O que vou contar aconteceu no fim de junho de 2026.
Minhas experiências no sauna começaram em 2022, e muitas delas já foram contadas. Sempre digo que cada visita ao sauna é uma jornada de descoberta, ainda hoje, depois de tantas idas. Mas cada visita tem algo especial, e em algumas eu descubro coisas novas.
Foi graças ao sauna que acabei descobrindo e aceitando minha orientação sexual, sem me sentir culpado ou envergonhado pelos meus desejos. E dessa vez não seria diferente.
Como sempre, protocolo de chegada: pagar, vestiário, toalha, chinelos e dar uma volta. Fui direto pro cinema, meu lugar favorito. Cheguei às 16h e já tinha um pouco de gente, felizmente.
A real é que no Homosapiens sempre tem gente, em qualquer horário e dia. Mas nem sempre tem gente que a gente curte, por isso é ideal quando tem bastante movimento.
Sentei num sofá e rapidamente comecei a ver muito movimento: vários caras de boca aberta nos sofás com paus na boca, outros andando pelados de pau duro. Sempre um deleite visual e morbidamente gostoso, mas não vi nada que me interessasse.
Levantei e dei uma volta pelo sauna, mas voltei pro cinema. Lá no fundo vi uma figura grandona, já me interessou. Eu tenho 1,90m e curto caras grandes e corpulentos. Me aproximei, dei umas voltas pra observar. A gente se olhou nos olhos e eu segui em frente.
Sentei perto, ele se levantou e foi embora. Mas pouco depois vi ele passar de novo, me olhou de novo e eu olhei de volta. Ele sentou perto de mim, mas com outro cara, com quem ficou um tempo sem fazer nada.
Eu tava sentado atrás dos dois, e o cara que tava com o grandão levantou e foi embora. O grandão olhou pra trás e me viu. Não pensei duas vezes: mudei pro sofá dele.
— Preciso de uma ajuda? — falei.
— Bora — ele respondeu, enquanto eu pegava no pau dele.
Grandão, barrigudo, forte, moreno de barba, super másculo. Pau normal, uns 15/16 cm, mas bem duro. A gente nem se beijou, e eu já tava chupando ele. Ele sentado, eu sentado do lado, inclinado sobre o pau dele. Eu chupava e ele me acariciava.
Quando me levantei depois de um tempo... Cara, a gente se beijou. Um beijão, quente, babado, safado.
Enquanto a gente se beijava, os dois tavam se pegando na pica do outro. E dessa vez, foi ele quem se abaixou pra chupar a minha.
Eu relaxei e deixei o cara chupar ela por um tempo enquanto eu acariciava ele e passava a mão na bunda dele.
A gente ficou um tempo se chupando de ida e volta no cinema. Beijos, cada vez mais quentes. Em cada boquete meu, ele chegava os dedos mais perto do meu cu, até que enfiou um dedo.
Ele tirou os dedos do meu cu, eu levantei e a gente voltou a se pegar.
"Quero te comer", ele falou.
"Nunca te como aqui... não sei", eu falei... embora uma parte de mim já tivesse se entregado.
Voltei a chupar ele, e os dedos dele voltaram pro meu cu. E enquanto ele chupava, ouvi ele falar "quero chupar teu cu".
Eu me ajeitei e ele se ajeitou como deu. Ele deitou no sofá, e eu coloquei a bunda na cara dele. Ele começou a lamber meu cu gostoso... fazia tempo que não chupavam meu cu assim, e eu fiquei louco.
Olhando em volta, o tesão aumentou. Dois caras de 1,90, bem másculos se entregando assim. Muita gente olhava pra gente. Era um puta show.
O grandão parou de chupar meu cu e sentou. Eu do lado dele, e a gente se beijou de boca.
"Vamos pra um privê", ele falou.
"Bora", respondi sem pensar.
Subimos as escadas e fomos direto pros privês. Entramos, ele fechou a porta e tampou a janela com a toalha.
Começamos a nos beijar, carícias mútuas, roçada de picas. Rápido ele sentou e chupou minha pica por um tempo. Depois foi minha vez de chupar a dele e enquanto eu fazia isso, ele brincava com meu cu.
"Quero chupar teu cu", ele pediu de novo.
Eu me ajeitei e mostrei a bunda, levantando as pernas. Deixei meu cu à mostra e ele começou a lamber.
Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e me levantou. Lambeu meu cu por um bom tempo, até se ajeitar. Os dois ficaram na maca, eu deitado e ele entre minhas pernas.
Ele se aproximou pra me beijar e começou a encostar a pica no meu cu. Tava quente, delicioso. Meu cu já tava entregue.
"Coloca camisinha".
Ele colocou sentado, voltou a me beijar e a vara dele pronta pra me penetrar. A cabeça na minha bunda. Entre beijo e beijo, ele começou a meter. Me surpreendeu que não doeu nada… tava muito dilatado e babado.
Sem muito esforço, já tava toda dentro. Não podia acreditar. Fazia 10 anos que não me comiam. E tava dando pra esse machão.
Em poucos minutos, tava furando meu cu com muita vontade. Eu em êxtase, entregue.
“AAAAGHHH, SIM, ME COME, ME COME” eu falava. Brotava de mim toda a vontade guardada de dar o cu.
“Fica de quatro” ele pediu. Não hesitei. De quatro, peito na maca, com a bunda bem oferecida. E ele me enfiou de novo.
Minha cabeça delirando de prazer. Só conseguia gemer alto, mas como homem. Continuava pedindo pra ele me comer.
Num momento, ele tirou e falou “Abre tua bunda com as mãos”. Com o peito apoiado na maca, abri minhas nádegas e expus ainda mais meu cu. Senti ele encostar a cabeça e meter até o fundo.
“AAAAAA, CARALHO, ME COME… FINALMENTE” eu falei. Na minha cabeça, só pensava em por que esperei tanto tempo pra dar o cu de novo. Ele me bombou mais um tempo forte.
Começamos a trocar de posições. Deitado de novo, em pé, de quatro outra vez. Fazia mais de uma hora que estávamos juntos, chupando, esfregando, beijando.
Eu tava perto de gozar e ainda tinha uma reunião de trabalho às 18 (já eram 17:30), e pedi pra ele chupar meu cu. Gozei com uma punheta entre nós dois e ele engoliu a porra.
Eu não queria ir, queria fazer ele gozar. Voltei a bater uma pra ele, mas ele não gozou.
“Quero meter de novo em você”, ele pediu. Eu fiquei de quatro outra vez.
Não podia acreditar que já tinha sido comido e gozado, mas ainda assim me entreguei de novo. Ele meteu como se nada e voltou a me dar com tudo. Mas não gozava.
Me levantei, voltamos a nos esfregar. Pedi desculpas por ter que ir sem ele gozar, queria mesmo ficar pra ele continuar me comendo. Voltamos a nos esfregar, enquanto ele tocava minhas nádegas. Me excitei de novo, me virei e deixei ele meter em pé.
De novo minha cabeça explodindo. Eu ali em pé, recebendo pica de um machão. Me sentia super masculino, viril e puta ao mesmo tempo. mesmo tempo. E eu adorava!
Enquanto ele continuava me comendo de pé e eu gemia,
comecei a pensar em ficar, queria vontade
de sair pra sentar em outra rola maior. Mas olhei o relógio e tinha
mensagens do trampo.
Tirei ele de dentro de mim e, com muita resignação, pedi desculpas.
Nos beijamos, falamos umas besteiras e cada um foi pro seu lado.
Tomei banho e, quando toquei na minha bunda, ela
tava bem arrombada. E me senti muito feliz por estar assim.
Saí do sauna pra reunião de trabalho. Cheguei
com o cu arrebentado. De novo, feliz por aproveitar minha bissexualidade e esperando
entregar ele mais vezes.
Minhas experiências no sauna começaram em 2022, e muitas delas já foram contadas. Sempre digo que cada visita ao sauna é uma jornada de descoberta, ainda hoje, depois de tantas idas. Mas cada visita tem algo especial, e em algumas eu descubro coisas novas.
Foi graças ao sauna que acabei descobrindo e aceitando minha orientação sexual, sem me sentir culpado ou envergonhado pelos meus desejos. E dessa vez não seria diferente.
Como sempre, protocolo de chegada: pagar, vestiário, toalha, chinelos e dar uma volta. Fui direto pro cinema, meu lugar favorito. Cheguei às 16h e já tinha um pouco de gente, felizmente.
A real é que no Homosapiens sempre tem gente, em qualquer horário e dia. Mas nem sempre tem gente que a gente curte, por isso é ideal quando tem bastante movimento.
Sentei num sofá e rapidamente comecei a ver muito movimento: vários caras de boca aberta nos sofás com paus na boca, outros andando pelados de pau duro. Sempre um deleite visual e morbidamente gostoso, mas não vi nada que me interessasse.
Levantei e dei uma volta pelo sauna, mas voltei pro cinema. Lá no fundo vi uma figura grandona, já me interessou. Eu tenho 1,90m e curto caras grandes e corpulentos. Me aproximei, dei umas voltas pra observar. A gente se olhou nos olhos e eu segui em frente.
Sentei perto, ele se levantou e foi embora. Mas pouco depois vi ele passar de novo, me olhou de novo e eu olhei de volta. Ele sentou perto de mim, mas com outro cara, com quem ficou um tempo sem fazer nada.
Eu tava sentado atrás dos dois, e o cara que tava com o grandão levantou e foi embora. O grandão olhou pra trás e me viu. Não pensei duas vezes: mudei pro sofá dele.
— Preciso de uma ajuda? — falei.
— Bora — ele respondeu, enquanto eu pegava no pau dele.
Grandão, barrigudo, forte, moreno de barba, super másculo. Pau normal, uns 15/16 cm, mas bem duro. A gente nem se beijou, e eu já tava chupando ele. Ele sentado, eu sentado do lado, inclinado sobre o pau dele. Eu chupava e ele me acariciava.
Quando me levantei depois de um tempo... Cara, a gente se beijou. Um beijão, quente, babado, safado.
Enquanto a gente se beijava, os dois tavam se pegando na pica do outro. E dessa vez, foi ele quem se abaixou pra chupar a minha.
Eu relaxei e deixei o cara chupar ela por um tempo enquanto eu acariciava ele e passava a mão na bunda dele.
A gente ficou um tempo se chupando de ida e volta no cinema. Beijos, cada vez mais quentes. Em cada boquete meu, ele chegava os dedos mais perto do meu cu, até que enfiou um dedo.
Ele tirou os dedos do meu cu, eu levantei e a gente voltou a se pegar.
"Quero te comer", ele falou.
"Nunca te como aqui... não sei", eu falei... embora uma parte de mim já tivesse se entregado.
Voltei a chupar ele, e os dedos dele voltaram pro meu cu. E enquanto ele chupava, ouvi ele falar "quero chupar teu cu".
Eu me ajeitei e ele se ajeitou como deu. Ele deitou no sofá, e eu coloquei a bunda na cara dele. Ele começou a lamber meu cu gostoso... fazia tempo que não chupavam meu cu assim, e eu fiquei louco.
Olhando em volta, o tesão aumentou. Dois caras de 1,90, bem másculos se entregando assim. Muita gente olhava pra gente. Era um puta show.
O grandão parou de chupar meu cu e sentou. Eu do lado dele, e a gente se beijou de boca.
"Vamos pra um privê", ele falou.
"Bora", respondi sem pensar.
Subimos as escadas e fomos direto pros privês. Entramos, ele fechou a porta e tampou a janela com a toalha.
Começamos a nos beijar, carícias mútuas, roçada de picas. Rápido ele sentou e chupou minha pica por um tempo. Depois foi minha vez de chupar a dele e enquanto eu fazia isso, ele brincava com meu cu.
"Quero chupar teu cu", ele pediu de novo.
Eu me ajeitei e mostrei a bunda, levantando as pernas. Deixei meu cu à mostra e ele começou a lamber.
Ele colocou as mãos nas minhas nádegas e me levantou. Lambeu meu cu por um bom tempo, até se ajeitar. Os dois ficaram na maca, eu deitado e ele entre minhas pernas.
Ele se aproximou pra me beijar e começou a encostar a pica no meu cu. Tava quente, delicioso. Meu cu já tava entregue.
"Coloca camisinha".
Ele colocou sentado, voltou a me beijar e a vara dele pronta pra me penetrar. A cabeça na minha bunda. Entre beijo e beijo, ele começou a meter. Me surpreendeu que não doeu nada… tava muito dilatado e babado.
Sem muito esforço, já tava toda dentro. Não podia acreditar. Fazia 10 anos que não me comiam. E tava dando pra esse machão.
Em poucos minutos, tava furando meu cu com muita vontade. Eu em êxtase, entregue.
“AAAAGHHH, SIM, ME COME, ME COME” eu falava. Brotava de mim toda a vontade guardada de dar o cu.
“Fica de quatro” ele pediu. Não hesitei. De quatro, peito na maca, com a bunda bem oferecida. E ele me enfiou de novo.
Minha cabeça delirando de prazer. Só conseguia gemer alto, mas como homem. Continuava pedindo pra ele me comer.
Num momento, ele tirou e falou “Abre tua bunda com as mãos”. Com o peito apoiado na maca, abri minhas nádegas e expus ainda mais meu cu. Senti ele encostar a cabeça e meter até o fundo.
“AAAAAA, CARALHO, ME COME… FINALMENTE” eu falei. Na minha cabeça, só pensava em por que esperei tanto tempo pra dar o cu de novo. Ele me bombou mais um tempo forte.
Começamos a trocar de posições. Deitado de novo, em pé, de quatro outra vez. Fazia mais de uma hora que estávamos juntos, chupando, esfregando, beijando.
Eu tava perto de gozar e ainda tinha uma reunião de trabalho às 18 (já eram 17:30), e pedi pra ele chupar meu cu. Gozei com uma punheta entre nós dois e ele engoliu a porra.
Eu não queria ir, queria fazer ele gozar. Voltei a bater uma pra ele, mas ele não gozou.
“Quero meter de novo em você”, ele pediu. Eu fiquei de quatro outra vez.
Não podia acreditar que já tinha sido comido e gozado, mas ainda assim me entreguei de novo. Ele meteu como se nada e voltou a me dar com tudo. Mas não gozava.
Me levantei, voltamos a nos esfregar. Pedi desculpas por ter que ir sem ele gozar, queria mesmo ficar pra ele continuar me comendo. Voltamos a nos esfregar, enquanto ele tocava minhas nádegas. Me excitei de novo, me virei e deixei ele meter em pé.
De novo minha cabeça explodindo. Eu ali em pé, recebendo pica de um machão. Me sentia super masculino, viril e puta ao mesmo tempo. mesmo tempo. E eu adorava!
Enquanto ele continuava me comendo de pé e eu gemia,
comecei a pensar em ficar, queria vontade
de sair pra sentar em outra rola maior. Mas olhei o relógio e tinha
mensagens do trampo.
Tirei ele de dentro de mim e, com muita resignação, pedi desculpas.
Nos beijamos, falamos umas besteiras e cada um foi pro seu lado.
Tomei banho e, quando toquei na minha bunda, ela
tava bem arrombada. E me senti muito feliz por estar assim.
Saí do sauna pra reunião de trabalho. Cheguei
com o cu arrebentado. De novo, feliz por aproveitar minha bissexualidade e esperando
entregar ele mais vezes.
2 comentários - Como virei saunero (Parte 9)