O que vocês vão ler é totalmente real. Naquela tarde contra o Egito, Rosário tava um puta fervo. Eu saí cedo com meus amigos pra Avenida. Tava todo mundo de camisa da Seleção, cerveja na mão, cantando e andando no meio da multidão que não parava de crescer. A gente tinha combinado com a Sofi (minha namorada) de juntar os dois grupos em algum momento, mas quando mandei mensagem que já tava chegando, ela respondeu rápido: -melhor não vir -tô com as minas e aqui tá lotado de gente -não vem Só pra constar, as amigas dela são umas putinhas, sempre foram assim. A Joaquina, a mais boca suja, que sempre incentiva ela a beber e rebolar. A Mili, magrinha mas com uma bunda que não murcha e sempre querendo chamar atenção. E a Cami, a mais doida, que fuma igual uma chaminé e termina dançando em cima dos carros. Essas três junto com a Sofi, que sempre foi boazinha, sem beber, fumar, nem nada, eram uma bomba. Mesmo assim, eu não fiquei parado. Continuei andando com os caras, me enfiando no meio da galera. E de repente vi ela. Tava no meio de um grupo grande de favelados que desceram em bando: caras magros, alguns sem camisa, outros com correntes, bonés virados pra trás e cheiro de cerveja e baseado barato pra todo lado. Eram uns 8 ou 10, todos em volta dela e das amigas. A Sofi tava toda putona. A camisa do Messi curtinha que cobre só até embaixo dos peitos, deixando a barriga e a cintura fina de fora. Aquela legging preta com desenhos que gruda no corpo como se fosse pintada, marcando a bunda enorme, as pernas e até a rachinha. O cabelo comprido solto, balançando enquanto ela rebolava. Ela não me viu. Eu fiquei parado uns 10 metros de distância, meio escondido na multidão, olhando tudo. Um dos favelados, um moreno alto e tatuado, tava segurando ela pela cintura por trás enquanto ela mexia aquela raba enorme contra ele no ritmo do reggaeton que tava tocando. Outro passava o baseado na boca dela e ela, que nunca fuma, deu uma tragada longa, fechando os olhos e soltando a fumaça pra acima. Ela estava com os olhos cada vez mais vermelhos, o olhar perdido de vício. O que mais me fodia é que ela nunca me deixa nem chegar perto de um baseado. Toda vez que em algum rolê eu sugeria fumar algo, ela me mandava pastar — Você? Nem fodendo, depois você fica insuportável. Ou ria na minha cara com as amigas dela — Olha esse aí querendo fumar… vai tomar água que faz mal. Sempre me humilhava na frente delas. As amigas estavam igualmente soltas. Joaquina rebolava com dois caras ao mesmo tempo, um na frente e outro atrás, rindo pra caralho. A Mili estava sentada no capô de um carro, com um favelado entre as pernas beijando o pescoço dela. A Cami diretamente fumava e dançava com a camiseta levantada, mostrando tudo. Os favelados não paravam de incentivar — Que rabão você tem, puta — Mexe mais, argentina, porra — Vem que eu te faço sentir a verdadeira festa. Passavam a mão na bunda da Sofi por cima da legging, davam tapas, apertavam ela contra eles. Um pegou a camiseta do Messi dela por trás e puxava pra baixo, deixando quase todo o decote à mostra. Ela ria, continuava rebolando, virava e se deixava apalpar. Num momento, ela se abaixou um pouco, igual nas fotos que tira no espelho, empinando a bunda bem pra trás contra um dos caras que a segurava firme. A fumaça do baseado a rodeava toda, ela tinha o rosto suado e os olhos brilhando e vermelhos. Fiquei um tempão olhando como meus amigos também a viam e comentavam — Olha tua namorada, mano, tá no modo puta total. Eu não conseguia parar de olhar praquela bunda se mexendo no meio de todos aqueles favelados que a tratavam como mais uma do bairro, passando fumaça, tocando e apoiando sem nenhum respeito. Ela nunca me viu. Continuou ali, perdida no meio do grupo, com as amigas putas incentivando e aqueles favelados devorando ela com o olhar e com as mãos. Num momento, enquanto eu ainda olhava escondido entre a galera, Sofi se separou um pouco do grupo grande. Ela se virou pras amigas, levantou a Mano, e ela acenou de volta sorrindo que nem uma idiota feliz, com aquela cara de "tô indo fazer uma merda". Joaquina e a Mili responderam o aceno rindo e gritando algo tipo "vai, puta, se diverte". Ela foi embora com três manos. Um alto e moreno com tatuagem no pescoço, outro mais baixinho mas musculoso, e o terceiro magrelo mas com cara de sabido. Sem falar uma palavra, cercaram ela e começaram a andar junto, se enfiando no meio da multidão. Enquanto se afastavam, não paravam de apalpar ela. O mais alto agarrou ela com força na bunda com a mão toda aberta, apertando uma nádega por cima da legging justa e enfiando os dedos entre as pernas. O baixinho passou o braço na cintura dela e meteu a mão por baixo da camisa do Messi, agarrando um peito inteiro e apertando sem disfarçar. O terceiro vinha atrás, dando tapas fortes no outro lado da bunda a cada dois passos, fazendo tudo balançar. A Sofi ia no meio rindo, com os olhos vermelhos e cara de vício total. Não fazia nada pra se livrar deles. Pelo contrário, rebolava enquanto andava, facilitando o acesso. Um levantou um pouco a camisa dela e chupou o pescoço, enquanto o outro continuava apalpando os peitos por baixo da camiseta. O de trás não parava de apertar e dar tapa na bunda dela, falando alto "olha a raba que essa puta tem, hoje a gente vai te arrebentar". Ela só sorria e se deixava levar, sumindo devagar no meio do povo, cercada pelos três manos que tocavam ela como se já fosse deles. A camisa do Messi torta, a legging marcando tudo, o cabelo bagunçado e aquele sorrisinho de quem sabe exatamente o que vai rolar. Sumiram no meio da multidão e eu fiquei parado ali, com a imagem da minha mina acenando feliz pras amigas enquanto ia se perder com três manos que não paravam de agarrar a bunda e os peitos dela. Quando voltou pra casa muito tempo depois, tava com um cheiro de fumo da porra e os olhos vermelhos. Vermelhos pra caralho. Não precisou ela falar nada… eu já tinha visto tudo.



2 comentários - Minha namorada festejou com três mãos na bunda