Encontrei minha vizinha pelada no banho

Este relato é de algo que aconteceu há alguns anos. Minha vizinha mora com o marido no andar de cima do prédio de apartamentos onde eu morava naquela época. Ela não tem um corpo escultural, mas tinha algo que seduzia naturalmente, daquelas pessoas que te prendem com o olhar e, em particular, algo que me deixa louco: a marca da buceta dela aparecia deliciosamente apetitosa. Quase sempre eu cruzava com ela nas escadas do prédio, trocávamos algumas palavras e um certo flerte, sem ir além. Durante o dia, ela ficava sozinha porque o marido trabalhava o dia todo, então eu podia ouvir do meu apartamento quando ela tomava banho e imaginava ela nua e sozinha... várias vezes me masturbei pensando nela.

Uma vez, o marido dela, com quem eu conversava quando nos encontrávamos e compartilhávamos coisas em comum, como música e fazer churrasco, combinamos de fazer um churrasco e tomar umas cervejas. Em algumas dessas ocasiões, estávamos com nossas respectivas parceiras e até bem bebidos. Uma vez, enquanto bebíamos no apartamento deles, pedi o banheiro emprestado para mijar e tive a grata surpresa de ver um cesto de roupa suja. Imediatamente vi umas calcinhas fio dental, daquelas com abertura na parte da buceta... fiquei a mil por hora vendo aquilo, então peguei uma e levei ao nariz para cheirar... uff, tinha o cheiro da buceta dela... instintivamente, levei à minha pica, que já estava dura de tesão... aproveitei por alguns segundos, não podia demorar muito senão seria estranho. Saí e continuei bebendo com eles, e ela me olhava de um jeito provocante... naquela noite não aconteceu nada, mas dois dias depois...

Subi correndo ao ouvir um barulho forte no andar de cima, bati na porta, esperei um minuto, bati de novo. Dessa vez, ela saiu... a dona das minhas fantasias, minha vizinha... parecia que estava tomando banho, porque saiu de roupão. Fiquei vermelho, não consegui evitar. Olhar disfarçadamente os peitos lindos e redondinhos dela por baixo daquele roupão, ela estava toda molhada... só consegui perguntar se estava tudo bem, porque tinha ouvido um barulhão e fiquei preocupado. Ela me disse que desculpava, que tinha feito aquele barulho ao cair no chuveiro: "Desculpa, caí no chuveiro e, ao tentar me segurar, derrubei a prateleira que fica lá dentro..." Mostrei preocupação e perguntei se ela tinha se machucado, se estava bem... exagerei um pouco, como um bom vizinho, demonstrando preocupação por ela e se precisava de alguma ajuda ou atendimento por algum ferimento que pudesse ter sofrido.

- Obrigada, bati o quadril ao cair, mas acho que estou bem... que vergonha, saí nessa roupa...
- Não se preocupa, subi porque achei que tinha acontecido alguma coisa e talvez você tivesse se machucado.
- Só estou preocupada com o chuveiro, a prateleira quebrou e está tudo molhado.
- Se quiser, posso te ajudar a catar, não vá se cortar com os cacos de vidro quebrados.
- Obrigada... mas não quero te incomodar.
- Não é incômodo, digo... se não te deixar constrangida, talvez você queira que eu volte depois pra você terminar de tomar banho.
- Não, não, não... melhor agora, é que... você tem razão, preciso terminar de me lavar e pode ser que eu me corte com os pedaços quebrados de vidro.

Ela me deixou entrar, eu já conhecia o caminho, entrei no box do chuveiro e vi que tinha cacos de vidro quebrados e, ao lado da pia, estava a roupa que ela com certeza tirou antes de entrar no banho... entre as roupas estava a calcinha fio dental dela. Ela me pegou olhando praquela peça e eu só me desculpei... ela só disse que estava tudo bem, que tinha vergonha de estar daquele jeito e que eu a visse naquela roupa. Rapidamente falei que ela não precisava se desculpar nem se envergonhar, que era um prazer ajudá-la e que faria isso sempre que ela precisasse...

Me abaixei pra catar os vidros quebrados, ela estava parada do meu lado, com o roupão vestido. Eu não conseguia parar de olhar as pernas dela, ainda molhadas, as pernas lindas dela. O roupão ficava acima dos joelhos, então eu imaginava... O que estava mais acima, eu fantasiava com aquela imagem, então ela se abaixou pra me ajudar a catar os pedaços quebrados da prateleira. Quando se abaixou na minha frente, o roupão não escondeu a virilha dela, a imagem mais maravilhosa que eu já tinha visto até então: a buceta dela, raspada e aberta, estava bem na minha cara. Ela não falava nada, parecia que fez de propósito, sei lá... mas eu aproveitei aquela visão, até que ela deu um gritinho ao perceber que eu tava vendo toda a buceta dela, os lábios maiores abertos. Ela se desculpou, dizendo que era uma tonta por não ter tomado cuidado... hahaha, tenho certeza que foi de propósito, pra ver até onde eu ia... e obviamente não perdi a chance.

— Não se preocupa, não é nada que eu já não tenha visto até agora... falei, sorrindo meio sem graça, ela sorriu...
— Que fofo você é... não é grosseiro como outros homens, é delicado no trato com as mulheres, que sortuda ela é por ter você...
— Ah... é, acho que sim. Você desperta essas coisas em mim, não dá pra esconder, você é especial.

E num instante, quase imperceptível o momento antes, senti os lábios dela nos meus, começamos a nos beijar, levantamos, abracei ela e beijei com paixão, acariciei as pernas dela, a bunda, os peitos, abri o roupão que ela tava usando e vi ela nua pela primeira vez... era linda! Ela pegou na minha mão e me levou pro quarto, lá tirou o roupão e continuamos nos beijando, ela tirou minha camisa e a calça, o resto é história... transamos com tanta paixão que não me importei com mais nada. Foi a primeira vez que beijei os lábios dela, que beijei cada parte do corpo que eu já desejava há tanto tempo. Espero que isso se repita... vou dar mais detalhes num próximo relato, por enquanto, fico por aqui.

2 comentários - Encontrei minha vizinha pelada no banho

Uuufff amigo, quero mais detalhes dessa foda que você teve e como ela fez, e se você comeu ela mais vezes.
Definitivamente habrá segunda parte...