Cielo Riveros continuava abraçando o velho e deixando ele tocar em tudo o que queria, o álcool na cabeça dela dizia que talvez aquele fosse o presente de aniversário que ela dava pro velho, e pra completar, a cada apertão que o velho dava com o pau, ela sentia a buceta dela começando a derreter num mar de líquidos quentes. Naqueles momentos, Dom Severiano já apertava as nádegas dela cheias de mão, satisfazendo e enchendo o toque com a carne da estudante, que já sentia o dedo do velho procurando o buraco de trás pra dedar.
A garota já tava gostando pra caralho, a buceta dela já tava muito molhada, e ao mesmo tempo ela sentia que o velho já começava a respirar pesado. E no momento em que Dom Severiano colocou timidamente o dedo do meio na entrada do cu dela, sem saber os motivos e tentando não deixar o velho perceber, ela arrebitou mais a bunda, buscando o contato daquele dedo com a entrada do ânus dela por cima do vestido, claro.
A mão do velho envolveu devagar o quadril dela e passou na frente da cintura, torcendo e grudando nela. Cielo Riveros agora sentia o pau duro dele pressionando corajosamente no meio das nádegas dela, o coração começou a bater forte, os peitinhos dela endureceram como pedras.
Em um minuto, Dom Severiano já tava esfregando o pau como se realmente estivesse metendo, enquanto com a mão acariciava a buceta dela por cima do vestido. Lupe sentiu o sabor gostoso do proibido de olhos fechados. Ele chamava ela cada vez mais, e ela se sentia uma delícia, percebia como o quase sogro mexia a mão grande na bucetinha dela como se estivesse masturbando ela, e era exatamente isso que o velho nojento tava fazendo. Pra garotinha gostosa, tudo o que estavam fazendo com ela tinha um gosto delicioso, quando as mãos de Dom Severiano começaram a descer pelas coxas dela e então a garota não entendeu por que ele levantou o vestido dela, mas por enquanto ele deixe o velho fazer o que quer, até ela mesma se perguntou como era que não resistia? o velho já estava sentindo e passando a mão pela pele da barriga nua dela. ela só estremeceu, sem saber o que fazer ou dizer, o cheiro forte de tabaco e álcool que Dom Severiano soltava enchia os pulmões dela e ela amava aquilo, sabia que naquele canto da casa ninguém os via, agora sentia como a mão do velho passava por baixo da calcinha preta de renda dela para começar a acariciar a pouca bunda lisa, macia e brilhante, e depois descer um dos dedos e desenhar a bocetinha dela com um deles, que já estava toda ensopada, a garota, quase sem pensar nas consequências, começou a reboltar a bunda contra o pau duro que o velho escondia na calça.
— Nãoooo, Dom Sevee...rianoooo... não me to...queeeee..., Cielo Riveros pediu ao velho de forma cortada e com os olhinhos fechados, colocando uma das mãozinhas sobre a mão peluda do velho que esfregava a buceta dela, no entanto, ela também mexia o quadril para trás buscando aquela dureza para fazer contato com as partes mais sensíveis da bunda dela...
— Tira a calcinha, sua putinha... já que vejo que não tem coragem de vir rolar comigo... quero que me dê de presente de aniversário, hehehehe...
— Dom Severiano... aqui... eu dei pra ele de presente de 58 anos..., respondeu a tenra colegial, oferecendo a ele, o velho encantado recebeu e, depois de cheirá-las quase até sufocar junto com os olhinhos verdes da Lupe, guardou no bolso interno do paletó como se fosse um troféu de verdade, e então começou a beijar o pescoço dela de novo, o velho, percebendo como a garota quase se contorcia de sei lá o quê, virou-a devagar até ficar de frente para ele, sem mais esperar, simplesmente com a boca fedorenta na boca fresca dela, Cielo Riveros. recebeu ele, dando amostras. que por um tempo ela também quis, e ele mostrou isso levantando uma das coxas até o quadril do velho e, com a perna erguida, empurrando ele por trás, deixando a compressão dos corpos mais completa. Seu Severiano aproveitou pra esfregar à vontade aquela curva da coxa levantada que se entregava a tudo. a curva da bunda macia da novinha, depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo.depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo.depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo. A colegial, enquanto ainda era beijada a cada segundo que passava, se entregou àquela relação alucinante com o sogro, com a mãozinha dela e por cima da roupa ela passou e sentiu aquela pica nova que Seu Severiano tava ensinando que não tinha nada a ver com o pau convencional que Rodrigo tinha sentido só uns dias atrás, era óbvio que o velho não era o pai biológico dela, a colegial esclareceu quando percebeu que mesmo com a mão cheia ela não conseguia envolver ele, e quando passou a palma da mão por cima era interminável. Seu Seve, percebendo como a —Tira de mim, sua puta... Quero que você se ajoelhe como a vagabunda que é e chupe meu pau, hehehehe... Lembra que hoje é meu aniversário, e você é o presente que meu enteado me trouxe, hahaha... O velho de novo enfiou a mão perdida na buceta da puta, masturbando ela e esquentando pra não deixar a garota pensar direito.
Lupe, parada do lado do velho e tão molhada quanto possível, começou a desabotoar a calça dele. Ela adorava o jeito arrogante como ele começava a tratá-la, e ficava ainda mais excitada quando o velho lembrava a cada momento que ela era a namorada do enteado dele. O simples fato de se sentir como o presente de aniversário que o velho esperava há tanto tempo fazia uma bomba-relógio se formar no corpo dela, prestes a explodir a qualquer instante. Quase sem pensar, com os dedos trêmulos, ela abaixou o zíper, abriu bem a braguilha, e meteu a mão com dedicação, agarrando a cobra grossa que Don Severiano tinha como pau, e então puxou pra fora diante dos olhos dela.
**littlelupe**
A garota estava como hipnotizada e aterrorizada pela imagem insana e vergonhosa que tinha diante dos olhos. O que ela via, e que sua mãozinha branca não conseguia envolver, não tinha nome. Sentiu uma vontade urgente de soltar aquilo pelo medo que causava, mas algo na mente dela se opunha, forçando-a a segurar firme naquele venerável instrumento viril. Claramente, sua consciência dizia que, dos paus que ela já tinha experimentado antes, o de Dom Pedro era o maior. Esse aparentemente superava ele, e não era que o velho mecânico tivesse um pequeno, de jeito nenhum. Era simplesmente que Dom Severiano estava exibindo uma monstruosidade. Apesar da escuridão no lugar onde estavam, dava pra ver quase em todo o esplendor: uma quantidade enorme de baba e saliva se formou debaixo da língua dela, já que instintivamente sentiu uma vontade tremenda de colocar aquilo na boca, se coubesse. Mulher possessa, ela se ajoelhou sem tirar os olhos por um segundo daquela massa grotesca de carne que pulsava na frente dela, e quando estava prestes a pegar também com a outra mãozinha para sentir à vontade, notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido. Notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido. Notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido.
— A PUTA DO PAPAGAIO, CUZÃO... hahahaha! Isso tá pendente, mamãe gostosa...!! — disse-lhe Dom Seve ao mesmo tempo que tirou o pau das mãos dela e guardou de novo, e continuou: — Vou sair por uma porta dos fundos e dar a volta até chegar na frente da casa... Vou dizer que fui comprar cigarro... e você se levanta... espera um pouco e sai fingindo que é do mesmo lugar que a gente veio, hahahaha...
Cielo Riveros, que ainda não tinha reagido, viu o velho Severiano desaparecer por uma porta de latão enferrujada que ficava atrás do pátio e dava para a rua. Ela se levantou rápido e arrumou o vestido, enquanto limpava os joelhos da sujeira do chão onde estava ajoelhada, tinha acabado de perceber que tinha dado a calcinha para o padrasto do namorado e que estava a segundos de chupar o pau dele.
Dom Severiano consegue ficar a sós com a colegial gostosa.
O jantar estava rolando quase normal, Dom Severiano estava se divertindo pra caralho no aniversário dele, a recente aventura no quintal da casa com a namorada do enteado, de apenas 19 anos, tinha deixado ele num estado de febre delirante, de canto de olho ele olhava a mulherão que tinha feito sentar do lado dele enquanto, continuamente e se achando no direito, colocava uma das mãos grandes nas pernas macias da novinha por baixo da Na mesa, ela, sorrateiramente e para não criar uma situação desconfortável, tirou-os, tentando não deixar ninguém perceber o que estava rolando. Debaixo da toalha.
Assim, o jantar continuou, com Cielo Riveros mal tocando no prato; ela estava mais preocupada em tirar as mãos do sogro das coxas do que qualquer outra coisa, somado ao fato de que a maioria dos velhos que dividiam a mesa a devoravam mais com os olhos do que a comida nos pratos, enquanto Dom Severiano alternava os apalpões com uma vontade real de enfiar a cara debaixo da mesa, abrir as pernas dela e dar uma boa chupada de puta ali mesmo, na frente de todo mundo. Ele pensava nisso, devorando o começo dos peitos dela, que estavam a centímetros de onde ele estava sentado. Se perguntava como tinha sido tão burro de não ter apalpado ou chupado aqueles peitos, e sabendo que a garota estava sem calcinha e que elas estavam no bolso do paletó dele, a situação quente praticamente o deixava erotizado.
Até que, enquanto esses eventos libidinosos rolavam, chegou a hora do bolo. —Desejo...! Desejo!!, gritaram os compadres do velho com copo na mão, antes que ele soprasse a vela. O velho, com sua cara mais pervertida, olhou fundo nos olhos verdes de Lupe num momento em que a garota o encarou. Ele disse telepaticamente a ela que tinha o desejo dele entre as pernas dela, o que a garota captou quase na hora, corando e desviando o olhar para qualquer parte da mesa, com uma das mãozinhas nos lábios.
Quando a garota envergonhada e apalpada finalmente conseguiu se levantar da mesa, foi correndo procurar o namorado. Ia pedir para ele deixá-la em casa, já que as experiências recentes, somadas à febre que Dom Severiano estava na festa — e ela sabia bem —, podiam fazer com que ela cometesse algo ultrajante. Todo esse tempo sem provar uma boa rola depois das fodas monstruosas que o velho Pedro tinha dado naquela cadela, e a... pauzadas brutais do mestre Tulio e do mané do Juan, tavam quase acabando com ele, ela quase queria que qualquer cara a interceptasse em qualquer lugar e a estuprasse na mesma rua ou em qualquer beco escuro do jeito que só ela gostava
Um tempo depois, os dois jovens combinaram de se encontrar na segunda-feira na casa da moça, Rodrigo foi deixar Cielo Riveros em casa, enquanto isso, no dia seguinte, Dom Severiano pensava: o filho babaca da sua mulher estava a poucas horas de encontrar a maravilhosa colegial que na noite anterior tinha dado sinais claros de que, só de esfregar um pouco nela, ela começaria a se comportar como a melhor das putas, e tão novinha que dava pra ver de cara. Ele sorriu sozinho.
Devagar, começou a montar a ideia que tinha na cabeça.
Naquela mesma noite, o garanhão italiano deu ordens pra esposa e pro enteado: — É assim que você me escuta, mulher... Se eu não te autorizei antes a viajar pra ver sua irmã doente foi porque não tinha grana, você pode ficar três dias com ela e volta..., Dom Seve terminou de falar, quase dando uma ordem pra esposa, e depois continuou com o jovem: — E você, inútil!!, disse agora se referindo a Rodrigo, — Amanhã você vai deixar sua mãe no terminal, já que ela vai vir carregada de sacolas, aproveitando que você não trabalha às segundas, hahahaha!!!
No dia seguinte, às 9h30, o velho Severiano, todo excitado, voltou pra casa depois de ter ido ele mesmo deixar a esposa e o enteado num táxi. Do bolso do paletó, tirou a calcinha de Cielo Riveros e começou a cheirar fundo, como se aquilo desse força pro que faria a seguir. Do outro bolso, tirou o celular de Rodrigo, que tinha escondido no dia anterior por descuido do moleque, e simplesmente digitou o número de Lupe, que tava marcado como favorito.
Enquanto isso, Cielo Riveros, em casa, escolheu a calcinha menor que tinha, essa era branca, igual o sutiã, pensou que com isso ela ia deixar o namorado dela louco porque a calcinha baixa dela mal cobria o começo da rachinha e ainda mostrava alguns pelinhos íntimos que brilhavam sedosos, aí ela escolheu um vestido azul apertado e maravilhoso que batia no meio da coxa, era daqueles com alças nos ombros e desenhava morbidamente de um jeito diabólico cada centímetro da figura curvilínea e enorme dela, e pra completar o look enlouquecedor, ela calçou umas sandálias lindas de salto médio que, além de deixá-la ainda mais espetacular, valorizavam a bunda dela, fazendo ele ficar ainda mais empinado do que já estava.
Enquanto a garota arrumada e nervosa esperava o namorado na sala de casa, ouviu o telefone tocar. Assim que viu que era o Rodrigo ligando, começou a atender do jeito mais feminino e provocante que conseguia,
— Alô!?, a voz da Lupe soou como a mais linda das canções de Natal nos ouvidos peludos do seu Severiano,
— Alôôôô!!! rugiu a voz do velhote no telefone, a mocinha percebeu na hora que não era a voz do Rodrigo,
— Quem tá falando!?, perguntou a garota meio preocupada...
— Sou eu, Severiano... como é que cê tá, mocinha?...
Lupe ficou petrificada, nunca imaginou que seria o seu Severiano, o quase sogro dela, quem ligasse, ela ainda não entendia direito por que ele tava falando no telefone do namorado dela.
— Ehhh bom dia, seu Severianooo... Como o senhor tá?
— Eu tô bem, Lupe... Hehehe, quem tá meio complicado é o seu namorado... Ele pediu pra eu ligar pra você...
— O que que aconteceu com ele!?, o que ele tem!?, me fala!... a garota ficou preocupada quase na hora
— Ele acordou doente, tá tão ruim que pediu pra eu avisar que não ia conseguir ir na sua casa como combinaram... Cielo Riveros começou a ficar realmente preocupada, a voz do seu Severiano era tão convincente que ela não duvidou nem um pouco do que ele tava dizendo, ele Quase esqueci naquele momento o que tinha acontecido entre eles dois dias atrás, no aniversário do velho. Seu Seve, percebendo que a garota estava acreditando, continuou com o que tinha planejado. —É verdade, mocinha, eu vi que o menino estava mal, minha esposa teve que sair e é difícil pra mim ir trabalhar e deixar ele assim. Que tal você vir pra cuidar dele? Eu espero você pra não deixar ele sozinho, e aí, quando você chegar, eu posso ir mais tranquilo... O que me diz!? —Claro, seu...! Me espera, já estou indo pra sua casa agora... Cielo Riveros nunca imaginou as mentiras por trás daquele telefonema. O velho, enquanto esperava a jovem que ele tinha enganado pra foder ela quantas vezes quisesse, até estava bufando de uma febre há muito esperada. Alguns minutos depois, e no momento em que ele olhou pela janela, viu a mulher chegando ao longe. Uma mulher imponente de vestido azul, alguns segundos depois daquela visão fantástica, o pobre quase teve um infarto quando percebeu que era a mesma Cielo Riveros que ele esperava. Ele viu ela se aproximando da porta dele apressada, o que fazia os quadris dela se mexerem incrivelmente gostosos. O pau dele já estava explodindo. A deslumbrante estudante esperava ansiosa e impaciente pela porta ser aberta na casa do Rodrigo, até que finalmente viu Seu Severiano aparecer, que a fez entrar na hora. —Entra... Entra, minha rainha..., o velho teve que segurar a vontade de atacar ela e estuprar ela de qualquer jeito. —Onde ele tá? Cielo Riveros perguntou com o rosto preocupado. —Tá no meu quarto, coloquei ele lá porque é mais confortável... Vamos rápido, vou te levar... Através do engano, Seu Severiano fica sozinho com a namorada do enteado, a muito desejável Cielo Riveros. —Entra... Entra, princesa..., o velho teve que segurar a vontade de pular em cima dela e estuprar ela de qualquer jeito, a jovem muito gostosa de apenas 19 anos. —Onde ele tá? Cielo Riveros perguntou. Com o rosto preocupado, —Ele está no meu quarto, coloquei ele lá porque vai ficar mais confortável... Vamos, vou te levar...
—Ah, obrigada por me avisar, Dom Severiano... e o que você tem? foi a última coisa que a jovem desavisada perguntou quando, ao chegar e entrar no quarto de casamento do velho, percebeu que estava vazio e que o namorado Rodrigo não estava na cama como ela já imaginava...
—O que você acha, gostosa... Não é maravilhoso que finalmente possamos ficar sozinhos e com uma cama disponível só pra gente!?
Para a garota, as palavras de Dom Severiano foram claras: "a cama estava pronta para eles dois sozinhos", sem querer se virar e apenas ouvindo a respiração pesada do velho atrás dela, com uma voz assustada e vermelha por uma vergonha estranha que a invadia, perguntou o que já sabia
—Dom... Se... ve... ria... no... on... de... es... tá... o... Ro... dri... gooo...?.......—Ele teve que sair, outra garota que ele tem de caso veio procurar ele... hahaha... então temos quase o dia inteiro só pra gente...
—Você é um sem-vergonha... como se fosse mentir pra mim desse jeito...
—Cala a boca, entra logo!!!, o velho berrou como um verdadeiro troglodita, —Essa é minha casa... e aqui quem manda sou eu!!, tá claro, sua puta!!!!
Lupe, que tinha tido um mínimo de coragem para enfrentar o coração de pedra de Dom Severiano, mudou de ideia na hora. Ela só percebeu que o velho tinha um brilho estranho nos olhos, que pareciam vermelhos, e sem querer, desviou o olhar para o pau dele, onde claramente e por cima da calça de pano dava pra ver que ele estava durasso, as pernas lindas dela começaram a tremer automaticamente, enquanto achava que sentia o coração batendo nos próprios ouvidos, o velho já se aproximava dela
—Nããão, Dom Severianooo... pelo amor de Deus, nããão... Foi a única coisa que saiu dos lábios da estudante quando, no próprio corpo, sentiu que estava sendo agarrada brutalmente pela cintura pelo padrasto do namorado. O velho a virou de costas e a encostou num móvel de madeira velho que a esposa dele usava pra guardar os utensílios pessoais dela. O velho, com ela de costas pra ele, não conseguia tirar os olhos daquela bunda enorme que a garota escondia debaixo daquele vestido azul maravilhoso. Ele olhou e avaliou aquelas nádegas grandes e bem proporcionadas, e do jeito que deu, encaixou o pau duro bem no meio delas. Tava decidido a pegar aquilo o mais rápido possível...
— Que rabo sublime que tu tem, sua piranha, tu tem uma bucetuda enorme — disse Dom Severiano pra ela, olhando pras nádegas dela e balançando a cabeça de um lado pro outro como se não acreditasse no que os olhos viam. Não hesitou em começar a esfregar devagar na Cielo Riveros, que tava apavorada.
O velho, possuído pela atração que sentia por aquelas formas delineadas que tinha na sua frente naquele momento, não hesitou em começar a esfregar o corpo todo nela, por cima do vestido, principalmente sentindo os peitos dela. Pensou que queria ter ela pelada o mais rápido possível, enquanto sussurrava no ouvido dela: — Como eu te falei outro dia, menininha... Tu é uma gostosa danada, que corpo do caralho tu tem, uma delícia, o que eu acabei de te falar é a mais pura verdade... mas é contigo se quer acreditar em mim ou não, mas aquele viado que tu tem como namorado não merece essa tua belezinha, hehehehe — ele cochichou por trás no ouvido dela. Naquele momento, Lupe sentiu os braços peludos do velho passarem por entre os dela pra começar a apertar ela contra o móvel de madeira velho.
Dom Severiano, aproveitando a passividade da colegial, levantou as mãos grandes pros ombros macios de Lupe e resolveu puxar as alças do vestido dela, com a clara intenção de começar a despir ela, o que fez a garota reagir quase na hora:
— Dom Severianooo... não! O que cê tá fazendo!?... O que cê querrr!? O velho, percebendo que a colegial tava resistindo, foi direto ao ponto:
— Hahahaha!! Eu Assim que você quer ir direto ao ponto, seu filho da puta, a verdade é que no outro dia você me deixou mais que tarada, e se quer saber o que eu quero agora, vou te falar: quero te foder!!!, no outro dia eu reparei como você tava gostoso e se não fossem as outras velhas chamando pra jantar, muito provavelmente eu teria te fodido no fundo do meu quintal, hahahaha você teria se divertido pra caralho, se você já tinha até se posicionado pra chupar meu Pingo, hahahaha...
Lupe apenas olhou para aquele homem muito assustado, que se esforçava pra lembrar ela o quanto ela o atraía e o quanto ele a queria, mas também tinha que humilhá-la daquele jeito, falando todo tipo de besteira, então ela sentiu que o velho a pegou de novo e agora a apertou contra o peito dele, exatamente como tinha feito no quintal, mas agora ele fazia de forma mais descarada, o velho, sem nem esconder ou nada, colocou as mãos por baixo do vestido da estudante pra começar a passar a mão na bunda dela à vontade, e depois continuar com as besteiras dele.
— Pois é, olha só o par de bundas que você tem, sua menina endemoniada, vamos ver se são tão duras como eu imaginei... Plaaaafffffff!!!!!!, a palmada na bunda que Dom Severiano deu foi tão forte que fez a garota soltar um grito alto de dor, o velho só começou a rir alto enquanto falava pra ela, — Você não me decepcionou, seu filho da puta, você tem uma bunda dura e empinada, do jeito que eu gosto, não tenho dúvida que vou adorar enfiar meu pau no seu cu, hahahaha!!!, espero que seja tão apertado como imaginei nas inúmeras punhetas que tirei em sua homenagem, sua puta!!!
— Bem, sua putinha, não dá mais pra perder tempo, Dom Severiano falou com ela com uma cara de tarado enquanto passava os olhos por ela da cabeça aos pés como se estivesse comendo ela com o olhar quente de um estuprador recém-saído da prisão, a respiração dele já estava acelerada, — Vamos aproveitar que minha esposa não está em casa agora. e que o filho idiota dela também não está aqui, hahahaha, vamos foder como dois cachorros-quentes, hahahaha.
Naquele mesmo instante, a petrificada Cielo Riveros testemunhou como o homem gostoso do seu quase sogro abaixou o zíper da calça e tirou o membro ereto para que ela pudesse vê-lo de novo. A colegial, que estava encolhida num canto do quarto, ficou impressionada, mas ao mesmo tempo intimidada, porque o pau daquele velho parecia enorme de novo. A jovem olhou como aquela barra enorme não só era grossa e cheia de veias, mas também bem comprida e curvada para cima, viu ele pulsando agitado, dando a impressão de que aquela coisa tremenda tinha pulmões próprios e estava respirando ofegante. Seus olhinhos se moveram para um emaranhado de pelos pretos na base dele, agora ela realmente via com total clareza e não no escuro como da outra vez. A garota também percebeu que aquele pau aterrorizante, além de ter uma cabeça gorda pra caralho, também tinha uma cabeça bem roxa. Tudo que ela estava vendo era uma combinação que simplesmente a horrorizava, porque ela sabia que as intenções de Dom Severiano eram de foder ela o máximo que pudesse até descarregar todo o sêmen fervendo dentro dela.
Com Lupe em estado de choque total com o que ia acontecer com ela e, estranhamente, quase hipnotizada pelas medidas insanas daquele pau espetacular que parecia mais de um animal do que de um homem normal, ela sentiu que foi pega pelo braço e que seu próximo estuprador já a arrastava para a cama de casal.
— Não, Dom Severianooo... por favor... Não me leva pra cama!!! — exclamou a colegial, dolorida e lutando para que Dom Seve não realizasse sua tarefa safada. A garota, em seu desespero, sentiu que, embora o pau de Dom Seve fosse incrível para ela, ela tinha quase certeza de que não caberia nem na boca, muito menos nos outros dois buracos, disse a si mesma de forma angustiada, o que a levou a resistir ainda mais. Uma resistência feroz para impedir que o padrasto explorador do namorado a fodesse, no entanto, entre gemidos, chutes e empurrões, ela não conseguiu. Não foram suficientes para que o velho infeliz cessasse suas intenções lascivas.
O velho, sabendo que com seu tratamento brutal havia intimidado a garota, aproveitou a oportunidade para terminar de tirar a roupa, revelando seu pau completamente duro e quase urrando para entrar na carne vaginal jovem que ela aparentemente já havia sentido o cheiro, e então seu dono bestial simplesmente se deitou na cama para pegar o que era praticamente dele.
— Seu Severiano... snifff... por favor, não faça isso comigo... sniffsssss... eu sou a namorada do seu enteado, snifffssss — com isso, a garota pensou erroneamente que talvez o velho pensasse no assunto, mas a única coisa que conseguiu foi complicar ainda mais sua situação, já que era exatamente isso que deixava Seu Seve com mais tesão. Foder a namorada do enteado era como ganhar o maior troféu; com isso, ele pensava que, se o rapaz um dia se casasse com a jovem, seria gratificante para seu ego e virilidade saber que ele também tinha fodido a mesma fêmea, até antes dele. Então, ele a pegou novamente, mas agora pelas pernas, puxou o vestido até a cintura como se a garota fosse propriedade completa dele e simplesmente abriu suas coxas com força.
Com isso, ele deixou seu olhar ardente na pequena calcinha branca que a jovem usava, enquanto ela continuava chorando e implorando para que, por favor, não fizessem aquilo com ela. Don Severiano, já claramente enfurecido e quente a ponto de enlouquecer, disse a ela:
— Cala a boca, puta!!!, não te trouxe aqui pra isso!!!, puta safada!!!, cala a boca agora ou vou te dar um tapa e um chute, então é melhor você aproveitar!!!, hahahaha!!!! Te garanto que o Rodriguinho é um viadinho que nunca vai te foder como eu vou fazer hoje, hahahaha!!!!!
Dito isso, o garanhão italiano soltou as pernas brilhantes e nuas de Cielo Riveros e, pegando a Pegou a calcinha minúscula da garota com as duas mãos e rasgou até se livrar dela, revelando a buceta agora nua da colegial, sem nenhuma vergonha. O velho fixou o olhar desequilibrado na xereca tenra, quase sem pelos, e, claramente excitado, não hesitou em terminar de despir ela, puxando o vestido para baixo e depois fazendo o mesmo com o sutiã, até finalmente tê-la do jeito que queria... completamente pelada.
Seu Severiano ajeitou ela como pôde, colocando-a na cama de lado para ficar atrás dela. A jovem, totalmente amedrontada, só se deixava fazer para não levar uma surra como tinham ameaçado.
O velho tarado então passou as mãos pela cintura fina dela, sentindo a maciez enlouquecedora daquela pele jovem e lisa, e depois, com as mãos trêmulas e grandes, começou a deslizar lentamente pela barriga dela, subindo aos poucos até alcançar os peitões femininos e durinhos, recém-desenvolvidos. Começou a apalpar eles desde a base, cobrindo-os por inteiro, experimentando e confirmando a dureza deles exatamente como tinha imaginado.
Enquanto apertava eles, mas sem machucar, os olhos lascivos dele não paravam de percorrer o corpo dela e devorá-la por antecipação. As sedas que as mãos calejadas dele estavam sentindo nos peitos juvenis da garota ameaçavam fazê-lo perder a cabeça. As mãos, os olhos e a mente dele estavam se enchendo e se satisfazendo com a fêmea. O velho já estava apoiando o pau duro dele na bunda da garota para começar a apontar, tomando muito cuidado para não enfiar. Ele queria ficar brincando e apalpando ela até se sentir cheio e satisfeito com tanta carne jovem, mas insistia que a linda Cielo Riveros sentisse e percebesse o quanto ele estava duro por causa dela. Os movimentos que o velho fazia eram tão enérgicos que já davam a impressão de que ele realmente estava metendo nela. A maciez daquela jovem monumental fazia ele se sentir no paraíso.
— Você desgasta esses peitões, hein. Cuzão! Vou te chupar até deixar eles murchos, sua puta!!, você vai ver como a gente vai se divertir, hehehehe, o velho que já tinha começado a comer a orelha dela à disposição disse e riu, dando na garota uma onda gratificante de arrepios gostosos que estavam perturbando os sentidos dela. Don Severiano nesse ponto já estava amassando os peitos dela quase com devoção, aquela estudante gostosa era uma verdadeira Deusa, ele disse pra si mesmo, então começou a apertá-la com mais ímpeto e vigor, queria esquentá-la a qualquer custo. Lupe já pressentia o que ia rolar se o velho decidisse virá-la e começar a chupar os peitos dela, então quis dar um jeito de encurtar o que o corpo dela já começava a exigir, se é que dava nesse ponto. Don Severiano estava no sétimo céu, acariciava a garota com as mãos cheias e de um jeito lascivamente desesperado, não tinha parte do corpo da jovem parceira de cama que ele já não tivesse explorado, embora estivesse deixando a buceta dela pro uso exclusivo do pau dele, enquanto chupava e lambia a orelha dela, ele se surpreendia que de vez em quando as mãos dele sentiam a pele arrepiada de Cielo Riveros que estava curtindo uns arrepios enlouquecedores ao mesmo tempo que já mexia a cabeça num movimento circular e procurava com a orelha babada a língua experiente que pela segunda vez a fazia perder a cabeça. O velho, ao perceber isso, soube na hora que dali em diante talvez as coisas ficassem mais gostosas, rapidamente pegou uma das mãos brancas da garota e a levou pra agarrar a barra pulsante de carne quente dele. Cielo Riveros fechou os olhos e inclinou a cabeça pra trás, pra começar a sentir quase delicadamente aquela estaca grossa e quente de carne, cheia de nervos, que por mais que ela tentasse percorrer ou envolver, não conseguia. — Ah, Don Seve... por favor... não... não... não, por favor... não faz isso comigo... me deixa... me deixaaaa... disse a puta gostosa sem conseguir soltar o pau do velho. pau e, já que ela mesma estava empurrando a bunda para trás, sua respiração já mostrava o estado lamentável de semi-excitação em que se encontrava, o velho safado atento ao jogo o melhor que podia. Ele a virou de frente para ele.
Vídeos da pequena Lupe
A língua e os lábios do velho, que naquele momento estavam lambendo a carne perfumada do pescoço e ombro da garota, moveram-se até alcançar e deslizar na boca deliciosa e fresca de Lupe, ele estava praticamente devorando ela de boca cheia, enquanto ao mesmo tempo, o velho continuava com suas apalpadelas mórbidas e descia com elas até agarrar a bunda dela novamente e puxá-la para perto, para que ela sentisse como a virilidade dele era comprimida pela maciez da barriga dela enquanto sua língua experiente, depois de se satisfazer com a saliva da garota, agora percorria novamente o pescoço feminino dela, dando-lhe ondas de arrepios que eram acentuados pelas cócegas deliciosas que o bigode grosso também proporcionava, e então descia até os peitos inchados dela que aparentemente também já estavam pedindo para serem chupados, o velho, sem pensar duas vezes, começou a chupar os peitos dela com força, causando assim alguns calafrios excitantes na jovem que já a deixavam à beira da rendição total, a buceta dela já era uma fonte de fluidos vaginais, como ela também demonstrava com sua respiração acelerada.
Dom Severiano não deu atenção aos pedidos da fêmea tenra, apenas começou a continuar comendo os peitos dela. Ele tinha certeza de que, se a garota já tinha até se ajoelhado diante dele uma vez porque estava com tesão, nessa nova ocasião não tinha que ser diferente, então ele simplesmente continuou chupando os mamilos dela como se realmente fosse conseguir tirar leite dos peitos dela, ao mesmo tempo que se sentia no paraíso por estar em tais condições com uma fêmea tão gostosa, ele sabia que naquela hora seu enteado ainda devia estar no terminal, o que lhe dava tempo suficiente para que, quando ele voltasse, ele já já estava aproveitando a namorada dele.
— Por favor, Seve... já não... não, não, por favor... já deixa... deixa... pede a boita que na mente já quase não existe Rodrigo nem Dom Pedro, nem ninguém, então era ela e aquela pica escorregadia e enorme que ela tinha enfiado na barriga, ele descrevia que estava toda banhada nas exudações lubrificantes que saíam da ponta dela.
— Vai, vagabunda... eu realmente não quero te estuprar... porque você não me dá o presente de aniversário que prometeu que ia me trazer!?, hehehehe..., ele disse pra ela enquanto mexia o tronco da pica dele em círculos sobre a pélvis quase sem pelos da Cielo Riveros, com a intenção de que ela entendesse na hora que tipo de presente ele estava exigindo.
O namorado da Cielo Riveros vai entrar em casa e o padrasto dele vai estar entretendo a Lupi, uma gostosa pra caralho.
Quando fechou a porta da frente da casa dele, o garoto angustiado sentiu claramente como o padrasto, aproveitando que a mãe não estava em casa, tinha trazido outra das putas dele pra foder. Isso era comum pra ele e não era a primeira vez que fazia. Os bufos e os guinchos altos feitos pelas molas da cama deixavam claro que a situação era óbvia.
O jovem, muito irritado com a ação sem vergonha do padrasto, ligou a televisão no volume máximo. Ele estava determinado a fazer o velho perceber que ele tinha chegado em casa e assim estragar a festa pra ele.
Enquanto no quarto de casal da Cielo Riveros a garota de 19 anos, completamente banhada em suor, cavalgava como se estivesse desesperada em cima do Dom Severiano, ela estava prestes a ter o melhor orgasmo da manhã, mas o zumbido alto da televisão vindo da sala de jantar distraiu ela e ela caiu na real de que tinha mais alguém na casa. Da melhor forma que pôde, ela diminuiu os movimentos pra olhar aterrorizada pro velho que ela mesma tinha fodido nos últimos 15 minutos.
— Dom Seve, alguém chegou em casa..., ela disse pra ele, ainda empalada até o talo e com A carinha dela, que tinha assumido de novo aqueles traços finos que eram comuns nela...
— É, deve ser teu namorado, hehehehe... mas fica tranquila, ele não consegue entrar aqui... Vamos continuar fudendo do mesmo jeito que a gente tava, o velho falou pra ela com as mãos grandes enfiadas entre as nádegas macias e o quadril dela,
— Fico triste de estar fazendo isso com você e ele estar lá fora... A garota disse num sussurro, que só de imaginar que o Rodrigo dela estava a poucos metros de onde ela tava dando pro padrasto, uma vontade imensa de rebolar a cintura e mexer a pica do velho lá dentro da barriga dela tomou conta da parte mais safada da mente dela...
— Então, sua coisinha... Continua rebolando assim, o velho, percebendo que a garota, mesmo com o amante do outro lado da parede de onde eles estavam, não conseguia parar de se mexer, começou a incentivar ela a continuar fudendo sem vergonha nenhuma, exatamente como estavam fazendo antes do corno infeliz chegar.
Um pouco antes disso, o tal Rodrigo, que com um sorriso malicioso notou como o padrasto junto com a puta que estava ali diminuíram a foda que estavam levando, pensou errado que o velho ia levantar e botar ela pra fora na rua, igual já tinha feito outras vezes, mas infelizmente depois de sentir eles cochichando entre si, os dois sem-vergonhas começaram a se mexer de novo do mesmo jeito que ele tinha ouvido quando chegou em casa, e vendo que o velho não ia parar de foder a mulher que estava deitada com ele, ele simplesmente desligou a televisão e preferiu ir pro quarto dele.
— Tá vendo como ele é viadinho!? Não tem coragem nem de vir defender a honra da própria mãe, hahahaha...
Lupe só olhou pra ele com os olhos semicerrados, sem parar de mexer o quadril de trás pra frente, onde também fazia movimentos circulares deliciosos quando as duas pelves se encontravam, apertando e chupando ele com a buceta, as mãozinhas dela descansavam no A barriga molenga do velho deixou ela num estado febril doentio. O fato de seu Rodrigo estar ouvindo como Dom Severiano a comia a deixava furiosa, e mesmo que quisesse, não conseguia parar de enfiar a pica grossa que estava cravada nela na mesma altura da cintura.
Até que seu temperamento quente explodiu e, sem medir consequências, ela se entregou à situação quente e mórbida, simplesmente começou a foder como uma louca.
— Ahhhh... gostosoo... papiii!!! Me come... me fode sempre assim!! Maldito!! O ambiente no quarto cheirava intensamente a sexo, o cheiro erótico de coito, buceta molhada e pica eram envolventes. — Aaaahhh ahhhh... gostosoooo! Gostosoooo!! Cachorro!! A garota cravava as unhas no peito peludo do seu macho, um orgasmo estremecedor vinha a passos largos. — Vou gozar... vou gozaaaar papiii!! Maldiiito! Ahhhgg!!!
— Eu também!!! Gatinha... te amo!!! — disse Dom Severiano, só pra falar alguma coisa. — Você é divina pra fuder... putaaa!!! Pica e buceta se moviam e raspavam em uníssono, até que em dado momento os dois ficaram grudados, se esfregando desesperadamente. A pica de Dom Severiano se esvaziou com 5 jorros de esperma grosso dentro da buceta de Cielo Riveros, enquanto a garota contraía os músculos vaginais com a única intenção de extrair cada gota de sêmen daquela pica grossa que a tinha enfeitiçado. Quando tudo acabou, a colegial simplesmente se deixou cair, desfalecida e exausta, no peito peludo do padrasto do namorado. Incrivelmente, ela se sentiu bem cuidada e sexualmente satisfeita depois da surra brutal que tinha levado. Instintivamente, começou a encher o rosto dele de beijos molhados e frescos, que ela mesma não sabia por que estava dando.
A garota já tava gostando pra caralho, a buceta dela já tava muito molhada, e ao mesmo tempo ela sentia que o velho já começava a respirar pesado. E no momento em que Dom Severiano colocou timidamente o dedo do meio na entrada do cu dela, sem saber os motivos e tentando não deixar o velho perceber, ela arrebitou mais a bunda, buscando o contato daquele dedo com a entrada do ânus dela por cima do vestido, claro.
A mão do velho envolveu devagar o quadril dela e passou na frente da cintura, torcendo e grudando nela. Cielo Riveros agora sentia o pau duro dele pressionando corajosamente no meio das nádegas dela, o coração começou a bater forte, os peitinhos dela endureceram como pedras.
Em um minuto, Dom Severiano já tava esfregando o pau como se realmente estivesse metendo, enquanto com a mão acariciava a buceta dela por cima do vestido. Lupe sentiu o sabor gostoso do proibido de olhos fechados. Ele chamava ela cada vez mais, e ela se sentia uma delícia, percebia como o quase sogro mexia a mão grande na bucetinha dela como se estivesse masturbando ela, e era exatamente isso que o velho nojento tava fazendo. Pra garotinha gostosa, tudo o que estavam fazendo com ela tinha um gosto delicioso, quando as mãos de Dom Severiano começaram a descer pelas coxas dela e então a garota não entendeu por que ele levantou o vestido dela, mas por enquanto ele deixe o velho fazer o que quer, até ela mesma se perguntou como era que não resistia? o velho já estava sentindo e passando a mão pela pele da barriga nua dela. ela só estremeceu, sem saber o que fazer ou dizer, o cheiro forte de tabaco e álcool que Dom Severiano soltava enchia os pulmões dela e ela amava aquilo, sabia que naquele canto da casa ninguém os via, agora sentia como a mão do velho passava por baixo da calcinha preta de renda dela para começar a acariciar a pouca bunda lisa, macia e brilhante, e depois descer um dos dedos e desenhar a bocetinha dela com um deles, que já estava toda ensopada, a garota, quase sem pensar nas consequências, começou a reboltar a bunda contra o pau duro que o velho escondia na calça.
— Nãoooo, Dom Sevee...rianoooo... não me to...queeeee..., Cielo Riveros pediu ao velho de forma cortada e com os olhinhos fechados, colocando uma das mãozinhas sobre a mão peluda do velho que esfregava a buceta dela, no entanto, ela também mexia o quadril para trás buscando aquela dureza para fazer contato com as partes mais sensíveis da bunda dela...
— Tira a calcinha, sua putinha... já que vejo que não tem coragem de vir rolar comigo... quero que me dê de presente de aniversário, hehehehe...
— Dom Severiano... aqui... eu dei pra ele de presente de 58 anos..., respondeu a tenra colegial, oferecendo a ele, o velho encantado recebeu e, depois de cheirá-las quase até sufocar junto com os olhinhos verdes da Lupe, guardou no bolso interno do paletó como se fosse um troféu de verdade, e então começou a beijar o pescoço dela de novo, o velho, percebendo como a garota quase se contorcia de sei lá o quê, virou-a devagar até ficar de frente para ele, sem mais esperar, simplesmente com a boca fedorenta na boca fresca dela, Cielo Riveros. recebeu ele, dando amostras. que por um tempo ela também quis, e ele mostrou isso levantando uma das coxas até o quadril do velho e, com a perna erguida, empurrando ele por trás, deixando a compressão dos corpos mais completa. Seu Severiano aproveitou pra esfregar à vontade aquela curva da coxa levantada que se entregava a tudo. a curva da bunda macia da novinha, depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo.depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo.depois que ela se satisfez em apalpar aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha dela e levou até o volume, onde a garotinha finalmente pôde sentir por si mesma aquela pica quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ela com roupa e tudo. A colegial, enquanto ainda era beijada a cada segundo que passava, se entregou àquela relação alucinante com o sogro, com a mãozinha dela e por cima da roupa ela passou e sentiu aquela pica nova que Seu Severiano tava ensinando que não tinha nada a ver com o pau convencional que Rodrigo tinha sentido só uns dias atrás, era óbvio que o velho não era o pai biológico dela, a colegial esclareceu quando percebeu que mesmo com a mão cheia ela não conseguia envolver ele, e quando passou a palma da mão por cima era interminável. Seu Seve, percebendo como a —Tira de mim, sua puta... Quero que você se ajoelhe como a vagabunda que é e chupe meu pau, hehehehe... Lembra que hoje é meu aniversário, e você é o presente que meu enteado me trouxe, hahaha... O velho de novo enfiou a mão perdida na buceta da puta, masturbando ela e esquentando pra não deixar a garota pensar direito.
Lupe, parada do lado do velho e tão molhada quanto possível, começou a desabotoar a calça dele. Ela adorava o jeito arrogante como ele começava a tratá-la, e ficava ainda mais excitada quando o velho lembrava a cada momento que ela era a namorada do enteado dele. O simples fato de se sentir como o presente de aniversário que o velho esperava há tanto tempo fazia uma bomba-relógio se formar no corpo dela, prestes a explodir a qualquer instante. Quase sem pensar, com os dedos trêmulos, ela abaixou o zíper, abriu bem a braguilha, e meteu a mão com dedicação, agarrando a cobra grossa que Don Severiano tinha como pau, e então puxou pra fora diante dos olhos dela.
**littlelupe**
A garota estava como hipnotizada e aterrorizada pela imagem insana e vergonhosa que tinha diante dos olhos. O que ela via, e que sua mãozinha branca não conseguia envolver, não tinha nome. Sentiu uma vontade urgente de soltar aquilo pelo medo que causava, mas algo na mente dela se opunha, forçando-a a segurar firme naquele venerável instrumento viril. Claramente, sua consciência dizia que, dos paus que ela já tinha experimentado antes, o de Dom Pedro era o maior. Esse aparentemente superava ele, e não era que o velho mecânico tivesse um pequeno, de jeito nenhum. Era simplesmente que Dom Severiano estava exibindo uma monstruosidade. Apesar da escuridão no lugar onde estavam, dava pra ver quase em todo o esplendor: uma quantidade enorme de baba e saliva se formou debaixo da língua dela, já que instintivamente sentiu uma vontade tremenda de colocar aquilo na boca, se coubesse. Mulher possessa, ela se ajoelhou sem tirar os olhos por um segundo daquela massa grotesca de carne que pulsava na frente dela, e quando estava prestes a pegar também com a outra mãozinha para sentir à vontade, notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido. Notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido. Notei que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para ir à mesa, já que o jantar estava servido.
— A PUTA DO PAPAGAIO, CUZÃO... hahahaha! Isso tá pendente, mamãe gostosa...!! — disse-lhe Dom Seve ao mesmo tempo que tirou o pau das mãos dela e guardou de novo, e continuou: — Vou sair por uma porta dos fundos e dar a volta até chegar na frente da casa... Vou dizer que fui comprar cigarro... e você se levanta... espera um pouco e sai fingindo que é do mesmo lugar que a gente veio, hahahaha...
Cielo Riveros, que ainda não tinha reagido, viu o velho Severiano desaparecer por uma porta de latão enferrujada que ficava atrás do pátio e dava para a rua. Ela se levantou rápido e arrumou o vestido, enquanto limpava os joelhos da sujeira do chão onde estava ajoelhada, tinha acabado de perceber que tinha dado a calcinha para o padrasto do namorado e que estava a segundos de chupar o pau dele.
Dom Severiano consegue ficar a sós com a colegial gostosa.
O jantar estava rolando quase normal, Dom Severiano estava se divertindo pra caralho no aniversário dele, a recente aventura no quintal da casa com a namorada do enteado, de apenas 19 anos, tinha deixado ele num estado de febre delirante, de canto de olho ele olhava a mulherão que tinha feito sentar do lado dele enquanto, continuamente e se achando no direito, colocava uma das mãos grandes nas pernas macias da novinha por baixo da Na mesa, ela, sorrateiramente e para não criar uma situação desconfortável, tirou-os, tentando não deixar ninguém perceber o que estava rolando. Debaixo da toalha.
Assim, o jantar continuou, com Cielo Riveros mal tocando no prato; ela estava mais preocupada em tirar as mãos do sogro das coxas do que qualquer outra coisa, somado ao fato de que a maioria dos velhos que dividiam a mesa a devoravam mais com os olhos do que a comida nos pratos, enquanto Dom Severiano alternava os apalpões com uma vontade real de enfiar a cara debaixo da mesa, abrir as pernas dela e dar uma boa chupada de puta ali mesmo, na frente de todo mundo. Ele pensava nisso, devorando o começo dos peitos dela, que estavam a centímetros de onde ele estava sentado. Se perguntava como tinha sido tão burro de não ter apalpado ou chupado aqueles peitos, e sabendo que a garota estava sem calcinha e que elas estavam no bolso do paletó dele, a situação quente praticamente o deixava erotizado.
Até que, enquanto esses eventos libidinosos rolavam, chegou a hora do bolo. —Desejo...! Desejo!!, gritaram os compadres do velho com copo na mão, antes que ele soprasse a vela. O velho, com sua cara mais pervertida, olhou fundo nos olhos verdes de Lupe num momento em que a garota o encarou. Ele disse telepaticamente a ela que tinha o desejo dele entre as pernas dela, o que a garota captou quase na hora, corando e desviando o olhar para qualquer parte da mesa, com uma das mãozinhas nos lábios.
Quando a garota envergonhada e apalpada finalmente conseguiu se levantar da mesa, foi correndo procurar o namorado. Ia pedir para ele deixá-la em casa, já que as experiências recentes, somadas à febre que Dom Severiano estava na festa — e ela sabia bem —, podiam fazer com que ela cometesse algo ultrajante. Todo esse tempo sem provar uma boa rola depois das fodas monstruosas que o velho Pedro tinha dado naquela cadela, e a... pauzadas brutais do mestre Tulio e do mané do Juan, tavam quase acabando com ele, ela quase queria que qualquer cara a interceptasse em qualquer lugar e a estuprasse na mesma rua ou em qualquer beco escuro do jeito que só ela gostava
Um tempo depois, os dois jovens combinaram de se encontrar na segunda-feira na casa da moça, Rodrigo foi deixar Cielo Riveros em casa, enquanto isso, no dia seguinte, Dom Severiano pensava: o filho babaca da sua mulher estava a poucas horas de encontrar a maravilhosa colegial que na noite anterior tinha dado sinais claros de que, só de esfregar um pouco nela, ela começaria a se comportar como a melhor das putas, e tão novinha que dava pra ver de cara. Ele sorriu sozinho.
Devagar, começou a montar a ideia que tinha na cabeça.
Naquela mesma noite, o garanhão italiano deu ordens pra esposa e pro enteado: — É assim que você me escuta, mulher... Se eu não te autorizei antes a viajar pra ver sua irmã doente foi porque não tinha grana, você pode ficar três dias com ela e volta..., Dom Seve terminou de falar, quase dando uma ordem pra esposa, e depois continuou com o jovem: — E você, inútil!!, disse agora se referindo a Rodrigo, — Amanhã você vai deixar sua mãe no terminal, já que ela vai vir carregada de sacolas, aproveitando que você não trabalha às segundas, hahahaha!!!
No dia seguinte, às 9h30, o velho Severiano, todo excitado, voltou pra casa depois de ter ido ele mesmo deixar a esposa e o enteado num táxi. Do bolso do paletó, tirou a calcinha de Cielo Riveros e começou a cheirar fundo, como se aquilo desse força pro que faria a seguir. Do outro bolso, tirou o celular de Rodrigo, que tinha escondido no dia anterior por descuido do moleque, e simplesmente digitou o número de Lupe, que tava marcado como favorito.
Enquanto isso, Cielo Riveros, em casa, escolheu a calcinha menor que tinha, essa era branca, igual o sutiã, pensou que com isso ela ia deixar o namorado dela louco porque a calcinha baixa dela mal cobria o começo da rachinha e ainda mostrava alguns pelinhos íntimos que brilhavam sedosos, aí ela escolheu um vestido azul apertado e maravilhoso que batia no meio da coxa, era daqueles com alças nos ombros e desenhava morbidamente de um jeito diabólico cada centímetro da figura curvilínea e enorme dela, e pra completar o look enlouquecedor, ela calçou umas sandálias lindas de salto médio que, além de deixá-la ainda mais espetacular, valorizavam a bunda dela, fazendo ele ficar ainda mais empinado do que já estava.
Enquanto a garota arrumada e nervosa esperava o namorado na sala de casa, ouviu o telefone tocar. Assim que viu que era o Rodrigo ligando, começou a atender do jeito mais feminino e provocante que conseguia,
— Alô!?, a voz da Lupe soou como a mais linda das canções de Natal nos ouvidos peludos do seu Severiano,
— Alôôôô!!! rugiu a voz do velhote no telefone, a mocinha percebeu na hora que não era a voz do Rodrigo,
— Quem tá falando!?, perguntou a garota meio preocupada...
— Sou eu, Severiano... como é que cê tá, mocinha?...
Lupe ficou petrificada, nunca imaginou que seria o seu Severiano, o quase sogro dela, quem ligasse, ela ainda não entendia direito por que ele tava falando no telefone do namorado dela.
— Ehhh bom dia, seu Severianooo... Como o senhor tá?
— Eu tô bem, Lupe... Hehehe, quem tá meio complicado é o seu namorado... Ele pediu pra eu ligar pra você...
— O que que aconteceu com ele!?, o que ele tem!?, me fala!... a garota ficou preocupada quase na hora
— Ele acordou doente, tá tão ruim que pediu pra eu avisar que não ia conseguir ir na sua casa como combinaram... Cielo Riveros começou a ficar realmente preocupada, a voz do seu Severiano era tão convincente que ela não duvidou nem um pouco do que ele tava dizendo, ele Quase esqueci naquele momento o que tinha acontecido entre eles dois dias atrás, no aniversário do velho. Seu Seve, percebendo que a garota estava acreditando, continuou com o que tinha planejado. —É verdade, mocinha, eu vi que o menino estava mal, minha esposa teve que sair e é difícil pra mim ir trabalhar e deixar ele assim. Que tal você vir pra cuidar dele? Eu espero você pra não deixar ele sozinho, e aí, quando você chegar, eu posso ir mais tranquilo... O que me diz!? —Claro, seu...! Me espera, já estou indo pra sua casa agora... Cielo Riveros nunca imaginou as mentiras por trás daquele telefonema. O velho, enquanto esperava a jovem que ele tinha enganado pra foder ela quantas vezes quisesse, até estava bufando de uma febre há muito esperada. Alguns minutos depois, e no momento em que ele olhou pela janela, viu a mulher chegando ao longe. Uma mulher imponente de vestido azul, alguns segundos depois daquela visão fantástica, o pobre quase teve um infarto quando percebeu que era a mesma Cielo Riveros que ele esperava. Ele viu ela se aproximando da porta dele apressada, o que fazia os quadris dela se mexerem incrivelmente gostosos. O pau dele já estava explodindo. A deslumbrante estudante esperava ansiosa e impaciente pela porta ser aberta na casa do Rodrigo, até que finalmente viu Seu Severiano aparecer, que a fez entrar na hora. —Entra... Entra, minha rainha..., o velho teve que segurar a vontade de atacar ela e estuprar ela de qualquer jeito. —Onde ele tá? Cielo Riveros perguntou com o rosto preocupado. —Tá no meu quarto, coloquei ele lá porque é mais confortável... Vamos rápido, vou te levar... Através do engano, Seu Severiano fica sozinho com a namorada do enteado, a muito desejável Cielo Riveros. —Entra... Entra, princesa..., o velho teve que segurar a vontade de pular em cima dela e estuprar ela de qualquer jeito, a jovem muito gostosa de apenas 19 anos. —Onde ele tá? Cielo Riveros perguntou. Com o rosto preocupado, —Ele está no meu quarto, coloquei ele lá porque vai ficar mais confortável... Vamos, vou te levar...
—Ah, obrigada por me avisar, Dom Severiano... e o que você tem? foi a última coisa que a jovem desavisada perguntou quando, ao chegar e entrar no quarto de casamento do velho, percebeu que estava vazio e que o namorado Rodrigo não estava na cama como ela já imaginava...
—O que você acha, gostosa... Não é maravilhoso que finalmente possamos ficar sozinhos e com uma cama disponível só pra gente!?
Para a garota, as palavras de Dom Severiano foram claras: "a cama estava pronta para eles dois sozinhos", sem querer se virar e apenas ouvindo a respiração pesada do velho atrás dela, com uma voz assustada e vermelha por uma vergonha estranha que a invadia, perguntou o que já sabia
—Dom... Se... ve... ria... no... on... de... es... tá... o... Ro... dri... gooo...?.......—Ele teve que sair, outra garota que ele tem de caso veio procurar ele... hahaha... então temos quase o dia inteiro só pra gente...
—Você é um sem-vergonha... como se fosse mentir pra mim desse jeito...
—Cala a boca, entra logo!!!, o velho berrou como um verdadeiro troglodita, —Essa é minha casa... e aqui quem manda sou eu!!, tá claro, sua puta!!!!
Lupe, que tinha tido um mínimo de coragem para enfrentar o coração de pedra de Dom Severiano, mudou de ideia na hora. Ela só percebeu que o velho tinha um brilho estranho nos olhos, que pareciam vermelhos, e sem querer, desviou o olhar para o pau dele, onde claramente e por cima da calça de pano dava pra ver que ele estava durasso, as pernas lindas dela começaram a tremer automaticamente, enquanto achava que sentia o coração batendo nos próprios ouvidos, o velho já se aproximava dela
—Nããão, Dom Severianooo... pelo amor de Deus, nããão... Foi a única coisa que saiu dos lábios da estudante quando, no próprio corpo, sentiu que estava sendo agarrada brutalmente pela cintura pelo padrasto do namorado. O velho a virou de costas e a encostou num móvel de madeira velho que a esposa dele usava pra guardar os utensílios pessoais dela. O velho, com ela de costas pra ele, não conseguia tirar os olhos daquela bunda enorme que a garota escondia debaixo daquele vestido azul maravilhoso. Ele olhou e avaliou aquelas nádegas grandes e bem proporcionadas, e do jeito que deu, encaixou o pau duro bem no meio delas. Tava decidido a pegar aquilo o mais rápido possível...
— Que rabo sublime que tu tem, sua piranha, tu tem uma bucetuda enorme — disse Dom Severiano pra ela, olhando pras nádegas dela e balançando a cabeça de um lado pro outro como se não acreditasse no que os olhos viam. Não hesitou em começar a esfregar devagar na Cielo Riveros, que tava apavorada.
O velho, possuído pela atração que sentia por aquelas formas delineadas que tinha na sua frente naquele momento, não hesitou em começar a esfregar o corpo todo nela, por cima do vestido, principalmente sentindo os peitos dela. Pensou que queria ter ela pelada o mais rápido possível, enquanto sussurrava no ouvido dela: — Como eu te falei outro dia, menininha... Tu é uma gostosa danada, que corpo do caralho tu tem, uma delícia, o que eu acabei de te falar é a mais pura verdade... mas é contigo se quer acreditar em mim ou não, mas aquele viado que tu tem como namorado não merece essa tua belezinha, hehehehe — ele cochichou por trás no ouvido dela. Naquele momento, Lupe sentiu os braços peludos do velho passarem por entre os dela pra começar a apertar ela contra o móvel de madeira velho.
Dom Severiano, aproveitando a passividade da colegial, levantou as mãos grandes pros ombros macios de Lupe e resolveu puxar as alças do vestido dela, com a clara intenção de começar a despir ela, o que fez a garota reagir quase na hora:
— Dom Severianooo... não! O que cê tá fazendo!?... O que cê querrr!? O velho, percebendo que a colegial tava resistindo, foi direto ao ponto:
— Hahahaha!! Eu Assim que você quer ir direto ao ponto, seu filho da puta, a verdade é que no outro dia você me deixou mais que tarada, e se quer saber o que eu quero agora, vou te falar: quero te foder!!!, no outro dia eu reparei como você tava gostoso e se não fossem as outras velhas chamando pra jantar, muito provavelmente eu teria te fodido no fundo do meu quintal, hahahaha você teria se divertido pra caralho, se você já tinha até se posicionado pra chupar meu Pingo, hahahaha...
Lupe apenas olhou para aquele homem muito assustado, que se esforçava pra lembrar ela o quanto ela o atraía e o quanto ele a queria, mas também tinha que humilhá-la daquele jeito, falando todo tipo de besteira, então ela sentiu que o velho a pegou de novo e agora a apertou contra o peito dele, exatamente como tinha feito no quintal, mas agora ele fazia de forma mais descarada, o velho, sem nem esconder ou nada, colocou as mãos por baixo do vestido da estudante pra começar a passar a mão na bunda dela à vontade, e depois continuar com as besteiras dele.
— Pois é, olha só o par de bundas que você tem, sua menina endemoniada, vamos ver se são tão duras como eu imaginei... Plaaaafffffff!!!!!!, a palmada na bunda que Dom Severiano deu foi tão forte que fez a garota soltar um grito alto de dor, o velho só começou a rir alto enquanto falava pra ela, — Você não me decepcionou, seu filho da puta, você tem uma bunda dura e empinada, do jeito que eu gosto, não tenho dúvida que vou adorar enfiar meu pau no seu cu, hahahaha!!!, espero que seja tão apertado como imaginei nas inúmeras punhetas que tirei em sua homenagem, sua puta!!!
— Bem, sua putinha, não dá mais pra perder tempo, Dom Severiano falou com ela com uma cara de tarado enquanto passava os olhos por ela da cabeça aos pés como se estivesse comendo ela com o olhar quente de um estuprador recém-saído da prisão, a respiração dele já estava acelerada, — Vamos aproveitar que minha esposa não está em casa agora. e que o filho idiota dela também não está aqui, hahahaha, vamos foder como dois cachorros-quentes, hahahaha.
Naquele mesmo instante, a petrificada Cielo Riveros testemunhou como o homem gostoso do seu quase sogro abaixou o zíper da calça e tirou o membro ereto para que ela pudesse vê-lo de novo. A colegial, que estava encolhida num canto do quarto, ficou impressionada, mas ao mesmo tempo intimidada, porque o pau daquele velho parecia enorme de novo. A jovem olhou como aquela barra enorme não só era grossa e cheia de veias, mas também bem comprida e curvada para cima, viu ele pulsando agitado, dando a impressão de que aquela coisa tremenda tinha pulmões próprios e estava respirando ofegante. Seus olhinhos se moveram para um emaranhado de pelos pretos na base dele, agora ela realmente via com total clareza e não no escuro como da outra vez. A garota também percebeu que aquele pau aterrorizante, além de ter uma cabeça gorda pra caralho, também tinha uma cabeça bem roxa. Tudo que ela estava vendo era uma combinação que simplesmente a horrorizava, porque ela sabia que as intenções de Dom Severiano eram de foder ela o máximo que pudesse até descarregar todo o sêmen fervendo dentro dela.
Com Lupe em estado de choque total com o que ia acontecer com ela e, estranhamente, quase hipnotizada pelas medidas insanas daquele pau espetacular que parecia mais de um animal do que de um homem normal, ela sentiu que foi pega pelo braço e que seu próximo estuprador já a arrastava para a cama de casal.
— Não, Dom Severianooo... por favor... Não me leva pra cama!!! — exclamou a colegial, dolorida e lutando para que Dom Seve não realizasse sua tarefa safada. A garota, em seu desespero, sentiu que, embora o pau de Dom Seve fosse incrível para ela, ela tinha quase certeza de que não caberia nem na boca, muito menos nos outros dois buracos, disse a si mesma de forma angustiada, o que a levou a resistir ainda mais. Uma resistência feroz para impedir que o padrasto explorador do namorado a fodesse, no entanto, entre gemidos, chutes e empurrões, ela não conseguiu. Não foram suficientes para que o velho infeliz cessasse suas intenções lascivas.
O velho, sabendo que com seu tratamento brutal havia intimidado a garota, aproveitou a oportunidade para terminar de tirar a roupa, revelando seu pau completamente duro e quase urrando para entrar na carne vaginal jovem que ela aparentemente já havia sentido o cheiro, e então seu dono bestial simplesmente se deitou na cama para pegar o que era praticamente dele.
— Seu Severiano... snifff... por favor, não faça isso comigo... sniffsssss... eu sou a namorada do seu enteado, snifffssss — com isso, a garota pensou erroneamente que talvez o velho pensasse no assunto, mas a única coisa que conseguiu foi complicar ainda mais sua situação, já que era exatamente isso que deixava Seu Seve com mais tesão. Foder a namorada do enteado era como ganhar o maior troféu; com isso, ele pensava que, se o rapaz um dia se casasse com a jovem, seria gratificante para seu ego e virilidade saber que ele também tinha fodido a mesma fêmea, até antes dele. Então, ele a pegou novamente, mas agora pelas pernas, puxou o vestido até a cintura como se a garota fosse propriedade completa dele e simplesmente abriu suas coxas com força.
Com isso, ele deixou seu olhar ardente na pequena calcinha branca que a jovem usava, enquanto ela continuava chorando e implorando para que, por favor, não fizessem aquilo com ela. Don Severiano, já claramente enfurecido e quente a ponto de enlouquecer, disse a ela:
— Cala a boca, puta!!!, não te trouxe aqui pra isso!!!, puta safada!!!, cala a boca agora ou vou te dar um tapa e um chute, então é melhor você aproveitar!!!, hahahaha!!!! Te garanto que o Rodriguinho é um viadinho que nunca vai te foder como eu vou fazer hoje, hahahaha!!!!!
Dito isso, o garanhão italiano soltou as pernas brilhantes e nuas de Cielo Riveros e, pegando a Pegou a calcinha minúscula da garota com as duas mãos e rasgou até se livrar dela, revelando a buceta agora nua da colegial, sem nenhuma vergonha. O velho fixou o olhar desequilibrado na xereca tenra, quase sem pelos, e, claramente excitado, não hesitou em terminar de despir ela, puxando o vestido para baixo e depois fazendo o mesmo com o sutiã, até finalmente tê-la do jeito que queria... completamente pelada.
Seu Severiano ajeitou ela como pôde, colocando-a na cama de lado para ficar atrás dela. A jovem, totalmente amedrontada, só se deixava fazer para não levar uma surra como tinham ameaçado.
O velho tarado então passou as mãos pela cintura fina dela, sentindo a maciez enlouquecedora daquela pele jovem e lisa, e depois, com as mãos trêmulas e grandes, começou a deslizar lentamente pela barriga dela, subindo aos poucos até alcançar os peitões femininos e durinhos, recém-desenvolvidos. Começou a apalpar eles desde a base, cobrindo-os por inteiro, experimentando e confirmando a dureza deles exatamente como tinha imaginado.
Enquanto apertava eles, mas sem machucar, os olhos lascivos dele não paravam de percorrer o corpo dela e devorá-la por antecipação. As sedas que as mãos calejadas dele estavam sentindo nos peitos juvenis da garota ameaçavam fazê-lo perder a cabeça. As mãos, os olhos e a mente dele estavam se enchendo e se satisfazendo com a fêmea. O velho já estava apoiando o pau duro dele na bunda da garota para começar a apontar, tomando muito cuidado para não enfiar. Ele queria ficar brincando e apalpando ela até se sentir cheio e satisfeito com tanta carne jovem, mas insistia que a linda Cielo Riveros sentisse e percebesse o quanto ele estava duro por causa dela. Os movimentos que o velho fazia eram tão enérgicos que já davam a impressão de que ele realmente estava metendo nela. A maciez daquela jovem monumental fazia ele se sentir no paraíso.
— Você desgasta esses peitões, hein. Cuzão! Vou te chupar até deixar eles murchos, sua puta!!, você vai ver como a gente vai se divertir, hehehehe, o velho que já tinha começado a comer a orelha dela à disposição disse e riu, dando na garota uma onda gratificante de arrepios gostosos que estavam perturbando os sentidos dela. Don Severiano nesse ponto já estava amassando os peitos dela quase com devoção, aquela estudante gostosa era uma verdadeira Deusa, ele disse pra si mesmo, então começou a apertá-la com mais ímpeto e vigor, queria esquentá-la a qualquer custo. Lupe já pressentia o que ia rolar se o velho decidisse virá-la e começar a chupar os peitos dela, então quis dar um jeito de encurtar o que o corpo dela já começava a exigir, se é que dava nesse ponto. Don Severiano estava no sétimo céu, acariciava a garota com as mãos cheias e de um jeito lascivamente desesperado, não tinha parte do corpo da jovem parceira de cama que ele já não tivesse explorado, embora estivesse deixando a buceta dela pro uso exclusivo do pau dele, enquanto chupava e lambia a orelha dela, ele se surpreendia que de vez em quando as mãos dele sentiam a pele arrepiada de Cielo Riveros que estava curtindo uns arrepios enlouquecedores ao mesmo tempo que já mexia a cabeça num movimento circular e procurava com a orelha babada a língua experiente que pela segunda vez a fazia perder a cabeça. O velho, ao perceber isso, soube na hora que dali em diante talvez as coisas ficassem mais gostosas, rapidamente pegou uma das mãos brancas da garota e a levou pra agarrar a barra pulsante de carne quente dele. Cielo Riveros fechou os olhos e inclinou a cabeça pra trás, pra começar a sentir quase delicadamente aquela estaca grossa e quente de carne, cheia de nervos, que por mais que ela tentasse percorrer ou envolver, não conseguia. — Ah, Don Seve... por favor... não... não... não, por favor... não faz isso comigo... me deixa... me deixaaaa... disse a puta gostosa sem conseguir soltar o pau do velho. pau e, já que ela mesma estava empurrando a bunda para trás, sua respiração já mostrava o estado lamentável de semi-excitação em que se encontrava, o velho safado atento ao jogo o melhor que podia. Ele a virou de frente para ele.
Vídeos da pequena Lupe
A língua e os lábios do velho, que naquele momento estavam lambendo a carne perfumada do pescoço e ombro da garota, moveram-se até alcançar e deslizar na boca deliciosa e fresca de Lupe, ele estava praticamente devorando ela de boca cheia, enquanto ao mesmo tempo, o velho continuava com suas apalpadelas mórbidas e descia com elas até agarrar a bunda dela novamente e puxá-la para perto, para que ela sentisse como a virilidade dele era comprimida pela maciez da barriga dela enquanto sua língua experiente, depois de se satisfazer com a saliva da garota, agora percorria novamente o pescoço feminino dela, dando-lhe ondas de arrepios que eram acentuados pelas cócegas deliciosas que o bigode grosso também proporcionava, e então descia até os peitos inchados dela que aparentemente também já estavam pedindo para serem chupados, o velho, sem pensar duas vezes, começou a chupar os peitos dela com força, causando assim alguns calafrios excitantes na jovem que já a deixavam à beira da rendição total, a buceta dela já era uma fonte de fluidos vaginais, como ela também demonstrava com sua respiração acelerada.
Dom Severiano não deu atenção aos pedidos da fêmea tenra, apenas começou a continuar comendo os peitos dela. Ele tinha certeza de que, se a garota já tinha até se ajoelhado diante dele uma vez porque estava com tesão, nessa nova ocasião não tinha que ser diferente, então ele simplesmente continuou chupando os mamilos dela como se realmente fosse conseguir tirar leite dos peitos dela, ao mesmo tempo que se sentia no paraíso por estar em tais condições com uma fêmea tão gostosa, ele sabia que naquela hora seu enteado ainda devia estar no terminal, o que lhe dava tempo suficiente para que, quando ele voltasse, ele já já estava aproveitando a namorada dele.
— Por favor, Seve... já não... não, não, por favor... já deixa... deixa... pede a boita que na mente já quase não existe Rodrigo nem Dom Pedro, nem ninguém, então era ela e aquela pica escorregadia e enorme que ela tinha enfiado na barriga, ele descrevia que estava toda banhada nas exudações lubrificantes que saíam da ponta dela.
— Vai, vagabunda... eu realmente não quero te estuprar... porque você não me dá o presente de aniversário que prometeu que ia me trazer!?, hehehehe..., ele disse pra ela enquanto mexia o tronco da pica dele em círculos sobre a pélvis quase sem pelos da Cielo Riveros, com a intenção de que ela entendesse na hora que tipo de presente ele estava exigindo.
O namorado da Cielo Riveros vai entrar em casa e o padrasto dele vai estar entretendo a Lupi, uma gostosa pra caralho.
Quando fechou a porta da frente da casa dele, o garoto angustiado sentiu claramente como o padrasto, aproveitando que a mãe não estava em casa, tinha trazido outra das putas dele pra foder. Isso era comum pra ele e não era a primeira vez que fazia. Os bufos e os guinchos altos feitos pelas molas da cama deixavam claro que a situação era óbvia.
O jovem, muito irritado com a ação sem vergonha do padrasto, ligou a televisão no volume máximo. Ele estava determinado a fazer o velho perceber que ele tinha chegado em casa e assim estragar a festa pra ele.
Enquanto no quarto de casal da Cielo Riveros a garota de 19 anos, completamente banhada em suor, cavalgava como se estivesse desesperada em cima do Dom Severiano, ela estava prestes a ter o melhor orgasmo da manhã, mas o zumbido alto da televisão vindo da sala de jantar distraiu ela e ela caiu na real de que tinha mais alguém na casa. Da melhor forma que pôde, ela diminuiu os movimentos pra olhar aterrorizada pro velho que ela mesma tinha fodido nos últimos 15 minutos.
— Dom Seve, alguém chegou em casa..., ela disse pra ele, ainda empalada até o talo e com A carinha dela, que tinha assumido de novo aqueles traços finos que eram comuns nela...
— É, deve ser teu namorado, hehehehe... mas fica tranquila, ele não consegue entrar aqui... Vamos continuar fudendo do mesmo jeito que a gente tava, o velho falou pra ela com as mãos grandes enfiadas entre as nádegas macias e o quadril dela,
— Fico triste de estar fazendo isso com você e ele estar lá fora... A garota disse num sussurro, que só de imaginar que o Rodrigo dela estava a poucos metros de onde ela tava dando pro padrasto, uma vontade imensa de rebolar a cintura e mexer a pica do velho lá dentro da barriga dela tomou conta da parte mais safada da mente dela...
— Então, sua coisinha... Continua rebolando assim, o velho, percebendo que a garota, mesmo com o amante do outro lado da parede de onde eles estavam, não conseguia parar de se mexer, começou a incentivar ela a continuar fudendo sem vergonha nenhuma, exatamente como estavam fazendo antes do corno infeliz chegar.
Um pouco antes disso, o tal Rodrigo, que com um sorriso malicioso notou como o padrasto junto com a puta que estava ali diminuíram a foda que estavam levando, pensou errado que o velho ia levantar e botar ela pra fora na rua, igual já tinha feito outras vezes, mas infelizmente depois de sentir eles cochichando entre si, os dois sem-vergonhas começaram a se mexer de novo do mesmo jeito que ele tinha ouvido quando chegou em casa, e vendo que o velho não ia parar de foder a mulher que estava deitada com ele, ele simplesmente desligou a televisão e preferiu ir pro quarto dele.
— Tá vendo como ele é viadinho!? Não tem coragem nem de vir defender a honra da própria mãe, hahahaha...
Lupe só olhou pra ele com os olhos semicerrados, sem parar de mexer o quadril de trás pra frente, onde também fazia movimentos circulares deliciosos quando as duas pelves se encontravam, apertando e chupando ele com a buceta, as mãozinhas dela descansavam no A barriga molenga do velho deixou ela num estado febril doentio. O fato de seu Rodrigo estar ouvindo como Dom Severiano a comia a deixava furiosa, e mesmo que quisesse, não conseguia parar de enfiar a pica grossa que estava cravada nela na mesma altura da cintura.
Até que seu temperamento quente explodiu e, sem medir consequências, ela se entregou à situação quente e mórbida, simplesmente começou a foder como uma louca.
— Ahhhh... gostosoo... papiii!!! Me come... me fode sempre assim!! Maldito!! O ambiente no quarto cheirava intensamente a sexo, o cheiro erótico de coito, buceta molhada e pica eram envolventes. — Aaaahhh ahhhh... gostosoooo! Gostosoooo!! Cachorro!! A garota cravava as unhas no peito peludo do seu macho, um orgasmo estremecedor vinha a passos largos. — Vou gozar... vou gozaaaar papiii!! Maldiiito! Ahhhgg!!!
— Eu também!!! Gatinha... te amo!!! — disse Dom Severiano, só pra falar alguma coisa. — Você é divina pra fuder... putaaa!!! Pica e buceta se moviam e raspavam em uníssono, até que em dado momento os dois ficaram grudados, se esfregando desesperadamente. A pica de Dom Severiano se esvaziou com 5 jorros de esperma grosso dentro da buceta de Cielo Riveros, enquanto a garota contraía os músculos vaginais com a única intenção de extrair cada gota de sêmen daquela pica grossa que a tinha enfeitiçado. Quando tudo acabou, a colegial simplesmente se deixou cair, desfalecida e exausta, no peito peludo do padrasto do namorado. Incrivelmente, ela se sentiu bem cuidada e sexualmente satisfeita depois da surra brutal que tinha levado. Instintivamente, começou a encher o rosto dele de beijos molhados e frescos, que ela mesma não sabia por que estava dando.
0 comentários - Cielo Riveros dando pra um preto