Oi, meu nome é Emiliano. Hoje tenho 20 anos e moro num apartamento com minha irmã Sara, já que ela trabalha na mesma cidade onde entrei na faculdade. Nossa relação é boa, como a de qualquer irmão e irmã. Minha irmã Sara tem 24 anos e é uma mulher espetacular. Ela tem um corpo de tirar o fôlego: peitos grandes e firmes que sempre marcam por baixo da roupa, cintura fina, quadris largos e uma bunda redonda e suculenta que chama atenção a cada passo. A pele dela é bronzeada, tem tatuagens sexys no corpo e um rosto lindo com lábios carnudos e olhos que enlouquecem qualquer um.
Eu sei que ela tem uma vida sexual bem ativa. Todo fim de semana, quando volta do trabalho de madrugada, chega com um cara no apartamento. Ela acha que eu tô dormindo, mas não tô. No começo era desconfortável ouvir ela sendo comida, mas depois aqueles gemidos altos e desesperados que ela soltava enquanto era macetada viraram algo muito excitante pra mim. A ponto de eu começar a desejar a minha própria irmã.
...
No domingo, como planejado, era o jogo da Espanha contra Argentina, a final da Copa do Mundo de futebol. Eu torcia pra Espanha, torcia há um tempão e tinha fé que eles iam ganhar aquele jogo. Meia hora antes do jogo, preparei umas cervejas, petiscos e me sentei no sofá da sala, ansioso pra começar a partida.
Faltando uns 10 minutos, minha irmã entrou vestindo uma camisa da seleção da Argentina que ficava ridiculamente apertada nela. O tecido colava no corpo como uma segunda pele, marcando as tetas grandes e redondas dela, com os bicos levemente visíveis por baixo da camiseta. O corte curto deixava a barriga lisa de fora e o piercing que brilhava no umbigo. Embaixo, ela usava uns shorts brancos curtíssimos que mal cobriam metade da bunda, deixando à mostra as pernas grossas e aquele rabão firme.
—Oi, Emi —cumprimentou com um sorriso arrogante, fechando a porta atrás dela.
—Oi, Sara —respondi, sem conseguir evitar que meus olhos percorressem o corpo dela de cima a baixo.
Ela se aproximou do sofá, rebolando mais do que o necessário.
—Já tá pronto pra ver como a sua Espanha vai comer poeira? —perguntou rindo enquanto pegava uma cerveja.
—Tô sim, já tô pronto —respondi tranquilo—. Mas duvido que aconteça o que você tá dizendo.
Sara soltou uma gargalhada e se jogou no sofá do meu lado, cruzando as pernas de um jeito que o short subiu ainda mais.
—Ah, pelo amor, Argentina é muito melhor. A gente tem jogadores que são uns deuses, principalmente um que é uma gostosa… viu que cara? Espanha não tem chance nenhuma. Vamo ganhar fácil, cê vai ver.
Mordi a língua. Ela falava um monte de coisa sem relação com futebol, claramente não entendia nada de futebol, só repetia o que via no TikTok. Mas não falei nada. Em vez disso, vi a oportunidade perfeita.
—Então cê tá bem confiante… —comentei.
—Óbvio. Tô tão confiante que apostei 1.000 dólares que a Argentina ganha —disse com orgulho, estufando o peito e fazendo as tetas dela balançarem dentro da camiseta.
Fiquei surpreso com o valor, mas não demonstrei. Em vez disso, sorri por dentro. Essa era a oportunidade única que eu tava esperando.
—Então, por que a gente não faz uma aposta entre nós? —propus—. Se a Argentina ganhar, eu faço tudo o que você mandar por uma semana inteira. E se a Espanha ganhar… é o contrário. Você faz tudo o que eu mandar por uma semana.
Sara me olhou por um segundo, surpresa, mas logo soltou uma risada confiante.
—Fechado. Se prepara pra perder e pra fazer toda a limpeza do apartamento por uma semana —disse com deboche, estendendo a mão.
Apertamos as mãos. A pele dela tava quente. O jogo tava prestes a começar.
O jogo começou. As jogadas iam e vinham. Durante todo o primeiro tempo, a Espanha parecia dominar o jogo, com mais posse de bola. chegadas claras, embora o gol ainda não tivesse saído. Minha irmã estava cada vez mais nervosa no sofá. Ela se mexia inquieta, mordendo o lábio e resmungando toda vez que a Espanha atacava.
—Qual é, seus idiotas, o que tá acontecendo? Defendam! — ela rosnava, com as tetas subindo e descendo agitadas dentro da camiseta cada vez que se alterava.
Mesmo assim, ela ficou feliz quando o tempo regulamentar estava quase acabando. Mas isso durou pouco: um cartão vermelho expulsou um jogador-chave da Argentina. Sara explodiu.
—Seus filhos da puta! Isso foi falta anormal! O juiz tá comprado! Não pode ser, puta que pariu! — gritava, vermelha de raiva, batendo na almofada do sofá. A bunda dela balançava de um lado pro outro enquanto reclamava.
Eu também estava nervoso. Queria que a Espanha ganhasse e, acima de tudo, queria vencer a aposta. Começou a prorrogação e parecia que o jogo ia pros pênaltis, empatado em zero. Sara respirava ofegante, com as pernas cruzadas e os punhos cerrados.
Foi no início do segundo tempo da prorrogação. Numa jogada bem ousada, a Espanha marcou o primeiro gol. Eu levantei do sofá como um louco e comemorei, gritando e pulando.
—Isso, porra! Vamos!
Minha irmã só conseguia ver impotente o time dela, no qual tinha confiado tanto, a minutos de perder. Ela ficou em silêncio, com o olhar fixo na TV e o rosto desmoronado.
O jogo continuou tenso nos últimos minutos. Tanto ela quanto eu estávamos muito nervosos. Cada segundo parecia eterno. Até que finalmente soou o apito final: vitória da Espanha por 1 a 0.
Eu aplaudi forte e comemorei com tudo. Depois virei pra olhar minha irmã. Ela estava afundada no sofá, com os braços cruzados embaixo das tetas, empurrando-as pra cima.
—Parece que a Argentina não era tão boa assim... — falei com um sorriso satisfeito.
Sara ficou em silêncio por alguns segundos, claramente irritada. Fez um bico com aqueles lábios carnudos e, com voz baixa e resignada, murmurou:
—Tá bom... Você ganha. A partir de hoje e até Dentro de uma semana eu tenho que fazer tudo o que você mandar… Com o que você quer começar?
Eu sorri aliviado. Eu tinha vencido. A adrenalina e a excitação percorriam meu corpo inteiro. Tirei minha camisa da Espanha na frente dela e disse:
— Bom, vamos começar. Tirando essa camisa feia sua e vestindo uma de um time de verdade.
Ofereci minha camisa vermelha da Espanha. A Sara me olhou com cara de tédio.
— Tá bom, vou me trocar… — disse ela, começando a se levantar.
— Não — interrompi. — Se troca na minha frente.
Ela corou na hora, arregalando os olhos.
— É que… eu não tô de sutiã — murmurou envergonhada.
— Não importa — respondi firme. — Agora eu quero que você se troque na minha frente.
A Sara resmungou baixinho:
— Tarado…
Mas obedeceu. Com as bochechas vermelhas, pegou a barra da camisa da Argentina e começou a tirá-la devagar. Quando o tecido passou por cima dos peitos dela, eles saltaram livres, pesados e perfeitos.
Eram umas tetas lindas: grandes, redondas e firmes, com uma forma natural que balançava a cada movimento. Os bicos eram médios e ficaram duros na hora por causa do atrito com o ar e da vergonha. Ela tinha uns tatuagens que desciam pelo peito e davam um toque ainda mais puta. Eram exatamente como eu tinha imaginado tantas noites enquanto a ouvia gemer.
— Não fica me olhando tanto... — falou com voz baixa, tentando se cobrir um pouco com o braço.
Mas era impossível. Eu não conseguia parar de olhar pra aquele par de tetas com o qual eu tinha fantasiado por tanto tempo. Finalmente ela tirou de vez a camiseta da Argentina e vestiu a minha da Espanha. Ficou grande nela, mas o tecido colava nas tetas molhadas de suor, marcando claramente os bicos durinhos.
— Você tem umas tetas maravilhosas — falei sem filtro, olhando pra ela com desejo.
Ela corou ainda mais, mas com aquele tom de superioridade que tinha, respondeu:
— Olha bem porque você nunca mais vai ver elas.
E pra me provocar, levantou a camisa da Espanha com uma mão, me deixando ver de novo as tetas inteiras, pesadas e com os bicos bem empinados.
Fiquei nervoso na hora. Ver os peitos nus da minha irmã tão perto, tão perfeitos e com os bicos durinhos, fez minha boca secar e meu pau começar a endurecer dentro da calça. Engoli seco e tentei disfarçar.
— Vai pra cozinha — ordenei com a voz rouca—. Cozinha alguma coisa e limpa tudo depois.
A Sara me olhou com raiva, mas sabia que tinha que obedecer.
— Tá bom… — resmungou.
Ela foi pra cozinha, embora da sala desse pra ver quase tudo. Enquanto ela lavava a louça de costas pra mim, eu suspirei e ajustei a ereção que já marcava claramente na minha calça. O pau pulsava. Decidi levar as coisas ainda mais ao limite.
Me levantei e fui até a cozinha. A Sara estava lavando, curvada sobre a pia, com a camiseta da Espanha mal cobrindo a bunda dela.
— Sabe como chamam o time espanhol, né? — perguntei.
Ela respondeu irritada, sem me olhar:
— O time da paella…
Eu ri.
— Haha, não. Chamam de "La Furia Roja". Que tal fazer jus a esse nome e trocar de roupa? Tava pensando… sei lá, talvez uma lingerie vermelha.
A Sara ficou imóvel. Parou de lavar a louça e ficou pensando por uns segundos, processando o que eu tinha acabado de pedir. Finalmente, sem me olhar na cara, murmurou:
— Se é o que você quer… tenho que obedecer. Te lembro que eu perdi a aposta.
Ela deu meia-volta e foi pro quarto dela. Passaram uns minutos que pareceram uma eternidade. Até que ouvi a voz dela me chamando da porta do quarto:
— Emiliano… já tô pronta.
Entrei e lá estava ela.
A Sara vestia um conjunto de duas peças vermelho, novo e provocante. O sutiã era um push-up de renda semitransparente que levantava os peitos dela de um jeito escandaloso, deixando ver o contorno dos bicos escuros através do tecido. A calcinha fio dental vermelha era mínima, só um triângulo de renda que se perdia entre as nádegas grandes e redondas dela, com tiras finas que se cravavam nos quadris. O conjunto contrastava perfeita com sua pele bronzeada e suas tatuagens.
Ela parecia inacreditavelmente puta e sexy.
—Caralho, como você tá gostosa… —falei sem conseguir esconder a excitação na minha voz, devorando ela dos pés à cabeça com o olhar.
Sara corou, mas tentou manter um pouco de orgulho.
—Esse conjunto é novo… —disse, girando um pouco pra eu ver melhor—. Então é melhor você aproveitar… pra eu não ter vestido à toa.
—Então vamos fazer valer a pena —falei com a voz carregada de desejo.
Num ato passional, desabotoei minha calça, puxei ela e a cueca pra baixo de uma vez e liberei minha rola. Já estava completamente dura, grossa e pulsando, apontando na direção dela.
Sara arregalou os olhos de surpresa e um sorriso safado se desenhou no rosto dela.
—Nossa, irmãozinho… que bem escondido você guardava isso —murmurou olhando pra minha rola com fome—. Vem, eu vou te ajudar com isso.
Ela me chamou com o dedo. Me aproximei com o coração batendo forte. Quando senti a mão macia dela envolvendo o tronco da minha rola grossa, dei um sobressalto. Ela começou a me masturbar devagar, apertando do jeitinho que eu gostava.
—Porra… —gemi sem conseguir evitar.
Depois de alguns segundos, Sara se ajeitou melhor de joelhos na minha frente, com minha rola bem na altura do rosto dela. Ela me olhou de baixo com olhar de puta e abriu a boca.
Começou a me chupar com vontade. Primeiro lambeu toda a cabeça, deixando fios grossos de saliva, e depois enfiou até a metade. A boca da minha irmã estava quente e molhada. Ela chupava com força, fazendo barulhos obscenos enquanto movia a cabeça pra frente e pra trás.
—Gghh… gluck… gluck —soavam os engasgos toda vez que ela tentava enfiar mais fundo.
Saliva escorria pelo queixo dela, pingando sobre as tetas. Ela me olhava com os olhos marejados enquanto me chupava como uma verdadeira foxy.
—Que cock gostoso você tem, irmãozinho… —disse ela tirando da boca por um segundo, ofegando e cuspindo saliva no meu pau—. É tão grosso… enche minha boca inteira.
Ela enfiou de novo, dessa vez mais fundo. Começou a engasgar forte, com a garganta se contraindo em volta da minha cabeça. Lágrimas escorriam pelas bochechas dela, mas ela não parava. Me chupava com saliva grossa, mexendo a língua em volta do tronco enquanto apertava minhas bolas com uma mão.
—Assim, Sara… chupa minha pica, sua puta —gemi, segurando ela pelo cabelo.
Ela tirou a pica da boca por um momento, toda babada, e me olhou com um sorriso safado:
—Não goza ainda… quero que você me use direito.
Ela tirou o sutiã vermelho e deixou as tetas grandes à mostra, depois puxou a calcinha fio dental de uma vez, ficando completamente nua na minha frente. A buceta dela estava depilada e já dava pra ver brilhando de tesão.
—Lembra que eu posso fazer tudo o que você quiser —disse com uma voz sensual e piscou o olho pra mim.
Ela se deitou na cama, de barriga pra cima, e abriu as pernas sem vergonha. Completamente nua, me deixou ver a buceta perfeitamente depilada. Os lábios estavam inchados e rosados, levemente abertos, mostrando o interior brilhante e cor-de-rosa. Já estava escorrendo de fluidos; um fio grosso de meladinha descia pela buceta e molhava o cuzinho dela. O clitóris estava inchado e pulsando, claramente excitado apesar da vergonha inicial.
Eu me posicionei por cima dela devagar, apoiando as mãos dos lados da cabeça dela. Encostei a cabeça grossa da minha pica na entrada dela e esfreguei algumas vezes entre os lábios molhados, cobrindo ela com os próprios fluidos.
—Ahh... —gemeu a Sara quando sentiu a pressão.
Com um movimento lento mas firme, enfiei primeiro a cabeça da minha pica na buceta apertada e molhada dela. Tava quente, escorregadia e muito estreita. Fui empurrando aos poucos, sentindo as paredes dela me apertando.
—Porra... maninho... —gemeu ela, arqueando as costas.
Enfiei a pica toda de uma vez só, chegando até o fundo, roçando no útero dela. A Sara soltou um gemido longo e entrecortado, cravando as unhas nas minhas costas.
Comecei a bombar dentro dela. Tirava quase a pica toda, brilhando com os sucos dela, e enfiava de novo com força até o fundo. O som das minhas bolas batendo na bunda molhada dela enchia o quarto.
—Assim… ai, merda! Mais forte… —gemia Sara sem controle, com as tetas pulando a cada investida—. Mete tudo, Emiliano… arrebenta minha buceta…
Aumentei o ritmo, fodendo ela com gosto. A buceta dela estava encharcada, apertando minha pica a cada metida. Ela mexia a cintura pra cima, pedindo mais como uma desesperada.
—Não para… continua me comendo… ahh, isso! Bem fundo…
Continuei bombando com força dentro da buceta apertada dela, cada vez mais rápido e mais fundo. Sara estava fora de controle: gemia como uma puta, com a boca aberta e os olhos revirados.
—Isso, assim! Não para, irmãozinho! Tá me arrebentando toda! —gritava entre gemidos.
De repente o corpo dela tensionou. As paredes da buceta começaram a se contrair violentamente ao redor da minha pica, me apertando como se quisesse me ordenhar. Sara arqueou as costas com força, cravando as unhas nos meus ombros e soltou um grito longo e gutural:
—Tô gozando! Tô gozando, porra! Aaaahhh!
Ela teve um orgasmo brutal. A buceta dela começou a jorrar, soltando esguichos quentes que molharam minha pica, minhas bolas e até o lençol. O corpo inteiro dela tremia sem controle enquanto continuava gozando, apertando minha pica com espasmos fortes. As tetas dela balançavam e a cara era de puro prazer.
Não aguentei mais. Empurrei até o fundo uma última vez, sentindo minha pica pulsando dentro dela.
—Vou te encher, Sara… —rosnei.
Com um gemido rouco, comecei a gozar. Descarreguei jorros grossos e quentes de porra direto no útero dela. Enchi ela completamente, injetando todo o meu sêmen enquanto a buceta dela continuava se contraindo ao redor da minha pica. O creampie foi tão abundante que quando comecei a tirar devagar, um fio grosso de porra misturada com os fluidos dela escorria da buceta aberta, descendo pelo cu e manchando a cama.
Enviar por URLSara respirava ofegante, ainda com as pernas abertas e meu sêmen escorrendo da buceta dela, recém-fodida. Enquanto eu continuava enterrado até o fundo dentro dela, com meu pau ainda pulsando e meu sêmen enchendo a buceta dela, me inclinei e a beijei. Sara retribuiu o beijo com vontade, enfiando a língua na minha boca enquanto as pernas dela continuavam enroladas na minha cintura.
—Porra, maninho… —sussurrou contra meus lábios, ainda ofegante—. Fazia tempo que eu não me sentia tão bem assim… já tinha muito tempo que ninguém me comia desse jeito.
Olhei nos olhos dela, ainda conectado.
—E todos os caras que você traz pra casa quase toda semana? —perguntei.
Sara soltou uma risadinha suave e envergonhada, mordendo o lábio.
—Eu sabia que você não tava dormindo… —disse rindo—. Eu ouvia quando você se masturbava me escutando. Mas não… ninguém tinha me feito sentir assim. Nenhum tinha me preenchido tão gostoso nem me feito gozar daquele jeito.
Nos beijamos de novo, dessa vez mais devagar e profundo, enquanto meu pau continuava meio duro dentro da buceta dela, cheia de porra.
Percebemos que já era bem tarde, então nos levantamos. Sara andava com as pernas trêmulas, com meu sêmen escorrendo pelas coxas dela. Comemos algo rápido na cozinha e voltamos pro quarto.
Naquela mesma noite, tivemos outra sessão de sexo pesado e apaixonado. Fodi ela de quatro, segurando firme na cintura dela enquanto enfiava o pau até o fundo. Depois, coloquei ela contra a parede, levantando uma perna e comendo ela com força enquanto chupava os peitos dela. Sara gemia como uma louca, pedindo pra eu não parar e pra encher ela de novo. Terminamos com ela por cima, cavalgando selvagemente até gozar de novo, esguichando, e eu despejei outro creampie profundo nela.
Exaustos, caímos no sono abraçados, com meu gozo ainda dentro dela e a cabeça dela apoiada no meu peito.
No dia seguinte, acordei sozinho na cama. A Sara já não estava do meu lado. Levantei, vesti uma cueca e saí do quarto. Ao chegar na cozinha, fiquei congelado.
Lá estava ela, vestida como a puta mais provocadora do mundo. Usava um conjunto preto de empregadinha sexy: um corpinho preto que mal segurava os peitos grandes e redondos, quase escapando, e uma micro saia preta com babados de renda branca que mal cobria metade da bunda. Por baixo, não usava nada. Cada vez que ela se mexia, dava pra ver a bunda redonda, firme e bronzeada inteira, e até um pouco da buceta rosada. A renda branca contrastava com a pele bronzeada e as tatuagens dela, dando um visual incrivelmente safado e delicioso.
Me aproximei por trás em silêncio, dei um tapa forte na bunda dela que ecoou na cozinha e depois agarrei ela pela cintura, colando ela contra mim.
—Porra, Sara... por que você tá vestida assim? —perguntei mordendo o pescoço dela.
Ela soltou um gemidinho e esfregou a bunda no meu pau, que já tava duro.
—Quero tomar a iniciativa —disse com uma voz brincalhona e sensual—. Já que perdi a aposta, quero ser sua putinha pessoal durante a semana toda... e além, se você quiser. Pode me usar quando quiser, onde quiser e como quiser.
Ela me olhou por cima do ombro com um sorriso bem safado e completou:
—Sou toda sua, maninho.
Naquele dia eu comi ela como um animal: na cozinha, no sofá, contra a janela e no chuveiro. E desde aquele dia a gente não parou de transar. Toda manhã, toda tarde e toda noite eu uso ela como minha putinha pessoal, enchendo ela de porra uma vez atrás da outra. E a gente nunca vai parar.
...
FIM
Eu sei que ela tem uma vida sexual bem ativa. Todo fim de semana, quando volta do trabalho de madrugada, chega com um cara no apartamento. Ela acha que eu tô dormindo, mas não tô. No começo era desconfortável ouvir ela sendo comida, mas depois aqueles gemidos altos e desesperados que ela soltava enquanto era macetada viraram algo muito excitante pra mim. A ponto de eu começar a desejar a minha própria irmã....
No domingo, como planejado, era o jogo da Espanha contra Argentina, a final da Copa do Mundo de futebol. Eu torcia pra Espanha, torcia há um tempão e tinha fé que eles iam ganhar aquele jogo. Meia hora antes do jogo, preparei umas cervejas, petiscos e me sentei no sofá da sala, ansioso pra começar a partida.
Faltando uns 10 minutos, minha irmã entrou vestindo uma camisa da seleção da Argentina que ficava ridiculamente apertada nela. O tecido colava no corpo como uma segunda pele, marcando as tetas grandes e redondas dela, com os bicos levemente visíveis por baixo da camiseta. O corte curto deixava a barriga lisa de fora e o piercing que brilhava no umbigo. Embaixo, ela usava uns shorts brancos curtíssimos que mal cobriam metade da bunda, deixando à mostra as pernas grossas e aquele rabão firme.
—Oi, Emi —cumprimentou com um sorriso arrogante, fechando a porta atrás dela. —Oi, Sara —respondi, sem conseguir evitar que meus olhos percorressem o corpo dela de cima a baixo.
Ela se aproximou do sofá, rebolando mais do que o necessário.
—Já tá pronto pra ver como a sua Espanha vai comer poeira? —perguntou rindo enquanto pegava uma cerveja.
—Tô sim, já tô pronto —respondi tranquilo—. Mas duvido que aconteça o que você tá dizendo.
Sara soltou uma gargalhada e se jogou no sofá do meu lado, cruzando as pernas de um jeito que o short subiu ainda mais.
—Ah, pelo amor, Argentina é muito melhor. A gente tem jogadores que são uns deuses, principalmente um que é uma gostosa… viu que cara? Espanha não tem chance nenhuma. Vamo ganhar fácil, cê vai ver.
Mordi a língua. Ela falava um monte de coisa sem relação com futebol, claramente não entendia nada de futebol, só repetia o que via no TikTok. Mas não falei nada. Em vez disso, vi a oportunidade perfeita.
—Então cê tá bem confiante… —comentei.
—Óbvio. Tô tão confiante que apostei 1.000 dólares que a Argentina ganha —disse com orgulho, estufando o peito e fazendo as tetas dela balançarem dentro da camiseta.
Fiquei surpreso com o valor, mas não demonstrei. Em vez disso, sorri por dentro. Essa era a oportunidade única que eu tava esperando.
—Então, por que a gente não faz uma aposta entre nós? —propus—. Se a Argentina ganhar, eu faço tudo o que você mandar por uma semana inteira. E se a Espanha ganhar… é o contrário. Você faz tudo o que eu mandar por uma semana.
Sara me olhou por um segundo, surpresa, mas logo soltou uma risada confiante.
—Fechado. Se prepara pra perder e pra fazer toda a limpeza do apartamento por uma semana —disse com deboche, estendendo a mão.
Apertamos as mãos. A pele dela tava quente. O jogo tava prestes a começar.
O jogo começou. As jogadas iam e vinham. Durante todo o primeiro tempo, a Espanha parecia dominar o jogo, com mais posse de bola. chegadas claras, embora o gol ainda não tivesse saído. Minha irmã estava cada vez mais nervosa no sofá. Ela se mexia inquieta, mordendo o lábio e resmungando toda vez que a Espanha atacava.
—Qual é, seus idiotas, o que tá acontecendo? Defendam! — ela rosnava, com as tetas subindo e descendo agitadas dentro da camiseta cada vez que se alterava.
Mesmo assim, ela ficou feliz quando o tempo regulamentar estava quase acabando. Mas isso durou pouco: um cartão vermelho expulsou um jogador-chave da Argentina. Sara explodiu.
—Seus filhos da puta! Isso foi falta anormal! O juiz tá comprado! Não pode ser, puta que pariu! — gritava, vermelha de raiva, batendo na almofada do sofá. A bunda dela balançava de um lado pro outro enquanto reclamava.
Eu também estava nervoso. Queria que a Espanha ganhasse e, acima de tudo, queria vencer a aposta. Começou a prorrogação e parecia que o jogo ia pros pênaltis, empatado em zero. Sara respirava ofegante, com as pernas cruzadas e os punhos cerrados.
Foi no início do segundo tempo da prorrogação. Numa jogada bem ousada, a Espanha marcou o primeiro gol. Eu levantei do sofá como um louco e comemorei, gritando e pulando.
—Isso, porra! Vamos!
Minha irmã só conseguia ver impotente o time dela, no qual tinha confiado tanto, a minutos de perder. Ela ficou em silêncio, com o olhar fixo na TV e o rosto desmoronado.
O jogo continuou tenso nos últimos minutos. Tanto ela quanto eu estávamos muito nervosos. Cada segundo parecia eterno. Até que finalmente soou o apito final: vitória da Espanha por 1 a 0.
Eu aplaudi forte e comemorei com tudo. Depois virei pra olhar minha irmã. Ela estava afundada no sofá, com os braços cruzados embaixo das tetas, empurrando-as pra cima.
—Parece que a Argentina não era tão boa assim... — falei com um sorriso satisfeito.
Sara ficou em silêncio por alguns segundos, claramente irritada. Fez um bico com aqueles lábios carnudos e, com voz baixa e resignada, murmurou:
—Tá bom... Você ganha. A partir de hoje e até Dentro de uma semana eu tenho que fazer tudo o que você mandar… Com o que você quer começar?
Eu sorri aliviado. Eu tinha vencido. A adrenalina e a excitação percorriam meu corpo inteiro. Tirei minha camisa da Espanha na frente dela e disse:
— Bom, vamos começar. Tirando essa camisa feia sua e vestindo uma de um time de verdade.
Ofereci minha camisa vermelha da Espanha. A Sara me olhou com cara de tédio.
— Tá bom, vou me trocar… — disse ela, começando a se levantar.
— Não — interrompi. — Se troca na minha frente.
Ela corou na hora, arregalando os olhos.
— É que… eu não tô de sutiã — murmurou envergonhada.
— Não importa — respondi firme. — Agora eu quero que você se troque na minha frente.
A Sara resmungou baixinho:
— Tarado…
Mas obedeceu. Com as bochechas vermelhas, pegou a barra da camisa da Argentina e começou a tirá-la devagar. Quando o tecido passou por cima dos peitos dela, eles saltaram livres, pesados e perfeitos.
Eram umas tetas lindas: grandes, redondas e firmes, com uma forma natural que balançava a cada movimento. Os bicos eram médios e ficaram duros na hora por causa do atrito com o ar e da vergonha. Ela tinha uns tatuagens que desciam pelo peito e davam um toque ainda mais puta. Eram exatamente como eu tinha imaginado tantas noites enquanto a ouvia gemer.— Não fica me olhando tanto... — falou com voz baixa, tentando se cobrir um pouco com o braço.
Mas era impossível. Eu não conseguia parar de olhar pra aquele par de tetas com o qual eu tinha fantasiado por tanto tempo. Finalmente ela tirou de vez a camiseta da Argentina e vestiu a minha da Espanha. Ficou grande nela, mas o tecido colava nas tetas molhadas de suor, marcando claramente os bicos durinhos.
— Você tem umas tetas maravilhosas — falei sem filtro, olhando pra ela com desejo.
Ela corou ainda mais, mas com aquele tom de superioridade que tinha, respondeu:
— Olha bem porque você nunca mais vai ver elas.
E pra me provocar, levantou a camisa da Espanha com uma mão, me deixando ver de novo as tetas inteiras, pesadas e com os bicos bem empinados.
Fiquei nervoso na hora. Ver os peitos nus da minha irmã tão perto, tão perfeitos e com os bicos durinhos, fez minha boca secar e meu pau começar a endurecer dentro da calça. Engoli seco e tentei disfarçar.— Vai pra cozinha — ordenei com a voz rouca—. Cozinha alguma coisa e limpa tudo depois.
A Sara me olhou com raiva, mas sabia que tinha que obedecer.
— Tá bom… — resmungou.
Ela foi pra cozinha, embora da sala desse pra ver quase tudo. Enquanto ela lavava a louça de costas pra mim, eu suspirei e ajustei a ereção que já marcava claramente na minha calça. O pau pulsava. Decidi levar as coisas ainda mais ao limite.
Me levantei e fui até a cozinha. A Sara estava lavando, curvada sobre a pia, com a camiseta da Espanha mal cobrindo a bunda dela.
— Sabe como chamam o time espanhol, né? — perguntei.
Ela respondeu irritada, sem me olhar:
— O time da paella…
Eu ri.
— Haha, não. Chamam de "La Furia Roja". Que tal fazer jus a esse nome e trocar de roupa? Tava pensando… sei lá, talvez uma lingerie vermelha.
A Sara ficou imóvel. Parou de lavar a louça e ficou pensando por uns segundos, processando o que eu tinha acabado de pedir. Finalmente, sem me olhar na cara, murmurou:
— Se é o que você quer… tenho que obedecer. Te lembro que eu perdi a aposta.
Ela deu meia-volta e foi pro quarto dela. Passaram uns minutos que pareceram uma eternidade. Até que ouvi a voz dela me chamando da porta do quarto:
— Emiliano… já tô pronta.
Entrei e lá estava ela.
A Sara vestia um conjunto de duas peças vermelho, novo e provocante. O sutiã era um push-up de renda semitransparente que levantava os peitos dela de um jeito escandaloso, deixando ver o contorno dos bicos escuros através do tecido. A calcinha fio dental vermelha era mínima, só um triângulo de renda que se perdia entre as nádegas grandes e redondas dela, com tiras finas que se cravavam nos quadris. O conjunto contrastava perfeita com sua pele bronzeada e suas tatuagens.
Ela parecia inacreditavelmente puta e sexy.—Caralho, como você tá gostosa… —falei sem conseguir esconder a excitação na minha voz, devorando ela dos pés à cabeça com o olhar.
Sara corou, mas tentou manter um pouco de orgulho.
—Esse conjunto é novo… —disse, girando um pouco pra eu ver melhor—. Então é melhor você aproveitar… pra eu não ter vestido à toa.
—Então vamos fazer valer a pena —falei com a voz carregada de desejo.
Num ato passional, desabotoei minha calça, puxei ela e a cueca pra baixo de uma vez e liberei minha rola. Já estava completamente dura, grossa e pulsando, apontando na direção dela.
Sara arregalou os olhos de surpresa e um sorriso safado se desenhou no rosto dela.
—Nossa, irmãozinho… que bem escondido você guardava isso —murmurou olhando pra minha rola com fome—. Vem, eu vou te ajudar com isso.
Ela me chamou com o dedo. Me aproximei com o coração batendo forte. Quando senti a mão macia dela envolvendo o tronco da minha rola grossa, dei um sobressalto. Ela começou a me masturbar devagar, apertando do jeitinho que eu gostava.
—Porra… —gemi sem conseguir evitar.
Depois de alguns segundos, Sara se ajeitou melhor de joelhos na minha frente, com minha rola bem na altura do rosto dela. Ela me olhou de baixo com olhar de puta e abriu a boca.
Começou a me chupar com vontade. Primeiro lambeu toda a cabeça, deixando fios grossos de saliva, e depois enfiou até a metade. A boca da minha irmã estava quente e molhada. Ela chupava com força, fazendo barulhos obscenos enquanto movia a cabeça pra frente e pra trás.
—Gghh… gluck… gluck —soavam os engasgos toda vez que ela tentava enfiar mais fundo.Saliva escorria pelo queixo dela, pingando sobre as tetas. Ela me olhava com os olhos marejados enquanto me chupava como uma verdadeira foxy.
—Que cock gostoso você tem, irmãozinho… —disse ela tirando da boca por um segundo, ofegando e cuspindo saliva no meu pau—. É tão grosso… enche minha boca inteira.
Ela enfiou de novo, dessa vez mais fundo. Começou a engasgar forte, com a garganta se contraindo em volta da minha cabeça. Lágrimas escorriam pelas bochechas dela, mas ela não parava. Me chupava com saliva grossa, mexendo a língua em volta do tronco enquanto apertava minhas bolas com uma mão.
—Assim, Sara… chupa minha pica, sua puta —gemi, segurando ela pelo cabelo.Ela tirou a pica da boca por um momento, toda babada, e me olhou com um sorriso safado:
—Não goza ainda… quero que você me use direito.
Ela tirou o sutiã vermelho e deixou as tetas grandes à mostra, depois puxou a calcinha fio dental de uma vez, ficando completamente nua na minha frente. A buceta dela estava depilada e já dava pra ver brilhando de tesão.
—Lembra que eu posso fazer tudo o que você quiser —disse com uma voz sensual e piscou o olho pra mim.
Ela se deitou na cama, de barriga pra cima, e abriu as pernas sem vergonha. Completamente nua, me deixou ver a buceta perfeitamente depilada. Os lábios estavam inchados e rosados, levemente abertos, mostrando o interior brilhante e cor-de-rosa. Já estava escorrendo de fluidos; um fio grosso de meladinha descia pela buceta e molhava o cuzinho dela. O clitóris estava inchado e pulsando, claramente excitado apesar da vergonha inicial.
Eu me posicionei por cima dela devagar, apoiando as mãos dos lados da cabeça dela. Encostei a cabeça grossa da minha pica na entrada dela e esfreguei algumas vezes entre os lábios molhados, cobrindo ela com os próprios fluidos.—Ahh... —gemeu a Sara quando sentiu a pressão.
Com um movimento lento mas firme, enfiei primeiro a cabeça da minha pica na buceta apertada e molhada dela. Tava quente, escorregadia e muito estreita. Fui empurrando aos poucos, sentindo as paredes dela me apertando.
—Porra... maninho... —gemeu ela, arqueando as costas.
Enfiei a pica toda de uma vez só, chegando até o fundo, roçando no útero dela. A Sara soltou um gemido longo e entrecortado, cravando as unhas nas minhas costas.
Comecei a bombar dentro dela. Tirava quase a pica toda, brilhando com os sucos dela, e enfiava de novo com força até o fundo. O som das minhas bolas batendo na bunda molhada dela enchia o quarto.
—Assim… ai, merda! Mais forte… —gemia Sara sem controle, com as tetas pulando a cada investida—. Mete tudo, Emiliano… arrebenta minha buceta…Aumentei o ritmo, fodendo ela com gosto. A buceta dela estava encharcada, apertando minha pica a cada metida. Ela mexia a cintura pra cima, pedindo mais como uma desesperada.
—Não para… continua me comendo… ahh, isso! Bem fundo…
Continuei bombando com força dentro da buceta apertada dela, cada vez mais rápido e mais fundo. Sara estava fora de controle: gemia como uma puta, com a boca aberta e os olhos revirados.
—Isso, assim! Não para, irmãozinho! Tá me arrebentando toda! —gritava entre gemidos.
De repente o corpo dela tensionou. As paredes da buceta começaram a se contrair violentamente ao redor da minha pica, me apertando como se quisesse me ordenhar. Sara arqueou as costas com força, cravando as unhas nos meus ombros e soltou um grito longo e gutural:
—Tô gozando! Tô gozando, porra! Aaaahhh!
Ela teve um orgasmo brutal. A buceta dela começou a jorrar, soltando esguichos quentes que molharam minha pica, minhas bolas e até o lençol. O corpo inteiro dela tremia sem controle enquanto continuava gozando, apertando minha pica com espasmos fortes. As tetas dela balançavam e a cara era de puro prazer.
Não aguentei mais. Empurrei até o fundo uma última vez, sentindo minha pica pulsando dentro dela.
—Vou te encher, Sara… —rosnei.
Com um gemido rouco, comecei a gozar. Descarreguei jorros grossos e quentes de porra direto no útero dela. Enchi ela completamente, injetando todo o meu sêmen enquanto a buceta dela continuava se contraindo ao redor da minha pica. O creampie foi tão abundante que quando comecei a tirar devagar, um fio grosso de porra misturada com os fluidos dela escorria da buceta aberta, descendo pelo cu e manchando a cama.
Enviar por URLSara respirava ofegante, ainda com as pernas abertas e meu sêmen escorrendo da buceta dela, recém-fodida. Enquanto eu continuava enterrado até o fundo dentro dela, com meu pau ainda pulsando e meu sêmen enchendo a buceta dela, me inclinei e a beijei. Sara retribuiu o beijo com vontade, enfiando a língua na minha boca enquanto as pernas dela continuavam enroladas na minha cintura.—Porra, maninho… —sussurrou contra meus lábios, ainda ofegante—. Fazia tempo que eu não me sentia tão bem assim… já tinha muito tempo que ninguém me comia desse jeito.
Olhei nos olhos dela, ainda conectado.
—E todos os caras que você traz pra casa quase toda semana? —perguntei.
Sara soltou uma risadinha suave e envergonhada, mordendo o lábio.
—Eu sabia que você não tava dormindo… —disse rindo—. Eu ouvia quando você se masturbava me escutando. Mas não… ninguém tinha me feito sentir assim. Nenhum tinha me preenchido tão gostoso nem me feito gozar daquele jeito.
Nos beijamos de novo, dessa vez mais devagar e profundo, enquanto meu pau continuava meio duro dentro da buceta dela, cheia de porra.
Percebemos que já era bem tarde, então nos levantamos. Sara andava com as pernas trêmulas, com meu sêmen escorrendo pelas coxas dela. Comemos algo rápido na cozinha e voltamos pro quarto.
Naquela mesma noite, tivemos outra sessão de sexo pesado e apaixonado. Fodi ela de quatro, segurando firme na cintura dela enquanto enfiava o pau até o fundo. Depois, coloquei ela contra a parede, levantando uma perna e comendo ela com força enquanto chupava os peitos dela. Sara gemia como uma louca, pedindo pra eu não parar e pra encher ela de novo. Terminamos com ela por cima, cavalgando selvagemente até gozar de novo, esguichando, e eu despejei outro creampie profundo nela.
Exaustos, caímos no sono abraçados, com meu gozo ainda dentro dela e a cabeça dela apoiada no meu peito.No dia seguinte, acordei sozinho na cama. A Sara já não estava do meu lado. Levantei, vesti uma cueca e saí do quarto. Ao chegar na cozinha, fiquei congelado.
Lá estava ela, vestida como a puta mais provocadora do mundo. Usava um conjunto preto de empregadinha sexy: um corpinho preto que mal segurava os peitos grandes e redondos, quase escapando, e uma micro saia preta com babados de renda branca que mal cobria metade da bunda. Por baixo, não usava nada. Cada vez que ela se mexia, dava pra ver a bunda redonda, firme e bronzeada inteira, e até um pouco da buceta rosada. A renda branca contrastava com a pele bronzeada e as tatuagens dela, dando um visual incrivelmente safado e delicioso.
Me aproximei por trás em silêncio, dei um tapa forte na bunda dela que ecoou na cozinha e depois agarrei ela pela cintura, colando ela contra mim.—Porra, Sara... por que você tá vestida assim? —perguntei mordendo o pescoço dela.
Ela soltou um gemidinho e esfregou a bunda no meu pau, que já tava duro.
—Quero tomar a iniciativa —disse com uma voz brincalhona e sensual—. Já que perdi a aposta, quero ser sua putinha pessoal durante a semana toda... e além, se você quiser. Pode me usar quando quiser, onde quiser e como quiser.
Ela me olhou por cima do ombro com um sorriso bem safado e completou:
—Sou toda sua, maninho.
Naquele dia eu comi ela como um animal: na cozinha, no sofá, contra a janela e no chuveiro. E desde aquele dia a gente não parou de transar. Toda manhã, toda tarde e toda noite eu uso ela como minha putinha pessoal, enchendo ela de porra uma vez atrás da outra. E a gente nunca vai parar.
...
FIM
2 comentários - Mi Hermana Pierde, España Gana