Desde que eu era bem pequeno, comecei a descobrir minha área íntima e adorava me acariciar sempre que podia. Como comentei em outros dos meus contos, uma amiguinha um dia me mostrou a buceta dela, fiquei fascinado com o formato e, desde aquele momento, me acariciava escondendo meu pinto pequeno, fingindo ter o que minha amiguinha tinha. Sempre gostei de roupa íntima feminina, principalmente as calcinhas, naquela época as tangas não eram muito comuns e só as mulheres das revistas usavam. Como os mais velhos diziam, as mulheres fáceis e da noite usavam essa roupa íntima. Morava com a gente em casa uma prima, que tinha vindo morar e estava passando pela adolescência, então as calcinhas dela eram menores. Adorava espioná-la, porque queria ser como ela. Quando ficava sozinho, entrava no quarto dela e vestia as roupas dela, desfilando pela casa me sentindo uma menina. Daniela começava a estar dentro de mim, me tocava vestido de menina, colocava as leggings e as minissaias dela, os sutiãs e as calcinhas dela. Era a coisa mais linda, estar naqueles momentos curtindo meu lado feminino. Como não tinha pelos entre as pernas, as calcinhas dela me serviam como uma luva. Conforme os anos passaram e a adolescência chegava, meus desejos também. Minha fascinação por roupa íntima já escalava, então eu já procurava aquelas famosas tangas. Queria sentir aquela roupinha vestida, queria sentir o roçar da renda no meu rabo e cada vez ficava mais ardente por dentro. Cada vez que me vestia, ficava mais putinha e adorava ver minha carinha de puta no espelho. Mas faltava aquilo, a tanga. Até que um dia fiquei na casa de uma tia cuidando da casa dela, ela tinha se separado fazia pouco e na família comentavam que ela estava num estado de putaria terrível, então calculei que ela podia ter o que eu tanto procurava. Um dia, revirando as gavetas do quarto dela, encontrei o tesouro que procurava, não tinha uma, tinha um monte. Das mais gostosas que eu pudesse imaginar. que a outra, e só de ver elas já me subia o tesão. Tava há vários dias como cuidador e minha fantasia explodiu, encontrei cinta-liga, bodies de renda. Roupas justas e minissaias do jeito que eu queria. Foi achar o paraíso de uma sissy. Podia ser a puta que sempre sonhei e, calculo que como toda sissy, roubei um par de calcinhas fio dental. Pra poder vestir em casa e, quando ia dormir, dormia com elas. Colocava por baixo da cueca. Os anos passaram e esses momentos continuaram existindo no meu segredo. Passei minha adolescência, peguei umas quantas namoradas, mas a Daniela sempre estava lá. Quando eu bebia demais em alguma balada, ela costumava aparecer, mas nunca tive coragem de fazer nada, além de, às vezes, estar com algum conhecido mais bêbado que eu e me animava a acariciar o pau dele quando ele ficava largado antes de mim. Eram só carícias por cima da calça, porque não tinha coragem de ir além. Nessa altura, já tinha me masturbado de todas as maneiras, já tinha brincado com minha bunda pequena. Um ou outro velho na balada já tinha apalpado minha rabeta, mas nada demais. Um dia me animei e decidi pagar uma travesti, tive minha primeira experiência oral. No meio da preliminar antes de eu comer ele, me animei a pegar no pau dele e chupar. Uma experiência da qual não tive volta, foi lindo sentir um pau na minha boca e chupei com uma vontade danada. Em outros contos, vou continuar contando minha experiência de viver com a Daniela e as coisas que ela fez.
2 comentários - A mulher gostosa que mora em mim