Cielo Riveros dando pra um preto

Após uns 10 minutos de felação mórbida e gostosa, Dom Pedro tirou o pau dela. Parecia que a putinha tinha aprendido muito bem quais eram suas novas obrigações. O velho ficou olhando para ela, pensativo, como a vadona estava gostosa ajoelhada na cama, com os cantos dos lábios escorrendo restos de líquido pré-seminal, os peitos brilhando de suor da tarefa mórbida que ela tinha feito.
Escolinhas
O velho decidiu que era hora de possuí-la, de fazê-la sua. Ele queria de verdade colocá-la no coração, fazia tempo que não se sentia tão atraído assim por qualquer fêmea, e claro, Cielo Riveros era uma menina linda, que esse velho horrendo e degenerado nunca teria chance de possuir, se não fosse pelo rumo estranho dos acontecimentos.
O fato é que uma necessidade animal imensa e instintiva de destruir ela com pica tomou conta da mente desequilibrada dele, talvez por causa do cheiro dela, do aroma de inocência limpinha, ou da beleza dela.
Dom Pedro, perdido num mar de desejos degenerados, pegou ela com força e a deitou de costas naquele colchão sujo. Cielo Riveros, já prevendo o que vinha, instintivamente cruzou as pernas como sinal de proteção da buceta quase natural e depilada, com poucos e finos pelinhos pretos sedosos. O velho, ao notar a reação da escolinha assustada, disse pra ela:
— Agora vou te dar porrada, então não vem com essas merdas. Vou meter de uma vez, pra ser mais rápido pra você e você não sofrer tanto, hehehehe, embora eu saiba que vai doer do mesmo jeito. Mas se você se comportar bem, vai ver que vai gostar tanto que depois vai me procurar pra te dar porrada, hahahaha!! Você vai ser minha esposinha idiota, vou te foder como ninguém nunca mais vai te foder, e no momento que eu enfiar em você, você nunca vai esquecer, hahahaha, disse o homem detestável enquanto se posicionava entre a linda garota. coxas abertas de Cielo Riveros, que ele mesmo tinha se encarregado de abrir.
Sentiu o corpo sendo esmagado pelo de Dom Pedro, o velho já tinha montado no corpo bêbado da colegial, que quase se afogava debaixo dele e com suas lindas pernas abertas, esperando o desconhecido. O velho arrumou suas armas na entrada da pequena fresta íntima de Cielo Riveros, colocou os braços por baixo das costas da jovem para segurá-la pelos ombros macios, apertou-a contra si como sinal de poder masculino, e sem esperar mais nada, empurrou com toda força para dentro da buceta tenra da colegial. Cielo Riveros agora sentia uma dor imensa, quase animal, nunca sentida na vida, nem quando o corcunda zelador Juan arrombou o cu dela doeu tanto, ao sentir a cabeça grossa do pau de Dom Pedro tentar penetrar sua buceta.Cielo Riveros dando pra um preto— Arggghhh, como você é apertada, sua menina do demônio, disse Dom Pedro bem no ouvido dela, enquanto dava outra estocada feroz na buceta dela que também não deu certo. Cielo Riveros só chorava baixinho pela dor na buceta dela e por tudo que estava passando, lágrimas escorriam copiosamente dos seus lindos olhos verdes e deslizavam devagar pelo rostinho dela, a visão dela era só o teto daquele quarto imundo e o cabelo grisalho de Dom Pedro que quase tapava o olhar dela. — Se prepara, vagabunda, porque agora vou meter em você. O mecânico, com grande concentração e impulso mórbido, empurrou de novo com força excessiva nas dobras apertadas da buceta da jovem, e para a sorte dele e o azar dela, elas cederam ao pau impecável que foi enfiado, deixando entrar até metade do pau grosso dele naquele corpo de deusa do diabo, que ele queria há pelo menos três horas.

— Aaaaaaiiiiiiiii!! Aiiiiiiiiii!! Dom Pedrooo!!, por favorrrrr!! Já... não... aguento... mais... me... mete... aaaaiii!! Sniffffffffff! Snifffff!! Sniffffff!!, Cielo Riveros sentiu como se estivesse sendo rasgada por dentro, a carne dela se rasgava diante da brutal intromissão no corpo gostoso dela. — Cala a booooca, putaaa mal paridaaa! E aceita meu paaaaau! Tomaaaaa!!, berrou Dom Pedro dando uma terceira e ainda mais brutal estocada, onde Cielo Riveros acabou engolindo vaginalmente o pau inteiro de Dom Pedro, tinha entrado totalmente, só os testículos pesados cheios de esperma quente e grosso tinham ficado pra fora do corpo da linda jovem recém-estreada sexualmente.

Estava feito, Cielo Riveros não era mais virgem. Dom Pedro Ventura, um mecânico velho e nojento, tinha tomado para si e usurpado a virgindade da tenra estudante, recém-transformada em mulher, deixando-a marcada para o resto da existência miserável dele.

O velho ficou enfiado dentro do corpo de Lupe, com o pau inteiro, por aproximadamente dois minutos, o calor interno daquela O corpo da jovem deusa que envolvia o pau dele era o maior prazer que ele já tinha experimentado na vida, ela nunca mais queria sair daquela buceta apertada que naquele momento abrigava sua grossa vara, no quarto só se ouvia os soluços altos da recém-desvirginada.
Assim que o velho quente e degenerado do Dom Pedro decidiu que já era tempo suficiente para aquela fortaleza apertada de trepada se acostumar com suas dimensões vergonhosas, ele concluiu que tinha chegado a hora de começar a se mexer, para que aquela jovem e tremenda estudante pudesse ver e saber como era foder com um macho de verdade.amador— Que delícia de buceta, sua puta, o velho disse pra ela, babando e de olhos fechados — Eu nunca ia largar esse teu corpo, você é uma égua de verdade feita pra ser fodida por um garanhão selvagem, mas agora você vai saber o que é realmente uma buceta gostosa, hahahaha!!, Isso faz você sentir o que ninguém nunca vai conseguir provocar em você, e eu juro, sua vadiazinha, que você vai gostar tanto que vai querer repetir a operação o mais rápido possível, Hahahahaha!!, Vou te foder e vou te engravidar!! Você vai ser a mãe dos meus 4 filhos que eu vou te dar!!, ele disse, rindo e zoando uma Lupe espetada e angustiada, que ainda mantinha a boca aberta num grito abafado de dor, com os olhos arregalados e vidrados por causa do impacto alienante da provação emocional e carnal.

Dom Pedro começou a se mover devagar, de forma culta, colocava o pau pra dentro e pra fora só até a metade, o calor e as sensações gostosas que a buceta daquela deusa nubente dava pro pau dele eram indescritíveis, Cielo Riveros, por sua vez, esmagada e se deixando empalar, não conseguia nem se mexer por causa de cada estocada que davam nela com crueldade animal, ela sentia como se estivessem praticamente a empalando pela buceta, o velho se movia cada vez mais forte, tentando ir o mais fundo possível naquele corpo curvilíneo e jovem. A cama rangia ritmicamente com os bombadas ferozes que o mecânico dava.analOs minutos passavam e Dom Pedro se movia mais forte e mais rápido, serrando, enfiando, perfurando fundo o interior de Lupe, fazendo círculos com a intenção de alargar a buceta da jovem dedicada. O homem suava como um animal, as lágrimas nos olhos de Cielo Riveros já tinham secado, pois agora ela suportava estoicamente os ataques bárbaros e cruéis de pica que estavam sendo enfiados no seu corpo. Ela também suava, isso era confirmado por alguns fios de cabelo grudados no rosto e certas gotículas de suor que se acumulavam entre a cara e o nariz. Ela nem percebeu quando fechou os olhos para deixar o velho que estava montado no seu corpo curvilíneo fazer o que quisesse com ela. A dor passou aos poucos, a parada é que agora a culiada que ela estava levando era sensacional e ela sentia aquilo com as pernas bem abertas e os olhos fechados.

Dom Pedro sabia que tinha que aproveitar essa oportunidade. Ele não tinha muita certeza se depois da segunda gozada a coisa ia parar de novo, então decidiu que tinha que prolongar o máximo possível aquela culiada antológica que estava dando numa linda estudante de 18 anos. Os gritos de dor junto com os urros que Cielo Riveros tinha soltado foram diminuindo aos poucos. Agora, naquele quarto, a única coisa que se ouvia era o rangido prolongado da cama com os movimentos bruscos que faziam nela e os suspiros de prazer dos dois amantes naquela fodida sem limites que estavam dando.

Cielo Riveros, totalmente confusa, não sabia o que fazer. A dor na buceta dela tinha diminuído, mas era uma dor estranha que fazia ela se sentir gostosa. Ela percebeu que quanto mais fundo o prego entrava, mais a dor parecia que ia desaparecer e, claro, ela queria que aquilo sumisse. Ela começou a se empurrar devagar para frente. Alguns minutos depois dessas sensações estranhas no corpo da estudante, Cielo Riveros já não se mexia mais para que a dor ou qualquer coisa sumisse. Agora ela já estava dando porque estava com um tesão autêntico e genuíno. Num Dom Pedro pensou que a garotinha tinha se agarrado nele pra se segurar, mas num certo ponto ele parou pra estudar o que tava rolando lá embaixo com uma emoção gostosa, percebeu que a moça continuava mexendo a cintura pra frente e pra trás, então, como forma de agradecimento, começou a se mover e meter o pau de um jeito quase insano, agora a parte boa tava chegando, pensou o velho feliz e agarradinho.
— Ahhhh, como você se mexe gostoso, sua putinha!!, te falei!! Sabia que você ia acabar gostando, hahahahaha!!, ele disse, preso pela excitação...
Mesmo assim, Cielo Riveros sentia vergonha, se perguntava como podia estar se sentindo tão bem enquanto aquele homem nojento sujava o corpo dela daquele jeito, mas não conseguia parar de mexer a cintura e os quadris, a mente dela mandava se agarrar com mais força ao corpo velho daquele que agora tinha se tornado o homem dela, ela não queria admitir, mas naquela altura já tava se divertindo pra caralho deitada com Dom Pedro, aos poucos aquelas imagens terríveis de quando o desgraçado tinha batido nela sumiam da mente, mas a consciência ainda lembrava que, apesar de tudo isso, ela tava sendo estuprada, sem falar nas imagens contínuas de ver o professor Túlio chupando a Pinga dela, e gozando igual uma verdadeira Vadia com o corcunda zelador João.
Pequena lupevadiaMas o corpo dele a convidava a esquecer todos eles, os mergulhos prazerosos que davam na sua anatomia perfeita iam acabar deixando ela louca de tesão, Dom Pedro estava sendo muito bom pra ela, ela pensava nas nebulosas do seu subconsciente, até que quis dar um fim em todos aqueles sentimentos confusos. Sua mente decidiu ceder a todos os arrependimentos e ela se entregou de corpo e alma a tudo que aquele velho verde libidinoso quisesse fazer com ela.

Suas mãozinhas delicadas, com unhas muito bem cuidadas, começaram a deslizar lentamente pelos ombros largos de Dom Pedro. Cielo Riveros, em certo momento, se sentiu excitada por estar naquela situação com um homem muito mais velho que ela, e que estava fazendo ela sentir um tesão gostoso, aqueles arrepios de prazer tão gratificantes e envolventes no corpo dela.

Dom Pedro, que já sabia que era o vencedor daquela competição de sexo quente, afastou o corpo ligeiramente para admirar a deusa que ele possuía empalada com seu brutamonte. Ele a viu com seus olhos verdes semi-cerrados, idílicos e perdidos, e também percebeu que de seus lábios vermelhos escorria um pouco de saliva, um sinal inequívoco de que aquela gostosa já tinha sucumbido aos deliciosos prazeres da carne. Ele notou que, a cada mergulho profundo que ele enterrava na buceta dela, a moça soltava um audível: — Shhhhhhhh!!... Aaahhh!!

O velho, sem perder tempo e aproveitando a oportunidade, procurou com uma desesperação febril aqueles preciosos lábios vermelhos entreabertos que prometiam o paraíso. Cielo Riveros o recebeu quase com prazer e então os dois se fundiram no beijo mais apaixonado de língua que ambos já tinham vivido em suas vidas.

O casal se beijava cada vez mais lascivamente, a poderosa colegial, guiada por um novo afeto que nascia de suas progesteronas revolucionadas, levou as mãozinhas para a nuca de Dom Pedro e, pela segunda vez naquela noite, começou a fazer uma massagem delicada com as pontas dos dedos nele. A pele áspera reinava com pelos grisalhos, grossos e moles, na cabeça do homem que a estava fodendo à força.
Cielo Riveros agora comia e devorava a boca de Dom Pedro como uma possessa, seus dedos delicados se perdiam entre os pelos grisalhos e hirsutos do mecânico, ela brincava nojento com a língua dele e a sua, remexendo a grande quantidade de cuspe dos dois que se acumulava dentro da boquinha fresca dela e que ela tratava de engolir tudo, era uma verdadeira deusa do prazer em que a menininha tenra havia se transformado, o velho ainda não queria acreditar nela, então devolvia ataques vergonhosos, sólidos e profundos como agradecimento, para fazê-la ver que a partir daquele dia ele era o único macho dela.gostosaDom Pedro mal conseguia se separar dos lábios desesperados de Lupe, e sabendo que já era o vencedor, disse a ela: — Te falei que você ia amar meu pau idiota!! Vai, me fala que você ama meu pau!!, exclamou Dom Pedro sem parar de atacar com violência...

Cielo Riveros não respondeu nada, a febre imensa e enlouquecedora que tomou conta dela não permitia. Seus gemidos e suspiros de prazer começaram a aumentar em volume e intensidade, se transformando em gritos e berros de puro prazer carnal e sexual. Dom Pedro manteve seu ritmo frenético de meter e tirar, e conforme os gritos da colegial aumentavam, mais rápido ele acelerava e ganhava força nos movimentos, até que seus ouvidos ouviram o que já ansiava: os gritos e palavras que Cielo Riveros exclamava eram claros e concisos,

— Ahhhh... siiiim... gostosoooo... papaiiiii!!...
— Você gosta como eu meto em você, sua puta!!, o velho tarado perguntou.
— Sim, eu disse, Dom Pedroooo, mete em mim o quanto quiser, mais fundo, mais fundo!!, a colegial exigia enquanto rebolava com força pra afundar ainda mais a vara,
— Você é a melhor cadela que já tive, sua putinha! Vai, fala! Fala que você é minha puta!!, exigiu o velho que continuava serrando, banhado no suor e na febre do momento,
— Siiiim papai!! Sou uma cadela!! Sou sua putaaaa!! Sou sua mulherrrrr!!, Cielo Riveros estava ciente de todas as putarias que estava dizendo ao velho que conhecia e que a levava a tal estado de loucura.

Dom Pedro viu claramente o colapso que a linda jovem estava sofrendo, que naquele momento mexia os quadris ritmadamente acompanhando as estocadas que ele, quente, lhe dava. Ele verificou com prazer que o corpo de Lupe estava sendo tomado por fortes e brutais espasmos de prazer, viu como a garota se contorcia e tentava se encaixar ainda mais apertada no próprio corpo dele. Além disso, achou que sentiu os músculos vaginais da garota se contraírem, abraçando apertando o pau dele, e como se estivesse completamente fora de si, ele pediu pra ela:
— Gozaaa!!, gozaaaaaa!! me come inteiraaaa!!... tô quase lá... me aperta mais forteee!! Tudo... Tudooo!!Chupa o pauA mecânica feliz e feroz começou a enfiar dentro da jovem sem desistir dos seus esforços, até que ambas as virilhas, uma lisinha e quase depilada, ao contrário da outra que era bem peluda, ficaram grudadas fazendo círculos copulatórios enlouquecedores, sem se soltar nem um milímetro, de modo que os dois corpos já estavam quase à beira de um orgasmo fenomenal, até que, para alegria de Dom Pedro, ele pôde notar que na explosão iminente que vinha no corpo da sua parceira de trepada, a buceta dela estava derramando jatos abundantes e quentes de fluidos vaginais. Ele não sabia se era urina ou outros tipos de líquidos, mas do que tinha certeza era que estavam banhando deliciosamente o seu pau já quase dolorido.
— Assii!!, assim!.. . Dom Pedrooo!! Me dá mais forteee.. . me dá mais forteeee!!... — continuou a gritar Cielo Riveros com as costas totalmente arqueadas e com a buceta totalmente erguida, implorando que Dom Pedro não tirasse o pau da sua coisinha.
O velho sentiu que seu pau estava enterrado fundo nas entranhas tenras daquela potranca doce e gostosa que se perdia em febre total. Até que o corpo de Cielo Riveros não aguentou tanta alegria, uma corrente elétrica formidável e prazerosa que nasceu do fundo da sua raposinha se espalhou em abundância por todas as extremidades do seu corpo e a fez explodir no orgasmo mais formidável e grandioso que já sentiu na vida, que nem o manco Juan tinha feito ela experimentar, quando a estreou no cu.
— Siiiiiiiiiiiiii!!! — Cielo Riveros gritou como uma verdadeira possessa, seu grito prazeroso foi emitido do fundo do seu ser e da sua alma, que viajou e ecoou por todos os cantos da oficina vazia de Dom Cipriano.
Da mesma forma, Dom Pedro determinou que aquele era o momento exato para derramar sua semente urgente e pressionada no corpo daquela aluna tão maravilhosa e cheia de curvas. No momento em que Cielo Riveros emitiu seu grito prazeroso de êxtase, o velho a calou com um beijo nojento na boca. boca que dava a impressão de que ele a estava comendo, e então se separou e avisou ela...mamona—Você é uma Deusa, sua puta! Não aguento mais... tããão... gos...tooo...soo!, tô indo... go...zar... den...tro... do... seu... cor...poooooo!! Ahhhh que... de...li...ci...a, vo...cê... vai... re...ce...berrrrr, pu...taaaa!! to...maaaaaaa!!, ele rosnou desesperadamente, e fixando o olhar no lindo rosto descongestionado de Cielo Riveros, derramou de 6 a 8 potentes jatos de sêmen quente e reprodutivo em seu estômago, que jorravam em abundância e com força de seu pau, queimando as entranhas da excitada estudante que sentiu o poder e a virilidade de seu macho, pensando que aquela era a experiência mais linda e gratificante que já vivera em sua existência.

Ficaram grudados naquela posição por um período indeterminado de tempo, Cielo Riveros com suas lindas coxas bem abertas e com Dom Pedro ainda enfiado com seu pau dentro do corpo dela, tinha sido a foda de suas vidas para ambos, e o velho estava totalmente disposto a repetir assim que suas forças permitissem. Lentamente, o mecânico saiu e se desgrudou do corpo portentoso de Lupe, ambos ficaram deitados na cama exaustos, para que seus corpos suados pudessem assimilar o prazer recebido, e por sua vez suas frequências cardíacas se regularizassem e sua respiração ofegante voltasse ao normal.ceu—Você é uma puta de verdade na cama, com essa bunda gostosa, o sonho de qualquer macho como eu, hahahaha!!, o velho disse pra ela enquanto a abraçava e a apertava contra a obesidade dele. —Foi uma das melhores fodas que já tive na vida, por hoje acho que já deu, seu cuzão, vamos descansar um pouco e depois te deixo em casa, olha, quero saber onde minha mulher mora, hahahaha!!
—Pra Lupe, cuja febre já tinha passado pela metade, e exigindo que ela caísse em si, ela respondeu:
—Seu Pedro, não precisa me levar, acho que consigo ir sozinha, pego um táxi, a jovem não queria que o velho com quem ela tinha se enrolado soubesse onde ela morava.
—Nãão!!, o velho respondeu, —De hoje em diante você é minha mulher, e eu sou seu marido, e não vou deixar minha fêmea andar sozinha na rua de noite, ou você quer que algum velho degenerado apareça e te coma, hahahaha!!, ele riu, já que era exatamente o que tinha acontecido com a garota de cama que ele já via como propriedade dele.
Depois que descansaram nus e abraçados por um tempo indeterminado, no qual Lupe voltou à sua triste realidade e assimilou que tinha sido estuprada, o velho decidiu que já tinham descansado o suficiente, mandou a garota se vestir enquanto ele vestia o macacão de trabalho. Ele tinha pensado em levar a estudante pra casa pra continuar comendo ela no dia seguinte, mas sabia que isso podia dar problema, já que a família da jovem podia se preocupar e começar a procurar por ela. Ele ficou satisfeito por ter em mãos a prova falsa que certificava que Lupe era uma puta vulgar, já que isso garantia encontros futuros e gostosos com a estudante quantas vezes ele quisesse. Ele também ia dar um jeito de poder deixar ela e levar pra morar com ele, até se cansar.
Antes de sair daquele quarto nojento e sujo, ele viu a grande mancha de sangue que permaneceu no colchão imundo, sinal incontestável de sua desvirginação nas mãos de Dom Pedro, o velho vendo como a jovem encarava a cena por causa do que aconteceu ali, disse-lhe profeticamente,pervertida— Não se preocupa, putinha, vamos deixar por isso mesmo, até porque, quem sabe o que um pedaço de égua mal talhada vão comer de novo naquela cama e em cima dos nossos sucos quando eles secarem, hahahaha, ela riu enquanto a tirava. empurrava daquela oficina mecânica quente, onde sua virgindade corrompida ficou para sempre. (Já estava quase amanhecendo)
(aproximadamente 4 horas antes, na casa da Cláudia)
Assim que estavam na sala da casa da estudante loira, o Mestre Túlio não acreditava que estava prestes a dormir com a Cláudia, sabia que os pais dela não chegariam até o meio-dia de domingo, então ele tinha todo o tempo do mundo para foder ela como queria há muito tempo.
Enquanto o professor sortudo e feliz se perdia num mar de desejos perversos e lascivos, a loira serviu mais duas doses de tequila para prévia do que seria o encontro sexual com o professor dela, em troca dos certificados de nota do semestre do último ano dela na escola.
A Cláudia, que nesse momento já nem lembrava mais do destino da amiga, produto do álcool na mente dela, continuava nervosa, metade pela feiura do velho com quem estava prestes a dormir, e metade porque também sabia que estava com muito tesão de estar prestes a cometer tamanha abominação.
— Me espera aqui, vou ficar mais à vontade, a poderosa Cláudia disse ao professor dela.
Não demorou mais de três minutos para a linda estudante ir até o quarto dela e voltar, mas o velho quase enlouqueceu quando a viu aparecer do quarto completamente pelada, os olhos reptilianos dele pareciam crescer três vezes mais do que o tamanho normal. A Cláudia andou devagar até onde estava o professor sortudo, que nem percebia o quanto babava com o espetáculo mórbido que uma das alunas mais gostosas dele estava lhe dando.
A Cláudia, de boa vontade, se sentou com a buceta melada numa poltrona que estava a um metro do mestre Túlio, que não perdia nem um detalhe das curvas deliciosas que a loira estava oferecendo.
— E então? Professor?... Dou mais uma aquecidinha nele? — perguntei com a voz de uma putinha profissional...
— Siiim, mamacita! Tá na cara que a lei dos meses britânicos...
Cláudia, sabendo que não tinha mais o que esperar, teve pena do coitado e, deixando de lado qualquer tipo de pudor ou nojo do corpo feio dele, levantou da cadeira pra ficar do lado dele. Passou os braços nus pelos ombros do professor e sentiu que a barriga enorme do homem não deixava ela se encostar como queria, mas o velho, ao ver aquele pedaço de mulher pelada que já tinha nas mãos, agarrou ela com uma desesperada brutalidade e ansiedade.
— Ai, professor, não se apressa assim! Hehehe — a loirinha disse pra ele e riu, ainda segurando a bebida numa das mãozinhas, percebendo a empolgação com que o velho quase apalpou o corpo nu dela inteiro, mostrando a puta vontade que o Mestre Túlio tinha de meter nele...manosaO velho procurou com vontade pelos lábios gostosos da Cláudia nua, que não hesitou muito em se deixar beijar pelo homem ainda vestido, devagar e enquanto o beijo nojento continuava, o velho se acalmava. A loira sentia nojo às vezes, mas ao sentir a dureza encostada na barriga nua e perfeita, que não tinha nem um milímetro de gordura, aos poucos foi aguentando. Em um minuto, a estudante deitada já estava dedicada e com tesão, sabia muito bem dos prazeres do ato de trepar, então se separou sutilmente de quem seria seu amante naquela noite para passar o outro copo ainda servido e pegar o dele, gordo e oleoso, e convidá-lo a ir para o quarto, onde a putaria ia rolar solta.

A loira o guiou, os dois amantes próximos atravessaram a sala de mãos dadas até chegar ao quarto da moça. Quando a loira quis apagar a luz do abajur, o velho atrapalhou:
— Nem pense, sua putinha, ainda acho que seu preço tá meio salgado, então vamos fazer com a luz acesa. Não quero perder nenhum detalhe do seu corpo quando eu meter e quando a gente já estiver trepando. Além disso, não seria justo, você me esquentou a noite toda, e não vou desperdiçar esse momento, hehehehe...

A estudante rastejou até a cama, o professor tarado começou a se despir quase desesperado. Em um minuto, já estava na mesma condição que a Cláudia, que ao vê-lo na sua nudez total e nojenta, quase se arrependeu, mas pensou: "tudo pelos meus certificados, hehehe".

O velho não hesitou em subir na cama também, esperou ansioso pela loira tomar a iniciativa. Ela, por sua vez, ajoelhou na cama, pra ver qual seria sua primeira missão pra ganhar os preciosos certificados de nota. Foi o que ele percebeu na parada: que o Professor Túlio tava passando o tempo que ele tinha chupado ela no escritório, quase no... Escuro e rápido, já que qualquer um podia entrar e pegá-los de surpresa, mas agora ele a via em toda sua magnificência, aquilo era de medidas respeitáveis, bem grande, mas para Cláudia, sempre acostumada a chupar e engolir paus simples dos namorados, aquilo parecia um pinto de animal, totalmente coberto por veias grossas e pretas, terrivelmente grosso e pulsando rápido de tesão. Tudo isso era demais para a estudante gostosa, que instintivamente se jogou com uma expressão de safada no rostinho lindo, para começar a lamber o pau repetidamente, desesperada, até que, de uma só vez, engoliu fundo na garganta, ficando naquela posição por alguns segundos deliciosos, nos quais o feliz Mestre Túlio aproveitou para empurrar e ir ainda mais fundo naquela goela gloriosa que o levava ao verdadeiro paraíso.Cielo Riveros dando pra um pretoEu vi ela de quatro, balançando o cabelo loiro de trás pra frente rapidinho, igual uma verdadeira maluca, chupando o pau dele, ordenhando com os lábios, feito um cordeirinho recém-nascido. Percebi na ponta do pau que já tava quase lá, faltava pouco pra entrar na faringe daquela putinha gostosa, mas o boquete gostoso e profundo que ela tava dando continuava com movimentos de língua, às vezes suaves, outras vezes violentos e intensos. O velho pensou que a vida dele tava escapando naquela chupada magistral que a aluna tava dando.

— Aaaaaaah, loirinha, como você come meu pau!! — exclamou o velho, enquanto deixava a Claudia fazer o trabalho de chupar do jeito que ela quisesse. A Claudia tinha perdido a cabeça com aquele pau grosso que ela mantinha enfiado na boca e não conseguia parar de chupar, mesmo se quisesse, mas ele também sentia uma necessidade urgente de que o professor degenerado metesse nele. A grossura daquele pedaço glorioso de carne deixava ela num estado de febre tão grande que agora não ia perder a chance de enfiar, decidiu que o professor tinha que comer ela de qualquer jeito.

Devagar, ela tirou o pau da boca, enquanto sorvia todos os restos de líquido pré-seminal que banhavam o tronco do membro viril agora alongado, deixando ele completamente limpo, mas bem brilhante por causa da umidade dos lábios dela. Ela mesma fez o homem deitar de costas na cama dele e, em seguida, se levantou e passou uma perna por cima da barriga do Mestre Túlio pra montar nele, mas sem enfiar ainda, partindo pra devorar a boca repulsiva dele como uma verdadeira possessa, mordendo de leve os lábios grossos dele, brincando com a língua dele e com a dela. Ela era uma verdadeira deusa e um prodígio erótico por causa da lascívia, luxúria e morbidez com que comandava a situação.

A Claudia pegou ele pelos pulsos, olhando pra ele com cara de puta pervertida e ainda montada na barriga peluda dele, o velho, cujas olheiras já estavam explodindo porque... de como estavam inchados por causa da febre imensa que quase o consumia, só Ele se deixou fazer por aquela vampira erótica.
— Vai, putinha... Para de frescura e deixa eu entrar...
— Shhhh!!, a estudante o calou, fazendo ele entender que ela sabia o que estava fazendo, enquanto pegava o troféu de carne dele e o colocava sobre si, posicionando na entrada da sua buceta loira, enquanto fechava os olhos como sinal de concentração para se deixar cair quase brutalmente, se penetrando e soltando um gemido alto de prazer.amadorCláudia colocou tudo sozinha, sem ajuda de ninguém, e começou com uns movimentos suaves de sobe e desce, sentindo e se deliciando com as sensações incríveis e intensas de estar empalada no pau do mestre Túlio, que estava deitado. Deitado e quase incrédulo com a putaria fenomenal que Cláudia tava começando a dar pra ele. A mulher, por sua vez, pela expressão no rosto dela, dava pra ver que também tava se acabando de prazer.

A loira continuou com aqueles mesmos movimentos suaves e rebolativos de cintura e quadril, apertando até não aguentar mais, enquanto ao mesmo tempo percebia, como uma verdadeira puta profissional, que o pau do velho tava ficando cada vez mais duro, o que foi acelerando os movimentos dela. A cada segundo que passava, os dois amantes sentiam que a culiada gostosa que tavam dando era mais prazerosa e satisfatória. O velho também empurrava a pica pra cima pra empalar ainda mais a mulher gostosa que tava montando nele, enquanto pensava consigo mesmo: ele tava mais que pagando o preço das notas da aluna, essa Cláudia sabia mesmo dar prazer pra um homem.

— Cê tá gostando do que eu tô fazendo, professor? — perguntou a jovem pro professor dela, com os olhos lindos semicerrados, fruto do tesão intenso que tava sentindo.
— Sim, você se mexe muito, raposinha... coooooo! pelo amor de Deus, não... aaaa!!... como você me surpreende, caralho... gaaaaa!!
— Eu mereci meus cer... ti... fi... ca... doss?...
— Claro que sim, lindaaaa..., mas a gente fala do outro depois, por enquanto você continua me montando... pu... taaaaa!!analA estudante loira, já mais preocupada com o próprio prazer do que com os certificados da escola, começou uma cavalgada acelerada, com a única intenção de deixar as bolas do Professor Túlio secas. Ela se mexia com uma febre danada, em certos momentos a cintura dela ondulava, ela atacava e apertava o pau que estava tão gostosamente se enfiando, e depois voltava a uma cavalgada ritmada que já a levava direto pro céu.

O professor degenerado decidiu que já tinha deixado a puta gostosa que estava montando nele sentir que tava no controle da situação tempo demais; agora ele ia ensinar pra ela o que era realmente foder um macho de verdade. Ele se endireitou como pôde, com dificuldade, já que a Cláudia, perdida num mar de tesão, não parava de se mexer violentamente — o professor adorou isso. Assim que se endireitou e a loira tentou beijá-lo, o professor pegou ela pelas nádegas macias e carnudas e a desmontou, jogando ela de costas na cama. A Cláudia não sabia bem o que tava rolando; quando viu ele vir nojento montar em cima do corpo curvilíneo dela, imaginou ele como um daqueles monstros nojentos que aparecem em hentai — ela pensou que só faltavam os tentáculos, mas isso a deixou ainda mais excitada.

Cláudia ficou de pernas abertas, com a respiração totalmente acelerada e o olhar vidrado no teto; nunca tinha tido um orgasmo daqueles. O velho, que tinha acabado de lembrar do próprio bloco já dolorido de tanto semen acumulado, montou de novo na maciez do corpo daquela deusa, e sem pedir nada, simplesmente enfiou tudo até o talo.

A loira só deixou enfiar e, quando lembrou da promessa do professor — meter tão fundo até tirar pela boca dela —, não hesitou em ajudar com os próprios esforços. Então, alguns minutos depois, eles estavam fodendo de novo como realmente um macho e uma fêmea fazem.

O Professor Túlio se movia desesperadamente sobre aquele corpo feminino de 18 anos. enquanto lambia nojento a cara linda da Cláudia, a loira que se mexia no mesmo ritmo que o professor e curtindo as lambidas na cara dela, ele sentiu que depois dessa foda não conseguiria fazer de novo por um mês. Nenhum dos namorados dela tinha conseguido dar um orgasmo de verdade pra ela, era só uns arrepios tímidos que ela sentiu com um deles — esse velho era muito gostoso, ela pensou, e sentiu o pau dele entrar fundo no corpo dela como se estivesse em chamas.

Ela tava nesses pensamentos quando sentiu o velho se separar do corpo dela,
— Agora quero você de quatro, sua puta!! Cláudia, que tava se divertindo pra caralho, não duvidou nada e rapidinho assumiu a posição que já tinha ouvido falar, mas nunca tinha praticado. Mas como era bom quando ela já tava ali. Ela se sentiu uma cadela, adorou se sentir só um animal, aqueles babacas que ela tinha como namorados não chegavam nem nos calcanhares do professor dela. Se ele sabia foder uma mulher como ela, ela notou como esse velho gostoso começou a lamber a bunda dela, uma situação que fez ela ver estrelas, ela sentiu a língua do homem lamber aquela parte proibida, mas era tão gostoso que ela não conseguia recusar.

Quando o velho percebeu que a bunda da fêmea já tava bem molhada com a saliva dele, ele colocou em prática a ideia sodomítica que tinha passado pela cabeça dele. Ele segurou firme a estudante por um dos quadris dela pra não soltar na hora da invasão, colocou o pau dele no cuzinho rosa da Cláudia e decidiu empurrar. Ia foder ela.

Cláudia, que continuava se divertindo sentindo a bunda ser lambida, nunca imaginou o que o professor pretendia fazer com ela, e quando sentiu o quadril bem apoiado e quando sentiu como o pau daquele velho nojento tava timidamente encostando na entrada do pontinho virgem que ela tinha no cu, pela primeira vez naquela noite ela sentiu medo, nunca tinham feito ali, ela tinha ouvido falar, mas tava longe de querer experimentar isso em qualquer ocasião - nem com o mais belo dos príncipes encantados e muito menos com esse autêntico velho degenerado que já se preparava para penetrá-la analmente...vadia— Mestre, isso não fazia parte do acordo!!... Aaaiiiii! Uffffffffffffff!!, não... em...pu...raaa!!, eu grito quando sinto a primeira estocada....
— Grita à vontade, sua puta, porque agora vou te foder, hahahahaha!!... e tenta gostar, porque vai doer!! Vai ficar uma semana sem conseguir cagar, hahahaha, ele disse pra ela, zoando aquela estudante loira que sempre se achou superior a todo mundo...

Sentada no banco de trás do carro todo fudido do sinistro Dom Pedro, Cielo Riveros estava transtornada e até assustada com o que tinha acabado de acontecer, não conseguia acreditar na situação terrível que tinha vivido, tinha sido estuprada, pensava em como sua virgindade tinha sido roubada por um velho sem coração, nojento e vil. Lembrou que algumas horas antes estava dormindo na segurança e no calor do seu quarto quando foi interrompida pela sua melhor amiga convidando ela pra ir na Feira. Foi quando lembrou da Cláudia que pensou em avisar que já estava voltando e que talvez em 30 minutos chegaria em casa, decidiu mandar uma mensagem pra ela.

— E pra quem você tá mandando mensagem nessa hora de merda!? Dom Pedro gritou com ela enquanto dirigia e quando percebeu que a Lupi estava mandando mensagem do celular dela, a coitada que ainda estava muito abalada pela experiência traumática que tinha sofrido nas mãos daquele velho filho da puta, respondeu com a verdade pra ele não ficar puto de novo e bater nela outra vez.
— Uma amiga... A gente ia se encontrar na feira... Eu tava esperando ela... quando te encontrei.... e os amigos dele responderam com a voz trêmula.gostosa— Ahhh sim!, hahahaha!! Você tá falando daquela outra putinha que tava com você caçando pica, a loirinha hahahaha!!, sim!... Lembro bem dela! Não seria ruim se você me apresentasse... Que tal um dia desses a gente fazer uma festinha nós três... Me chama de gostoso, não te parece uma boa ideia?
— Acho que não, Dom Pedro, Cielo Riveros respondeu de um jeito bem inocente, uma festinha pra ela era outra coisa, não sei se ela ia querer ir numa festa comigo e com o senhor, além disso ela tem namorado e... O mecânico interrompeu ela e não deixou terminar o que tava dizendo, e aproveitando que tava no sinal vermelho, usou a situação pra intimidar a pobre e assustada garota. Ele queria que, quando a deixasse em casa, ela nunca esquecesse quem era o único dono de verdade dela a partir daquele dia.
— Tô pouco me fodendo se ela tem namorado, ou é casada ou solteira...!!!, o velho gritou com ela, — O que importa é que quando eu mandar, você vai e traz ela pra mim!!! Acabei de decidir que quero comer ela!!! E você vai me ajudar!!! Entendeu, sua puta de escola!!! Falando isso, ele puxou ela bruscamente pelo cabelo e a trouxe pra perto do corpo dele pra ela olhar bem na cara dele, e continuou...— Lembrando que a partir de hoje você virou minha mulher! Minha puta pessoal!! Você vai ser minha cadela!!! Então se prepara, sua arrombada, daqui a pouco você vai morar comigo e a gente vai casar!!! Hahahaha!!! Vou te encher de filho!!! Hahahaha!!! Mas primeiro vou te fazer de puta nas ruas... Quero que você saia por aí dando a buceta à noite e ganhe dinheiro pra mim...hahahaha!!! Além disso, você vai ter que abrir as pernas e dar pra todos os meus amigos e todas as vezes que eu mandar, então para de responder merda, tá claro pra você, sua putona!!!
Cielo Riveros, que tava apavorada com todos os planos que Dom Pedro tinha pro futuro dela, quase chorou, ela via as rugas na cara dele, aquele brilho nos olhos vermelhos dava um aspecto demoníaco. aparência, sem falar na gengiva podre. Somado a vários dentes tortos, o velho continuou: —E é culpa sua, seu idiota, ninguém mandou você ficar por aí levantando pica pra todo lado, então vou repetir pra você... Quando eu mando alguma coisa, você só tem que obedecer, ou será que esqueceu que eu tenho o seu certificado oficial de puta na minha mão?... Portanto, de agora em diante, você só vive pra me dar dinheiro e pra minha pica... hahahaha!!! Dizendo isso, ele a jogou violentamente para baixo, esfregando o rosto dela contra o pau dele. Depois de alguns segundos de esfregação, levantou-a e a jogou em direção ao banco do carona. A estudante, com o cabelo todo bagunçado e respirando pesado, só encarava ele com a cara assustada. Ela não entendia por que aquele velho achava que era dono dela, embora soubesse que se não obedecesse a tudo que ele pedisse, a vida dela estaria perdida. Como ela explicaria pra mãe e pro avô que tinha sido acusada de prostituição em público, ou o que os professores e colegas de escola diriam quando descobrissem que ela, a que sempre se destacava com notas excelentes, saía à noite para se prostituir? Isso era mentira!!, mas como explicar pra todo mundo... Eles não acreditariam, e pelo amor de Deus!!!, ela pensou de repente, com que cara ela veria Rodrigo, o namorado dela, se ele descobrisse o que ela supostamente fazia à noite, pelas costas de todos os seus entes queridos. Ela olhou quase com raiva para o homem culpado de toda a sua desgraça, e que apenas algumas horas antes tinha roubado sua virgindade estuprando-a dentro de um escritório com uma cama dentro de uma oficina mecânica. Ela não tinha escolha... Tinha que obedecer e prestar atenção em tudo que o Dom Pedro mandava. Ela se consolava meio que pensando que talvez assim pudesse continuar levando uma vida normal. Uma hora antes, na casa da Cláudia, paradoxalmente e por aqueles mistérios da vida, aconteceu uma situação não igual, mas muito parecida com a que elas tinham. Antes tinha sido a Evelin, mas agora era a linda Cláudia que tinha sido chamada pra colaborar pra que aquele outro velho degenerado e sem-vergonha pudesse se aproveitar do corpo deslumbrante da nossa ingênua e sem igual Lupecita.
Ainda deitados, Cláudia e o professor horroroso com cara de sapo, ambos pelados e se abraçando depois de terem descansado uns minutos após a fodida brutal que o professor obeso e a aluna escultural tinham dado, foi a loira e doida da colegial que tocou primeiro no assunto de qual preço ele teria que pagar pelo segundo boletim dela.Chupa o pau

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