Sou a Mônica, tenho 36 anos, sou casada há vários anos. Vou me descrever como sou: tenho 1,70m de altura, peso entre 53 e 56 quilos, sou magra, pode-se dizer. Peitos grandes e extravagantes — foi um presente de aniversário pro meu marido. Também tenho uma bunda grande e firme por causa da atividade física. Sou muito gostosa pros homens, sei me vestir elegante e sexy pra mim e pros outros. Muito sociável, simpática, tagarela, amigona das minhas amigas, boa mãe, carinhosa, presente, atenta e protetora com os meus. Sou morena de olhos pretos, sou nota 9/10 pra qualquer homem.
Minha vida financeira é super resolvida, porque casei com o Carlos: 46 anos, está em boa forma pra idade, é gerente de uma multinacional e isso nos dá uma vida muito confortável. Temos dois carros, o último modelo de alta gama da Mercedes, duas casas — uma na província de Buenos Aires, de dois andares, com piscina e um parque bem grande num condomínio fechado bem exclusivo, e outra em Montevidéu, Uruguai, que usamos pra férias, mas também viajamos pra outros lugares várias vezes por ano. Temos um filho chamado Lucio, de 14 anos, magro pra idade, zero esporte na vida, inteligente, joga xadrez e jogos de PC, muito introvertido, difícil socializar com gente que acabou de conhecer, e nem se fala com o sexo feminino, pelo que eu saiba.
Eu casei aos 24 anos, foi amor. Carlos, meu marido, sempre foi normalzinho na cama — não muito grande, nem sessões maratonas de sexo — e isso não me incomodava porque eu também era assim. Ou pelo menos achava que era. Mas com os anos, a monotonia foi deixando nossa vida sexual mais apagada e chata do que já era. Tentamos acender essa faísca com fantasias, falar putaria, mas nunca passou pela nossa cabeça algo como troca de casais ou casamento aberto. Funcionou por um tempo. Até dois anos atrás, Carlos me convenceu a tirar fotos nua. No começo foi difícil, começou com fotos provocantes de lingerie, depois passou pra fotos dos meus peitos, aí a gente começou a brincar de mandar fotos das minhas tetas, da minha bunda ou da minha... Fio dental enquanto ele tava no trampo e eu recebia fotos da pica dura dele com algum comentário quente meio besta, isso começou a nos excitar bastante até que fomos ficando seguros e começamos a nos filmar por alguns segundos transando e deletávamos na hora. Era mais filmar na nossa casa quando eu dava pra ele, ver o vídeo um tempo depois de terminar e apagar, a gente fazia isso sempre. Menos um dia que nosso filho tinha ido dormir na casa de um amigo da escola e a gente aproveitou pra sair pra jantar com um casal amigo, chegamos tarde e cansados mas com vontade. Naquela noite, eu chupei ele até gozar na minha boca, algo que eu não gosto, mas dou esse gosto pro meu marido, sem engolir, nunca fiz. Esse dia ele me filmou e não apagou o vídeo, dura um minuto e com pouca luz, não dá pra ver meu rosto, eu cubro com meu cabelo preto, mas dá pra ver bem que eu tô fazendo um oral e, sinceramente, ninguém me reconheceria, a não ser alguém que me conheça muito, aí perceberia.
No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e, por azar, roubaram o celular dele. E aí, em alguns meses, um mundo novo se abriria pra gente. No começo, não demos importância, estávamos mais preocupados com o mau momento que ele passou, embora não tenham machucado ele, do que com o vídeo, mesmo sabendo que ele tava lá e que iam postar na internet. O tempo passou e nunca mais soubemos do celular nem do vídeo. O que comecei a notar foram atitudes estranhas do Lucio comigo, olhares quando eu não tava olhando, mas eu percebia, ele era muito ruim pra disfarçar. Muita companhia pra ir a lugares comigo, lugares que pra um garoto da idade dele não era atraente, tipo mercados, loja de roupa, casa da minha mãe, tudo chato pra ele.
Até que uma tarde, esperando meu marido chegar, o Lucio tava fazendo a lição de casa e eu pedi uma caneta emprestada. Me aproximei pelo lado dele, me inclinei pra pegar a caneta e vi como o olhar dele foi direto pro canal das minhas tetas. Percebi na hora, ele se tocou e desviou o olhar na mesma hora. Eu me fiz de sonsa, como se nada tivesse acontecido. Passei, que perturbada. A noite toda, enquanto jantávamos, não parei de pensar no Luciano e na atração evidente dele pela mãe. Fiquei pensando: qual parte do meu corpo ele gostaria mais? Seria igual ao meu marido, que ficava louco pelas minhas tetas. Com o tempo, comecei a levar na esportiva, sem dar muita importância. Quando pegava ele me olhando de um jeito lascivo, pensava: "Lá vem esse menino de novo, olhando pra minha bunda com vontade". E achava graça, pensando se todos os garotos nessa idade eram tão punheteiros assim.
Os dias foram passando, e começou a aparecer a roupa íntima dele cheia de manchas brancas e secas quando eu colocava na máquina de lavar. Comecei a perceber aquela situação: era óbvio que ele se masturbava, mas isso ele já fazia antes. Só que agora, com muito mais frequência. O que o deixava tão excitado assim? Era eu? E comecei a pensar: com o que ele se masturbava? Só com o meu corpo, imaginando coisas que eu evidentemente faria com ele? Ou ele também via pornô? E que tipo de pornô ele gostava pra se aliviar à noite?
Uma tarde, fui colocar a roupa dele pra lavar e encontrei de novo a cueca cheia de esperma seco, toda manchada. Da minha boca saiu a palavra: "Tá cheio de cum". Pela primeira vez, chamei o sêmen do meu filho de cum, mas também percebi que sempre pensava assim, como cum, e não como sêmen, líquido seminal ou algo do tipo. E eu estava segurando a peça com a mão, e com os dedos indicador e médio, fazia círculos em cima das manchas de cum do meu filho. Por um instante, pensei em levar os dedos ao nariz pra sentir o cheiro do meu filho. Mas não fiz. Coloquei uma cara de nojo e repulsa, lembrando que eu nem gostava do sêmen do meu marido, e só engolia pra agradar ele, não por prazer meu.
Pensei: queria saber que tipo de vídeo pornô ele via. E uma tarde, entrei no PC dele pra dar uma olhada. No começo, não achei nada, mas depois sim. Uma pasta chamada "música". Quando abri, me deparei com nomes de garotas (depois descobri que eram nomes de estrelas pornô), como: "Dani Daniels, Charly Sommers, Kenzie Taylor, Ariela". Ferrara. Onde os temas eram elas fazendo de madrastas e comendo os próprios filhos, vi vários vídeos e me senti viva, excitada. Minha mão foi automaticamente pra minha entreperna, pros meus dedos acariciarem por cima do meu shortinho (shorts curtos) de tecido bem fininho que eu usava pra limpar a casa. O calor começou a me invadir e eu comecei a suar, e aquelas carícias quase imperceptíveis foram ficando mais intensas e com mais pressão, mas devagar, bem devagar. Mas a excitação não era pelo que eu via no vídeo; minha cabeça viajava com meu filho sentado onde eu estava vendo esses vídeos, se masturbando devagar, bem devagar, igualzinho a mãe dele naquele exato momento.
Deve ter passado uma hora ou mais, e eu devo ter visto mais de 20 vídeos enquanto me masturbava. Minha calcinha já tava encharcada, molhada pra caralho, até que encontro um vídeo sem nome, com um número, parecia ser caseiro. Abro e meus olhos se arregalaram com o que vi: era meu vídeo chupando o pau do meu marido. Reconheci na hora. Senti medo, vergonha, humilhação, terror do que meu próprio filho pensaria de mim. Mas também uma excitação que transbordava qualquer barreira moral e me fazia sentir um prazer imenso de me sentir suja, desejada, que o Lucio me visse como uma mulher que dá pra foder e não como a mãe dele.
Puxei o short pra baixo, tirei as pernas, afastei a calcinha completamente molhada e enfiei meus dedos na minha buceta. Acelerei como nunca pra explodir de prazer. Quando gozei, jorrei como nunca na vida. Tirei a mão, vi ela toda ensopada, com fios de baba pendurados entre minha mão e a buceta. Olhei pra ela e voltei a colocar o vídeo, sem parar, me masturbei de novo sem ter parado. Tava com tanto tesão que gozei de novo como uma cachoeira. Não podia acreditar. Aquela manhã eu tava totalmente no cio, enlouquecida. E fiz de novo. Quando terminei, tive três orgasmos seguidos, um atrás do outro, encharcando tudo, e depois mais dois com um pouco mais de espaço entre uma masturbação e outra. Terminei com cinco. Meu shortinho completamente molhado, a parte da minha entreperna, como se eu tivesse derramado uma bebida ali. Desliguei o PC, apaguei qualquer rastro de que eu estive no computador e corri pro meu quarto pra me trocar e tomar um banho. Eu tava toda suja depois de gozar. Quando cheguei no quarto, me olhei no espelho grande e, ao me ver toda manchada e molhada, minha calça por causa das minhas próprias brincadeiras de mulher, não consegui evitar um sorriso e pensar no meu filho. Se ele me visse daquele jeito, a imagem no espelho, ele gozaria sem nem se tocar, sujaria o chão com o esperma dele e a barriguinha dele. E entrei no chuveiro, me masturbando de novo. E aí veio na minha mente: será que ele sabia que no vídeo da puta, como ele deveria pensar daquela mulher, era a mãe dele? Ou ele não tinha percebido? E esse mistério me deixava a mil, mostrando isso pro meu marido nas noites seguintes com puro sexo. Os dias passavam e era impossível me acalmar. Meu marido me comia todas as noites, tava super cansado, não sabia o que tava acontecendo comigo, mas já não aguentava mais. Enquanto isso, eu, cada vez que tinha o pau dele dentro de mim, não conseguia parar de pensar na imagem do meu filho vendo meu vídeo e se tocando. E ele sabia ou não? Essa dúvida não me deixava em paz. Os fins de semana eram assim, desde pequenos eles vinham brincar, os únicos amigos do meu filho: Sebastián, Pablo e Facundo. Jogavam videogame, ou jogos no PC, ou viam filmes e séries na TV, e dormiam no fim de semana, às vezes na minha casa, outras vezes na casa de algum deles. Eram muito unidos. E aí comecei a sentir aqueles olhares dos amigos do Lúcio, meu filho, e dele também. No começo, eram quase imperceptíveis, mas com o tempo ficaram menos sutis, a ponto de me sentir observada o tempo todo pelos quatro garotos. Me sentia uma gazela sendo caçada por leões, esperando a oportunidade de eu me abaixar pra verem minha bunda ou qualquer movimento pra ver um pouco mais de pele. Não me incomodava, já tinha me acostumado com meu filho, e eles só olhavam, não dava pra falar nada. Provocar eles me fazia sentir desejada e fogosa. Quatro adolescentes me vendo daquele jeito... Na minha cabeça, tinha a suspeita de que os quatro tinham batido uma punheta vendo meu vídeo. Às vezes pensava que era cada um separado, outras vezes os quatro sentados lado a lado, vendo meu vídeo, esporrando tudo e sujando a cueca por minha causa. Isso deixava minha libido lá em cima o dia inteiro. Quando de manhã eu ficava sozinha, tinha longas sessões de masturbação pensando neles batendo uma, no esperma deles, e à noite transava com meu amado marido, mas pensando neles.
Uma noite, os amigos do meu filho vieram ver filmes no fim de semana. Depois do jantar, todos foram assistir no quarto do meu filho. Fiquei lavando a louça e conversando com meu marido. Do nada, ele fala:
— Carlos: "Não viu como eles te olham?"
— Mônica: "Quem?"
— Carlos: "Todos... incluindo seu filho." (Quando ele falou isso, senti um calor entre minhas pernas.)
— Mônica: "Nãaao" (me fazendo de sonsa).
— Carlos: "Te devoravam como um pedaço de presunto."
— Mônica: "Você acha? Eles são muito novinhos, passam o dia todo jogando videogame, nem pensam em mulher ainda. E olhar pra mãe do amigo, com ele e o pai na frente, eles não teriam coragem."
— Carlos: "Hahaha. Você acha mesmo?" (Ele me pegou pela cintura, puxou pra perto, desceu a mão até minha bunda e deu um tapinha devagar. A atitude dele me surpreendeu.)
Quando ouvimos passos descendo as escadas e se aproximando, era o Pablo, que veio pegar uns copos e algo pra beber lá em cima. Ele pediu muito educadamente. Eu passei com gosto. Quando me virei, senti o olhar dele no meu rabo. E eu tinha razão: olhei pro Carlos e vi que ele me fez um olhar com aquele sorriso safado, piscando um olho. O Pablo não viu, porque estava de costas pro meu marido, e subiu de volta.
Terminei de lavar a louça, e eu e Carlos fomos deitar pra ver TV. Dava pra ouvir as risadas dos quatro quase adolescentes por um tempo, até que a casa ficou em silêncio. Eu... Pensei que eles iam estar vendo algum vídeo pornô ou meu próprio vídeo e que os quatro iam estar batendo uma, meu marido ficou carinhoso comigo, começou a passar a mão na minha bunda de um jeito intenso e agressivo como nunca tinha feito, ele que sempre foi suave comigo. Eu comecei a ficar com tesão ao saber que os quatro iam estar vendo meu vídeo, e então Carlos se aproxima do meu ouvido me dando beijinhos e me diz que os amigos do nosso filho devem estar se segurando pra não se tocar por causa do Lució estar ali com eles. Mas eles estão pensando na minha bunda bem dura e como seria gostoso tocar nela pelo menos uma vez. Fiz que não gostei desses comentários, mas por dentro fervia só de pensar, e aos poucos fiquei calada e comecei a me deixar levar pelo meu marido. Quando me dei conta, as mãos dele já estavam dentro da minha calcinha me masturbando, sentindo minha umidade. Eu também comecei a puxar pra cima e pra baixo a pele do pau dele, que ficava cada vez mais duro e quente, enquanto ele me dizia como os moleques taradinhos iam passar a mão na minha bunda e nos meus peitos até gozar. Não aguentei mais. Mônica _ vou chupar seu pau. E chupei como nunca, devagar e com força, até enfiar tudo. Foi super fácil, entrou por eu estar toda molhada. Transamos até altas horas da madrugada, com várias gozadas. Eu estava muito excitada, nós dois nos procuramos aquela noite. De manhã acordamos muito tarde, todo mundo em casa, e os dias foram passando. Notei mudanças no meu marido, tipo quando os amigos do meu filho estavam, ele ficava com a gente. Uma vez ele até desmarcou um jogo de futebol pra ficar conosco, deu uma desculpa esfarrapada. E cada vez que eles estavam ali, na nossa frente, Carlos era mais carinhoso comigo: beijos, carícias e elogios na frente deles, nada muito pesado, mas ele nunca tinha feito isso antes. Até que uma vez Carlos me deu um tapinha na bunda e desceu com um carinho na minha nádega (por cima da calça) até tocar onde começava a racha da minha buceta. Dessa vez não consegui evitar um sorriso, e quando olhei nos olhos deles, de boca aberta... aberta com uma inveja do Carlos e mordi meu lábio inferior de prazer ao ver as caras deles. Começou a ser a regra não escrita, foda quando os garotos dormiam na nossa casa sem fazer barulho, mas com a luz da TV acesa iluminando, talvez Carlos secretamente desejasse que algum dos amigos do Lucio chegasse perto pra espiar pelo buraco da porta e pudesse ver como Carlos me comia. Num sábado à tarde, os garotos estavam jogando videogame na sala de casa quando subi pro meu quarto pra pegar roupa pra lavar e, sem perceber, ele foi atrás de mim. Meu marido fecha a porta, me agarra por trás, me assusto e ele me vira de frente pra ele, me dá um beijo de língua, pega a calça que eu tava vestindo pelo lado e puxa pra baixo junto com a calcinha, deixando no meu joelho, e se abaixa pra me comer bem gostoso (nunca foi muito chegado a dar oral, mas isso também tinha mudado). Eu fiquei a mil num instante e comecei a soltar meus sucos e aquele cheiro agridoce de uma buceta bem quente, ele comia tudo sem nojo e meus gemidos começavam a aumentar o volume e os garotos podiam ouvir. Meu marido agarrou meu pescoço me sufocando pra levantar a mão e tampar com força minha boca, nunca tinha me tratado assim, nem ele nem ninguém, uma eletricidade percorreu meu corpo até chegar na minha buceta, senti me molhar mais do que já tava. De repente, ele tirou a mão da minha boca e pegou uma peça de roupa sem olhar e com ela tampou minha boca, mas naquele instante soltei um gemido meio alto pra dar pra ouvir até na sala onde os garotos estavam. Mas eles não tinham ouvido, mas meu olfato começou a sentir um aroma forte e delicioso quando meus olhos viram a peça que Carlos colocou na minha boca: era uma cueca do meu filho que tava no cesto de roupa suja, ou seja, a porra seca tava dentro da minha boca tocando minha língua. Minha excitação foi tão grande que gozei como uma fonte na cara do Carlos, até nos cabelos da cabeça tava com meus sucos, ele chupou tudo até me limpar. Tudo. Foi super excitante, os garotos não ouviram nada porque estavam lá embaixo. Se estivessem lá em cima, teriam ouvido meu gemido abafado, mas reconhecido de prazer. Tive que trocar de roupa, e meu marido lavou o rosto e o cabelo molhado pra ficar em casa — nada disso passou despercebido pra eles. Passaram-se uns dias, e de novo estavam na minha casa comendo os quatro, e meu marido ia dormir na casa do Pablo quando ele me agarra pelo short (bem justo, com o pau bem marcado — não sabe como os olhos iam pros cinco, incluindo meu marido). Ele me puxa pra perto, e sai da boca dele: "que cú", e morde uma das minhas nádegas. Todo mundo ouve essa frase, e fica um silêncio estranho de todos, sem saber como sair dessa situação. Eu sorri e falei: "Carlos, não seja bruto". Naquela noite, enquanto cavalgava meu marido e a gente falava da inveja que eles tinham, tipo, por não poderem morder meu cú gostoso, saiu que eu sentia que, quando estava de costas, não só olhavam minha bunda — senti que eles se tocavam no volume deles por cima da calça, com uma ereção evidente. Fazia tempo que a gente tinha notado isso, eu e meu marido. E naquela semana, saíram as palavras do meu marido pros quatro, quase adolescentes, na minha frente. Carlos: "Minha esposa tem uma bunda linda." (Ele disse isso me virando de costas e me inclinando pra que meu cú ficasse empinado, separando as nádegas por cima do meu short curto — que roubava todos os olhares. Me deu uma ternura ver as caras deles, de pedra, envergonhados, sem palavras.) Carlos: "Hahaha, não tem problema. Se eu sinto o mesmo, e vocês também não conseguem evitar, mesmo que queiram, e vão continuar vivendo porque são amigos do meu filho. Mas só olhar e nada mais, senão vamos ter grandes problemas e vocês não vão mais vir aqui em casa." (Ele falou isso com a cara de ogro mais brava do mundo.) Os quatro confirmaram em silêncio. Na mesma tarde, aproveitaram pra me olhar o máximo possível a bunda — no começo, meio que na frente do meu marido, mas ele incentivava com palavras tipo: "Olha com calma, ou vai te dar um troço. cansar os olhos e outras coisas mais" entre risadas, e assim começou a ser normal ter os três amigos do meu filho quase sempre em casa, com a falsa desculpa de que lá eles tinham mais conforto e eu era muito gente boa e deixava eles ficarem até tarde sem tanto controle. Mas a verdade é que nenhuma mãe dos três amigos deixaria, com a permissão dela, que eles vissem a bunda dela, e além disso, essa mãe era uma gostosa. Continua...
Minha vida financeira é super resolvida, porque casei com o Carlos: 46 anos, está em boa forma pra idade, é gerente de uma multinacional e isso nos dá uma vida muito confortável. Temos dois carros, o último modelo de alta gama da Mercedes, duas casas — uma na província de Buenos Aires, de dois andares, com piscina e um parque bem grande num condomínio fechado bem exclusivo, e outra em Montevidéu, Uruguai, que usamos pra férias, mas também viajamos pra outros lugares várias vezes por ano. Temos um filho chamado Lucio, de 14 anos, magro pra idade, zero esporte na vida, inteligente, joga xadrez e jogos de PC, muito introvertido, difícil socializar com gente que acabou de conhecer, e nem se fala com o sexo feminino, pelo que eu saiba.
Eu casei aos 24 anos, foi amor. Carlos, meu marido, sempre foi normalzinho na cama — não muito grande, nem sessões maratonas de sexo — e isso não me incomodava porque eu também era assim. Ou pelo menos achava que era. Mas com os anos, a monotonia foi deixando nossa vida sexual mais apagada e chata do que já era. Tentamos acender essa faísca com fantasias, falar putaria, mas nunca passou pela nossa cabeça algo como troca de casais ou casamento aberto. Funcionou por um tempo. Até dois anos atrás, Carlos me convenceu a tirar fotos nua. No começo foi difícil, começou com fotos provocantes de lingerie, depois passou pra fotos dos meus peitos, aí a gente começou a brincar de mandar fotos das minhas tetas, da minha bunda ou da minha... Fio dental enquanto ele tava no trampo e eu recebia fotos da pica dura dele com algum comentário quente meio besta, isso começou a nos excitar bastante até que fomos ficando seguros e começamos a nos filmar por alguns segundos transando e deletávamos na hora. Era mais filmar na nossa casa quando eu dava pra ele, ver o vídeo um tempo depois de terminar e apagar, a gente fazia isso sempre. Menos um dia que nosso filho tinha ido dormir na casa de um amigo da escola e a gente aproveitou pra sair pra jantar com um casal amigo, chegamos tarde e cansados mas com vontade. Naquela noite, eu chupei ele até gozar na minha boca, algo que eu não gosto, mas dou esse gosto pro meu marido, sem engolir, nunca fiz. Esse dia ele me filmou e não apagou o vídeo, dura um minuto e com pouca luz, não dá pra ver meu rosto, eu cubro com meu cabelo preto, mas dá pra ver bem que eu tô fazendo um oral e, sinceramente, ninguém me reconheceria, a não ser alguém que me conheça muito, aí perceberia.
No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e, por azar, roubaram o celular dele. E aí, em alguns meses, um mundo novo se abriria pra gente. No começo, não demos importância, estávamos mais preocupados com o mau momento que ele passou, embora não tenham machucado ele, do que com o vídeo, mesmo sabendo que ele tava lá e que iam postar na internet. O tempo passou e nunca mais soubemos do celular nem do vídeo. O que comecei a notar foram atitudes estranhas do Lucio comigo, olhares quando eu não tava olhando, mas eu percebia, ele era muito ruim pra disfarçar. Muita companhia pra ir a lugares comigo, lugares que pra um garoto da idade dele não era atraente, tipo mercados, loja de roupa, casa da minha mãe, tudo chato pra ele.
Até que uma tarde, esperando meu marido chegar, o Lucio tava fazendo a lição de casa e eu pedi uma caneta emprestada. Me aproximei pelo lado dele, me inclinei pra pegar a caneta e vi como o olhar dele foi direto pro canal das minhas tetas. Percebi na hora, ele se tocou e desviou o olhar na mesma hora. Eu me fiz de sonsa, como se nada tivesse acontecido. Passei, que perturbada. A noite toda, enquanto jantávamos, não parei de pensar no Luciano e na atração evidente dele pela mãe. Fiquei pensando: qual parte do meu corpo ele gostaria mais? Seria igual ao meu marido, que ficava louco pelas minhas tetas. Com o tempo, comecei a levar na esportiva, sem dar muita importância. Quando pegava ele me olhando de um jeito lascivo, pensava: "Lá vem esse menino de novo, olhando pra minha bunda com vontade". E achava graça, pensando se todos os garotos nessa idade eram tão punheteiros assim.
Os dias foram passando, e começou a aparecer a roupa íntima dele cheia de manchas brancas e secas quando eu colocava na máquina de lavar. Comecei a perceber aquela situação: era óbvio que ele se masturbava, mas isso ele já fazia antes. Só que agora, com muito mais frequência. O que o deixava tão excitado assim? Era eu? E comecei a pensar: com o que ele se masturbava? Só com o meu corpo, imaginando coisas que eu evidentemente faria com ele? Ou ele também via pornô? E que tipo de pornô ele gostava pra se aliviar à noite?
Uma tarde, fui colocar a roupa dele pra lavar e encontrei de novo a cueca cheia de esperma seco, toda manchada. Da minha boca saiu a palavra: "Tá cheio de cum". Pela primeira vez, chamei o sêmen do meu filho de cum, mas também percebi que sempre pensava assim, como cum, e não como sêmen, líquido seminal ou algo do tipo. E eu estava segurando a peça com a mão, e com os dedos indicador e médio, fazia círculos em cima das manchas de cum do meu filho. Por um instante, pensei em levar os dedos ao nariz pra sentir o cheiro do meu filho. Mas não fiz. Coloquei uma cara de nojo e repulsa, lembrando que eu nem gostava do sêmen do meu marido, e só engolia pra agradar ele, não por prazer meu.
Pensei: queria saber que tipo de vídeo pornô ele via. E uma tarde, entrei no PC dele pra dar uma olhada. No começo, não achei nada, mas depois sim. Uma pasta chamada "música". Quando abri, me deparei com nomes de garotas (depois descobri que eram nomes de estrelas pornô), como: "Dani Daniels, Charly Sommers, Kenzie Taylor, Ariela". Ferrara. Onde os temas eram elas fazendo de madrastas e comendo os próprios filhos, vi vários vídeos e me senti viva, excitada. Minha mão foi automaticamente pra minha entreperna, pros meus dedos acariciarem por cima do meu shortinho (shorts curtos) de tecido bem fininho que eu usava pra limpar a casa. O calor começou a me invadir e eu comecei a suar, e aquelas carícias quase imperceptíveis foram ficando mais intensas e com mais pressão, mas devagar, bem devagar. Mas a excitação não era pelo que eu via no vídeo; minha cabeça viajava com meu filho sentado onde eu estava vendo esses vídeos, se masturbando devagar, bem devagar, igualzinho a mãe dele naquele exato momento.
Deve ter passado uma hora ou mais, e eu devo ter visto mais de 20 vídeos enquanto me masturbava. Minha calcinha já tava encharcada, molhada pra caralho, até que encontro um vídeo sem nome, com um número, parecia ser caseiro. Abro e meus olhos se arregalaram com o que vi: era meu vídeo chupando o pau do meu marido. Reconheci na hora. Senti medo, vergonha, humilhação, terror do que meu próprio filho pensaria de mim. Mas também uma excitação que transbordava qualquer barreira moral e me fazia sentir um prazer imenso de me sentir suja, desejada, que o Lucio me visse como uma mulher que dá pra foder e não como a mãe dele.
Puxei o short pra baixo, tirei as pernas, afastei a calcinha completamente molhada e enfiei meus dedos na minha buceta. Acelerei como nunca pra explodir de prazer. Quando gozei, jorrei como nunca na vida. Tirei a mão, vi ela toda ensopada, com fios de baba pendurados entre minha mão e a buceta. Olhei pra ela e voltei a colocar o vídeo, sem parar, me masturbei de novo sem ter parado. Tava com tanto tesão que gozei de novo como uma cachoeira. Não podia acreditar. Aquela manhã eu tava totalmente no cio, enlouquecida. E fiz de novo. Quando terminei, tive três orgasmos seguidos, um atrás do outro, encharcando tudo, e depois mais dois com um pouco mais de espaço entre uma masturbação e outra. Terminei com cinco. Meu shortinho completamente molhado, a parte da minha entreperna, como se eu tivesse derramado uma bebida ali. Desliguei o PC, apaguei qualquer rastro de que eu estive no computador e corri pro meu quarto pra me trocar e tomar um banho. Eu tava toda suja depois de gozar. Quando cheguei no quarto, me olhei no espelho grande e, ao me ver toda manchada e molhada, minha calça por causa das minhas próprias brincadeiras de mulher, não consegui evitar um sorriso e pensar no meu filho. Se ele me visse daquele jeito, a imagem no espelho, ele gozaria sem nem se tocar, sujaria o chão com o esperma dele e a barriguinha dele. E entrei no chuveiro, me masturbando de novo. E aí veio na minha mente: será que ele sabia que no vídeo da puta, como ele deveria pensar daquela mulher, era a mãe dele? Ou ele não tinha percebido? E esse mistério me deixava a mil, mostrando isso pro meu marido nas noites seguintes com puro sexo. Os dias passavam e era impossível me acalmar. Meu marido me comia todas as noites, tava super cansado, não sabia o que tava acontecendo comigo, mas já não aguentava mais. Enquanto isso, eu, cada vez que tinha o pau dele dentro de mim, não conseguia parar de pensar na imagem do meu filho vendo meu vídeo e se tocando. E ele sabia ou não? Essa dúvida não me deixava em paz. Os fins de semana eram assim, desde pequenos eles vinham brincar, os únicos amigos do meu filho: Sebastián, Pablo e Facundo. Jogavam videogame, ou jogos no PC, ou viam filmes e séries na TV, e dormiam no fim de semana, às vezes na minha casa, outras vezes na casa de algum deles. Eram muito unidos. E aí comecei a sentir aqueles olhares dos amigos do Lúcio, meu filho, e dele também. No começo, eram quase imperceptíveis, mas com o tempo ficaram menos sutis, a ponto de me sentir observada o tempo todo pelos quatro garotos. Me sentia uma gazela sendo caçada por leões, esperando a oportunidade de eu me abaixar pra verem minha bunda ou qualquer movimento pra ver um pouco mais de pele. Não me incomodava, já tinha me acostumado com meu filho, e eles só olhavam, não dava pra falar nada. Provocar eles me fazia sentir desejada e fogosa. Quatro adolescentes me vendo daquele jeito... Na minha cabeça, tinha a suspeita de que os quatro tinham batido uma punheta vendo meu vídeo. Às vezes pensava que era cada um separado, outras vezes os quatro sentados lado a lado, vendo meu vídeo, esporrando tudo e sujando a cueca por minha causa. Isso deixava minha libido lá em cima o dia inteiro. Quando de manhã eu ficava sozinha, tinha longas sessões de masturbação pensando neles batendo uma, no esperma deles, e à noite transava com meu amado marido, mas pensando neles.
Uma noite, os amigos do meu filho vieram ver filmes no fim de semana. Depois do jantar, todos foram assistir no quarto do meu filho. Fiquei lavando a louça e conversando com meu marido. Do nada, ele fala:
— Carlos: "Não viu como eles te olham?"
— Mônica: "Quem?"
— Carlos: "Todos... incluindo seu filho." (Quando ele falou isso, senti um calor entre minhas pernas.)
— Mônica: "Nãaao" (me fazendo de sonsa).
— Carlos: "Te devoravam como um pedaço de presunto."
— Mônica: "Você acha? Eles são muito novinhos, passam o dia todo jogando videogame, nem pensam em mulher ainda. E olhar pra mãe do amigo, com ele e o pai na frente, eles não teriam coragem."
— Carlos: "Hahaha. Você acha mesmo?" (Ele me pegou pela cintura, puxou pra perto, desceu a mão até minha bunda e deu um tapinha devagar. A atitude dele me surpreendeu.)
Quando ouvimos passos descendo as escadas e se aproximando, era o Pablo, que veio pegar uns copos e algo pra beber lá em cima. Ele pediu muito educadamente. Eu passei com gosto. Quando me virei, senti o olhar dele no meu rabo. E eu tinha razão: olhei pro Carlos e vi que ele me fez um olhar com aquele sorriso safado, piscando um olho. O Pablo não viu, porque estava de costas pro meu marido, e subiu de volta.
Terminei de lavar a louça, e eu e Carlos fomos deitar pra ver TV. Dava pra ouvir as risadas dos quatro quase adolescentes por um tempo, até que a casa ficou em silêncio. Eu... Pensei que eles iam estar vendo algum vídeo pornô ou meu próprio vídeo e que os quatro iam estar batendo uma, meu marido ficou carinhoso comigo, começou a passar a mão na minha bunda de um jeito intenso e agressivo como nunca tinha feito, ele que sempre foi suave comigo. Eu comecei a ficar com tesão ao saber que os quatro iam estar vendo meu vídeo, e então Carlos se aproxima do meu ouvido me dando beijinhos e me diz que os amigos do nosso filho devem estar se segurando pra não se tocar por causa do Lució estar ali com eles. Mas eles estão pensando na minha bunda bem dura e como seria gostoso tocar nela pelo menos uma vez. Fiz que não gostei desses comentários, mas por dentro fervia só de pensar, e aos poucos fiquei calada e comecei a me deixar levar pelo meu marido. Quando me dei conta, as mãos dele já estavam dentro da minha calcinha me masturbando, sentindo minha umidade. Eu também comecei a puxar pra cima e pra baixo a pele do pau dele, que ficava cada vez mais duro e quente, enquanto ele me dizia como os moleques taradinhos iam passar a mão na minha bunda e nos meus peitos até gozar. Não aguentei mais. Mônica _ vou chupar seu pau. E chupei como nunca, devagar e com força, até enfiar tudo. Foi super fácil, entrou por eu estar toda molhada. Transamos até altas horas da madrugada, com várias gozadas. Eu estava muito excitada, nós dois nos procuramos aquela noite. De manhã acordamos muito tarde, todo mundo em casa, e os dias foram passando. Notei mudanças no meu marido, tipo quando os amigos do meu filho estavam, ele ficava com a gente. Uma vez ele até desmarcou um jogo de futebol pra ficar conosco, deu uma desculpa esfarrapada. E cada vez que eles estavam ali, na nossa frente, Carlos era mais carinhoso comigo: beijos, carícias e elogios na frente deles, nada muito pesado, mas ele nunca tinha feito isso antes. Até que uma vez Carlos me deu um tapinha na bunda e desceu com um carinho na minha nádega (por cima da calça) até tocar onde começava a racha da minha buceta. Dessa vez não consegui evitar um sorriso, e quando olhei nos olhos deles, de boca aberta... aberta com uma inveja do Carlos e mordi meu lábio inferior de prazer ao ver as caras deles. Começou a ser a regra não escrita, foda quando os garotos dormiam na nossa casa sem fazer barulho, mas com a luz da TV acesa iluminando, talvez Carlos secretamente desejasse que algum dos amigos do Lucio chegasse perto pra espiar pelo buraco da porta e pudesse ver como Carlos me comia. Num sábado à tarde, os garotos estavam jogando videogame na sala de casa quando subi pro meu quarto pra pegar roupa pra lavar e, sem perceber, ele foi atrás de mim. Meu marido fecha a porta, me agarra por trás, me assusto e ele me vira de frente pra ele, me dá um beijo de língua, pega a calça que eu tava vestindo pelo lado e puxa pra baixo junto com a calcinha, deixando no meu joelho, e se abaixa pra me comer bem gostoso (nunca foi muito chegado a dar oral, mas isso também tinha mudado). Eu fiquei a mil num instante e comecei a soltar meus sucos e aquele cheiro agridoce de uma buceta bem quente, ele comia tudo sem nojo e meus gemidos começavam a aumentar o volume e os garotos podiam ouvir. Meu marido agarrou meu pescoço me sufocando pra levantar a mão e tampar com força minha boca, nunca tinha me tratado assim, nem ele nem ninguém, uma eletricidade percorreu meu corpo até chegar na minha buceta, senti me molhar mais do que já tava. De repente, ele tirou a mão da minha boca e pegou uma peça de roupa sem olhar e com ela tampou minha boca, mas naquele instante soltei um gemido meio alto pra dar pra ouvir até na sala onde os garotos estavam. Mas eles não tinham ouvido, mas meu olfato começou a sentir um aroma forte e delicioso quando meus olhos viram a peça que Carlos colocou na minha boca: era uma cueca do meu filho que tava no cesto de roupa suja, ou seja, a porra seca tava dentro da minha boca tocando minha língua. Minha excitação foi tão grande que gozei como uma fonte na cara do Carlos, até nos cabelos da cabeça tava com meus sucos, ele chupou tudo até me limpar. Tudo. Foi super excitante, os garotos não ouviram nada porque estavam lá embaixo. Se estivessem lá em cima, teriam ouvido meu gemido abafado, mas reconhecido de prazer. Tive que trocar de roupa, e meu marido lavou o rosto e o cabelo molhado pra ficar em casa — nada disso passou despercebido pra eles. Passaram-se uns dias, e de novo estavam na minha casa comendo os quatro, e meu marido ia dormir na casa do Pablo quando ele me agarra pelo short (bem justo, com o pau bem marcado — não sabe como os olhos iam pros cinco, incluindo meu marido). Ele me puxa pra perto, e sai da boca dele: "que cú", e morde uma das minhas nádegas. Todo mundo ouve essa frase, e fica um silêncio estranho de todos, sem saber como sair dessa situação. Eu sorri e falei: "Carlos, não seja bruto". Naquela noite, enquanto cavalgava meu marido e a gente falava da inveja que eles tinham, tipo, por não poderem morder meu cú gostoso, saiu que eu sentia que, quando estava de costas, não só olhavam minha bunda — senti que eles se tocavam no volume deles por cima da calça, com uma ereção evidente. Fazia tempo que a gente tinha notado isso, eu e meu marido. E naquela semana, saíram as palavras do meu marido pros quatro, quase adolescentes, na minha frente. Carlos: "Minha esposa tem uma bunda linda." (Ele disse isso me virando de costas e me inclinando pra que meu cú ficasse empinado, separando as nádegas por cima do meu short curto — que roubava todos os olhares. Me deu uma ternura ver as caras deles, de pedra, envergonhados, sem palavras.) Carlos: "Hahaha, não tem problema. Se eu sinto o mesmo, e vocês também não conseguem evitar, mesmo que queiram, e vão continuar vivendo porque são amigos do meu filho. Mas só olhar e nada mais, senão vamos ter grandes problemas e vocês não vão mais vir aqui em casa." (Ele falou isso com a cara de ogro mais brava do mundo.) Os quatro confirmaram em silêncio. Na mesma tarde, aproveitaram pra me olhar o máximo possível a bunda — no começo, meio que na frente do meu marido, mas ele incentivava com palavras tipo: "Olha com calma, ou vai te dar um troço. cansar os olhos e outras coisas mais" entre risadas, e assim começou a ser normal ter os três amigos do meu filho quase sempre em casa, com a falsa desculpa de que lá eles tinham mais conforto e eu era muito gente boa e deixava eles ficarem até tarde sem tanto controle. Mas a verdade é que nenhuma mãe dos três amigos deixaria, com a permissão dela, que eles vissem a bunda dela, e além disso, essa mãe era uma gostosa. Continua...
0 comentários - Ele roubou o vídeo - parte 1