—Boa tarde, senhor... Meu nome é Lupe, disse a moça, estendendo sua mão branca.
—Aprende, seu idiota... Isso é que é boa educação, disse Dom Severiano ao enteado enquanto pegava a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, a levava para apertar contra o próprio pau, ao mesmo tempo em que a batia. Soprou um beijo no rosto dela, quase colado nos lábios; a colegial, por causa da tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos que arranhavam sua cara.
O velho Severiano, enquanto continuava bloqueando a porta de saída, começou a examinar a mulher suculenta que seu enteado tinha como namorada. Calculou que ela tinha pelo menos 1,70 metro de altura, olhos verdes, peitos normais e empinados, pernas e coxas bem torneadas, e, pra completar, uma bunda grande e redonda, empinada e gostosa. Aquele pivete era um monumento de mulher, pensou consigo mesmo.
Seria desnecessário descrever como esse velho tarado e sem vergonha forçou Rodrigo e Cielo Riveros a ficarem para o jantar, situação que o velho aproveitou para estudar à vontade. Ele achava que era carne demais e mulher demais pro viado que tinha como enteado; aquela gostosa merecia dar pra um macho de verdade, e ele se declarou o melhor candidato pra isso, mas teria que ter cuidado pra alcançar seu objetivo. Mesmo assim, ele ia comer ela de qualquer jeito, pensou enquanto não parava de devorá-la com os olhos.
Assim que terminaram o jantar e enquanto o casal se despedia, o garanhão italiano (segundo ele) prometeu a si mesmo que, de algum jeito, ia conseguir foder a linda colegial.
Lupe, e como já foi dito, sem perceber, nesse pouco tempo já tinha se acostumado a ver Dom Severiano, já que as oportunidades em que o namorado a convidava pra ir na casa dele eram frequentes. E, claro, desde que o padrasto tarado conheceu a namorada atraente do filho, ele dava um jeito de ficar em casa o máximo possível. Além disso, o velho nos bares ele... frequentado tinha descoberto sobre as fofocas que a colegial andava tendo nas mãos de velhos tão horríveis e depravados quanto ele, então com o que Lupe sabia, ele pressentiu que talvez não fosse para ele. Seria tão difícil dormir com ela, mas ele optou pelo caminho mais difícil, tentaria seduzi-la a qualquer custo. Eles esquentaram isso e inflamaram até o ponto da loucura.
Nem preciso dizer que, quando Dom Severiano, na frente e na paciência de Dona Mara e Rodrigo, começou a elogiá-la por como ela era bonita e jovem, ou que se ele fosse mais novo seria o garoto mais feliz da terra se uma garota tão meiga e inocente como ela tivesse aparecido, coisas que ele dizia com o olhar vermelho de febre e fixo na buceta ou nos peitos dela, uma situação que deixava o pobre Rodrigo quase louco de ciúmes com a impotência de não poder falar nada, já que ele e a mãe dependiam financeiramente de Dom Severiano.
Lupe percebeu tudo isso, mas também não ousou fazer um escândalo ou colocá-lo no lugar dela, pois sabia que então a pobre senhora e também o namorado dela acabariam pagando o pato. A questão é que, com o tempo, a menina meiga já estava começando a se acostumar com as palavras lisonjeiras que Dom Severiano fazia para ela, o que se combinava com a seca de rola em que Dom Pedro a deixou, a tal ponto que ela já não conseguia se negar que às vezes até gostava de um velho tão odioso e machista quanto o primeiro dizia para ela, mas esse outro sem precisar tratá-la como uma puta igual Dom Pedro fazia.
Dom Severiano, por sua vez, media muito bem o terreno que pisava, embora soubesse das brigas que a colegial tinha tido com velhos conhecidos da cidade, e assim poder chantagear a namorada do enteado, ele queria que no dia em que a pegasse fosse por acaso e com o pleno consentimento dela. Em outras palavras, o que o velho libidinoso queria era tirar a dele limpinho. A namorada do enteado, e se ele realmente tivesse conseguido, estaria até disposto a mandar Rodrigo e Dona Mara embora de casa pra poder viver como marido e mulher com aquela peça feminina tão tremenda e cheia de alegria, já tinha contado as punhetas que ela mesma se dava imaginando como eles a comiam e ela se deixava fazer toda mimada, esse era o comentário dos fregueses nos bares da cidade.
Era um sábado daquele mesmo mês quando Dom Severiano estava celebrando seus 58 anos. Ele andava de um lado pro outro como uma fera enjaulada, apesar de estar num clima bem festivo entre quase todos os parentes, incluindo amigos. Os convidados já tinham começado a chegar, as rancheras e cumbias já estavam animando o ambiente há um tempinho, mas o velho só pensava que o enteado idiota tinha ido buscar Cielo Riveros há mais de duas horas e ainda não tinha trazido ela pra ele, nessas condições o velho tarado não conseguia relaxar nem aproveitar o dia.
Até que finalmente os olhos nada amigáveis de Dom Severiano puderam ver o que ele tanto esperava, a porta se abriu e como num passe de mágica a jovem fêmea entrou nos aposentos dele, deixando-o louco com uma febre doentia e animalesca. Ele viu que ela veio entre envergonhada e sorrindo, segurando a mão do enteado.
O que Dom Severiano, os parentes homens e os amigos viram no momento em que a garota apareceu quase caiu num estado letárgico de admiração quente pelo que viram naquela hora, a fêmea tremenda que tinha acabado de entrar pela porta era um verdadeiro monumento esculpido em homenagem à feminilidade, aquela jovem e linda deusa feita mulher apareceu na frente deles num vestido preto de uma peça só que era meio justo na cintura, o que destacava deliciosamente as curvas do quadril, a parte de baixo da roupa soberba que a gostosa usava era mais solta, o vestido que ela vestia chegava um pouco acima das coxas deliciosas e apetitosas dela, os velhos estavam morrendo porque eles Viram que aquela jovem gordinha tinha um rosto lindo: metade feminina, metade idiota, com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para um lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam. Com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de Atributos físicos e femininos tão refinados deixavam claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
De pele morena, o cabelo liso e escuro estava penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira, calculavam com olhares lascivos. Com um par de peitos que não eram enormes, mas deliciosos, parecendo sedosos e durinhos. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
De pele morena, o cabelo liso e escuro estava penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira, calculavam com olhares lascivos. Com um par de peitos que não eram enormes, mas deliciosos, parecendo sedosos e durinhos. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
O cabelo liso e escuro dela estava penteado para um lado do rosto. Rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
O cabelo liso e escuro dela estava penteado para um lado do rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha usava um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que Andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos. Com a bunda empinada e bem definida, pronta pra excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com uns peitões que não eram tão grandes, mas deliciosos, que pareciam sedosos e durinhos. Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Dom Severiano, cujo coração e alma já estavam saindo pela boca de tão excitado que ficou com aquela visão, pegou rapidamente uma bandeja com copos servidos e foi na direção dos recém-chegados, passando estrategicamente a fonte de bebidas para o enteado. Para te avisar,
— Toma conta desse cuzão... Você serve meus convidados com tudo que precisam e depois ajuda sua mãe com tudo que ela precisar, eu vou cuidar de apresentar sua namorada pra família, hahaha... E sem esperar resposta do rapaz, simplesmente colocou uma das mãos cabeludas na cintura de Cielo Riveros para levá-la e fazer as apresentações, especialmente com os amigos dele. O jovem estava muito à vontade com todo mundo conhecendo a linda colegial, fazia isso como se fosse o sortudo pegador que tinha conquistado uma tremenda gostosa.
Assim os eventos iam se desenrolando e a música alta convidava todos os convidados a dançar, a atitude festeira de Dom Severiano estava dando resultado, já que com isso a jovem inocente não o via mais como antipático, seu futuro sogro estava sendo muito atencioso com ela e para cada copo de bebida que o velho astuto bebia, ele não perdia tempo em reabastecê-lo, uma situação que fazia a garotinha tonta se sentir bem, o que realmente a incomodava naquele momento era que ela estava se divertindo tanto e seu pobre namorado mal tinha tempo de aproveitar a festa, então seu sogro aproveitou para continuar diminuindo a distância entre ele e ela,
— Dona Lupe... Você me daria a honra de dançar comigo?, o velho sem-vergonha perguntou enquanto a olhava descaradamente dos pés à cabeça...
— Só não sei se é correto, Dom Seve..., além disso, além do Rodrigo, a esposa dele está ali, o que ela pensaria de mim?... Ele pode ficar bravo se nos ver dançando...
— Ela não vai dizer nada... Quem manda aqui sou eu! O velho disse com a febre já saindo pelos olhos ao notar que a colegial ia lhe dar uma dança a qualquer momento na frente de todos os seus Familiares e amigos, que já há muito tempo tinham percebido que o velhote não se separava nem um palmo da namorada do enteado por nada neste mundo — repito, docinho, nesta casa tudo que eu mando é feito, além do mais somos quase família, hahahaha —, o velho exaltado repetiu de novo, tentando manter a calma para não assustar a moça.
— Tá bom... vamos dançar, mas eu sou só uma franga...
Dom Severiano, que já não cabia em si de contente, virou o copo de uma vez só e agarrou a moça pela cintura para levá-la até o terraço onde tinha a pista de dança improvisada, onde já havia vários casais dançando animadamente.
No caminho que iam pra dançar, o velhote fez sinais pro cara que estava cuidando da música, e de repente a sequência de cumbias mudou pra um monte de baladas românticas, começando com a música “Si nos dejan” do Alejandro Fernández, e depois pra outras do mesmo estilo, mas agora do Marco Antonio Solís.
Já na pista de dança, o velho a segurou firme pela cintura fina pra puxar ela contra o corpo dele, a menina nervosa, enquanto sentia o corpo de Dom Severiano tão perto dela pela primeira vez, olhava pra todos os lados tentando ver onde estava Rodrigo. Cielo Riveros e Dom Severiano dançavam bem juntinhos, e não exatamente porque a garota queria, mas o velho tarado a tinha apertada com força, as mãos grandes e suadas dele estavam colocadas bem no limite do quadril dela e onde começam as nádegas, o velhote já estava doido pra descer elas e sentir aquelas bundonas que pela primeira vez estavam quase que totalmente à disposição dele.
A garota, na semi-escuridão do terraço e protegida pelos outros casais que dançavam e que talvez escondessem eles do olhar do Rodrigo e da Dona Mara, sentiu a barba grossa por fazer de Dom Severiano e a maciez das bochechas dele arranhando ela, as mãozinhas trêmulas dela foram colocadas nos ombros do parceiro de dança peculiar enquanto ele começava começar a sentir e esfregar sorrateira e lentamente aquelas carnes duras que suas mãos estavam sentindo, ele as erguia e abaixava, sentindo centímetro por centímetro dos quadris até a cintura e vice-versa, e o que mais o deixava com tesão era saber que quem ele estava tocando era a própria namorada do filho, aquela fêmea doce e jovial que o tinha cativado desde o primeiro dia que a viu em sua casa, ela ainda não estava convencida de que era a mesma que, segundo as histórias, adorava foder velhos. Dom Severiano queria medir seu progresso.
— Como você dança bem, princesa... Aposto que já te disseram isso antes — o velho, sentindo que sua ferramenta já estava dura como um ferro incandescente, falou com ela quase comendo uma de suas orelhas perfumadas, o que fez Lupe sentir, para seu pesar, um calafrio delicioso. A estudante, que estava numa situação triste e quase aproveitando as delícias daquele calafrio gostoso, não respondeu nada. O velho, acreditando ter ouvido um leve suspiro dos lábios de sua encantadora parceira de dança, a atraiu mais para perto do corpo. Ele tomou cuidado para colocar a altura do pau bem no meio da garota. Queria que ela sentisse que ele estava duro e parou para ver qual seria a reação dela.
A jovem sentiu a ponta dura da ferramenta do sogro colocada perfeitamente na curvatura da pélvis. Imaginou que, se não estivesse de vestido e calcinha, assim como o velho estava de calças, eles já estariam prontos para penetrá-la de novo. Assustada, olhou ao redor, mas viu que os outros casais dançavam despreocupados com a forma como ela estava fisicamente acoplada ao aniversariante da festa, e pensando em Rodrigo, quis dar um fim àquela dança ousada em que Dom Severiano a tinha.
— Ah, Dom Seve... Acho que devemos parar de dançar, a qualquer momento vão servir o jantar...
A garota, apesar de sentir pena de que seu odioso sogro estivesse tocando ela no meio da festa e perto de Rodrigo enquanto dançavam, não conseguia não pude deixar de me sentir lisonjeada pelas palavras do sogrão. A imagem de Dom Pedro já dominava sua mente, mostrando a ele seu pau bem durinho e brilhante. Ainda nervosa e sem saber direito o que dizer, ela continuou a conversa...
— Dom Seve... vou ficar devendo o presente de aniversário dele... O Rodrigo me avisou em cima da hora e não deu tempo de trazer nada... Depois eu trago alguma coisa, disse a garota no ouvido do velho, já que a música alta fazia o casal procurar os ouvidos um do outro para conseguir falar.
— Que tal você me dar esse seu cuzinho do demônio, sua puta... esse seria o melhor presente que você poderia me dar, sua vagabunda que esquenta pau... — pensou o velho consigo mesmo depois de ouvir as doces palavras da namorada do enteado, situação que o encorajou a continuar com seu truque.
— Sabe, Lupecita?... você é uma menina muito bonitinha, gosto muito de você... hehehe... então não se preocupe por não ter me trazido presente, vai ter tempo pra você me dar um agradinho, hehehehe.
— Olha, que tal a gente dar uma passada lá no fundo do quintal por um instante... Tem uma parte escura lá...? só pra gente conversar antes do jantar, não é justo eu estar te falando essas coisas enquanto seu namorado e minha esposa estão nos observando...
— Ah, acho que não, Dom Seve... isso não seria certo... mas se você tem mais alguma coisa pra me dizer, pode falar aqui mesmo...
— Vamos lá pro fundo, gostosa... naquela parte que parece escura... vai ser só um instante... Vou te contar umas coisas que quero que você saiba e aí a gente volta pro jantar, hehehehe...
A garota, que já estava começando a pensar seriamente em dar uma escapada com o velho por alguns minutos naquela parte escura do fundo da casa, já estava gostando da ideia, mas ainda resistia.
— Eles não precisam perceber, além do mais, a gente não vai fazer nada de errado... Me escuta, coisinha gostosa, agora a gente vai se separar... Você vai sair de fininho pra aquela área Espere por mim aí enquanto vou pegar umas bebidas e meus cigarros pra gente conversar um pouco, te juro que ninguém vai notar... Cielo Riveros, vendo que todo mundo naquela festa estava simplesmente cuidando da própria vida e mordendo inconscientemente o lábio inferior sensual a caminho do fundo da sala sem ser vista por ninguém, até sua silhueta se perder na escuridão.
Vídeos da Lupe pequena
Dom Severiano, depois de atravessar a pista de dança e tomando cuidado especial pra ninguém reparar onde ele estava indo, sorrateiramente e de um jeito manhoso, se enfiou nas sombras do fundo do pátio onde a namorada inocente do enteado o esperava. Quando ele quase chegou no lugar escuro, olhou com uma risada de malandro pra confirmar que ninguém estava vigiando, até que sua figura deformada e rude também sumiu na escuridão.
— E o que era aquilo que você queria falar comigo?... — perguntou Cielo Riveros, enquanto levava aos lábios a mistura única que ele tinha preparado pra ela. Dom Severiano olhou pra ela com o coração batendo a mil por hora. — O quê? — a garota perguntou, fazendo uma carinha safada pra ele, enquanto continuava bebendo sua bebida deliciosa.
O velho, percebendo que Cielo Riveros já tinha esvaziado o copo de licor, simplesmente se jogou em cima dela e a pegou desprevenida pela cintura, apertando ela com força contra seu corpo grotesco, fazendo a garota derrubar o copo já vazio.
— Como eu te falei antes, sua gostosa... A pura verdade é que desde que te vi pela primeira vez, eu te quero — o velho disse pra ela com uma cara pervertida e olhando pros lábios dela enquanto falava.
Lupe, que foi pega de surpresa, não teve tempo de se proteger; em segundos, se viu presa por Dom Severiano, que já a apertava contra seu peitão largo e com as mãos colocadas nas ancas dela, bem perto da carne que dava forma à sua bunda linda. O velho já achava que sentia os elásticos. de sua cueca fina por baixo do tecido do vestido
— Nãooo, Dom Severiano... o que você está fazendo!? Podem nos ver...!!
O velho percebeu na hora que a garota estava mais preocupada em não serem vistos do que com ele apalpando ela à vontade nos fundos do pátio
— Não se preocupa, gostosa... Ninguém vai nos ver aqui, hehehehe. Além disso, se alguém vier, a gente fala que você passou mal e veio tomar um ar, hehehehe...
O velho tentava de novo fazer ela sentir o pau dele enquanto dizia: — Tava pensando, meu bem... sobre o presente que você me falou, hehehehe...
— Que tal você me dar um beijo na boca... Assim a gente fica quite e você não me deve nada, o velho falou tudo isso olhando pros lábios rosados e brilhantes dela. A menina, agora assustada, desviava como podia, os bigodes italianos dele já arranhavam o rosto dela, e ela já sentia o pau do velho mais duro do que quando dançavam
O velho, por sua vez, se sentia no paraíso ao sentir aquele corpo majestoso se apertar contra o dele. Pra sua tristeza, percebeu que a garota tava resistindo e, se ela começasse a gritar, chamaria a atenção dos convidados, então tentou acalmá-la de algum jeito:
— Não se preocupa, princesa, se você não quer me beijar, tudo bem, mas deixa eu te abraçar só mais um pouquinho... É minha única chance de ficar assim com uma menina tão linda quanto você, o velho falou com uma voz de quem tava realmente sofrendo. — Só mais um pouquinho, meu bem... seu corpo é uma delícia, vai, dá uma moral pra esse velho, nem que seja no aniversário dele... Não seja ruim...
— Tá... mas só por um pouquinho e só porque é... ani... ver... sá... rio... de... pois... a... gente... vol... ta... pros con... vi... da... dos..., a menina falou de forma entrecortada, com as mãozinhas apoiadas entre o peito duro e os ombros do assediador
A estudante, com os olhos semiabertos, tentava ver de onde vinham os sons vindo de lá. Foi quando ela sentiu que a mão de um velho estava descendo sorrateiramente, quase tocando a bunda dela. Mesmo sentindo e já sabendo o que o velho queria tocar, ela não disse nada pra ele, achou que quase não importava, que aquilo não ia melhorar nem piorar a situação dela. Depois de alguns minutos daquela situação estranha que ela tava vivendo, já sentiu outros atritos escondidos de tentativa e erro nas protuberâncias da carne traseira dela, e aí decidiu que esses atritos já não eram mais de tentativa e erro, o Dom Severiano simplesmente tava segurando ela com força pela bunda e esfregando junto com ela. Ouvindo a música romântica do M. A. Solis.
—Aprende, seu idiota... Isso é que é boa educação, disse Dom Severiano ao enteado enquanto pegava a mão macia de Cielo Riveros e, sorrateiramente, a levava para apertar contra o próprio pau, ao mesmo tempo em que a batia. Soprou um beijo no rosto dela, quase colado nos lábios; a colegial, por causa da tensão do momento, não percebeu nada, só sentiu os bigodes pontudos que arranhavam sua cara.
O velho Severiano, enquanto continuava bloqueando a porta de saída, começou a examinar a mulher suculenta que seu enteado tinha como namorada. Calculou que ela tinha pelo menos 1,70 metro de altura, olhos verdes, peitos normais e empinados, pernas e coxas bem torneadas, e, pra completar, uma bunda grande e redonda, empinada e gostosa. Aquele pivete era um monumento de mulher, pensou consigo mesmo.
Seria desnecessário descrever como esse velho tarado e sem vergonha forçou Rodrigo e Cielo Riveros a ficarem para o jantar, situação que o velho aproveitou para estudar à vontade. Ele achava que era carne demais e mulher demais pro viado que tinha como enteado; aquela gostosa merecia dar pra um macho de verdade, e ele se declarou o melhor candidato pra isso, mas teria que ter cuidado pra alcançar seu objetivo. Mesmo assim, ele ia comer ela de qualquer jeito, pensou enquanto não parava de devorá-la com os olhos.
Assim que terminaram o jantar e enquanto o casal se despedia, o garanhão italiano (segundo ele) prometeu a si mesmo que, de algum jeito, ia conseguir foder a linda colegial.
Lupe, e como já foi dito, sem perceber, nesse pouco tempo já tinha se acostumado a ver Dom Severiano, já que as oportunidades em que o namorado a convidava pra ir na casa dele eram frequentes. E, claro, desde que o padrasto tarado conheceu a namorada atraente do filho, ele dava um jeito de ficar em casa o máximo possível. Além disso, o velho nos bares ele... frequentado tinha descoberto sobre as fofocas que a colegial andava tendo nas mãos de velhos tão horríveis e depravados quanto ele, então com o que Lupe sabia, ele pressentiu que talvez não fosse para ele. Seria tão difícil dormir com ela, mas ele optou pelo caminho mais difícil, tentaria seduzi-la a qualquer custo. Eles esquentaram isso e inflamaram até o ponto da loucura.
Nem preciso dizer que, quando Dom Severiano, na frente e na paciência de Dona Mara e Rodrigo, começou a elogiá-la por como ela era bonita e jovem, ou que se ele fosse mais novo seria o garoto mais feliz da terra se uma garota tão meiga e inocente como ela tivesse aparecido, coisas que ele dizia com o olhar vermelho de febre e fixo na buceta ou nos peitos dela, uma situação que deixava o pobre Rodrigo quase louco de ciúmes com a impotência de não poder falar nada, já que ele e a mãe dependiam financeiramente de Dom Severiano.
Lupe percebeu tudo isso, mas também não ousou fazer um escândalo ou colocá-lo no lugar dela, pois sabia que então a pobre senhora e também o namorado dela acabariam pagando o pato. A questão é que, com o tempo, a menina meiga já estava começando a se acostumar com as palavras lisonjeiras que Dom Severiano fazia para ela, o que se combinava com a seca de rola em que Dom Pedro a deixou, a tal ponto que ela já não conseguia se negar que às vezes até gostava de um velho tão odioso e machista quanto o primeiro dizia para ela, mas esse outro sem precisar tratá-la como uma puta igual Dom Pedro fazia.
Dom Severiano, por sua vez, media muito bem o terreno que pisava, embora soubesse das brigas que a colegial tinha tido com velhos conhecidos da cidade, e assim poder chantagear a namorada do enteado, ele queria que no dia em que a pegasse fosse por acaso e com o pleno consentimento dela. Em outras palavras, o que o velho libidinoso queria era tirar a dele limpinho. A namorada do enteado, e se ele realmente tivesse conseguido, estaria até disposto a mandar Rodrigo e Dona Mara embora de casa pra poder viver como marido e mulher com aquela peça feminina tão tremenda e cheia de alegria, já tinha contado as punhetas que ela mesma se dava imaginando como eles a comiam e ela se deixava fazer toda mimada, esse era o comentário dos fregueses nos bares da cidade.
Era um sábado daquele mesmo mês quando Dom Severiano estava celebrando seus 58 anos. Ele andava de um lado pro outro como uma fera enjaulada, apesar de estar num clima bem festivo entre quase todos os parentes, incluindo amigos. Os convidados já tinham começado a chegar, as rancheras e cumbias já estavam animando o ambiente há um tempinho, mas o velho só pensava que o enteado idiota tinha ido buscar Cielo Riveros há mais de duas horas e ainda não tinha trazido ela pra ele, nessas condições o velho tarado não conseguia relaxar nem aproveitar o dia.
Até que finalmente os olhos nada amigáveis de Dom Severiano puderam ver o que ele tanto esperava, a porta se abriu e como num passe de mágica a jovem fêmea entrou nos aposentos dele, deixando-o louco com uma febre doentia e animalesca. Ele viu que ela veio entre envergonhada e sorrindo, segurando a mão do enteado.
O que Dom Severiano, os parentes homens e os amigos viram no momento em que a garota apareceu quase caiu num estado letárgico de admiração quente pelo que viram naquela hora, a fêmea tremenda que tinha acabado de entrar pela porta era um verdadeiro monumento esculpido em homenagem à feminilidade, aquela jovem e linda deusa feita mulher apareceu na frente deles num vestido preto de uma peça só que era meio justo na cintura, o que destacava deliciosamente as curvas do quadril, a parte de baixo da roupa soberba que a gostosa usava era mais solta, o vestido que ela vestia chegava um pouco acima das coxas deliciosas e apetitosas dela, os velhos estavam morrendo porque eles Viram que aquela jovem gordinha tinha um rosto lindo: metade feminina, metade idiota, com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para um lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam. Com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mina tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre de tão bem formadas que eram. Perceberam, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com olhos verdes intensos e bonitos, pele morena, o cabelo liso e escuro penteado para o lado do rosto, com uma bunda empinada e proeminente que estava ali pra excitar uma cidade inteira, eles calculavam com olhos cheios de tesão, com umas chuchotas não tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras — toda essa combinação de Atributos físicos e femininos tão refinados deixavam claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
De pele morena, o cabelo liso e escuro estava penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira, calculavam com olhares lascivos. Com um par de peitos que não eram enormes, mas deliciosos, parecendo sedosos e durinhos. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
De pele morena, o cabelo liso e escuro estava penteado para um lado do rosto, com um rabo empinado e saliente que existia pra excitar uma cidade inteira, calculavam com olhares lascivos. Com um par de peitos que não eram enormes, mas deliciosos, parecendo sedosos e durinhos. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos tão refinados deixava claro que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer modelo de TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem torneadas que eram. Perceberam, resumindo, que a colegial já era mais que uma gostosa — era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
O cabelo liso e escuro dela estava penteado para um lado do rosto. Rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
O cabelo liso e escuro dela estava penteado para um lado do rosto, com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem dotado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, que a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto passavam por ela atordoados e a devoravam com os olhos.
Com bundas proeminentes e bem empinadas que estavam ali para excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com umas chuchotas que não eram tão grandes, mas deliciosas, que pareciam sedosas e duras. Toda essa conjunção de atributos físicos e femininos requintados declarava que aquela mulherzinha usava um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. Suas pernas lisas e coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, que era o que a matilha de machos pensava em uníssono, que Andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos. Com a bunda empinada e bem definida, pronta pra excitar uma cidade inteira, eles avaliavam com olhares cheios de tesão, com uns peitões que não eram tão grandes, mas deliciosos, que pareciam sedosos e durinhos. Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Toda essa combinação de atributos físicos e femininos dos mais finos declarava que aquela mulherzinha tinha um corpaço mais bem equipado do que qualquer uma daquelas modelos que aparecem na TV. As pernas lisas e as coxas brilhantes pareciam desenhadas à mão livre, de tão bem formadas que eram. Eles notaram, resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Resumindo, a estudante já era mais que gostosa, era o que a matilha de machos pensava em uníssono, enquanto andavam atordoados por ela e a devoravam com os olhos.
Dom Severiano, cujo coração e alma já estavam saindo pela boca de tão excitado que ficou com aquela visão, pegou rapidamente uma bandeja com copos servidos e foi na direção dos recém-chegados, passando estrategicamente a fonte de bebidas para o enteado. Para te avisar,
— Toma conta desse cuzão... Você serve meus convidados com tudo que precisam e depois ajuda sua mãe com tudo que ela precisar, eu vou cuidar de apresentar sua namorada pra família, hahaha... E sem esperar resposta do rapaz, simplesmente colocou uma das mãos cabeludas na cintura de Cielo Riveros para levá-la e fazer as apresentações, especialmente com os amigos dele. O jovem estava muito à vontade com todo mundo conhecendo a linda colegial, fazia isso como se fosse o sortudo pegador que tinha conquistado uma tremenda gostosa.
Assim os eventos iam se desenrolando e a música alta convidava todos os convidados a dançar, a atitude festeira de Dom Severiano estava dando resultado, já que com isso a jovem inocente não o via mais como antipático, seu futuro sogro estava sendo muito atencioso com ela e para cada copo de bebida que o velho astuto bebia, ele não perdia tempo em reabastecê-lo, uma situação que fazia a garotinha tonta se sentir bem, o que realmente a incomodava naquele momento era que ela estava se divertindo tanto e seu pobre namorado mal tinha tempo de aproveitar a festa, então seu sogro aproveitou para continuar diminuindo a distância entre ele e ela,
— Dona Lupe... Você me daria a honra de dançar comigo?, o velho sem-vergonha perguntou enquanto a olhava descaradamente dos pés à cabeça...
— Só não sei se é correto, Dom Seve..., além disso, além do Rodrigo, a esposa dele está ali, o que ela pensaria de mim?... Ele pode ficar bravo se nos ver dançando...
— Ela não vai dizer nada... Quem manda aqui sou eu! O velho disse com a febre já saindo pelos olhos ao notar que a colegial ia lhe dar uma dança a qualquer momento na frente de todos os seus Familiares e amigos, que já há muito tempo tinham percebido que o velhote não se separava nem um palmo da namorada do enteado por nada neste mundo — repito, docinho, nesta casa tudo que eu mando é feito, além do mais somos quase família, hahahaha —, o velho exaltado repetiu de novo, tentando manter a calma para não assustar a moça.
— Tá bom... vamos dançar, mas eu sou só uma franga...
Dom Severiano, que já não cabia em si de contente, virou o copo de uma vez só e agarrou a moça pela cintura para levá-la até o terraço onde tinha a pista de dança improvisada, onde já havia vários casais dançando animadamente.
No caminho que iam pra dançar, o velhote fez sinais pro cara que estava cuidando da música, e de repente a sequência de cumbias mudou pra um monte de baladas românticas, começando com a música “Si nos dejan” do Alejandro Fernández, e depois pra outras do mesmo estilo, mas agora do Marco Antonio Solís.
Já na pista de dança, o velho a segurou firme pela cintura fina pra puxar ela contra o corpo dele, a menina nervosa, enquanto sentia o corpo de Dom Severiano tão perto dela pela primeira vez, olhava pra todos os lados tentando ver onde estava Rodrigo. Cielo Riveros e Dom Severiano dançavam bem juntinhos, e não exatamente porque a garota queria, mas o velho tarado a tinha apertada com força, as mãos grandes e suadas dele estavam colocadas bem no limite do quadril dela e onde começam as nádegas, o velhote já estava doido pra descer elas e sentir aquelas bundonas que pela primeira vez estavam quase que totalmente à disposição dele.
A garota, na semi-escuridão do terraço e protegida pelos outros casais que dançavam e que talvez escondessem eles do olhar do Rodrigo e da Dona Mara, sentiu a barba grossa por fazer de Dom Severiano e a maciez das bochechas dele arranhando ela, as mãozinhas trêmulas dela foram colocadas nos ombros do parceiro de dança peculiar enquanto ele começava começar a sentir e esfregar sorrateira e lentamente aquelas carnes duras que suas mãos estavam sentindo, ele as erguia e abaixava, sentindo centímetro por centímetro dos quadris até a cintura e vice-versa, e o que mais o deixava com tesão era saber que quem ele estava tocando era a própria namorada do filho, aquela fêmea doce e jovial que o tinha cativado desde o primeiro dia que a viu em sua casa, ela ainda não estava convencida de que era a mesma que, segundo as histórias, adorava foder velhos. Dom Severiano queria medir seu progresso.
— Como você dança bem, princesa... Aposto que já te disseram isso antes — o velho, sentindo que sua ferramenta já estava dura como um ferro incandescente, falou com ela quase comendo uma de suas orelhas perfumadas, o que fez Lupe sentir, para seu pesar, um calafrio delicioso. A estudante, que estava numa situação triste e quase aproveitando as delícias daquele calafrio gostoso, não respondeu nada. O velho, acreditando ter ouvido um leve suspiro dos lábios de sua encantadora parceira de dança, a atraiu mais para perto do corpo. Ele tomou cuidado para colocar a altura do pau bem no meio da garota. Queria que ela sentisse que ele estava duro e parou para ver qual seria a reação dela.
A jovem sentiu a ponta dura da ferramenta do sogro colocada perfeitamente na curvatura da pélvis. Imaginou que, se não estivesse de vestido e calcinha, assim como o velho estava de calças, eles já estariam prontos para penetrá-la de novo. Assustada, olhou ao redor, mas viu que os outros casais dançavam despreocupados com a forma como ela estava fisicamente acoplada ao aniversariante da festa, e pensando em Rodrigo, quis dar um fim àquela dança ousada em que Dom Severiano a tinha.
— Ah, Dom Seve... Acho que devemos parar de dançar, a qualquer momento vão servir o jantar...
A garota, apesar de sentir pena de que seu odioso sogro estivesse tocando ela no meio da festa e perto de Rodrigo enquanto dançavam, não conseguia não pude deixar de me sentir lisonjeada pelas palavras do sogrão. A imagem de Dom Pedro já dominava sua mente, mostrando a ele seu pau bem durinho e brilhante. Ainda nervosa e sem saber direito o que dizer, ela continuou a conversa...
— Dom Seve... vou ficar devendo o presente de aniversário dele... O Rodrigo me avisou em cima da hora e não deu tempo de trazer nada... Depois eu trago alguma coisa, disse a garota no ouvido do velho, já que a música alta fazia o casal procurar os ouvidos um do outro para conseguir falar.
— Que tal você me dar esse seu cuzinho do demônio, sua puta... esse seria o melhor presente que você poderia me dar, sua vagabunda que esquenta pau... — pensou o velho consigo mesmo depois de ouvir as doces palavras da namorada do enteado, situação que o encorajou a continuar com seu truque.
— Sabe, Lupecita?... você é uma menina muito bonitinha, gosto muito de você... hehehe... então não se preocupe por não ter me trazido presente, vai ter tempo pra você me dar um agradinho, hehehehe.
— Olha, que tal a gente dar uma passada lá no fundo do quintal por um instante... Tem uma parte escura lá...? só pra gente conversar antes do jantar, não é justo eu estar te falando essas coisas enquanto seu namorado e minha esposa estão nos observando...
— Ah, acho que não, Dom Seve... isso não seria certo... mas se você tem mais alguma coisa pra me dizer, pode falar aqui mesmo...
— Vamos lá pro fundo, gostosa... naquela parte que parece escura... vai ser só um instante... Vou te contar umas coisas que quero que você saiba e aí a gente volta pro jantar, hehehehe...
A garota, que já estava começando a pensar seriamente em dar uma escapada com o velho por alguns minutos naquela parte escura do fundo da casa, já estava gostando da ideia, mas ainda resistia.
— Eles não precisam perceber, além do mais, a gente não vai fazer nada de errado... Me escuta, coisinha gostosa, agora a gente vai se separar... Você vai sair de fininho pra aquela área Espere por mim aí enquanto vou pegar umas bebidas e meus cigarros pra gente conversar um pouco, te juro que ninguém vai notar... Cielo Riveros, vendo que todo mundo naquela festa estava simplesmente cuidando da própria vida e mordendo inconscientemente o lábio inferior sensual a caminho do fundo da sala sem ser vista por ninguém, até sua silhueta se perder na escuridão.
Vídeos da Lupe pequena
Dom Severiano, depois de atravessar a pista de dança e tomando cuidado especial pra ninguém reparar onde ele estava indo, sorrateiramente e de um jeito manhoso, se enfiou nas sombras do fundo do pátio onde a namorada inocente do enteado o esperava. Quando ele quase chegou no lugar escuro, olhou com uma risada de malandro pra confirmar que ninguém estava vigiando, até que sua figura deformada e rude também sumiu na escuridão.
— E o que era aquilo que você queria falar comigo?... — perguntou Cielo Riveros, enquanto levava aos lábios a mistura única que ele tinha preparado pra ela. Dom Severiano olhou pra ela com o coração batendo a mil por hora. — O quê? — a garota perguntou, fazendo uma carinha safada pra ele, enquanto continuava bebendo sua bebida deliciosa.
O velho, percebendo que Cielo Riveros já tinha esvaziado o copo de licor, simplesmente se jogou em cima dela e a pegou desprevenida pela cintura, apertando ela com força contra seu corpo grotesco, fazendo a garota derrubar o copo já vazio.
— Como eu te falei antes, sua gostosa... A pura verdade é que desde que te vi pela primeira vez, eu te quero — o velho disse pra ela com uma cara pervertida e olhando pros lábios dela enquanto falava.
Lupe, que foi pega de surpresa, não teve tempo de se proteger; em segundos, se viu presa por Dom Severiano, que já a apertava contra seu peitão largo e com as mãos colocadas nas ancas dela, bem perto da carne que dava forma à sua bunda linda. O velho já achava que sentia os elásticos. de sua cueca fina por baixo do tecido do vestido
— Nãooo, Dom Severiano... o que você está fazendo!? Podem nos ver...!!
O velho percebeu na hora que a garota estava mais preocupada em não serem vistos do que com ele apalpando ela à vontade nos fundos do pátio
— Não se preocupa, gostosa... Ninguém vai nos ver aqui, hehehehe. Além disso, se alguém vier, a gente fala que você passou mal e veio tomar um ar, hehehehe...
O velho tentava de novo fazer ela sentir o pau dele enquanto dizia: — Tava pensando, meu bem... sobre o presente que você me falou, hehehehe...
— Que tal você me dar um beijo na boca... Assim a gente fica quite e você não me deve nada, o velho falou tudo isso olhando pros lábios rosados e brilhantes dela. A menina, agora assustada, desviava como podia, os bigodes italianos dele já arranhavam o rosto dela, e ela já sentia o pau do velho mais duro do que quando dançavam
O velho, por sua vez, se sentia no paraíso ao sentir aquele corpo majestoso se apertar contra o dele. Pra sua tristeza, percebeu que a garota tava resistindo e, se ela começasse a gritar, chamaria a atenção dos convidados, então tentou acalmá-la de algum jeito:
— Não se preocupa, princesa, se você não quer me beijar, tudo bem, mas deixa eu te abraçar só mais um pouquinho... É minha única chance de ficar assim com uma menina tão linda quanto você, o velho falou com uma voz de quem tava realmente sofrendo. — Só mais um pouquinho, meu bem... seu corpo é uma delícia, vai, dá uma moral pra esse velho, nem que seja no aniversário dele... Não seja ruim...
— Tá... mas só por um pouquinho e só porque é... ani... ver... sá... rio... de... pois... a... gente... vol... ta... pros con... vi... da... dos..., a menina falou de forma entrecortada, com as mãozinhas apoiadas entre o peito duro e os ombros do assediador
A estudante, com os olhos semiabertos, tentava ver de onde vinham os sons vindo de lá. Foi quando ela sentiu que a mão de um velho estava descendo sorrateiramente, quase tocando a bunda dela. Mesmo sentindo e já sabendo o que o velho queria tocar, ela não disse nada pra ele, achou que quase não importava, que aquilo não ia melhorar nem piorar a situação dela. Depois de alguns minutos daquela situação estranha que ela tava vivendo, já sentiu outros atritos escondidos de tentativa e erro nas protuberâncias da carne traseira dela, e aí decidiu que esses atritos já não eram mais de tentativa e erro, o Dom Severiano simplesmente tava segurando ela com força pela bunda e esfregando junto com ela. Ouvindo a música romântica do M. A. Solis.
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