Este é um conto curto. Tem muito detalhe. Eles só queriam arrebentar meu cu e deixar gozo na minha buceta. A história é assim: Meu filho joga rugby e comentou entre os amigos que me comia, e ofereceu pro time fazer o terceiro tempo na minha casa.
Mami, os caras chegaram pra fazer o terceiro tempo. Falei pra ele que tu ia topar dar a buceta. Uns preferem te comer de cu. Me surpreendi como ele me vendeu como carne pros amigos dele. Mas tenho que admitir que curti a ideia. Molecada, a gente vai fazer assim. Fazem uma fila de booty... Todo mundo riu. Beleza, uma fila. E vão um por um.
Os 15 empolgados se formaram e a maioria preferiu a bunda. Devo dizer que tive de todos os tamanhos. Um é especial, chegou até o fundo e me fez tremer as pernas.
Continuaram passando e começaram com as poses. Ricky me levantou e pegou na minha buceta, me levantava e abaixava até que me encheu de porra. O último foi meu filho. "Oi, mamãe, gostou da surpresa? Sei que faz tempo que não te como. Por isso pensei nesse presente. Agora se prepara que é a minha vez. Rapazes, nos vemos domingo. Agora preciso ficar sozinho com minha mãe." Então ele me atendeu como há muito não fazia. Me beijou apaixonadamente, a língua dele era um redemoinho na minha boca. Acariciou meus peitos, senti a respiração dele nos meus mamilos com mordidinhas. Eu estava louca, 14 jovens tinham me comido e nenhum me excitou tanto quanto meu filho. Minha buceta pedia: "Por favor, me penetra." Mas ele continuava me dando amor com a língua. Os dedos dele entravam e saíam. "Não aguento mais, filhinho, me come, por favor, enfia. Enfia até o fundo e me enche de porra, preciso de você dentro de mim, por favor, por favor, aaaaaaaggg." "Sim, assim, meu pequeno." "Mais, mais, enfia tudo." "Não. Não tira." Meu coração parecia galopar. "Enfia, por favor. Enfia. Sim. Assim. Assim.
Mami, os caras chegaram pra fazer o terceiro tempo. Falei pra ele que tu ia topar dar a buceta. Uns preferem te comer de cu. Me surpreendi como ele me vendeu como carne pros amigos dele. Mas tenho que admitir que curti a ideia. Molecada, a gente vai fazer assim. Fazem uma fila de booty... Todo mundo riu. Beleza, uma fila. E vão um por um.
Os 15 empolgados se formaram e a maioria preferiu a bunda. Devo dizer que tive de todos os tamanhos. Um é especial, chegou até o fundo e me fez tremer as pernas.
Continuaram passando e começaram com as poses. Ricky me levantou e pegou na minha buceta, me levantava e abaixava até que me encheu de porra. O último foi meu filho. "Oi, mamãe, gostou da surpresa? Sei que faz tempo que não te como. Por isso pensei nesse presente. Agora se prepara que é a minha vez. Rapazes, nos vemos domingo. Agora preciso ficar sozinho com minha mãe." Então ele me atendeu como há muito não fazia. Me beijou apaixonadamente, a língua dele era um redemoinho na minha boca. Acariciou meus peitos, senti a respiração dele nos meus mamilos com mordidinhas. Eu estava louca, 14 jovens tinham me comido e nenhum me excitou tanto quanto meu filho. Minha buceta pedia: "Por favor, me penetra." Mas ele continuava me dando amor com a língua. Os dedos dele entravam e saíam. "Não aguento mais, filhinho, me come, por favor, enfia. Enfia até o fundo e me enche de porra, preciso de você dentro de mim, por favor, por favor, aaaaaaaggg." "Sim, assim, meu pequeno." "Mais, mais, enfia tudo." "Não. Não tira." Meu coração parecia galopar. "Enfia, por favor. Enfia. Sim. Assim. Assim.
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