As histórias eróticas que escrevi

Meu irmão mais velho foi viajar a trabalho pro exterior recentemente, e minha cunhada tá trabalhando no turno da noite há algumas semanas. Com uma onda de assaltos e assassinatos na cidade, meus pais e meu irmão ficaram muito preocupados com a segurança dela. Como moro no mesmo condomínio, me pediram pra buscá-la depois do expediente, e como sou solteiro e não tenho nada pra fazer à noite, aceitei. Ela tem a minha idade, mas como é esposa do meu irmão, tenho que chamar ela de cunhada. Ela não é uma beleza excepcional, mas tem um corpo dos deuses; no casamento deles, vendo ela naquele vestido justinho, me deu uma vontade danada, mas na hora me lembrei de parar — ela é mulher do meu irmão, não podia passar do limite. Mesmo assim, fiquei feliz de ter a chance de passar esse tempo a sós com ela.
Saía de casa às 22h e chegava no trabalho dela às 23h. Daí, pegávamos o ônibus de volta, mas como a linha direta para de circular às 22h30, tínhamos que pegar outra. Esse ônibus deixava a gente a três pontos do condomínio, forçando a gente a andar uns trinta minutos. O caminho era cheio de canteiros de obras novos e parecia super perigoso à noite. Na primeira vez que levei ela pra casa, um grupo de peões encheu o saco da gente; mandei eles pastarem e corremos o resto do caminho, os dois morrendo de medo. Na quinta vez, uns caras tentaram roubar a bolsa dela. A gente lutou pra não perder, mas acabei me machucando.
Depois disso, decidi achar uma rota mais segura. Olhei o mapa e explorei um caminho novo durante o dia. Tirando um prédio abandonado e inacabado, o resto era cheio de lojas e avenidas principais, bem mais movimentado. Andamos por ali quatro vezes sem problemas e, nos sentindo seguros, relaxamos de vez. Na quinta vez, estávamos conversando e rindo, super à vontade.
Quando passamos por aquele prédio inacabado, senti uma pancada na Cabeça e apagou. Quando acordei, estava deitado no chão. Minha carteira tinha sumido, mas meu celular ainda estava no bolso. Levei a mão à cabeça e senti um galo enorme. Foi aí que percebi—minha cunhada tinha desaparecido. Olhei o celular e vi que fiquei desacordado por meia hora.
Percebendo que ela estava em perigo e temendo o pior, comecei a procurar desesperadamente. Avistei um buraco na parede atrás de um jardim e passei por ele, o que me levou ao canteiro de obras de um prédio inacabado. Vi uma luz fraca vindo de um dos andares superiores e a segui.
Cheguei devagar até uma abertura de janela sem moldura e espiei lá dentro. Fiquei chocado. Tinham quatro pessoas, todas nuas: três homens e uma mulher—minha cunhada. Um cara grande estava por cima dela, metendo sem parar, enquanto outro homem alto estava na frente dela, forçando ela a fazer um boquete. Um terceiro, menor, estava acariciando o corpo dela com um brinquedo penetrável bizarro.
brinquedo sexualenquanto ela segurava o pau dele, movendo a mão pra cima e pra baixo.
Eu ia entrar correndo pra salvar ela, mas aí ela se afastou do cara alto, ofegante, e sussurrou: "O seu é tão grande."
O cara alto riu e disse: "Com certeza sou maior que aquele moleque," olhando pro cara mais baixo como quem se exibe. O baixinho, todo irritado, rebateu: "Não se engana com o tamanho—vou fazer você gozar gostoso daqui a pouco.

0 comentários - As histórias eróticas que escrevi