Minha vida mudou. Me apresento, meu nome é Camila, 35 anos, casada com Maicol, de 40. Minha vida era normal: trabalhávamos, tirávamos férias duas vezes por ano, casa quitada e carro pago. Até aquele dia fatídico em que a empresa onde eu e meu marido trabalhávamos faliu. Nosso mundo desabou porque ficamos desempregados. Passaram-se alguns meses e eu e meu marido tivemos a grande ideia de investir em bitcoins, mas deu tudo errado. Fizemos uma hipoteca enorme sobre a casa, achando que o lucro pagaria a dívida, mas do dia para a noite perdemos tudo. O banco nos destruiu e ficamos na rua. Tivemos que nos mudar para o sítio do meu sogro e do meu cunhado, porque, por desespero, eu e meu marido pedimos dinheiro para gente suspeita e estavam nos procurando para nos machucar. Fomos para o campo, em Boyacá, numa vereda que ficava a umas 6 horas do povoado, no meio do seco.
Chegamos naquela casa humilde, mas era melhor que nada. Só que, ao chegar, notei algo estranho no jeito que meu cunhado e meu sogro me olhavam. Naquela noite, falei:
Eu: Amor, não percebeu nada estranho?
Maicol: O quê, amor?
Eu: Amor, o jeito que seu irmão e seu pai me olhavam.
Maicol: Vi sim, amor, mas pode ser normal. Me diz onde eles veem uma mulher por aqui?
Eu: Hummm, pensando bem, você tem razão.
No dia seguinte, conversamos com meu sogro e meu cunhado para ver o que fazer ou em que podíamos trabalhar. Eles tinham plantações e tal, então podiam viver na casa de boa e nos ajudar com comida, mas para dinheiro mesmo, a gente tinha que sair para trabalhar. Depois de um tempo de conversa, chegamos à conclusão de que meu marido teria que ir trabalhar numa cidade que ficava a 2 horas de distância, e eu ficaria em casa. Bom, aí começou algo que mudou minha vida.
Porque, com o passar dos dias, meu marido ia trabalhar e eu ficava com meu cunhado e meu sogro. Mas logo tudo tomou um rumo. Um dia, eu estava na cozinha e meu cunhado passou para deixar os... pratos e notei que ele ficou. Olhando um pouco mais do que devia pra minha bunda e assim começou tudo com olhares a mais, na sala, na cozinha, onde fosse, mas tudo foi escalando aos poucos: toques a mais nas mãos quando eu passava a comida, roçadas supostamente involuntárias. Um dia ele passou por trás de mim na cozinha e me agarrou a bunda. Eu me virei brava e falei: "Qual é o seu problema?"
Eu: Qual é a sua, cunhado?
Cunhado: Desculpa, cunhada, é que não consegui me segurar. Faz tempo que não convivo com uma mulher.
Eu: Vamos ver o que seu irmão acha disso.
Fui brava pro quarto e não saí o dia inteiro. Meu marido chegou à noite e eu contei que o comportamento do irmão dele estava estranho e que ele tinha me apalpado a bunda.
Maicol: amor, olha, pra ser sincero, tô muito cansado. Além disso, amor, já te falei que é normal, meu irmão não vê uma mulher há muito tempo. E agora a gente tem que manter a paz, porque liguei pra um amigo pra saber como tão as coisas na cidade, e ele disse que os matadores tão nos procurando por céu e terra, amor. Então isso vai demorar.
Eu fiquei calada com isso, então parei de encher o saco.
Mas acho que o fato do meu marido não ter reclamado nada com o irmão dele só fez ele se sentir mais à vontade, e a coisa continuou escalando.
Os toques continuaram até um ponto que pra mim já era normal, ele me apalpava enquanto eu conversava com ele.
Meus peitos.
Ou quando eu tava relaxada na minha cama
Já assim, mesmo que eu ficasse brava, parecia que antes ele gostava mais, mas aí não parou, e depois começou a me tocar por baixo da roupa, levantou minha saia e ficou passando a mão na minha bunda.
Mas com o passar dos dias, algo foi mudando em mim, já não me dava mais raiva. O Maicol sempre chegava cansado e, desde que chegamos na fazenda, ele não me tocava, e eu tava começando a sentir um tesão nesse jogo safado. No dia em que tudo se quebrou, eu tava na cozinha e chegou meu cunhado, e sem me dar tempo de reagir...
Ele me encurralou contra a geladeira, rasgou minha blusa e começou a beijar meus peitos. Tentei resistir, mas minha mente dizia não, enquanto meu corpo gritava que sim.
Eu entrei numa espiral de desejo, tentava resistir, mas meu corpo já não obedecia minha mente. Ele me virou, abriu minhas nádegas e chupou meu cu.
Eu soltei um gemido abafado porque não queria que ele percebesse que eu tava molhada, excitada, à disposição dele. Cunhado: "Desde que você chegou, eu te olhei e já não aguento mais." Eu não disse nada, mas ele se levantou, segurou minhas mãos e, com um empurrão, meteu tudo. Senti aquele pau grosso e pesado me preenchendo, e minha mente, que era a única dizendo não, já não negava mais, porque, sem planejar, meu corpo começou a responder. Meus quadris se moviam sozinhos, e eu comecei a aproveitar. Batia minha bunda contra a pélvis dele, e só ouvia: plassss, plassss, plassss.
Mas quando senti o esperma quente dele me enchendo, não aguentei mais e tive um orgasmo delicioso. Terminei e ele foi embora, eu fui pro meu quarto, e quando a excitação passou, fiquei com muita raiva. Ia contar tudo pro meu marido. Ele chegou de noite muito cansado, só me cumprimentou e disse:
Maicol: Amor, tô muito exausto, quero que isso acabe logo, mas meu amigo me mandou uma mensagem e aquela gata continua te procurando.
Eu, vendo ele daquele jeito, não consegui contar o que aconteceu, seria demais pra ele.
Eu: Fica tranquilo, vai dar tudo certo, já tô aprendendo a lidar com seu irmão e seu sogro não faz outra coisa senão trabalhar.
Maicol: Bom, amor, obrigado por entender.
Ele me deu um beijo e foi dormir.
No outro dia, eu tava sozinha em casa e chegou meu cunhado.
Cunhado: Oi, cunhada.
Eu não respondi.
Cunhado: Sei que pode fingir de brava, mas sei que você gostou.
Eu: Olha, some daqui.
Cunhado: Sei que você gostou, ou por que não contou nada pro meu irmão?
Eu: Porque ele tem muitos problemas e não precisa de mais, e além disso, não podemos ir embora.
Dizer isso foi minha perdição, porque ele saiu da cozinha com a certeza de que, fizesse o que fizesse, eu não ia contar nada.
E assim foi, ele já me obrigava a dar beijos onde fosse, pegava minhas nádegas, meus seios, eu já era dele.
Mas a parada do sexo também se repetiu. Um dia, eu tava indo pelo corredor pro banheiro, ele me agarrou pelo braço, me encostou na parede, baixou minha calcinha e devorou minha bunda. Quando terminou, me levou pro banheiro e no chuveiro me comeu como nunca.
Com o tempo, eu já me relaxei, verdade. Maicol nunca tinha tempo e era muito excitante fazer isso com meu cunhado. No começo, a gente começou a fazer com meu marido em casa e com meu sogro. Continua...
Chegamos naquela casa humilde, mas era melhor que nada. Só que, ao chegar, notei algo estranho no jeito que meu cunhado e meu sogro me olhavam. Naquela noite, falei:
Eu: Amor, não percebeu nada estranho?
Maicol: O quê, amor?
Eu: Amor, o jeito que seu irmão e seu pai me olhavam.
Maicol: Vi sim, amor, mas pode ser normal. Me diz onde eles veem uma mulher por aqui?
Eu: Hummm, pensando bem, você tem razão.
No dia seguinte, conversamos com meu sogro e meu cunhado para ver o que fazer ou em que podíamos trabalhar. Eles tinham plantações e tal, então podiam viver na casa de boa e nos ajudar com comida, mas para dinheiro mesmo, a gente tinha que sair para trabalhar. Depois de um tempo de conversa, chegamos à conclusão de que meu marido teria que ir trabalhar numa cidade que ficava a 2 horas de distância, e eu ficaria em casa. Bom, aí começou algo que mudou minha vida.
Porque, com o passar dos dias, meu marido ia trabalhar e eu ficava com meu cunhado e meu sogro. Mas logo tudo tomou um rumo. Um dia, eu estava na cozinha e meu cunhado passou para deixar os... pratos e notei que ele ficou. Olhando um pouco mais do que devia pra minha bunda e assim começou tudo com olhares a mais, na sala, na cozinha, onde fosse, mas tudo foi escalando aos poucos: toques a mais nas mãos quando eu passava a comida, roçadas supostamente involuntárias. Um dia ele passou por trás de mim na cozinha e me agarrou a bunda. Eu me virei brava e falei: "Qual é o seu problema?"
Eu: Qual é a sua, cunhado?
Cunhado: Desculpa, cunhada, é que não consegui me segurar. Faz tempo que não convivo com uma mulher.
Eu: Vamos ver o que seu irmão acha disso.
Fui brava pro quarto e não saí o dia inteiro. Meu marido chegou à noite e eu contei que o comportamento do irmão dele estava estranho e que ele tinha me apalpado a bunda.
Maicol: amor, olha, pra ser sincero, tô muito cansado. Além disso, amor, já te falei que é normal, meu irmão não vê uma mulher há muito tempo. E agora a gente tem que manter a paz, porque liguei pra um amigo pra saber como tão as coisas na cidade, e ele disse que os matadores tão nos procurando por céu e terra, amor. Então isso vai demorar.Eu fiquei calada com isso, então parei de encher o saco.
Mas acho que o fato do meu marido não ter reclamado nada com o irmão dele só fez ele se sentir mais à vontade, e a coisa continuou escalando.
Os toques continuaram até um ponto que pra mim já era normal, ele me apalpava enquanto eu conversava com ele.
Meus peitos.
Ou quando eu tava relaxada na minha cama
Já assim, mesmo que eu ficasse brava, parecia que antes ele gostava mais, mas aí não parou, e depois começou a me tocar por baixo da roupa, levantou minha saia e ficou passando a mão na minha bunda.
Mas com o passar dos dias, algo foi mudando em mim, já não me dava mais raiva. O Maicol sempre chegava cansado e, desde que chegamos na fazenda, ele não me tocava, e eu tava começando a sentir um tesão nesse jogo safado. No dia em que tudo se quebrou, eu tava na cozinha e chegou meu cunhado, e sem me dar tempo de reagir...
Ele me encurralou contra a geladeira, rasgou minha blusa e começou a beijar meus peitos. Tentei resistir, mas minha mente dizia não, enquanto meu corpo gritava que sim.
Eu entrei numa espiral de desejo, tentava resistir, mas meu corpo já não obedecia minha mente. Ele me virou, abriu minhas nádegas e chupou meu cu.
Eu soltei um gemido abafado porque não queria que ele percebesse que eu tava molhada, excitada, à disposição dele. Cunhado: "Desde que você chegou, eu te olhei e já não aguento mais." Eu não disse nada, mas ele se levantou, segurou minhas mãos e, com um empurrão, meteu tudo. Senti aquele pau grosso e pesado me preenchendo, e minha mente, que era a única dizendo não, já não negava mais, porque, sem planejar, meu corpo começou a responder. Meus quadris se moviam sozinhos, e eu comecei a aproveitar. Batia minha bunda contra a pélvis dele, e só ouvia: plassss, plassss, plassss.
Mas quando senti o esperma quente dele me enchendo, não aguentei mais e tive um orgasmo delicioso. Terminei e ele foi embora, eu fui pro meu quarto, e quando a excitação passou, fiquei com muita raiva. Ia contar tudo pro meu marido. Ele chegou de noite muito cansado, só me cumprimentou e disse: Maicol: Amor, tô muito exausto, quero que isso acabe logo, mas meu amigo me mandou uma mensagem e aquela gata continua te procurando.
Eu, vendo ele daquele jeito, não consegui contar o que aconteceu, seria demais pra ele.
Eu: Fica tranquilo, vai dar tudo certo, já tô aprendendo a lidar com seu irmão e seu sogro não faz outra coisa senão trabalhar.
Maicol: Bom, amor, obrigado por entender.
Ele me deu um beijo e foi dormir.
No outro dia, eu tava sozinha em casa e chegou meu cunhado.
Cunhado: Oi, cunhada.
Eu não respondi.
Cunhado: Sei que pode fingir de brava, mas sei que você gostou.
Eu: Olha, some daqui.
Cunhado: Sei que você gostou, ou por que não contou nada pro meu irmão?
Eu: Porque ele tem muitos problemas e não precisa de mais, e além disso, não podemos ir embora.
Dizer isso foi minha perdição, porque ele saiu da cozinha com a certeza de que, fizesse o que fizesse, eu não ia contar nada.
E assim foi, ele já me obrigava a dar beijos onde fosse, pegava minhas nádegas, meus seios, eu já era dele.

Mas a parada do sexo também se repetiu. Um dia, eu tava indo pelo corredor pro banheiro, ele me agarrou pelo braço, me encostou na parede, baixou minha calcinha e devorou minha bunda. Quando terminou, me levou pro banheiro e no chuveiro me comeu como nunca.
Com o tempo, eu já me relaxei, verdade. Maicol nunca tinha tempo e era muito excitante fazer isso com meu cunhado. No começo, a gente começou a fazer com meu marido em casa e com meu sogro. Continua...
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