A Melhor Amiga ▪︎ Capítulo 11

A Melhor Amiga ▪︎ Capítulo 11CAPÍTULO XI: Prazer
"Prazer: Gozo ou deleite físico ou espiritual produzido pela realização ou percepção de algo que se gosta ou considera bom."
A RAE nos diz, e é exatamente isso que essas duas amigas, essas duas mulheres entregues à paixão, estão prestes a viver.

Noelia, com o vibrador na mão, volta para o chuveiro onde Belén a espera, molhada em todos os sentidos. Ela agarra a cabeça da amiga e devora sua boca com uma entrega que ambas precisavam soltar. Belén continua surpresa com a desenvoltura da amiga. Noe sabe que são suas últimas chances antes de Belén voltar para a Espanha. Convencida do que ela despertava nela, não ia deixar essa oportunidade passar, tendo o lugar, o conforto e a facilidade para criar os momentos certos. Belén encontrou um jeito de extravasar sua perversão sexual na frente dela e, assim, fazer com que ela parasse de ignorá-la. Todos aqueles beijos e roçadas na juventude deixaram de ser carinhosos e amigáveis para se tornarem passionais e selvagens.

Noelia fechou o chuveiro, mas não para de apalpar o corpo esbelto de Belén. Por sua vez, ela não para de olhar os peitões enormes que Noe tem e fica cada vez mais excitada ao sentir seus bicos grossos roçando seu corpo molhado. Ela morde os lábios de prazer, está realizando sua fantasia. Noe a encostou na parede do box, desceu até entre suas pernas e começou a separar suas coxas. Beijava cada parte do seu corpo como se fosse o último dia na Terra. Os beijos viraram lambidas e chupadas pela região. Chegou na linda buceta de Belén, que só de sentir a respiração no local soltou um suspiro de prazer, se preparando para o que vinha. Decidida, Noe voltou a devorar aquela ppk como fez há pouco, às vezes suavemente, para de repente entrar selvagemente com a língua lá dentro. "Será que todas as bucetas são tão gostosas assim? Acho que não." E sim, com uma só não dava para tirar conclusões. Do que ela tinha muita certeza é que o tesão que ela despertava nela era único. Ela afastou o rosto da buceta da Belén e, vendo que ela olhava pra cima, curtindo o prazer oral da amiga, apoiou o vibrador suavemente na entrada da gruta. Belén olhou pra ela com um sorriso safado e soltou: "Me surpreende, filha da puta. Me dá prazer". Noelia roçava o falo de cima pra baixo na entrada do paraíso. Com a outra mão, começou a se masturbar. Não era água, mas as duas garotas estavam molhadíssimas. Os dedos de Noe deslizavam lá dentro enquanto ela se tocava, masturbando as duas conchinhas. Começou a acompanhar o vibrador com a língua. Belén sentia a respiração ofegante do prazer que a imagem e o que tava rolando lhe causavam. Noelia enfia o vibrador inteiro na boca, lambe e ensaliva ele, igual fazia nos melhores momentos com a pica do Pablo. Ela curte tanto os próprios dedos dentro dela quanto a pica de plástico na boca, mas não perde o foco. Bem ensalivado, tira ele da boca pra meter rapidinho no buraquinho da Belén. Ela nunca esperou por aquilo e quase caiu no chão com o baque de prazer que levou. A entrada foi rápida, mas Noelia começou a meter com o vibrador devagar. As duas estavam no Éden. O olhar perdido que Belén dedicava a Noelia era o de uma adolescente conhecendo o amor pela primeira vez. Noe começou a acelerar o ritmo, as pancadas começaram a espirrar. "Ahhhh, como você me faz bem, puta! Tinha uma louca dentro desse corpo, nesses peitos lindos". Belén foi a convidada de honra o tempo todo, em todos os sentidos. "Agora é sua vez, vamo ver se aguenta", disse Belén pra Noelia, que já tava saindo desse plano. Pegou a pica e tirou de dentro dela pra meter na boca, enquanto ajudava a amiga a se levantar. Noelia tava com a boca toda vermelha e a sensação de ter usado a língua como nunca. Belén tirou o vibrador da boca e foi chupar os pezinhos de Noe. O sonho dela na boca. Lambeu e percorreu cada centímetro daqueles peitos. O cheiro e o gosto, o gosto da pele dela... Deixavam ela louca. Noê suspirava de prazer. Belém desceu e continuou lambendo a buceta da sua putinha da vez. Noélia estava sentindo a melhor chupada na sua xereca, dada por uma mulher; dada pela sua melhor amiga. A experiência no assunto fazia de Belém uma expert, tanto que Noélia não conseguia ficar de pé. Começou a meter dois dedos lá dentro, acompanhando os gemidos da amiga. A língua dela estava impregnada com o gosto da buceta de Noélia, sentia a essência dela na boca. Os dedos já não faziam mais fricção de tão molhada que tava. Era hora do vibrador. Sem brincadeira, enfiou a pica dentro da xota de Noélia e ligou no talo. O suspiro dela foi tão grande e longo que ela ficou imóvel por um instante. Belém, conseguindo o que queria, começou a diminuir a potência. Tirou de dentro e colocou Noê de quatro pra meter de novo. "Que vista linda eu tenho", dizia Belém ao ver a raba gostosa que ia provar. Enfiou o vibrador de novo na amiga, que começou a rebolar pra sentir mais prazer nas metidas. Tavam a todo vapor, já tinham uns 10 minutos nessa. Noê, com os olhos virados e entre suspiros, fala que vai gozar. Isso faz a buceta de Belém queimar de tesão, sabendo o que vai rolar. O orgasmo de Noélia foi tão forte que fez efeito em Belém. As duas gozadas, largadas no banheiro, terminando de ter o melhor sexo lésbico entre amigas. Mas não parava por aí. Falamos que Noélia queria dar tudo e, do jeito dela, devolver a paixão que tinha despertado em Belém. "Vem, gostosa, vamos sair, vamos pro quarto porque aqui não vai dar pra curtir tanto", disse Noê pra Belém, e ela aceitou as ordens sem resistir e de boa cara. Só olhou pra ela e falou: "Mmmm... tarada". Noê pegou os brinquedos e foram pro quarto de Belém. Quando entraram, Noê empurrou ela contra a cama. Isso desconcertou Belém, que se sentiu confusa, mas fez o tesão voltar. Novamente. "Vira, fica de quatro", foram as novas ordens da dona da casa. A amiga dela não hesitou em seguir o jogo. Logo sentiu as mãos agarrarem suas nádegas e as separarem, como se estivessem ANALisando a situação. De repente, várias palmadas começaram a ecoar. A faceta violenta que Noelia estava mostrando só excitava mais Belém, que estava surpresa com o estado da amiga. Com a bunda toda vermelha e marcada pelos tapas, ela abriu suas nádegas de novo. Decididamente, Noe enfiou a língua na Booty da amiga. Belém arregalou os olhos, atônita com o que estava rolando. Nunca imaginou que Noelia fosse chegar tão longe. Que fosse comer o cu dela. Ela fazia círculos ao redor do ânus da amiga, que ficava louca com a sensação. Não tinha um único pelo no cu que atrapalhasse o caminho dos lábios e da língua dela, e nem preciso dizer que os poucos pelinhos eram dourados e destacavam o corpo angelical dela. Noe se animou, aos poucos começou a enfiar a língua dentro do cu de Belém. "Uuui, sua conchuda, como você me faz gozar." Ela não era muito de sexo anal por causa de experiências ruins, então quando dava a louca, fazia sozinha. Estava com o rosto todo vermelho (além da bunda). Noe lentamente tentava enfiar a língua até conseguir, sentindo a pele quente da amiga, como se ela estivesse sugando para dentro. Era uma sensação estranha e gostosa para ela. Tirou a língua e começou a brincar com o dedo na área. O dedo indicador queria entrar no cu e entrou. A primeira falange entrou sem problemas, para o delírio de Belém. Noe cuspia na bunda dela e enfiava mais e mais o dedo dentro da loira. Girava, mexia e sacudia o dedo para o êxtase da amiga. Com a mesma mão, começou a masturbar o clitóris com o polegar. Belém estava quase desmaiando. Noe, com a outra mão, pegou a cock de plástico e levou de novo à boca. Chupava e lambia sem controle. Tirou da boca ao mesmo tempo que tirava o dedo indicador da Booty de Belém. O que será que tem pensado fazer? Será que não vai pensar..?

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