por quê? e ela ficou calada e eu meti, ela fez um som de dor mas depois de prazer e comecei a foder ela na posição mais normal de casado, de lado, e falei, "é assim que cê gosta" ou quer que eu te ponha igual uma puta? e ela responde que tá bom assim. e eu perguntei "e se fosse o Luciano, como você preferiria" e ela falou, cê quer mesmo saber? e eu fiquei com medo mas queria saber" e falei sim. e ela diz que chuparia ele porque tá ficando velha e quer o colágeno dele, e eu falei, vai lá então, e ela manda eu calar a boca, e eu falei, vai lá, aproveita que não vai ter outra chance, e ela pergunta, cê tá falando sério? e eu falei que sim, mas antes ela me deixou gozar, então gozei e depois ela se limpou, voltou e falou que achava que não dava porque ele devia tá dormindo, eu falei vai, nenhum homem ia se importar com isso, então ela desceu e eu fiquei dormindo, acordei umas duas horas depois e ouvia gemidos até do segundo andar, desci e ela tava com as duas pernas nos ombros dele, então subi de volta. no dia seguinte a gente combinou que nunca mais ia rolar algo assim, o Luciano ficou desconfortável então a gente nunca mais trabalhou junto, mas a gente ficou com uma boa lembrança, toda vez que a gente perde a chama da vontade a gente lembra daquela noite. ela continua sendo uma gostosa.

2 comentários - Uma raposa sempre será uma raposa.

Péssimo, mal escrito pra ser um suposto profissional. É argentino, mas às vezes fala como chileno e às vezes como espanhol. Os erros de ortografia não são dignos de alguém que fez faculdade.