A luz da manhã filtrada pelas persianas me acordou, cortante e branca, queimando minhas pálpebras. O sofá de couro estava pegajoso e frio contra minha pele nua. Me mexi e senti a rigidez do esperma seco puxando minha pele, uma máscara de humilhação que me lembrava exatamente onde a noite tinha terminado. Minha mão direita ainda cheirava a sal e sexo, e minha boca tinha um gosto metálico. Esfreguei o rosto, soltando cascas de fluidos secos, e sem pensar duas vezes, minha mão desceu para minha virilha. O pau doía, sensível e inchado pelas horas de ereção frustrada. Comecei a me tocar, devagar no começo, depois com mais urgência, apertando a carne inchada enquanto lembrava dos gemidos da Sofia e das ordens sádicas do Marcos. O barulho da porta do quarto se abrindo gelou meu sangue, mas não consegui parar; o movimento da minha mão ficou frenético, um ato automático de vergonha e desejo.
Os passos do Marcos ecoaram no assoalho, pesados e seguros. Fiquei paralisado, com a mão agarrada no meu pau, medindo a silhueta dele na moldura da porta. Ele estava vestindo só aquela calça justa que marcava cada músculo das pernas, e o volume na frente era impressionante até em repouso. O peito nu dele, brilhando levemente com o suor da noite, subia e descia calmo. Os olhos dele percorreram meu corpo, passando pela minha mão se movendo no meu pau e parando no meu rosto, onde restos visíveis da própria porra dele da noite anterior se misturavam com meu suor.
— Ainda tá na mão, hein? — disse a voz dele, rouca de manhã, mas não com deboche, e sim com um tom estranhamente grave.
Olhei pra baixo e vi o que tava me encarando. O tecido da calça dele começou a ceder, esticando perigosamente sobre a virilha. O pau dele, aquela besta enorme e grossa, tava acordando, inchando visivelmente, empurrando o pano pra frente até formar uma barraca perfeita e obscena. Ele se aproximou do sofá, a sombra dele caindo sobre mim, e o cheiro do corpo dele, de macho e sexo usado, invadiu meu espaço pessoal. Ele parou bem do lado da minha cabeça, o volume dele na altura dos meus olhos.
—Vai, amigão, não seja egoísta — ele rosnou, abaixando o zíper com um som metálico que ecoou na sala. Puxou o pau dele, que já estava meio duro, pesado, e deixou cair no meu ombro com um baque úmido e quente. — Toca no meu também. Você já sabe como fazer.
Sem soltar minha própria rola, levantei minha mão livre e enrolei em volta da dele. A diferença era brutal; minha mão mal conseguia fechar em volta da grossura dele, enquanto a minha se perdia no meu punho. Comecei a me mover, uma mão subindo e descendo na minha carne e a outra trabalhando a dele com raiva, tentando igualar o ritmo. A pele do Marcos era mais macia, mais quente, e senti a pulsação na cabeça do pau dele batendo no meu pescoço enquanto a gente se masturbava um pro outro, cara a cara. Ele não desviou o olhar, cravando os olhos nos meus enquanto minha respiração acelerava e meus quadris começavam a empurrar pra cima, buscando meu próprio alívio. Quase me deu vontade de chupar ele...
O calor na minha entreperna ficou insuportável. Minhas bolas se apertaram contra meu corpo e uma onda de eletricidade subiu pela minha espinha. Com um gemido abafado, gozei, jorrando jatos de porra quente no meu próprio estômago e enchendo minha palma. O líquido era grosso e abundante, cobrindo meus dedos. Sem parar o movimento no pau do Marcos, levantei minha mão escorrendo e levei direto pro pau duro dele. Usei minha própria porra como lubrificante, deslizando meus dedos escorregadios pelo eixo dele, misturando nossos fluidos. A sensação da minha porra quente na pele dura dele pareceu excitar ele ainda mais; o pau dele pulsou forte na minha mão, inchando até um tamanho que parecia impossível.
—Isso... usa sua porra em mim — Marcos sibilou, inclinando-se ligeiramente pra frente, apoiando uma mão no encosto do sofá pra Dominar por cima.
Acelerei o ritmo, apertando forte a cada movimento de subida, esfregando a glande molhada com o polegar. As pernas dela se tensionaram, os músculos do abdômen se marcaram sob a pele e a respiração dela virou um rugido gutural. Mantive o olhar fixo na ponta do pau dela, vendo o buraco se dilatar.
— Ah, buceta! — ela gritou.
O primeiro jato foi violento, um projétil quente e grosso que acertou em cheio minha bochecha esquerda, atravessando meu nariz. O segundo e o terceiro jato vieram na sequência, cobrindo minha testa, minhas pálpebras e caindo nos meus lábios abertos. Me senti marcada, possuída pela essência dela, enquanto o pau dela continuava disparando mais e mais porra na minha cara já suja. O cheiro era intenso, de cloro e virilidade pura.
Quando os espasmos dela pararam, abri os olhos, piscando pra limpar o sêmen que escorria nos meus cílios. Olhei pra minha mão direita, a que estava coberta com minha própria ejaculação, e depois pro meu rosto, brilhante com o dela. Com um movimento lento e deliberado, passei meus dedos pela minha bochecha, pegando a porra dela e misturando com a minha na palma da mão. Levei a mão à boca e, olhando fixo nos olhos dela, engoli tudo. O gosto salgado e amargo encheu minha garganta, e chupei meus dedos limpando um por um, sem desviar o olhar da expressão de aprovação arrogante dela.
— Boa, amigão — murmurou Marcos, a voz dela recuperando o controle total. — Mas você deixou um resto.
O pau dela ainda estava ali, na frente do meu rosto, pingando o último resto de sêmen, brilhante e vermelho pelo atrito da minha mão. Um fio branco pendia da ponta, ameaçando cair no tapete.
— Limpa com a boca. Agora — ordenou, empurrando o quadril pra frente.
Me inclinei e abri a boca, pegando a glande inchada dela entre meus lábios. Tinha gosto de sal, de mim mesma e dela. Passei a língua pelo sulco inferior, catando cada vestígio de fluido, chupando de leve pra extrair tudo que ainda estava dentro da uretra. Senti a mão dela no A parte de trás da minha cabeça, me empurrando mais fundo, me forçando a engolir mais do comprimento dele. Mas, em vez de amolecer depois do orgasmo, senti algo incrível. O pau dele, em vez de murchar, começou a pulsar de novo, endurecendo dentro da minha boca, crescendo e apertando contra o meu céu da boca até quase me fazer engasgar.
A surpresa me fez parar por um segundo, mas ele não soltou minha cabeça. Continuei chupando, sentindo a carne ficar dura que nem pedra de novo, pronta pra mais uma rodada. Levantei o olhar pra ele, com o pau ainda na minha boca, e senti um sorriso safado se curvar nos meus lábios em volta do membro dele. Meus olhos brilharam com uma nova intenção. Se ele achava que isso era só uma limpeza, tava muito enganado. Eu tinha planos pra essa ereção recém-nascida, e pela primeira vez, senti que eu tinha o controle do que viria depois.
Os passos do Marcos ecoaram no assoalho, pesados e seguros. Fiquei paralisado, com a mão agarrada no meu pau, medindo a silhueta dele na moldura da porta. Ele estava vestindo só aquela calça justa que marcava cada músculo das pernas, e o volume na frente era impressionante até em repouso. O peito nu dele, brilhando levemente com o suor da noite, subia e descia calmo. Os olhos dele percorreram meu corpo, passando pela minha mão se movendo no meu pau e parando no meu rosto, onde restos visíveis da própria porra dele da noite anterior se misturavam com meu suor.
— Ainda tá na mão, hein? — disse a voz dele, rouca de manhã, mas não com deboche, e sim com um tom estranhamente grave.
Olhei pra baixo e vi o que tava me encarando. O tecido da calça dele começou a ceder, esticando perigosamente sobre a virilha. O pau dele, aquela besta enorme e grossa, tava acordando, inchando visivelmente, empurrando o pano pra frente até formar uma barraca perfeita e obscena. Ele se aproximou do sofá, a sombra dele caindo sobre mim, e o cheiro do corpo dele, de macho e sexo usado, invadiu meu espaço pessoal. Ele parou bem do lado da minha cabeça, o volume dele na altura dos meus olhos.
—Vai, amigão, não seja egoísta — ele rosnou, abaixando o zíper com um som metálico que ecoou na sala. Puxou o pau dele, que já estava meio duro, pesado, e deixou cair no meu ombro com um baque úmido e quente. — Toca no meu também. Você já sabe como fazer.
Sem soltar minha própria rola, levantei minha mão livre e enrolei em volta da dele. A diferença era brutal; minha mão mal conseguia fechar em volta da grossura dele, enquanto a minha se perdia no meu punho. Comecei a me mover, uma mão subindo e descendo na minha carne e a outra trabalhando a dele com raiva, tentando igualar o ritmo. A pele do Marcos era mais macia, mais quente, e senti a pulsação na cabeça do pau dele batendo no meu pescoço enquanto a gente se masturbava um pro outro, cara a cara. Ele não desviou o olhar, cravando os olhos nos meus enquanto minha respiração acelerava e meus quadris começavam a empurrar pra cima, buscando meu próprio alívio. Quase me deu vontade de chupar ele...
O calor na minha entreperna ficou insuportável. Minhas bolas se apertaram contra meu corpo e uma onda de eletricidade subiu pela minha espinha. Com um gemido abafado, gozei, jorrando jatos de porra quente no meu próprio estômago e enchendo minha palma. O líquido era grosso e abundante, cobrindo meus dedos. Sem parar o movimento no pau do Marcos, levantei minha mão escorrendo e levei direto pro pau duro dele. Usei minha própria porra como lubrificante, deslizando meus dedos escorregadios pelo eixo dele, misturando nossos fluidos. A sensação da minha porra quente na pele dura dele pareceu excitar ele ainda mais; o pau dele pulsou forte na minha mão, inchando até um tamanho que parecia impossível.
—Isso... usa sua porra em mim — Marcos sibilou, inclinando-se ligeiramente pra frente, apoiando uma mão no encosto do sofá pra Dominar por cima.
Acelerei o ritmo, apertando forte a cada movimento de subida, esfregando a glande molhada com o polegar. As pernas dela se tensionaram, os músculos do abdômen se marcaram sob a pele e a respiração dela virou um rugido gutural. Mantive o olhar fixo na ponta do pau dela, vendo o buraco se dilatar.
— Ah, buceta! — ela gritou.
O primeiro jato foi violento, um projétil quente e grosso que acertou em cheio minha bochecha esquerda, atravessando meu nariz. O segundo e o terceiro jato vieram na sequência, cobrindo minha testa, minhas pálpebras e caindo nos meus lábios abertos. Me senti marcada, possuída pela essência dela, enquanto o pau dela continuava disparando mais e mais porra na minha cara já suja. O cheiro era intenso, de cloro e virilidade pura.
Quando os espasmos dela pararam, abri os olhos, piscando pra limpar o sêmen que escorria nos meus cílios. Olhei pra minha mão direita, a que estava coberta com minha própria ejaculação, e depois pro meu rosto, brilhante com o dela. Com um movimento lento e deliberado, passei meus dedos pela minha bochecha, pegando a porra dela e misturando com a minha na palma da mão. Levei a mão à boca e, olhando fixo nos olhos dela, engoli tudo. O gosto salgado e amargo encheu minha garganta, e chupei meus dedos limpando um por um, sem desviar o olhar da expressão de aprovação arrogante dela.
— Boa, amigão — murmurou Marcos, a voz dela recuperando o controle total. — Mas você deixou um resto.
O pau dela ainda estava ali, na frente do meu rosto, pingando o último resto de sêmen, brilhante e vermelho pelo atrito da minha mão. Um fio branco pendia da ponta, ameaçando cair no tapete.
— Limpa com a boca. Agora — ordenou, empurrando o quadril pra frente.
Me inclinei e abri a boca, pegando a glande inchada dela entre meus lábios. Tinha gosto de sal, de mim mesma e dela. Passei a língua pelo sulco inferior, catando cada vestígio de fluido, chupando de leve pra extrair tudo que ainda estava dentro da uretra. Senti a mão dela no A parte de trás da minha cabeça, me empurrando mais fundo, me forçando a engolir mais do comprimento dele. Mas, em vez de amolecer depois do orgasmo, senti algo incrível. O pau dele, em vez de murchar, começou a pulsar de novo, endurecendo dentro da minha boca, crescendo e apertando contra o meu céu da boca até quase me fazer engasgar.
A surpresa me fez parar por um segundo, mas ele não soltou minha cabeça. Continuei chupando, sentindo a carne ficar dura que nem pedra de novo, pronta pra mais uma rodada. Levantei o olhar pra ele, com o pau ainda na minha boca, e senti um sorriso safado se curvar nos meus lábios em volta do membro dele. Meus olhos brilharam com uma nova intenção. Se ele achava que isso era só uma limpeza, tava muito enganado. Eu tinha planos pra essa ereção recém-nascida, e pela primeira vez, senti que eu tinha o controle do que viria depois.
1 comentários - Minha namorada fica obcecada pela pica do meu amigo