aqui vai a continuação dessa história
Espero que vocês curtam muito.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6387751/Se-cogieron-a-mi-novia.html
Depois daquele sábado fatídico, a Marcela me prometeu que nunca mais ia repetir aquilo, e a gente combinou de evitar outro encontro com meus amigos. Pra isso, decidimos tirar umas férias curtas no litoral, era o ideal pra nós. Aluguei uma casa perto da praia e fomos, mesmo não sendo época de férias, o tempo tava ajudando pra caralho. Dirigi o dia inteiro, e resolvemos ir pra praia. Só ali me toquei que nunca tinha sido uma boa ideia — o biquíni da Marce não deixava nada pra imaginação, era impossível esconder os peitos dela, mesmo que ela quisesse.
Sério que você vai pra praia assim?
Marcela, amor, e o que eu visto então? Um maiô de velha? Não vamos começar com a mesma história de sempre, o que passou, passou, eu não vou esconder meus peitos, se quiserem olhar, que olhem, não vai acontecer nada se você estiver do meu lado.
Assim fomos pra praia, a Marce virou o centro das atenções, não era à toa. Por sorte não tinha muita gente, aí procuramos um lugar vazio justamente pra evitar esses olhares. Isso deixou a Marce muito irritada, e foi por isso que, pra pegar sol, deixei ela mostrar os peitos de fora. Afinal, a praia parecia deserta, até que um cara se aproximou e se sentou bem perto da gente, sem parar de olhar pra Marce, que percebeu na hora.
Marcela, viu aquele cara como ele tá me olhando?
Como que não vai te olhar se tu tá com as bucetas de fora
Marcela, e você viu o volume que ela tem? É enorme, amor.
Agora mesmo quer te comer aqui na areia.
Marcela, amor, não fala isso, só de pensar já tô me molhando. Você já comeu na areia? Deve ser uma experiência gostosa.
Se você quiser, eu te como aqui mesmo.
Marcela, pra ser sincero, eu prefiro aquele cara. Você me deixaria?
Tá maluca, melhor cobrir essas tetas, a qualquer hora ela vai pular em cima de você.
Marcela, amor, a praia tá deserta. Que que custa me dar esse gostinho? Não tem medo não, a gente vai se divertir pra caralho, afinal, se fosse pra ficar em casa a gente tinha ficado.
Pra que meus amigos venham e aconteça a mesma coisa de novo? Não, obrigado.
Marcela, vai, bebê, ele não é seu amigo, olha como ele me olha, com certeza tem uma pica bem grande, afinal, ele não sabe onde a gente mora, então é só por hoje, bebê, eu chamo ele.
Como eu não falei nada, a Marce fez olhinhos pra ele, sorriu e até fez um gestinho chamando ele com o dedinho. O cara não pensou duas vezes, veio pro nosso lado. A Marce tava certa, aquele mano tinha uma pica que até me dava medo. Ele deitou do lado dela, me olhou e perguntou se eu não me importava. Falei que não. A Marce virou o corpo pra mostrar melhor os peitos dela. Ele beijou ela e, sem dizer nada, pegou os peitos dela e começou a chupar. A Marce começou a gemer enquanto procurava a pica dele e me disse:
Marcela, veste, bebê, é enorme. Prepara ela bem, love.
Busquei a posição e chupei ela enquanto a Marce dizia que não era a primeira vez que o cuck dela chupava a pica de um verdadeiro macho. O cara falou que ia comer nós dois e mandou eu tirar a tanga dela. Assim que fiz, ele meteu nela. Ver aquele garanhão arrombando a buceta da Marce do meu lado foi destruir o pouco de homem que ainda restava em mim. Ele não parou de foder até encher a buceta dela de porra. Ela se virou e, sem mais nem menos, chupei a buceta da minha amada, tomando a porra morna dela. Senti que minha recompensa estava chegando. O cara, sem dizer nada, fez a Marce chupar ele e depois apareceu atrás de mim e me comeu no cu como se eu fosse uma bonequinha, enquanto a Marce mantinha minha cabeça enfiada na buceta dela. Foi assim que aquela besta literalmente arrombou meu cu. De novo, eu tinha deixado aquele macho tão bem-dotado me vencer, que não só deixou meu cu arrombado, mas também cheio de porra. Ele me virou e mandou eu limpar ele, coisa que já estava acostumado. Então a Marce disse que agora era a vez dela. Ela se virou de bruços, levantou a bunda e ofereceu como se fosse o prêmio dele. Dessa vez, vi em primeira mão como um macho desconhecido arrombava o cu da minha namoradinha. Foi foda. Senti que estava à mercê dele e era impossível resistir. Meu cu doía e naquele momento eu soube que minha dignidade tinha se perdido pra sempre. Desde aquele momento, nosso macho foi nosso dono durante toda a tarde. Além de tomar umas cervejas com ele, ele nos comeu mais algumas vezes. No fim, a gente se divertiu pra caralho e ele ficou de voltar no dia seguinte com uns amigos. Quando finalmente chegamos em casa, já tinha escurecido e meu cu ainda pulsava, apesar da dor que eu sentia. De uma coisa eu tinha certeza: ninguém tinha nos visto, mas isso já não importava mais. A Marce me mandou pro banheiro e tomamos banho juntos, enquanto ela, muito feliz, brincava com meu cu enquanto me batia uma punheta e acabou pedindo pra eu comer ela. peguei, depois disso claro que conversamos, decidimos ir pra outra praia mas dessa vez nada de transar por desconhecidos, tanto a marce quanto eu estávamos meio doloridos
Espero que hoje você não fique pelada na praia de novo, sempre vai ter algum tarado querendo te pegar.
Marcela, é isso que eu gosto, amor, mas você tem razão, assim não, de novo não, é melhor dificultar pra eles, não acha? Que façam o impossível pra me ter.
Tem toda razão, pelo menos assim você dá um descanso pra minha bucetinha e pra sua também.
Foi assim que acabamos indo pra outra praia, onde nada se concretizou, apesar da Marcela ser o alvo de muitos olhares. Naquela noite, quando voltamos, trepamos feito coelhos de novo. A verdade é que eu não parava de pensar em como a Marcela teria sido comida naquela praia por todos aqueles caras que estavam à espreita. Com certeza, minha namoradinha teria curtido pra caralho, e eu também teria pago o preço de ser tão, mas tão corno. A obsessão por ver ela com outro cara já tinha ficado no passado. Percebi, depois de pensar muito, que a Marcela já fazia isso pelas minhas costas, e por isso dar a bunda pros meus amigos não doeu nada nela comparado com o que doeu em mim. No dia seguinte, não fomos à praia. O tempo estava uma merda, e os dias foram assim até pouco antes de voltarmos pra casa. Naquele último dia, a Marcela me pediu pra procurar o nosso cara, aquele que tinha nos comido na areia e prometido trazer uns amigos. Essa seria nossa despedida. Ela tava tão intensa que até jurou que, uma vez em casa, não ia ter mais nada daquilo. Então acabei cedendo, e, mesmo sem demonstrar, fiz isso com muito prazer, sabendo que minha bunda seria profanada de novo pelos caras dele, coisa que, devo confessar, já começava a me dar um tesão do caralho. Demorou um pouco pra encontrar ele, claro, fomos pro mesmo lugar deserto, mas deu certo: nosso cara voltou com mais dois caras. Foi assim que encontraram a Marcela com os peitos de fora, de barriga pra cima. Assim que viu eles, os bicos dos peitos dela endureceram. Não nos deram tempo pra apresentações. Na hora, se apossaram dela, me jogando pro lado. Ver a Marcela sendo usada como uma bonequinha por aquelas três picas enormes fez com que eu não parasse de gozar na areia, batendo umas punhetas do caralho, até que me mandaram ajudar ela. Claro que, por isso, eu recebi meu prêmio: me fizeram tomar mais porra do que a minha própria namorada. Parecia que adoravam me humilhar na frente dela, e claro que a Marcela também provocava eles pra fazerem isso. Já tava escurecendo quando nos soltaram, com as Com as poucas forças que ainda tinha, juntei todas as tralhas e fomos pra casa que a gente alugava. A Marce não quis tomar banho, me obrigou a dormir junto com ela pra sentir o cheiro de macho que eu tava carregando. No dia seguinte, a gente se trocou quando acordou, devolveu as chaves e voltou pra nossa casa. A viagem foi um inferno, minha bunda doía pra caralho, a ponto de chegar em casa com a rabeta dormente. No fim das contas, o propósito da viagem não tinha se cumprido — muito pelo contrário. Uns meses depois, a Marce me deu a grande notícia: eu ia ser pai. Isso merecia ser comemorado, só que ela queria fazer isso com meus amigos o fim de semana inteiro.
Espero que vocês curtam muito.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6387751/Se-cogieron-a-mi-novia.html
Depois daquele sábado fatídico, a Marcela me prometeu que nunca mais ia repetir aquilo, e a gente combinou de evitar outro encontro com meus amigos. Pra isso, decidimos tirar umas férias curtas no litoral, era o ideal pra nós. Aluguei uma casa perto da praia e fomos, mesmo não sendo época de férias, o tempo tava ajudando pra caralho. Dirigi o dia inteiro, e resolvemos ir pra praia. Só ali me toquei que nunca tinha sido uma boa ideia — o biquíni da Marce não deixava nada pra imaginação, era impossível esconder os peitos dela, mesmo que ela quisesse.
Sério que você vai pra praia assim?
Marcela, amor, e o que eu visto então? Um maiô de velha? Não vamos começar com a mesma história de sempre, o que passou, passou, eu não vou esconder meus peitos, se quiserem olhar, que olhem, não vai acontecer nada se você estiver do meu lado.
Assim fomos pra praia, a Marce virou o centro das atenções, não era à toa. Por sorte não tinha muita gente, aí procuramos um lugar vazio justamente pra evitar esses olhares. Isso deixou a Marce muito irritada, e foi por isso que, pra pegar sol, deixei ela mostrar os peitos de fora. Afinal, a praia parecia deserta, até que um cara se aproximou e se sentou bem perto da gente, sem parar de olhar pra Marce, que percebeu na hora.
Marcela, viu aquele cara como ele tá me olhando?
Como que não vai te olhar se tu tá com as bucetas de fora
Marcela, e você viu o volume que ela tem? É enorme, amor.
Agora mesmo quer te comer aqui na areia.
Marcela, amor, não fala isso, só de pensar já tô me molhando. Você já comeu na areia? Deve ser uma experiência gostosa.
Se você quiser, eu te como aqui mesmo.
Marcela, pra ser sincero, eu prefiro aquele cara. Você me deixaria?
Tá maluca, melhor cobrir essas tetas, a qualquer hora ela vai pular em cima de você.
Marcela, amor, a praia tá deserta. Que que custa me dar esse gostinho? Não tem medo não, a gente vai se divertir pra caralho, afinal, se fosse pra ficar em casa a gente tinha ficado.
Pra que meus amigos venham e aconteça a mesma coisa de novo? Não, obrigado.
Marcela, vai, bebê, ele não é seu amigo, olha como ele me olha, com certeza tem uma pica bem grande, afinal, ele não sabe onde a gente mora, então é só por hoje, bebê, eu chamo ele.
Como eu não falei nada, a Marce fez olhinhos pra ele, sorriu e até fez um gestinho chamando ele com o dedinho. O cara não pensou duas vezes, veio pro nosso lado. A Marce tava certa, aquele mano tinha uma pica que até me dava medo. Ele deitou do lado dela, me olhou e perguntou se eu não me importava. Falei que não. A Marce virou o corpo pra mostrar melhor os peitos dela. Ele beijou ela e, sem dizer nada, pegou os peitos dela e começou a chupar. A Marce começou a gemer enquanto procurava a pica dele e me disse:
Marcela, veste, bebê, é enorme. Prepara ela bem, love.
Busquei a posição e chupei ela enquanto a Marce dizia que não era a primeira vez que o cuck dela chupava a pica de um verdadeiro macho. O cara falou que ia comer nós dois e mandou eu tirar a tanga dela. Assim que fiz, ele meteu nela. Ver aquele garanhão arrombando a buceta da Marce do meu lado foi destruir o pouco de homem que ainda restava em mim. Ele não parou de foder até encher a buceta dela de porra. Ela se virou e, sem mais nem menos, chupei a buceta da minha amada, tomando a porra morna dela. Senti que minha recompensa estava chegando. O cara, sem dizer nada, fez a Marce chupar ele e depois apareceu atrás de mim e me comeu no cu como se eu fosse uma bonequinha, enquanto a Marce mantinha minha cabeça enfiada na buceta dela. Foi assim que aquela besta literalmente arrombou meu cu. De novo, eu tinha deixado aquele macho tão bem-dotado me vencer, que não só deixou meu cu arrombado, mas também cheio de porra. Ele me virou e mandou eu limpar ele, coisa que já estava acostumado. Então a Marce disse que agora era a vez dela. Ela se virou de bruços, levantou a bunda e ofereceu como se fosse o prêmio dele. Dessa vez, vi em primeira mão como um macho desconhecido arrombava o cu da minha namoradinha. Foi foda. Senti que estava à mercê dele e era impossível resistir. Meu cu doía e naquele momento eu soube que minha dignidade tinha se perdido pra sempre. Desde aquele momento, nosso macho foi nosso dono durante toda a tarde. Além de tomar umas cervejas com ele, ele nos comeu mais algumas vezes. No fim, a gente se divertiu pra caralho e ele ficou de voltar no dia seguinte com uns amigos. Quando finalmente chegamos em casa, já tinha escurecido e meu cu ainda pulsava, apesar da dor que eu sentia. De uma coisa eu tinha certeza: ninguém tinha nos visto, mas isso já não importava mais. A Marce me mandou pro banheiro e tomamos banho juntos, enquanto ela, muito feliz, brincava com meu cu enquanto me batia uma punheta e acabou pedindo pra eu comer ela. peguei, depois disso claro que conversamos, decidimos ir pra outra praia mas dessa vez nada de transar por desconhecidos, tanto a marce quanto eu estávamos meio doloridos
Espero que hoje você não fique pelada na praia de novo, sempre vai ter algum tarado querendo te pegar.
Marcela, é isso que eu gosto, amor, mas você tem razão, assim não, de novo não, é melhor dificultar pra eles, não acha? Que façam o impossível pra me ter.
Tem toda razão, pelo menos assim você dá um descanso pra minha bucetinha e pra sua também.
Foi assim que acabamos indo pra outra praia, onde nada se concretizou, apesar da Marcela ser o alvo de muitos olhares. Naquela noite, quando voltamos, trepamos feito coelhos de novo. A verdade é que eu não parava de pensar em como a Marcela teria sido comida naquela praia por todos aqueles caras que estavam à espreita. Com certeza, minha namoradinha teria curtido pra caralho, e eu também teria pago o preço de ser tão, mas tão corno. A obsessão por ver ela com outro cara já tinha ficado no passado. Percebi, depois de pensar muito, que a Marcela já fazia isso pelas minhas costas, e por isso dar a bunda pros meus amigos não doeu nada nela comparado com o que doeu em mim. No dia seguinte, não fomos à praia. O tempo estava uma merda, e os dias foram assim até pouco antes de voltarmos pra casa. Naquele último dia, a Marcela me pediu pra procurar o nosso cara, aquele que tinha nos comido na areia e prometido trazer uns amigos. Essa seria nossa despedida. Ela tava tão intensa que até jurou que, uma vez em casa, não ia ter mais nada daquilo. Então acabei cedendo, e, mesmo sem demonstrar, fiz isso com muito prazer, sabendo que minha bunda seria profanada de novo pelos caras dele, coisa que, devo confessar, já começava a me dar um tesão do caralho. Demorou um pouco pra encontrar ele, claro, fomos pro mesmo lugar deserto, mas deu certo: nosso cara voltou com mais dois caras. Foi assim que encontraram a Marcela com os peitos de fora, de barriga pra cima. Assim que viu eles, os bicos dos peitos dela endureceram. Não nos deram tempo pra apresentações. Na hora, se apossaram dela, me jogando pro lado. Ver a Marcela sendo usada como uma bonequinha por aquelas três picas enormes fez com que eu não parasse de gozar na areia, batendo umas punhetas do caralho, até que me mandaram ajudar ela. Claro que, por isso, eu recebi meu prêmio: me fizeram tomar mais porra do que a minha própria namorada. Parecia que adoravam me humilhar na frente dela, e claro que a Marcela também provocava eles pra fazerem isso. Já tava escurecendo quando nos soltaram, com as Com as poucas forças que ainda tinha, juntei todas as tralhas e fomos pra casa que a gente alugava. A Marce não quis tomar banho, me obrigou a dormir junto com ela pra sentir o cheiro de macho que eu tava carregando. No dia seguinte, a gente se trocou quando acordou, devolveu as chaves e voltou pra nossa casa. A viagem foi um inferno, minha bunda doía pra caralho, a ponto de chegar em casa com a rabeta dormente. No fim das contas, o propósito da viagem não tinha se cumprido — muito pelo contrário. Uns meses depois, a Marce me deu a grande notícia: eu ia ser pai. Isso merecia ser comemorado, só que ela queria fazer isso com meus amigos o fim de semana inteiro.
2 comentários - Foderam minha namorada de novo, tudo por minha culpa