https://www.poringa.net/posts/relatos/6379207/Mi-hermana-revoluciona-todo.html.. aqui está a primeira parte
Depois daquela noite de tempestade e luxúria, a Barby ficou muito puta comigo pela quantidade de porra que gozei dentro dela, já que ela tinha me falado várias vezes pra não fazer isso, que era perigoso. Então, por um dia inteiro, ela me negou as patinhas lindas dela e a buceta preciosa, mas também sabíamos que naquela noite a Sol chegava da viagem, então foi tipo um seguro pra ela não nos pegar fazendo nada gostoso. Me chamou a atenção porque ela mesma se ofereceu pra ir buscar, mas me convinha porque eu tinha um monte de coisa pra fazer do trabalho, então não tive outra escolha a não ser aceitar a oferta suspeita. Não era porque achava que ela podia contar alguma coisa, mas fiquei muito inquieto o tempo todo esperando as duas voltarem. Não desconfiava da Bárbara, só que ela é muito compulsiva e fala de uns assuntos que minha namorada não gosta de revelar, ela é bem reservada, e a outra é capaz de perguntar qualquer loucura. Elas seriam mesmo a dupla desajustada, apesar de se darem muito bem. Quando as duas chegaram, fomos cozinhar os três juntos pra comer umas massas gostosas que eu faço muito bem, e a Sol fez uma sobremesa daquelas que ela sabe. Enquanto preparávamos tudo, a outra lá largada no sofá sem fazer nada, nem perguntou se precisávamos de ajuda. Talvez ali eu entendi a pressa do meu velho, então falei pra ela vir ajudar, mas ela não deu muita bola. Arrumei a mesa enquanto pedia pra Sol chamar a Barby pra comer. Quando ela voltou da sala, notei que tava com uma cara de confusão ou desconforto:
- O que foi, que cara é essa?
- É que desde que chegamos, sua irmã tá o dia inteiro de fio dental
- Bom, você sabe como ela é, não liga pra isso
- Mas não é que ela anda com algo discreto, dá pra ver tudo, é um horror porque você tá aqui
- Tá bom, agora vou falar pra ela se trocar
Antes de ir comer, fui até o comedor pra falar pra exibicionista colocar uma calça ou algo assim, acalmo as coisas e a outra insuportável não enche o saco pra comer em paz
- Você me faz um favor?
- O quê?
- Coloca um short ou algo assim, a outra não enche o saco
- O quê, ela se incomoda?
- E Barby, não é uma calcinha muito grande, tá aparecendo tudo
- Ah, isso é porque ela é uma mórmon
- Vai, por favor
- Tá bom, mas depois me dá algo em troca
Enquanto ia pro quarto se trocar, ela puxou um pouco a tanga pra me deixar ver como a buceta tava brilhando porque ela tava se esfregando, e eu não consegui disfarçar o quanto a pica ficou dura, mas tinha que ir pra cozinha onde tava minha namorada pra comer e conversar sobre como tinha sido a viagem dela, tava tarado igual primeiro neto mesmo. Sentamos na mesa e Barby volta com um vestido menos revelador e comemos tranquilo enquanto Solange contava sobre a viagem e o relacionamento ruim que os pais dela tavam tendo e que tava triste porque a irmã dela tava no meio da briga e não sabia o que fazer, e aí a boca suja, sem pensar como sempre, sugeriu que ela podia vir morar com a gente. Eu tava com sentimentos misturados porque não sabia se matava ela pela sugestão ou parabenizava pelo gesto que teve. Sol disse que não achava uma má ideia, mas tinha que discutir comigo. Terminamos de comer e Barby comenta que tem que fazer uma videochamada com a amiga Tamara que mora na Austrália, então foi pro quarto, aí aproveitei pra falar pra Sol que se ela quisesse conversar, a gente podia ir pro nosso quarto pra ela descansar, uma desculpa mesmo porque eu queria tirar a vontade do dia de abstinência que sofri por causa da minha travessura sexual. Enquanto eu tava sentado na cama, Solange penteava o cabelo pra dormir, não tava nua, mas tava com uma camisola meio cor de pele que tava me deixando louco, mas ela é metódica pra transar e eu tava realmente aguentando. Então, sem pensar um minuto, ela agarro pelos braços e começo a chupar ela toda pra depois jogar ela em cima da cama, ela não esperava e ficava dizendo que queria conversar mas eu tava realmente pegando fogo, queria sexo, o corpo dela, as pernas dela, a pussy, o cheiro dela, tudo, não era um humano racional, era um animal
-Para, o que que cê tem?
-Nada, quero te comer toda, me deixa
-Não, para, não é assim que eu gosto
-Tá bom, sempre fazemos do teu jeito, agora é minha vez
-....
Peguei os pés dela e percebi que eram lindos, bem cuidados, então chupei um inteiro, queria devorar ele, e com o outro passei na minha cock que mesmo dentro da cueca não disfarçava que tava prestes a explodir. Ela não entendia essa parada de pés e acho que tentou puxar eles mas não conseguiu, eu tava decidido. Quando terminei com isso, abri as pernas dela e comecei a passar o nariz e a língua por cima da calcinha que ela tava usando, não aguentava, acho que falei pra ela tirar rápido antes que eu arrancasse com os dentes e consegui, até fiz uma coisa que me excita muito que é deixar ela pendurada num tornozelo enquanto as pernas tão abertas. Ela tava meio peluda mas realmente não liguei e comecei a chupar a pussy dela com uma força e velocidade do caralho, alternava língua/clitóris dedo/buraco e trocava pra língua/buraco dedo/clitóris enquanto com a outra mão eu apalpava todas as tetonas que ela tem. Num momento parei pra pensar se tava sendo agressivo mas percebi que ela tava gemendo baixinho então continuei até que depois de um tempo senti que aquele baixinho virou forte, o que fez eu aumentar a velocidade pra chegar naquele clímax que fez ela se contorcer que nem uma minhoca, tremia igual uma louca e eu subi pra beijar ela e chupar um pouco os peitos. Fiz um banquete, realmente tava com a cock dura que nem pedra mas sabia que depois de um gozo daquele o sexo não ia ser imediato:
-Gostou?
-Sim, mas cê foi muito bruto, cê sabe que eu não gosto desse jeito
— Bom, mas você gosta de mim
— Sim. Que história é essa dos pés?
— Hahaha te incomoda?
— É estranho
— Quanto tempo vou ter que esperar pra te comer?
— Não, amanhã, agora tô morta com essa gozada que você me deu e quero dormir
— Bom...
Assim como vocês tão lendo, me deixou com a piroca dura igual pinto de estátua, e ainda por cima uma punheta não ia me acalmar porque me conheço, então apelei pro recurso mais valioso que tinha em casa: minha irmã. Levantei quando percebi que a Sol já tava dormindo e fui pelo corredor até onde a Barby tava. Abro a porta devagar pra não acordar ela, mas percebo que ela tava de fone, então nem notou que eu tava na porta. Me aproximo e ela me vê, assustada tira os fones pra perguntar o que tava rolando. Eu já tinha notado que ela tava de calcinha e sutiã, então minha piroca cresceu mais ainda:
— Que foi?
— Nada, preciso falar com você
+ Ela baixa o olhar e vê o volume inconfundível no moletom
— Ah, você não vem pra falar não!
— Haha tá tão na cara assim?
— Mas cê acha que sou sua puta pra achar que vai chegar e me comer porque a outra não quis?
— Não foi nada, fiz ela gozar e ela dormiu
— E agora quer que eu esvazie seus ovos?
— Vou esvaziar você também
Pulei em cima dela e a gente se perdeu num beijo como se fôssemos amantes de muitos anos. Obviamente a primeira coisa que fiz foi pegar as patinhas lindas dela e usar a mesma metodologia que com a Solange: uma na cara e outra na piroca, que já tava pra fora do moletom. Ela, nem lerda nem preguiçosa, tirou a tanga rápido porque sabia que se não se apressasse eu arrancava, já que era fininha. Então, vendo que ela já tava sem, comecei a chupar a buceta dela e usando a mesma metodologia que com a outra, sentia que ela se contorcia muito mais. Aí percebi que era hora de ela estourar, então aumentei o esforço e ela explodiu num jorro forte que sujou o lençol, então tivemos que trocar, mas essa vez não esperei ela se recuperar, então coloquei ela de quatro com um travesseiro na barriga e devagarzinho comecei a comer ela
- Aiiiiiiiiiiiiiiii devagar que acabei de gozar agora
- Shhhh, deixa comigo
Obviamente sabia que ela tava muito sensível, então no começo fui um cavalheiro, mas tava carregado como nunca, então essa cortesia não ia durar muito. Coloquei ela de lado com os joelhos na barriga pra ela ficar esticada e não ser tão sensível, e como funcionou, aumentei muito a constância das minhas estocadas. Ela gemia igual uma louca e não parava de falar pra eu parar porque tava sensível, mas eu fiz ouvidos moucos e continuei com a putaria que tava incrível. Quando percebi que a pica ia estourar, usei o sempre bem ponderado papai-e-mamãe, perninhas abertas e caminho livre. Ela tava com sentimentos confusos: por um lado, virava os olhos de prazer, e por outro, sabia que eu ia gozar dentro. Queria falar alguma coisa, mas eu tapava a boca dela com a mão ou com um beijo, então ela meio que se resignou. Quando cheguei no meu ponto, a última estocada deixei bem no fundo, tendo que dar um beijo nela porque o gemido que eu soltei ia ser ouvido pela vizinha. Não consegui evitar, tava me segurando. Também acho que tapei o gemido dela porque foi tipo um choque de sons, vocês me entendem:
- Ai, Deus, me segurei o máximo que pude
- Porra, você gozou pra caralho. Tem que começar a se cuidar ou gozar fora, vai me deixar grávida
- Essa buceta linda é minha e vou encher ela toda vez que eu quiser, e a outra vou encher amanhã
- Bom, para. Agora fica pra dormir comigo, não sou qualquer uma que você come, goza dentro e larga
- Haha, Barby, você quer que a gente morra? Amanhã compro umas coisinhas com doce de porra pra compensar
- Amanhã vamos conversar, neném. Não sou sua puta. Se a outra não te der, bate uma. Assim não
- Haha, amanhã à tarde, quando a Sol dormir a soneca, te como de novo
Fechei a porta e fui embora. De manhã, acordei cedo e não vou mentir, ainda tava com o pau duro que nem uma pica, realmente pegando fogo, e do sofá do quarto eu ficava olhando fixamente pra minha namorada, que quando acordasse não ia ter chance nenhuma. Depois de 15 minutos, ela acorda e se espreguiça, quando percebe que eu tava no sofá olhando pra ela, quase que nem um tarado:
- O que você tá fazendo aí, Pablo?
- Olhando você dormir!
- Tá bem?
- Tô, por quê?
- Porque você tá estranho.
- Não tô estranho, só tô vendo a gostosa que eu tenho como namorada dormindo.
- É estranho.
- Mais estranho é isso!
+ Mostro a rola que tava dura pra caralho.
- Ah, beleza, mas agora não vai rolar porque não tomei banho nem escovei os dentes.
- Melhor assim...
Não dei tempo pra ela, realmente ataquei ela que nem uma presa e ela não entendia nada, ainda por cima aproveitei que ela tinha dormido sem calcinha e com um tempinho de chupar ela já tava molhada, então dava pra comer ela do jeito que eu quisesse. Subi em cima dela e coloquei as pernas dela no ombro pra deixar bem aberta e meter com força moderada, pra dominar ela um pouco também. Ela me abraçava forte e não conseguia escapar dos meus beijos também, ainda por cima colocava os pés dela na minha cara, o que me excitava mais e mais. Aí percebi que o momento mágico tava chegando, o que fez eu me jogar em cima dela e, entre beijos e abraços, gozei bem dentro, um jorro considerável, já que eu tava vazio, mas parece que me recuperei bem. Ela ficou pasma, não sabia o que dizer, e eu continuei fazendo carinho e dando beijos no pescoço dela.
Depois disso, levantamos e fomos tomar café. Solange foi acordar a Bárbara pra ela descer e voltou preocupada, dizendo que no quarto dela tava muito frio, o que achei estranho porque a casa tem caldeira, então não me preocupei muito. Enquanto comíamos, a Sol perguntou pra minha irmã o que tava rolando, que o quarto dela tava um freezer, e ela respondeu que não sabia, então chamamos alguém pra consertar. Depois de um tempo olhando e O homem da inspeção disse que era um defeito grave e que, se eu trocasse aquilo, teria que revisar o sistema inteiro, ia sair caro. Olha, grana não é problema, mas era fim de mês, então a Barby disse que dava pra resolver. A Solange, que é muito solidária, sugeriu algo que podia complicar tudo:
— Barby, por que você não dorme com a gente?
— Como assim?
— É, nossa cama é enorme, você dorme do meu lado, eu no meio e seu irmão do outro.
— Não quero incomodar.
— Não seja boba, tá resolvido.
A gente se olhou, eu e a Bárbara, enquanto a Sol arrumava tudo pra gente ficar confortável. Num momento, quando a gente tava limpando e, misteriosamente, a Barbara ajudava, a Solange me surpreendeu com outra notícia sem me consultar:
— Love, amanhã chega minha irmã Malena pra passar as férias de inverno aqui.
— Essas coisas se consultam, love.
— Te incomoda?
— Não, mas ainda assim gosto que me consulte antes.
Ela foi pro segundo andar continuar arrumando, enquanto eu olhava pra Barby, que tava varrendo o chão, e ela me diz: "Ai, meu deus, a noite que nos espera"... Mas isso, amigos, fica pra outro dia.
Depois daquela noite de tempestade e luxúria, a Barby ficou muito puta comigo pela quantidade de porra que gozei dentro dela, já que ela tinha me falado várias vezes pra não fazer isso, que era perigoso. Então, por um dia inteiro, ela me negou as patinhas lindas dela e a buceta preciosa, mas também sabíamos que naquela noite a Sol chegava da viagem, então foi tipo um seguro pra ela não nos pegar fazendo nada gostoso. Me chamou a atenção porque ela mesma se ofereceu pra ir buscar, mas me convinha porque eu tinha um monte de coisa pra fazer do trabalho, então não tive outra escolha a não ser aceitar a oferta suspeita. Não era porque achava que ela podia contar alguma coisa, mas fiquei muito inquieto o tempo todo esperando as duas voltarem. Não desconfiava da Bárbara, só que ela é muito compulsiva e fala de uns assuntos que minha namorada não gosta de revelar, ela é bem reservada, e a outra é capaz de perguntar qualquer loucura. Elas seriam mesmo a dupla desajustada, apesar de se darem muito bem. Quando as duas chegaram, fomos cozinhar os três juntos pra comer umas massas gostosas que eu faço muito bem, e a Sol fez uma sobremesa daquelas que ela sabe. Enquanto preparávamos tudo, a outra lá largada no sofá sem fazer nada, nem perguntou se precisávamos de ajuda. Talvez ali eu entendi a pressa do meu velho, então falei pra ela vir ajudar, mas ela não deu muita bola. Arrumei a mesa enquanto pedia pra Sol chamar a Barby pra comer. Quando ela voltou da sala, notei que tava com uma cara de confusão ou desconforto:
- O que foi, que cara é essa?
- É que desde que chegamos, sua irmã tá o dia inteiro de fio dental
- Bom, você sabe como ela é, não liga pra isso
- Mas não é que ela anda com algo discreto, dá pra ver tudo, é um horror porque você tá aqui
- Tá bom, agora vou falar pra ela se trocar
Antes de ir comer, fui até o comedor pra falar pra exibicionista colocar uma calça ou algo assim, acalmo as coisas e a outra insuportável não enche o saco pra comer em paz
- Você me faz um favor?
- O quê?
- Coloca um short ou algo assim, a outra não enche o saco
- O quê, ela se incomoda?
- E Barby, não é uma calcinha muito grande, tá aparecendo tudo
- Ah, isso é porque ela é uma mórmon
- Vai, por favor
- Tá bom, mas depois me dá algo em troca
Enquanto ia pro quarto se trocar, ela puxou um pouco a tanga pra me deixar ver como a buceta tava brilhando porque ela tava se esfregando, e eu não consegui disfarçar o quanto a pica ficou dura, mas tinha que ir pra cozinha onde tava minha namorada pra comer e conversar sobre como tinha sido a viagem dela, tava tarado igual primeiro neto mesmo. Sentamos na mesa e Barby volta com um vestido menos revelador e comemos tranquilo enquanto Solange contava sobre a viagem e o relacionamento ruim que os pais dela tavam tendo e que tava triste porque a irmã dela tava no meio da briga e não sabia o que fazer, e aí a boca suja, sem pensar como sempre, sugeriu que ela podia vir morar com a gente. Eu tava com sentimentos misturados porque não sabia se matava ela pela sugestão ou parabenizava pelo gesto que teve. Sol disse que não achava uma má ideia, mas tinha que discutir comigo. Terminamos de comer e Barby comenta que tem que fazer uma videochamada com a amiga Tamara que mora na Austrália, então foi pro quarto, aí aproveitei pra falar pra Sol que se ela quisesse conversar, a gente podia ir pro nosso quarto pra ela descansar, uma desculpa mesmo porque eu queria tirar a vontade do dia de abstinência que sofri por causa da minha travessura sexual. Enquanto eu tava sentado na cama, Solange penteava o cabelo pra dormir, não tava nua, mas tava com uma camisola meio cor de pele que tava me deixando louco, mas ela é metódica pra transar e eu tava realmente aguentando. Então, sem pensar um minuto, ela agarro pelos braços e começo a chupar ela toda pra depois jogar ela em cima da cama, ela não esperava e ficava dizendo que queria conversar mas eu tava realmente pegando fogo, queria sexo, o corpo dela, as pernas dela, a pussy, o cheiro dela, tudo, não era um humano racional, era um animal
-Para, o que que cê tem?
-Nada, quero te comer toda, me deixa
-Não, para, não é assim que eu gosto
-Tá bom, sempre fazemos do teu jeito, agora é minha vez
-....
Peguei os pés dela e percebi que eram lindos, bem cuidados, então chupei um inteiro, queria devorar ele, e com o outro passei na minha cock que mesmo dentro da cueca não disfarçava que tava prestes a explodir. Ela não entendia essa parada de pés e acho que tentou puxar eles mas não conseguiu, eu tava decidido. Quando terminei com isso, abri as pernas dela e comecei a passar o nariz e a língua por cima da calcinha que ela tava usando, não aguentava, acho que falei pra ela tirar rápido antes que eu arrancasse com os dentes e consegui, até fiz uma coisa que me excita muito que é deixar ela pendurada num tornozelo enquanto as pernas tão abertas. Ela tava meio peluda mas realmente não liguei e comecei a chupar a pussy dela com uma força e velocidade do caralho, alternava língua/clitóris dedo/buraco e trocava pra língua/buraco dedo/clitóris enquanto com a outra mão eu apalpava todas as tetonas que ela tem. Num momento parei pra pensar se tava sendo agressivo mas percebi que ela tava gemendo baixinho então continuei até que depois de um tempo senti que aquele baixinho virou forte, o que fez eu aumentar a velocidade pra chegar naquele clímax que fez ela se contorcer que nem uma minhoca, tremia igual uma louca e eu subi pra beijar ela e chupar um pouco os peitos. Fiz um banquete, realmente tava com a cock dura que nem pedra mas sabia que depois de um gozo daquele o sexo não ia ser imediato:
-Gostou?
-Sim, mas cê foi muito bruto, cê sabe que eu não gosto desse jeito
— Bom, mas você gosta de mim
— Sim. Que história é essa dos pés?
— Hahaha te incomoda?
— É estranho
— Quanto tempo vou ter que esperar pra te comer?
— Não, amanhã, agora tô morta com essa gozada que você me deu e quero dormir
— Bom...
Assim como vocês tão lendo, me deixou com a piroca dura igual pinto de estátua, e ainda por cima uma punheta não ia me acalmar porque me conheço, então apelei pro recurso mais valioso que tinha em casa: minha irmã. Levantei quando percebi que a Sol já tava dormindo e fui pelo corredor até onde a Barby tava. Abro a porta devagar pra não acordar ela, mas percebo que ela tava de fone, então nem notou que eu tava na porta. Me aproximo e ela me vê, assustada tira os fones pra perguntar o que tava rolando. Eu já tinha notado que ela tava de calcinha e sutiã, então minha piroca cresceu mais ainda:
— Que foi?
— Nada, preciso falar com você
+ Ela baixa o olhar e vê o volume inconfundível no moletom
— Ah, você não vem pra falar não!
— Haha tá tão na cara assim?
— Mas cê acha que sou sua puta pra achar que vai chegar e me comer porque a outra não quis?
— Não foi nada, fiz ela gozar e ela dormiu
— E agora quer que eu esvazie seus ovos?
— Vou esvaziar você também
Pulei em cima dela e a gente se perdeu num beijo como se fôssemos amantes de muitos anos. Obviamente a primeira coisa que fiz foi pegar as patinhas lindas dela e usar a mesma metodologia que com a Solange: uma na cara e outra na piroca, que já tava pra fora do moletom. Ela, nem lerda nem preguiçosa, tirou a tanga rápido porque sabia que se não se apressasse eu arrancava, já que era fininha. Então, vendo que ela já tava sem, comecei a chupar a buceta dela e usando a mesma metodologia que com a outra, sentia que ela se contorcia muito mais. Aí percebi que era hora de ela estourar, então aumentei o esforço e ela explodiu num jorro forte que sujou o lençol, então tivemos que trocar, mas essa vez não esperei ela se recuperar, então coloquei ela de quatro com um travesseiro na barriga e devagarzinho comecei a comer ela
- Aiiiiiiiiiiiiiiii devagar que acabei de gozar agora
- Shhhh, deixa comigo
Obviamente sabia que ela tava muito sensível, então no começo fui um cavalheiro, mas tava carregado como nunca, então essa cortesia não ia durar muito. Coloquei ela de lado com os joelhos na barriga pra ela ficar esticada e não ser tão sensível, e como funcionou, aumentei muito a constância das minhas estocadas. Ela gemia igual uma louca e não parava de falar pra eu parar porque tava sensível, mas eu fiz ouvidos moucos e continuei com a putaria que tava incrível. Quando percebi que a pica ia estourar, usei o sempre bem ponderado papai-e-mamãe, perninhas abertas e caminho livre. Ela tava com sentimentos confusos: por um lado, virava os olhos de prazer, e por outro, sabia que eu ia gozar dentro. Queria falar alguma coisa, mas eu tapava a boca dela com a mão ou com um beijo, então ela meio que se resignou. Quando cheguei no meu ponto, a última estocada deixei bem no fundo, tendo que dar um beijo nela porque o gemido que eu soltei ia ser ouvido pela vizinha. Não consegui evitar, tava me segurando. Também acho que tapei o gemido dela porque foi tipo um choque de sons, vocês me entendem:
- Ai, Deus, me segurei o máximo que pude
- Porra, você gozou pra caralho. Tem que começar a se cuidar ou gozar fora, vai me deixar grávida
- Essa buceta linda é minha e vou encher ela toda vez que eu quiser, e a outra vou encher amanhã
- Bom, para. Agora fica pra dormir comigo, não sou qualquer uma que você come, goza dentro e larga
- Haha, Barby, você quer que a gente morra? Amanhã compro umas coisinhas com doce de porra pra compensar
- Amanhã vamos conversar, neném. Não sou sua puta. Se a outra não te der, bate uma. Assim não
- Haha, amanhã à tarde, quando a Sol dormir a soneca, te como de novo
Fechei a porta e fui embora. De manhã, acordei cedo e não vou mentir, ainda tava com o pau duro que nem uma pica, realmente pegando fogo, e do sofá do quarto eu ficava olhando fixamente pra minha namorada, que quando acordasse não ia ter chance nenhuma. Depois de 15 minutos, ela acorda e se espreguiça, quando percebe que eu tava no sofá olhando pra ela, quase que nem um tarado:
- O que você tá fazendo aí, Pablo?
- Olhando você dormir!
- Tá bem?
- Tô, por quê?
- Porque você tá estranho.
- Não tô estranho, só tô vendo a gostosa que eu tenho como namorada dormindo.
- É estranho.
- Mais estranho é isso!
+ Mostro a rola que tava dura pra caralho.
- Ah, beleza, mas agora não vai rolar porque não tomei banho nem escovei os dentes.
- Melhor assim...
Não dei tempo pra ela, realmente ataquei ela que nem uma presa e ela não entendia nada, ainda por cima aproveitei que ela tinha dormido sem calcinha e com um tempinho de chupar ela já tava molhada, então dava pra comer ela do jeito que eu quisesse. Subi em cima dela e coloquei as pernas dela no ombro pra deixar bem aberta e meter com força moderada, pra dominar ela um pouco também. Ela me abraçava forte e não conseguia escapar dos meus beijos também, ainda por cima colocava os pés dela na minha cara, o que me excitava mais e mais. Aí percebi que o momento mágico tava chegando, o que fez eu me jogar em cima dela e, entre beijos e abraços, gozei bem dentro, um jorro considerável, já que eu tava vazio, mas parece que me recuperei bem. Ela ficou pasma, não sabia o que dizer, e eu continuei fazendo carinho e dando beijos no pescoço dela.
Depois disso, levantamos e fomos tomar café. Solange foi acordar a Bárbara pra ela descer e voltou preocupada, dizendo que no quarto dela tava muito frio, o que achei estranho porque a casa tem caldeira, então não me preocupei muito. Enquanto comíamos, a Sol perguntou pra minha irmã o que tava rolando, que o quarto dela tava um freezer, e ela respondeu que não sabia, então chamamos alguém pra consertar. Depois de um tempo olhando e O homem da inspeção disse que era um defeito grave e que, se eu trocasse aquilo, teria que revisar o sistema inteiro, ia sair caro. Olha, grana não é problema, mas era fim de mês, então a Barby disse que dava pra resolver. A Solange, que é muito solidária, sugeriu algo que podia complicar tudo:
— Barby, por que você não dorme com a gente?
— Como assim?
— É, nossa cama é enorme, você dorme do meu lado, eu no meio e seu irmão do outro.
— Não quero incomodar.
— Não seja boba, tá resolvido.
A gente se olhou, eu e a Bárbara, enquanto a Sol arrumava tudo pra gente ficar confortável. Num momento, quando a gente tava limpando e, misteriosamente, a Barbara ajudava, a Solange me surpreendeu com outra notícia sem me consultar:
— Love, amanhã chega minha irmã Malena pra passar as férias de inverno aqui.
— Essas coisas se consultam, love.
— Te incomoda?
— Não, mas ainda assim gosto que me consulte antes.
Ela foi pro segundo andar continuar arrumando, enquanto eu olhava pra Barby, que tava varrendo o chão, e ela me diz: "Ai, meu deus, a noite que nos espera"... Mas isso, amigos, fica pra outro dia.
1 comentários - Minha irmã revolucionou tudo. Parte II