Cielo Riveros dando pra um preto 12

Cielo Riveros só ficava abraçando o velho e deixando ele tocar em tudo que queria, o álcool na cabeça dela dizia que talvez esse fosse o presente de aniversário que ela dava pro velho, e pra completar, a cada apertão que o velho dava nela com o pau, ela sentia a buceta dela começando a derreter num mar de líquido quente. Naqueles momentos, Dom Severiano já tava apertando as nádegas dela cheias de mão, satisfazendo e enchendo o tato com a carne da estudante, que já sentia o dedo do velho procurando o furinho de trás pra dedar.
A garota já tava gostando pra caralho daquilo, a buceta dela já tava muito molhada, e ao mesmo tempo ela sentia que o velho já começava a respirar pesado. No momento em que Dom Severiano, meio tímido, colocou o dedo do meio na entrada do cu dela, sem saber bem os motivos e tentando não deixar o velho perceber, ela arrebitou mais a bunda, buscando o contato daquele dedo com a entrada do ânus dela por cima do vestido, claro.
A mão do velho envolveu devagar o quadril dela e passou na frente da cintura, torcendo ela e grudando no corpo. Cielo Riveros agora sentia o pau duro dele pressionando corajosamente no meio das nádegas dela, o coração começou a bater forte, os peitinhos dela endureceram como pedra.
Em menos de um minuto, Dom Severiano já tava esfregando o pau como se realmente tivesse metendo, enquanto com a mão acariciava a buceta dela por cima do vestido. Lupe sentiu o gosto delicioso do proibido de olhos fechados. Ele chamava ela cada vez mais, e ela se sentia muito gostosa, percebia como o quase sogro mexia a mão grande na bucetinha dela como se tivesse masturbando ela, e era exatamente isso que o velho nojento tava fazendo. Pra garotinha gostosa, tudo que tavam fazendo com ela tinha um sabor delicioso. Quando as mãos de Dom Severiano começaram a descer pras coxas dela e depois a garota não entendeu por que ele levantou o vestido, mas por enquanto ele deixa o velho fazer o que quer, até ela mesma se perguntava como era que não resistia? o velho já estava apalpando e passando a mão pela pele da barriga nua dela. ela só estremeceu, sem saber o que fazer ou o que dizer, o cheiro forte de tabaco e álcool que Dom Severiano exalava enchia os pulmões dela e ela adorava, sabia que naquele canto da casa ninguém via eles, agora sentia como a mão do velho passava por baixo da calcinha preta de renda dela pra começar a acariciar a pouca bunda preta e brilhante dela, macia, e depois continuar descendo um dos dedos e deslizar pela bocetinha dela com um deles, que já estava toda ensopada, a garota, quase sem pensar nas consequências, começou a reboltar a bunda contra o pau duro que o velho escondia na calça. — Nããão, Dom Sevee...rianooo... não me to...queeee..., Cielo Riveros pediu pro velho de forma cortada e com os olhinhos fechados, com uma das mãozinhas colocada por cima da mão peluda do velho que esfregava a buceta dela, no entanto, ela também mexia o quadril pra trás procurando aquela dureza pra fazer contato com as partes mais sensíveis da bunda dela... — Tira a calcinha, sua putinha... já que vejo que não tem coragem de vir rolar comigo... quero que me dê elas de presente de aniversário, hehehehe... — Diz que tá me dando pelo meu aniversário de 58 anos, hehehehe... — Dom Severiano... aqui... eu dei pra ele pelo aniversário de 58 anos..., a menina colegial meiga respondeu, oferecendo pra ele, o velho encantado recebeu e, depois de cheirá-las quase até sufocar perto dos olhinhos verdes da Lupe, colocou no bolso interno do paletó como se fosse um troféu de verdade, e então começou a beijar o pescoço dela de novo, o velho, percebendo como a garota quase se contorcia de sei lá o quê, virou ela devagar até ficar de frente pra ele, sem mais esperar, simplesmente com a boca fedorenta na boca fresca dela, Cielo Riveros recebeu ele, dando amostras. que por um tempo ela também quis, e ele mostrou levantando uma das coxas até o quadril do velho e com a perna erguida empurrando ele por trás, deixando a compressão dos corpos mais completa. Dom Severiano aproveitou pra esfregar à vontade aquela curva da coxa levantada que cedia pra tudo. a curva da bunda macia da jovem. depois de se satisfazer apalpando aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha e levou até o volume, onde a garota finalmente pôde sentir por si mesma aquele pau quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ele com roupa e tudo. depois de se satisfazer apalpando aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha e levou até o volume, onde a garota finalmente pôde sentir por si mesma aquele pau quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ele com roupa e tudo. depois de se satisfazer apalpando aquela parte única do corpo dela do jeito mais natural do mundo, ela pegou a mãozinha e levou até o volume, onde a garota finalmente pôde sentir por si mesma aquele pau quente que já tava provocando ela há um tempo. a bunda tentando passar por ele com roupa e tudo. A estudante, enquanto ainda era beijada a cada segundo que passava, se entregou àquela relação alucinante com o sogro, com a mãozinha e por cima da roupa ela passava e sentia aquele pau novo que Dom Severiano tava ensinando que não tinha nada a ver com o pênis convencional que Rodrigo tinha sentido só uns dias atrás, era óbvio que o velho não era o pai biológico dela, a estudante esclareceu quando percebeu que mesmo com a mão cheia não conseguia envolver ele, e quando passava a palma por cima era interminável. Dom Seve, notando o quanto a —Tira de mim, sua puta... Quero que você se ajoelhe como a vagabunda que é e chupe meu pau, hehehe... Lembra que hoje é meu aniversário, e você é o presente que meu enteado me trouxe, hahaha...
O velho de novo enfiou a mão na buceta da puta, se masturbando e esquentando ela pra não deixar a garota pensar direito.

Lupe, parada do lado do velho e tão tesuda quanto ele, começou a desabotoar a calça dele. Ela adorava o jeito arrogante como ele começava a tratar ela, e ficava ainda mais excitada quando o velho lembrava a cada momento que ela era a namorada do enteado dele. O simples fato de se sentir como o presente de aniversário que o velho esperava há tanto tempo fazia uma bomba-relógio se formar no corpo dela, prestes a explodir a qualquer instante. Quase sem pensar, com os dedos trêmulos, ela abaixou o zíper, abriu bem a calça, meteu a mão com dedicação e agarrou a cobra grossa que Don Severiano tinha de pau. Depois, puxou pra fora na frente dos olhos dela.

Littlelupe
A garota ficou como hipnotizada e aterrorizada pela imagem insana e vergonhosa que tinha diante dos olhos. O que ela via, e que sua mãozinha branca não conseguia envolver, não tinha nome. Sentiu uma necessidade urgente de soltar aquilo pelo medo que causava, mas algo na mente dela se opôs, forçando-a a segurar firme naquele venerável instrumento viril. Claramente, a consciência dizia que, dos paus que ela já tinha experimentado antes, o de Dom Pedro era o maior. Esse aqui aparentemente batia ele, e não era que o velho mecânico tivesse um pequeno, de jeito nenhum. Era simplesmente que Don Severiano estava exibindo uma monstruosidade. Apesar da escuridão no lugar onde estavam, dava pra ver quase todo o esplendor: uma quantidade enorme de baba e saliva se formou debaixo da língua dela, já que instintivamente sentiu uma vontade tremenda de colocar aquilo na boca, se é que conseguia enfiar. Mulher possessa, ela se ajoelhou sem tirar os olhos por um segundo daquela massa grotesca de carne que pulsava na frente dela e, quando estava prestes a pegar também com a outra mãozinha para sentir à vontade, percebeu que a música parou de tocar e que várias mulheres convidavam os membros para irem à mesa, pois o jantar estava servido.
— A BUNDA DO PAPAGAIO, sua puta... hahahaha! Isso tá pendente, mamãe gostosa...!!, disse-lhe Dom Seve, ao mesmo tempo que tirou o pau das mãos dela e começou a guardá-lo de novo, e depois continuou: — Vou sair por uma porta dos fundos e dar a volta até chegar na frente da casa... Vou dizer que fui comprar cigarros... e você se levanta... espera um pouco e sai fingindo que veio do mesmo lugar que a gente, hahahaha...
Cielo Riveros, que ainda não tinha reagido, viu o velho Severiano desaparecer por uma porta de latão enferrujada que ficava atrás do pátio e dava para a rua. Ela se levantou rápido e arrumou o vestido, enquanto limpava os joelhos da sujeira onde estava ajoelhada, acabara de perceber que tinha acabado de dar a calcinha para o padrasto do namorado e que estava a segundos de chupar o pau dele.
Dom Severiano consegue ficar a sós com a colegial gostosa.
O jantar estava rolando quase normalmente, Dom Severiano estava se divertindo pra caralho no aniversário dele, a recente incursão no quintal da casa dele com a namorada de apenas 19 anos do enteado tinha deixado ele num estado de febre delirante, pelo canto do olho ele olhava a mulherão que ele tinha feito sentar do lado dele enquanto, continuamente e se achando no direito, colocava uma das mãos grandes nas pernas macias da jovem por baixo da mesa. mesa, ela sorrateiramente e para não criar uma situação desconfortável, ele os removeu, tentando não deixar ninguém perceber o que estava rolando. debaixo da toalha de mesa.
Assim o jantar continuou, onde Cielo Riveros mal encostou no prato, ela estava mais preocupada em tirar as mãos do sogro das coxas dela do que qualquer outra coisa, somado ao fato de que a grande maioria dos velhos que dividiam a mesa a comiam mais com os olhos do que o que tinham nos pratos, enquanto Dom Severiano alternava os apalpões com uma vontade real de enfiar a cabeça debaixo da mesa, abrir as pernas dela e dar uma boa chupada de puta ali mesmo na frente de todo mundo, ele pensava nisso, devorando o começo dos peitos dela que estavam a centímetros de onde ele estava sentado, se perguntava como tinha sido tão idiota de não ter apalpado ou chupado eles, e sabendo que a garota estava sem calcinha e que elas estavam no bolso do paletó dele, a situação quente praticamente o deixava erotizado.
Até que enquanto esses eventos libidinosos se desenrolavam, chegou a hora do bolo, —Desejo...! Desejo!!, gritaram os compadres do velho com copo na mão, antes que ele soprasse a vela. O velho com sua cara mais pervertida olhou fundo nos olhos verdes de Lupe num momento em que a garota olhou para ele, ele telepaticamente disse a ela que tinha o desejo dele entre as pernas dela, o que a garota achou que captou quase na hora, corando e desviando o olhar para qualquer parte da mesa com uma das mãozinhas nos lábios.
Quando a garota envergonhada e apalpada finalmente conseguiu se levantar da mesa, ela foi rapidamente procurar o namorado. Ela pediria para ele deixá-la em casa, já que as experiências recentes que teve somadas à febre que Dom Severiano estava na festa, e que ela conhecia bem, poderiam fazê-la cometer algo ultrajante todo esse tempo sem provar uma boa rola depois das fodas enormes que o velho Pedro tinha dado nela pela cadela, e a pauzadas brutais do mestre Tulio e do mané do Juan, já estavam cobrando o preço dele, ela quase queria que qualquer cara a interceptasse em qualquer lugar e a estuprasse na mesma rua ou em qualquer beco escuro do jeito que ela gostava
Um tempo depois que os dois jovens combinaram de se encontrar na segunda na casa da moça, Rodrigo foi deixar Cielo Riveros em casa, enquanto isso no dia seguinte Dom Severiano pensou, o filho babaca da esposa estava a poucas horas de encontrar a maravilhosa colegial que na noite anterior tinha dado sinais claros de que só de esfregar um pouco nela ela começaria a se comportar como a melhor das putas, e tão novinha que dava para ver de cara ele sorriu sozinho.
Ele começou a montar devagar a ideia que tinha na cabeça.
Naquela mesma noite o garanhão italiano deu ordens para a esposa e o enteado, — Assim que você me escuta mulher... Se eu não autorizei antes você viajar pra ver sua irmã doente foi porque não tinha grana, você pode ficar três dias com ela e volta..., Dom Seve terminou de falar, quase dando ordem na esposa, e depois continuou com o jovem, — E você não presta pra nada!!, disse agora se referindo a Rodrigo, — Amanhã você vai deixar sua mãe no terminal já que ela vai vir carregada de sacolas, aproveitando que você não trabalha segunda-feira, hahahaha!!!
No dia seguinte às 9h30 da manhã, o velho Severiano todo excitado voltou pra casa depois de ter ido ele mesmo deixar a esposa e o enteado num táxi. Do bolso do paletó ele tirou a calcinha de Cielo Riveros e começou a cheirar fundo como se isso desse força pro que ele faria a seguir, do outro bolso ele tirou o celular de Rodrigo que tinha escondido no dia anterior por descuido do moleque e simplesmente digitou o número de Lupe, que estava marcado como favorito.
Enquanto isso, Cielo Riveros em casa, escolheu a calcinha menor que tinha, essa era branca igual ao sutiã, ela pensou que com isso ela ia deixar o namorado dela louco porque a calcinha baixinha mal cobria o começo da bundinha dela e ainda mostrava alguns pelinhos íntimos que brilhavam sedosos, aí ela escolheu um vestido azul justo e maravilhoso que batia no meio da coxa, era daqueles com alças nos ombros e desenhava morbidamente de um jeito diabólico cada centímetro da figura curvilínea e enorme dela, e pra completar o look enlouquecedor, calçou umas sandálias lindas de salto médio que, além de deixá-la ainda mais gostosa, valorizavam a bunda dela, fazendo ele ficar ainda mais duro do que já estava.
Enquanto a garota toda arrumada e nervosa esperava o namorado na sala de casa, ouviu o toque do celular. Quando viu que era o Rodrigo ligando, começou a atender do jeito mais feminino e safado que conseguia,
— Alô!?, a voz da Lupe soou como a mais linda das canções de Natal pros ouvidos cabeludos do seu Severiano,
— Alôôôô!!! rosnou a voz do velhote no telefone, a jovem percebeu na hora que não era a voz do Rodrigo,
— Quem tá falando!?, perguntou a garota meio preocupada...
— Sou eu, Severiano... como é que cê tá, mocinha?...
A Lupe ficou paralisada, nunca imaginou que seria o seu Severiano, o quase sogro dela, quem ligasse, ainda não entendia direito por que ele tava falando no celular do namorado dela.
— Ehhh bom dia, seu Severianooo... Como o senhor tá?
— Tô bem, Lupe... Hehehe, quem tá meio complicado é o teu namorado... Pediu pra eu te ligar...
— O que aconteceu com ele!?, o que ele tem!?, me fala!... a garota ficou preocupada na hora
— Acordou doente, tá tão ruim que pediu pra eu avisar que não ia conseguir ir na tua casa como combinaram... A Cielo Riveros começou a ficar realmente preocupada, a voz do seu Severiano soava tão convincente que ela não duvidou da verdade do que ele tava dizendo, ele Quase esqueci naquele momento o que tinha acontecido entre eles dois dias atrás, no aniversário do velho. Seu Seve, percebendo que a garota estava acreditando, continuou com o que tinha planejado. —É verdade, mocinha, eu vi que o menino estava mal, minha esposa teve que sair e é difícil pra mim ir trabalhar e deixar ele assim. Que tal você vir pra cuidar dele? Eu espero você pra não deixar ele sozinho, e aí, quando você chegar, eu posso ir mais tranquilo... O que me diz!? —Claro, seu...! Me espera, tô saindo agora mesmo pra sua casa... Cielo Riveros nunca imaginou as mentiras por trás daquele telefonema. O velho, enquanto esperava a novinha que ele tinha enganado pra foder ela quantas vezes quisesse, até tava fungando de tesão, uma febre há muito esperada. Alguns minutos depois, e no momento em que ele olhou pela janela, viu a mulher chegando ao longe. Uma mulher imponente num vestido azul. Poucos segundos depois daquela visão fantástica, o pobre homem quase teve um troço quando percebeu que era a mesma Cielo Riveros que ele esperava. Viu ela se aproximando da porta dele apressada, o que fazia os quadris dela se mexerem de um jeito incrivelmente gostoso. O pau dele já tinha explodido. A estudante deslumbrante esperava ansiosa e impaciente pela porta ser aberta na casa do Rodrigo, até que finalmente viu Seu Severiano aparecer, que fez ela entrar na hora. —Entra... Entra, minha rainha..., o velho teve que segurar a vontade de atacar ela e estuprar de qualquer jeito. —Cadê ele? — perguntou Cielo Riveros com o rosto preocupado. —Tá no meu quarto, botei ele lá porque é mais confortável... Vamos rápido, vou te levar... Pela mentira, Seu Severiano fica sozinho com a namorada do enteado, a desejadíssima Cielo Riveros. —Entra... Entra, princesa..., o velho teve que segurar a vontade de pular em cima dela e estuprar de qualquer jeito, a gostosona novinha de apenas 19 anos. —Cadê ele? — perguntou Cielo Riveros. Com o rosto preocupado, —Ele está no meu quarto, coloquei ele lá porque vai ficar mais confortável... Vem, vou te levar...
—Ah, obrigada por me avisar, Dom Severiano... e o que você tem? foi a última coisa que a jovem inocente perguntou quando, ao chegar e entrar no quarto de casamento do velho, percebeu que estava vazio e que o namorado Rodrigo não estava na cama como ela já imaginava...
—O que você acha, gostosa... Não é maravilhoso que finalmente possamos ficar sozinhos e com uma cama disponível só pra gente!?
Para a garota, as palavras de Dom Severiano tinham sido claras: "a cama estava pronta para os dois sozinhos", sem querer se virar e apenas ouvindo a respiração pesada do velho atrás dela, com uma voz assustada e vermelha por uma vergonha estranha que a invadia, perguntou o que já sabia
—Dom... Se... ve... ria... no... e o Ro... dri... gooo...?.......—Ele teve que sair, outra garota que ele tem de caso veio procurar ele... hahaha... então temos quase o dia inteiro só pra gente...
—Você é um sem-vergonha... como se fosse mentir pra mim desse jeito...
—Cala a boca, se junta!!!, o velho berrou feito um verdadeiro troglodita, —Essa é minha casa... e aqui quem manda sou eu!!, tá claro, sua puta!!!!
Lupe, que tinha tido um mínimo de coragem pra enfrentar o coração de pedra de Dom Severiano, mudou de ideia na hora. Ela só percebeu que o velho tinha um brilho estranho nos olhos, que pareciam vermelhos, sem querer, desceu o olhar até o pau dele onde claramente e por cima da calça de pano dava pra ver que ele tava duro pra caralho, as pernas lindas dela começaram a tremer automaticamente, enquanto achava que sentia o coração batendo nos próprios ouvidos, o velho já tava se aproximando dela
—Nãão Dom Severianoo... pelo amor de Deus nãão... Foi a única coisa que saiu dos lábios da estudante quando, no próprio corpo, sentiu que estava sendo agarrada brutalmente pela cintura pelo padrasto do namorado, o O velho a virou de costas e se apoiou num móvel de madeira antigo que a esposa usava pra guardar os utensílios pessoais dela. O velho, com ela de costas pra ele, não conseguia tirar os olhos daquela bunda enorme que a garota escondia debaixo daquele vestido azul maravilhoso. Ele olhou e avaliou aquelas nádegas grandes e bem proporcionadas, e do melhor jeito que pôde, encaixou o pau duro bem no meio delas, decidido a pegar ela o mais rápido possível...

— Que rabo sublime que tu tem, sua piranha, tu tem uma bucetuda, disse Dom Severiano pra ela, olhando pras nádegas dela e balançando a cara de um lado pro outro como se não acreditasse no que os olhos viam, e não hesitou em começar a esfregar devagar na Cielo Riveros, que tava apavorada.

O velho, possuído pela atração que sentia por aquelas formas delineadas que tinha na sua frente naquele momento, não hesitou em começar a esfregar o corpo todo nela e por cima do vestido, principalmente sentindo os peitos dela, pensando que queria ter ela pelada o mais rápido possível, enquanto sussurrava no ouvido dela: — Como eu te falei outro dia, menininha... Tu é uma gostosa pra caralho, que corpaço tu tem, uma delícia, o que acabei de te falar é a mais pura verdade... mas é contigo se quer acreditar ou não, mas aquele viado que tu tem de namorado não merece a tua belezinha, hehehehe, ele cochichou por trás no ouvido dela. Naquela hora, Lupe sentiu os braços peludos do velho passarem por entre os dela pra começar a apertar ela contra o móvel de madeira velho.

Dom Severiano, aproveitando a passividade da colegial, levantou as mãos grandes pros ombros macios de Lupe e decidiu puxar as alças do vestido dela, com a intenção clara de começar a despir ela, o que fez a garota reagir quase na hora:

— Dom Severianooo... não! O que cê tá fazendo!?... O que cê quer!?!? O velho, percebendo que a colegial tava resistindo, foi direto ao ponto:

— Hahahaha!!, eu Assim que você quer ir direto ao ponto, seu safado, a verdade é que outro dia você me deixou mais que excitada, e se quer saber o que eu quero agora, vou te contar: quero te foder!!!, outro dia eu reparei como você tava gostoso e se não fossem as outras velhas chamando pra jantar, muito provavelmente eu teria te comido no fundo do meu quintal, hahahaha você teria se divertido pra caralho, se é que você já não tinha se colocado na posição de chupar meu Pingo, hahahaha...
Lupe só olhava pra aquele homem todo assustado, que se esforçava pra lembrar ela o quanto ela o atraía e o quanto ele a queria, mas também tinha que humilhá-la daquele jeito, falando um monte de besteira, então ela sentiu que o velho a pegou de novo e agora a apertou contra o peito dele, igual tinha feito no quintal mas agora fazia com mais jeito, o velho, sem nem disfarçar nem nada, colocou as mãos por baixo do vestido de colegial pra começar a passar a mão na bunda dela à vontade, e depois continuar com as besteiras dele
— Pois é, olha só o par de bundas que você tem, sua danada, vamos ver se são tão duras quanto eu imaginava... Plaaaafffffff!!!!!!, a palmada na bunda que Dom Severiano deu foi tão forte que fez a garota soltar um grito alto de dor, o velho só começou a rir alto enquanto falava pra ela, —Você não me decepcionou, sua safada, você tem uma bunda dura e empinada, do jeito que eu gosto, não tenho dúvida que vou adorar enfiar meu pau no seu cu, hahahaha!!!, espero que seja tão apertado quanto imaginei nas inúmeras punhetas que bati em sua homenagem, sua puta!!!
— Bem, sua putinha, não temos mais tempo a perder, Dom Severiano falou com ela com uma cara de tarado enquanto passava os olhos nela da cabeça aos pés como se a devorasse com o olhar quente de um estuprador recém-saído da prisão, a respiração dele já estava acelerada, —Vamos aproveitar que minha esposa não está em casa agora e que o filho idiota dela também não está lá, hahahaha, vamos foder como dois cachorros-quentes, hahahaha.
Naquele exato momento, a petrificada Cielo Riveros testemunhou como o homem gostoso do seu quase sogro abaixou o zíper da calça e tirou o membro ereto para que ela pudesse vê-lo de novo. A colegial, que estava encolhida num canto do quarto, ficou impressionada, mas ao mesmo tempo intimidada, porque o pau daquele velho parecia enorme de novo. A jovem olhou como aquela barra enorme não era só grossa e cheia de veias, mas também bem comprida e curvada para cima, viu ele pulsando agitado, dando a impressão de que aquela coisa tremenda tinha pulmões próprios e estava respirando ofegante. Os olhinhos dela se moveram para um emaranhado de pelos pretos na base dele, agora ela realmente via com total clareza e não no escuro como da outra vez. A garota também percebeu que aquele pau aterrorizante, além de ter uma cabeça gorda pra caralho, tinha uma cabeça bem roxa. Tudo que ela estava vendo era uma combinação que simplesmente a horrorizava, porque ela sabia que as intenções de Dom Severiano eram foder ela o máximo que pudesse até descarregar todo o sêmen fervendo dentro dela.
Com Lupe em estado de choque total com o que ia acontecer com ela e, estranhamente, quase hipnotizada pelas medidas insanas daquele pau espetacular que parecia mais de um animal do que de um homem normal, ela sentiu que foi pega pelo braço e que seu próximo estuprador já a arrastava para a cama de casal.
— Não, Dom Severianooo... por favor... Não me leva pra cama!!! — exclamou a colegial, dolorida e lutando para que Dom Seve não realizasse sua tarefa quente. A garota, em seu desespero, sentiu que, embora o pau de Dom Seve fosse incrível para ela, tinha quase certeza de que não caberia nem na boca dela, muito menos nos outros dois buracos, disse para si mesma de forma angustiada, o que a fez resistir ainda mais. Uma resistência feroz para impedir que o padrasto abusivo do namorado a fodesse, no entanto, entre gemidos, chutes e empurrões, ela não conseguiu. Não foram suficientes para que o velho infeliz cessasse suas intenções lascivas. O velho, sabendo que com seu tratamento brutal havia intimidado a garota, aproveitou a oportunidade para terminar de tirar a roupa, revelando seu pau completamente duro e quase rugindo para entrar na carne vaginal jovem que aparentemente ela já havia sentido o cheiro, e então seu dono bestial simplesmente se deitou na cama para pegar o que era praticamente seu. — -Dom Severiano... snifff... por favor, não faz isso comigo... sniffsssss... eu sou a namorada do seu enteado, snifffssss, com isso a garota pensou erroneamente que talvez o velho pensasse no assunto, mas a única coisa que conseguiu foi complicar ainda mais sua situação, já que era exatamente isso que deixava Dom Seve mais tarado, foder a namorada do enteado era como ganhar o maior troféu, com isso ele pensou que se o rapaz conseguisse um dia se casar com a jovem, seria gratificante para seu ego e virilidade saber que ele também tinha fodido a mesma fêmea até antes dele, então ele a pegou de novo, mas agora pelas pernas, puxou o vestido até a cintura como se a garota fosse propriedade completa dele e simplesmente abriu suas coxas com força, com isso, ele deixou seu olhar ardente na calcinha branca minúscula que a jovem usava, enquanto ela continuava chorando e implorando para que por favor não fizessem aquilo com ela, Dom Severiano, já claramente enfurecido e quente ao ponto da loucura, disse a ela — -Cala a boca, puta!!!, não te trouxe aqui pra isso!!!, puta fogosa!!!, cala a boca agora ou vou te dar um tapa e um chute, então é melhor você aproveitar!!!, hahahaha!!!! Te garanto que o Rodriguinho é um viadinho que nunca vai te foder como eu vou fazer hoje, hahahaha!!!!! Dito isso, o garanhão italiano soltou as pernas brilhantes e nuas de Cielo Riveros e, pegando a A garota segurava a minúscula calcinha fio dental com as duas mãos, rasgou ela até se livrar de vez, revelando a buceta agora nua da colegial, sem nenhuma vergonha. O velho fixou o olhar desequilibrado na bucetinha quase sem pelos, e, claramente excitado, não hesitou em terminar de despir ela, puxando o vestido pra baixo e depois fazendo o mesmo com o sutiã, até finalmente ter ela do jeito que queria... completamente pelada.
Seu Severiano acomodou ela o melhor que pôde, colocando ela na cama de lado pra ficar atrás. A garota, totalmente apavorada, só se deixava fazer pra não levar uma surra como tinham ameaçado.
O velho excitado então passou as mãos pela cintura fina dela, sentindo a maciez enlouquecedora daquela pele jovem e lisa, e depois, com as mãos trêmulas e grandes, começou a deslizar devagar pela barriga dela, subindo aos poucos até chegar nos peitinhos femininos e bem durinhos, recém-desenvolvidos. Começou a apalpar eles desde a base, cobrindo eles por inteiro, experimentando e confirmando a dureza que ele tinha imaginado.
Enquanto apertava eles sem machucar, os olhos cheios de tesão não paravam de percorrer o corpo dela e devorar ela por antecipação. As sedas que as mãos calejadas dele estavam sentindo nos peitos juvenis da garota ameaçavam fazer ele perder a cabeça. As mãos, os olhos e a mente dele estavam se enchendo e se satisfazendo com a fêmea. O velho já estava apoiando o pau duro dele na bunda da garota pra começar a apontar, tomando cuidado pra não enfiar. Ele queria ficar brincando e apalpando ela até se sentir cheio e satisfeito com tanta carne jovem, mas insistiu que a linda Cielo Riveros sentisse e percebesse o quanto ele tava duro por causa dela. Os movimentos que o velho fazia eram tão enérgicos que já parecia que ele realmente tava metendo nela. A maciez daquela garota monumental fazia ele se sentir no paraíso.
— Você desgasta esses peitinhos, hein. Cuzão! Vou te chupar até deixar eles murchos, sua puta!!, você vai ver quanta diversão a gente vai ter, hehehehe, o velho que já tinha começado a comer a orelha dela à vontade disse e riu, dando na garota uma onda gratificante de arrepios gostosos que estavam bagunçando os sentidos dela. Don Severiano nesse ponto já estava amassando os peitos dela quase com devoção, aquela estudante gostosa era uma verdadeira Deusa, ele disse pra si mesmo, então começou a apertá-la com mais ímpeto e vigor, queria esquentá-la a qualquer custo. Lupe já pressentia o que ia rolar se o velho decidisse virá-la e começar a chupar os peitos dela, então quis dar um jeito de encurtar o que o corpo dela já começava a exigir. Se eu pudesse nesse ponto, Don Severiano estava no sétimo céu, acariciava a garota com as mãos cheias e de um jeito lascivamente desesperado, não tinha parte do corpo da sua jovem parceira de cama que ele já não tivesse explorado, embora estivesse deixando a buceta dela pro uso exclusivo do pau dele, enquanto chupava e lambia a orelha dela, ele se surpreendia que de vez em quando as mãos dele sentiam a pele arrepiada de Cielo Riveros que estava curtindo uns arrepios enlouquecedores ao mesmo tempo que já mexia a cabeça num movimento circular e procurava com a orelha babada a língua experiente que pela segunda vez a fazia perder a cabeça. O velho, ao perceber isso, soube na hora que dali em diante talvez as coisas ficassem mais gostosas, rapidamente pegou uma das mãos brancas da garota e a levou pra agarrar a barra pulsante de carne quente dele. Cielo Riveros fechou os olhos e inclinou a cabeça pra trás, pra começar a sentir quase delicadamente aquela estaca grossa e quente de carne, cheia de nervos que por mais que ela tentasse percorrer ou envolver, não conseguia. — Ah, Don Seve... por favor... não... não... não por favor... não faz isso comigo... me deixa... me deixa... a puta gostosa disse sem conseguir soltar o pau do velho. pau e, já que era ela mesma quem empurrava a bunda para trás, sua respiração já mostrava o estado lamentável de semi-excitação em que se encontrava, o velho safado, atento ao jogo o melhor que podia. Virou-a de frente para ele.
Vídeos da pequena Lupe
A língua e os lábios do velho, que naquele momento lambiam a carne perfumada do pescoço e ombro da garota, moveram-se até alcançar e deslizar na boca deliciosa e fresca de Lupe, ele estava praticamente devorando sua boca, enquanto ao mesmo tempo, o velho continuava com suas apalpadelas mórbidas, desceu com elas até agarrar a bunda dela novamente e puxá-la para si, para que ela sentisse como sua virilidade era comprimida pela maciez da barriga dela, enquanto sua língua experiente, depois de se satisfazer com a saliva da garota, agora percorria novamente o pescoço feminino, dando-lhe ondas de arrepios que eram acentuados pela cócega deliciosa que o bigode grosso também proporcionava, e então desceu até os peitos inchados dela que aparentemente também já estavam pedindo para serem chupados, o velho, sem pensar duas vezes, começou a chupar seus peitos duros, causando assim na jovem alguns calafrios excitantes que já a deixavam à beira da rendição total, sua buceta já era uma fonte de fluidos vaginais, como ela também demonstrava com sua respiração acelerada.

Dom Severiano não prestou atenção aos pedidos da fêmea tenra, apenas continuou a chupar os peitos dela. Ele tinha certeza de que, se a garota já havia se ajoelhado diante dele uma vez por estar com tesão, nesta nova ocasião não teria que ser diferente, então ele simplesmente continuou chupando os mamilos dela como se realmente fosse conseguir tirar leite daqueles peitos, ao mesmo tempo que se sentia em glória por estar em tais condições com uma fêmea tão gostosa, ele sabia que naquela hora seu enteado ainda devia estar no terminal, o que lhe dava tempo suficiente para que, quando ele voltasse, ele já teria já estava aproveitando a namorada dele.
— Por favor, don Seve... já chega... não, não, por favor... me larga... me larga... te imploro pela boyta que na mente já quase não existe Rodrigo nem dom Pedro, nem ninguém, então era só ela e aquela pica escorregadia enorme que ela tinha enfiado na barriga, ele descreveu que estava totalmente banhada nas exudações lubrificantes que saíam da ponta dela.
— Vai, vagabunda... eu realmente não quero te estuprar... porque você não me dá o presente de aniversário que prometeu me trazer!?, hehehehe..., ele disse pra ela enquanto mexia o tronco da pica em círculos sobre a bacia quase sem pelos de Cielo Riveros, com a intenção de que ela entendesse na hora que tipo de presente ele estava exigindo.

O namorado de Cielo Riveros vai entrar em casa e o padrasto dele vai estar entretendo a gostosa da Lupi.
Quando fechou a porta da frente da casa dele, o garoto angustiado sentiu claramente como o padrasto, aproveitando que a mãe não estava em casa, tinha trazido outra das putas dele pra foder. Isso era comum pra ele e não era a primeira vez que fazia. Os bufos e os guinchos altos das molas da cama deixavam claro que a situação era óbvia.
O jovem, muito irritado com a ação sem vergonha do padrasto, ligou a televisão no volume máximo. Ele estava determinado a fazer o velho perceber que ele tinha chegado em casa e assim estragar a festa pra ele.

Enquanto no quarto de casal de Cielo Riveros a garota de 19 anos, completamente banhada em suor, cavalgava como se estivesse desesperada em cima de dom Severiano, ela estava prestes a ter o melhor orgasmo da manhã, mas o zumbido alto da televisão vindo da sala de jantar distraiu ela e ela caiu na real de que tinha mais alguém na casa. Como pôde, ela diminuiu os movimentos pra olhar aterrorizada pro velho que ela mesma tinha estado fodendo nos últimos 15 minutos.
— Don Seve, alguém chegou em casa..., ela disse pra ele, ainda empalada até o talo e com a carinha dela, que ela tinha assumido de novo os traços finos que eram comuns nela...
— Pois é, deve ser teu namorado, hehehehe... mas fica tranquila, ele não consegue entrar aqui... Vamos continuar trepando do mesmo jeito que a gente tava, o velho falou pra ela com as mãos grandes colocadas entre as nádegas moles dela e o quadril,
— Me dá uma tristeza fazer isso contigo e ele estar lá fora... A garota disse num sussurro, que só de imaginar que o Rodrigo dela estava a poucos metros de onde ela tava trepando com o padrasto, uma vontade imensa de mexer a cintura e remexer o pau do velho dentro da barriga dela tomou conta da parte mais safada da mente dela...
— Então, coisinha... Continua mexendo assim, o velho, percebendo que a garota, mesmo com o amante do outro lado da parede de onde eles estavam, não conseguia parar de rebolar, começou a incentivar ela a continuar trepando sem vergonha nenhuma, igualzinho eles estavam fazendo antes do corno infeliz chegar.
Um pouco antes desse último Rodrigo, que com um sorriso malicioso percebeu como o padrasto junto com a puta que tava ali diminuíram a trepada que tavam levando, pensou errado que o velho ia levantar e botar ela pra fora na rua igual ele já tinha feito outras vezes, mas infelizmente depois de sentir eles cochichando entre si, os sem-vergonhas começaram a se mexer de novo do mesmo jeito que ele tinha ouvido no momento que chegou em casa, e vendo que o velho não ia parar de foder a mulher que tava deitada com ele, ele simplesmente desligou a televisão e preferiu ir pro quarto dele.
— Tá vendo como ele é viado!? Não tem coragem nem de vir defender a honra da própria mãe, hahahaha...
Lupe só olhou pra ele com os olhos semicerrados, sem parar de mexer o quadril de trás pra frente, onde também fazia movimentos circulares deliciosos quando as duas pélvis se encontravam, apertando e chupando ele com a buceta, as mãozinhas dela estavam apoiadas no barriga macia do velho, a situação a dominava com uma febre doentia — o fato de seu Rodrigo estar ouvindo como Dom Severiano a comia a deixava furiosa, e mesmo que quisesse, não conseguia parar de enfiar o pau grosso que estava cravado nela na mesma altura da cintura.
Até que seu temperamento explosivo veio à tona e, sem medir consequências, ela se entregou à situação quente e mórbida, simplesmente começou a foder como uma louca.
— Ahhhh... gostosoo... papiii!!! Me come... me fode sempre assim!! Maldito!! O ambiente no quarto cheirava intensamente a sexo, o cheiro erótico de coito, buceta molhada e pau era envolvente, — Aaaahhh ahhhh... gostosoooo! Gostosoooo!! Cachorro!! A garota cravava as unhas no peito peludo do seu macho, um orgasmo avassalador vinha a passos largos, — Vou gozar... vou gozaaaar papiii!! Maldiiito! Ahhhgg!!!
— Eu também!!! Gatinha... te amo!!!, Dom Severiano falou por falar alguma coisa, — Você é divina pra fuder... putaaa!!! Pau e buceta se moviam e raspavam em uníssono um contra o outro, até que em um momento os dois ficaram travados e só se esfregando desesperadamente, o pau de Dom Severiano se esvaziou com 5 jorros de esperma grosso dentro da buceta de Cielo Riveros, ao mesmo tempo que a garota contraía os músculos vaginais com a única intenção de extrair cada gota de sêmen daquele pau grosso que a tinha encantado. Quando tudo terminou, a estudante simplesmente se deixou cair, desfalecida e exausta, no peito peludo do padrasto do namorado. Incrivelmente, ela se sentiu bem cuidada e sexualmente satisfeita depois da surra brutal que tinha levado. Instintivamente, começou a encher o rosto dele de beijos molhados e frescos, que ela mesma não sabia por que estava dando.

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