Por três meses fomos espectadores de uma ruína anunciada. No primeiro mês, eram escapadas com o coração na boca, mas no segundo,

A presença da esposa já tava enchendo o saco do Ernesto. As brigas em casa eram constantes; da minha sala, eu e o Juan ouvíamos os gritos, curtindo como aquele lar "perfeito" tava desmoronando por minha causa. Já no terceiro mês, o velho não aguentou mais a pressão e botou ela pra fora com mala e cuia. Finalmente a casa ao lado tava vazia.
Com a casa vazia, a obsessão do Ernesto foi pro caralho. Pra gente se ver sem "medo", bolamos o plano perfeito, ou pelo menos o que ele achava perfeito: falamos pro Ernesto que o Juan tinha pego uns projetos fodidos na empresa e que ia ter que fazer hora extra até de madrugada. O Ernesto jurava que o Juan tava a quilômetros de distância, enfiado num escritório, sem desconfiar que meu namorado deixava o carro estacionado a duas quadras e entrava no escuro e em silêncio no nosso apê pra curtir o show todo da janela ou do celular.
Na primeira noite, a gente foi pra casa do velho. O ambiente cheirava a limpo, mas tinha uma aura pesada. Enquanto o Ernesto se descuidou um segundo na cozinha, me servindo uma taça de vinho com as mãos tremendo de emoção, eu me aproximei da cama que até dias atrás era da esposa dele. Peguei uma loção dela que ainda estava na penteadeira, passei um pouco no pescoço com cinismo, tirei meu celular, coloquei disfarçado entre uns livros na mesa de cabeceira apontando direto pra cama, e deixei a transmissão privada ao vivo rolando pro Juan.
Quando o Ernesto entrou no quarto com as taças, a gente nem conseguiu brindar. Ele arrancou minha roupa com uma desesperação bruta. Me jogou na cama, exatamente no lado onde a ex-mulher dormia, e enquanto me beijava o pescoço descendo pros meus peitos, sussurrou no meu ouvido: "Você cheira delicioso... é mil vezes mais mulher do que ela". Ouvir isso na própria cama dela me fez ferver o sangue.

Ernesto abriu minhas pernas e enfiou de uma vez só, arrancando um gemido abafado de mim. A sentada foi pesada, gostosa e sem pressa. O velho segurava minha cintura marcando um ritmo profundo, enterrando até o fundo. De repente, a tela do celular que estava no criado-mudo brilhou na penumbra. Sem o velho perceber, eu dei uma olhada de canto: era uma notificação do Juan em tempo real dizendo: "Mexe mais essa cintura, putinha... tô gozando daqui te vendo com o coroa". O choque de sentir o Ernesto dentro e saber que meu namorado tava me dirigindo das sombras me fez escorrer de tesão.

Mudamos de posição. Fiquei de quatro na beira da cama, de costas pro Ernesto, mas de frente pra câmera. O velho me puxou pelo cabelo com gosto, dando uns tapas leves na minha bunda que ecoavam pelo quarto enquanto me comia sem piedade. Apertei os lençóis da ex-mulher com raiva e gozei gemendo alto, chamando o nome do Ernesto enquanto o velho terminava de se esvaziar dentro de mim.



Ficamos suados e ofegantes. O Ernesto me abraçou por trás e, em vez de virar pra dormir, pegou na minha mão com uma ternura que me desconcertou. Ele olhou nos meus olhos e disse com a voz embargada: "Valeu por me trazer de volta à vida, Dani. Com a minha esposa nunca senti isso... juro que por você sou capaz de qualquer coisa". Um calafrio me atravessou o peito. Ali, vendo a sinceridade e a vulnerabilidade nos olhos dele, percebi que a brincadeira de voyeurismo com o Juan tinha acabado pra mim... esse velho tinha entrado de verdade no meu coração.


A presença da esposa já tava enchendo o saco do Ernesto. As brigas em casa eram constantes; da minha sala, eu e o Juan ouvíamos os gritos, curtindo como aquele lar "perfeito" tava desmoronando por minha causa. Já no terceiro mês, o velho não aguentou mais a pressão e botou ela pra fora com mala e cuia. Finalmente a casa ao lado tava vazia.Com a casa vazia, a obsessão do Ernesto foi pro caralho. Pra gente se ver sem "medo", bolamos o plano perfeito, ou pelo menos o que ele achava perfeito: falamos pro Ernesto que o Juan tinha pego uns projetos fodidos na empresa e que ia ter que fazer hora extra até de madrugada. O Ernesto jurava que o Juan tava a quilômetros de distância, enfiado num escritório, sem desconfiar que meu namorado deixava o carro estacionado a duas quadras e entrava no escuro e em silêncio no nosso apê pra curtir o show todo da janela ou do celular.
Na primeira noite, a gente foi pra casa do velho. O ambiente cheirava a limpo, mas tinha uma aura pesada. Enquanto o Ernesto se descuidou um segundo na cozinha, me servindo uma taça de vinho com as mãos tremendo de emoção, eu me aproximei da cama que até dias atrás era da esposa dele. Peguei uma loção dela que ainda estava na penteadeira, passei um pouco no pescoço com cinismo, tirei meu celular, coloquei disfarçado entre uns livros na mesa de cabeceira apontando direto pra cama, e deixei a transmissão privada ao vivo rolando pro Juan.Quando o Ernesto entrou no quarto com as taças, a gente nem conseguiu brindar. Ele arrancou minha roupa com uma desesperação bruta. Me jogou na cama, exatamente no lado onde a ex-mulher dormia, e enquanto me beijava o pescoço descendo pros meus peitos, sussurrou no meu ouvido: "Você cheira delicioso... é mil vezes mais mulher do que ela". Ouvir isso na própria cama dela me fez ferver o sangue.


Ernesto abriu minhas pernas e enfiou de uma vez só, arrancando um gemido abafado de mim. A sentada foi pesada, gostosa e sem pressa. O velho segurava minha cintura marcando um ritmo profundo, enterrando até o fundo. De repente, a tela do celular que estava no criado-mudo brilhou na penumbra. Sem o velho perceber, eu dei uma olhada de canto: era uma notificação do Juan em tempo real dizendo: "Mexe mais essa cintura, putinha... tô gozando daqui te vendo com o coroa". O choque de sentir o Ernesto dentro e saber que meu namorado tava me dirigindo das sombras me fez escorrer de tesão.

Mudamos de posição. Fiquei de quatro na beira da cama, de costas pro Ernesto, mas de frente pra câmera. O velho me puxou pelo cabelo com gosto, dando uns tapas leves na minha bunda que ecoavam pelo quarto enquanto me comia sem piedade. Apertei os lençóis da ex-mulher com raiva e gozei gemendo alto, chamando o nome do Ernesto enquanto o velho terminava de se esvaziar dentro de mim.



Ficamos suados e ofegantes. O Ernesto me abraçou por trás e, em vez de virar pra dormir, pegou na minha mão com uma ternura que me desconcertou. Ele olhou nos meus olhos e disse com a voz embargada: "Valeu por me trazer de volta à vida, Dani. Com a minha esposa nunca senti isso... juro que por você sou capaz de qualquer coisa". Um calafrio me atravessou o peito. Ali, vendo a sinceridade e a vulnerabilidade nos olhos dele, percebi que a brincadeira de voyeurismo com o Juan tinha acabado pra mim... esse velho tinha entrado de verdade no meu coração.
0 comentários - Tentando o vizinho sério 5