A dinâmica aqui em casa já não tinha filtro nenhum. A Sofia andava várias vezes de fio dental ou sem sutiã na nossa frente, sabendo exatamente o que provocava. Pra ela, nós dois éramos os homens dela, mas pro Adrián e pra mim, cada olhadela que a gente trocava no corpo dela era um lembrete silencioso da armadilha perfeita em que eu tinha caído. Eram 10 da manhã. Os bebês dormiam tranquilamente no berço. A Sofia tava de costas pro fogão, vestindo só um roupão curto de seda e sem calcinha por baixo.
Adrián saiu do quarto só de cueca. Me olhou do corredor e sorriu com safadeza. Se aproximou dela em silêncio, abriu as pernas dela por trás e agarrou as bundas dela com força, apertando. **Sofía:** Aaah! Adri... você me assustou. **Adrián:** Você tá muito puta com esse roupão, Sofía. Sabe que não pode andar assim pela casa sem pagar pedágio. **Sofía:** Mmm... e qual é o pedágio, meu amor? Nesse momento, saí do quarto e me apoiei na bancada da cozinha com uma xícara de café na mão. Sofía me viu e os olhos dela brilharam. **Sofía:** Amor, fala pro Adrián me deixar terminar de fazer o café da manhã... **Eu:** Não, Sofía. Se o Adrián tá com fome, ele come primeiro. Adrián desabotoou o cinto do roupão dela, deixando-o completamente aberto. Puxou a calcinha dela até a metade, segurou firme na cintura dela e, sem usar lubrificante, enfiou de uma só vez seco na buceta dela. **Sofía:** AAAAHHH! Puta que pariu, Adri! **Adrián:** Cala a boca e goza, puta. Você adora quando eu te pego assim.
Adrián começou a meter nela com um ritmo selvagem, fazendo as nádegas da Sofia baterem contra as coxas dele num tapa molhado. Eu me aproximei pela frente, coloquei a mão na nuca da Sofia e puxei o rosto dela pra minha virilha. **Eu:** Chupa essa pica enquanto seu amante te arromba por trás, vai. Sofia não hesitou nem um segundo. Abriu a boca bem grande, esticou a língua e começou a lamber meu pau duro da base até a cabeça, engolindo ele inteiro enquanto Adrián dava estocadas fundas por trás que faziam ela engasgar de prazer. **Sofia:** Mmmgh... mmgh... que gostoso vocês dois me abrindo assim!
De tarde, enquanto o Adrián tava no quarto trocando um dos bebês, fiquei a sós com a Sofia no sofá. Ela tava largada, respirando ofegante, ainda excitada com a parada da manhã. **Eu:** Vem cá, Sofia. Ela se aproximou engatinhando no tapete que nem uma putinha, me olhando de baixo pra cima. **Sofia:** Fala, meu amor... o que cê quer que eu faça? **Eu:** Quero que você fique de quatro e me peça por favor pra meter no seu cu. Me mostra o quão puta você ficou desde que trouxemos o Adrián pra cá. Sofia sorriu com malícia, se virou no tapete, levantou a bunda bem alto e abriu as duas nádegas com as mãos, mostrando o cuzinho rosado e dilatável. **Sofia:** Por favor, amor... enfia no meu cu. Me faz sua do jeito que só você sabe, me faz sentir que sou dos dois... Me ajeitei atrás dela, cuspi direto na fenda do cu pra lubrificar e enfiei a cabeça de uma vez só.
**Sofía:** Aaaih! Meu Deus, tá durona pra caralho! Comecei a meter com força no cu dela, segurando ela pelo cabelo. Cada vez que eu enfiava até o fundo, o sofá rangia. Nessa hora, o Adrián entrou na sala com a mamadeira na mão. Parou pra nos olhar, se apoiou no batente da parede e começou a bater uma punheta vendo eu abrir o cu da mulher da casa.
**Adrián:** Olha ela, irmão, como ela abre esse anelzinho... Dá pra ver que ela adora ser a puta da casa.
**Sofía:** Sim, Adri! Sou a puta de vocês dois! Me fode mais forte, amor, faz o Adri ver como você deixa minha buceta vermelha!
Às 23h, os bebês dormiam profundamente. O quarto principal estava escuro, iluminado só pela luz fraca do corredor. A Sofía estava deitada na cama king size, completamente nua, com as pernas bem abertas. O Adrián e eu entramos ao mesmo tempo.
**Eu:** Chegou a hora, Sofía.
Ela se ajoelhou no meio da cama. Adrián se colocou atrás dela e eu fiquei na frente. Adrián encostou a ponta no cu dela enquanto eu me posicionava na buceta dela. Na contagem de três, nós dois enfiamos ao mesmo tempo dentro dela. Sofia soltou um grito gutural, um gemido de dor e prazer absoluto ao se sentir completamente preenchida pelos dois homens que amava. Adrián e eu começamos a nos mover num ritmo alternado: quando eu saía da buceta dela, ele entrava até o fundo do cu dela, fazendo o corpo dela balançar pra frente e pra trás sem controle.
**Sofía:** Aaaaahhh! Vocês vão me quebrar! Sinto que vão me partir ao meio!
**Adrián:** Você é nossa, Sofía. De mais ninguém. De quem você é?
**Sofía:** De vocês! Sou do meu namorado e do meu amante! Sou a putinha da casa!
A parada continuou por mais de uma hora, trocando de posição: colocando ela de lado, fazendo ela mamar um enquanto o outro metia por trás, até que nós dois estávamos quase gozando.

Tiramos os paus ao mesmo tempo. A Sofia ficou caída de costas, respirando como se tivesse corrido uma maratona, com os lábios inchados e os dois buracos abertos e pulsando. Eu e o Adrián nos posicionamos um de cada lado da cara dela. **Eu:** Abre a boca e fecha os olhos, Sofia. Ela obedeceu na hora, colocando a língua pra fora. Nós dois começamos a bater punheta sobre a cara dela até jorrar jatos grossos de porra fervendo que cobriram os olhos, o nariz, as bochechas e encheram a boca dela. A Sofia engoliu uma parte com gosto e passou o resto pelo pescoço e pelos peitos com as próprias mãos. Minutos depois, com o sêmen secando na pele dela, a Sofia se acomodou entre o peito do Adrián e o meu, abraçando nós dois.
**Sofía:** Amo vocês dois demais... Obrigada por me dar essa vida... Adrián me olhou por cima da cabeça desgrenhada dele, piscando um olho com um sorriso de vitória. Passei a mão nas costas da Sofía, sabendo que enquanto ela achava que estava vivendo a fantasia perfeita dela, na verdade continuava sendo a marionete principal do nosso jogo.
Adrián saiu do quarto só de cueca. Me olhou do corredor e sorriu com safadeza. Se aproximou dela em silêncio, abriu as pernas dela por trás e agarrou as bundas dela com força, apertando. **Sofía:** Aaah! Adri... você me assustou. **Adrián:** Você tá muito puta com esse roupão, Sofía. Sabe que não pode andar assim pela casa sem pagar pedágio. **Sofía:** Mmm... e qual é o pedágio, meu amor? Nesse momento, saí do quarto e me apoiei na bancada da cozinha com uma xícara de café na mão. Sofía me viu e os olhos dela brilharam. **Sofía:** Amor, fala pro Adrián me deixar terminar de fazer o café da manhã... **Eu:** Não, Sofía. Se o Adrián tá com fome, ele come primeiro. Adrián desabotoou o cinto do roupão dela, deixando-o completamente aberto. Puxou a calcinha dela até a metade, segurou firme na cintura dela e, sem usar lubrificante, enfiou de uma só vez seco na buceta dela. **Sofía:** AAAAHHH! Puta que pariu, Adri! **Adrián:** Cala a boca e goza, puta. Você adora quando eu te pego assim.
Adrián começou a meter nela com um ritmo selvagem, fazendo as nádegas da Sofia baterem contra as coxas dele num tapa molhado. Eu me aproximei pela frente, coloquei a mão na nuca da Sofia e puxei o rosto dela pra minha virilha. **Eu:** Chupa essa pica enquanto seu amante te arromba por trás, vai. Sofia não hesitou nem um segundo. Abriu a boca bem grande, esticou a língua e começou a lamber meu pau duro da base até a cabeça, engolindo ele inteiro enquanto Adrián dava estocadas fundas por trás que faziam ela engasgar de prazer. **Sofia:** Mmmgh... mmgh... que gostoso vocês dois me abrindo assim!
De tarde, enquanto o Adrián tava no quarto trocando um dos bebês, fiquei a sós com a Sofia no sofá. Ela tava largada, respirando ofegante, ainda excitada com a parada da manhã. **Eu:** Vem cá, Sofia. Ela se aproximou engatinhando no tapete que nem uma putinha, me olhando de baixo pra cima. **Sofia:** Fala, meu amor... o que cê quer que eu faça? **Eu:** Quero que você fique de quatro e me peça por favor pra meter no seu cu. Me mostra o quão puta você ficou desde que trouxemos o Adrián pra cá. Sofia sorriu com malícia, se virou no tapete, levantou a bunda bem alto e abriu as duas nádegas com as mãos, mostrando o cuzinho rosado e dilatável. **Sofia:** Por favor, amor... enfia no meu cu. Me faz sua do jeito que só você sabe, me faz sentir que sou dos dois... Me ajeitei atrás dela, cuspi direto na fenda do cu pra lubrificar e enfiei a cabeça de uma vez só.
**Sofía:** Aaaih! Meu Deus, tá durona pra caralho! Comecei a meter com força no cu dela, segurando ela pelo cabelo. Cada vez que eu enfiava até o fundo, o sofá rangia. Nessa hora, o Adrián entrou na sala com a mamadeira na mão. Parou pra nos olhar, se apoiou no batente da parede e começou a bater uma punheta vendo eu abrir o cu da mulher da casa.
**Adrián:** Olha ela, irmão, como ela abre esse anelzinho... Dá pra ver que ela adora ser a puta da casa. **Sofía:** Sim, Adri! Sou a puta de vocês dois! Me fode mais forte, amor, faz o Adri ver como você deixa minha buceta vermelha!
Às 23h, os bebês dormiam profundamente. O quarto principal estava escuro, iluminado só pela luz fraca do corredor. A Sofía estava deitada na cama king size, completamente nua, com as pernas bem abertas. O Adrián e eu entramos ao mesmo tempo.
**Eu:** Chegou a hora, Sofía.
Ela se ajoelhou no meio da cama. Adrián se colocou atrás dela e eu fiquei na frente. Adrián encostou a ponta no cu dela enquanto eu me posicionava na buceta dela. Na contagem de três, nós dois enfiamos ao mesmo tempo dentro dela. Sofia soltou um grito gutural, um gemido de dor e prazer absoluto ao se sentir completamente preenchida pelos dois homens que amava. Adrián e eu começamos a nos mover num ritmo alternado: quando eu saía da buceta dela, ele entrava até o fundo do cu dela, fazendo o corpo dela balançar pra frente e pra trás sem controle.
**Sofía:** Aaaaahhh! Vocês vão me quebrar! Sinto que vão me partir ao meio! **Adrián:** Você é nossa, Sofía. De mais ninguém. De quem você é?
**Sofía:** De vocês! Sou do meu namorado e do meu amante! Sou a putinha da casa!
A parada continuou por mais de uma hora, trocando de posição: colocando ela de lado, fazendo ela mamar um enquanto o outro metia por trás, até que nós dois estávamos quase gozando.


Tiramos os paus ao mesmo tempo. A Sofia ficou caída de costas, respirando como se tivesse corrido uma maratona, com os lábios inchados e os dois buracos abertos e pulsando. Eu e o Adrián nos posicionamos um de cada lado da cara dela. **Eu:** Abre a boca e fecha os olhos, Sofia. Ela obedeceu na hora, colocando a língua pra fora. Nós dois começamos a bater punheta sobre a cara dela até jorrar jatos grossos de porra fervendo que cobriram os olhos, o nariz, as bochechas e encheram a boca dela. A Sofia engoliu uma parte com gosto e passou o resto pelo pescoço e pelos peitos com as próprias mãos. Minutos depois, com o sêmen secando na pele dela, a Sofia se acomodou entre o peito do Adrián e o meu, abraçando nós dois.
**Sofía:** Amo vocês dois demais... Obrigada por me dar essa vida... Adrián me olhou por cima da cabeça desgrenhada dele, piscando um olho com um sorriso de vitória. Passei a mão nas costas da Sofía, sabendo que enquanto ela achava que estava vivendo a fantasia perfeita dela, na verdade continuava sendo a marionete principal do nosso jogo.
1 comentários - Um dia normal na vida de Sofia, a três