Giuliana: mãe lactante e infiel. Parte 5

A gente tava num momento incrível, com o Salvador nos meus braços, mamando numa das minhas tetas, realizando aquele desejo mútuo de viver nossa fantasia de amamentação erótica. Enquanto ele mamava, nossos olhares se cruzaram: era um momento extraordinário, que eu nunca pensei que fosse se tornar real. Depois de um tempo, senti a mão dele apertando pra sair mais leite, e eu também ajudei: ele tinha esvaziado minha outra teta, me deixando assim como o Jere fez com a minha teta direita, os dois peitos tinham ficado vazios. Eu: — Você acabou com tudo... — sorri pra ele. Salva: — Relaxa, eu sei como fazer você ter mais. Olhei pra ele estranha, e ele baixou o rosto contra meu corpo: passou no meio das minhas tetas, pela minha barriga, e quando chegou na minha buceta. Me fez abrir as pernas, e eu, sem resistir, abri, deixando tudo à mercê dele pra ele fazer o que quisesse. Ele acariciou suavemente minhas coxas, colocou minhas pernas em cima das costas dele, e agora os dedos dele percorriam minha buceta molhada, cheia dos restos de toda aquela putaria. Começou a lamber entre minhas pernas, subindo quase até minha barriga, ia e voltava passando a língua e dando beijinhos suaves. Quando chegou na minha buceta, ficou parado ali por uns segundos, olhei pra ele, e ele enfiou um dedo devagar. Isso me fez tremer e deu um choque no corpo todo. A boca dele foi lambendo devagar, limpando tudo que tinha ficado das nossas gozadas, e quando ficou do jeito que ele queria, senti a boca dele se enfiando na minha buceta, dando beijinhos suaves e aqueles beijos com língua que me faziam tremer. Uma das mãos dele segurava minha bunda, e a outra foi subindo pela minha barriga até minha teta, apertou, e eu gemia sem parar. Meu corpo se arqueava, minha respiração ficou ofegante, e parecia que meu orgasmo ia explodir violento na boca do Salvador. Quando tava quase avisando que ia gozar, vejo o Salvador me olhando nos olhos, enquanto sentia ele chupando e lambendo minha buceta: de novo, aquela imagem me fez explodir de um jeito que há muito tempo não acontecia. fez. Lambeu e limpou tudo que saiu. Subiu devagar pelo meu corpo e apertou meus peitos, vendo que tinha funcionado. Meus peitos estavam cheios de leite de novo. Eu estava chocada e curiosa. Era a primeira vez que vivia algo tão excitante e ao mesmo tempo de tanto aprendizado com Salvador. Ele apoiou o pau na entrada da minha buceta molhada. Ele ficou com os braços erguendo o corpo enquanto se movia devagar. Quis abaixar minhas pernas dos ombros dele e eu neguei com a cabeça. Salva: - Você vai se cansar assim. Eu: - Quero sentir você assim. Ele me obedeceu, começou a bombar devagar, suave, e enquanto me olhava nos olhos. Eu tentava sustentar o olhar, mas minha tesão de senti-lo assim fazia eu semicerrar os olhos para aproveitar aquele momento delicioso. As mãos dele percorreram minhas nádegas, minhas pernas e meu cu. Eu estava de novo no clímax total, quando ele vê que dos meus peitos começam a sair gotas de leite e se joga para apertar forte meus peitos e chupar tudo que sai deles. Novamente comecei a gritar enquanto convulsionava de tanto prazer que me deu. Eu: - Aaaaagggghhhhhhh... Meu deus... Vou... Vou... Salva: - Sim... Siiim... Eu também, meu amor... Por dentro sentia como saíam jorros lentos mas abundantes de esperma dele e da minha buceta saía parecia uma enorme onda de suco. Ele abaixou minhas pernas devagar até que ficaram apoiadas na cama, bem abertas. Eu: - Ai meu deus... Não acreditei... Não acreditei que isso ia ser tão espetacular. Salva: - Quando eu li, me excitou pra caralho, mas ao experimentar e poder comprovar com você. É minha maior fantasia que você me realizou: Você realizou todas as minhas fantasias! Eu: - É que não acreditava que fosse gostar de fazer algo assim. Embora pensando bem - ele desceu de cima de mim, se deitou de lado, ficou me olhando - num momento quando estava transando com Dante, aconteceu de sair leite de mim, mas achava que era por causa da hora de amamentar o Jere, não por excitação que saísse. Salva: - E o que meu amigo fez em Naquele momento? Eu: - Acho que foi na última vez que a gente transou, ele pediu pra eu colocar uma toalha pra não molhar ele.
Salva: - Não acredito que ele é tão imbecil! E você obedeceu?
Eu: - E apesar de eu ter adorado que ele chupasse meus peitos, tive que fazer isso porque meu desejo de transar era mais forte do que o de ter meus peitos mamados.
Salva: - Com você eu quero tudo: te foder, chupar seus peitos, as duas coisas juntas, te comer todo dia, usar sua buceta, te encher de beijos e tudo o que você pedir.
Eu: - Você é único!
Salva: - Você é única! Você é linda!
Eu: - Você sempre me diz isso...
Salva: - É verdade: você é!
Eu: - Obrigada. Você também é.
Salva: - Obrigada... - a gente se beijava, dando beijos curtos e sorrindo um pro outro - eu queria que isso fosse todo dia. Que você estivesse sempre comigo.
Eu: - E... Sei lá... Não sei se conseguiria terminar com o Dante pra ficar com você, que foi o melhor amigo dele. Não sei se teria coragem.
Salva: - Vamos, Chulita... Você sabe como o Dante é. Sabe tudo o que ele já fez e é capaz de fazer, e com quem ele anda. Eu, por outro lado, se não fosse por aquela ameaça e tudo o que você passou, nunca teria ficado com a Irene. Além disso, ela ainda ama o pai do bebê dela.
Eu: - Me conta um pouco sobre isso?
Salva: - É que o cara prometeu que vai largar a mulher pra ficar com ela e formar uma família. Mas todo mundo conhece a reputação dele, ele sempre faz a mesma coisa. Engravida as mulheres que ele gosta e depois as enche de mentiras pra mantê-las sob o controle narcisista dele.
Eu: - Nossa... Esse é pior que o Dante. Embora não saiba se o tipo dele é pior ou melhor que o Dante, já que o Dante é um doente que comeu a própria mãe e fica louco por mulheres mais velhas.
Salva: - Sempre foi assim. Nunca olhou pra garotas da nossa idade. Sempre tentava ser mais atencioso com as mães. Eu achava que era por educação e cortesia, mas na adolescência, até na hora de bater uma, ele pensava em alguma mãe do grupo.
Eu: - Ai, meu Deus... Não acredito... Isso também fez com a sua mãe?
Salva: — E não sei... Até porque, segundo ele, me disse que nunca faltaria com respeito à minha mãe, mas com certeza, lá no fundo, sim.
Eu me sentei na cama e ouvimos um dos nossos celulares tocar.
Ambos fomos pegar pra ver pra quem dos dois estavam ligando.
Pra surpresa, era pros dois. O meu aparecia como número privado, enquanto no celular dele dizia que era a mãe dele.
Salva: — Vou atender, pode ser que tenha acontecido algo com minha mãe.
Eu: — Sim, sim, atende tranquilo. Vou ver se antes dessa ligação tenho mensagens, porque não diz quem é.
Salvador atende com a voz preocupada.
Salva: — Oi, mãe... O que houve? Mãe... Mas já te falei que tô bem e tô na casa de campo dos seus sogros, não lembra que te contei que vim pra cá uns dias? Mas... Com quem você tá? Como assim o Dante tá com você? O que ele te disse? Ele fez algo? Não, não, fica tranquila... Tá tudo bem, obrigado por avisar... Um beijo. Te amo... — ele se afastou pra falar.
Eu tava de olhos bem abertos, muito assustada e nervosa. Vi as mensagens e eram do Dante:
"Oi, Chuletinha. Cadê você? Preciso que a gente converse. Você não pode viver saindo de casa com nosso filho toda vez que quiser, tem que ficar e a gente resolve. Você é minha mulher e é minha. Não pode ficar fugindo de mim toda vez que algo te incomoda. Você não é mais uma criança. Só falta ver uma pessoa, pra saber se ela sabe de você ou se tá com você. Mais te vale que você esteja onde diz que está, porque eu não aguentaria saber que você tá dando pra quem foi meu melhor amigo. Preciso saber de você e do meu filho, já que é meu filho, né?"
Parei de ler as mensagens e segurei minha cabeça, pensando no pior. Vejo Salvador voltando pro quarto.
Eu: — O que houve?
Salva: — Calma... Tá tudo bem. Só que...
Eu: — Só que o quê?? Foi o Dante na sua mãe?
Salva: — Sim... Tava com ela. Ele pediu pra eu fazer uma videochamada, mostrei que tava sozinho e que tava aqui. Ele pediu a localização, mas não dei. Aí ele me disse que se ficasse com você, ia passar muito mal e...
Eu: — Não quero que nada te aconteça
Salva: — Não vai me acontecer nada. Ele não pode me machucar
Eu: — Isso é o que eu temia, que se a gente ficar junto, ele queira fazer algum mal a você
Salva: — Eu não posso permitir que você volte com ele. É como se eu te entregasse de mão beijada pro pior. Sou um homem de verdade, não ligo pras consequências e vou lutar por vocês. Porque eu amo vocês
Eu: — Não, não Salva... Já faz um tempo que te falei que essa relação não ia dar certo. Eu sou casada com o Dante, tenho um filho. Já era
Salva: — Não, não Yulita. Ele não te merece, não te ama de verdade como eu amo
Eu: — Você é incrível, mas acho que é melhor eu ir embora...
Salva: — Não, não... Por favor... Não vá. Fiquem. Juro pelos meus pais que eu vou cuidar de você e te proteger
Eu: — Não quero que ele te machuque
Salva: — Não me importa. O que importa é você. Que você fique bem, que se sinta amada e protegida. Não vou deixar aquele inútil te bater de novo ou te enganar com as mentiras dele. Te amo e vou te amar como sempre amei — ele acariciou minha bochecha — sei que você não me ama assim, mas só quero que você pense nisso, love
Eu: — Em algumas coisas você tem razão... Mas eu tenho medo. Do que vão pensar e de tudo que vier depois...
Salva: — Isso não importa. Não pensa nisso. Pensa nisto: você estaria disposta a deixar um homem te amar de verdade?
CONTINUA... (Falta pouco pro final)

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