Minha mãe me cuida/Cap2

Minha mãe me cuida/Cap2CAPÍTULO 2

Já estava o aquecedor ligado, íamos tomar banho eu e minha mãe, quem dera fosse juntos, mas só de ver ela com a roupa molhada já me deixava muito excitado, minha própria mãe..

--Mas sua mãe, vai ficar com a roupa molhada aí... você viu que os ladrões nos deixaram sem mais nada...,

--Sim, filho... não tem jeito, por isso se apressa, ah, e me passa toda a sua roupa pra eu torcer e estender...,

--Mas... lembra que a gente não tem roupa... roubaram tudo... O que eu vou vestir?...,

--Ué, nada, filho, você sai com a toalha enrolada e enquanto eu entro no banho você estende ela no encosto da cadeira e se mete dentro da cama...,

--Pelado?...,

--Claro, filho... não vai ser de você se deitar com a roupa molhada no corpo... bom, já é muita conversa, entra no banho que a gente tá congelando..., ela falou com voz firme, embora o rosto estivesse vermelho e parecia que ela estava excitada, será que o pensamento de se deitar com o filho pelado a esquentava?

--Já tô indo, e quase correndo entrei no banheiro, me despi e entreabrindo a porta joguei minha roupa molhada pra ela, pra depois começar a me lavar enquanto lamentava todas as adversidades que a gente tinha passado nessa viagem, embora ainda não analisasse os benefícios que eu ia ter por causa do roubo das nossas roupas e da tremenda molhada que a gente tomou.

Quando terminei de me lavar, depois de me secar, saí do banheiro com a toalha enrolada na cintura. Minha mãe ao me ver, quase saiu correndo pro banheiro pra poder tomar banho com água quente e tirar o frio que sentia por continuar com a roupa molhada ainda no corpo.

Mamãe do banheiro gritava que eu tinha estendido minha roupa nas cadeiras da sala e que a dela ela deixaria estendida no banheiro. Por tudo que a gente tinha passado durante o dia, eu não tinha me tocado da situação que a gente ia enfrentar, até que finalmente, como se diz popularmente, caiu a ficha.

"Toda a nossa roupa, Até as nossas calcinhas ficaram bem molhadas, e a minha mãe espetacular precisa se secar e vai deixar a toalha dela toda molhada também”.

“NÃO PODE SER... A JUANA VAI TER QUE DORMIR IGUAL A MIM... ELA VAI FICAR PELADA... E COM A CAMA TÃO PEQUENININHA”..., Eu pensava..., com a pica bem dura.

Então eu ouvi a água do chuveiro parar de cair, sinal de que a minha mãe já tinha terminado de se banhar.

“JÁ TERMINOU... ELA VAI SAIR AGORA... AQUELE RABÃO VAI SAIR PELADO”..., Eu repetia em silêncio.

-- Apaga a luz, filho... que eu já vou sair..., ao ouvi-la eu me levantei rapidinho com a pica bem dura e apaguei a luz, pra depois voltar a me deitar na cama, me cobrindo com o lençol que tinham colocado pra gente, já que por causa do calor não tinham posto outro cobertor.

Já dentro da cama, eu tava ansioso pra vê-la sair, mesmo com a luz apagada, entrava muita claridade, porque tinha lua cheia essa noite e entrava muita luz natural e como não tinha cortina, a luz entrava direto.

Passaram uns dez minutos, imagino que foi o tempo que ela levou pra se secar, até que finalmente eu vi aquela mulher espetacular aparecendo enrolada na única toalha que restava, que cobria os peitões enormes dela e parte do rabo empinado.

A Juana ficou uns minutos olhando pra cama, se certificando de que eu já tava dormindo, claro que ela notou que entrava muita luz de fora e ficou meio envergonhada de tirar a toalha e estendê-la no encosto da cama.

Minha mãe fazia movimentos com a cabeça como se procurasse meus olhos, tentando garantir que eu tava dormindo, e até com uma das mãos ela tocou e mexeu devagar num dos meus joelhos, então pra dar confiança eu fiz barulhos como se tivesse roncando, mas isso sim, eu tava com os olhos entreabertos e a pica bem dura. Depois de ver que eu não reagia e após esperar alguns segundos, a mulherão de quadril largo se virou e foi desenrolando a toalha dela aos poucos. até que finalmente ela tirou.
Mesmo no escuro, a imagem que eu via era impactante, dava pra ver umas nádegas firmes e empinadas, peladas, e quando ela se inclinou pra arrumar a toalha quase me fez gozar sem nem me tocar. Depois ela se virou, abriu o lençol da cama e, ao se inclinar, pude ver aquelas peitolas enormes penduradas como sinos, além de umas pernas que pareciam das mulheres dos mangás hentai, ou seja, espetaculares.

Quando a mamãe se deitou completamente na cama e se cobriu, eu me virei e fiquei de costas pra ela, porque não queria que ela percebesse o quanto eu tava excitado. Ela podia ficar muito brava e me mandar dormir no chão, então se eu não me virasse, ela não notaria a dureza do meu pau, e talvez quando ela pegasse no sono eu pudesse levantar um pouco o lençol e ver aquelas peitolas dela, ou pelo menos era o que eu pensava. Mas mesmo assim, estando pelados e de costas um pro outro, sentir minhas nádegas roçando nas dela me esquentava demais, dava pra sentir umas nádegas bem empinadas e macias.

Quase não nos mexíamos, mas por causa do tamanho da cama e do colchão que afundava, ficávamos praticamente esmagados, costas com costas e bunda com bunda. Mas depois de dez minutos assim, ela ficou incomodada com a posição e acabou se virando. Agora não era mais a bunda e as costas dela me esmagando, e sim o que eu sentia eram aquelas peitolas enormes e a buceta peluda dela encostadas nas minhas nádegas.

— NÃO ACREDITO… ELA TEM A BUCETA DO JEITO QUE EU GOSTO… SUPER PELUDA… QUE DELÍCIA…, eu pensava ao senti-la tão colada em mim.

Era uma sensação gostosa demais sentir aquela mata de pelos enorme e volumosa raspando na minha bunda sem querer, embora eu fizesse movimentos fingindo estar dormindo, mas na real era pra esfregar minha bunda naqueles pentelhos que me enlouqueciam.

Não sei se era por causa do tesão que eu tava, mas parecia que eu sentia a buceta da mamãe muito molhada. –ESSAS PUTA…MAMÃ É UMA PUTA…EU PENSANDO…, e isso me deu coragem pra tentar algo a mais.

--Oi…você tá acordada?...,

--Tô sim, filho. O que foi?...,

--Já cansei dessa posição, posso me virar?...,

--Pode sim, filho, mas deixa eu me virar primeiro, que eu também já cansei dessa posição, que desconfortável que a gente tá, né?... mas pelo menos a gente vai dormir quentinho…que cama desconfortável… a gente tá super apertado… agora sim te fiz a boa, filho…tô te embalando, bebê…, e depois de falar isso ela se virou e me deu as costas.

Ao sentir o movimento dela, eu também me virei, mas pra não assustá-la me impulsionei um pouco mais pra cima da cama e ao me virar totalmente minha pica dura ficou esmagada contra as costas nuas dela. Mamãe, ao sentir aquele ferro duro nas costinhas dela, tremeu um pouquinho e fez uns movimentos como se quisesse se afastar de mim, mas quanto mais ela se mexia, mais o colchão afundava e mais ela grudava em mim. Ao notar isso, minha mãe, resignada, ficou imóvel enquanto eu fazia movimentos discretos me esfregando na pele quente das costas dela, tava sentindo uma delícia tão grande que aos poucos comecei a me mover de baixo pra cima de forma mais descarada, até que comecei a sentir prazer demais, tanto que fiquei com medo de gozar, então fiquei imóvel e tentei pensar em outra coisa pra baixar a “animação”, mas já tinham se passado vários minutos que mamãe tinha ficado naquela mesma posição, e embora não tivesse se virado, ela fez alguns movimentos pra se reacomodar, mas ao fazer isso, sem querer, esfregou minha pica nas costas nuas dela e aquilo foi a gota d’água. Mesmo tentando evitar, mordendo os lábios, gozei abundantemente nas costinhas quentes dela.

--AAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHH… nãoooooooooo… podeeeeeeeee…ser… ahhhh… me desculpaaaaaaaaaaa…mamãeeeeeeeeee….aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaagggggggggghhhh… delíciaaaaa…, eu gritei tremendo, disparando e disparando leite quente nas costas dela.
Eu tentava me segurar, mas continuava esguichando porra sem parar, bufando como um touro e gemendo de prazer.
--Mas queee porcaria você acabou de me fazer?... você é um porco m... olha como deixou minhas costas... tá cheia da sua imundície..., e sem parar de gritar comigo, ela se levantou e começou a se limpar as costas com a toalha úmida com que tinha se secado, e quando sentiu que já tinha tirado todo o sêmen, jogou a toalha no chão.
Da minha parte, como já tinha gozado e acalmado um pouco do meu tesão, consegui pensar com clareza e me dei conta da magnitude do que tinha feito.
--"GOZEI NAS COSTAS DELA... JOGUEI MINHA PORRA NAS COSTAS DELA"..., pensava eu, muito nervoso e assustado.
--Por que você me desrespeita assim?... eu vim pra ser um repito e olha as porcarias que você despejou em mim...,
--Não consegui evitar, mãe... eu... é melhor... eu dormir na cadeira ou no chão.., respondi com o rosto todo vermelho e muito envergonhado.
Ela não me respondeu, ficou alguns segundos sem dizer nada, muito nervosa e com a respiração bem ofegante, como se tivesse corrido vários quilômetros. Esse silêncio fez eu ficar olhando pra mãe, primeiro com muito nervosismo, mas depois, ao vê-la com atenção, iluminada só pela luz da lua, ela tava espetacular, tanto que me excitou de novo.
Minha mãe, a monumental dona Juana, tava com as duas mãos na cintura, e ao respirar tão rápido, as peitões dela balançavam pra cima e pra baixo de um jeito safado. Isso tudo durou uns poucos segundos até ela quebrar o silêncio e me dizer:
---Fica tranquilo, filho... não aconteceu nada... seu corpo teve uma reação biológica bem normal.. e bom, já não dá pra remediar nada, o que tá feito tá feito... fica na cama e agora tenta dormir um pouco, tá?...
E meio nervosa ou sei lá, talvez excitada, ela se aproximou de novo da cama, e outra vez ao Ao se inclinar, suas enormes tetonas balançaram de novo, e quando ela se acomodou de lado, mas de frente pra mim, as tetonas dela colaram no meu peito e a barriguinha peluda começou a raspar deliciosamente na minha pele.
Mas ao fazer isso, e por estarem tão colados, mamãe não conseguiu evitar sentir a dureza do meu pau encostado no corpo monumental dela.
- Mas... que que... tá... a...acontecendo... De novo assim?... Mas se... você... já... tinha gozado... era pra você estar relaxado... melhor levanta... eu... eu... isso..., ela falava gaguejando e tartamudeando nervosamente.
E foi quando eu não aguentei mais tanta tesão, sem hesitar e sem deixar ela reagir, comecei a chupar desesperadamente as tetonas enormes dela, alternando de uma pra outra, mamando com muita violência. Eu fazia tão forte que cada vez que eu soltava uma, eu chupava com tanta força que parecia que queria arrancar ela fora.
--AAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYY... Nãoooooo... BrutoOOOOO... você puxa muito forte... animal... aaaayyyy... me soltaaaa... filhooooooo... você não pode fazer isso com a mamãe..., ela gritava pedindo pra eu me afastar, primeiro com uma voz bem firme, mas depois, aos poucos, ela foi se deixando levar. Na real, disfarçadamente, ela começou a acariciar meu cabelo com carinho, enquanto eu continuava chupando e chupando brutalmente os peitos dela.
Eram tão fortes as mamadas que eu dava naquelas tetonas que com certeza já deviam estar bem vermelhas e cheias de chupões, embora Juanita já tivesse parado de reclamar, e agora ficava submissa aguentando minhas mamadas nos peitos dela, mas sem parar de acariciar meu cabelo.
Depois de vários minutos mamando aquelas tetas como bezerro faminto, levantei as mãos dela e fui mamar as axilas, lambendo alternadamente pra depois chupar o pescoço longo e elegante dela por alguns segundos. Em seguida, com a mão direita, eu amassava as tetonas dela e depois ia descendo devagar pela barriga e ventre até chegar na buceta bem peluda dela.
Mamãe já não estava só... acariciei o cabelo dela, mas agora ela respirava muito acelerado e soltava uns gemidinhos. Quando finalmente apalpei a buceta dela, me surpreendi com o quanto estava molhadinha. –TÁ QUENTE…MAMÃE TÁ QUENTE…, eu pensava. Então, aos poucos, enfiei um dos meus dedos na buceta dela enquanto massageava o clitóris com o polegar.

--AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH… O que… você tá fazendo comigo? Nãoooooooo… eu vim aqui… por respeito pra você não fazer… issooooooo… aaaaaaaaaagggggggggg…, ela gritava enquanto eu massageava a buceta dela com muito mais força e chupava o pescoço e os peitões dela.

--Então, respeitosamente, vou te meter a pica…, e decidi mudar ela de posição, deitando ela de costas na cama, mas abrindo as pernonas dela, e comecei a chupar a ppk dela e, bum, sem dar trégua.

Eu passava a língua pela ppk peluda dela e depois deslizava até chegar no cuzinho enrugado e lambia com delicadeza. Pela posição em que eu a deixei, de barriga pra cima com as pernas abertas e os joelhos quase na altura dos ombros, eu conseguia chupar ela inteira, tanto a buceta quanto o cu, com facilidade.

--aaaaaayyyyyyy… nãoo… filho lindo… você é um garotinho sem malícia… por que você faz essas safadezas?... aaahhhggg…, dizia a Juana me repreendendo pelo que eu fazia, mas gemendo e tremendo de prazer.

--Cê acha que eu não tenho malícia?... mas se desde que saímos de casa eu só quero te dar pica… suas bundonas me deixam louco, Juana… e você sozinha se colocou numa bandeja de prata pra eu te devorar…, eu dizia enquanto lambia a raba dela.

--eu não sabia que você era um porco… que me olhava com luxúria… se eu soubesse disso…ahhhhhhhhhh,,,sua… língua arranha…,

--Ah, e se eu sou um porco, então o que você é?.. se você tá muito quente… sua buceta tá chorando por uma pica…,

--Nãoooooooooooo… eu não quero… isssoooo… você é uma criança pra mim…,

E então eu lembrei do jeito que ela me olhou quando saímos da nossa em casa, como se eu visse um garoto bobo e virgem e de como me excitou imaginar esse garoto bobo metendo o pau em mim.
Todos esses pensamentos e a tesão que eu já tava fizeram eu não aguentar mais, então abri as pernas dela e subi em cima, apontando meu pau pra buceta dela e procurando com o olhar a expressão no rosto dela.
Comecei a enfiar meu pau devagarzinho, não por medo de machucar, mas porque queria ver a cara dela sentindo eu entrando aos poucos dentro dela.
---AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYY… você tá… sua coisa…é grossaaaaa…. Minha mãe gritava fazendo caras bem safadas.
--Não que eu sou muito inocente... tá sentindo o pau desse garoto inocente…, e depois de falar isso dei um empurrão forte e enfiei tudo, ficando assim por vários segundos.
---AAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGG…, foi o gemido forte que minha mãe soltou ao me sentir totalmente dentro dela.
--//Finalmente tô comendo e com que tipo de mulher//…, gritei pra ela e depois comecei a comer ela com muita força na posição de missionário. Meu pau entrava e saía sem piedade, fazendo a cama pequena e velha se mexer e ranger forte, tanto que num momento durante a foda cheguei a pensar que ela ia desabar.
Eu segurava minha mãe pelos ombros e entrava e saía sem parar, serrando ela brutalmente, às vezes parava deixando o pau enfiado até o fundo e depois aos poucos ia tirando, mas sem chegar a tirar tudo, e então afundava com muita força.
--//AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY... bichooo/…, ela gritava quando eu dava essas estocadas violentas de pau.
Fiz isso várias vezes até decidir voltar a meter nela sem controle.
-oooooohhhhhhhhhhhhhhhhh…mmmmmmmmmmgggggggggg….ahyyyyyy.., ela gemia e quase sem perceber enfiou as mãos nas minhas axilas pra me abraçar enquanto Suas pernas gostosas se enroscavam na minha cintura, me aprisionando por completo.
— Já tá com vontade, mamãe?... Já quer?... Tava com tesão em mim, né?... Já tinha pensado em mim como homem?... Acho que sim... por isso tá tão molhadinha... — eu dizia, sem parar de comer ela.
— N... Não... é verdade... eu nunca... aaaaaaahhhhhhh... sempre te vi só como meu filho...
— Não te acredito, Juana... se tá tão molhada assim é porque já tava doida pra ter a pica do teu filho dentro... te excita muito ser eu que tô te metendo... me fala a verdade, já tinha sonhado comigo?...
— Não, filho... bom, só com o teu... pau... eu... te ouvia... nas noites em que você se masturbava... e mesmo que no começo eu me assustasse um pouco, depois me excitava muito ouvir teus gemidos... e... eu... me masturbava... mas só pensava no teu pau... não em... você... aaaaggggggggggggh... mais devagarinhoooooo...
— Não, Juana... você me queria entre as tuas pernas... queria se enganar dizendo que só pensava na minha pica... mas no fundo queria que o teu próprio filho te comesse... por isso quase sempre se vestia assim... eu achava que queria esquentar meus amigos... mas não, era eu... toma... pica putaaaaa... putaaa...
E depois de falar isso e meter mais forte, a elegante senhora Juana quebrou todas as barreiras e começou a se mexer, participando da foda. Ela movia a bacia de baixo pra cima, buscando desesperadamente se encontrar com a minha pica pra penetração ficar mais profunda.
— Assiiiiim... filho lindoooooo... me come... a tua mamãe... me dá... me dá pica... goza na minha buceta... mete forte mesmo que doa... não é que te esquentei muito desde que saímos de casa?... então me mostra, filho... mais... do teu pau... — ela gritava, e esses gritos me deixaram ainda mais louco, e com mais força eu metia meu ferro. Qualquer um que visse de fora juraria que eu tava estuprando ela, pelo jeito bestial que eu tava comendo.
E quando eu tava mais concentrado, metendo com tudo na minha... Juanita, sem parar de me beijar e me abraçar, me girou na cama e agora ela estava por cima de mim e começou a me cavalgar energicamente.

--Assim, Juanaaaaaaaaaa...brica...brica... minha amazona sexy...aaaaaggggggggggg...como você tá linda, mamasota...enfia tudo...se castiga sozinhaaaaaaaaaa.... Eu gritava sem parar.

A imagem que eu via era impressionante, minha mãe, a dona Juana, a bunda mais desejada do bairro, pulava e pulava sem parar, cravando até o fundo meu pau, e a cada pulo que ela dava, aquelas peitolas enormes balançavam pra todos os lados e pendiam como sinos. De vez em quando ela pegava e apertava com força, e também às vezes levava à boca e chupava como bezerro faminto, passando de uma peitola pra outra.

Eu brincava, seja com a boca ou com as mãos, naquelas peitolas, mas sem que ela parasse de pular e cravar o pau. A buceta peluda da mamãe tava bem molhada com os sucos vaginais dela, e isso fazia meu pau deslizar gostoso pra dentro daquela bocetinha apertada e peluda.

Se a cama rangia muito quando começamos a transar, agora ela tava estralando com as sentadas violentas que ela dava, além dos gritos dela que já estavam bem altos e escandalosos.

--AAAAAAAAAYYYYYYYYYYYYYY...assim, papito...assim...me mete o pau gostosoooo...

--Verga, Juana...se chama verga o que eu tô te metendo...

--Sim, filhinho...me mete a vergaaaaaaaaa...come a sua mamãe...assim...papi...você gosta de como eu te cavalgo?... siiiim?...que comilança você tá me dando, filho lindoooo....aaaaaayyyyhhhhhhhhh...

--Não grita, Juana, a dona Rosa vai te ouvir...eu falei.

--Tô nem aí...que ela saiba que meu menino tá me fazendo muito feliz...você gosta de como eu pulo, papi?... siiiim?...você é um menino muito safado...eu vim cuidar pra você não fazer coisa errada com sua namorada...aaaaaaaaaaaahhhhhh... e agora você tá fazendo com a sua mamãe...e depois ela começou a arquear as costinhas e a tremer sem parar, abrindo a boca com o... carinha cheia de suor e o cabelo todo bagunçado pra depois gozar ruidosamente. --AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGG… SIIIIIIIIII…yaaaaaaaaaaaaaaa… eu… tô gozandoooooooooo… aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh…h…filhoooooooooooo…lindo!!!!!!!! Oooooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…, gritava e se contorcia tremendo e respirando acelerado. Depois de vários minutos, quando mamãe parou de tremer, ela desabou em cima de mim totalmente exausta e imóvel, o orgasmo absurdo que ela tinha acabado de ter a deixou como morta, então decidi retomar o controle da foda, já que mesmo ela tendo parado de se mexer, meu pau nunca saiu da buceta dela e continuava duríssimo, então agarrei ela com as duas mãos nas suas bundonas paradas, apertei e levantei um pouco pra depois começar a meter com bom ritmo meu pau de baixo pra cima serrando a buceta peluda da minha mãe. -// PLAFF…PLAFF….PLAFF…PLAFF…PLAFF…PLAFF//…, soavam as bundonas da Juanita quando batiam contra minhas bolas, enquanto ela continuava imóvel, com o olhar perdido e recebendo o pau submissamente. --//PLAFF…PLAFF….PLAFF…PLAFF….PLAFF…PLAFF….que forte soam suas bundonas…aaaaaahhhhh…a essa hora a dona Rosa já ouviu seus gritos e como eu aplaudo essa bunda…que bundona…que dura tá essa raba…. Plaff….Plaff…Plaff…., eu gritava dando beijinhos por toda a carinha dela mas agora tendo uma das minhas mãos amassando aquele rabão e a outra na nuca acariciando o cabelinho e beijando todo o rosto dela. E foi então que percebi que não tinha feito uma das coisas que eu mais queria fazer com a mamãe, que era dar um beijo na boca dela. Então, do jeito que estávamos, com uma mão na bunda dela, metendo o pau e com a outra mão no cabelo dela, virei meu rosto e plantei um beijão na boca dela enfiando minha língua e esfregando na dela. A Juana se assustou com aquela intromissão, mas quando se recuperou da surpresa ela me respondeu enroscando sua linguinha doce com a minha e esfregando sem pudor. Os dois mexíamos os lábios um contra o outro, nos comendo mutuamente. "MINHA LÍNGUA ESTÁ NA SUA BOCA E AMANHÃ VAI ESTAR NO SEU CU, SUA PUTA…", pensava eu sem parar de comê-la. Eu estava muito surpreso com a resistência que ela tava tendo, mas como eu já tinha gozado uma vez e nas costas dela, com certeza isso influenciou um pouco, e a Juana, mal a bucetinha dela teve aquela gozada, soltou muitos fluidos de novo e se molhou pra caralho, tanto que minhas bolas e meu pau estavam encharcadíssimos, a puta esquentou de novo e tava curtindo as metidas furiosas de pau que eu dava nela. --Rong…Rong…Rong…Rong…, as molas da cama rangiam forte por causa dos movimentos brutos que a gente fazia durante a trepada que eu dava na minha Juanita, além de que eu continuava beijando ela apaixonadamente, embora às vezes só desse beijos estalados pelo rostinho dela e sem parar de bater nas nádegas dela. --//PLAFF…PLAFF….PLAFF….PLAFF….PLAFF…assim Juana…a…aperta…molha meu pau com sua buceta peluda…toma…putaaaa…toma…..pauuuuu…você sempre me falou que ….eu devia ter mais confiança com a mamãe…assim…assim… Rong…Rong…Rong…Rong…. já tenho confiança sua?... assim ou quer que eu tenha mais confiança, mamãe?... tá me sentindo?... sente como eu entro em você, mamãezinhaaaaaa…aaahhh//…, E nesse exato momento eu olhei nos olhos dela e ao ver tanto amor e tanta safadeza refletidos, ficou ainda mais morbidão e eu gozei abundantemente dentro da minha mãe. --//AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH…JÁAAAAAAAAAAAAAA…DENTROOOOOOOOO…COMO VOCÊ TÁ PELUDA…COMO SEUS PELOS ME ARRANHAM…AGGGGGGGGGHHH//…, e tremendo como se tivesse tendo convulsão, eu soltei 6 ou 7 jatos de porra quente e abundante, bufando e gemendo por uns 10 segundos até ficar totalmente imóvel e bem relaxado. --Calma, pussy…já passou… como você tremia, bebê, até pensei que você ia ter um treco algo... sentiu muito gostoso, né, bebê?.., dizia Juanita me acariciando ternamente meu rosto. Como resposta, só dei um beijo estalado na boquinha dela e dizia: — Te amo... Juanita... Te amo muito...,
— Eu também te amo muito, filho lindo..., me respondeu e depois se aninhou no meu peito e dormiu profundamente......
CONTINUA
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