Vídeos da Little Lupe
Agora, com uma grande poça de fluidos vaginais na cama dela, e já tendo uma leve ideia do verdadeiro gosto de uma buceta, a Lupe, fora de si, trocou a imagem do Dom Pedro pela da Cláudia, exatamente como tinha sonhado... ela imaginou a amiga deitada, nua, numa cama com as pernas abertas, esperando alguém chupá-la, e essa alguém seria ela mesma, a Cielo Riveros ia chupá-la. Na mente dela, ela visualizou a buceta da Cláudia como tinha visto naquela manhã e, aos poucos, esticou a língua fresca imaginando que estava colocando na buceta loira da amiga, a febre dela só aumentava.
Agora, na cabeça dela, tinha a imagem vívida da Cláudia montada de costas em cima dela, as duas fazendo um 69 glorioso, ela imaginou na frente dos olhos a buceta loira que queria tanto lamber naquele momento, imaginou as mãos passeando pelas curvas da amiga...
Isso era demais para a mente alterada e intensa da gordinha gostosa que ainda se masturbava como uma louca, e, consequentemente, foi o corpo da Cláudia que levou o crédito pela punheta erótica e deliciosa que a Lupe se deu em homenagem a ela. As imagens do 69 gostoso entre as duas esquentaram ela tanto que a sua raposinha explodiu numa verdadeira cascata de fluidos que mostraram o orgasmo gostoso da Jovem Ternurinha.
— Ahhhhhh! Dios mío!!, Clauuuu!!... Clauuuuuuuu!!! como eu queria te chupaaaaar!!! — exclamava a garota dedicando a masturbação dela pra amiga, enquanto a mãozinha subia e descia rapidamente pela sua bucetinha toda encharcada de fluidos vaginais, os quadris dela ondulavam freneticamente imaginando que a Cláudia também estava chupando ela. — Ahhhhhh aiii! Aiiiiii que eu vou gozaaaar!... vou gozaaaaar Cláudiaaaaa yummy! gostosaaa!! gostosaaa!!! gostosaaaa!!!! Gostosaaaaaaa!!!!!, Cielo Riveros quase mijou de prazer, subia e descia os quadris em todas as direções sem tirar a mãozinha da sua buceta molhada, uma onda de prazer elétrico invadia ela e fazia Abrindo e fechando as pernas desesperadamente, terminando com movimentos estranhos como se realmente estivesse tendo cãibras, lentamente seu corpo nu parou de se mexer, apenas sua respiração ofegante dava sinais claros do imenso prazer que ela havia sentido, ela estava cansada, toda bagunçada em sua cama, adormeceu.
Naquela segunda-feira, a estudante saiu para pegar o ônibus para a escola, estava tão absorta em seus pensamentos que nem prestou atenção nos olhares safados que os criminosos da região davam nela, e muito menos em todas as vulgaridades que gritavam de qualquer esquina, mas ela ficou pensando como tinha sido estranho o sonho da noite anterior, sentiu muita vergonha do que tinha feito, sabia que era errado ter se tocado pensando na Claudia, mas tinha sido tão gostoso, ela não sabia por que seu corpo estava traindo ela, preferiu não pensar mais no assunto... afinal, aquilo nunca mais ia se repetir.
Quando Cielo Riveros voltou para casa, ficou surpresa ao ver o Comissário Sinforoso, o mesmo que a viu pelada no carro do Dom Pedro, conversando com a mãe dela, mas esse homem muito esperto conseguiu fazer com que a mãe saísse para resolver um assunto administrativo e o comissário degenerado aproveitou a situação para se aproveitar da inocente Cielo Riveros. O cara tinha o cenário perfeito para dormir com a adolescente depois de escrever um atestado de que ela praticava prostituição em vias públicas.
Olha, meu bem, não vou te enganar, estou aqui porque me sinto na obrigação de contar para sua mãe sobre a vida que você leva, talvez vocês estejam apertadas de grana e por isso você está nas ruas, mas isso de dar seu corpinho lindo para velhos degenerados por dinheiro, sua mãe precisa saber disso e eu vim oferecer minha ajuda para tirar você das ruas...
Não, comissário, por favor, não conta pra ela que o senhor me viu com Dom Pedro pelada, aquele infeliz abusou de mim, eu não sou uma puta....
Hahahaha, todas as vadias, igualzinha você, falam a mesma coisa hahaha, dão pra cada cara que aparece na frente e depois se fazem de santinhas.
Não, senhor, não conta pra ele, eu faço qualquer coisa pra minha mãe não descobrir o que eu fiz naquela noite.
Bom, sua putinha, meu silêncio vai sair caro pra você, vamos pro seu quarto, agora mesmo vou cobrar uma taxa de várias que você vai pagar dando pra mim quando eu tiver vontade, digamos que não temos muito tempo.
Uma vez no quarto de Cielo Riveros, o velho comissário se jogou em cima da garota, segurando ela pelas nádegas e tentando roubar um beijo.
Por favor, comissário, já chega, acabei de ouvir que minha mãe e meu avô entraram na sala, por favor, eles podem nos descobrir.
O sargento, que já tinha ela pelas nádegas, levantou ela no ar e deitou na cama e com uma mão conseguiu arrancar os botões da blusa dela, revelando aqueles limões perfeitos e macios que a tenra colegial tinha como peitos.
O homem tirou rápido o uniforme de polícia, deixando o corpo horrível nu, e com um aparelho de pau meia-bomba terrível, subiu na cama decidido.
A colegial, de apenas 18 anos, sabendo que estava literalmente deitada por causa do policial, um homem estranho que via pela segunda vez na vida e com a mãe e o avô do outro lado da porta, foi invadida por uma sensação estranha de nervosismo e medo de ser descoberta por eles numa situação tão comprometedora, ao mesmo tempo, sentia como aquele velho sem vergonha nunca se cansava de chupar os bicos endurecidos dela e se esfregar na perna dela como se realmente estivesse fodendo ela.
A situação pra garota era tão trágica quanto estranhamente mórbida, já que só de imaginar que a qualquer momento a porta do quarto dela ia abrir e a mãe dela ia entrar com Dom Benito e pegá-los naquela situação com um velho desalinhado a segundos de meter o pau. Nele, tudo isso era uma bomba-relógio, pois sem que ela mesma percebesse, gradual e rapidamente, aquela estranha sensação de infortúnio já estava dando lugar a uma excitação nervosa que ao mesmo tempo se transformava em febre verdadeira, mas ela não estava disposta a fazer aquilo com aquele velho e com a mãe dele a uma distância muito curta de onde estavam.
— Nããão... m... mi... guarda... o que você tá fazeeeendo!?, ela gemia sentindo umas sugadas violentas nos seus peitões grandes,
— Vou enfiar meu pau em você, sua arrombada... hahahaha... vamos nos divertir pra caralho aqui na sua cama, hehehehe, então abre essas pernas... Slurpsssss!!!, ele disse pra ela enquanto mandava outra sugada bruta no peito dela.
— Siiim...! se você vai foder mesmo...!! e a poucos metros de dar pra essa outra gostosa que me come a noite inteira a filhinha dela logo, hahaha..., o velho falou casado nas próprias ventas enquanto tentava montar a longevidade naquele corpo curvilíneo que se contorcia na cama,
— Ela... e... ela não vai fazer com o se... senhoooor..., ela disse ainda lutando e vendo como o velhote a imobilizava cruzando uma das pernas curtas mas musculosas e peludas sobre a barriga lisinha da garota trêmula,
— E eu vou, sua puta, é isso aí...!! por que você acha que ele tá me convidando pra almoçar?..!?, ele sussurrou vulgarmente bem no ouvido da apavorada Cielo Riveros, o velho continuou. — A buceta dela tá pedindo o pau dele...!, e eu vou meter nele!, e sou capaz até de estuprar...!!! Vou fazer com ela na mesma cama que ela fez com seu pai antes de morrer...hahahahaha...!!! com certeza quando ele ia trabalhar e você ia pra escola deviam ter vários que devem ter comido... dá pra ver nos olhos dela a puta que tem dentro... igualzinho à sua cadela nojenta!!!, hahahahaha...!!!
Naquele momento, ela percebeu como o sargento a forçou a virar de lado na cama pra começar a desenhar a linha da buceta dela de novo, mas agora ele não estava fazendo com os dedos, mas com a cabeça do pau. Lupe, percebendo isso e temendo o pior, fazia movimentos de fuga com o quadril, apertando, pra que aquele homem fardado gostoso não metesse nela. A cama rangeu timidamente por causa do movimento escondido dos corpos que se faziam nela. É claro que a garota, poucos minutos atrás, tinha estado a segundos de deixar eles fazerem isso com ela, mas a simples aparição da mãe dela com Dom Benito em casa foi suficiente pra consciência dela clarear e fazer ela ver a razão.
Só alguns minutos de chupar e lamber os melões dela foram suficientes, somados às batidas que acertavam a parte íntima dela, pra garota começar de novo, aos poucos, a sentir aquela estranha nervose sexual pra qual os estupradores aproveitadores dela sabiam levar. A pele dela se arrepiou com os novos calafrios que ela já começava a sentir, enquanto a mente dela se dividia entre se entregar ao prazer ou continuar tentando não se deixar abusar na própria cama por aquele policial tarado.
As batidas firmes na buceta dela a princípio deixaram ela aterrorizada, mas quando sentiu a largura daquela glande escorregadia e, achando que sabia que não ia caber tão fácil, entendeu que se não abrisse as pernas, seria incrivelmente difícil pro velho meter nela. Então, ela baixou a guarda um pouco e ficou só esperando, de olho na porta do quarto, caso a mãe dela pensasse em entrar sem avisar.
Foi aí que o velho, erguendo o olhar de novo, viu ela de olhos fechados e respirando pela boca, viu ela com o rosto todo molhado por causa do suor. Além disso, mesmo com ela mantendo as coxas juntas e apertadas, ele já achava que sentia como a garota, às vezes, devolvia movimentos tímidos de bacia pra cada estocada que ele dava com o pau. Foi nesse mesmo momento que a garota enterrou o rosto entre o pescoço e o peito cabeludo do homem, quando o velho policial ouviu uns gemidos abafados. Gemidos de prazer saindo dos lábios dele.
Cielo Riveros nem percebeu quando foi que a sanidade fugiu da mente dela, agora sabendo que estava nua e deitada de lado numa cama com aquele aproveitador fardado que a fodiam tão gostosamente na buceta, mas totalmente ciente de tudo que estava acontecendo com ela e, pra piorar, a poucos metros de onde sua mãe e, com certeza, o Dom Benito estavam. Ela, sem nenhum pudor, se agarrou no pescoço dele e deixou escapar dos lábios o que sua buceta e sua mente estavam implorando:
— Ahhhhhhh, meu s... sargento... que d... delícia... p... pa... paizinho!!!! Ahhhhh!!! — ela murmurava baixinho, mas claramente audível pro policia puto da vida que, de novo, não parava de chupar e morder os peitos dela.
O recato da garota tinha sido destruído mais uma vez pela febre imperiosa da sua anatomia escultural. Na mente distorcida dela, só desejava — enquanto ao mesmo tempo ficava aterrorizada — que a porta do quarto se abrisse de uma vez e que todo mundo descobrisse que ela estava pelada e empalada no pau de um policial velho. Só de imaginar essa situação e os comentários que se espalhariam pelo bairro, pelo amor de Deus, ela ficava mais excitada!!!
Cielo Riveros, no silêncio do quarto dela, já se contorcia e se retorcia de tanto prazer que recebia nos peitos e na buceta, sensações que faziam ela tremer e que percorriam seu corpo enorme e escultural pra se fixar teimosamente no seu molusquinho molhado e já escorregadio, que quase queria que aquela cabeçona grossa abrisse ele e entrasse dentro.
A garota que desejava tudo isso já respirava de forma convulsa, e não conseguia mais controlar as emoções lascivas e os arrepios que seu sistema hormonal causava em cada uma das suas curvas. Ela precisava se mover na forma de acasalamento mais livremente, precisava de um pau bom dentro dela, e lá estava o policial aproveitador pra acalmar seus desejos ardentes, mas ele não parava de chupar ela. peitos e continuando a provocá-la de lado, enquanto ela, com o rosto apoiado no peito largo do policial, só se dedicava a sentir e aproveitar, tapando a boquinha para não gritar, como se fizesse expressões sugestivas de prazer no rosto. Seu rostinho lindo, de repente abrindo a boca em formato de "o", depois franzindo a testa e lambendo os lábios carnudos com a língua rosa, balançando a cabeça de um lado para o outro no ombro daquele velho macho, também com as sobrancelhas levantadas para cima como sinal de vício ansioso diante da necessidade urgente de acasalar com aquele velho corrupto de uniforme, ou com quem quer que fosse.
O velho, finalmente se separando do corpo dela e parando de estimulá-la, desceu pelo corpo dela com os lábios e a língua. Ele tinha lembrado que a garota também tinha uma parte na anatomia dela que era ainda mais desejável do que as suas chuchotinhas deliciosas que ele estava chupando, agora ele se entregaria àquela buceta atraente quase sem pelos que ele já tinha declarado como sua, não ligando para quantos paus já tinham pago para furar aquela fenda sublime de carne que a jovem tinha no meio das coxas.
O velho nu e de quatro na cama de Lupe se apoiou com os dois braços em cada uma das coxas abertas dela e abriu a boca grande e babando para engolir avidamente a rachadura suculenta e feminina de amor que a garotinha geralmente escondia no meio das pernas.
Cielo Riveros era a única testemunha da jornada deliciosa e gratificante que o policial moreno fez com a boca pelo estômago dela, por isso quando ela viu ele quase chegar na parte mais íntima da sua pessoa, ela instintivamente abriu as pernas, já que para ela aquilo já fazia parte do ritual erótico que ela tinha que performar quando era abordada por todo velho tarado que aparecia desde que ela tinha feito 18.
Estando gostosa e trêmula, ela estava ciente de como aquele sargento estranho estava abrindo a boca para engolir ela. buceta novinha com uma tarasca única e deliciosa que, ao sentir aqueles lábios quentes e grossos devorando ela desesperadamente e como ele dançava aquela língua fedida entre a carne dela pela primeira vez. vaginal ela não conseguiu segurar e soltou um gemido alto de prazer da boca dela, nem que a mãe ou o Dom Benito pudessem ouvir ela lá de fora do quarto,
— O... Oh... Ohhhhhhhhhhh...! A... Ah... Ahhhhhhhhhh...! Mmmmmmmm...! Dom... Sinforosoooo... q... que... ri... coooooo... mi... a... a...moorrrrr...!!!!
A garota enervada gemeu e reclamou audivelmente como uma verdadeira puta enquanto apertava os lençóis dela com força, sentindo de novo e de novo na buceta dela as lambidas enlouquecedoras de quem tava comendo ela naquele momento.
Vídeos da Lupita novinha
As chupadas febris na buceta dela faziam ela se sentir muito gostosa, então sem pensar e como forma de agradecimento, ela compensou com gemidos deliciosos, e abrindo as pernas do sargento o máximo que as juntas dele permitiam.
O policial, por sua vez, com todos os sentidos completamente dedicados à luxúria do momento naquele quarto pegando fogo, também tava fora de si: ele lambia, chupava e sugava a boceta dela como um verdadeiro malvado nato, ou como um alvoroço!, ou como quiser...!!, aquela buceta jovem quase sem pelos que tavam oferecendo pra ele e que já tava escorrendo sem parar nos lábios, bigode e língua dele tava fazendo ele perder a cabeça, o sargento tava muito tarado, e por parte dela a estudante excitada e doida também não ficava atrás, com gemidos deliciosos de prazer genuíno ela ficava com a cabeça completamente enterrada nos travesseiros da cabeceira onde, esticando o pescoço e apertando os ligamentos e veias, tentava enterrar ela ainda mais a cintura dela se mexia instintivamente com ondas e movimentos pélvicos pra frente e pra trás, do mesmo jeito que se ela tivesse sendo fodida naquele momento, ou seja, ela tava se entregando de corpo e alma pra aquele homem fardado cheio de tesão que não parava de se dar aquela boceta gostosa. bacanal de caldos quentes e carnes vaginais que o ardente Cielo Riveros estava lhe proporcionando.
Até que aquele estado prazeroso e lascivo em que os dois amantes se encontravam novamente se desfez, quando a porta do quarto se abriu e eles ouviram claramente a voz firme de Dona Isabel falando com a filha de fora,
— Lupe...!!! O que está acontecendo aí dentro...!!??
Só de ouvir a voz da mãe, a colegial ficou petrificada, olhando com seus olhos verdes na direção de onde vinha aquela voz conhecida e materna, totalmente imóvel e sem saber como reagir, assim como o velho que também olhava na mesma direção, sempre abraçando as coxas completamente abertas da jovem. Eles apenas olhavam para a porta entreaberta do quarto, onde no chão a sombra da mãe da colegial podia ser vista claramente, ameaçadora, como se fosse entrar a qualquer momento...
Isabel percebeu que, assim que abriu a porta que dava para o interior do quarto juvenil da filha, tudo ficou em completo silêncio.
Enquanto do outro lado da porta a jovem aterrorizada e nua nem conseguia fechar as pernas, temendo o pior, o velho, por sua vez, permanecia tão excitado quanto no início, olhando para a porta e para a garota repetidamente, onde a agora assustada menina fazia novamente um sinal de silêncio com o dedo indicador nos lábios, imaginando que o velho estivesse disposto a falar a qualquer momento.
Diante do silêncio de Lupe, a mãe preocupada começou a falar com ela sem ousar entrar, já que ambas sempre respeitaram seus espaços privados.
— Filha, não é justo que você esteja sofrendo por aquele rapaz... Eu ouvi você gemer e chorar... com certeza aquele jovem está te fazendo sofrer... O melhor é que, se você não está se divertindo, termine o relacionamento por um tempo... A mulher angustiada só ouvia a respiração pesada da filha e, diante disso... O silêncio dela, ela acabou contando: —Entende, querida, não gosto de saber que você está triste... quer conversar...?
Cielo Riveros, já recuperada e se refazendo daquele acidente rico e erótico, ouvindo a mãe que já estava chegando a qualquer momento, respirou fundo e gritou da cama:
—Ehhh... valeu mããã...! Mas tá tudo bem... com o Rodrigo a gente só discutiu, mas liga... por favor, não entra... tô meio indisposta e não gosto que me veja assim...! A menina, ainda excitada, dizia tudo isso com os olhinhos fechados, rezando pra todos os santos e pra própria virgem de Luján pra que, por favor, a mãe não entrasse e a pegasse de surpresa.
O sargento, vendo que a garota tava se comportando de um jeito bem sem vergonha, contanto que a mãe não descobrisse que a buceta dela tava sendo chupada, começou a dar umas boas lambidas nela, tratamento que fez a menina cair de novo na cama e, entre abrir seus lindos olhos verdes com uma expressão vulgar de febre de verdade no rostinho bonito, por causa das cócegas e sensações gostosas que o velho provocava com a língua grossa na parte mais sensível da sua exuberância e numa situação tão comprometedora.
—Tá bom, filha, disse de repente a mãe de Cielo Riveros, —só não gosto de te ver sofrendo... agora vou tomar um banho e depois ir trabalhar...
Lupe já tava muito excitado, mas ficou tremendo ainda mais de medo, estupefação e uma febre estranha quando percebeu que o velho não tava nem aí, no mesmo instante em que a mãe ainda estava na soleira da porta falando com ele, ele subiu no corpo dela, se concentrou e colocou o pau na entrada da buceta dela e simplesmente enfiou impecavelmente.
A tarefa não durou mais que cinco segundos, quando a safada tava ouvindo as últimas palavras da mãe, viu o velho montado nela, e então sentiu a pressão da entrada na buceta, a dilatação das dobrinhas tenras da vagina enquanto O grosso artefato de vergalhão deslizou pra dentro dela até que ela já se sentia com o pau do policial enfiado na parte mais íntima da sua pessoa. Ele não conseguiu evitar soltar um gemido longo e sofrido de resistência da garganta no momento em que sofreu o empurrão firme que tinha sido dado a ele a apenas três metros de onde sua mãe estava.
— Mmmmmmmffff!!!, foi o gemido da garota ao sentir o policial respirando pesado com o rosto e o bigode enterrados no seu pescoço, até que ouviu a voz da mãe de novo.
— Lupi... tá bem...? Por que você tá reclamando e aí parada? — Ué, mãaaaaa!!!, quando a lista... s... solo v... veteeee... p... por uma hora solo quero ficar s... sozinhaaa...!, a colegial enfiada, produto de um sufoco repentino por causa do que tinha acabado de acontecer, respondia pra mãe com uma das mãos na boca, com todo o peso do homem sobre o corpo dela e sentindo como ele ia aprofundando medindo o pau quente na buceta dela.
Agora, com uma grande poça de fluidos vaginais na cama dela, e já tendo uma leve ideia do verdadeiro gosto de uma buceta, a Lupe, fora de si, trocou a imagem do Dom Pedro pela da Cláudia, exatamente como tinha sonhado... ela imaginou a amiga deitada, nua, numa cama com as pernas abertas, esperando alguém chupá-la, e essa alguém seria ela mesma, a Cielo Riveros ia chupá-la. Na mente dela, ela visualizou a buceta da Cláudia como tinha visto naquela manhã e, aos poucos, esticou a língua fresca imaginando que estava colocando na buceta loira da amiga, a febre dela só aumentava.
Agora, na cabeça dela, tinha a imagem vívida da Cláudia montada de costas em cima dela, as duas fazendo um 69 glorioso, ela imaginou na frente dos olhos a buceta loira que queria tanto lamber naquele momento, imaginou as mãos passeando pelas curvas da amiga...
Isso era demais para a mente alterada e intensa da gordinha gostosa que ainda se masturbava como uma louca, e, consequentemente, foi o corpo da Cláudia que levou o crédito pela punheta erótica e deliciosa que a Lupe se deu em homenagem a ela. As imagens do 69 gostoso entre as duas esquentaram ela tanto que a sua raposinha explodiu numa verdadeira cascata de fluidos que mostraram o orgasmo gostoso da Jovem Ternurinha.
— Ahhhhhh! Dios mío!!, Clauuuu!!... Clauuuuuuuu!!! como eu queria te chupaaaaar!!! — exclamava a garota dedicando a masturbação dela pra amiga, enquanto a mãozinha subia e descia rapidamente pela sua bucetinha toda encharcada de fluidos vaginais, os quadris dela ondulavam freneticamente imaginando que a Cláudia também estava chupando ela. — Ahhhhhh aiii! Aiiiiii que eu vou gozaaaar!... vou gozaaaaar Cláudiaaaaa yummy! gostosaaa!! gostosaaa!!! gostosaaaa!!!! Gostosaaaaaaa!!!!!, Cielo Riveros quase mijou de prazer, subia e descia os quadris em todas as direções sem tirar a mãozinha da sua buceta molhada, uma onda de prazer elétrico invadia ela e fazia Abrindo e fechando as pernas desesperadamente, terminando com movimentos estranhos como se realmente estivesse tendo cãibras, lentamente seu corpo nu parou de se mexer, apenas sua respiração ofegante dava sinais claros do imenso prazer que ela havia sentido, ela estava cansada, toda bagunçada em sua cama, adormeceu.
Naquela segunda-feira, a estudante saiu para pegar o ônibus para a escola, estava tão absorta em seus pensamentos que nem prestou atenção nos olhares safados que os criminosos da região davam nela, e muito menos em todas as vulgaridades que gritavam de qualquer esquina, mas ela ficou pensando como tinha sido estranho o sonho da noite anterior, sentiu muita vergonha do que tinha feito, sabia que era errado ter se tocado pensando na Claudia, mas tinha sido tão gostoso, ela não sabia por que seu corpo estava traindo ela, preferiu não pensar mais no assunto... afinal, aquilo nunca mais ia se repetir.
Quando Cielo Riveros voltou para casa, ficou surpresa ao ver o Comissário Sinforoso, o mesmo que a viu pelada no carro do Dom Pedro, conversando com a mãe dela, mas esse homem muito esperto conseguiu fazer com que a mãe saísse para resolver um assunto administrativo e o comissário degenerado aproveitou a situação para se aproveitar da inocente Cielo Riveros. O cara tinha o cenário perfeito para dormir com a adolescente depois de escrever um atestado de que ela praticava prostituição em vias públicas.
Olha, meu bem, não vou te enganar, estou aqui porque me sinto na obrigação de contar para sua mãe sobre a vida que você leva, talvez vocês estejam apertadas de grana e por isso você está nas ruas, mas isso de dar seu corpinho lindo para velhos degenerados por dinheiro, sua mãe precisa saber disso e eu vim oferecer minha ajuda para tirar você das ruas...
Não, comissário, por favor, não conta pra ela que o senhor me viu com Dom Pedro pelada, aquele infeliz abusou de mim, eu não sou uma puta....
Hahahaha, todas as vadias, igualzinha você, falam a mesma coisa hahaha, dão pra cada cara que aparece na frente e depois se fazem de santinhas.
Não, senhor, não conta pra ele, eu faço qualquer coisa pra minha mãe não descobrir o que eu fiz naquela noite.
Bom, sua putinha, meu silêncio vai sair caro pra você, vamos pro seu quarto, agora mesmo vou cobrar uma taxa de várias que você vai pagar dando pra mim quando eu tiver vontade, digamos que não temos muito tempo.
Uma vez no quarto de Cielo Riveros, o velho comissário se jogou em cima da garota, segurando ela pelas nádegas e tentando roubar um beijo.
Por favor, comissário, já chega, acabei de ouvir que minha mãe e meu avô entraram na sala, por favor, eles podem nos descobrir.
O sargento, que já tinha ela pelas nádegas, levantou ela no ar e deitou na cama e com uma mão conseguiu arrancar os botões da blusa dela, revelando aqueles limões perfeitos e macios que a tenra colegial tinha como peitos.
O homem tirou rápido o uniforme de polícia, deixando o corpo horrível nu, e com um aparelho de pau meia-bomba terrível, subiu na cama decidido.
A colegial, de apenas 18 anos, sabendo que estava literalmente deitada por causa do policial, um homem estranho que via pela segunda vez na vida e com a mãe e o avô do outro lado da porta, foi invadida por uma sensação estranha de nervosismo e medo de ser descoberta por eles numa situação tão comprometedora, ao mesmo tempo, sentia como aquele velho sem vergonha nunca se cansava de chupar os bicos endurecidos dela e se esfregar na perna dela como se realmente estivesse fodendo ela.
A situação pra garota era tão trágica quanto estranhamente mórbida, já que só de imaginar que a qualquer momento a porta do quarto dela ia abrir e a mãe dela ia entrar com Dom Benito e pegá-los naquela situação com um velho desalinhado a segundos de meter o pau. Nele, tudo isso era uma bomba-relógio, pois sem que ela mesma percebesse, gradual e rapidamente, aquela estranha sensação de infortúnio já estava dando lugar a uma excitação nervosa que ao mesmo tempo se transformava em febre verdadeira, mas ela não estava disposta a fazer aquilo com aquele velho e com a mãe dele a uma distância muito curta de onde estavam.
— Nããão... m... mi... guarda... o que você tá fazeeeendo!?, ela gemia sentindo umas sugadas violentas nos seus peitões grandes,
— Vou enfiar meu pau em você, sua arrombada... hahahaha... vamos nos divertir pra caralho aqui na sua cama, hehehehe, então abre essas pernas... Slurpsssss!!!, ele disse pra ela enquanto mandava outra sugada bruta no peito dela.
— Siiim...! se você vai foder mesmo...!! e a poucos metros de dar pra essa outra gostosa que me come a noite inteira a filhinha dela logo, hahaha..., o velho falou casado nas próprias ventas enquanto tentava montar a longevidade naquele corpo curvilíneo que se contorcia na cama,
— Ela... e... ela não vai fazer com o se... senhoooor..., ela disse ainda lutando e vendo como o velhote a imobilizava cruzando uma das pernas curtas mas musculosas e peludas sobre a barriga lisinha da garota trêmula,
— E eu vou, sua puta, é isso aí...!! por que você acha que ele tá me convidando pra almoçar?..!?, ele sussurrou vulgarmente bem no ouvido da apavorada Cielo Riveros, o velho continuou. — A buceta dela tá pedindo o pau dele...!, e eu vou meter nele!, e sou capaz até de estuprar...!!! Vou fazer com ela na mesma cama que ela fez com seu pai antes de morrer...hahahahaha...!!! com certeza quando ele ia trabalhar e você ia pra escola deviam ter vários que devem ter comido... dá pra ver nos olhos dela a puta que tem dentro... igualzinho à sua cadela nojenta!!!, hahahahaha...!!!
Naquele momento, ela percebeu como o sargento a forçou a virar de lado na cama pra começar a desenhar a linha da buceta dela de novo, mas agora ele não estava fazendo com os dedos, mas com a cabeça do pau. Lupe, percebendo isso e temendo o pior, fazia movimentos de fuga com o quadril, apertando, pra que aquele homem fardado gostoso não metesse nela. A cama rangeu timidamente por causa do movimento escondido dos corpos que se faziam nela. É claro que a garota, poucos minutos atrás, tinha estado a segundos de deixar eles fazerem isso com ela, mas a simples aparição da mãe dela com Dom Benito em casa foi suficiente pra consciência dela clarear e fazer ela ver a razão.
Só alguns minutos de chupar e lamber os melões dela foram suficientes, somados às batidas que acertavam a parte íntima dela, pra garota começar de novo, aos poucos, a sentir aquela estranha nervose sexual pra qual os estupradores aproveitadores dela sabiam levar. A pele dela se arrepiou com os novos calafrios que ela já começava a sentir, enquanto a mente dela se dividia entre se entregar ao prazer ou continuar tentando não se deixar abusar na própria cama por aquele policial tarado.
As batidas firmes na buceta dela a princípio deixaram ela aterrorizada, mas quando sentiu a largura daquela glande escorregadia e, achando que sabia que não ia caber tão fácil, entendeu que se não abrisse as pernas, seria incrivelmente difícil pro velho meter nela. Então, ela baixou a guarda um pouco e ficou só esperando, de olho na porta do quarto, caso a mãe dela pensasse em entrar sem avisar.
Foi aí que o velho, erguendo o olhar de novo, viu ela de olhos fechados e respirando pela boca, viu ela com o rosto todo molhado por causa do suor. Além disso, mesmo com ela mantendo as coxas juntas e apertadas, ele já achava que sentia como a garota, às vezes, devolvia movimentos tímidos de bacia pra cada estocada que ele dava com o pau. Foi nesse mesmo momento que a garota enterrou o rosto entre o pescoço e o peito cabeludo do homem, quando o velho policial ouviu uns gemidos abafados. Gemidos de prazer saindo dos lábios dele.
Cielo Riveros nem percebeu quando foi que a sanidade fugiu da mente dela, agora sabendo que estava nua e deitada de lado numa cama com aquele aproveitador fardado que a fodiam tão gostosamente na buceta, mas totalmente ciente de tudo que estava acontecendo com ela e, pra piorar, a poucos metros de onde sua mãe e, com certeza, o Dom Benito estavam. Ela, sem nenhum pudor, se agarrou no pescoço dele e deixou escapar dos lábios o que sua buceta e sua mente estavam implorando:
— Ahhhhhhh, meu s... sargento... que d... delícia... p... pa... paizinho!!!! Ahhhhh!!! — ela murmurava baixinho, mas claramente audível pro policia puto da vida que, de novo, não parava de chupar e morder os peitos dela.
O recato da garota tinha sido destruído mais uma vez pela febre imperiosa da sua anatomia escultural. Na mente distorcida dela, só desejava — enquanto ao mesmo tempo ficava aterrorizada — que a porta do quarto se abrisse de uma vez e que todo mundo descobrisse que ela estava pelada e empalada no pau de um policial velho. Só de imaginar essa situação e os comentários que se espalhariam pelo bairro, pelo amor de Deus, ela ficava mais excitada!!!
Cielo Riveros, no silêncio do quarto dela, já se contorcia e se retorcia de tanto prazer que recebia nos peitos e na buceta, sensações que faziam ela tremer e que percorriam seu corpo enorme e escultural pra se fixar teimosamente no seu molusquinho molhado e já escorregadio, que quase queria que aquela cabeçona grossa abrisse ele e entrasse dentro.
A garota que desejava tudo isso já respirava de forma convulsa, e não conseguia mais controlar as emoções lascivas e os arrepios que seu sistema hormonal causava em cada uma das suas curvas. Ela precisava se mover na forma de acasalamento mais livremente, precisava de um pau bom dentro dela, e lá estava o policial aproveitador pra acalmar seus desejos ardentes, mas ele não parava de chupar ela. peitos e continuando a provocá-la de lado, enquanto ela, com o rosto apoiado no peito largo do policial, só se dedicava a sentir e aproveitar, tapando a boquinha para não gritar, como se fizesse expressões sugestivas de prazer no rosto. Seu rostinho lindo, de repente abrindo a boca em formato de "o", depois franzindo a testa e lambendo os lábios carnudos com a língua rosa, balançando a cabeça de um lado para o outro no ombro daquele velho macho, também com as sobrancelhas levantadas para cima como sinal de vício ansioso diante da necessidade urgente de acasalar com aquele velho corrupto de uniforme, ou com quem quer que fosse.
O velho, finalmente se separando do corpo dela e parando de estimulá-la, desceu pelo corpo dela com os lábios e a língua. Ele tinha lembrado que a garota também tinha uma parte na anatomia dela que era ainda mais desejável do que as suas chuchotinhas deliciosas que ele estava chupando, agora ele se entregaria àquela buceta atraente quase sem pelos que ele já tinha declarado como sua, não ligando para quantos paus já tinham pago para furar aquela fenda sublime de carne que a jovem tinha no meio das coxas.
O velho nu e de quatro na cama de Lupe se apoiou com os dois braços em cada uma das coxas abertas dela e abriu a boca grande e babando para engolir avidamente a rachadura suculenta e feminina de amor que a garotinha geralmente escondia no meio das pernas.
Cielo Riveros era a única testemunha da jornada deliciosa e gratificante que o policial moreno fez com a boca pelo estômago dela, por isso quando ela viu ele quase chegar na parte mais íntima da sua pessoa, ela instintivamente abriu as pernas, já que para ela aquilo já fazia parte do ritual erótico que ela tinha que performar quando era abordada por todo velho tarado que aparecia desde que ela tinha feito 18.
Estando gostosa e trêmula, ela estava ciente de como aquele sargento estranho estava abrindo a boca para engolir ela. buceta novinha com uma tarasca única e deliciosa que, ao sentir aqueles lábios quentes e grossos devorando ela desesperadamente e como ele dançava aquela língua fedida entre a carne dela pela primeira vez. vaginal ela não conseguiu segurar e soltou um gemido alto de prazer da boca dela, nem que a mãe ou o Dom Benito pudessem ouvir ela lá de fora do quarto,
— O... Oh... Ohhhhhhhhhhh...! A... Ah... Ahhhhhhhhhh...! Mmmmmmmm...! Dom... Sinforosoooo... q... que... ri... coooooo... mi... a... a...moorrrrr...!!!!
A garota enervada gemeu e reclamou audivelmente como uma verdadeira puta enquanto apertava os lençóis dela com força, sentindo de novo e de novo na buceta dela as lambidas enlouquecedoras de quem tava comendo ela naquele momento.
Vídeos da Lupita novinha
As chupadas febris na buceta dela faziam ela se sentir muito gostosa, então sem pensar e como forma de agradecimento, ela compensou com gemidos deliciosos, e abrindo as pernas do sargento o máximo que as juntas dele permitiam.
O policial, por sua vez, com todos os sentidos completamente dedicados à luxúria do momento naquele quarto pegando fogo, também tava fora de si: ele lambia, chupava e sugava a boceta dela como um verdadeiro malvado nato, ou como um alvoroço!, ou como quiser...!!, aquela buceta jovem quase sem pelos que tavam oferecendo pra ele e que já tava escorrendo sem parar nos lábios, bigode e língua dele tava fazendo ele perder a cabeça, o sargento tava muito tarado, e por parte dela a estudante excitada e doida também não ficava atrás, com gemidos deliciosos de prazer genuíno ela ficava com a cabeça completamente enterrada nos travesseiros da cabeceira onde, esticando o pescoço e apertando os ligamentos e veias, tentava enterrar ela ainda mais a cintura dela se mexia instintivamente com ondas e movimentos pélvicos pra frente e pra trás, do mesmo jeito que se ela tivesse sendo fodida naquele momento, ou seja, ela tava se entregando de corpo e alma pra aquele homem fardado cheio de tesão que não parava de se dar aquela boceta gostosa. bacanal de caldos quentes e carnes vaginais que o ardente Cielo Riveros estava lhe proporcionando.
Até que aquele estado prazeroso e lascivo em que os dois amantes se encontravam novamente se desfez, quando a porta do quarto se abriu e eles ouviram claramente a voz firme de Dona Isabel falando com a filha de fora,
— Lupe...!!! O que está acontecendo aí dentro...!!??
Só de ouvir a voz da mãe, a colegial ficou petrificada, olhando com seus olhos verdes na direção de onde vinha aquela voz conhecida e materna, totalmente imóvel e sem saber como reagir, assim como o velho que também olhava na mesma direção, sempre abraçando as coxas completamente abertas da jovem. Eles apenas olhavam para a porta entreaberta do quarto, onde no chão a sombra da mãe da colegial podia ser vista claramente, ameaçadora, como se fosse entrar a qualquer momento...
Isabel percebeu que, assim que abriu a porta que dava para o interior do quarto juvenil da filha, tudo ficou em completo silêncio.
Enquanto do outro lado da porta a jovem aterrorizada e nua nem conseguia fechar as pernas, temendo o pior, o velho, por sua vez, permanecia tão excitado quanto no início, olhando para a porta e para a garota repetidamente, onde a agora assustada menina fazia novamente um sinal de silêncio com o dedo indicador nos lábios, imaginando que o velho estivesse disposto a falar a qualquer momento.
Diante do silêncio de Lupe, a mãe preocupada começou a falar com ela sem ousar entrar, já que ambas sempre respeitaram seus espaços privados.
— Filha, não é justo que você esteja sofrendo por aquele rapaz... Eu ouvi você gemer e chorar... com certeza aquele jovem está te fazendo sofrer... O melhor é que, se você não está se divertindo, termine o relacionamento por um tempo... A mulher angustiada só ouvia a respiração pesada da filha e, diante disso... O silêncio dela, ela acabou contando: —Entende, querida, não gosto de saber que você está triste... quer conversar...?
Cielo Riveros, já recuperada e se refazendo daquele acidente rico e erótico, ouvindo a mãe que já estava chegando a qualquer momento, respirou fundo e gritou da cama:
—Ehhh... valeu mããã...! Mas tá tudo bem... com o Rodrigo a gente só discutiu, mas liga... por favor, não entra... tô meio indisposta e não gosto que me veja assim...! A menina, ainda excitada, dizia tudo isso com os olhinhos fechados, rezando pra todos os santos e pra própria virgem de Luján pra que, por favor, a mãe não entrasse e a pegasse de surpresa.
O sargento, vendo que a garota tava se comportando de um jeito bem sem vergonha, contanto que a mãe não descobrisse que a buceta dela tava sendo chupada, começou a dar umas boas lambidas nela, tratamento que fez a menina cair de novo na cama e, entre abrir seus lindos olhos verdes com uma expressão vulgar de febre de verdade no rostinho bonito, por causa das cócegas e sensações gostosas que o velho provocava com a língua grossa na parte mais sensível da sua exuberância e numa situação tão comprometedora.
—Tá bom, filha, disse de repente a mãe de Cielo Riveros, —só não gosto de te ver sofrendo... agora vou tomar um banho e depois ir trabalhar...
Lupe já tava muito excitado, mas ficou tremendo ainda mais de medo, estupefação e uma febre estranha quando percebeu que o velho não tava nem aí, no mesmo instante em que a mãe ainda estava na soleira da porta falando com ele, ele subiu no corpo dela, se concentrou e colocou o pau na entrada da buceta dela e simplesmente enfiou impecavelmente.
A tarefa não durou mais que cinco segundos, quando a safada tava ouvindo as últimas palavras da mãe, viu o velho montado nela, e então sentiu a pressão da entrada na buceta, a dilatação das dobrinhas tenras da vagina enquanto O grosso artefato de vergalhão deslizou pra dentro dela até que ela já se sentia com o pau do policial enfiado na parte mais íntima da sua pessoa. Ele não conseguiu evitar soltar um gemido longo e sofrido de resistência da garganta no momento em que sofreu o empurrão firme que tinha sido dado a ele a apenas três metros de onde sua mãe estava.
— Mmmmmmmffff!!!, foi o gemido da garota ao sentir o policial respirando pesado com o rosto e o bigode enterrados no seu pescoço, até que ouviu a voz da mãe de novo.
— Lupi... tá bem...? Por que você tá reclamando e aí parada? — Ué, mãaaaaa!!!, quando a lista... s... solo v... veteeee... p... por uma hora solo quero ficar s... sozinhaaa...!, a colegial enfiada, produto de um sufoco repentino por causa do que tinha acabado de acontecer, respondia pra mãe com uma das mãos na boca, com todo o peso do homem sobre o corpo dela e sentindo como ele ia aprofundando medindo o pau quente na buceta dela.
0 comentários - Cielo Riveros dando pra um negão