Cielo Riveros dando pra um preto

— -Hahahaha!! Claro que vou continuar te deixando besta... Tô quase certo que você já tá ficando com tesão... Toma!!!, falei pra ele enquanto me jogava pra frente e começava a meter e tirar mais rápido, a garotinha só murmurava que não aguentava mais, mesmo sentindo a bunda sendo brutalmente rasgada, não conseguia evitar de sentir um puta tesão.
— -Nããão... cheeeega pelo amor de deus... por favoooor!, ele gemeu, empurrando a bunda pra trás sem perceber, fazendo a pica enterrar ainda mais fundo do que já tava.
Mas o velho não diminuiu o ritmo, pressionou o pau contra aquele esfíncter glorioso e apertado, até que finalmente fez ela gritar de um jeito fudido, misturando prazer e dor ao mesmo tempo. O velho nem ligou que a Cláudia ia acordar com o escândalo que ele e a Lupe estavam fazendo no quarto dos pais,
— -Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!, Ufffffffff!!! Ohhhhhh!!! Ohhhhh!!, os gritos foram se transformando aos poucos em gemidos gostosos de prazer, — Mmmmmmm! Mmmmmmmm!! Mmmmmmmmmmm!!, a mocinha já suspirava quase desesperada de tanto tesão.
Os dois tavam respirando pesado, o cu e a buceta da Lupe estavam molhados, o corpo dela tava fervendo e estimulado ao máximo, ela ouviu o velho grunhir com cara de sapo como se fosse um touro enraivecido, sentiu ele puxar ela pelo cabelo e jogar a cabeça dela pra trás, pra falar umas putarias por causa da febre sádica dele
— -Sua porca, porca gostosa do caralho! Você é uma puta de verdade!! — Me diz quem arromba sua bunda mais gostosa, eu ou o aleijado idiota da putona!!?...
A Lupe, que já quase não tinha força pra resistir a nada que o velho pedia, esqueceu de tudo, nem ligava mais que tava sendo estuprada, só queria gozar e que o professor gozasse nela o quanto quisesse...
— -Responde, puta imunda, quem arromba seu cu mais gostoso, eu ou o Juannn aleijado!!, Plaffffff, a porrada violenta que eu dei na bunda dela ecoou pra ela reagir... —Vocêêêêêêêê!!
—Sou um idiota, quero ouvir a frase completa. O velho professor, com uma força estranha pra idade dele, não parava de meter e tirar o pau.
—Você t... t... tá arrombando minha bunda.... mais rico que o Don Juannnnn!!!, a aluna disse clara e categoricamente.
Escolares
—Hahahaha!...É assim que eu gosto, puta!!...Já tá gostosa, né, puta? O velho, vendo que a linda escolar não respondia, continuou pressionando ela —Responde, merda, ou quer que eu te bata até morrer de desobediente?!!
Cielo Riveros estava muito gostosa. Como podia, respondeu ao macho que naquele momento a perfurava tão deliciosamente...
—Onde siiiim! Estou.... Muito.... gostosaaaaa!! Ohhhhh! Eu... gozoooooo!!
—Hahahaha! Vou continuar arrombando sua bunda até você desmaiar de prazer, sua putinha, hahahaha!!
—Siiiiiii Só... isso!! meu amorrrr!!! continua me fodendo gost...oooooo!!!!
A doce Cielo Riveros já estava perdida. Naquele momento, sua febre ultrapassou todos os limites permitidos. Nesse estado, ela estava disposta a fazer qualquer coisa que o velho pedisse.
—Agora quero te comer de ladinho, sua puta idiota, você quer?
Lupe, com um sorriso verdadeiramente vicioso, virou-se para olhar o velho que estava partindo sua bunda ao meio. Ela acenou com a cabeça, os olhos verdes semicerrados por causa da febre. O professor Túlio, muito excitado com o que agora vinha lentamente, estava tirando. Lupe virou de costas e abriu as coxas, oferecendo-lhe sem qualquer impedimento o que ele pedia. O velho deitou sobre o corpo dela e então juntou o rosto ao dela para começar a beijá-la apaixonadamente. Colocou a língua na boca da dedicada escolar. Ela, por sua vez, guiada pelo instinto, também abriu a boca o máximo que pôde, o máximo possível, até que as duas línguas ficaram rosadas e se enroscaram numa troca constante de saliva.
A cama já fedendo a suor, o velho começou a descer o rosto de sapo por todo o corpo dela. corpo deslumbrante de uma das suas alunas mais brilhantes e gostosas, lambeu e chupou toda a carne que encontrou pelo caminho até chegar na região da pélvis dela, coroada com uns pelinhos crespos e macios, acariciou a buceta dela e ela, com os olhinhos fixos na cara feia do professor e como sinal de verdadeira gratidão, abriu as pernas o máximo que pôde, viu ele enfiar a cara e a língua bem na entrada linda do seu amor.

Lupe estava muito excitada com tudo que estavam fazendo com ela, a língua do velho dançava escorregadia dentro da sua fresta íntima, ela viu como o degenerado Professor Tulio sorvia todos os sucos da sua buceta, chupava e chupava ela, ele estava literalmente comendo a cachorra, viu quando ele abriu a xereca dela com dois dedos gordos e depois enfiou a língua de novo o mais fundo que podia, chupando e comendo tudo que jorrava de dentro dela, para Cielo Riveros aquilo era o próprio céu, era tão gostoso. O que ela estava sentindo era tão bom que fechou os olhos e relaxou, abrindo ainda mais as pernas. Nunca na vida tinha se sentido tão deliciosamente.

Ela nem sabia quando as ondas de prazer vieram e a jovem perdeu total compostura. Como pôde, inclinou-se para frente e agarrou ele pelos cabelos e começou a mexer a buceta como se ela mesma estivesse fodendo a boca do velho. Era uma batida ondulada, e então ela começou a gritar:

— Agora profeeee!!... sim, sim... asiiiii!! Asiiiii!!! Continua, por favor!!... continua comendo, vou gozar pra cachorra!!!... Mmmmmmm.... que delícia!!!... ayyyyyy!!... que professorzinho gostoso!!!Cielo Riveros dando pra um pretoLupe se contorcia de febre, sentindo e aproveitando todo o prazer que sua buceta lhe dava enquanto estava praticamente colada na boca do professor. Ela fazia movimentos pélvicos para frente e para trás, combinando-os com requintadas ondas, até soltar um grito aterrorizante de prazer e excitação que fez seu macho perceber que ela estava no ápice de um orgasmo glorioso.

— Siiiiiiiiiiiiiiii!!!!! Tô gozando, seu Tuliooooooo!!!!! Gostosoooooo, minha vidaaaaa!!!!! Tô gozando na sua bocaaaa!!!! Chupa tudoooo!!!!... chupa tudoooo!!!! — gritava e pedia sem parar de enfiar a buceta na boca aberta do velhote feliz, enquanto com suas lindas pernas apertava a cabeça dele, empurrando-a ainda mais firme contra sua buceta suculenta e febril.

— Viu como você gostou... Porra, escuta!!! — disse o velho com cara de sapo e o rosto todo coberto pelos fluidos que a ninfomaníaca feliz liberou, assim que conseguiu se separar daquela fenda deliciosa. — Agora vou te foder como a putinha que você é, vai ver...

A colegial, ainda em estado de febre extrema, deu sua autorização:

— Sim... quero... tudo... dentro — disse ela, sem saber o que falava, com os olhos languidos e olhando para o lado do quarto.

Lupe abriu as pernas novamente para que seu professor pudesse, de uma vez por todas, meter nela e fazê-la sua mulher. Foi ela mesma quem agora abriu sua buceta apertada com dois dedos para que seu macho pudesse chegar e simplesmente enfiar o pau lá dentro. Isso foi demais para o professor degenerado e aproveitador: só de ver a doce Cielo Riveros se abrindo e dando sinal verde para o pau dele passear onde quisesse, já o levou ao prazer antecipado.

Vídeos da pequena lupeamador— Ohhhh putinhaaaa, to gozandooo!! Não vou conseguir enfiar tudo em você!!! O velho se jogou na cara da jovem, que só esperou sem saber o que fazer, vendo que a qualquer momento ele ia esguichar o leite dele. O velho, como um boi, abriu as pernas dela e ajoelhou na cara da Cielo Riveros, que mal conseguia respirar, sentindo entrar na boca dela a piroca grossa do dom Tulio. Assim que ela se acomodou na cavidade oral, ele disparou três jorros enormes e grossos de esperma e espuma, seguidos por outros de igual intensidade. Ela sentiu como a vara do professor cuspia sêmen na garganta e no céu da boca dela, em grandes quantidades daquele líquido quente e grosso que ela já tinha bebido uma vez no escritório do professor. Mas agora sentia uma vontade imensa de beber tudo, então, sem pensar duas vezes, enquanto aquela essência masculina tão fértil jorrava da vara dele, ela engoliu e ainda aproveitou para chupar, tentando sugar cada gota de porra que o velho tinha dentro das bolas peludas dele. E ela aproveitou para chupar, tentando sugar cada gota de porra que o velho tinha dentro das bolas peludas dele. E ela aproveitou para chupar, tentando sugar cada gota de porra que o velho tinha dentro das bolas peludas dele. Lupe tinha engolido uma quantidade enorme de esperma que o mestre Tulio tinha dado pra ela.analO velho caiu desabado ao lado do corpo nu, curvilíneo e suado da tenra colegial. Ela ficou com os olhos vidrados, suas curvas ainda tremendo por causa da puta excitação a que tinham sido expostas. Aos poucos, ela foi se acalmando, até que o ronco alto do homem de quem ela tinha bebido uma grande quantidade de porra a tirou daquele estado febril. Ela olhou pra ele de novo, lá estava o velho miserável e explorador que pela segunda vez tinha se aproveitado do corpo dela. O remorso e o sentimento de culpa tomaram conta da mente dela. — Mas que absurdo ele acabou de fazer? — ela se perguntou de repente. Devagar, saiu da cama e deixou aquele quarto com seus lindos olhinhos verdes cheios de lágrimas. Ela foi pegar o vestido que a amiga tinha emprestado e vestiu. Olhou as horas, já eram 9:00 da manhã.

Depois de se arrumar um pouco no banheiro, ela se preparou pra ir pra casa. Da sala, ela ouviu o ronco alto do professor. Queria ir se despedir da amiga. Tentou não fazer barulho e, quando abriu a porta do quarto, a pobre colegial quase desmaiou de susto. Ela viu Cláudia deitada na cama, pelada, com o cabelo loiro dourado todo bagunçado. Ela mantinha as pernas lindas bem abertas, uma das mãos se movia rapidamente na buceta dela fazendo círculos frenéticos, e com a outra mão apertava os peitos alternadamente. Ela ouviu claramente como a amiga loira murmurava, com as sobrancelhas franzidas como sinal de concentração no que estava fazendo:

— Assiiim... assiiim... professor Túlioo!!... Mete em mim!! Mete em mim e na minha amiga Lupeee!!! Mais pra dentrooo!!! Mais pra dentrooo!!!

Lupe ficou olhando como se estivesse atordoada pro corpo nu e excitado da amiga. Seus lindos olhos verdes percorreram cada curva dela. Inconscientemente, ela juntou as pernas o máximo que pôde. Sentiu que a coisinha dela, sem avisar, estava soltando uma quantidade estranha de água quente que escorria pelas coxas e fazia ela se sentir muito gostoso. fazendo ela querer...
Cielo Riveros quase saiu correndo da casa da Claudia, assustada e apavorada com o que o próprio corpo tinha feito ela sentir. No momento em que viu a amiga se masturbando, se perguntou como era possível que o corpo dela fizesse ela sentir aquilo depois de todas as atrocidades que tinham acontecido com ela, e ainda mais às custas da Claudia, que era sua grande e melhor amiga. Isso é errado... muito errado, ela pensou.
Já no ônibus, a caminho da segurança da sua casa, ela não conseguia parar de pensar em tudo que tinha acontecido na noite anterior. Amaldiçoou a si mesma por ter se entregado ao mais feio e degenerado dos seus professores. Agora, com que cara ela ia chegar na escola segunda-feira? E com que cara ia ver a mãe, que com certeza já devia estar esperando por ela naquela hora? Sentia nojo do que tinha feito, do que tinha pensado quando decidiu beber o sêmen de um sujeito tão nojento. E a Claudia, nua e se masturbando, como ela tinha visto ela linda... não! Ela não ia pensar naquilo!!, disse a si mesma, severamente.
Ela também lembrou do estupro anterior. De jeito nenhum o Dom Pedro podia descobrir o que tinha acontecido na casa da amiga, porque ele podia ficar bravo com ela. Pensou que talvez ele nem ligasse mais, como tinha prometido, e se ligasse, bastava não contar nada sobre o que aconteceu. Com isso, a coitada se acalmou um pouco. De repente, percebeu que estava mais preocupada com o que Dom Pedro podia pensar, como se aquele velho safado também tivesse abusado dela. A preocupação dela devia ser com o Rodrigo. Ele era quem ela amava com toda a força do coração. Então, tirou a imagem do Dom Pedro da cabeça e preferiu pensar no Rodrigo. Ele era bom e compreensivo com ela.
Ao entrar em casa, tentou fazer o mínimo de barulho possível, mas, para seu alívio, encontrou um bilhete da sua amada mãe, no qual ela... Disse a ele que precisava ir ao hospital por uma emergência, ele finalmente conseguiu descansar, com certeza a mãe dele não aguentaria até o próximo fim de semana. Ela mal trancou a porta com a tranca de madeira que Dom Benito tinha instalado. Tomou um banho relaxante, enquanto a água refrescante escorria e lavava seu corpo manchado. Cielo Riveros se lembrou das cenas mais horríveis da noite anterior, quando Dom Pedro e seus amigos a viram nua na feira, como o velho mecânico comeu ela no cu na frente dos outros velhos, sua defloração dentro de uma oficina mecânica suja, e para completar, a foda que o professor deu no cu dela enquanto estava sob efeito de drogas, sem contar a quantidade enorme de porra que ela tinha engolido há apenas algumas horas. A jovem estudante se agachou devagar no chuveiro e começou a chorar descontroladamente, encolhida no canto da banheira, enquanto a água do chuveiro limpava seu corpo curvilíneo de tudo de ruim que tinha acontecido nas últimas 12 horas de sua vida.

Era quase 6 da tarde, Lupe acordou meio confusa, tinha dormido quase o dia inteiro, ainda não lembrava que dia era. De repente, viu que na cadeira aos pés da cama estava o vestido que Cláudia tinha emprestado pra ela. A angústia tomou conta da sua consciência de novo ao lembrar de tudo que tinha acontecido. Ela olhou o celular, tinha 5 chamadas perdidas do Rodrigo, isso a tirou daquele estado emocional infeliz. Ligou pra ele e conversaram por uns bons minutos, onde combinaram de se encontrar no dia seguinte depois da escola.

O resto da tarde Lupe passou organizando seus cadernos e preparando o uniforme escolar. As imagens sujas que a atormentavam foram se dissipando aos poucos, mas só de pensar que ela não ia mais ter que aguentar só os olhares lascivos do Manco Juan, mas agora também os do professor Túlio, isso a deixava de mau humor. Ela fez uma regra de não ter que ir mais naquela Escritório nojento daquele homem, por nada neste mundo. Já que ela teve a coragem de jogar aquilo na casa da amiga, pensou que se Dom Pedro tomasse alguma atitude, provavelmente iria resolver. Incrivelmente, esses pensamentos sobre a figura zombeteira do mecânico nojento a deixaram de bom humor, mas então ela lembrou que aquele mesmo cara também tinha estuprado ela e, além disso, ainda disse que queria comer a Cláudia.

Cielo Riveros dormia tranquilamente na escuridão do quarto dela; nos sonhos, via Rodrigo esperando por ela sentado nos bancos de uma praça linda. Ela tinha se arrumado para ele; no sonho, era o dia em que juntos iam consumar o ato de amor. Ela chegou um pouco atrasada, e Rodrigo, ao vê-la, se levantou e abriu os braços para que ela corresse até ele. Assim que se abraçaram, Lupe sentiu o corpo do amante diferente, enquanto um fedor estranho vinha das roupas dele. Com horror, percebeu que Rodrigo não estava mais no sonho e quem a mantinha abraçada era Dom Pedro, que a olhava com aquele sorriso debochado. Ela quis fugir e ir atrás do amante, mas o velho a arrastava quase sem esforço para o mesmo escritório com uma cama onde ele a tinha feito de mulher dele.

A garota estremeceu na cama de um lado para o outro; as cobertas tinham caído e ela estava só de camisola. Devagar, as coxas começaram a se esfregar uma na outra; o pesadelo continuava.

**Garotas de escola**

Dom Pedro a colocou à força no quarto escuro; ela estava quase rendida, sabia que o velho ia foder ela. Uma coceira ardente na bucetinha dela a convidava a procurar a cama, deitar e abrir as pernas, para que o mecânico fizesse com ela o que ela já sabia que ia gostar pra caralho.

Na escuridão, ela procurou a cama enquanto tirava a roupa; queria que Dom Pedro fizesse com ela do mesmo jeito bruto que ela conhecia bem. Assim que conseguiu se deitar e ficar De costas, ela abriu as coxas esperando o macho dela. Eu vi ele nas sombras tirando o macacão de trabalho e, quando ela o viu se aproximando pra montar nela, ela abriu ainda mais as pernas. Com horror, ela viu que quem vinha nu, com o pau duro e firme, não era o Dom Pedro, mas o próprio Mestre Túlio, e o que ele disse pra ela:
— Sentiu minha falta, minha gostosa? Agora você não vai se salvar, tesuda — ele disse, balançando o pau enquanto se aproximava do corpo nu dela. Ela quis fechar as pernas, mas não conseguiu. Chamou por Dom Pedro, engasgada, mas ele tinha sumido quando sentiu o corpo seboso do Mestre Túlio subir sobre o dela. Ela olhou pro lado da cama e viu outra cama igual à que estava deitada. De repente, viu que era a própria Cláudia, nua e se masturbando, igual a ela. Assim como ele tinha visto no domingo de manhã. Ela tentou chamá-la pra se salvar, mas Cláudia não parava de se masturbar e olhava pra ela, sorrindo, até que viu outro sujeito se acomodando nas coxas abertas da amiga. De repente, reconheceu: era Dom Pedro, aproveitando as coxas abertas de Cláudia.
Mandei ele guardar aquilo na hora, Lupe chutou pra todos os lados. Dom Pedro e Cláudia transavam ritmadamente a apenas um metro de onde ela estava. Os dois olhavam pra ela, sorrindo, enquanto brincavam com as línguas pontudas e sem parar de encará-la.
No sonho, ela estava furiosa, mas não conseguia parar de olhar o que eles faziam. A amiga dela estava mais gostosa do que nunca, e combinava muito bem com ela estar dando pra um garanhão daqueles, que ela também já tinha experimentado. Foi quando sentiu o pau do Dom Túlio, que já estava prestes a entrar na buceta dela. E, bem no momento em que o velho ganhava força pra empurrar, ele misteriosamente desapareceu. Lupe não sabia o que estava acontecendo. Olhou pra cama ao lado e Dom Pedro também tinha sumido. Cláudia olhava pra ela, sorrindo, ainda com as coxas lindas e abertas. Se ele estivesse esperando por ela, a garota não queria se aproximar, mas seu corpo reagiu sozinho, ela já tinha se levantado e estava se aproximando do corpo portentoso da amiga, nãooo! ela dizia para si mesma, mas Cláudia estava esperando por ela, oferecendo sua linda raposinha marmorizada com pelos dourados, Lupe a achou atraentemente gostosa, ajoelhou-se no meio das coxas perfeitamente abertas de Cláudia e, decidida, baixou a cabeça em direção à buceta suculenta que estava sendo oferecida, esticou a língua para fazer o primeiro contato com a pele da amiga. e...
— Nãããooooo!!!, foi o grito horrível que Cielo Riveros soltou ao acordar.
Lupe estava toda suada, tinha sido um pesadelo, sentada na cama e com a respiração pesada tentou se acalmar, da melhor forma que pôde, deitou-se novamente para descansar, já que tinha acordado muito perturbada, foi quando notou a série de batidas do coração que tinha na buceta, levou a mão até aquela parte do corpo e percebeu que estava completamente molhada, seu coração disparou com apenas um leve toque da mãozinha na sua coisinha, estava com muito calor então tirou a camisola para ficar só de calcinha rosa rendada, continuaria dormindo, pensou, mas as imagens vívidas de Dom Pedro fodendo Cláudia não lhe davam trégua, por outro lado tinha Dom Túlio que também estava desesperado pra meter, e finalmente... aquela última!, que ela não queria imaginar, mas infelizmente a imagem do corpo nu da amiga estava viva em sua mente.
Com os olhos fechados, começou a esfregar a barriga, descendo lentamente as mãozinhas em direção àquela parte que sabia que se tocasse a faria se sentir muito gostoso, mas não queria se permitir sentir prazer com a imagem da amiga sendo estuprada pelo pauzão de Dom Pedro, depois de algumas contradições acaloradas sobre o que era certo e o que era errado, decidiu que se tocaria só por um pouquinho, mas com a De calcinha, com certeza depois de um tempo o corpo e a mente dela iam deixar ela em paz.
Lupe se masturbava na escuridão do quarto dela, os pensamentos focados no corpo dourado e voluptuoso da Cláudia, ela imaginava o Dom Pedro serrando ela com força, depois mudava a imagem pro Dom Túlio dando tapa nela e metendo no cu dela, depois disso vinha a imagem da Cláudia com as pernas lindas abertas se masturbando, assim alternando os pensamentos mórbidos pra se dar prazer. Já que o corpo dela pedia naquela noite quente.
Devagarzinho ela colocou a mãozinha por baixo da calcinha, e quando tocou o botãozinho com os dedos, a sensação que percorreu o corpo dela foi indescritível. Sem pensar duas vezes, ela levantou o quadril e levou as mãos até a calcinha pra descer e tirar, Lupe tava completamente pelada, a maratona de sexo noturno que ela tinha tido sozinha menos de um dia atrás não foi suficiente pro corpo desenvolvido dela, ela sentiu uma vontade imensa de se masturbar do mesmo jeito que tinha visto a amiga fazendo, e ia fazer.
Mais uma vez ela desceu uma das mãozinhas delicadas até a ppk quase sem pelos, quase acariciando, enquanto com a outra mão tocava a maciez das coxas dela, essa combinação gostosa proporcionava um formigamento delicioso no corpo todo dela.
Todas as curvas dela aproveitavam os carinhos que a menina inocente tava se dando, com suavidade e leveza ela começou a tocar o clitóris lisinho, os dedos faziam cada vez mais círculos.
A menina com as pernas lindas bem abertas apertava a mãozinha com mais força conforme a excitação crescia, aí com o dedo do meio ela abriu caminho pela carne íntima e enfiou na buceta que tava molhada e quente, tava uma delícia.
Ela tava pensando no Dom Pedro, aos poucos o corpo já começava a suar, e a excitação era maior.
Ela queria que alguém metesse nela, o corpo dela tava com fome e sede de pica, ela Imaginou o mecânico, o Dom Túlio, o manco Juan, naquele momento ela teria até pago pra ter qualquer um dos três paus ao seu alcance. Aí se imaginou nua e de joelhos rodeada pelos três paus, que ela chupava alternando e desesperadamente, enquanto seus dedos já faziam círculos enlouquecedores na sua buceta suculenta.
Lupe sentiu que um orgasmo já vinha, então teve que escolher um dos donos dos três paus que estavam deixando ela tão louca naquele momento, pra se masturbar em homenagem a ele. Pelo jeito carinhoso e bruto que ele era nas coisas, escolheu Dom Pedro, embora os outros dois também não ficassem atrás, pensou enquanto continuava se tocando.

Imaginou Dom Pedro montando nela com a mesma força que teve naquela oficina mecânica, se sentiu tão gostosa na sua raposinha que nunca mais queria parar de esfregar a boceta, era uma sensação insuportável, ao mesmo tempo maravilhosa, loucamente quente e nova pra ela.
Seus dedos deslizavam pra cima e pra baixo na carne da sua bucetinha suculenta e ensopada, ela se sentia molhada e meio pegajosa, enfiou um dedo bem devagar e bem fundo na sua buceta, tirou ele melado dos próprios sucos íntimos, e trêmula colocou na boca, queria provar. Depois de chupar, declarou que tinha um gosto delicioso. Agora entendia por que lambiam antes de meter, e a da Clau?... será que tinha o mesmo gosto? Se perguntou enquanto os dedos aceleravam o delicioso trabalho de masturbação.

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