Desde que a gente se mudou pra essa área, eu notei como minha mulher e o vizinho ficaram amigos. Percebi que, quando minha esposa tá por acaso lavando ou regando o jardim, o vizinho sempre tá por perto. Dando volta na minha mulher igual predador na presa. Às vezes me pergunto se a mulher dele não fica com ciúme de ver o marido puxando papo todo santo dia com a minha, e por um tempão.
Não me atrevo a questionar minha esposa, não quero ser aquele tipo de marido ciumento, dou o espaço dela e deixo ela ter as amizades dela. Numa ida ao mercado, ela volta e me diz que encontrou o vizinho na escada e que ele começou a elogiar o vestido dela. — Isso, isso, fica muito bonito em você, amor, cai muito bem — Eu tava ocupado com coisas do escritório, então não dei muita bola. Mas cada vez mais eu notava a Violeta conversando muito com o Raul, e às vezes, por instinto, ela flertava com ele, e a química entre os dois só aumentava.
Um dia, minha mulher chegou com uma notícia que parecia deixá-la muito feliz, considerando o sorrisão que ela não conseguia esconder.
— Saca só, o vizinho e a mulher dele se separaram, parece que ela largou ele por infiel e levou as crianças —
— Ah, olha, coitada —
Falei sem prestar muita atenção enquanto me arrumava pra ir pro escritório.
— Você vai chegar de novo tarde da noite? —
Me perguntou minha esposa.
— Sua janta, não me espera acordada —
Mas na cabeça da minha esposa já tinham outros planos...
Eu me despedi dela bem cedo. Ela parecia ter pressa pra eu ir embora, um beijinho de despedida e quase me empurrava pra dentro do carro pra eu vazar.
Era óbvio que ela já tava doida pra eu sair, a qualquer momento chegava aquele moreno que ia detonar ela do jeito que ela tanto gosta.
Assim que saí rumo ao aeroporto, liguei no meu celular as câmeras da casa toda, aquelas que a gente só acende quando viaja.
Procurei a Violeta pelos cômodos, encontrei ela no banho, tomando um banho de banheira cheio de espuma.
Vi ela sair e passar creme no corpo inteiro, além de colocar uma lingerie que tirou de uma sacola de compras, que ela tinha comprado especialmente pra ser tirada pelo vizinho.



Na câmera da entrada, vi o vizinho chegar. A porta estava aberta pra ele entrar na maciota. Perdi eles de vista, continuei procurando. Encontrei os dois na sala: minha esposa, do jeito mais puta possível, dando um olhar de come-homem, enquanto o olhar dela estava fixo no pau do Raul.
Ele se aproximou dela, não teve conversa, era nítido que não era a primeira vez que eles transavam, foram direto pros beijos, apaixonados, pareciam mais um casal apaixonado do que um par de infiéis. Depois de uma boa sessão de beijos de língua, ela se ajoelhou, tirou o pau dele e levou à boca, deu uma mamada daquelas; cuspia, metia tudo, chupava os ovos dele.









Ele, por sua vez, foi direto no sutiã da Violeta, com maestria tirou e soltou os peitos dela pra morder com beijos, não parava de chupar uma teta, e depois a outra. Os bicos da Violeta são bem macios e sensíveis, Raul tava realmente comendo uma mulher de primeira, a minha mulher. Eu conheço a esposa do Raul, é uma magrela meio tábua, sem graça nenhuma.
Já a Violeta é toda uma gostosa bem feita, com os traços certos pra um sexo bom. Claro que na princesinha dele ele não faz todas as safadezas que faz com a minha mulher. Por isso o filho da puta tava se esbaldando com a minha esposa, algo que ele não come em casa — aqui com a Violeta ele tem toda vez que quer.







Violeta está no período fértil, nos dias mais férteis dela, basta levantar os braços pra soltar uma quantidade enorme de feromônios que deixam Raul igual um touro de viagra. Ele continua grudado nos peitos dela, mamando os bicos feito um bezerro faminto e não tem planos de soltar ela tão cedo.
Finalmente, depois de um bom tempo amamentando o vizinho, Violeta pegou ele pela mão e levou ele pro nosso quarto. Lá, ela se deitou na cama, abriu as pernas e ofereceu a buceta peluda pra ele.


—Com certeza tua esposa tem ela depilada, igualzinho uma menina — ela disse pra ele. Ele só sorriu e começou a dedar ela até que minha mulher jorrou gozo pra caralho. Vendo que os sucos começavam a brotar da buceta da minha mulher, aí sim ele começou a se alimentar do néctar vaginal dela.




Ela empurrava e dizia pra ele —que gostosa você me come— —aahh!!!— —assim, assim que gostoso, eu vou gozar, vou gozaaaar!!!— —assim, mete o pau em mim— Assim que Raul meteu, ela virou uma puta faminta de porra. —assim, papai, assim me fode, me dá pau, me dá porra, que delíciaaaa!!—












-é, então, gostoso, me trata como uma puta, assim, me come gostoso, papai-
E quanto mais forte o vizinho metia, mais fundo ele enfiava o pau, e como ela estava apoiada na cama, os peitões dela balançavam selvagemente, dando um show único para o Raul, que a tinha colada nele literalmente. Minha esposa fácil gozou várias outras vezes com aquele homem.
-Tô gozando, tô gozando, gozei!!! AAHHH!!!!-
-prr...prrt...-💦💦💦
Jorrou litros de squirt no pau do Raul. Ele conseguiu, não é fácil fazer uma puta do calibre da minha mulher gozar, sem dúvida o arsenal que o Raul tem entre as pernas é coisa séria.



O orgasmo veio intenso entre os gritos da minha mulher, pra ela foi um atrás do outro, eu a deixei flutuando no céu das putas. Diziam que se amavam entre gemidos e suspiros, se beijavam com paixão, feito dois apaixonados. Ficaram exaustos, trocando boca a boca o pouco fôlego que restava depois de um transe orgásmico tão intenso. Aquela cena parecia mais uma lua de mel de recém-casados do que um ato da mais promíscua e selvagem infidelidade.




Droga! — pensei comigo mesmo ao ver tudo aquilo pelas câmeras remotas. Violeta seria uma esposa muito melhor pro Raul do que a verdadeira esposa dele. E ele tá começando a perceber isso... Depois de meio que recuperar o fôlego entre sussurros que com certeza eram sobre as respectivas parceiras de cada um. Aí veio uma coisa que me deixou de queixo caído, e que com certeza vai encantar muita gente por aí. Ele levantou as pernas da Violeta uma por uma, mas não colocou nos ombros, tirou uma meia, e depois a outra.












Eu farejo os pés da Violeta igual um cachorro, ela parecia adorar tudo aquilo, deixava aquele homem fazer o que quisesse com o corpo dela. Ele começou a curtir os pés da minha mulher como se fossem balas, saboreava eles com luxúria e, ao prová-los, a pica dele ficava dura pra caralho, sinal de que a Violeta tem uns pés deliciosos.













Depois dessa chupada de pés na Violeta, o Raul já tava com a pica toda dura e os testículos ainda inchados, sinal de que ainda não tavam completamente vazios. Virou pra minha esposa, ela instintivamente levantou a bunda oferecendo pro Raul, ele não hesitou nem um segundo em meter de quatro e tentar engravidar ela nessa posição.






Mas não deixava minha mulher fechar os olhos, pegou ela pela cabeça e virou na direção dele, cravando o olhar no dela, queria deixar claro quem era o macho que estava por trás, forçou ela a manter contato visual com ele até soltar a última gota de porra na buceta dela.











Eu queria dizer que comeram rápido e depois cada um pro seu lado, mas nem perto estavam de terminar o serviço. Mal Raul recuperava o fôlego e a Violeta já tava colada nas bolas dele, tentando fazer o pau subir de novo.
Foderam pra caralho e em várias posições, sem dúvida aquele dia nenhum dos dois vai esquecer, mesmo que queira. Agora era a vez da Violeta mostrar tudo que aprendeu na escola, fodendo com o professorado inteiro.
Ela subiu em cima do Raul assim que recuperou o fôlego pra cavalgar ele, os peitos quicavam a cada sentada que ela dava sozinha, o balanço das tetas deixou o Raul hipnotizado.



















Nada que o Raul não pudesse aguentar, fez ela quicar forte contra a vara dele. A Violeta logo percebeu o erro, e a cada estocada só entrava em transe, gozando várias vezes seguidas, quicando na pica do Raul, com os melões dela balançando — o que o vizinho adorou, porque a esposa dele não tem muito peito, e a minha tem.
— Porra, larga ela — eu gritava pra tela.
Já se passaram duas horas e esse desgraçado não mostra intenção de gozar logo com a minha mulher.
Fervendo de ciúmes, mandei uma mensagem pra minha esposa.
— A reunião foi cancelada, já tô indo pra casa.
— Merda!!! — Meu marido já vem —
Minha mulher falou pro vizinho. Ele continuava metendo nela e, como conseguiu, tirou o celular da minha mulher e jogou o mais longe que pôde.
— É sério, você tem que ir... —
Naquele momento, ele avançou com fúria, deixando minha esposa com a palavra cortada e os olhos revirados.














Raul começou a martelar forte, meteu sem piedade até o talo, as bolas enormes dele batendo no rabo da minha esposa. – PLAP PLAP PLAP PLAP – Ela gemia que nem uma louca, o prédio inteiro ouvia os gritos dela. Os dois estavam completamente suados, os fluidos se misturando um com o outro. A cena era totalmente pornô. Foi aí que o vizinho arrebentou com 100% da força dele na buceta da Violeta. Que não parava de gozar uma vez atrás da outra.









Depois de gozarem um no outro, ficaram uns 5 minutos abraçados, ensopados de suor. Raul levantou os braços de Violeta e lambeu as axilas dela como urso no mel.
Ela só sorriu fraco com as poucas forças que ainda tinha, porque sabia que quando um homem faz isso, dificilmente vai esquecer pra sempre. Agora ela vai ser dele pra todo sempre. Pra piorar, a esposa do Raul e a minha mulher são amigonas, então aquele sexo devia ter sido do caralho de gostoso. A gente se tromba às vezes no corredor, os olhares que trocam são fogo puro, tanto que a esposa do Raul já tá começando a desconfiar.
Espero que vocês gostem desse tipo de relato, tenho pra todos os gostos, dá uma olhada nos meus posts. Qualquer comentário é bem-vindo, valeu por ler minhas histórias.
Não me atrevo a questionar minha esposa, não quero ser aquele tipo de marido ciumento, dou o espaço dela e deixo ela ter as amizades dela. Numa ida ao mercado, ela volta e me diz que encontrou o vizinho na escada e que ele começou a elogiar o vestido dela. — Isso, isso, fica muito bonito em você, amor, cai muito bem — Eu tava ocupado com coisas do escritório, então não dei muita bola. Mas cada vez mais eu notava a Violeta conversando muito com o Raul, e às vezes, por instinto, ela flertava com ele, e a química entre os dois só aumentava.
Um dia, minha mulher chegou com uma notícia que parecia deixá-la muito feliz, considerando o sorrisão que ela não conseguia esconder. — Saca só, o vizinho e a mulher dele se separaram, parece que ela largou ele por infiel e levou as crianças —
— Ah, olha, coitada —
Falei sem prestar muita atenção enquanto me arrumava pra ir pro escritório.
— Você vai chegar de novo tarde da noite? —
Me perguntou minha esposa.
— Sua janta, não me espera acordada —
Mas na cabeça da minha esposa já tinham outros planos...
Eu me despedi dela bem cedo. Ela parecia ter pressa pra eu ir embora, um beijinho de despedida e quase me empurrava pra dentro do carro pra eu vazar.
Era óbvio que ela já tava doida pra eu sair, a qualquer momento chegava aquele moreno que ia detonar ela do jeito que ela tanto gosta.
Assim que saí rumo ao aeroporto, liguei no meu celular as câmeras da casa toda, aquelas que a gente só acende quando viaja.
Procurei a Violeta pelos cômodos, encontrei ela no banho, tomando um banho de banheira cheio de espuma.
Vi ela sair e passar creme no corpo inteiro, além de colocar uma lingerie que tirou de uma sacola de compras, que ela tinha comprado especialmente pra ser tirada pelo vizinho.




Na câmera da entrada, vi o vizinho chegar. A porta estava aberta pra ele entrar na maciota. Perdi eles de vista, continuei procurando. Encontrei os dois na sala: minha esposa, do jeito mais puta possível, dando um olhar de come-homem, enquanto o olhar dela estava fixo no pau do Raul.
Ele se aproximou dela, não teve conversa, era nítido que não era a primeira vez que eles transavam, foram direto pros beijos, apaixonados, pareciam mais um casal apaixonado do que um par de infiéis. Depois de uma boa sessão de beijos de língua, ela se ajoelhou, tirou o pau dele e levou à boca, deu uma mamada daquelas; cuspia, metia tudo, chupava os ovos dele.









Ele, por sua vez, foi direto no sutiã da Violeta, com maestria tirou e soltou os peitos dela pra morder com beijos, não parava de chupar uma teta, e depois a outra. Os bicos da Violeta são bem macios e sensíveis, Raul tava realmente comendo uma mulher de primeira, a minha mulher. Eu conheço a esposa do Raul, é uma magrela meio tábua, sem graça nenhuma.
Já a Violeta é toda uma gostosa bem feita, com os traços certos pra um sexo bom. Claro que na princesinha dele ele não faz todas as safadezas que faz com a minha mulher. Por isso o filho da puta tava se esbaldando com a minha esposa, algo que ele não come em casa — aqui com a Violeta ele tem toda vez que quer.







Violeta está no período fértil, nos dias mais férteis dela, basta levantar os braços pra soltar uma quantidade enorme de feromônios que deixam Raul igual um touro de viagra. Ele continua grudado nos peitos dela, mamando os bicos feito um bezerro faminto e não tem planos de soltar ela tão cedo.
Finalmente, depois de um bom tempo amamentando o vizinho, Violeta pegou ele pela mão e levou ele pro nosso quarto. Lá, ela se deitou na cama, abriu as pernas e ofereceu a buceta peluda pra ele.


—Com certeza tua esposa tem ela depilada, igualzinho uma menina — ela disse pra ele. Ele só sorriu e começou a dedar ela até que minha mulher jorrou gozo pra caralho. Vendo que os sucos começavam a brotar da buceta da minha mulher, aí sim ele começou a se alimentar do néctar vaginal dela.




Ela empurrava e dizia pra ele —que gostosa você me come— —aahh!!!— —assim, assim que gostoso, eu vou gozar, vou gozaaaar!!!— —assim, mete o pau em mim— Assim que Raul meteu, ela virou uma puta faminta de porra. —assim, papai, assim me fode, me dá pau, me dá porra, que delíciaaaa!!—












-é, então, gostoso, me trata como uma puta, assim, me come gostoso, papai-E quanto mais forte o vizinho metia, mais fundo ele enfiava o pau, e como ela estava apoiada na cama, os peitões dela balançavam selvagemente, dando um show único para o Raul, que a tinha colada nele literalmente. Minha esposa fácil gozou várias outras vezes com aquele homem.
-Tô gozando, tô gozando, gozei!!! AAHHH!!!!-
-prr...prrt...-💦💦💦
Jorrou litros de squirt no pau do Raul. Ele conseguiu, não é fácil fazer uma puta do calibre da minha mulher gozar, sem dúvida o arsenal que o Raul tem entre as pernas é coisa séria.




O orgasmo veio intenso entre os gritos da minha mulher, pra ela foi um atrás do outro, eu a deixei flutuando no céu das putas. Diziam que se amavam entre gemidos e suspiros, se beijavam com paixão, feito dois apaixonados. Ficaram exaustos, trocando boca a boca o pouco fôlego que restava depois de um transe orgásmico tão intenso. Aquela cena parecia mais uma lua de mel de recém-casados do que um ato da mais promíscua e selvagem infidelidade.




Droga! — pensei comigo mesmo ao ver tudo aquilo pelas câmeras remotas. Violeta seria uma esposa muito melhor pro Raul do que a verdadeira esposa dele. E ele tá começando a perceber isso... Depois de meio que recuperar o fôlego entre sussurros que com certeza eram sobre as respectivas parceiras de cada um. Aí veio uma coisa que me deixou de queixo caído, e que com certeza vai encantar muita gente por aí. Ele levantou as pernas da Violeta uma por uma, mas não colocou nos ombros, tirou uma meia, e depois a outra.












Eu farejo os pés da Violeta igual um cachorro, ela parecia adorar tudo aquilo, deixava aquele homem fazer o que quisesse com o corpo dela. Ele começou a curtir os pés da minha mulher como se fossem balas, saboreava eles com luxúria e, ao prová-los, a pica dele ficava dura pra caralho, sinal de que a Violeta tem uns pés deliciosos.













Depois dessa chupada de pés na Violeta, o Raul já tava com a pica toda dura e os testículos ainda inchados, sinal de que ainda não tavam completamente vazios. Virou pra minha esposa, ela instintivamente levantou a bunda oferecendo pro Raul, ele não hesitou nem um segundo em meter de quatro e tentar engravidar ela nessa posição.






Mas não deixava minha mulher fechar os olhos, pegou ela pela cabeça e virou na direção dele, cravando o olhar no dela, queria deixar claro quem era o macho que estava por trás, forçou ela a manter contato visual com ele até soltar a última gota de porra na buceta dela.











Eu queria dizer que comeram rápido e depois cada um pro seu lado, mas nem perto estavam de terminar o serviço. Mal Raul recuperava o fôlego e a Violeta já tava colada nas bolas dele, tentando fazer o pau subir de novo. Foderam pra caralho e em várias posições, sem dúvida aquele dia nenhum dos dois vai esquecer, mesmo que queira. Agora era a vez da Violeta mostrar tudo que aprendeu na escola, fodendo com o professorado inteiro.
Ela subiu em cima do Raul assim que recuperou o fôlego pra cavalgar ele, os peitos quicavam a cada sentada que ela dava sozinha, o balanço das tetas deixou o Raul hipnotizado.




















Nada que o Raul não pudesse aguentar, fez ela quicar forte contra a vara dele. A Violeta logo percebeu o erro, e a cada estocada só entrava em transe, gozando várias vezes seguidas, quicando na pica do Raul, com os melões dela balançando — o que o vizinho adorou, porque a esposa dele não tem muito peito, e a minha tem. — Porra, larga ela — eu gritava pra tela.
Já se passaram duas horas e esse desgraçado não mostra intenção de gozar logo com a minha mulher.
Fervendo de ciúmes, mandei uma mensagem pra minha esposa.
— A reunião foi cancelada, já tô indo pra casa.
— Merda!!! — Meu marido já vem —
Minha mulher falou pro vizinho. Ele continuava metendo nela e, como conseguiu, tirou o celular da minha mulher e jogou o mais longe que pôde.
— É sério, você tem que ir... —
Naquele momento, ele avançou com fúria, deixando minha esposa com a palavra cortada e os olhos revirados.















Raul começou a martelar forte, meteu sem piedade até o talo, as bolas enormes dele batendo no rabo da minha esposa. – PLAP PLAP PLAP PLAP – Ela gemia que nem uma louca, o prédio inteiro ouvia os gritos dela. Os dois estavam completamente suados, os fluidos se misturando um com o outro. A cena era totalmente pornô. Foi aí que o vizinho arrebentou com 100% da força dele na buceta da Violeta. Que não parava de gozar uma vez atrás da outra.









Depois de gozarem um no outro, ficaram uns 5 minutos abraçados, ensopados de suor. Raul levantou os braços de Violeta e lambeu as axilas dela como urso no mel.
Ela só sorriu fraco com as poucas forças que ainda tinha, porque sabia que quando um homem faz isso, dificilmente vai esquecer pra sempre. Agora ela vai ser dele pra todo sempre. Pra piorar, a esposa do Raul e a minha mulher são amigonas, então aquele sexo devia ter sido do caralho de gostoso. A gente se tromba às vezes no corredor, os olhares que trocam são fogo puro, tanto que a esposa do Raul já tá começando a desconfiar.
Espero que vocês gostem desse tipo de relato, tenho pra todos os gostos, dá uma olhada nos meus posts. Qualquer comentário é bem-vindo, valeu por ler minhas histórias.
2 comentários - Minha esposa e o vizinho se pegam (cuckold)
Embora fictício, um puta conto de corno maneiro🔥