Cielo Riveros dando pra um negão 4

Cielo Riveros dando pra um negão 4Enquanto isso, o Corcunda e o professor chegaram a uma das várias barracas onde vendiam cerveja e bebida preparada. Enquanto o professor Túlio ficava na fila para pagar no caixa, o manco Juan deu um gole na cerveja e observou toda a agitação da multidão de pessoas de todas as idades indo e vindo.

Foi quando ele a viu de repente, e os olhos do degenerado se arregalaram de surpresa. Ele ficou vidrado, vendo-a a uns 15 metros de distância. Cielo Riveros andava de cabeça baixa, como se olhasse para o chão, porque os caras com quem cruzava gritavam obscenidades e mais um monte de besteiras, e ela tentava fazer ouvidos moucos para toda aquela bobagem que falavam. Alguns chegavam tão perto do rosto dela que pareciam que iam dar um beijo, mas não, era só pra sussurrar elogios picantes no ouvido dela.

O manco levou as duas mãos aos olhos e, como se não acreditasse no que via, esfregou-os com as mãos e, em seguida, olhou para onde Cielo Riveros estava andando, que, com um rebolado sensual de quadril, mexia a bunda magnífica. O velho, já excitado, pensou:

— Tem que ser ela, conheço essa buceta, tem que ser ela, repetiu de novo. Nem nos sonhos mais loucos ele imaginaria vê-la ali na feira e, aparentemente, para a sorte dele, achava que ela estava sozinha. O velho sentiu que naquele dia a sorte estava do lado dele.

O velho reagiu quando o professor Túlio o tirou dos pensamentos, perguntando: "O que foi, Juan?" — Ufffff... ufffffffff... m-m-mestre, você não vai acreditar em quem eu acabei de ver passando, e sozinha.

— Quem, Juan? Fala logo, não me deixa na agonia.amadora– Para a... Cielo Riveros... mestra, vi ela andando sozinha indo pra lá, apontando a mão na direção. Devagar, um carro alegórico se moveu e, como se o velho visse uma visão celestial, ele finalmente a localizou. A garota estava pagando um vendedor de morangos com creme, seus lindos olhos viam com alegria a sobremesa deliciosa que tinha comprado. O velho leu seus lábios quando ela agradeceu ao vendedor e deu um sorriso com aqueles lábios carnudos e, devagar, caminhou com seu rico balanço provocante da bunda em direção ao touro mecânico, o lugar onde tinha combinado de encontrar a Cláudia, que tinha ido ao banheiro.

O velho Túlio ficou fascinado ao ver aquela bunda enorme que, quando a dona se afastava, mexia de um jeito bem provocante, como se incitasse os machos a tocar, com aquela redondeza perfeita do rabo, fazendo a garota perder a cabeça de mais de um, inclusive do velho Túlio.

– Você tava certo... Vi a piranha, não foi visão que você viu, e não me enche o saco, a desgraçada é mais gostosa... Tô naquilo que você me falou, que comeu ela, e quando vi ela hoje vestida naquelas roupinhas mostrando quase a bunda e os peitos, quis enfiar meu pau até na orelha dela, mas quando quase alcancei, perdi ela de vista e tô todo excitado, Juan.

– Calma... calma, professor, a gente vai rastrear essa gostosa pela festa inteira e vamos achar ela, nem que seja a última coisa que a gente faça.

– Saúde, Juan, agora a gente toma essa cerveja e vamos procurar ela até debaixo das pedras.analCielo Riveros começou a esperar pela Claudia, sentindo que já tinham se passado mais de 10 minutos. Ela terminou de comer seus morangos com creme e, virando-se, procurou uma lixeira para jogar a caixa e alguns guardanapos que usou. Com uma mão no queixo, a garota pensou "bom, cadê as lixeiras?" por causa de sua mania de limpeza e educação, não conseguia deixar o lixo no chão e, aproximando-se de uma mulher que tinha um carrinho de doces, perguntou sobre os depósitos de lixo.

– Ali, mocinha, onde estão aqueles andaimes sem ferramentas, a senhora apontando, tem uma calçada e uns 30 metros adiante um depósito geral.
– Obrigada, senhora, muito gentil; e a garota confiante foi até lá, notando ao entrar naquela área que a senhora tinha dito, que o lugar estava quase escuro e que quase ninguém passava por ali, no caminho ela viu que vários trailers estacionados, dos funcionários da feira espalhados pelo terreno.

Seus lindos olhos verdes foram se acostumando aos poucos com a escuridão, – vendo que não tinha mais o que fazer além de esperar, colocando os braços na estrutura, apoiou o corpo todo e a cabeça nas mãos, levantando uma das pernas numa pedra que estava no chão, fazendo a mini saia subir um pouco, revelando aquela perna torneada um pouco mais acima, então quando apoiou a cabeça e os ombros, arqueou as costas, projetando ainda mais aquela bunda grande, marcando ainda mais a curvatura das nádegas firmes e redondas, o que a deixava muito gostosa.

Tudo isso confiante porque achava que ninguém a via naquele lugar solitário, só que ela estava enganada, 4 pares de olhos já acostumados com a escuridão atrás dela, uns 8 metros de distância, na parte ainda mais escura, escondidos, olhavam para ela atentamente, quase sem piscar, com luxúria e desejo.

A garota de repente se levantou da posição, esticando os braços para cima e bocejando, virando-se para olhar para trás, dando um grito de horror ao ver 4 velhos nojentos e esfarrapados. Muito perto dela, a apenas um metro de distância, todos com idade média de pelo menos 58 anos, barrigudos, enrugados e todos surrados e sujos por um denominador comum. A garota deu alguns passos para trás, alertada pela presença dos quatro velhos.vadia—Ai, meu Deus, mas que susto que vocês me deram, nem ouvi vocês se aproximando — disse a garota pros velhos que estavam fascinados com aquele par de bundas de concurso e olhavam com tesão enquanto o biquíni sexy da moça se exibia.
Esses velhos estavam vestidos naquele tipo de macacão jeans que é calça embaixo e só tem alças nos ombros em cima. Esses senhores eram mecânicos que estavam montando os jogos da feira e, como tudo tava funcionando bem, se dedicaram a andar pela feira e beber cerveja em quantidade industrial.
Bem diferente de Cielo Riveros, que era uma garotinha com uma imagem limpa, fina, delicada, jovem e muito bonita, sem o menor traço de vulgaridade, além de sentimentos nobres e bons, um cheiro agradável de limpeza impecável sempre emanava dela.
Lupe achou aqueles homens nojentos na aparência, mas não mostrou sua rejeição pelos velhos, escondeu o nojo que eles davam. O velho não respondeu pra garota, ficou extasiado vendo o corpo deslumbrante e jovem da estudante, passou os olhos nela de cima a baixo e não escondeu a morbidez, parando o olhar no decote do peito onde os peitos apalpáveis se mostravam obscenamente, parecendo transbordar do decote generoso, firmes, redondos como limões e com mamilos delicados que marcavam claramente no tecido fino da blusa, e nas pernas da garota que saíam de baixo da saia curta. Lupe tinha se virado e estava de frente pra eles.
E depois de um silêncio que pareceu eterno pra estudante, o velho finalmente falou com uma voz de cachaça e disse pra ela:
— O que uma gostosa como você tá fazendo aqui sozinha?
Ela, tentando controlar o desconforto com os olhares sem vergonha, disse:
— Com licença, senhor, tô esperando meu parceiro que foi no banheiro.
A garota, tentando não mostrar o nervosismo crescente, pegou seu cabelo liso e sedoso que caía pro lado, cobrindo permanentemente um dos Lindos olhos verdes, bem sensuais, e ela os ergueu só para eles caírem de volta nos olhos dele. O olho esquerdo dele.
A voz dele soava doce e inocente para os velhos, e o que o velho gostava era daquele tratamento de "senhor", um sinal claro de medo e respeito, sem dúvida as coisas estavam no caminho certo.
Dom Pedro notou que a estudante tinha aquele rosto angelical e lindo de uma garota inocente, já que a pele dela ainda não tinha escurecido, mas o corpo dela mostrava os atributos e as curvas de uma mulher exuberante, e ele pensou — olha só que gostosa, me apaixonei por essa novinha.
O velho, levando as coisas na calma, pegou a latinha de cerveja que estava na mão, deu um gole e jogou a lata vazia no chão, soltando um arroto nojento ao mesmo tempo e passando a camisa rasgada na boca para limpar.
Cielo Riveros fez um grande esforço para segurar a ânsia de nojo que veio, tudo era nojento demais para a educação e limpeza impecável dela.
Então o velho, abrindo outra lata, perguntou: — Qual é o seu nome, gostosa?
— Cof... cof... Lupe, senhor... Cielo Riveros — a garota tossiu, tentando segurar a ânsia de nojo que vinha.
— Uumm, nome bonito para uma garota tão gostosa, sou Pedro Ventura, mamãe.
Ela sentiu que o clima estava ficando cada vez mais pesado e, querendo se despedir e sair dali, disse para o velho:
— Bão, Dom Pedro, foi um prazer conhecer o senhor, tenho que ir buscar minha amiga.gostosaMas o velho não estava disposto a deixá-la ir tão fácil assim, com sua enorme experiência com mulheres já tinha percebido em Lupe uma garotinha ingênua, inocente, uma presa que não ia deixar escapar tão fácil e principalmente porque estava há meses sem tocar numa mulher, isso porque era um velho feio, nojento e muito arrogante e todas as garotas o rejeitavam.
— Não é todo dia que aparece uma mamazota dessas, tenho que levá-la de volta lá e enfiar meu pau nessa buceta que tá caindo de gostosa, pensou o velho.
E enquanto a garota se virava para pegar a bolsa e ir embora, o velho moveu seu corpo alto, bloqueando o caminho da garota e dizendo:
— Por que você vai embora, gostosa, se a noite é jovem e a gente pode se divertir bem? Conheço um lugar onde dá pra ver uma vista espetacular da cidade, é atrás dos trailers. Se quiser, vamos lá ver você mesma, minha rainha.
Diante do olhar mórbido de Dom Pedro, que não tirava os olhos das redondezas daquele corpo apalpável que nesse ponto ele sentia que o inflamava de desejo, só que ele se segurava porque queria jogar seguro — levar a estudante para um lugar mais afastado e solitário e fazer o serviço.
Ele a viu ansiosa, esperando sua resposta, e a brisa da noite também bagunçava seu cabelo, deixando-a ainda mais sensual.
— Então, minha rainha? Vamos lá onde eu falei? Você vai ver como a cidade fica linda.
Ela percebeu claramente como o velho fazia esforço para manter a compostura, a despia com o olhar e sentia como se o degenerado estivesse tocando nela com os olhos.
— Aaahhh... acho que não, senhor, minha amiga vai chegar logo pra me buscar e se não me encontrar, vai me procurar com a polícia.
Toda nervosa, ela disse, esperando uma reação violenta do velho, mas não, pra sua sorte, nada aconteceu, o velho disse:
— Ok, rainha, se você não quer, não, mas pelo menos brinde com a gente e vá embora, não vai nos desprezar! — o velho O homem entregou a ele uma lata de cerveja.
–-Lá está o Dom Pedro, que pena de você... mas... eu não bebo.Chupa essa pica— Tá bom — disse o velho, sem problema, vi que você não quer, não vou insistir mais, minha rainha.
— Bem, Dom Pedro, agora vou me retirar, muito obrigada por tudo.
— Mas por que você insiste em ir embora, mamãe? Não pode ser tão grossa, a gente se comportou bem com você — disse o velho com cara séria e tom intimidador, como se estivesse repreendendo a jovem escultural.
O degenerado sentiu uma vontade imensa, que mal conseguia conter, de provar aquelas carnes exuberantes da adolescente, chupar aqueles peitos empinados sem anos de uso, beijar aqueles lábios grossos e deliciosos, acariciar aquelas coxas e a bunda redonda e perfeita da garota.
Ela sentiu como se o velho estivesse fazendo um raio-X, como se aquele porco já a imaginasse pelada, o que fez subir um calor de vergonha no rosto e ela teve que baixar o olhar, envergonhada.
O velho, olhando descaradamente e com morbidez para os peitos redondos dela, disse autoritário:
— Nada disso, mamacita, você tem que ficar com a gente até a cerveja acabar.
Ela, resignada, aceitou e pensou: assim que esses velhos terminarem a cerveja, vou embora desse lugar solitário e horrível. É culpa minha, quem mandou entrar aqui? Se a Cláudia disse pra eu esperar ela lá no touro.
E, olhando de volta para a pista de dança, assistiu com alegria os casais dançando animados, esquecendo por um momento da situação precária, virando-se e dando as costas para os velhos, que se deliciavam com a bunda redonda e dura e como a calcinha fio-dental preta, bem sensual e feminina, com renda justa que se encaixava perfeitamente naquelas nádegas protuberantes e portentosas, marcava no tecido fino da minissaia branca, com clareza extraordinária tudo se revelava: a bunda bem formada era um verdadeiro convite ao pecado, os velhos olhavam insistentemente e com cuidado para aquela bunda enorme e deliciosa.
Nisso, ela ouviu a voz melada do velho dizendo:mamona– Mamãe, vem cá, por que a gente não dança? – propôs Dom Pedro, com um sorrisinho safado e cara de empolgação.
– O que foi, minha rainha? "se for só uma dança, nada mais", e apertando ela, falou na lata – Olha, boneca, eu tenho sido paciente com você, mas minha paciência tem limite e você não quer me ver puto.
– Dom Pedro, táááá bem, eu vou dançar com o seinhô – disse a menina, toda tensa, de cabeça baixa e parada esperando o velho tomar a iniciativa.
A cara horrível do velho não escondia o turbilhão de desejos safados que fervia na cabeça dele – he he he he he, você vai ver, pombinha, como a gente vai se divertir gostoso.
O velho, sem aguentar mais esperar pra sentir aquele corpo de tirar o fôlego, pegou as mãos da menina e passou pelos ombros dele enquanto levava as mãos dele pra cintura nua, aberta e gostosa da estudante; quando colocou as palmas sujas e ásperas na pele macia da garota, sentiu como aquela parte do corpo dela era pequena e perfeita. O toque das mãos dele direto na pele lisa e nua da jovem fez um estrago no degenerado, esquentando ele ainda mais, ele conseguia ver a maciez e a lisura da pele jovem, típica só de uma garotinha.
Ele puxou ela contra o corpo dele com força, colando ela nele, a menina estava um caco de nervos, a proximidade gostosa da garota teve um efeito imediato nele e o pau dele começou a subir.
Ela, com nojo, começou a sentir aquele membro duro e quente na buceta dela e, grudados como se fossem dois amantes, começaram a dançar devagar no ritmo das baladas lentas que tocavam na área do touro mecânico.
O velho, sem parar de olhar descaradamente pros peitos redondos dela, porque estavam bem pertinho, perguntou por precaução, já que a menina parecia ser de menor e ele não queria mais problemas com a lei.
– E quantos anos você tem, mamacita?ceu—Tem 18 anos, senhor — respondeu ele com a voz trêmula, isso porque o velho, sem nenhum disfarce, esfregava o pau duro na virilha dela.
A bela adolescente se sentiu muito desconfortável com a descarada esfregação do velho, com aquele pau duro na virilha dela. Ela não sabia o que fazer nem como agir numa situação tão constrangedora. Com a timidez aumentando, tentou fingir que não percebia a ação abusiva do velho.
De vez em quando, o velho a apertava mais contra si, querendo que aquelas sensações inebriantes que o deixavam louco não acabassem. A voz dele ficava trêmula e rouca. Era evidente que mal conseguia conter a emoção.
— Como você é gostosa, mamãe, você é um sonho inatingível, com certeza todos os machos vão parar o pau só de te ver — disse ele, enquanto dava uma nojenta lambida na bochecha da garota.
A garota respondeu com uma careta de nojo enquanto implorava.
— Por favor... Seu Pedro, me afoga, por favor... Não me aperta tanto — mas o velho, longe de prestar atenção, apertava ela mais contra si enquanto acariciava com aquelas mãos nuas a cintura fina de Cielo Riveros. O velho, apesar da febre avassaladora que sentia, levava as coisas com calma, aproveitando cada segundo daquele momento delicioso, e continuava com as carícias na cintura e nas costas nuas dela, fazendo a garota sentir cócegas na pele sensível e na bunda suculenta.pervertidaEnquanto isso, num lugar afastado e quase nas sombras da feira, iluminado só pela lua cheia que aparecia majestosa naquela noite estrelada, nossa bela protagonista vivia uma situação aflitiva ao ter que aturar o velho degenerado do Dom Pedro, que ficava fascinado e quase babando pela tremenda redondeza da moça estonteante. E apesar de ter 18 anos, Cielo Riveros tinha aquele ar de ingenuidade e inocência que transbordava dela.

Ele a segurava firme por aquela cintura fina e firme que estava à mostra, onde dava pra ver a barriga lisa sem um grama de gordura, coroada pelo umbigo sexy que hipnotizava e prendia a atenção. O sátiro devorava ela com os olhos enquanto a mente dele bolava ideias perversas pra cima da gostosa. O velho sem-vergonha, aproveitando a passividade da jovem adorável, apertava ela contra si, fazendo ela sentir a pica dura dele entre as pernas dela.

Pra acabar de encher o saco, a sequência de modinhas românticas, uma atrás da outra, parecia não ter fim, pra desespero de Cielo Riveros e delícia do velho e dos comparsas dele, que pegavam no pau, esfregando por cima do macacão, vendo como o chefe ficava cada vez mais ousado com a deliciosa colegial que dançava com ele.

Então o velho falou pra ela, sem tirar os olhos dos peitos suculentos da moça, com total morbidez:

– Que mulher infernal você é, mamacita! Desde que você chegou, a gente tá te seguindo, não penso em outra coisa senão meter meu pau nessa bunda divina – tudo isso sem parar de apertar ela contra ele, sentindo a pica dura.

– Por favor... Dom Pedro, não me desrespeite, eu não te dei motivos pra falar essas vulgaridades – disse a moça curvilínea com uma voz fraca e tensa ao mesmo tempo.maoO velho riu de forma aterrorizante quando ouviu ela, o frio era total, o medo insuportável, os comentários mórbidos dele assustavam ela mais a cada segundo, ela não sabia o que fazer, aquele velho a segurava firme sem soltar por um segundo, não tinha muitas opções.

Dono da situação, o velho nojento disse pra ela. – Mas você, mamasota, nos deu entrada pra gente te desrespeitar, sua puta gostosa de pau!

– Não... não... eu sei o que o senhor quer dizer – ela falou num tom bem baixinho.

– Ah, não é?... sua puta gostosa, não sabe? E quando você e a rabuda da sua amiga pararam no meio da ponte mostrando tudo pra gente, sem deixar nada pra imaginação, provocando a gente e dizendo que queriam uma boa piroca de homem? Esquece que a gente viu vocês em cima da ponte, se exibindo?

Cielo Riveros sentiu o rosto queimar ao ouvir essas palavras do velho, ao mesmo tempo que o coração dela deu um pulo, as palavras chocantes do velho nojento foram como um balde de água fria, o que ela podia argumentar a seu favor? Qualquer coisa que dissesse, aqueles velhos horríveis não acreditariam, o velho tinha razão, a ação dela na ponte a condenou.

– E aí, puta, não vai me responder? – Queeeeeee não tô te ouvindo, puta, me fala se eu tô certo ou não, sua vagabunda esquentadora de pau!

Apenas o silêncio da jovem voluptuosa era mais que óbvio que ela não sabia, que não tinha o que responder diante de todas as evidências que a condenavam.

– Quem cala consente, minha rainha – e pegando o queixo dela, forçou ela a olhar pra cima, dizendo – “então vamos aproveitar essas bundas e essas peitolas que eu vou chupar elas, mamasota.”

A garota, ao mesmo tempo, tentou se afastar dele, mas de repente uma sensação terrível de pânico tomou conta da jovem, quando sentiu as mãos que seguravam sua cintura descerem em direção à sua bunda redonda e empinada e agarrarem firme; como o tecido da mini saia era muito fino, ela sentiu claramente como ele enterrava os dedos nas nádegas duras dela e apertava com força. pressão que o pau do velho parecia maior na pélvis dele.
O velho acariciou as curvas majestosas da bunda com as duas mãos, enfiou as mãos enrugadas por baixo da mini, a pele áspera e grossa dos dedos velhos não lembrava de ter tocado em algo tão suave, tão delicado quanto a pele daquela criatura.
–-Poooooorraaaa mas que bunda é essa, mamasota, você é uma deusa-- as mãos do velho não paravam de apertar a bunda da garota, ele massageava com as palmas descascadas sob a minissaia sentindo a pele deliciosamente nua e macia da novinha.
Ela, reagindo, bateu no peito do velho tentando fazê-lo soltá-la, mas para o sexagenário quente e safado aqueles tapas eram carícias e ele continuou com os apalpões na bunda formidável da estudante, a minissaia bem curta e por ser daquelas rodadas facilitava muito a mão do velho.Cielo Riveros dando pra um negão 4—Nãooooooo me solteeee pooooor favoooor, não faaaaça isssso.
Mas o velho estava enfeitiçado por aquela bunda formidável, macia, dura e redonda.
— Que buceta gostosa você tem, mamasota, pra enfiar o pau sem parar.
Ela olhou nos olhos dele, implorando que parasse com o olhar, mas o velho continuou a se deliciar com aquelas nádegas espetaculares; eu fiquei fascinado pela redondeza e textura daquele par de nádegas jovens e soberbas.
Então as mãos enrugadas e carecas começaram a deslizar lentamente para cima, logo alcançando a cintura nua e fina da garota, mas não pararam por ali e continuaram sua deliciosa jornada pela pele macia da menina, com a intenção clara de chegar aos peitos redondos da jovem; o rosto do velho mostrava uma careta doentia, seus olhos estavam ficando vidrados e ele até babava, e não é à toa, imagine ficar em jejum sexual por vários meses e de repente ter uma gostosa jovem nas mãos.
A colegial aterrorizada então pegou as mãos do velho pelos pulsos, parando por um momento seu avanço quente na altura das costelas, numa reação defensiva natural, mas para o velho durão isso não era nada, considerando que ele tinha muito mais força que ela, para ele aquilo não era um obstáculo, mas sim carícias para sentir as mãos macias da garota em seus pulsos.
Em seguida, o velho inclinou seu rosto enrugado e barbudo em direção ao pescoço de Cielo Riveros, colando sua boca nojenta com cheiro de cerveja e cigarro no pescoço fino e muito sensível da garota; dando uma sugada com os lábios, ele esticou sua língua nojenta e passou pelo pescoço muito sensível da jovem voluptuosa, que fechou os olhos para as sensações deliciosas que a invadiam, percebendo como todos os pelos do seu corpo se arrepiaram.amadoraO velho claramente sentiu essa reação na pele da garota, porque suas mãos ainda estavam nas laterais dela e ele deu um sorrisinho sinistro, sabia que estava no caminho certo com aquela gostosa filha da puta e continuou com mais ênfase sugando o pescoço sensível da Lupe, enchendo ela de arrepios.

A mamasota implorou, sabendo que aquelas sensações que começavam a dominá-la não levavam a nada de bom; agora que ainda não se entregava àqueles prazeres, se conhecia muito bem e sabia onde tudo aquilo iria parar se despertasse seu temperamento fogoso, ficava horrorizada ao se imaginar numa cama fodendo aquele velho nojento e seus comparsas.

— Você é muito gostosa, mamasota, e parece que adora pica, agora resiste, mas daqui a pouco vai estar gritando de prazer igual uma puta.

A garota sentia cada vez mais que aquele velho alcançaria seus objetivos, já que ela estava em desvantagem, lutava contra aquele velho que a forçava e contra o próprio corpo que aos poucos aceitava os ataques daquele velho nojento, percebendo que o nojo e a rejeição por aquele velho degenerado diminuíam e, em vez disso, uma sensação agradável de prazer tomava conta do seu corpo como uma droga, lutando para dominar sua vontade.

O velho, sorrindo, olhou para o rosto assustado dela e, vendo aqueles lábios grossos e carnudos, um grande desejo de beijá-los despertou, então, agarrando a cintura da estudante, tentou alcançar aquela boquinha deliciosa com sua língua nojenta.anal—Não, me deixa... não... velho... depravado... — Cielo Riveros resistia, debatendo-se e virando a cabeça de um lado para o outro, tentando impedir que aquele velho nojento roubasse um beijo de seus lábios fresquinhos.

Lupe sentiu uma impotência enorme; o velho era forte demais pra ela e o fedor de cerveja que vinha do bafo dele era insuportável, a língua nojenta dele, em certo ponto da luta, lambeu os lábios da garota, que ela mantinha bem apertados pra evitar que o velho metesse aquela língua nojenta entre eles.

— Me solta, pelo amor de Deus, seu Pedro... — e então o impensável aconteceu: o velho bêbado cansou da briga e a soltou por um instante, tentando recuperar o fôlego. Isso porque eles tinham trabalhado pra caramba montando os jogos e mal tinham descansado, além de estarem enchendo a cara de cerveja desde cedo sem parar um minuto, e tudo isso pesou na hora da luta com a gostosa da estudante.

A garota ficou desnorteada quando sentiu que, de repente, o velho a soltava e, tentando se afastar dele, deu uns passinhos pra trás enquanto ajeitava a minissaia, que por causa dos apalpões do velho tinha subido até a cintura, até esbarrar na mesa de madeira onde estava apoiada quando chegou.

O velho, percebendo isso, se aproximou dela de novo, não querendo deixar a presa gostosa escapar, e colocou as duas mãos sujas e peludas na mesa, dos dois lados da garota, deixando ela presa no meio dos braços dele e sem espaço pra se mexer; ele ofegava, tentando pegar ar.

Os outros velhos, se divertindo com tudo aquilo, falaram debochando.vadia– Ha ha ha, amigão, você já respondeu a pipoca, hahahaha, já tá cansado, se quiser a gente pode dar uma mão, você já tá velho demais pra essas brincadeiras.

Cielo Riveros, enquanto isso, vendo que o velho a tinha encurralada com os dois braços peludos e suados de cada lado da mesa, virou-se de costas pra ele pra não mostrar que se sentia presa. Grande erro, e ficou parada, imóvel, mal respirava, o medo tinha paralisado ela.

O velho degenerado sentiu o sangue ferver de desejo e novas forças serem injetadas no corpo seboso quando percebeu o quanto estava perto da colegial e viu as nádegas indefesas e enormes a poucos centímetros dele, era só dar um passinho pra sentir aquela bunda espetacular no pau duro dele, aquela visão magnífica deu força renovada pra continuar o ataque contra a indefesa Cielo Riveros.

O velho degenerado olhava com luxúria como a mini saia curta subia por causa da bunda enorme e empinada da adolescente, que mal conseguia cobrir, o pau dele tava duro que nem ferro de tanto contemplar as curvas suculentas da garota.

Isso deixou ele muito excitado quando viu aquela carne pecaminosa, onde dava pra ver claramente a calcinha minúscula e sexy que lutava pra se esticar ao máximo e fazia a bunda dura e redonda dela se destacar ainda mais.gostosa— Que rabão gostoso, puta! Agora você vai sentir o pau de um macho gostoso — disse o velho abusador com uma voz rouca.
A garota ainda estava deitada de costas, encurralada, soluçando, então o velho começou a se levantar e, sem tirar os olhos daquele rabo enorme na frente dele, começou a tirar o macacão, que caiu no chão, revelando uma cueca nojenta que um dia foi branca e que cobria as partes repugnantes daquele homem desagradável.
Dava pra ver como a cueca, na parte da frente, a grande ereção que o velho degenerado tinha, parecia uma barraca de circo, e no tecido da cueca dava pra ver claramente manchas de umidade, com certeza líquido pré-seminal que o próprio degenerado tinha secretado enquanto apalpava a gostosa colegial e sentia suas curvas deliciosas e sua carne firme.
Vencendo a curta distância que o separava da garota e, sem conseguir esperar mais, o velho se jogou sobre ela, encostando seu membro enormemente ereto nas nádegas redondas e duras da jovem.Chupa essa picaTirando o macacão jeans grosso e ficando só de calcinha, a percepção das sensações gostosas de encostar no corpo curvilíneo daquela mina gostosa aumentou trezentos por cento, pra alegria do tarado.

Sentindo no pau, ao contato com a bunda dela, uma sensação gostosa que invadiu ele como nunca tinha sentido antes, daquela bunda dura e carnuda que, por ser tão caída, parecia algo doido demais.

As mãos sujas e nuas dele envolveram a cintura fina e curta que formava aquele abdômen liso quase perfeito, puxando ela pra perto e acariciando a barriga macia, passando a mão por cima, enquanto o pau duro afundava na bunda enorme da Cielo Riveros.

Ela, sentindo que o velho se aproximou e encostou o pau latejante, arregalou os olhos e pulou de susto com a ação abusada do velho.

Ela abaixou as mãos e colocou em cima das mãos do velho que, além de se deliciar com a bunda redonda, apertando e esfregando o pau duro, aproveitava a pele lisa e macia do abdômen sexy da mina; a garota colocou as mãos em cima das mãos do velho tentando parar aquelas carícias mórbidas no corpo jovem dela, mas as mãos finas dela foram arrastadas pelas mãos quentes e ásperas do velho que continuavam passando pela pele fina e lisa da garota, enquanto a bunda dela recebia as estocadas do velho uma atrás da outra.

O velho tava com uma ereção tão grande que sentia que ia rasgar a cueca, o pau dele, que tava todo agitado, berrava pra entrar naquela carne exuberante.mamona–-Nããão, nããão- murmurou Cielo Riveros com aquela voz infantil, tentando se afastar ao contorcer a bunda grande, num desespero pra parar os ataques do velho, só deixando ele mais excitado com aquele movimento.
E, encostando a boca bem perto da orelha direita da garota, ele disse:
–-Aaahh, sua gostosa, vou te foder, vou te estuprar, vou te levar comigo e ninguém vai te achar, você vai ser minha mulher, sua puta de pau, até eu me cansar de você.
Com uma habilidade que só aparece quando a adrenalina da febre entra no corpo, usando a boca fedida e a língua áspera, o velho lutou contra o elástico da alça fina da blusa da garota, procurando uma brecha pra meter a língua e puxar a alça pelos ombros, deslizando pelo braço dela, com a intenção de deixar os peitos da novinha nus, o que não era fácil, já que a blusa, sendo elástica e bem pequena, estava esticada ao máximo pelos peitões da garota e as duas alças estavam bem apertadas.
–-Aaaaaaahhhhh.... Aaaaaaahhhh-- gemeu a colegial a cada nova estocada que o pauzão do velho dava, já que, sem nenhuma consideração, ele fazia movimentos selvagens com o quadril de trás pra frente e a enfiava com força, sentindo e absorvendo o impacto as nádegas redondas de Cielo Riveros.ceuO velho cada vez mais perturbado ergueu uma das mãos tentando alcançar os peitos empinados da garota. Ela ficou apavorada ao perceber as intenções dele. Com as duas mãos, segurou a mão do velho que subia, usando toda a força para impedir a invasão, sabendo que, se aquelas mãos tocassem seus seios redondos e, pior ainda, seus mamilos hipersensíveis, tudo estaria perdido para ela.

Essa reação era exatamente o que o velho safado e degenerado queria. Com um movimento rápido, ele agarrou os dois pulsos da garota, apertando-os com força. Com uma mão só, o velho tinha mais força que a frágil e delicada Lupe, imobilizando ambas as mãos dela. Diante da impotência da garota, tudo isso o excitava ainda mais, e ele direcionou a mão livre para baixo. O elástico da minissaia da garota não foi obstáculo; entrou fácil e, deslizando, foi um pouco mais fundo, enquanto a garota se debatia em horror e desamparo.

"Clique" ouviu-se, e a alça apertada do lado esquerdo da blusa dela, como se fosse um elástico que se estica e solta de repente, estalou, deixando o ombro seminú da jovem à mostra.

Enquanto isso, lá embaixo, abaixo do umbigo da garota, outro drama se desenrolava. Os dedos suados e trêmulos do velho, tomados pela excitação, já estavam dentro da calcinha da garota e se moviam como uma aranha, procurando a entrada da buceta dela, enquanto a jovem curvilínea se debatia em desespero, tentando evitar essa profanação. O velho continuava segurando as mãos dela pelos pulsos finos, deixando-a indefesa, enquanto a outra mão, com todo o caminho livre e paciência, procurava o clitóris dela.

Cielo Riveros sabia que, se o velho dominasse seu clitóris sensível e perceptivo, então sim, adeus força de vontade e bem-vindos a alegria, prazer e gozo de mãos cheias.pervertidaEle se contorceu e serpentou o corpo inteiro, empurrando a bunda para trás numa tentativa inútil de impedir que aquela mão enrugada cumprisse sua missão ardente.
Todo aquele rebolado da anatomia voluptuosa da colegial inflamou ainda mais o velho depravado, sentindo como aquela bunda redonda repelia seu pau ereto repetidas vezes, enchendo-o de delícias e sensações gostosas.
— Nãããão......nãão...por...favor...nãão...Seu...Peeedrooo...aaaaahhhhh.
O velho safado deu uma mordida no pescoço dela, fazendo a garota soltar a pressão que as pernas lindas faziam na mão dele. — Sua buceta tá molhada e quente, putinha, você tá gostando, vagabunda — o velho sussurrou no ouvido dela, enquanto os dedos dele tomavam conta do clitóris super sensível da colegial.
Lupe fechou os olhos verdes lindos e mordeu os lábios de lado. Sentindo como aquele velho começava a inflamar ela sem controle, fazendo ela perder a cabeça, enlouquecendo ela. O velho alternava massagens no clitóris cada vez mais inchado com dedadas na buceta virgem. Ele enfiava os dedos até tocar a membrana delicada do hímen da garota, tomando cuidado pra não romper — ele queria que esse privilégio fosse pro pau dele.
“Clique” soou o segundo botão da alça da blusa da garota ao destravar, voando até o teto, deixando os ombros lindos, redondos e nus dela.
O velho então pôde sentir a garota afrouxar as mãos presas, soltando elas, os dois braços caindo pesados de cada lado dela, sem nenhum sinal de querer continuar resistindo aos desejos dele.maoCompletamente hipnotizado, ele contemplou aqueles peitos espetaculares em toda a sua nudez maravilhosa, eles estavam empinados, redondos, firmes e provocantes; apesar do tamanho médio, a gravidade não os afetava, os mamilos estavam completamente eretos, escuros, inchados de toda a confusão e excitação.
— Que peitão gostoso você tem, sua safada, você vai ver como vou chupar eles — e rosnando como um bicho, ele colocou a língua quente e molhada na orelha da colegial, lambendo como um possesso, enchendo ela de arrepios que a perturbavam profundamente, enquanto apertava um dos peitos enormes dela e com a outra mão continuava a dedada lá embaixo sem parar, fazendo ela gemer sem vontade própria, arquear as costas instintivamente enquanto sentia um prazer infinito vindo de dentro.
— Sua gostosa, você vai ver a porrada que vou te dar, vou te transformar numa puta de cama e encher meus bolsos de grana com você, deusa.
Aquela linguagem suja e vulgar a deixava ainda mais excitada, e Cielo Riveros levantou a bunda instintivamente para sentir ainda mais forte o pau que a penetrava, e começou a rebolgar os quadris, já muito molhada, sentindo o sangue quente fluindo como uma correnteza.
Ela fechou os lindos olhos verdes porque o tesão só aumentava a cada segundo, o coração acelerava a cada momento e a bucetinha apertada e virgem ficava mais molhada a cada instante, sentimentos misturados porque queria que tudo acabasse, mas ao mesmo tempo desejava que não tivesse fim.
Imediatamente, os dedos intrusos e experientes nessas batalhas de degenerados abriram os lábios vaginais da adolescente, procurando o botãozinho sensível do clitóris e, ao encontrá-lo, começaram a esfregar de novo, fazendo a garota se contorcer na cama com uma careta de prazer. Aaaaaaahhhhh...p-poooorrr...ffaaaaaaaaa....vvoooorrr...paaarreee..aaaahhhCielo Riveros dando pra um negão 4O velho sentiu claramente como a jovem estátua arqueou o corpo por instinto e como aquelas nádegas carnudas e gostosas grudaram ainda mais na enorme alegria do pau endurecido dele, que ficava visível por baixo do elástico da cueca. O velho tinha tirado o pau duro pra fora do elástico da cueca nojenta e enfiou por baixo da minissaia da garota para o prazer mórbido dele.

A mão direita do velho tomou conta total do clitóris dela, dando uma massagem que estimulava deliciosamente a cartilagem já dura. A mão esquerda apertava os dois peitos alternadamente e, de vez em quando, com a ponta dos dedos, dava uma massagem suave nos bicos bem durinhos. E a boca barbada e sem dentes, junto com a língua, percorria todo o pescoço e os ombros nus daquela riquíssima gostosa. De vez em quando, ele pegava o lóbulo da orelha dela, dando mordidinhas leves — ela inclinava a cabeça para dar mais liberdade pro velho no trabalho dele.

Tudo isso estava matando a jovem estátua de prazer. Ela apoiava as mãos macias e delicadas nos braços peludos e suados do velho, na altura do pulso, mas não pra parar os ataques do tarado — ela fechava as mãozinhas finas e dava apertões suaves naquelas mãos sujas que lhe davam carinhos degenerados.

A resistência física dela foi completamente vencida. Só de vez em quando, entre gemidos, ela soltava umas palavras pro velho parar com todo aquele abuso no corpo estátua dela. A estudante sentia que o corpo começava a pegar fogo sem controle, o temperamento fogoso do corpo dela tava ganhando a batalha contra a mente que tentava reprimir aquelas sensações. Não tinha como resistir a todos aqueles estímulos, era demais.

A jovem não parava de se contorcer, mas não pra se opor ao abuso do velho — era porque sentia um formigamento delicioso no corpo, vindo da buceta dela, que se espalhava por toda a anatomia curvilínea, fazendo ela tremer, enchendo ela de um prazer e uma alegria imensos. Parando de lutar, ela se entregou completamente. entregue aos desejos lascivos do velho.
Cielo Riveros começou a gemer de prazer, já se entregando ao velho para sua satisfação nojenta.
–-Ahhh ahhh ahhh ahhhhhh asii asiii oohh oohhhhhhhhhhhhhh.amadoraO velho, ao perceber sua reação, exibiu um sorriso sinistro nos lábios, imaginando que já estava satisfazendo seus instintos mais baixos naquele corpo suculento e carnudo que, naquela altura, já estava pronto... pronto para ser possuído no mesmo instante em que pensava.
– Heh heh heh... esse arroz já tá cozido, vou foder essa desgraçada que ela nunca vai esquecer... heh heh heh heh.

A garotinha não parava de ofegar, agora sem nenhum pudor, soltando todo aquele fogo que tentava conter e que ardia dentro do corpo dela. Ela sentia como tudo aquilo era muito mais do que quando se masturbava na solidão do quarto; sentir as mãos acariciando, apertando, dedando; sentir aquela boca fedorenta chupando seu pescoço e orelhas, enchendo-a de sensações gostosas; sentir o pau ereto do velho roçando nas nádegas dela, excitando-a; sentir aquele membro duro como ferro e saber que era por causa dela e, acima de tudo, sentir o suor do velho, aquele cheiro de homem, de macho no cio... tudo isso incendiava ela, não tinha comparação; com quando ela se masturbava sozinha, isso com certeza era muito mais.

O velho sentiu a mão com que a dedava, completamente encharcada na buceta da garota, e sussurrou no ouvido dela:
– Essa bucetinha tem dono de agora em diante, vagabunda.
– Oooohhhhhhh... sim, siiiiiim.... se... seu... Pe... Pedrroo,... o se... nhô... é... o... do... dooono..., enquanto empurrava a bunda para trás para sentir as estocadas do velho mais forte.analO belo rosto de Cielo Riveros tinha aqueles lindos olhos verdes semi-cerrados pelas ondas de prazer que vinham uma atrás da outra e nublavam sua razão, seus lábios molhados e abertos gemendo e ofegando, sua vontade já tomada pelo desejo e pelas sensações gostosas que o velho sátiro lhe dava. Ela já não se importava mais com nada, só em satisfazer aquela febre incontrolável, quase anormal, que invadia toda sua anatomia escultural e a fazia agir como a puta mais vagabunda.

— Que bunda deliciosa você tem, mamasota!! E essas chuchotas foram feitas para me dar prazer, puta barata, vaca!!.

— Aqueles insultos excitavam ainda mais a deliciosa adolescente — enchendo-a de sensações indescritíveis, excitava-a sentir-se humilhada e nas mãos daquele sátiro. Ela sentia o pau duro do velho pulsando em suas nádegas como se tivesse vida própria, sentia-se uma escrava, uma vadia, e essa sensação a fazia vibrar.

— Tá vendo como você gosta, neném?... Todas são umas putas baratas, primeiro não querem, depois se entregam sozinhas... Vou te foder, mamasota, você quer que eu meta esse pau em você?.

— AhhhhhhhhhhhhPedrooo..... mete em mim..... Me faz tua mulher.vadia

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