
Eram 5h da manhã e eu tava voltando pra casa com meu amigo Valentino. Tinha que acordar cedo porque era o aniversário de 42 anos da minha mãe, Evangelina, e a gente ia almoçar com toda a família lá pelas 13h.
A gente tinha bebido uns copos e, como eu tinha 18 anos e tinha tirado a carteira fazia pouco tempo, era meu amigo Valentino quem dirigia o carro. A gente morava num condomínio fechado, e o Valentino era um dos vizinhos mais próximos. A casa dele ficava do lado direito da nossa, e do lado esquerdo morava uma família de negros que tinha dois filhos com quem eu não tinha muita intimidade. Pra ser sincero, eles não me desciam bem, provavelmente por causa da cor da pele deles, porque eu tenho que admitir que sou meio racista.
Quando chegamos em casa e já saindo do carro, percebi que tinha esquecido as chaves de casa. Apertei a campainha sabendo que minha mãe Evangelina ia ficar puta, mas não tinha outra alternativa. Toquei mais umas duas vezes e ninguém atendeu. Achei que minha mãe Evangelina devia estar dormindo profundamente e, lá de cima, ela não ia ouvir a campainha tocar. "Dorme na minha casa se quiser", falou meu amigo Valentino.

Não, mano, sem precisar, valeu. Além disso, você sabe que não é a primeira vez que esqueço as chaves e tenho que dormir na sua casa. Minha mãe, a Evangelina, vai ficar puta comigo." "E aí, o que você vai fazer?" — meu amigo Valentino me perguntou.
Ajuda eu a subir até a janela do meu quarto, deixei ela aberta por causa do calor e dá pra entrar por ali.

O Valentino me ajudou, mas apesar da minha idade, nunca fui um atleta. A janela não era muito alta, mas tinha que subir lá, e por mais que eu tentasse, não conseguia. Então pedi pro Valentino subir e descer pra abrir a porta da entrada da minha casa. Com minha ajuda empurrando ele de baixo, o Valentino não teve dificuldade pra subir e entrar no meu quarto. Já fazia uns 5 minutos que ele tinha entrado e ainda não tinha descido pra abrir a porta de casa, então, estranhando, ia ligar no celular dele quando vi que ele se adiantou e estava me ligando.

Que buceta cê tá fazendo, meu irmão? Se perdeu dentro da minha casa ou o quê?" "Não, irmão! É que agora eu entendi por que sua mãe, a Evangelina, não descia pra abrir a porta." "Cê tá falando o quê? Por que cê tá falando tão baixo? Minha mãe, a Evangelina, deve estar dormindo que nem uma pedra, por isso que não ouviu a porra da campainha tocar." "Tô falando baixo pra ninguém me ouvir, e de dormir nada, nada. Sua mãe, a Evangelina, tá dando que nem uma puta.
Como é que é? Que porra você tá falando, otário?" "Que a porta do quarto dos seus pais tá aberta e sua mãe Evangelina tá dando como uma puta pro meu irmão.
vem e me abre a porta, para de ficar olhando como meus pais e meu irmão tão transando
Sua mãe, a Evangelina, não tá dando pro seu pai Martin" — disse meu amigo Valentino. Martin era o nome do meu pai, e o meu, aliás, é Bastian. Meus pais não tinham sido muito criativos.
Mas o que você tá dizendo, seu filho da puta? Meu pai Martin volta do trabalho às 8:00, mas como é o aniversário da minha mãe Evangelina, ele deve ter saído mais cedo pra dar uma surpresa. Desce e abre a porta pra mim, sua puta." "Tô te falando que não é seu pai Martin, seu idiota. Sua mãe Evangelina tá aberta de quatro em cima da cama com um homem montado nela, comendo ela, e não consigo ver a cara do filho da puta, mas já te adianto que não é seu pai Martin."
"Mas como não vai ser meu pai Martin, seu idiota de merda?"
"Que merda é essa que eu tô vendo, meu irmão, é sério. Tô vendo a bunda daquele homem bombando em cima da sua mãe Evangelina, e faz dias que não vejo seu pai Martin, mas até onde eu sei, seu pai Martin não é preto, e esse homem é, meu irmão.

Pensei que era uma brincadeira do meu amigo Valentino, uma piada de mau gosto, mas ele se aproximou um pouco mais do quarto de casal dos meus pais pra eu poder ouvir o que tava rolando. "Ahhh... Siiim... Não para... que buceta gostosa, meu amor" Aquelas palavras me deixaram gelado, não era brincadeira, com certeza aquela voz era da minha mãe Evangelina, mas ainda me restava uma esperança. Desliguei a ligação do Valentino e me preparei pra ligar imediatamente pro meu pai Martin, torcendo pra ele não atender, mas... "Alô?... Bastian... você tá bem?... aconteceu alguma coisa?, Por que você liga nesse horário?" Era meu pai Martin, meu pai Martin tinha atendido o celular, claramente não era ele quem tava comendo a minha mãe Evangelina. Dei uma desculpa pro meu pai Martin por ter ligado às 5:20 da madrugada, tava prestes a contar o que tava rolando, mas fiquei travado e depois de falar um minuto com ele, desliguei o celular. Ainda não tinha reagido quando vi que meu amigo Valentino tava me ligando de novo... "O que foi?, você desligou o celular na minha cara
Liguei pro meu pai Martin, ele não acreditou no que tava rolando, meu pai Martin ainda tá no trampo, irmão.
Porra, mano, já tinha te falado, não é teu pai Martin, é um negão que tá comendo tua mãe Evangelina. Consegui chegar até a porta do quarto dos teus pais sem ninguém me ver.

Sai dessa, sua puta, e abre a porta pra mim, otário." "Não dá, irmão, isso aqui é um espetáculo ver como tão comendo a puta da sua mãe, a Evangelina, meu irmão.

O filho da puta do Valentino tava vendo eles comendo minha mãe Evangelina e o viadinho não descia pra abrir a porta da minha própria casa, já tava quase dando uns berros e chutando a porta da minha casa de puta quando ouvi outra voz no celular do Valentino. "Bom, putinha, já tô pronto pra você me dar uns boquetões gostosos" "Valentino... quem foi que disse isso?" "Você não vai acreditar, meu irmão, é melhor nem te contar" "Me conta o que tá rolando, seu merda, ou eu arrebento essa porta na porrada


O vizinho, meu irmão, teu vizinho preto acabou de sair do banheiro do quarto dos teus pais já com o pau bem duro e falou pra tua mãe Evangelina que quer que ela comece a chupar ele, e quem tá comendo ela de pé por trás tem que ser o irmão dele, são os dois pretos, meu irmão, os pretos do lado que tão com tua mãe Evangelina." Eu não podia acreditar no que tava rolando, aqueles putos pretos estavam no quarto dos meus pais com a minha mãe Evangelina, eu nunca imaginei que minha mãe Evangelina tivesse um amante, muito menos uns pretos da mesma idade do próprio filho dela, que tipo de puta era a minha mãe Evangelina?

“Agora chupa a do meu irmão, puta” *plash plash* se ouviu na chamada, e meu amigo Valentino me disse bem baixinho que o negão que tava metendo por trás na minha mãe Evangelina tinha dado umas duas palmadas ou mais, não deu pra ver direito meu amigo Valentino, mas tinha esculachado a bunda da minha mãe Evangelina, e um dos negões tava falando enquanto eu escutava que ia dar uma refrescada, enquanto dizia “continua chupando, puta gostosa”. “Você ouviu isso, Bastian?... O que tava comendo sua mãe Evangelina foi pro banheiro e deixou ela de pernas abertas, de bruços na cama, enquanto o outro negão tá passando a mão no cu dela e sua mãe Evangelina tá chupando a pica dele, mano, é uma loucura ver sua mãe Evangelina, ela é muito gostosa, cara.”

Porra, o que eu tô vendo... sua mãe, Evangelina Bastian, se ajoelhou na cama na frente de um vizinho negro nosso, pegou a pica dele com as duas mãos enquanto tá masturbando ele, e agora sua mãe Evangelina começou a fazer uns espanholadas com os peitos dela enquanto olha nos olhos dele, meu irmão... e agora ela enfiou metade dessa pica preta enorme na boca dela como se fosse nada, tá chupando tudo, e o vizinho negro tá empurrando a cabeça da sua mãe Evangelina contra ele, fazendo ela engasgar com a pica dele, meu irmão, isso é uma loucura." "Mhh... glmphhh... ¡¡¡mmhhhhhhh!!!" dava pra ouvir pelo celular, os barulhos da minha mãe Evangelina se afogando na pica do nosso vizinho negro.


Como você gosta do meu pau, dona Evangelina, a senhora já sabe que ele é todo seu, quantas vezes quiser transar e chupar nosso pau, minha vizinha gostosa, a maior puta do bairro." "Bastian, meu irmão, sua mãe Evangelina engole esse pau enorme igual uma puta, meu irmão, que espetáculo que estou vendo e que delícia que ela vai, sua mãe Evangelina de joelhos, e como os peitos dela balançam quando ela engole todo esse pau enorme, e também o vizinho preto chicoteia a cara da puta da sua mãe Evangelina com o pau enorme, é uma putaria louca isso.


Naquela altura eu não dizia nada, tava completamente em estado de choque ouvindo meu amigo Valentino me contar o que rolava no quarto dos meus pais com todos os detalhes, como se tivesse descrevendo um filme pornô interracial. "Não, meu amigo Bastian, o que eu tô vendo, a única coisa que posso te dizer, meu irmão, é que sua mãe Evangelina é muito boa chupando pau, mas tá colocando gosto nisso, ela acabou de tirar aquela pica preta enorme da boca e se levantou, sua mãe Evangelina, sem soltar o pau do preto, ah, e como é lindo ver sua mãe Evangelina pelada, que bundinha pequena e empinada linda que ela tem, irmão, e uuwaauuhh, caralho, sua mãe Evangelina tá uma gostosa, como aquele preto tá abrindo as nádegas dela com as duas mãos na minha frente, caralho, ele já começou a morder e chupar os mamilos dela, ah, e que peitos redondinhos e empinados lindos que sua mãe Evangelina tem, nunca imaginei que sua mãe Evangelina fosse tão gostosa assim, meu irmão.


Não me faz esperar mais e enfia essa piroca preta linda e enorme em mim, meu amor" pude ouvir minha mãe Evangelina dizer pro meu vizinho, o negão. "Uuh, dona Evangelina, você é insaciável, não teve o suficiente com a piroca do meu irmão, né, puta.


O vizinho preto acabou de empurrar sua mãe, Evangelina, na cama e subiu em cima dela, meu irmão. Também vai comer ela, agora vai ser a segunda pica preta da noite que vai foder sua mãe, Evangelina. Tudo pra dentro, filho da puta, ele meteu de uma só vez, e olha que a pica daquele preto é enorme e grossa. Dá pra ver que sua mãe, Evangelina, tá acostumada com essas picas pretas enormes, irmão. "Toma minha pica, toma minha pica, como a senhora gosta das picas pretas, dona Evangelina, né, puta?" "Siiiiim, meu amor, eu amo as picas pretas." "A senhora já pode explicar pro seu filho Bastian, que é um pouco racista, com certeza não sabe que a mãe dele, Evangelina, gosta muito mais de negros do que ele. Bom, mais do que de negros, das picas pretas." "Não fala do meu filho Bastian e continua me comendo com essa pica preta linda que você tem, meu amor.


Porra, meu irmão, o vizinho preto tá comendo ela com tudo, cada vez mais forte, e tua mãe Evangelina tá gostando pra caralho, já vai sair fumaça da buceta da tua mãe Evangelina de tanta velocidade que ele tá metendo, dá pra ver como tua mãe Evangelina tá com as pernas tremendo a cada estocada que o preto dá por cima dela." "Ummmmmmm, siiiim, não para de me comer, arrebenta minha buceta." Minha mãe Evangelina tava totalmente descontrolada, rendida diante daquele pauzão do preto, e eu podia ouvir tudo. Por sorte não dava pra ver, mas o filho da puta do Valentino me contava com todos os detalhes. "O irmão saiu do banheiro, Bastian, e foi pro outro lado da cama. O que tava comendo ela tirou o pau da buceta, levantou mais a raba da tua mãe Evangelina e colocou ela de quatro na cama de novo. Aí meteu de uma vez só, em pé atrás dela, na buceta da tua mãe Evangelina, mano. Mas agora ela tá comendo dois paus ao mesmo tempo, porra, que espetáculo lindo que eu tô vendo, irmão. Um mete por trás e o outro chupa no ritmo das estocadas. Como os peitos da tua mãe Evangelina balançam, mano, a cada estocada que esse preto dá.

Porra, que puta gostosa essa vadia, mano, as milf brancas casadas são as melhores, tá me gastando o pau, mano, agora come ela você, irmão, que eu já tô exausto" "Bastian... cê ainda tá aí?... então, mano, o que tava comendo a sua mãe Evangelina tirou o pau dela e deitou na cama, o outro agarrou ela pelos cabelos, dando tapas na cara da sua mãe Evangelina e fazendo ela ficar de pé no chão, agora o preto tá pegando ela pelo pescoço e colocando ela contra a parede, mano, do lado do criado-mudo do seu pai Martin, meteu o pau de uma vez, tá bombando ela contra a parede, porra, que enfiada que tão dando na puta da sua mãe Evangelina em pé, mano. "Puxou ela pelos cabelos pro chão e começou a chupar os peitos lindos que a sua mãe Evangelina tem, o outro preto continua na cama se masturbando vendo o show"


Quero mais picas de garanhões" "Caralho, mano, que boca suja que a sua mãe Evangelina tem... você ouviu o que ela disse pra eles?" Eu continuei sem dizer nada, sentei na porta sem saber o que fazer "Se quer pica, vai ter pica" "Sua mãe Evangelina se levantou de novo, subiu na cama e começou a andar de joelhos, montou em cima do outro, pegou na pica dele e sentou em cima do preto, enfiando toda aquela pica preta enorme dentro da buceta dela. Agora sua mãe Evangelina tá pulando em cima da pica do preto que nem uma louca" "Vai, puta, monta nessa pica" "Esses pretos não se cansam de comer sua mãe Evangelina, irmão

Espera aí, mano, o outro subiu na cama e ficou atrás da sua mãe, a Evangelina. Não acredito, acho que eles vão... sim, mano, ele vai meter no cu da sua mãe, a Evangelina, enquanto o irmão tá comendo a buceta dela. Porra, mano, eu só vi isso em filme, ele tá montando a sua mãe, a Evangelina, por trás, vai penetrar ela no cu." "Sua mãe, a Evangelina, é uma puta, mano. Esse preto tá abrindo as nádegas dela com as duas mãos e metendo devagar, mas até o fundo do cu. As bolas do vizinho tão batendo na bunda da sua mãe, a Evangelina, e ela, como se nada, tá montando em cima do outro, enquanto o irmão tá bombando forte atrás dela." "Como eu gosto que meus meninos me comam ao mesmo tempo", ouvi minha mãe, a Evangelina, dizer. "Seu cu continua apertadinho, e olha que já comi ele umas vinte vezes, pelo menos.

Vinte vezes, otário, ouviu isso? Diz que comeu o cu da sua mãe Evangelina vinte vezes, se a gente não tivesse chegado mais cedo por causa do aniversário da sua mãe Evangelina e você não tivesse esquecido as chaves, ainda não saberia que puta que sua mãe Evangelina é, otário." "Sim, aaaah, sim, vamos, comam os dois mais forte, mais." "Como sua mãe Evangelina se mexe, é ela que está dando pra esses dois negões, como ela balança a bunda pra trás e pra frente enfiando mais fundo as duas rolas ao mesmo tempo, esses dois tão acelerando o ritmo da foda, não, irmão, como sua mãe Evangelina sua." "Vou gozar... vou gozar que nem uma puta, meus amores." "Escuta sua mãe Evangelina, otário, ela tá gozando enquanto esses dois não param de bombar nos dois buracos dela ao mesmo tempo, se você visse isso não acreditaria." "Eu também vou gozar, não aguento mais.

Meu garanhão, já que eu sei o que você gosta e hoje você me deu um orgasmo gostoso, vou deixar você gozar onde mais gosta." "Puta que pariu, sua mãe Evangelina é uma vadia, pelo menos não vai gozar dentro dela, só faltava você ter um irmão preto e o pai ser um desses dois pretos, meu irmão." "Espera aí que eu tiro do cu dela, irmão, e vamos acabar na cara dessa puta.
O cara que tava comendo o cu da sua mãe Evangelina saiu do cu dela já bem aberto e foi pra um lado do outro preto, agora sua mãe Evangelina tá de joelhos na frente dos dois pretos, porra mano, sua mãe Evangelina olhou pra porta e achou que tinha me visto, ainda bem que o corredor tá bem escuro, eles tão se masturbando na cara da sua mãe Evangelina, acho que já sabemos onde esse filho da puta gosta de gozar... ele tá gozando, parece uma mangueira de porra esses pretos, como ele sujou a cara da sua mãe Evangelina, gozou na cara toda dela, tá escorrendo pelo queixo até os peitos dela, que gozada que deram na sua mãe Evangelina, irmão.


Na cara toda da minha puta favorita" "Sua mãe tá vestida, irmão, que eu quero comer mais um pouco essa buceta, porque senti ela bem apertada ainda."
"Sua mãe Evangelina já se colocou de quatro na cama, nem limpou a cara que tá toda coberta de porra, a puta, esse aí vai comer ela de novo no cu com a cara lambuzada de sêmen."
"Vai, me come, garanhão, que tenho que tomar banho antes do meu filho Bastian chegar, que ele costuma voltar da festa às 7:00."
"Festa é a que a gente faz aqui quando seu marido Martin e seu filho Bastian tão fora, né, puta?



Tua mãe Evangelina tá com a buceta cheia de pica preta de novo, tão bombando ela outra vez, não, meu irmão, olha como ela empina a raba pra trás pra enfiar a pica até o fundo" "Tá me comendo essa bunda maravilhosamente, amor, você também pode gozar no seu lugar favorito" "Pô, tua mãe Evangelina, acho que vão gozar na cara dela de novo" "Já era, mano, esse aí não aguenta mais, tirou a pica do cu dela, dá pra ver que a bunda da puta da tua mãe Evangelina ficou toda aberta, pegou ela pelos cabelos e tá se masturbando na cara dela que ainda tem resto de porra da gozada anterior
Vamo, irmão, enche a boca dessa puta de porra, deixa ela tomar um café da manhã bem servido" "Porra, meu irmão, acho que ele vai gozar na cara dela, esse preto vai gozar na boca da sua mãe Evangelina" "Sua mãe Evangelina meteu o pau na boca e tá chupando enquanto bate uma pra ele, ela tá esperando ele gozar na boca dela


Aqui vem seu presente de aniversário, puta." "Esses negros sabem que é o aniversário da sua mãe, Evangelina, meu irmão. Ela tá gozando, mano, tá gozando, dá pra ver na cara dela. Ela tá jogando tudo na boca da sua mãe, Evangelina, mano. Ela não solta a pica nem por um segundo, tá engolindo, tá engolindo toda a gozada.
Ele tirou a pica da boca da sua mãe Evangelina e tá jogando as últimas gotas na língua dela, sua mãe Evangelina é uma puta, mano, ela é uma puta.

Valentino desligou o celular e, alguns segundos depois, abriu a porta de baixo. "Puta merda, mano, o que cê vai fazer?
Maldito filho da puta, por que não abriu a porta antes?" "Que merda, mano, o que caralhos você queria que eu fizesse? Que eu abrisse e você subisse pra ver aqueles dois negões comendo sua mãe Evangelina? O que você pensava em fazer?

Por mais difícil que fosse de aceitar, o Valentino tinha razão. Eu tinha ficado travado na entrada de casa ouvindo meu melhor amigo me contar como os dois vizinhos negros estavam comendo minha mãe, a Evangelina. Não fazia ideia de como eu teria reagido se tivesse visto os dois no ato. Já eram 7 da manhã, os negros não tinham saído de casa, e isso me estranhou. Me despedi do meu amigo Valentino e entrei. Ouvi o chuveiro ligado. No quarto dos meus pais não tinha ninguém. Pensei que aqueles filhos da puta podiam estar tomando banho junto com a puta da minha mãe, a Evangelina. Fui entrar no banheiro, mas minha mãe, a Evangelina, abriu a porta antes.
Meu Deus, amor, que susto você me deu, já voltou? Eu tava tomando um banho pra me refrescar, vai dormir que você sabe que a gente tem que ir logo almoçar com a família.
Não soube o que dizer nem o que fazer, minha mãe Evangelina me deu a toalha que estava no cabelo e pediu que eu a colocasse pra lavar antes de dormir, me deu um beijo com aquela boca que até poucos minutos atrás tinha chupado duas rolas pretas que não eram do marido dela, Martin, e voltou pro banheiro.


Os vizinhos deviam ter saído pelo jardim e pulado por trás pra entrar na casa deles, por isso não vi eles saindo. Quando saí do quarto dos meus pais, vi uma mancha na porta, cheguei perto e vi o que era: o filho putinho do Valentino tinha se masturbado vendo minha mãe Evangelina dando pros vizinhos negros e sujou a porta de porra. Não sei por que limpei com a toalha, joguei pra lavar e fui pro meu quarto pensando no que dizer pro meu pai Martin…


2 comentários - A vizinha negra gostosa da minha mãe