Na quarta-feira à tarde, o apartamento estava em silêncio total. Juan já tinha se acomodado no closet do quarto principal, com a porta apenas entreaberta e o celular na mão transmitindo em HD da prateleira da cozinha. O ambiente cheirava a uma mistura do meu perfume floral com o calor da tarde. Como prometi, deixei a porta da entrada sem o trinco. Me vesti exatamente com a mesma combinação que tinha deixado ele louco na noite anterior: minha camiseta cinza folgada e as calcinhas de renda preta. Eu estava na cozinha, inclinada na frente da geladeira aberta procurando uma garrafa de água, deixando minhas pernas nuas e a curva da minha bunda perfeitamente emoldurada pela luz do refrigerador. Ouvi o clique suave da maçaneta. A porta se abriu devagar. Ernesto entrou, fechou atrás de si e passou o trinco com um movimento rápido. Ficou parado na entrada da cozinha, respirando ofegante. Ele veio de camisa social, com o colarinho desabotoado. Ao me ver ali parada, de costas, abrindo a geladeira só de calcinha preta, o homem perdeu os últimos vestígios de decência.
Ernesto: —Você não me deixou dormir a noite inteira, Daniela... —disse com uma voz grossa, rouca, carregada de uma necessidade selvagem. Eu me virei devagar, fechando a porta da geladeira e apoiando o quadril na bancada. Daniela: —Eu te falei que a porta ia estar aberta, seu Ernesto... E homem de palavra não se faz de rogado —respondi olhando nos olhos dele, com um sorriso lento. Três passos largos bastaram pra ele encurtar a distância. Ernesto me agarrou pela nuca com uma mão firme e com a outra segurou minha cintura, colando os lábios dele nos meus. Não foi um beijo sem jeito; foi um beijo profundo, faminto, daqueles que fazem as pernas tremerem. Senti o gosto do hálito dele, o roçar quente da língua procurando a minha com desespero e o calor do corpo dele se grudando no meu. Ele arrancou um gemido abafado de mim desde o primeiro segundo.
Suas mãos grossas desceram rapidamente até minhas nádegas. Apertou minha carne macia por cima da renda preta e me ergueu no ar, sentando-me de uma vez sobre a bancada da cozinha. Ernesto: —Meu Deus... que mulher deliciosa... cheira maravilhosamente —murmurou entre beijos, descendo a boca até meu pescoço, mordendo de leve meu lóbulo da orelha e respirando o aroma da minha pele. Abriu minhas pernas de par em par. Com uma destreza que eu não conhecia, ajoelhou-se diante de mim. Afastou a tira fina da calcinha preta para o lado, expondo meus lábios úmidos e quentes de tesão. Ernesto não hesitou um segundo. Colou o rosto direto na minha entreperna. Senti o contraste da barba por fazer raspando minhas coxas e o hálito fervente da boca dele sobre meu centro. Começou a passar a língua de baixo pra cima, com lambidas longas, firmes e molhadas, saboreando meus fluidos com um deleite absoluto.
Daniela: —Ahhh... seu Ernesto! —gemi alto, jogando a cabeça para trás sobre os armários da cozinha, cravando os dedos no cabelo curto dele—. Isso... aí... ai, que buceta gostosa de chupar, vizinho! O velho não se limitou a lamber por cima; com a ponta da língua começou a brincar no meu clitóris, fazendo círculos suaves enquanto enfiava dois dedos bem fundo na minha buceta, bombando no ritmo das chupadas. Ele me fazia gemer como uma louca. Sabia exatamente o que fazia: me saboreava, cheirava meu pulso acelerado e curtia cada tremor das minhas coxas. No quarto, pela tela, João via como o santarrão tinha a cara enterrada na minha xereca, se esfregando contra minhas nádegas enquanto eu me contorcia de prazer sobre a bancada. Quando me deixou à beira do primeiro colapso, Ernesto se levantou, respirando como um animal descontrolado. Abriu a calça e tirou o pau: era uma barra grossa, veia por veia marcada, dura e brilhando de tanto líquido pré-gozo. Me agarrou pela cintura, me acomodou de costas contra a bancada da cozinha e levantou uma das minhas pernas por cima do quadril dele. Ernesto: —Me olha, Daniela... olha como você me deixa —disse, me encarando com o olhar cheio de safadeza. Encostou a cabeça do pau na minha entrada, molhada e aberta pela boca dele, e me penetrou com um único empurrão seco e profundo.
Daniela: —Uff... filha da puta! —gritei de prazer sentindo aquela massa de carne quente me preenchendo por completo, esticando minhas paredes internas. Ele começou a me comer com um ritmo selvagem e constante. O som do choque da minha bunda contra a pélvis dele ecoava pela cozinha toda. Ele segurava minha perna pra cima com uma mão e com a outra apertava meus peitos por cima da camiseta cinza. Cada estocada era profunda, procurando meu ponto exato, me fazendo sentir uma plenitude física absoluta. A gente se beijava de forma descarada enquanto ele me comia, trocando saliva e gemidos abafados. Ernesto: —Nossa, que gostosa você tá... me diz se seu marido te come assim tão forte — o velho arfava, me dando pancadas secas contra a bancada. Daniela: —Não, meu marido não me come assim! — respondia, me agarrando na bancada. Depois de vários minutos de sexo intenso na cozinha, com os dois encharcados de suor e com o cheiro de sexo tomando o ar, Ernesto me pegou pela mão. A tesão tinha tomado conta dele completamente; já não ligava pra mais nada. Ernesto: —Me leva pra sua cama... quero terminar de arrebentar você na cama onde você dorme com ele. Caminhamos abraçados, nos beijando pelo corredor, até o quarto principal. Eu sabia que o Juan estava a poucos metros, vendo tudo do armário.
Nós nos jogamos no colchão. Ernesto me colocou imediatamente de quatro, me segurando firme pelas cadeiras. Ele levantou minha bunda pra cima, deixando à mostra a entrada da minha buceta dilatada e brilhante. Ele se ajeitou atrás de mim, me segurou pelo rabo de cavalo pra jogar minha cabeça pra trás e enfiou de uma vez até o talo.
O impacto na cama foi devastador. Ele me comeu de quatro com uma força descomunal, me dando estocadas longas que faziam meus braços baterem contra os travesseiros. Sentir esse homem maduro, respeitável e santarrão, me dando a melhor transa da minha vida na mesma cama onde durmo com meu marido, enquanto Juan se masturbava a todo vapor a dois metros de distância, me levou a um orgasmo explosivo.
Daniela: —Vou gozar... seu Ernesto, vou gozar! —gritei apertando os lençóis. Ernesto sentiu as contrações da minha buceta abraçando o pau dele. Acelerou o ritmo com tudo, dando os últimos arrancos secos, até soltar um rugido gutural e gozar dentro de mim, me enchendo com jorros quentes e abundantes que senti pulsar bem lá no fundo do meu ventre. Ele se deixou cair sobre minhas costas, ofegando exausto, colando o peito suado no meu e me beijando o ombro com delicadeza enquanto os dois tentávamos recuperar o fôlego no meio do quarto tomado pelo cheiro do nosso gozo e dos nossos fluidos.
Ernesto: —Você não me deixou dormir a noite inteira, Daniela... —disse com uma voz grossa, rouca, carregada de uma necessidade selvagem. Eu me virei devagar, fechando a porta da geladeira e apoiando o quadril na bancada. Daniela: —Eu te falei que a porta ia estar aberta, seu Ernesto... E homem de palavra não se faz de rogado —respondi olhando nos olhos dele, com um sorriso lento. Três passos largos bastaram pra ele encurtar a distância. Ernesto me agarrou pela nuca com uma mão firme e com a outra segurou minha cintura, colando os lábios dele nos meus. Não foi um beijo sem jeito; foi um beijo profundo, faminto, daqueles que fazem as pernas tremerem. Senti o gosto do hálito dele, o roçar quente da língua procurando a minha com desespero e o calor do corpo dele se grudando no meu. Ele arrancou um gemido abafado de mim desde o primeiro segundo.
Suas mãos grossas desceram rapidamente até minhas nádegas. Apertou minha carne macia por cima da renda preta e me ergueu no ar, sentando-me de uma vez sobre a bancada da cozinha. Ernesto: —Meu Deus... que mulher deliciosa... cheira maravilhosamente —murmurou entre beijos, descendo a boca até meu pescoço, mordendo de leve meu lóbulo da orelha e respirando o aroma da minha pele. Abriu minhas pernas de par em par. Com uma destreza que eu não conhecia, ajoelhou-se diante de mim. Afastou a tira fina da calcinha preta para o lado, expondo meus lábios úmidos e quentes de tesão. Ernesto não hesitou um segundo. Colou o rosto direto na minha entreperna. Senti o contraste da barba por fazer raspando minhas coxas e o hálito fervente da boca dele sobre meu centro. Começou a passar a língua de baixo pra cima, com lambidas longas, firmes e molhadas, saboreando meus fluidos com um deleite absoluto.
Daniela: —Ahhh... seu Ernesto! —gemi alto, jogando a cabeça para trás sobre os armários da cozinha, cravando os dedos no cabelo curto dele—. Isso... aí... ai, que buceta gostosa de chupar, vizinho! O velho não se limitou a lamber por cima; com a ponta da língua começou a brincar no meu clitóris, fazendo círculos suaves enquanto enfiava dois dedos bem fundo na minha buceta, bombando no ritmo das chupadas. Ele me fazia gemer como uma louca. Sabia exatamente o que fazia: me saboreava, cheirava meu pulso acelerado e curtia cada tremor das minhas coxas. No quarto, pela tela, João via como o santarrão tinha a cara enterrada na minha xereca, se esfregando contra minhas nádegas enquanto eu me contorcia de prazer sobre a bancada. Quando me deixou à beira do primeiro colapso, Ernesto se levantou, respirando como um animal descontrolado. Abriu a calça e tirou o pau: era uma barra grossa, veia por veia marcada, dura e brilhando de tanto líquido pré-gozo. Me agarrou pela cintura, me acomodou de costas contra a bancada da cozinha e levantou uma das minhas pernas por cima do quadril dele. Ernesto: —Me olha, Daniela... olha como você me deixa —disse, me encarando com o olhar cheio de safadeza. Encostou a cabeça do pau na minha entrada, molhada e aberta pela boca dele, e me penetrou com um único empurrão seco e profundo.
Daniela: —Uff... filha da puta! —gritei de prazer sentindo aquela massa de carne quente me preenchendo por completo, esticando minhas paredes internas. Ele começou a me comer com um ritmo selvagem e constante. O som do choque da minha bunda contra a pélvis dele ecoava pela cozinha toda. Ele segurava minha perna pra cima com uma mão e com a outra apertava meus peitos por cima da camiseta cinza. Cada estocada era profunda, procurando meu ponto exato, me fazendo sentir uma plenitude física absoluta. A gente se beijava de forma descarada enquanto ele me comia, trocando saliva e gemidos abafados. Ernesto: —Nossa, que gostosa você tá... me diz se seu marido te come assim tão forte — o velho arfava, me dando pancadas secas contra a bancada. Daniela: —Não, meu marido não me come assim! — respondia, me agarrando na bancada. Depois de vários minutos de sexo intenso na cozinha, com os dois encharcados de suor e com o cheiro de sexo tomando o ar, Ernesto me pegou pela mão. A tesão tinha tomado conta dele completamente; já não ligava pra mais nada. Ernesto: —Me leva pra sua cama... quero terminar de arrebentar você na cama onde você dorme com ele. Caminhamos abraçados, nos beijando pelo corredor, até o quarto principal. Eu sabia que o Juan estava a poucos metros, vendo tudo do armário.
Nós nos jogamos no colchão. Ernesto me colocou imediatamente de quatro, me segurando firme pelas cadeiras. Ele levantou minha bunda pra cima, deixando à mostra a entrada da minha buceta dilatada e brilhante. Ele se ajeitou atrás de mim, me segurou pelo rabo de cavalo pra jogar minha cabeça pra trás e enfiou de uma vez até o talo.
O impacto na cama foi devastador. Ele me comeu de quatro com uma força descomunal, me dando estocadas longas que faziam meus braços baterem contra os travesseiros. Sentir esse homem maduro, respeitável e santarrão, me dando a melhor transa da minha vida na mesma cama onde durmo com meu marido, enquanto Juan se masturbava a todo vapor a dois metros de distância, me levou a um orgasmo explosivo.
Daniela: —Vou gozar... seu Ernesto, vou gozar! —gritei apertando os lençóis. Ernesto sentiu as contrações da minha buceta abraçando o pau dele. Acelerou o ritmo com tudo, dando os últimos arrancos secos, até soltar um rugido gutural e gozar dentro de mim, me enchendo com jorros quentes e abundantes que senti pulsar bem lá no fundo do meu ventre. Ele se deixou cair sobre minhas costas, ofegando exausto, colando o peito suado no meu e me beijando o ombro com delicadeza enquanto os dois tentávamos recuperar o fôlego no meio do quarto tomado pelo cheiro do nosso gozo e dos nossos fluidos.
1 comentários - Vizinho Tarado Sério 3