Só Elas.../Cap3

CAPÍTULO 3


Só Elas.../Cap3











Fany, longe de ficar do meu lado, me manda recostar um pouco na cadeira. Aí, me deixando totalmente excitado, a mulher vai e senta direto nas minhas pernas, mas não nos meus joelhos, não — toda aquela bundona dela pousa em cima do meu pacote...














Me agarro surpreso à sua cintura finíssima. De novo minha rola aparece e dessa vez ela com certeza vai sentir ela direto debaixo da bunda dela, na verdade, ela vira e me dá um sorriso, antes de falar.









−  Uma, duas e três!











A bunda da Fany se aperta um pouco mais contra meu pau e o vestidinho dela parece ainda mais fino do que o normal, porque sinto como a curva das nádegas grandes dela envolve meu membro ereto que se posicionou bem ali, entre as bandas dela... bem carnudas, porque ela também tinha um rabão igual ao da mamãe.

















Porra, minha irmã não se mexe! Mas ela tem que sentir claramente minha pica inteira, assim como eu sinto toda a buceta dela roçando em mim e me deixando mais tarado do que já estou... Por um momento, tô sonhando!!















Me agarro firme na cintura dela, imaginando que tô comendo ela nessa posição, ela por cima de mim... Sei que sou um tarado, mas não consigo evitar.

Para ela pode ser algo inocente, mas eu tô muito tarado.













— Vamos, Tom, de novo, que você não sai. — me repreende a mamãe, que depois de várias fotos com o celular, não conseguiu pegar meu rosto.













Minha irmã se levanta pra acender as velas, e isso faz o vestidinho dela subir um pouco mais pelas pernas, me dando uma visão inesquecível por trás.













As coxas dela parecem se fechar lá em cima, tão perto do que já deve ser o começo da bunda dela... Ela senta de novo em cima de mim, parece que encaixa a bunda grande dela pra minha vara dura se colocar de novo no meio dos glúteos dela.













Depois passa o braço direito por trás do meu pescoço e, ao fazer isso, a teta dela gruda na minha costela enquanto a bunda se aperta ainda mais no meu pacote... Minha mão direita continua na cintura dela, mas a outra aparece na frente pra aproveitar aquela barriga lisinha que minha linda irmã tem.















Porra, como eu tô gostoso..!! não quero que isso acabe nunca! Sai flash pra todo lado e parece que eu tô vendo as estrelas agora. A gente sopra as velas e a bunda da minha irmã se enfia mais ainda em mim…. Que delícia!











− Bom, agora eu!!! - Mamãe diz assim, de repente. - Filha, tira você a foto...











Minha irmã se levanta e me deixa de pau duro, com a calça jeans levemente molhada, porque eu tô que não aguento mais.













Mamãe se aproxima de mim e olha pra protuberância que tem na minha virilha, mas longe de ficar irritada, ela sorri e me dá um beijo na testa, bem carinhoso, enquanto uma das tetas dela bate no meu queixo. Porra, que tortura mais gostosa que tô tendo hoje! Que imagens pra minha punheta noturna!















Minha mãe ocupa a posição que a Fany estava há instantes e coloca aquele rabão gigante em cima de mim, ajustando levemente a bunda pra que meu pau receba ela com gosto. Ela se joga de verdade em cima do meu pacote...















Outra vez sinto a leveza do tecido do vestido dela e sinto a maciez da bunda dela por inteiro. Minhas mãos vão rápidas pra cintura dela e acaricio de leve!!















Minha mãe parece não perceber ou gosta da situação, já não sei o que pensar, mas ela tem que notar que debaixo daquele rabão dela, bem na entrada da buceta, o filho dela tá com uma ereção fora do normal, dura pra caralho. Acho que vou explodir a qualquer momento.















Volto a acariciar os quadris dela, estendendo um pouco mais a mão, e percebo que ela tá sim de calcinha, mas deve ser bem pequenininha, pelo menos a tira é super fina.











— Vem, filho, que você não sai. — ela me diz.











Me encosto no lado dela e a peitona dela bate de novo na minha cara, mas dessa vez eu demoro um pouco mais pra receber ela pelo maior tempo possível.















Acendemos as velas pela enésima vez e minha irmã bem na minha frente me oferece a visão da sua beleza extraordinária, enquanto a mamãe se levanta uma e outra vez, apoiando a rabuda no meu pau, algo que me tortura ainda mais, embora coceira com gosto...















Uma das vezes que ela apoia a bunda no meu pau, faz isso devagar, como se estivesse saboreando, e eu não consigo evitar soltar um suspiro de prazer ao sentir ela por inteiro, mas o mais surpreendente é que me pareceu que ela também soltou um gemidinho leve...!!













Depois das velas, colocamos uma música e dançamos rindo e curtindo essa celebração extraordinária, onde "só elas" estão mais soltinhas e gostosas do que nunca.













A primeira é a Fany, que gruda em mim e eu aproveito essa entrega pra acariciar a cintura e os quadris dela, enquanto o corpo dela cola no meu igual uma lapa e a mamãe continua tirando fotos. Depois é a vez dela, e a Fany vira a fotógrafa, fazendo com que as tetonas da mamãe grudem no meu peito e eu aspire o perfume gostoso que ela passou hoje naquele pescoço que eu olho com vontade de morder e chupar...















Mamãe não para de sorrir pra mim, mesmo que ela deva estar percebendo meu constrangimento e, principalmente, minha mega ereção palpável!! Ela se gruda ainda mais em mim.

Bendita tortura!! Essa é a melhor festa de aniversário que já tive...!!















Depois de tanta tortura, mas bendita tortura!, ao sentir por completo os corpos gostosos da minha mãe e da minha irmã, primeiro as bundas delas no meu colo e depois dançando com elas aquela música tão sedutora, é algo que me deixa realmente louco e tarado.















Aproveito pra acariciar umas áreas que, dias atrás, eram impensáveis no corpanzil da minha mãe.

Não tenho coragem de tocar na bunda diretamente, mas roço bem perto...













— Como é que você tá se divertindo, filhão?!! Tá gostando da sua festa de aniversário? — ela pergunta no meu ouvido, encostando ainda mais o corpo no meu.













−    Tá bom, mãe. Tá tudo massa.

Ela sorri vitoriosa com minha resposta, mas ao mesmo tempo parece curtir a ereção que eu tento disfarçar a todo custo e que fica roçando nela a cada dois por três...













Mamãe diz pra servir um café e, finalmente, segundo ela, partir pra entrega do meu presente, aquele que antes me deixava tão ansioso, mas agora minha cabeça tá em outro lugar, só vejo buceta e peito por todo lado.















Minha irmã, como sempre, cuida do café na cozinha e minha mãe senta do meu lado no sofá, cruzando as pernonas e passando a mão na minha perna.













Começa no joelho e vai subindo devagar. Nossos olhares se cruzam e os meus não conseguem evitar se perder nesse decote gostoso.











−  Como você tá grande já, filho! - ela diz beliscando com os dedos a minha coxa por cima da minha calça jeans. - Já tenho um homenzarrão em casa. Você não faz ideia de quanto esperei por esse momento... Tô muito orgulhosa de você!! Bom, tô orgulhosa dos dois.















Mamãe sempre sabe como nos animar e elogiar, mas de um jeito que excita qualquer um, porque ela faz tudo com tanto carinho… mas hoje, além disso, tô vendo ela muito melosa, muito pegajosa.













Meu olhar volta a percorrer essas curvas impressionantes que marcam seu vestido bem justinho e, principalmente, o decote, que é um lindo vale de pele morena formado pelos dois peitões salientes dela.











— Seus olhos se perdem — ela diz de repente, me pegando no flagra.











— Não, isso… não. — respondo todo cortado ao me ver pego num dos meus olhares libidinosos pras suas tetonas enormes.











− Não seja bobo, cara, é normal!! Você já é um homem.









−  É queee…!!!









−  De verdade, Tom, é normal!! Você já não é mais o bebê que mamava nessas tetas... - ela acrescenta, pegando nos próprios peitos e amassando-os de um jeito que provoca um arrepio no meu corpo inteiro.















Ela fala como se hoje fosse o dia que mudou minha vida e eu tivesse virado de moleque pra homem num piscar de olhos.

É verdade que mudei em pouco tempo, porque até bem pouco tempo atrás eu não olhava pra minha mãe como uma mulher, do ponto de vista sexual. Mas de uns tempos pra cá, ela deixou de ser só uma mãe e passou a irradiar mil e uma sensações difíceis de controlar, graças à sensualidade dela e a uma beleza escultural que me deixou besta, perdido de vez.

















A verdade é que minha mãe é gostosa pra caralho, ela sabe disso e também sabe como se valorizar com o jeito que se veste. A altura dela permite mostrar as pernas em jeans bem apertados ou em vestidos colados como o que ela tá usando hoje.













Ainda lembro da punheta que bati semana passada quando vi ela com uma saia de couro nova.













Tava impressionante com aquelas pernas sem fim. Em casa ela também usa roupa mais confortável, mas ainda assim me parece gostosa, com aqueles vestidos de verão tão leves, seus camisolas, mas hoje, nessa noite tão especial, ela tá radiante, tão sexy, tão justinha... e eu bem tarado, pra que mentir.











—  Tô gostosa? — ela me pergunta do nada.









—  Essa… claaro…!! — respondo gaguejando.











− Vamos, filho, eu sei que te deixei nervoso e que você ficou de pau duro. Não sou boba.













Porra, com essa frase ela me deixa completamente preso.

Já imaginava que ela pudesse ter percebido minha piroca dura debaixo daquelas bundonas dela ou colada na barriga dela durante a dança, mas claro, não podia ser outra coisa... O estranho é ouvir ela falar isso, com tanta alegria.











— Mamãe, me desculpa, mas é que eu não consegui evitar...











— Não se preocupa, é normal. Cê tá na idade. Além disso, me alegra acordar pra isso.













Assim que diz essa frase, passa a mão no meu pacote e segura ele de leve. É… é, tô olhando pra mão dela e ainda não acredito, mas os dedos dela se agarram no meu pau por cima da calça jeans e apertam suavemente.

A verdade é que demoro pra reagir, porque parece inacreditável, mesmo estando vivendo isso.













−  Mamãe! — eu falo mais como surpresa do que como reclamação, e ela tira a mão para não me deixar mais desconfortável.











− Não seja bobo, já tô te falando que é normal você ficar assim, você já é um homem e eu te pareço uma mulher gostosa, né?









— Isso… sim, claro, mãe, você tá uma gostosa.









− Obrigado, filho. Gosto de ouvir isso de você, e aliás, você fala isso muito pouco pra mim.









−  Bom, então é isso. Você é muito gostosa.









−  Mas... ainda sou gostosa? Sou uma mulher que dá pra foder??!!









−  Mamãe...! – reclamo.









— Vamos, Tomy, não se acanhe agora! Só me diz se sua mãe é gostosa ou não!!









− Sabe que sim, os homens são loucos por você.









−   Ahhh, sim??









— Não me diga que você não percebe que provoca... paixões?











−   Bom, sim, eu percebo que me olham, mas não sei até que ponto... hehe isso pode levantar outras coisas. — acrescenta, arranhando levemente o desenho que minha pica forma por baixo da calça jeans.











— Não sou o único, quando vou contigo todo mundo fica de olho na sua... bunda, no decote, nas pernas! Você é uma coroa muito gostosa!!











O sorriso branco dela aparece de novo, feliz com esse meu comentário, mas é verdade, todos os caras ficam bobos por ela, desde os colegas de trabalho, nossos vizinhos, muitos parentes e amigos alucinam com essa beleza tão bem conservada da mamãe.











−  Bom, esses peitos já estão meio caídos!!! – acrescenta segurando nas mãos os seios proeminentes.











Aquilo provoca um formigamento estranho na minha virilha, que continua com uma broxa que acho que vai durar a noite toda. Parece que ela adivinha meus pensamentos e sorri pra mim, olhando mais uma vez pro meu pacote.

















Nesse momento, Fany entra em cena com a bandeja de xícaras e a cafeteira fumegando. Meu olhar agora vai pra esse outro corpaço que tenho em casa.

O jeito dela andar me parece tão sensual, e é que com aquele vestido justinho, as pernas longas e bem desenhadas, as curvas e uma bunda bem redondinha, junto com um rostinho doce, fazem dela uma mulher espetacular.











Hoje, além disso, ela tá ainda mais explosiva do que nunca.









−   E a sua irmã? — minha mãe me pergunta.









− Minha irmã, o quê?









−   Se ela é gostosa?











Demoro pra responder e a Fany, enquanto pousa a bandeja na mesinha, fica um tempinho me observando, esperando meu comentário sobre isso.













Sei lá, pode ser o vinho, o fato de já ser adulto ou ter minhas minas tão absurdamente gostosas, mas finalmente vou me jogar, deixando as dúvidas e medos pra trás.











—  É gostosa mesmo, mãe... e muito... – afirmo.











Ambas riem, mas percebo em Carla um rubor nas bochechas tomadas por aquele tom avermelhado que a deixa ainda mais gostosa.













−   Tem umas pernas dos sonhos e enormes!! – acrescenta mamãe, aproximando a mão e subindo pelas coxas dela até enfiar por baixo da saia do vestido.









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