Comeram minha namorada gostosa

Marcela é uma garota muito provocante e eu sei que ela adora exibir os peitões enormes dela, pra ela é um joguinho gostoso e isso a excita pra caramba, ver como, segundo ela, os punheteiros ficam desesperados e são capazes de fazer qualquer coisa pra comer ela. Eu sempre falo pra ela que um dia vão comer ela de todos os lados, ela me responde que isso é o que eu queria, mas que nunca vai acontecer porque ela é só minha. Claro que eu sei que isso não é verdade. Nosso relacionamento é o melhor que se pode ter, bom, talvez por eu ser muito convencional no que diz respeito ao sexo, só gosto de aproveitar o calor do corpo dela, dos carinhos dela, nunca me passou pela cabeça fazer com ela na cama coisas estranhas como virá-la e meter no cuzinho dela ou transar de outro jeito que não fosse eu por cima dela. Claro que ninguém sabia o que a gente fazia na cama, muito menos que a Marce nunca tinha me chupado a pica nem eu a buceta gostosa dela. A única coisa que eu tinha me atrevido a fazer com ela era acariciar e beijar os peitões dela, coisa que fazia a Marce explodir e eu, sinceramente, adorava. Eu ansiava ver a Marce explodindo, queria tanto que já não me importava se fosse comigo ou com outro cara mais bem dotado do que eu, e é aí que eu paro. Sempre achei que minha pica era normal, nem grande nem pequena demais, e mais, a Marce nunca tinha reclamado disso. Mas um dia eu percebi que o que eu ostentava era realmente lamentável, talvez por isso a Marce gostasse de brincar daquele jeito. Quem sabe o que ela estava fazendo era procurar uma pica grande que finalmente destruísse ela, fazendo-a explodir de verdade numa sequência interminável de orgasmos. Na verdade, eu já não queria mais adiar esse desejo de vê-la se contorcendo de prazer com uma pica de verdade, mais ainda, eu já queria ver um homem de verdade deixá-la exausta na cama. Eu estava convencido de que era isso que a Marce tanto procurava e que com certeza a faria muito feliz, e esse foi o motivo de nosso relacionamento na cama ter começado a mudar. Toda vez que eu comia ela... Imaginava que era outro quem estava fazendo, um com uma piroca poderosa como meu amigo Carlos ou Cláudio, eles sim fariam minha gostosa de peitões tremer, e eu estava decidido a aproveitar. A verdade é que o que eu mais queria era isso, e por isso um dia conversei com a Marce. Já tinha bolado um plano e sabia que não podia falhar, então convidei eles pra jantar num sábado em casa. Pra Marce foi uma festa. Tanto o Carlos quanto o Cláudio passaram a noite olhando pras tetas dela, e mais de uma vez vi como descaradamente tentavam espiar por baixo do vestidinho a bunda dela, mal coberta pela tanga, quando ela servia umas empadas ou trazia mais cerveja. Naquela noite, a conversa ficou cheia de duplo sentido, com intenções claras pra Marcela, que só ria de cada piada. Naquela noite, quando meus amigos foram embora, a gente trepou feito coelhos. Uma coisa estava muito clara: eu não conseguia disfarçar meu tesão. E no dia seguinte, no café da manhã, a conversa saiu naturalmente.


Marce, que noite boa a gente passou ontem, cê tem que chamar seus amigos mais vezes, ficou doidão.


Já sei, é que você viu as coisas que elas fizeram.


Marce, que porra é essa, love?


Eles não paravam de olhar pras suas tetas e ficavam loucos pra ver aquela bucetinha minúscula.


Marcela sim, percebi amor, parece que seus amigos ficam bem excitados comigo.


Te garanto que foram embora com a pica bem dura, tenho certeza que bateram uma punheta da boa quando chegaram em casa.


Marcela, coitadinhos, meu amor, isso não tá bom.


Se você quiser, é melhor que façam em casa.


Marcela, ah, eu adoraria isso, bebê. Você me deixaria mostrar minhas tetinhas pra eles se descarregarem olhando?


Claro que te deixaria, se é isso que você quer fazer, meu céu.


Marcela e você também bateria uma pra ela?


Sim, minha vida, eu faria o que você quiser.


Marcela, então convida eles pra esse sábado, não me deixa na vontade. Você melhor que ninguém sabe como eu adoro que admirem meus peitos e ver como eles ficam excitados.


Depois disso, não se falou mais no assunto e naquela semana a Marce não quis transar comigo. Isso me deixava com um tesão danado, imaginando como meus amigos iam comer ela. Claro que a Marce não sabia nada do meu plano, e naquele sábado, quando eles estavam chegando, já estava tudo preparado. A Marce estava com um vestidinho, como sempre, com um decote que mal cobria os biquinhos dos peitos e que mal tapava a bunda dela. Eu imaginava que, se ela se mexesse com força, só de fazer isso os peitos dela iam ficar de fora. A mesa estava posta e minha namorada, entregue de bandeja. Não faltava nada para eu curtir o espetáculo. Aí chegaram o Carlos e o Cláudio, com a surpresa de terem trazido o Germán, que desde pequeno era meu rival, que sempre ganhava de mim e adorava me fazer sentir um perdedor. Naquele momento, percebi que naquela noite eu ia lamber o chão da derrota, e estava tudo bem que fosse assim. No fim das contas, era o que eu queria que acontecesse. Desde que eles entraram, as cartas já estavam lançadas. O cumprimento na Marce foi com um abraço onde todos passaram a mão nela, enquanto me davam um tapinha nas costas.


Marce, meninos, é verdade o que o Oscarcito tá dizendo?


Carlos, não sei o que seu namorado tá dizendo.


Marce, vocês morrem de vontade de ver meus peitos e minha bucetinha.


Cláudio, claro que é verdade, a gente adoraria, mas não sabemos se seu namorado deixaria a gente ver, embora pareça que ele não se importa.


German, claro que não incomoda ela, pelo contrário, tenho certeza que ela deseja isso.


Marcela, tem bebê, você me deixa mostrar elas pros seus amiguinhos? Olha a vontade que eles tão de ver minhas tetas.


Se for beber, faz por mim, mas nada de encostar, já te apalparam demais.


Marce se levantou e ficou debaixo da luminária da sala, e quando ia colocar os peitos pra fora, o German falou pra ela


German, espera, vadia. Espera a gente tirar as calças pra gente fazer uma punheta bem gostosa.


Todos nós fizemos isso, a carinha da Marcela dizia tudo. Das quatro picas, a minha era a menor diante daquelas rolas enormes. A reação dela foi tirar o vestido e jogar de lado depois de soltar um suspiro bem fundo.


Parece que a putinha gosta mais das nossas rolas do que a gente gosta das tetas dela. Então, vadiazinha, vira e mostra essa bunda pra gente.


Marce obedeceu na hora, não só virou de costas como se inclinou pra mostrar bem a bunda dela.


Marcela, assim tá bom? Dá pra ver bem daí?


German se levantou da cadeira e foi até ela. Quando passou por mim, disse:


Cara, perdão amigo, mas essa puta tá pedindo pra ser comida na marra. Enquanto isso, vai bater uma punheta bem gostosa.


German foi atrás da Marce, puxou a tanga dela pra baixo e enfiou a boca na bunda dela. A Marce começou a gemer até que o Carlos inclinou ela e colocou a rola na boca dela. Tudo tinha ido pro caralho. Eu não conseguia parar de me masturbar, esperando que finalmente enfiassem nela, e olha se não enfiaram. O German sentou ela em cima dele e meteu a rola até as bolas no cu dela. Os gemidos da Marce eram enormes. O Claudio se enfiou no meio e meteu a rola na buceta dela ao mesmo tempo que o Carlos chupava a rola enquanto a Marce se contorcia de prazer. Aí eu percebi que a bunda da minha mina já tava bem aberta. Não podia estar mais orgulhoso dela. Quando finalmente gozaram, o German me mandou comer ela. Eu criei coragem e fui nela. Ele tinha tirado a tanga dela. Eu penetrei ela na buceta ao mesmo tempo que a Marce me beijava com a boca cheia de porra. Tava nessa quando senti alguém abrindo minhas nádegas. A Marce afundou minha cabeça nos peitos dela, e aí senti o German arrombando meu cu, enfiando a rola enorme dele no meu cu virgem. Juro que tentei me soltar, mas não consegui. O Carlos enfiou a tanga da Marce na minha boca. Todo mundo tava rindo, até minha mina. Meu cu tava doendo, mas ao mesmo tempo eu tava gostando de comer ela enquanto arrombavam meu cu. Foi aí que eu ouvi o German me dizer


German, você gosta, viado? Gosta de como eu arrebento sua buceta? Claro que você gosta, perdedor. Além de corno, já é viado.


A Marce tirou a tanga da minha boca e aí eu desisti, meu bully era o grande vencedor e eu admiti.


Sou seu putinho, sempre fui o perdedor, ahhh ahhh ahhh arrebenta bem minha bunda, me faz sua mulherzinha, ahhhh ahhhh, tá doendo pra caralho ahhhh ahhhh ahhhh
O alemão me tirou de cima da Marcela e, enquanto continuava me comendo, o Carlos e o Cláudio tomaram conta dela. Eu vi eles se revezando pra arrebentar o cu da minha namorada e o meu também, deixando a gente completamente exausto no tapete. Eu já não conseguia me mexer, me sentia um depósito de porra. A Marce levantou, mesmo com um pouco de dificuldade, e foi com eles comer umas empadas, enquanto eu, do tapete, só olhava. Me senti derrotado, mas meu cu tava pulsando, como se pedisse mais uma rola. Então me arrastei até eles e, sem ninguém mandar, comecei a chupar a rola deles enquanto me humilhavam. Naquele momento, eu nem ouvia o que eles diziam. Tudo terminou quando o alemão mijou na minha boca, me fazendo engolir tudo. A Marce me levou pro banheiro e me deixou na banheira. Quando terminei de me lavar, já sentindo como meu cu tinha ficado, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Saí do banheiro e só a Marce estava lá, tomando uma cerveja com o corpo todo leitoso.


Marcela, era isso que você queria, corno? Olha como seus amigos me deixaram.


Não, meu amor, você quem procurou que isso acontecesse. Sempre te falei que desafiar os perigos ia te trazer problemas.


Marcela não me trouxe problema nenhum, meu bem, pelo contrário, acho que a gente curtiu pra caralho.


Mas isso não pode continuar acontecendo. O que acontece se você engravidar? É um jogo perigoso demais, bebê. Isso seria o fim do nosso relacionamento.


Marcela, meu amor, você tem razão, mas não pode negar que as coisas já mudaram pra sempre. Cê acha que a gente vai conseguir evitar seus amigos? Eu não acho, não, céu. Melhor a gente ir dormir, temos o domingo inteiro pra conversar sobre isso. Pelo menos eu tô exausta, amorzinho.


Assim fomos pra cama, dormir com minha amada toda leitada me fez ver a realidade, ela nunca ia mudar e eu tinha que admitir que nasci um perdedor, sempre foi assim, só me restava aproveitar do meu jeito, algo que poucos entenderiam, por enquanto só a Marcela aceitava isso, mas já me bastava.

2 comentários - Comeram minha namorada gostosa

que lindo!! saiu um pouco do controle, mas eu curti!